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Taemin faz apresentação histórica no Coachella 2026

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Faltava pouco para o público que estava no Coachella neste sábado, 11 de abril, entender que estava prestes a ver um momento histórico. Taemin fez sua estreia no festival mais famosos dos Estados Unidos e mais queridinho pelas celebridades mundiais, e já chegou quebrando barreiras! Ele se tornou o primeiro idol de K-pop a se apresentar como solista no festival. E este marco não foi só marcante para a carreira dele, como o show foi impactante do começo ao fim.

A apresentação aconteceu no palco Mojave, reunindo cerca de 15 mil pessoas e ocupando toda a capacidade do espaço. Mesmo dividindo o dia com ninguém menos que Justin Bieber como headliner, Taemin brilhou e garantiu seu lugar entre os destaques, ficando em terceiro entre os shows mais comentados nas redes sociais.

taemin coachella 2026
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Logo na abertura, o tom já estava estabelecido. Taemin iniciou com “Sexy In The Air” em uma performance enigmática e visualmente marcante. Ele surgiu de dentro de um casulo que se parecia muito com a sua própria lightstick, criando uma atmosfera quase mística e carregada de significado para os fãs. Era mais do que um show, era quase um culto.

O visual também chamou atenção. Apostando na nostalgia, o cantor trouxe de volta o cabelo e figurinos que remetem à era do álbum ACE, lançado em 2014, quando ele iniciou sua carreira solo paralelamente ao seu grupo SHINee. A escolha foi vista como uma homenagem à própria trajetória, e aqueceu o coração dos fãs mais antigos.

Mas quem esperava performances baseadas apenas na sensualidade encontrou algo diferente. Tiveram coreografias mais sensuais, afinal, é uma marca registrada do artista, mas ele entregou bem mais que isso. Mais sóbrio e mais maduro, o astro apresentou um espetáculo que priorizou o lado artístico, com foco na narrativa, dança impecável e na expressão corporal refinada. Sem apelações, ele mostrou que evolução também é saber se reinventar dentro da fase atual que está vivendo.

E teve novidade na setlist. Alem de performar grandes hits queridinhos do público, como “Want“, “Guilty” e “Advice“, o cantor surpreendeu ao lançar seis músicas inéditas durante o show, incluindo “Permission“, “Parasite”, “Frankenstein”, “Let Me Be The One“, “Sober” e “1004“. Algumas dessas faixas têm uma pegada dançante, com forte inspiração no som de Michael Jackson nos anos 80, referência que os próprios internautas não demoraram a apontar. Nas redes, muitos compararam ambos os artistas, destacando a presença de palco e domínio corporal.

E assim como Taemin se inspira no Rei do Pop, de quem é assumidamente fã, ele também já chegou no patamar de ser visto como inspiração para uma nova geração. Com dezoito anos de carreira, é frequentemente chamado de “Idol dos Idols”, justamente por ser citado como referência por diversos artistas mais novos do K-pop.

Um destaque foi a apresentação de “Let Me Be The One“, em um dos momentos mais leves e descontraídos do show, com Taemin vestindo um terninho executivo e explorando uma vibe mais divertida no palco.

Entre os momentos mais comentados, “Heaven” foi um verdadeiro espetáculo à parte. Vestido de branco, Taemin performou diante de um telão com imagens do céu, envolto em fumaça que simulava nuvens. O resultado foi um momento poderoso, quase catártico, altamente visual e emocional, que rendeu takes que rapidamente viralizaram nas redes.

E claro, não poderia faltar “Move”, um dos maiores hits da carreira. A performance trouxe toda a essência da música: uma dança leve, sensual na medida certa, cheia de tensão e movimentos suaves e magnéticos que hipnotizam o público. Mesmo quase dez anos anos após o lançamento, a faixa segue sendo um dos pontos mais altos de qualquer show do artista, e no Coachella não foi diferente.

Pra encerrar com chave de ouro, o popstar apostou em um momento mais íntimo e cheio de emoção. Ele finalizou o show no piano com a emotiva e inédita “1004 (Angel)”, e conseguiu mudar completamente o clima do festival por alguns minutos. Mesmo sendo novidade, muitos fãs já interpretaram a faixa como uma possível homenagem ao grande amigo e ex colega de palco Jonghyun, integrante do SHINee que faleceu em 2017. Taemin ainda sente muito a perda, e o movimento final entregou esse sentimento. Antes de sair do palco, ele mandou um beijo para o céu e depois outro para a plateia. Um gesto simples e bonito, em gratidão a todos que tornaram esse momento possível.

Equilibrando conceito, nostalgia, inovação e maturidade artística, Taemin não só fez sua estreia, ele deixou sua marca. E agora, vem os fatos: quem viu ao vivo, viveu um momento histórico. Quem não viu… já correu para a internet.

E falando nisso … O que o público achou? Se prepara, porque os comentários das redes sociais estão simplesmente imperdíveis, e a gente separou os melhores pra você conferir logo abaixo.

E não para por aí! Taemin se apresentará novamente no segundo fim de semana do festival, dia 18 de abril. Vem aí mais uma parte da história sendo feita!

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Jackson Wang no Brasil: tudo sobre a era Magic Man II

JACKSON WANG
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Faltam apenas duas semanas para os shows do Jackson Wang no Brasil, e a ansiedade já está batendo forte! O ídolo queridinho por todos os fandons se apresenta no dia 23 de abril, no Suhai Music Hall, em São Paulo, e no dia 25 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro.

Os “Jackys” brasileiros simplesmente não estão sabendo lidar, principalmente os cariocas, que vão receber o cantor pela primeira vez na Cidade Maravilhosa. Dessa vez, o astro desembarca por aqui com a turnê Magic Man 2, baseada no seu terceiro álbum de estúdio, que leva o mesmo nome. O projeto dá continuidade à era Magic Man, do seu segundo álbum solo, que furou a bolha e virou um hit global.

MAGIC MAN vs MAGIC MAN II: O QUE MUDOU?

Jackson, conhecido mundialmente como integrante do grupo de K-Pop GOT7 e também por sua carreira solo, além de ser CEO da própria gravadora e grife de moda, a Team Wang, revelou em Magic Man uma nova faceta artística. Foi ali que nasceu o alter ego “Magic Man”, criado para expressar sua versão mais autêntica até então. Segundo o próprio artista, essa persona o permitia explorar e ao mesmo tempo esconder suas emoções mais sombrias, trazendo à tona sentimentos que ele não costumava mostrar em público.

A era foi marcada por hits intensos e apresentações cheias de teatralidade, misturando letras profundas com performances impactantes. Entre músicas dançantes e baladas, Jackson traçou uma narrativa linear que abordou temas como liberdade, relacionamentos, curtição e até questões mais delicadas, como solidão, pressão profissional e saúde mental. Tudo isso sem medo de julgamentos, abraçando seu “verdadeiro eu”.

Esse conceito ficou bem claro no single Come Alive, um de seus clipes mais teatrais, onde ele usa a encenação lúdica para brincar com o teor picante da letra, revelando seu apreço por esse tipo de arte.

Já na eletrizante Blow, o artista surge mais rebelde, fumando e desafiando padrões de gênero ao usar um corset. O clipe entrega uma estética impecável e reforça um posicionamento que sempre esteve presente na carreira dele: questionar as normas sociais.

Em Cruel, vemos um Jackson mais provocador, explorando o desejo de forma crua, envolvente e sensual. Um dos momentos mais comentados da performance é quando ele “toca” sua dançarina como se fosse uma guitarra, mostrando uma ousadia que surpreendeu até os fãs mais antigos.

Mas, apesar do teor mais efusivo do álbum, nem tudo são se trata de excessos. Em Dopamine, o cantor expõe a busca desesperada por alívio emocional e a resposta encontrada no prazer instantâneo, refletindo sobre o peso da vida de celebridade sob pressão constante.

Blue traz um dos lados mais íntimos do artista. A faixa fala sobre vulnerabilidade e a procura por conforto emocional em meio ao caos, usando a cor azul como símbolo de tristeza e solidão em um clipe sensível e visualmente lindo.


E AGORA? O CAPÍTULO FINAL DE MAGIC MAN

Depois de uma pausa de aproximadamente um ano fora dos holofotes, Jackson voltou à ativa lançando o álbum Magic Man II, continuação da jornada do alter ego que, segundo ele, também representa o seu fim.

Agora, o artista entra em uma fase mais madura e parece pronto para deixar o “Magic Man” para trás e seguir apenas como Jackson Wang. O novo álbum mergulha em temas como decepções, família e gratidão pela própria trajetória.

O primeiro single dessa nova era foi High Alone, mais um trabalho visual forte. No clipe, vemos o personagem preso em um tanque de água, observado por uma plateia que assiste, empolgada, sua tentativa de escapar, uma metáfora clara sobre a toxicidade da indústria do entretenimento.

Em GBAD (“Gotta Be a Dick”), Jackson fala sobre a dor de ser traído por um amigo (algo que ele revelou ter vivido recentemente) e como isso mudou sua forma de enxergar relações pessoais com menos ingenuidade.

A faixa Buck traz forte influência do hip hop americano e coreografias complexas, mostrando que ele continua conectado às suas referências musicais.

Já o momento mais fofo do álbum fica com a música Sophie Ricky, uma linda homenagem aos seus pais, com quem mantém uma relação super próxima. Ele mora com eles quando está na China e sempre os menciona com muito carinho em entrevistas.

E fechando com chave de ouro, Made Me a Man é a faixa mais pessoal do projeto. Nela, Jackson agradece ao seu personagem que o acompanhou no fim dos seus vinte e poucos anos e tudo o que viveu com ele, marcando o fim de um ciclo e o início de outro.

Ficou com vontade de conferir esse espetáculo ao vivo, né?

Os ingressos para os próximos shows no Rio e em São Paulo estão à venda pela Ticketmaster. Ainda dá tempo de garantir seu lugar nessa imersão sensacional! 

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Mergulhe em Darwin’s Paradox!

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Da desenvolvedora francesa ZDT Studio, embarque numa aventura cinematográfica recheada de quebra-cabeças, perigos e descobertas. Com o lançamento pelas mãos da Konami Digital Entertainment Inc., Darwin’s Paradox! promete inovação e diversão:

A jornada de Darwin é simplesmente um mundo caótico em que nosso querido Polvo foi arrancado de seu habitat. Porém, inteligente e guiado pela curiosidade, irá se adaptar e inovar soluções para escapar da UFOOD INC. para sobreviver.

Darwin’s Paradox! está com preço sugerido de R$142,50 e está disponível para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S, Epic Games Store e Steam!

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“Flauta de Bambu”: novo romance infantojuvenil cruza cultura japonesa e amazônica em história de identidade e pertencimento

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Capa Divulgação / Editora Rocco

A Editora Rocco lança Flauta de Bambu, novo romance infantojuvenil de fantasia da escritora paraense Giu Yukari Murakami. Com 328 páginas, o livro acompanha Aiko, uma menina de 13 anos que vive em Belém do Pará e precisa encontrar a amiga perdida de sua avó japonesa — uma missão que a leva a descobrir suas próprias raízes e seu lugar no mundo.

A história: entre Belém e o Japão, uma busca pela amiga perdida

Aiko é uma adolescente comum: enfrenta bullying na escola ao lado do amigo Nilo e convive com as brigas constantes dos pais. Tudo muda quando sua avó Masumi, exímia contadora de histórias, pede que ela encontre Kimiko — uma amiga perdida décadas atrás durante a travessia de navio do Japão para o Brasil, em meio aos horrores da guerra.

Já idosa e com a saúde fragilizada, Masumi volta a sentir a presença da amiga por meio da música de uma flauta de bambu, instrumento que ambas tocavam quando crianças. Movida pelo amor à avó, Aiko aceita a missão e embarca em uma jornada que mistura tradições japonesas, cultura amazônica, criaturas sobrenaturais e a magia do Akai Ito — o fio vermelho do destino que, na tradição japonesa, conecta pessoas destinadas a se encontrar.

O símbolo da pororoca e o “encontro das águas”

A pororoca — o encontro entre o rio amazônico e o mar — é a imagem central que estrutura o livro. A própria autora explica que a estética da obra é baseada nesse fenômeno, representando o cruzamento entre a ancestralidade japonesa dos personagens e a vida nortista que os cerca.

O livro traz referências a youkais, espíritos e criaturas sobrenaturais da tradição japonesa, ao lado de criaturas da mitologia amazônica, criando uma dualidade cultural que percorre toda a narrativa.

Representatividade amarela na ficção infantojuvenil brasileira

Para Giu Yukari Murakami, escrever sobre uma protagonista nipo-brasileira é tanto uma escolha criativa quanto uma necessidade. “Trabalhar esses temas não é apenas uma vontade, mas uma necessidade de trazer maior representatividade amarela para obras de ficção”, afirma a autora. “Somos brasileiros e protagonistas de histórias incríveis como outras pessoas.”

Paraense de 29 anos com ascendência japonesa, Giu transferiu para Aiko sentimentos vividos na própria pele: a dupla identidade, a autocobrança, o calor de Belém, a vontade de comer karê em dias quentes e a sensação de não se encaixar. “Eu adoraria ter lido uma história como essa quando tinha 13 anos”, diz.

Fantasia como espaço de pertencimento

A fantasia, gênero central do livro, é descrito pela autora como um espaço de refúgio e liberdade criativa. Fã de sagas como Percy Jackson e Desventuras em Série, e de animações como filmes do Studio Ghibli e Little Witch Academy, Giu canalizou essas referências para criar um livro ambientado na Amazônia com elementos sobrenaturais das duas culturas que formam sua protagonista.

A mensagem central de Flauta de Bambu é a de que o pertencimento pode ser construído, não apenas herdado. “Não importa se esse lugar já veio definido, você é capaz de construir um para si também”, resume a autora.

Sobre a autora

Giu Yukari Murakami publicou seu primeiro livro em 2017 e desde então colabora com revistas literárias e coletâneas no Brasil, nos Estados Unidos e no Japão. É vencedora do Prêmio Fox-Empíreo de Literatura e semifinalista do Prêmio LOBA Festival 2025.

Adquira “Flauta de Bambu” no site da editora.

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Editora Rocco lança cinco títulos em abril com destaques de Fredrik Backman, Callie Hart e estreantes brasileiras

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Capa Divulgação / Editora Rocco

A Editora Rocco chega a abril com uma grade variada de lançamentos, que inclui o aguardado retorno do sueco Fredrik Backman, a continuação de uma série de fantasia best-seller do New York Times e títulos nacionais inéditos voltados para o público infantojuvenil e adulto.

Fredrik Backman volta com história sobre amizade e arte em “Meus Amigos”

O destaque do mês é Meus Amigos (432 páginas, R$ 84,90), novo romance do autor sueco conhecido por Gente Ansiosa e Um Homem Chamado Ove. Com tradução de Débora Landsberg, o livro narra duas histórias entrelaçadas por uma pintura misteriosa.

No presente, Louisa, uma jovem de 18 anos com talento artístico e um passado marcado por tragédias, descobre uma obra de arte que esconde segredos. Ao seu lado está Ted, um professor traumatizado de meia-idade, numa parceria improvável que conduz os dois a uma jornada em busca da origem da pintura.

A obra se conecta a um grupo de adolescentes que, 25 anos antes, encontrou refúgio num cais abandonado durante um verão — e criou algo capaz de atravessar décadas e mudar a vida de uma completa desconhecida. O livro é descrito como um testemunho do poder transformador da amizade e da arte.

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Série de fantasia “Brimstone” continua com volume de 608 páginas

Para os fãs de fantasia, a Rocco lança Brimstone (608 páginas, R$ 109,90), de Callie Hart, autora número 1 do New York Times, com tradução de Laura Folgueira. O livro dá continuidade à série iniciada com Quicksilver e acompanha Saeris Fane, agora coroada rainha, às voltas com as responsabilidades do poder e os perigos que ameaçam seu reino.

Enquanto Saeris enfrenta limitações que a impedem de agir diretamente, Kingfisher parte em uma missão arriscada para Zilvaren ao lado do irritante Carrion Swift. A narrativa combina política de corte, missões perigosas e o desenvolvimento do par central da série.

callie hart brim stone
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Estreia brasileira: “Kiwi e os Garotos Perdidos” explora mistérios de Ilhabela

A jovem autora Ana Jeckel, nascida em 2000, faz sua estreia na Rocco com Kiwi e os Garotos Perdidos (368 páginas, R$ 69,90), uma aventura juvenil ambientada em Ilhabela, no litoral paulista.

O protagonista Nalu retorna à ilha onde passou as férias da infância e se reencontra com antigos amigos para investigar um dos maiores mistérios locais: o paradeiro do tesouro escondido pelo pirata Thomas Cavendish. O grupo inclui a misteriosa Kiwi, a aventureira Riva, o gentil Pedregulho e o preparado Lince. A narrativa mistura criaturas mágicas, maldições e a busca por algo mais valioso do que ouro.

ana jeckel kiwi
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“Sentimenturas” transforma emoções em criaturas para crianças e adultos

Camila Piva assina Sentimenturas (40 páginas, R$ 69,90), livro ilustrado por Felipe Nunes que transforma sentimentos em personagens fantásticos — a Gratorida, o Ouriçado, o Viboreja e a Sosseguiça são alguns deles. O objetivo é ajudar crianças e adultos a reconhecer e conversar sobre emoções de forma lúdica e acolhedora. O livro tem texto bem-humorado e ilustrações com personalidade.

camila piva sentimenturas
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Comédia negra sobre aposentadoria e assassinato estreia com “Missão Aposentadoria”

Fechando os lançamentos do mês, Missão Aposentadoria (352 páginas, R$ 89,90), da canadense Sue Hincenbergs, com tradução de Isabella Pacheco, é o primeiro romance da autora e aposta no humor sombrio para contar a história de três amigas que, após os maridos perderem todas as economias da família, descobrem que os cônjuges têm seguros de vida milionários — e começam a planejar o impensável.

O livro é indicado para fãs de O Clube do Crime das Quintas-Feiras e The White Lotus, e promete reviravoltas que colocam os maridos também no centro de uma trama de sobrevivência. Sue Hincenbergs é ex-produtora de TV e mora em Toronto.

sue hincenbergs missao aposentadoria
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Para mais detalhes, acesse o SITE OFICIAL da Editora.

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DarkSide Books lança “Caçador de Caçadores” e antologia “Nunca Assobie à Noite” com promoção especial

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A editora DarkSide Books anuncia o lançamento de dois títulos de terror indígena norte-americano: O Caçador de Caçadores, de Stephen Graham Jones, e a antologia Nunca Assobie à Noite, organizada por Shane Hawk e Theodore C. Van Alst Jr. Os livros chegam ao mercado com uma promoção que vai até o meio-dia de 13 de abril.

“O Caçador de Caçadores”: terror, história e identidade indígena

Stephen Graham Jones, conhecido no Brasil por Temporada de Caça, retorna com uma obra que mistura western, horror sobrenatural e ancestralidade indígena. O livro parte de um massacre real e coloca em cena um vampiro indígena extremamente violento, tecendo uma narrativa sobre vingança, identidade e trauma histórico.

O título conquistou o Libby Award 2026 e foi finalista do Nebula e do Bram Stoker Awards. A obra recebeu elogios de veículos como Time e The Washington Post, além de recomendação de Barack Obama.

“Nunca Assobie à Noite”: 26 contos de autores indígenas

A antologia reúne 26 contos de escritoras e escritores norte-americanos de origem indígena, a maioria inéditos no Brasil. Entre os nomes presentes estão Tommy Orange (Lá Não Existe Lá), Darcie Little Badger (Elatsoe: o Segredo Ancestral) e Rebecca Roanhorse (Star Wars: A Resistência Renasce).

A edição brasileira conta com apresentação de Trudruá Dorrico, pesquisadora de literatura indígena, e prefácio assinado pelo próprio Stephen Graham Jones.

O título inspira-se na crença de muitos povos indígenas de que assobiar à noite pode atrair espíritos malignos — premissa que sustenta os horrores reunidos nos contos.

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Promoção: leve os dois e ganhe “Temporada de Caça”

A DarkSide lançou a Promo Criaturas Noturnas: quem adquirir os dois títulos juntos recebe gratuitamente o livro Temporada de Caça, também de Stephen Graham Jones. A oferta é válida até o meio-dia de segunda-feira, 13 de abril. Encontre todas as informações e regulamento no SITE OFICIAL.

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Relembre a passagem de Jackson Wang pelo Brasil

Jackson Wang
Créditos: Luke Dyson / Press

A primeira vez de Jackson Wang no Brasil, em 2023, foi daquelas que ficam na memória. Com um único show em São Paulo, o astro colocou cerca de seis mil pessoas no Espaço Unimed em plena segunda-feira, e entregou tudo no palco! Ele se jogou na energia do público brasileiro e ainda protagonizou momentos que viralizaram depois.

Tudo isso deixou nos fãs aquele gostinho de “quero mais” e aumentou a expectativa para a sua volta ao país, que finalmente vai acontecer ainda este mês, nos dias 23 de abril, no Suhai Music Hall, na capital paulista, e no dia 25 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro.

Vamos relembrar como foi a passagem avassaladora do popstar pelo Brasil?

Alguns fãs conseguiram comprar o ingresso que dava acesso a um Meet & Greet com Jackson, e puderam conhecer o ídolo de pertinho (sonho!).

Antes do show rolou o soundcheck, onde o cantor interagiu a beça com os fãs e ainda aprendeu uma forma bem ousadinha de expressar seu amor por eles.

O espetáculo, que fazia parte da turnê Magic Man, foi um sucesso e reuniu os grandes hits do álbum, além de singles de seus projetos anteriores, como a icônica 100 Ways e a queridinha LMLY

E se tem uma coisa que o astro fez por aqui foi causar, inclusive ciúmes nos milhares de admiradores que estavam na platéia. Um dos momentos mais comentados foi quando ele chamou duas sortudas fãs brasileiras para o palco durante as performances de I Love You 3000 e The Moment, respectivamente.

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Outro destaque foi o encerramento com participação do DJ Alok, que tocou hits dos anos 2000, incluindo o momento icônico que nos rendeu um vídeo de Jackson dançando ao som de “Tô Ficando Atoladinha”.

Depois do show, o artista ainda curtiu um rolê mais intimista: foi para a casa do Alok, que é seu amigo pessoal, e experimentou o melhor da culinária brasileira, como açaí, moqueca, coxinha, brigadeiro, guaraná e caipirinha.

Os ingressos para os próximos shows no Brasil estão à venda pela Ticketmaster. Já estamos com a roupa de ir! 

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CorelDRAW Graphics Suite 2026 chega com ferramentas de IA para acelerar o design profissional

CorelDRAW Graphics Suite 2026 IA
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A Corel lançou o CorelDRAW Graphics Suite 2026, atualização do seu premiado software de design gráfico. A nova versão aposta em ferramentas de inteligência artificial integradas ao fluxo de trabalho criativo, permitindo que designers, ilustradores e profissionais gerem e editem imagens com mais agilidade sem abrir mão do controle sobre o resultado final.

Geração e edição de imagens com IA

O recurso mais destacado da atualização é o novo painel AI Generate, disponível tanto no CorelDRAW quanto no Corel PHOTO-PAINT. A partir de um prompt de texto, o usuário pode criar imagens do zero ou a partir de conteúdo existente, escolher proporções, gerar múltiplas variações e aplicar estilos ou paletas de cores.

Também chega a função de remixagem com IA, baseada no modelo Nano Banana, que permite trocar elementos de fotos e maquetes, alterar ambientes e explorar variações visuais de forma quase instantânea — ideal para etapas de ideação e prototipagem rápida.

Para edição de imagens, duas novas ferramentas se destacam: a remoção de fundo com um clique, eficaz mesmo em detalhes finos como cabelos e tecidos, e o mascaramento assistido por IA no Corel PHOTO-PAINT, que torna seleções complexas mais rápidas e precisas.

Interface renovada e desempenho aprimorado

Além das funcionalidades de IA, o Suite 2026 traz uma interface modernizada com foco na redução de atrito nas tarefas cotidianas de design. O desempenho geral foi otimizado, com tempo de inicialização do aplicativo até 3 vezes mais rápido.

Conteúdo e créditos de IA

Assinantes e clientes de manutenção têm acesso a 50 novos pincéis baseados em pixels e mais de 200 novos modelos de design, além de todas as atualizações do CorelDRAW Web com as mesmas ferramentas de IA da versão desktop.

O uso das ferramentas generativas é baseado em créditos. Assinantes recebem 2.000 créditos mensais, enquanto clientes de licença perpétua recebem uma alocação única de 2.000 créditos. Novos usuários podem testar gratuitamente e gerar até 100 imagens. Créditos adicionais estão disponíveis para compra.

CorelDRAW Go também recebe IA

A ferramenta online CorelDRAW Go, voltada para entusiastas e aspirantes a designers, também foi atualizada. Agora conta com geração de imagens a partir de prompts de texto usando modelos como Flux Schnell, Stable Diffusion 3.5 e Nano Banana, além de remixagem com IA e novas predefinições de texto para criação de logotipos, emblemas e adesivos.

Preços e disponibilidade

O CorelDRAW Graphics Suite 2026 está disponível para Windows, macOS e web, com suporte ao português do Brasil entre outros 14 idiomas. A assinatura anual custa R$ 1.600, e a licença perpétua tem preço sugerido de R$ 3.200.

O CorelDRAW Go tem assinatura anual de R$ 280 e está acessível pelo navegador.

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