A Riot Games anunciou uma colaboração épica para o Campeonato Mundial de League of Legends 2024. Assim, a banda Linkin Park será a responsável pelo tema musical “Heavy Is The Crown“. O lançamento oficial do videoclipe e da música acontecerá no dia 24 de setembro, às 12h (BRT), disponível no YouTube e nas principais plataformas de streaming.
Um marco na nova era do Linkin Park
“Heavy Is The Crown” marca a continuidade do sucesso de “The Emptiness Machine”, single nº 1 da banda, que trouxe o primeiro material inédito do Linkin Park em sete anos.
A música anterior dominou as paradas e acumulou mais de 80 milhões de streams, coincidindo com uma turnê de 6 shows esgotados em arenas. Agora, o oitavo álbum da banda, From Zero, chega no dia 15 de novembro pela Warner Records.
Mike Shinoda, integrante do Linkin Park, expressou entusiasmo pela colaboração:
Tem sido uma experiência incrível trabalhar com a Riot para levar este tema musical à comunidade global de League of Legends. A música é um grande marco nessa nova era, carregando nosso som característico e agregando uma energia nova. Estamos muito animados para que os jogadores e os fãs possam curtir!
O poder das músicas do Mundial de League of Legends
O tema musical do Mundial é um dos momentos mais esperados pela comunidade de League of Legends e se tornou um fenômeno global.
Sobre o assunto, Maria Egan, Chefe Global de Música da Riot Games, comentou:
O tema musical do Mundial é o momento mais aguardado pelos jogadores de LoL a cada ano, e se tornou uma peça muito cobiçada na música ao redor do mundo. Com a banda iniciando esse novo e empolgante capítulo, é uma honra poder trabalhar ao lado deles neste tema musical de 2024. A letra de ‘Heavy Is The Crown’ captura perfeitamente a narrativa do Mundial deste ano e é um poderoso complemento para os temas do nosso videoclipe.
Assim, Linkin Park se une a uma lista de superestrelas que já criaram temas para o Mundial. Entre eles, Imagine Dragons, Lil Nas X e Zedd. Essas canções somam mais de 10 bilhões de streams nas plataformas digitais. Em 2023, “GODS”, tema do grupo NewJeans, quebrou recordes com quase 270 milhões de streams e 100 milhões de visualizações no YouTube.
Sobre o Campeonato Mundial de League of Legends
O Mundial é o evento mais prestigiado do calendário de League of Legends, onde equipes de nove regiões disputam pelo título de campeã. O torneio ocorre no final da temporada regular em uma região anfitriã diferente a cada ano. Inclusive, a edição de 2023 se destacou como o evento de Esports mais assistido de todos os tempos.
Este clássico do mangá, inédito no Brasil, é um marco na história dos quadrinhos japoneses. Ele moldou o estilo visual e narrativo das obras que conhecemos atualmente.
A influência de Astro Boy no mangá moderno
Astro Boy se destaca não apenas como uma referência na ficção científica, mas também por ter consolidado elementos fundamentais do mangá moderno. Por exemplo, o traço característico, o ritmo dinâmico e as narrativas emocionantes do gênero. Tudo isso se deve, em grande parte, à influência da obra de Tezuka.
Então, publicado originalmente na revista Shonen entre 1952 e 1968, o mangá foi compilado em 23 volumes.
A história acontece em um futuro onde humanos convivem com robôs e gira em torno das aventuras do pequeno Astro. Também conhecido como Atom, ele é um menino robô poderoso.
Imagem Divulgação
Assim, com uma trama que combina ação, emoção e questões existenciais, Astro Boy conquistou gerações de leitores e espectadores com suas adaptações para animação.
A importância de Osamu Tezuka e suas outras obras
Tezuka é amplamente reconhecido como o “deus do mangá”. Assim, além de Astro Boy, ele é responsável por outras obras clássicas, como Buda, Fênix e A Princesa e o Cavaleiro.
Todas essas obras já estão disponíveis no Brasil pela Editora JBC, consolidando a presença do autor no cenário nacional e permitindo que novas gerações tenham acesso à sua genialidade.
Detalhes da edição brasileira
A versão brasileira de Astro Boy ficará completa em 9 volumes, com cada edição contendo aproximadamente 400 páginas. O mangá tem o formato 15,0 x 21,0 cm e, como diferencial, o primeiro volume inclui um marcador de brinde.
Além disso, os fãs poderão escolher entre duas opções de sobrecapa: uma clássica e outra variante, ilustrada pelo quadrinista brasileiro Vitor Cafaggi.
Imagem Divulgação
Assim, as edições já estão disponíveis nas principais livrarias e comic shops do Brasil, e prometem ser um item imperdível para colecionadores e entusiastas da obra de Tezuka.
A história
O pequeno Astro (Atom) é um poderoso robô criado pelo Dr. Tenma na tentativa de substituir o seu filho falecido. Porém, conforme o tempo passa, o cientista percebe que ele não preencherá o vazio que o filho deixou e o vende para o circo. Depois de ser explorado, Astro é resgatado pelo Dr. Ochanomizu e mostra seu potencial de herói com habilidades especiais e até capacidade para expressar emoções humanas. Com sua bondade única e uma força incomparável, Astro Boy luta para proteger os mais fracos.
An Cafe - Novo Visual 'LIVE CAFE 21th spring NYAPPY'
A banda de j-rock visual kei AN CAFE lançou um novo videoclipe para a canção ‘Cherry Saku Yuuki!!’, originalmente lançada em 2008. Além disso, a banda revelou seu novo visual juntamente com o anúncio de 2 novos shows para abril de 2025.
An Cafe – Novo Visual ‘LIVE CAFE 21th spring NYAPPY’
Então, o An Cafe tem dado pequenos passos rumo a um possível retorno definitivo as atividades. Após as comemorações do aniversário de 20 anos iniciadas em janeiro de 2023 e finalizada em janeiro de 2024, a banda tem realizado apresentações pontuais no Japão.
Desta vez, o anúncio foi ‘LIVE CAFE 21th spring NYAPPY o(≧∀≦)o’ a ser realizado nos dias 29 e 30 de abril de 2025 no Zepp Haneda em Tóquio. O tema é a primavera, e aproveitando sua nova imagem refrescante somada ao tema florido, a banda lançou a regravação do clipe ‘Cherry Saku Yuuki!!’.
Sendo assim, os Cafekkos tem encontro marcado com a banda em 2025. O vocalista Miku realiza sua primeira turnê solo na América Latina. No Brasil, a apresentação acontece dia 17 de novembro (domingo) na casa noturna JAI CLUB.
Em uma entrevista exclusiva ao Suco de Mangá, a banda VIVARUSH compartilhou detalhes sobre seu conceito vibrante e suas aspirações de levar sua música para o mundo. Formada por quatro integrantes cheios de energia e com um estilo visual único, a banda, que já é destaque na cena visual kei do Japão, está agora conquistando o público global. Com seu segundo single como artista principal, “Emperor Time”, escolhido como tema de um anime, VIVARUSH vê a oportunidade de se conectar com uma audiência ainda maior.
Durante a entrevista, os integrantes falaram sobre sua jornada musical, influências e a emoção de estar à frente de uma crescente onda de popularidade do visual kei fora do Japão. Além disso, deixaram claro seu desejo de se apresentar em países como o Brasil, onde acreditam que sua música e energia contagiariam novos fãs. Confira a entrevista completa abaixo e descubra mais sobre o mundo de VIVARUSH!
VIVARUSH tem um conceito colorido. Vocês poderiam se apresentar e falar sobre o conceito, slogan e mensagem da banda para quem ainda não os conhece?
Ruimar: Somos um grupo de entretenimento focado em elevar as vibrações! Nosso objetivo é animar o público e deixar todos empolgados.
Yukimura: Nossa banda quer iluminar o Japão e o mundo com nossa energia positiva.
Fuyuya: Nosso slogan é simples: queremos criar músicas que façam as pessoas sorrirem.
Parmy: Nós trazemos energia e felicidade para todos que encontramos! Somos fofos, legais e a banda mais forte que existe! Mas cuidado para não se apaixonar por Parmy!
Como cada um de vocês definiria VIVARUSH em uma palavra?
Ruimar: Divertido e legal!
Yukimura: Imprevisível. Nossas performances ao vivo sempre têm elementos surpresa.
Fuyuya: Agradável e aconchegante!
Parmy: Brilhante.
Seu mascote parece um cachorro punk (risos). Qual é o conceito por trás desse mascote? Ele tem um nome?
Ruimar: O nome dele é “Chibiba”. Não é um cachorrinho, é um mini-leão! O leão é o rei das feras, e escolhemos um mini-leão para simbolizar nosso crescimento e ambição de fazer um grande impacto na indústria musical.
Recentemente, sua música “Emperor Time” foi lançada como tema do anime “TASUKETSU”. Vocês assistem anime? Quais são seus favoritos?
Ruimar: Amo “Detective Conan” e “HUNTER×HUNTER”!
Yukimura: Gosto de “Code Geass”, “XXXHOLiC”, “Angel Beats!”, “Spice and Wolf”, a série “Fate” e muitos outros.
Fuyuya: Meu anime favorito é “Re- Starting Life in Another World”. Adoro a construção de mundo e a música.
Parmy: “Fist of the North Star”. “Ataa-taa-taa-taa-taa-taa-taa!”
Assista o clipe de Emperor Time abaixo:
É incomum artistas de visual kei colaborarem com séries de TV. Vocês veem isso como uma “grande oportunidade”? Como se sentem com essa colaboração?
Ruimar: É uma grande oportunidade. Esperamos que isso apresente o VIVARUSH a muitas pessoas. O anime japonês é popular mundialmente, então esperamos que “TASUKETSU” e VIVARUSH cheguem a fãs de todo o mundo.
Yukimura: Estamos verdadeiramente felizes e gratos por essa oportunidade. Queremos aproveitá-la para crescer ainda mais.
Fuyuya: Esta é uma colaboração rara para a cena visual kei. Acreditamos que seja uma conquista significativa que pode contribuir para o crescimento tanto do VIVARUSH quanto do visual kei como um todo.
Parmy: Espero que essa colaboração traga atenção para toda a cena visual kei mundialmente. Claro, o VIVARUSH é o mais forte, no entanto!
“Emperor Time” é o seu 2º single como artista principal. Comparado ao seu 2º single “Okosa Magic”, lançado em 2017, como vocês se sentem?
Yukimura: Acho que a música do VIVARUSH se tornou mais diversificada desde então. Conseguimos criar músicas que se ajustam melhor às tendências atuais.
Yukimura, VIVARUSH / Imagem Divulgação
O que os fãs podem esperar do seu próximo álbum de estreia como artistas principais?
Ruimar: Sinta a evolução imparável de VIVARUSH! Nossas habilidades de composição melhoraram significativamente.
Yukimura: Há um potencial infinito. Vamos atender todas as expectativas. Preparem-se.
Fuyuya: Pensamos muito no que queremos expressar e no que é esperado de nós desde nossa estreia como artistas principais. Em nosso próximo álbum, apresentaremos uma versão mais refinada do VIVARUSH.
Parmy: O VIVARUSH pode lidar com várias emoções e expressões. Continuaremos a surpreender vocês com elementos legais, fofos, assustadores, tristes, calorosos e novos em nossa música!
Parece que o visual kei está se tornando mainstream novamente, não só no Japão, mas também no exterior. Vocês sentem isso? O que pensam a respeito?
Ruimar: Como estamos no Japão, é difícil medir nossa popularidade no exterior. Mas se for verdade, ficaremos muito felizes como artistas japoneses de visual kei. Queremos alcançar mais pessoas e adoraríamos expandir nossas atividades internacionalmente se houver demanda suficiente.
Fuyuya: Devido à COVID-19, o cenário de entretenimento em todo o mundo, incluindo o Japão, sofreu um declínio significativo. No entanto, parece que as coisas estão finalmente começando a se recuperar. Queremos contribuir para tornar o “visual kei” mais familiar no mundo e continuar a compartilhar diversos tópicos. Nosso objetivo é nos destacar!
Touya, VIVARUSH / Imagem Divulgação
Vocês lançaram seu primeiro single “Merry-Merry-Go!!-Round!!” em 2016. Como a motivação da banda mudou desde então?
Ruimar: Nossa motivação é diferente agora em comparação com quando começamos a banda. No entanto, ainda está incrivelmente alta. Com mais pessoas apoiando o VIVARUSH, queremos expandir nossa base de fãs, incluindo tanto fãs quanto pessoas envolvidas na indústria.
Quais são suas principais influências na música japonesa e no visual kei em geral?
Yukimura: DEZERT. DEZERT é Deus.
Fuyuya: Ouvi muito J-POP, mas em termos de visual kei, “theGazettE”, “SID” e “Nightmare” foram a minha juventude!
Se pudessem colaborar com qualquer banda ou artista no mundo, quem escolheriam?
Ruimar: Lady Gaga.
Yukimura: AC/DC.
Fuyuya: Fui fortemente influenciado pelo rock britânico, então adoraria conhecer “QUEEN” ou “MR. BIG”!
Parmy: Se eu tivesse que escolher alguém no mundo todo, seria o GREEN DAY! A música deles me inspirou a começar uma banda. Encontrá-los e expressar minha gratidão seria uma experiência incrível.
Parmy, VIVARUSH / Imagem Divulgação
Essa é uma pergunta comum para entender suas perspectivas. No Japão, o consumo de mídia física (CDs/DVDs) parece estar diminuindo. Apesar do boom das plataformas de streaming, isso continua sendo um aspecto culturalmente significativo. O que vocês pensam sobre isso?
Ruimar: As plataformas de streaming são indiscutivelmente convenientes, então eu também as uso muito. Mas como criadores, há algo especial em lançar produtos físicos. Também gosto de ter cópias físicas dos trabalhos de meus artistas favoritos, então continuaremos lançando-os.
Yukimura: Acho que o consumo de mídia física continuará a diminuir. Os tempos mudam. É crucial que os músicos considerem como sobreviver nesse cenário em evolução.
Fuyuya: Embora as plataformas de streaming ofereçam aos usuários uma maneira conveniente de curtir música, expandindo as oportunidades para os criadores, há desafios comerciais do ponto de vista criativo. CDs/DVDs ainda têm um peso significativo no mercado da música (especialmente no Japão), então espero que um modelo de receita que beneficie tanto usuários quanto criadores possa ser estabelecido.
Parmy: Não acho que seja algo tão importante. Discos se tornaram CDs, e agora temos o streaming. Quem sabe o que o futuro reserva? Talvez os CDs se tornem como antiguidades. Vamos apenas seguir o fluxo. Espero que nossos fãs continuem colecionando nossos CDs.
Muitos artistas do visual kei têm se apresentado no Brasil e em outros países da América Latina recentemente. Vocês gostariam de vir ao Brasil? Querem conhecer seus fãs no exterior?
Ruimar: Adoraríamos! O Brasil está do outro lado do mundo em relação ao Japão, então estou muito curioso sobre isso.
Yukimura: Com certeza, vamos lá!
Fuyuya: Claro, adoraríamos conhecer nossos fãs no exterior. Nunca nos apresentamos fora do Japão, então seria uma experiência enorme.
Parmy: Absolutamente! Nunca me apresentei no exterior, e é um sonho meu. Quero conhecer fãs na América Latina que nunca encontrei antes.
Ruimar, VIVARUSH / Imagem Divulgação
Se não fossem músicos, que tipo de trabalho acham que teriam?
Ruimar: Eu amo a Disney, então talvez eu trabalhasse na Disney. Ou em uma pizzaria. Eu amo pizza! Parece divertido fazer.
Yukimura: Um fazendeiro de gado.
Fuyuya: Eu queria ser investidor.
Parmy: Eu amo jogos, então talvez eu trabalhasse na indústria de games. Ou talvez tivesse um emprego comum e tocasse música como hobby.
Para aqueles que estão ouvindo VIVARUSH pela primeira vez, qual música vocês recomendariam?
Ruimar: “Odorasareta Jinsei”. Esta música usa gírias japonesas, então é difícil traduzir com precisão para outros idiomas. Está cheia de cultura japonesa, então espero que ouçam!
Yukimura: “Emperor Time”.
Fuyuya: “Uchi-ra wa Ashita kara Honki-dasu”. Esta música de J-POP/visual kei influenciada pelo EDM é perfeita para experimentar a essência do VIVARUSH!
Parmy: Eu recomendaria “Yūchōten Rariat”. É nosso single de estreia como major e uma música assinatura. É uma faixa animada que vai fazer você querer dançar!
Finalmente, uma mensagem para os leitores e fãs no Brasil (e na América Latina).
Ruimar: Vamos definitivamente visitar o Brasil algum dia! Estamos ansiosos para conhecê-los. Por favor, aguardem por nós!
Yukimura: Vocês estão me ouvindo, Brasil? Se estiverem, abram o YouTube agora. Pesquisem “Ruimar Channel” e se inscrevam. A banda liderada por aquele cara é VIVARUSH, uma banda de “diversão” e “diversão”. Ouçam muito VIVARUSH para que possam curtir quando formos ao Brasil.
Fuyuya: Como vocês estão? Vocês amam visual kei? Eu também.
Na última sexta-feira, 20 de setembro, os fãs de Chitãozinho e Xororó foram surpreendidos com uma novidade inusitada no novo álbum da dupla, intitulado José e Durval. Uma das faixas do disco traz a versão de uma famosa canção japonesa, “Nada Sou” – originalmente conhecida como “Nada Sou Sou” (涙そうそう), composta por Ryoko Moriyama em 1998 e que ganhou enorme popularidade na voz de Rimi Natsukawa em 2001.
Xororó comentou sobre o processo criativo durante a pandemia: “Durante o isolamento com a família, decidi revisitar o baú de músicas nunca lançadas e encontrei algumas que mereciam uma nova chance.”
A versão de “Nada Sou” interpretada por Chitãozinho e Xororó mantém algumas partes em português, e Xororó é creditado como um dos responsáveis pela adaptação dessa versão. A colaboração entre os artistas brasileiros e japoneses reforça a forte conexão entre as culturas musicais dos dois países, trazendo uma emocionante reinterpretação de um clássico japonês para o público brasileiro.
O aclamado drama japonês Sol de Inverno (Boku no Ohisama/My Sunshine) chegará ao Brasil na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Então, gravado nas paisagens geladas de uma ilha ao norte do Japão e com distribuição da Michiko Filmes, o longa estreia no dia 9 de janeiro de 2025.
Com direção e roteiro de Hiroshi Okuyama, Sol de Inverno estreou mundialmente no Festival de Cannes deste ano, participando da mostra “Un Certain Regard”.
Enredo e elenco
A trama acompanha Takuya, um garoto de 9 anos que, após se mudar de Tóquio para uma pequena cidade no interior, descobre a paixão pela patinação no gelo. Enquanto seus colegas estão envolvidos com o hóquei, Takuya se encanta pelas performances de Sakura, uma jovem patinadora treinada pelo ex-campeão Hisashi Arakawa. Então, motivado pelo esporte e pela conexão com Sakura, ele pede para ser treinado, e Arakawa vê potencial para formar uma dupla competitiva.
A simplicidade do enredo, aliada à beleza visual e à sensibilidade nas interações infantis, levou críticos a compararem o filme ao trabalho de Hirokazu Kore-eda, célebre diretor de Assunto de Família e Monster.
Além disso, a crítica internacional, como a do The Hollywood Reporter, destacou o filme como uma “joia escondida”. Também, valorizou a habilidade de Okuyama em dirigir atores mirins estreantes.
O Screen Daily fez uma comparação entre Sol de Inverno e o filme Billy Elliot. A crítica menciona que, inicialmente, a história parece ser para a “aquecer o coração. Porém, à medida que se desenvolve, revela subtextos profundos. O filme aborda questões como machismo e homofobia na sociedade japonesa, tornando-se mais do que uma simples narrativa sobre esportes.
Já a Variety elogiou o rigor estético de Okuyama, afirmando que cada detalhe visual foi cuidadosamente pensado e executado. Segundo a crítica, nada no filme parece arbitrário ou fora de lugar, resultando em uma composição visual impecável.
Inspiração e trilha sonora
A inspiração para o filme veio da música “Boku no Ohisama” (ou “My Sun”), da dupla folk japonesa Humbert Humbert. Assim, Hiroshi Okuyama ficou tão impactado pela canção que convidou Yoshinari Sato, um dos membros da dupla, a compor a trilha sonora do longa.
Além das composições originais, o filme conta ainda com a icônica “Clair de Lune“, de Claude Debussy, e a versão da banda The Zombies para “Going Out of My Head”.
Embora a história não seja autobiográfica, Sol de Inverno reflete parte da infância do diretor, que praticou patinação no gelo durante anos e chegou a competir. Para trazer autenticidade às cenas de balé no gelo, Okuyama optou por escalar dois jovens patinadores que nunca haviam atuado, conferindo maior realismo às performances.
Com estreia prevista para 9 de janeiro de 2025, Sol de Inverno promete ser um destaque nas salas de cinema brasileiras.
A BandaNamco anunciou o lançamento da 3ª DLC de That Time I Got Reincarnated as a Slime ISEKAI Chronicles! Que traz o conteúdo “Martial Arts Tournament” e a personagem MilimMava.
No cenário Martial ArtsTournament, os jogadores devem derrotar uma série de adversários poderosos para conquistar a vitória. É possível escolher entre 12 personagens, cada um com sua própria história original. Além disso, quatro missões secundárias e cinco novos edifícios foram adicionados para que os jogadores vivenciem a “Tempest Story” do jogo base com mais detalhes.
O DLC está disponível para compra separadamente, mas jogadores que adquirirem a Digital Deluxe Edition ou o Passe de Temporada receberão todos pacotes de DLC. Mais detalhes abaixo:
O Passe da Temporada contém:
DLC 1: A Strange Fate;
DLC 2: The Fairy Queen’s Labyrinth;
DLC 3: Martial Arts Tournament;
Conteúdo bônus — Bonus Side Quest Collection: Remembering Shizu.
Dragon Ball: Sparking! Zerorecebe os últimos personagens de seu elenco, o anúncio da Bandai Namco feio após o dos personagens da Saga GT no novo titulo da franquia BudokaiTenkaichi. Confira o trailer de anúncio com as novidades que chegam contudo no dia 11 de outubro:
As adições dos filmes de Dragon Ball Z incluem Broly (Z), Broly (Z) Super Saiyajin e Broly (Z) Lendário Super Saiyajin do filme Dragon Ball Z: O Poder Invencível (1993). Além disso, Coola em ambas formas Coola Forma Final e Meta-Coola, dos filmes Uma Vingança Para Freeza (1991) e O Retorno de Coola (1992), também estarão disponíveis.
Androide 13 e Androide 13 (Fusão) de O Retorno dos Androides (1992), Super Garlic Jr. de Devolva-me Gohan (1989).Dr. Willowde O Homem Mais Forte do Mundo (1990), Lorde Slug e Lorde Slug Forma Gigante deGoku, o Super Saiyajin (1991). Tullece de A Árvore do Poder (1990) e Bojack bem como Bojack Poder Total de Batalha Nos Dois Mundos (1993) completam a lista.
Após a derrota de MajinBoo, Dragon Ball Super leva a ação a um novo patamar e traz os Saiyajins do Sexto Universo. Com isso, Kyabejunto de suas formas Super Saiyajin e Super Saiyajin 2, Frost, Toppo, o Rei da Destruição da Tropa do Orgulho do Undécimo Universo assim como o Soldado do Exército de Freeza estarão presentes em DRAGON BALL: Sparking! ZERO.