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Final Fantasy IX disponível para iOS e Android

Final Fantasy IX ficou disponívvel para iOS e Android nesta terça-feira (9), com o preço de R$ 66,85 na Google Play Store.

Um dos jogos mais amados da série de RPG da Square Enix, Final Fantasy IX foi originalmente lançado para Playstation 1, em 2000 e agora chega para a plataforma móvel. Para instalar em seu dispositivo Android, é necessário 8GB de espaço (4GB para instalação e 4GB do jogo instalado). Na loja da Apple, o jogo está por 17 dólares, ocupando cerca de 2GB de espaço.

Algumas novidades para esta versão – além do gráfico melhorado e autosave – é a adição de modo “conquista” e upgrades como “boosters”, dando alta velocidade e modo sem monstros. Ainda não temos informações de quando Final Fantasy IX chegará na STEAM, mas tudo leva a crer que seja ainda neste semestre.

Fonte: Anime News Network 

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Xena: A Princesa Guerreira | Reboot na TV e retorno aos HQs

Já não é de hoje que um reboot de Xena: A Princesa Guerreira era “desejado” pela comunidade nerd 90’s. Eis que no fim do ano passado a NBC confirmou a produção e desenvolvimento – contratando Javier Grillo-Marxuach (Lost) no roteiro – com os produtores originais da série, Sam Raimi e Rob Tabert.

A série de Xena: A Princesa Guerreira teve 6 temporadas (134 episódios), todos exibidos entre 1995 e 2001. Quanto nas HQs, as histórias de Xena já foram publicadas pelas editoras Topps e Dark Horse e agora, vem pela editora Dynamite Entertainment, sob o título Xena: Warrior Princess.

No roteiro da HQ está Genevieve Valentine (Mechanique: A tale of the Circus Tresaulti) e na ilustração, Ariel Medel. A primeira capa já foi revelada e também a sinopse, que você confere logo abaixo.

Sinopse: Após o Crepúsculo dos Deuses, o mundo está precariamente incerto – e Xena e Gabrielle estão desaparecidas há 25 anos. Mesmo sem Livia, o poder de Roma cresce: César está determinado a conquistar com mentiras o que não consegue conquistar à força, e o povo sabe o que esperar. Xena e Gabrielle se esforçam para pará-lo antes que precisem declarar guerra contra o homem que antes elas consideravam um amigo. No caminho, Xena terá que enfrentar seu passado contra um bando clandestino de mulheres guerreiras, e Gabrielle, cujas visões secretas estão se tornando profecias, terá que proteger Xena a todo custo.

Fonte: Omelete

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Mogli – O Menino Lobo | Trailer exibido no Super Bowl 50

Mogli – O Menino Logo (The Jungle Book) é uma inédita aventura épica live-action sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado na selva por uma família de lobos que embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento quando é forçado a abandonar o único lar que conhece.

Dirigido por Jon Favreau (Homem de Ferro), baseado nas eternas histórias de Rudyard Kipling e inspirado no clássico longa de animação da Disney, Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book) chega uma aventura épica inédita sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos. Mas Mogli sente que não é mais bem-vindo na floresta quando o temido tigre Shere Khan (voz de Idris Elba), que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça. Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pela pantera e mentora Bagheera (voz de Ben Kingsley) e pelo alegre urso Baloo (voz de Bill Murray). Pelo caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não são exatamente bondosas, incluindo Kaa (voz de Scarlett Johannsson), uma cobra cuja voz sedutora e olhar penetrante hipnotizam o menino-lobo, e Rei Loiue (voz de Christopher Walken), o nobre de fala mansa que tenta convencer Mogli a contar o segredo da ilusória flor vermelha mortal: o fogo.

O elenco estelar na versão original em inglês inclui Lupita Nyong’o como a voz da mãe lobo ferozmente protetora Raksha, e Giancarlo Esposito como a voz do macho alfa da alcateia, Akela. Mogli – O Menino Logo (The Jungle Book)mescla com perfeição ação de atores com animais e ambientes fotorrealistas em CGI, usando tecnologias avançadas e técnicas narrativas para envolver a plateia em um mundo exuberante e encantador. A aventura selvagem chega aos cinemas em 3D em 2016.

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Novo projeto de Gen Urobuchi é revelado

Uma série de TV com figures de Gen Urobuchi? Sim, exatamente isso! Com previsão para sair no verão japonês, Thunderbolt Fantasy: Toriken Kouki será uma série de TV com figures; Seria em stop motion?

A produção ficou nos encargos da Nitroplus (criação de personagens), Good Smile Company (modelagem) e PILI (produção da série). Já quem encabeça a criação e supervisiona o projeto, é o mestre Gen Urobuchi (Psycho Pass, Aldnoah.Zero) e a música por TM Revolution (do clássico Heart of Sword de Rurouni Kenshin/Samurai X).

Abaixo, alguns dos personagens confirmados. 
*Os nomes podem sem alterados; 

Fonte: Notícias Anime United

 

 

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Macross Delta está confirmado para abril

O site oficial de Macross Delta divulgou novas informações sobre a animação. Uma delas é de que a estreia está agendada para a próxima temporada de animes, ou seja, em abril deste ano. Os canais que o anime será transmitido são: Tokyo MX e BS11.

E as novas não param por aí. Além do anime, teremos quatro adaptações em mangá e uma novel por Ukyou Kodachi (Macross Frontier, Charos Dragon). Ao contrário dos mangás, ainda não temos informações de quando a novel será lançada.

Os mangás são das autorias de:

 

Kei Ichimonji (Ninniku Knuckle) na Magazine Special em Maio
Tatsuwo (Ar no Surge – Umareizuru Hoshu e Inoru Uta) na Monthly Shonen Sirius em Abril
Shion Mizuki (Guilty Crown) na Monthly Comic Rex em Abril
Azuki Fuji na Monthly Comic Zero Sum em Abril

O anime de Macross Delta virá pelo estúdio Satelight e com direção de Kenji Yasuda (Arata: The Legend). No argumento temos Toshizo Nemoto (Inu x Boku Secret Service, Log Horizon) e Yuu Shindou (Persona 4 the Golden Animation) no design de personagens.

macros delta
Macross Delta (Poster Divulgação)

Fonte: OtakuPT

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Confira os vencedores do Brazil Manga Awards (BMA)

Foi divulgado no último Henshin Online, os cinco grandes finalistas do Brazil Manga Awards (BMA) da editora JBC.

O concurso nacional da editora tem como objetivo incentivar diversos artistas em território nacional à lançar suas próprias histórias e ter a chance de ver seu trabalho publicado de forma física (e também digitalmente no Social Comics, como ocorrera com a primeira edição do concurso.

Ainda sem data de publicação, as cinco histórias chegam ainda este ano e os vencedores de mais uma edição do Brazil Manga Awards (BMA), você confere logo abaixo:

Título: Escarra Brasa
Autor(es): Rafa Santos e Wagner Araújo

Título: Chuva de Meteoros
Autor(es): Rafael Brindo

Título: As loucas aventuras Joy Comet
Autor(es): João Eddie

Título: Maria
Autor(es): Fabiano Ferreira
*Conhecido pela galera do SUCO com o mangá SUPER

Título: Träumen
Autor(es): João Mausson

Fonte: Henshin Online

 

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Nijigahara Holograph é o novo mangá da editora JBC

No último Henshin Online desta sexta-feira (5), algumas novidades foram apresentadas pela editora JBC e para surpresa de todos, um novo título foi anunciado: Nijigahara Holograph.

O mangá é uma obra de quase 300 páginas na autoria de Inio Asano, muito bem conhecido por aqui com sua obra Solanin (lançado pela editora L&PM). Para os amantes do seinen psicológico, é uma ótima pedida este novo título que loco desembarca por aqui.

Sinopse: Suzuki é um garoto com problemas. Ele viveu com pais que não se preocupavam a maior parte de sua vida, era excluído pelas outras crianças na sua escola, dono de uma mentalidade cínica e infeliz. Komatsuzaki é um valentão violento, imprevisível, cujo trauma na cabeça o faz agir de jeito misteriosos, ineplicáveis. Arakawa é uma garota dentro dos padrões, normal, que tem um desejo por Komatsuzaki mas nunca poderá tê-lo. Uma professora com apenas um olho bom. Uma mãe que cometeu suicídio. Uma filha num coma sem fim. Tentativas de estupros, extorsões, apelações sexuais e uma esquisita explosão na população de borboletas. Todos esses elementos estão enrolados juntos numa estória que atravessa 10 anos, um conto sobre a escuridão, dor e o apocalipse. E, talvez, só um pouco de esperança e redenção. É uma passagem espiritual entre a malevolência misantrópica do subúrbio da Margem do Rio Kyoko Okazaki e o misticismo assustador de Donnie Darko.

nijigahara holograph capa
Nijigahara Holograph, capa internacional (Imagem Divulgação)

Fonte: Henshin Online, Notícias Anime United

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Sekkou Boys | Primeiro Gole

sekkou boys
Sekkou Boys (Imagem Divulgação)

Olá, pessoal, Chell aqui! Venho hoje trazer o Primeiro Gole do anime Sekkou Boys, animado pelo estúdio LIDENFILMS (Arslan Senki, Terra Formars, Yamada-kun to 7-nin no Majo), que tem sido considerado um dos mais engraçados da temporada, e por um bom motivo: é um anime no qual uma jovem garota torna-se responsável por fazer bustos de gregos famosos falantes virarem idols na indústria do entretenimento do Japão contemporâneo.

Oi? Quê? Como Assim?

Isso mesmo, você que ainda não sabia do que se tratava esse anime não leu errado. Sekkou Boys, que só pela sua premissa já era um dos favoritos da temporada de muitos – afinal, o que é mais zoado do que bustos greco-romanos falantes tornando-se idols? – tem um formato curto, de 7 minutos por episódio, que mas a premissa boba revelou um primeiro episódio surpreendentemente engraçado, com um humor mais inteligente do que eu esperava, sinceramente, e uma boa dose de cultura inútil.

O primeiro episódio abre com uma apresentação que eu chamaria de “digna de Uta no Prince-sama, e perceber esse paralelo me fez rir muito. Eu preciso abrir um parênteses aqui para me referir a algo que nem tantas pessoas sabem – apenas aquelas que já acompanhavam temporadas de anime em 2011 e eram, digamos, bravas o bastante para assistir o primeiro episódio de UtaPri sabem: Quando UtaPri foi lançado, e o primeiro episódio abriu com uma apresentação super colorida e fabulosa de um grupo masculino de idols (no mínimo extravagantes, porém tinham muitas garotas gritando no anime), diferente de tudo que já tinha sido visto em anime até então (lembrem-se que não existia nem Love Live! em 2011, e anime voltado para garotas com uma animação e cores bonitas era algo de outro mundo, quanto mais de um grupo masculino!), todos os espectadores foram ao delírio. Com a beleza da animação, sim, mas também porque era ridículo, e ridiculamente hilário. Bem… o ano é 2016, as coisas no mundo só se tornaram mais ridículas e mais esteticamente atraentes desde então, e agora o que temos na primeira cena de Sekkou Boys é: um grupo masculino de bustos de personalidades greco-romanas falantes em uma apresentação super colorida e fabulosa, com muitos brilhos e muitas garotas gritando. Assim começa o primeiro episódio de Sekkou Boys. Isso provavelmente não foi uma referência tão específica, já que essas aberturas já se tornaram um clichê de anime de idols, mas perceber isso ao assistir o episódio me fez rir muito. (E talvez eu só esteja compartilhando porque posso encher linguiça aqui, afinal o episódio teve *sete* minutos.)

Um pouco mais sobre a trama… 

Pois bem, a história apresentada no primeiro episódio é a seguinte: uma jovem, de nome Miki Ishimoto, é a mais nova funcionária da empresa Holbein Entertainment Inc. A jovem super motivada chega na empresa, que era muito menor do que ela esperava, e já é apresentada como a nova gerente ao chefe. E o chefe pergunta: o que você, uma recém-formada em Artes, acredita que tem em termos de força de vontade e vigor? E ela conta então sua história de dificuldades e drama na sua trajetória em escolas de Arte… em cada escola que passava, ela só podia desenhar uma coisa: esculturas.

Esculturas de diferentes formas e tamanhos, reprodução de esculturas, esculturas, esculturas. Era tudo que ela era ensinada a fazer nas escolas, mas não era isso que ela queria: o que ela queria era desenhar pessoas, mas as esculturas simplesmente surgiam. É muito engraçado vê-la contando isso, especialmente para quem já estudou desenho realista alguma vez na vida, e entende o que é a frustração de ficar copiando incansavelmente até aperfeiçoar as formas quando o que você mais quer é criar. De verdade, achei incrivelmente identificável – mesmo nunca tendo estudado formalmente arte, já aprendi algumas coisas, e levando em conta como Arte é um ramo popular no Japão, creio que muitos espectadores devam se identificar. Enfim, ela diz que aprendeu a ser perseverante por conta dessas experiências, e está pronta para tudo no ramo do show business, um ramo que move corações de verdade de pessoas de verdade!……Menos gerenciar um grupo de idols-estátuas falantes.

Bem, isso não é nem um spoiler, mas ainda assim é muito engraçado ver a cara esperançosa da garota, ao imaginar que vai gerenciar um grupo incrível de idols bonitões, ser ryca e phyna na indústria do entretenimento… se esvaindo e se transformando em um verdadeiro surto ao se deparar com estátuas falantes. É simplesmente genial. Sekkou Boys é genial porque a situação apresentada, ainda que de forma é comédica, é bem realista na sua caracterização (abraço pros geração Y com mais de 20 anos que estão lendo isso aqui agora, já passaram por uma crise profissional e sabem do que eu estou falando!), mas traz uma “solução” fantástica e cômica (estátuas falantes) como o cúmulo do desespero, que convence a protagonista a enfrentar seus monstros pessoais. O fato de ser uma situação fantástica traz uma leveza pra comédia, mas nem por isso ela é bobinha demais.

Bem, em síntese, eu gostei demais do que vi nesse episódio, confesso. E nos três episódios seguintes que já assisti também. E mais do que gostar, eu achei muito bom de verdade. Tanto em termos de enredo quanto do tipo de comédia – que não é aquela comédia japonesa demais para nós, espectadores ocidentais, nem completo nonsense, nem cult demais… é bem razoável, e talvez isso não seja bom para todos os espectadores, mas acho que isso tende a torná-lo mais popular. A animação é razoável para um anime curto de um estúdio não tão grande, e eu gosto bastante da música de encerramento, que é bastante divertida. E, claro, não podemos esquecer do fato de que as estátuas são dubladas por alguns dos grandes dubladores desse universo dos produtos de bishounen feitos pra garotas, como meus queridíssimos Jun Fukuyama, Ono Daisuke e Tomokazu Sugita. Esse fato só melhora, claro, tanto a comédia quanto a qualidade técnica do anime.

Por fim, queria agradecer a quem leu até aqui! Por favor, deixem nos comentários o que estão achando desse anime, se estão curtindo, se faltou falar alguma coisa e etc. Muito obrigada, e até a próxima!~ ?

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