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SUPER #1 | Lamen com Suco

O Lamen com Suco é uma degustação das obras que estão no portal de webmangás nacionais, o Lamen. A primeira que apresentamos para vocês é SUPER, de Douglas MCT (Roteiro) e Fabiano Ferreira (Arte). Um aviso é de que spoilers podem aparecer. Outro aviso é de que, quando sair sobre um novo capítulo, é interessante ter o “pré-requisito” de ter lido os anteriores. Lembrando que você poder ler SUPER gratuitamente por aqui.

Sinopse: O garoto Edrik Everton sempre sonhou em se tornar um super-herói. Depois de passar por uma grande reviravolta na vida, ele faz de tudo para ingressar na Excelsior, uma escola onde ele poderá estudar e treinar para se tornar um SUPER, fazendo muitos amigos e inimigos pelo caminho.

lamen-logo

#1 – Quero Ser Herói

No protagonismo de SUPER, temos Edrik e suas aventuras no morro da Cidade Maravilhosa (seria o Rio de Janeiro da “Terra 2”). O garoto de 13 anos tem um senso de justiça latente e sempre que pode, tenta proteger quem está em apuros. Edrik também tem uma paixão por super-heróis e bem, ele é um garoto nerd. Gosta de gibis, figures e junto com seu ideal de sempre fazer o bem, ele sonha em ser um SUPER.

Na história também temos o mentor da trama, Benito. Ele é dono de uma padaria, a mesma em que Edrik trabalha entregando pão na comunidade. Enquanto Edrik – por ser uma criança/adolescente – pouco sabe dos perigos da humanidade, Benito é aquele cara que dá o Ás da verdade e conselhos para o jovem garoto.

SUPER
Primeira versão da capa de SUPER.

Do outro lado, temos o chefão do tráfico Colar de Tripa e seu irmãozinho Neco. Enquanto o primeiro revela ser o vilão da série (ou pelo menos o primeiro), o segundo – e que aparenta ser da mesma idade de Edrik – tem potencial em ser um anti-herói e rival do protagonista de SUPER.

De modo geral, a trama de SUPER começa super bem neste primeiro capítulo. Creio que você que goste de Dragon Ball , Hunter x Hunter e o mais recente One Punch Man, tem de tudo para se identificar por aqui. Na verdade, a cereja do bolo é quanto a localização, bem como a já citada Cidade Maravilhosa, mas também com diversos fatos que ocorrem ou que ficamos sabendo no cotidiano do brasileiro. Podemos SIM dizer que, SUPER é uma obra genuinamente brasileira, em todos os aspectos.

Na questão técnica, SUPER é direto e com janelas fechadinhas; Destaque para o diálogo entre Edrik e Benito com relação a responsabilidade de um super-herói. Na arte, Fabiano Ferreira dá um “quê exótico” em seu traço, sinceramente, até posso dizer único. Ainda estou curioso para ver como ficam as personagens femininas em seu traço (mesmo já tendo uma palhinha neste primeiro capítulo).

O Tempero

Como já citado acima, a localização que Douglas MCT e Fabiano Ferreira dão na obra é a cereja do bolo em SUPER. O que posso citar é quanto a questão social de quem vive no morro (ou favela) em pagar uma espécie de tributos ao chefão do tráfico, no caso aqui o Colar de Tripa. A questão da opressão policial em cima de menores também é também retratada, quando Edrik consegue recuperar a bolsa de uma velhinha roubada e ao devolver, é acusado de ladrão pelo policial.

Ah, outra coisa: Ao terminar de ler o primeiro capítulo, você será terá uma vontade intensa de ler o segundo. Sério! 😛 

SUPER capa

 

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Facebook do SUPER

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The Legend of Zelda: Twilight Princess tem mangá anunciado

Opa! Mais um mangá de Zelda fora anunciado.

A dupla Akira Himekawa anunciou no Twitter que o próximo mangá será baseado no game The Legend of Zelda: Twilight Princess. Ainda sem data de lançamento, acreditamos que seja lançado próximo ao lançamento da versão HD do jogo em questão. O mangá será lançado via plataforma Manga-One.

A dupla já lançou anteriormente outros mangás da franquia, sendo que o último fora lançado como prólogo de Skyward  Sword.

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Barakamon | Spinoff Handa-kun vai virar anime

Foi anunciado via Gangan Online (Square Enix) que o mangá de Satsuki Yoshino, Handa-kun, vai ganhar uma adaptação em anime. A trama é um spinoff de Barakamon e acontece 6 anos antes da série original.

Sinopse: Conheça Handa Sei, um jovem calígrafo admirado por toda a escola pela sua aparência, Handa Sei é de fato naturalmente negativo e acredita sinceramente que toda a escola o odeia! Essa é uma comédia sobre os equívocos do adolescente.

Fonte

handa-kun
Handa-kun, anúncio (Imagem Divulgação)

 

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Zootopia | Novo trailer nacional

Zootopia é uma cidade diferente de tudo o que você já viu. Formada por “bairros-habitat”, como a elegante Praça Sahara e a gelada Tundralândia, essa metrópole abriga uma grande diversidade de animais irreverentes sempre prontos para encarar uma nova e divertida aventura.

Quando Juddy Hopps (voz de Monica Iozzi) chega em Zootopia, ela descobre que ser a primeira coelha da equipe da polícia, formada por animais grandes e fortes, não é nada fácil. Determinada a provar seu valor, ela embarca em uma aventura atrapalhada e bem humorada, ao lado do malandro raposo Nick Wilde (voz de Rodrigo Lombardi) para desvendar um grande mistério.

Além de Monica Iozzi e Rodrigo Lombardi emprestarem suas vozes para os protagonistas do filme, Judy Hopps e Nick Wild, na versão brasileira do filme, o jornalista Ricardo Boechat dá voz ao personagem Boi Chá, o famoso jornalista da bancada do Zoo News.

Para deixar tudo ainda mais divertido e com muito brilho, a cantora Shakira dará voz à personagem Gazelle, a maior estrela pop de Zootopia, além de interpretar a canção “Try Everything”, da trilha sonora do filme.

Dos mesmo criadores de Frozen e Operação Big Hero, Zootopia estreia dia 18 de fevereiro nos cinemas.

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Núcleo Quadrinhos (Adriano Gon) | Suco Entrevista

Adriano Gon
Adriano Gon (Caricatura Divulgação)

Fala galera. Hoje teremos nossa primeira entrevista com uma editora, a NHQ – Núcleo Quadrinhos.

Conhecemos Adriano Gon, responsável pela editora em um dos eventos do circuito Avalon no interior paulista e adquirimos a revista One Shot Mangá BR #1, com duas histórias bem bacanudas, que em breve vamos postar um REVIEW por aqui.

Com a ideia de valorizar ainda mias o mercado nacional de mangás e também seus autores, o Núcleo Quadrinhos é uma editora que se dedica arduamente para dar o valor necessário aos autores nacionais e com seu trabalho lançado.

“Os selecionados do Concurso de Mangá Nacional são remunerados por seus quadrinhos e recebem total apoio na distribuição, divulgação e edição”

Com suas palavras, apresente um pouquinho o projeto NHQ?

A NHQ, Núcleo Quadrinhos, surgiu em 2008 da necessidade de espaço para apresentar de forma gratuita e online quadrinhos brasileiros que nessa época não tinham tanto espaço e tantas formas de se propagarem Brasil a dentro.

Hoje, a NHQ é uma editora ainda 100% nacional que busca espaço nesse mercado tão difícil e que se fechou com o surgimento das redes sociais e vários coletivos de quadrinistas que oferecem gratuitamente material para download ou mesmo leitura online.

One Shot Mangá 1
One Shot Mangá #1 (Capa Divulgação)

Quais as principais metas do NHQ?

As principais metas da NHQ são as mesmas que qualquer outra editora/empresa: crescer e alcançar o maior número de leitores, apresentando e publicando o maior número de quadrinhos nacionais possível.

Como surgiu a ideia do Concurso Mangá Nacional?

Da necessidade de valorizar o artista nacional, pagando, mesmo que pouco e não o que achamos que realmente valha, o serviço de quadrinistas de qualidade que estão fora do mercado por causa da falta de espaço criado pelas grandes editoras.

Os selecionados do Concurso de Mangá Nacional são remunerados por seus quadrinhos e recebem total apoio na distribuição, divulgação e edição.

O que acham do mercado nacional? Ainda tem muito espaço para ocupar e crescer?

Diferente do que muitos cantam aos sete ventos, não existe um mercado de quadrinhos sólido em nosso país há mais de vinte anos. E ainda está longe para atingirmos e realmente podermos dizer que definitivamente temos um mercado de quadrinhos.

“Treino, persistência e muita determinação e objetivo em tudo que vocês fazem e produzem”

Não adianta você vender em eventos se o público não é fiel e não gera retorno financeiro para novas publicações. Se for mercado de quadrinhos online, as webcomics, esse está estabilizado, porém, ainda é sustentado por amor. E as vezes, isso não é o suficiente.

Qual a principal diferença que vocês acham que o mercado nacional tem com o internacional? 

Os leitores e a sua forma de ver os quadrinhos.

Qual conselho você daria para os novos mangakas, que sonham em ter seus quadrinhos publicados?

Treino, persistência e muita determinação e objetivo em tudo que vocês fazem e produzem. Ninguém irá saber que você existe se ficar esperando uma editora te publicar.

Hoje, temos várias formas de se chegar aos leitores e os mais interessados, buscam desenvolver sites para disponibilizar suas HQs e páginas em redes sociais para atingir o maior número de leitores. Só assim, fazendo barulho, sem vergonha, é que as editoras e os editores poderão te achar. E números (vendas/leitores/curtidas) são muito importantes.

Tem alguma novidade da NHQ que pode revelar pra gente? O que podemos esperar para os próximos meses?

Nota do Editor: O financiamento já terminou no Catarse e mesmo com a meta não atingida, o volume One Shot Mangá BR #2 saiu.

Como todos estão vendo, começamos uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para o lançamento da One Shot Mangá BR#2, com dois participantes do primeiro Concurso de Mangá Nacional.

A campanha vai até o começo da segunda quinzena de Janeiro e contamos com o apoio de todos. Fora isso, ainda estamos em negociação com outros artistas para lançamentos de títulos próprios da editora. Aguardem novidades para 2016.

one shot mangá 2
One Shot Mangá #2 (Capa Divulgação)

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FACEBOOK – Adriano

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30 de janeiro – Como foi criado o Dia do Quadrinho Nacional?

Em todo o Brasil já é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional. Uma data às vezes confundida como se comemorasse toda a produção de quadrinhos no mundo. Então para explicar melhor é preciso dizer que essa data foi escolhida quando a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas de São Paulo, em 1984, levantou em pesquisas na Biblioteca Nacional (RJ), que o Brasil era pioneiro na publicação dessa linguagem.

Foi descoberto então Ângelo Agostini, um italiano radicado no Brasil, que começou a publicar em 1867 seus desenhos e charges no “Cabrião”, jornal de São Paulo. Em 1869, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fazia uma série no semanário “Jornal Vida Fluminense”, publicando em 30 de janeiro do mesmo ano a primeira novela gráfica do mundo “As aventuras de Nhô-Quim – Uma viagem à corte”. Era uma página dupla a cada semana em uma novela com a história de Nhô-Quim viajando de Minas Gerais para a corte do Rio de Janeiro.

Despois da descoberta, a Associação levou toda a documentação adquirida nas pesquisas aos órgãos responsáveis para conseguir que esse dia, 30 de janeiro, entrasse no calendário oficial do Brasil como sendo o Dia do Quadrinho Nacional. Isso aconteceu um ano depois, em 1985.

Essas informações são relevantes, já que vemos hoje em dia muitas matérias na mídia, algumas equivocadas falando desse dia como sendo do quadrinho estrangeiro, quando na verdade a comemoração é de nossos artistas. O Troféu HQMIX, “Oscar” dos quadrinhos brasileiros, criado por Gualberto Costa e JAL, diretores da associação na época, faz um levantamento anual de lançamentos de quadrinhos no Brasil e em 2015 foram mais de 1700 nacionais. Isso demonstra que os quadrinhos estão em alta apesar da crise, conquistando cada vez mais leitores.

nho quim
nho quim (Imagem Divulgação)
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Maratona de Just Dance Now agita o palco principal da Campus Party na madrugada de sábado para domingo

Com sinal de internet liberado, campuseiros precisarão apenas de um smartphone e muita animação para se divertir com o game de dança da Ubisoft; atividades começam às 22h de amanhã, 30/01, e não têm hora para acabar

Ubisoft Just Dance
Imagem Divulgação

Que dormir que nada! A madrugada de  sábado para domingo na Campus Party será de muita dança no palco principal do evento. Isso porque a Ubisoft prepara uma grande festa embalada pelos sucessos de Just Dance Now, a inovadora experiência de Just Dance para plataformas móveis. A partir das 22h de amanhã, 30/01, todos os campuseiros estão convidados a abrir o aplicativo gratuito de Just Dance Now nos dispositivos Android e iOS e participar dessa ação inédita que deve reunir mais de 2 mil pessoas.

Para jogar é muito simples, basta segurar o smartphone com o app sincronizado no jogo, seguir os passos apresentados no telão e se divertir. Graças à tecnologia Ubi BlueStar, da Ubisoft, não há limites de jogadores para dançar ao mesmo tempo, mesmo com conexões de internet diferentes – 2G, 3G, 4G e Wi-Fi. Durante a ação, a conexão à web estará liberada para todos que quiserem jogar.

Para mais informações sobre Just Dance, acesse www.justdancegame.com

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Tomb Raider (2013) | Primeiro Gole

tomb raider
Tomb Raider 2013 (Imagem Divulgação)

Primeiro, o #BELLAN fará duas considerações: A primeira é de que ele apenas jogou os três primeiros jogos da franquia “original”, ou seja Tomb Raider (1996), Tomb Raider II e Tomb Raider III. A segunda consideração é de que ele NUNCA jogou Uncharted – até o momento do fechamento desta matéria. Bem, agora vamos a sinopse do game:

Sinopse: Após uma violenta tempestade destruir o barco que ela estava viajando, uma jovem e amedrontada mulher é deixada encharcada em uma praia desconhecida. Por conta própria, mas não sozinha, ela só tem um objetivo, sobreviver.

Uma Reinvenção 

Fomos pegos de surpresa quando a Crystal Dynamics resolveu dar um novo “boost” na franquia Tomb Raider e mais, viria com uma trama onde contaria as origens da nossa tão querida heroína, Lara Croft. Como o próprio líder do estúdio disse:  “Esqueça tudo que você sabe sobre TOMB RAIDER, nós estamos explorando coisas nunca antes feitas neste jogo”.

Já nos primeiros trailers que saíam, um pouco da trama era revelada e tínhamos Lara Croft como membro de uma tripulação a bordo do navio Endurance. Eis que por consequência de uma grande tempestade marítima, ela acaba parando numa ilha “abandonada” e por algum motivo místico, NINGUÉM consegue mais sair desta bendita ilha próximo ao Japão.

Quem aí já viu o seriado de Arrow? 

Podemos fazer muitas comparações do crescimento de Lara com Oliver Queen (o Arqueiro Verde). Tudo bem que Lara não deve ficar cinco anos na ilha, mas o que podemos fazer um paralelo aqui é da questão do aprendizado.

Ambos personagens não possuíam manejo com armas ou aquele espírito de sobrevivência – e muito menos mataram alguém na vida e tudo acaba acontecendo nesta ilha, mudando a personalidade ou exaltando aquilo que “escondiam”, no caso da Lara, o espírito Croft way of life.

Passo a passo; Cicatrizes

Já de cara, ou pelo menos na primeira hora de jogatina, vemos o quanto Lara literalmente se ferra. Além de levar trocentos tombos e caindo em desmoronamentos, ela tem que acabar lidando com cortes, perfurações e animais selvagens da ilha.

Enquanto os primeiros inimigos não aparecem, o(s) primeiro(s) mapa(s) servem basicamente como um modo de treino, onde aprendemos a caçar, colher alimentos, coletar itens e desvendar pequenos puzzles.

Diferente da franquia clássica, Lara (ainda) não dá aqueles saltos ornamentais e muito menos demonstra ser uma potencial medalhista nos saltos de uma Olimpíada. Parece que tudo vem à seu tempo, bem como o manejo de armas.

Um diferencial de jogabilidade

Lembra quando citei de que nunca joguei Uncharted? Bem, parece que muitos elementos do jogo aqui, são iguais ao da série de Nathan Drake. O que posso comentar é de a jogabilidade é bem similar (pelo que andei vendo) e o que acaba mudando da franquia clássica é a inserção de fast travels (ao invés de fases-episódicas), já que o mundo é semi-aberto.

Outro fator diferencial é um leve feature de RPG, com sistema de aprimoramento de armas e skills, tornando a exploração e o “treinamento de XP” bem mais interessante. Com certeza, foi um dos grandes lançamentos de 2013 (junto com The Last of Us) e fã ou não da franquia, vale à pena dar uma jogadela! Em breve, um Review completinho por aqui.

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