A Biblioteca do Parque Villa-Lobos, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, promoverá nos dias 20 e 21 de agosto, sábado e domingo, a oficina Como Contar Uma História… Em Quadrinhos, ministrada pelo quadrinista Fábio Moon – recentemente premiado ao lado de seu irmão, Gabriel Bá, na categoria “melhor adaptação de outro meio”, do Eisner Awards (considerado o Oscar os quadrinhos), com a HQ Dois Irmãos. O objetivo é desmistificar as dificuldades e facilidades de desenhar uma história em quadrinhos, estimular a capacidade criativa e narrativa dos participantes e esclarecer dúvidas sobre a profissão.
Moon apresentará a linguagem dos quadrinhos e auxiliará os participantes a explorarem quais as melhores maneiras de contar cada história. Tudo isso a partir de exemplos e exercícios que serão propostos ao longo dos encontros e partindo tanto de roteiros fechados e abertos.
Indicado para maiores de 16 anos, a Oficina será realizada das 14h30 às 17h30 e para participar basta se inscrever pelo email agenda@bvl.org.br até o dia 18 de agosto. Não é preciso saber desenhar, embora os exercícios envolvam o desenho.
Fábio Moon
Formado em licenciatura em Artes Plásticas pela FAAP, criou em 1997 o fanzine “10 Pãezinhos” com o irmão gêmeo Gabriel Bá, que recebeu o prêmio HQ Mix de melhor fanzine e de artistas revelação em 2000, ano em que lançaram seu primeiro livro, “O Girassol e a Lua”. Por quase 20 anos, tem produzido Quadrinhos para o mercado brasileiro e internacional e seus trabalhos já foram publicados em doze idiomas. Seu último livro continuando a parceria com o irmão, “Dois Irmãos”, adaptação para os Quadrinhos do romance de Milton Hatoum, já foi lançado no Brasil, França, Estados Unidos e Itália. Seu próximo livro com Gabriel Bá é a adaptação do conto “How to Talk to Girls at Parties”, de Neil Gaiman.
SERVIÇO
Como Contar Uma História… Em Quadrinhos Data: 20 e 21 de agosto, sábado e domingo. Horário: 14h30 às 17h30. Local: Biblioteca Parque Villa-Lobos – Avenida Queiróz Filho, 1205, Alto de Pinheiros. Telefone: (11) 3024-2500. Funcionamento: de terça a domingo e feriados, das 9h30 às 18h30 horas.
O que acontece quando uma jovem aspirante a mangaka, que escreveu alguns seinen de romance e BL aqui e ali, e por acaso foi jogadora de baseball (ou, para ser mais exata, softball) na escola e é psicóloga do esporte, resolve unir seus interesses em um mangá seinen? Se essa jovem for Asa Higuchi, acontece Ookiku Furikabutte, um mangá posteriormente adaptado em uma das mais clássicas séries de anime sobre baseball de todos os tempos.
Lançado inicialmente em 2004 na revista seinen Afternoon, o excêntrico mangá de baseball com uma fórmula extremamente doce e sentimental deu tão certo que acabou sendo adaptado em uma série de anime de 25 episódios em 2007, ganhando uma segunda temporada de 13 episódios em 2010, e continua a ser lançado mensalmente até hoje.
Mais um mangá de baseball?
Quem tem interesse em anime e mangá de baseball deve conhecer a versatilidade dos temas nessas séries. Para falar apenas em séries de baseball adaptadas em animes populares, temos desde shounenzões longuíssimos, como Major (atualmente com 83 volumes) e Diamond no Ace (com 47 volumes lançados ao longo de nove anos), passando por séries com personagens mais adultos e teor mais psicológico, como One Outs (o famoso “sucessor espiritual” de Kaiji e Akagi), até verdadeiros novelões como Touch – todos muito populares por motivos muito justos. Mas afinal, qual foi a fórmula mágica do sucesso para Asa Higuchi se destacar em meio a essas séries?
Ookiku Furikabutte é à primeira vista muito simples, muito singelo. Ren Mihashi é um garoto recém-ingressado no ensino médio, que jogava baseball no ensino fundamental, mas era o verdadeiro “pato” da equipe e, apesar de ser o arremessador principal, seus lançamentos tortos e mal-calculados nunca conseguiram levar a equipe da sua escola a uma vitória. Ele passa a sofrer bullying, e acaba por ingressar no ensino médio em uma outra escola, procurando recomeçar uma vida longe do baseball. Infelizmente para ele, o pessoal do clube de baseball acaba descobrindo o seu histórico e convidando-o para fazer parte do clube. É muito temeroso – como sempre – que Mihashi passa a fazer parte do clube de baseball do colégio Nishiura, que ao longo dos 38 episódios e 24 volumes (até agora) da série passa por uma série de competições tendo como objetivo vencer o famoso campeonato de baseball escolar japonês, o Koushien – literalmente a meta de todo clube de baseball escolar no Japão.
Ookiku Furikabutte, volume 1 (Capa Divulgação)
Muito próximo do cotidiano escolar
Só por aí já podemos notar alguns dos pontos de destaque de Ookiku Furikabutte. Similarmente a um Cheer Danshi da vida, Ookiku Furikabutte é uma história muito realista – você realmente sente que está acompanhando garotos adolescentes de verdade, em suas perdas e vitórias, medos e desafios, situações de bullying e agressão e momentos de descontração, todo um universo muito comum a todo mundo que sabe como funciona o ensino médio. Tem estudante se matando de estudar para não ficar de recuperação e ter que parar de jogar (caham, Mihashi), estudante um pouco empolgado demais com suas descobertas sexuais (caham, Tajima), estudante bully que se acha demais e traumatiza os amiguinhos (caham, Haruna), e todo estereótipo de adolescente imaginável. Isso não é sem motivo: a autora chegou a se infiltrar em reuniões de pais de escolas (!) para conhecer de perto a realidade de um clube de baseball de uma escola real, quando da época em que o mangá começou a ser escrito, e esse gostinho de realidade é definitivamente um dos atrativos de Ookiku Furikabutte.
Ao mesmo tempo, o outro ponto forte de Oofuri, como é chamado pelos fãs, é sua ternura e delicadeza. Em todos os sentidos: apesar de baseball não ser exatamente visto como um esporte muito terno ou delicado, a escolha da autora de usar essa estética não apenas destaca a arte de Oofuri – com suas inconfundíveis bochechas sempre coradas que chegam a irritar alguns leitores, olhões e rostos redondos de adolescentes mirrados – como também acentua essa parte mais realista da série. E talvez por isso o background de psicóloga do esporte de Asa Higuchi agregue à série: porque ainda que a série retrate muitas competições, treinamentos e discuta muito a parte técnica do baseball – eu confesso que aprendi quase tudo que sei da parte técnica do baseball com as lições de Oofuri! – ela nunca se resume a isso.
De fato, tudo que acontece depende muito da condição física e psicológica dos jogadores. Às vezes eles perdem e se sentem arruinados por várias temporadas. Às vezes eles jogam contra pessoas que não gostam, e isso os afeta. Às vezes eles se lesionam no momento mais crucial da partida. Como na vida, nem sempre o melhor jogador ou equipe ganha. Eu ficava realmente empolgada acompanhando as partidas de Oofuri, porque era como se a autora rolasse um dado para decidir quem ia vencer – nunca dava para adivinhar o resultado de uma jogada ou partida. A parte mais interessante é exatamente o: “e depois, como é que fica?”. Ainda que obviamente tenha arcos, a história de Oofuri flui muito naturalmente e todos os eventos estão muito conectados; há realmente uma progressão de todos os jogadores, não somente os principais, alguns são trocados no meio da história, e assim por diante. E todos, sem exceção, passam por muitas tribulações na estrada rochosa rumo aos seus objetivos e a uma vitória no Koushien.
Relacionamentos e humor
Falando no destaque para os personagens e eventos, os relacionamentos dos personagens também são essenciais em Oofuri, e, bem, não é a toa que as fujoshis apelidaram a série de “gayseball” – e essa fama acaba afastando muita gente também. Apesar de não ter realmente nenhum BL e ser uma série que qualquer pessoa pode curtir, trata-se de um jogo de clubes masculinos com vários amigos e muito subtexto – entre arremessador e catcher, especialmente, de “vamos nos entender muito bem!” – então o ship é livre e as fujoshis rapidamente pegaram isso. Mas mesmo sem levar isso em conta, há algo de muito divertido nos hábitos e sentimentos dos personagens – a ansiedade social de Mihashi, que treme sempre que vê algum bully da sua antiga escola, ou a tensão entre Abe e seu antigo pitcher Haruna são alguns exemplos de como as relações na série são complexas e divertidas de se acompanhar. O humor e o tom leve da série certamente são outros de seus pontos de destaque, e entre uma e outra competição acirrada não faltam acontecimentos espontâneos e divertidos.
O mangá de Oofuri, atualmente no capítulo 132, ainda está em andamento, e ainda não é certeza se haverão mais temporadas do anime – e nem mesmo dá para adivinhar se eles vão afinal ganhar o Koushien ou não algum dia. Ainda assim, eu não posso deixar de recomendar essa série cujos personagens e sonhos extremamente envolventes me renderam rapidamente, que me fez virar fã de baseball antes que eu pudesse me dar conta, e que mesmo depois de anos sem ler um capítulo posso escrever com propriedade sobre. Porque Oofuri é ridiculamente envolvente, e é impossível não torcer por aqueles jovens garotos com grandes sonhos, dispostos a sacrifícios para se superarem, enfrentando não só os competidores de outras escolas como também seus fantasmas pessoais.
Assim, se o que você quer é um bom anime/mangá – fofíssimo – de baseball, ou ainda conhecer mais sobre um esporte novo através do olhar de jovens estudantes tão complexos quanto determinados, Oofuri é uma excelente pedida para você.
Os visitantes da nona edição da Brasil Game Show (BGS) poderão conferir Resident Evil 7 em um espaço dedicado no estande da Warner Bros. Interactive Entertainment. A continuação da clássica franquia de terror da Capcom só será lançada em 2017, mas já estará presente na maior feira de games da América Latina, que acontece de 1º a 5 de setembro no São Paulo Expo/SP.
O jogo foi anunciado em junho deste ano e é um retorno às origens do survival horror que marcava Resident Evil no início da franquia. O game se passa em uma mansão abandonada na zona rural dos Estados Unidos e será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC, em 24 de janeiro do ano que vem.
Resident Evil 7 é uma das atrações da BGS 2016, que contará com as principais empresas do setor. Para este ano, mais de 180 marcas já foram confirmadas para o evento. Entre elas, estão: PlayStation, XBOX, Saraiva, YouTube, Warner Bros, EA, Ubisoft, NVIDIA, HyperX, Lojas Americanas, Kocca, CD Projekt Red, Com2uS, Razer, Piticas, Dell, Supercell, SAGA, Kinoplex, TNT, além da Capcom. A lista completa com todas as empresas confirmadas está disponível AQUI.
Em todos os dias da feira, o público ainda poderá visitar a “Cosplay Zone Kinoplex”, uma área nova que terá concursos diários de cosplay com premiações e entrega de troféus às melhores caracterizações; conhecer a produção nacional no “Pavilhão Indie”, com 108 estandes, o triplo do ano passado; curtir a exposição “A Evolução do Videogame”, com mais de cem consoles que fizeram parte da história dos games; jogar em mais de 100 fliperamas da “Arena Arcade”; acompanhar e torcer muito na Brasil Game Cup (BGC); se divertir no “Meet & Greet”, espaço em que personalidades do mundo dos games atenderão o público, e muito mais. Todas as atrações já confirmadas para a nona edição da BGS estão disponíveis em www.brasilgameshow.com.br
Os visitantes que quiserem conferir as novidades da BGS 2016 devem se apressar e garantir seus ingressos NO SITE. Restam menos de 10% de ingressos para sábado, dia 03/09, dia em que, além de todas as atrações da feira, também acontecerão as finais do torneio de Clash Royale da BGC. Todos os ingressos podem ser parcelados em até 6 vezes sem juros, com parcela mínima de R$ 30.
Serviço – BGS 2016
Quando: 01 a 05 de setembro (1º dia exclusivo para imprensa e business)
Onde: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo – SP
Horário: 13h às 21h
Ingressos (até 31/08/2016):
Individual (meia-entrada) – R$ 79 (ingresso para 1 dia de evento – 02, 03, 04 ou 05 de Setembro)
Passaporte (meia-entrada) – R$ 276 (acesso a todos os dias de evento abertos ao público – 02, 03, 04 e 05 de Setembro)
Premium – R$399 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 01, 02, 03, 04 e 05)
Parcelamento – As compras dos ingressos podem ser parceladas em até 6x sem juros, com parcela mínima de R$ 30,00.
Todos os ingressos disponíveis podem ser adquiridos em opções combo que incluem a publicação “Brasil Game Show – O livro”, que conta a história da BGS, por um acréscimo de apenas R$25.
O 12º título do selo Graphic MSP – projeto em que quadrinhistas convidados reinterpretam os clássicos personagens de Mauricio de Sousa, em seus próprios estilos – traz como figura central da trama a personagem principal do quadrinho nacional. Mônica – Força foi escrita e desenhada por Bianca Pinheiro, e a autora que dá um viés inusitado à garotinha mais forte do Limoeiro, mostrando que ela também pode se sentir vulnerável.
O lançamento será um dos destaques da 24ª Bienal Internacional do Livro, que acontece em São Paulo, com sessão de autógrafos marcada para dia 3 de setembro, às 15h, no estande da PANINI. A publicação tem 80 páginas e chega em duas versões: capa dura, com preço sugerido de R$ 34,00, e brochura em capa cartão, por R$ 23,00.
Sempre que é preciso, Mônica usa sua força para resolver os problemas. Agora, terá que enfrentar o maior deles. E não poderá ser na base da coelhada. Nesta Graphic MSP, a destemida protagonista vai encarar o grande desafio de sua vida, numa história tão dolorida quanto emocionante.
Os extras da edição são uma diversão à parte, pois complementam a experiência e enchem os olhos. São esboços da história, com a reprodução de páginas do caderninho em que a autora iniciou a criação do argumento e diagramação das páginas, além de ensaios para a definição do visual dos personagens e da paleta de cores. O processo de trabalho da Bianca é demonstrado nas cinco etapas – esboço inicial da página, com balões e o texto demarcado; arte-final, feita toda de forma digital; aplicação das cores; trabalho de sombreamento – para dar mais volume ao desenho -; e a versão final, já com balões e textos definitivos. Uma galeria de imagens também retrata o processo de criação da capa.
Como nas outras publicações do selo, o volume se encerra com uma matéria sobre a criação da Mônica, há mais de 50 anos, e as primeiras aparições de seus pais, Seu Sousa e Dona Luísa, e do Monicão, personagens que ganham destaque na trama desta Graphic MSP, além da biografia da autora, Bianca Pinheiro.
O texto da quarta capa da edição é assinado pela escritora, jornalista e pesquisadora Flávia Gasi, que observa: “Mônica é conhecida por ser uma personagem forte, em mais de um significado da palavra, da potência física à coragem. Mas um problema que não pode ser resolvido com robustez faz com que ela passeie pelo outro lado da mesma moeda: a fragilidade”. E completa: “Para criar tal história, entra em cena Bianca Pinheiro, perspicaz, doce e forte, que traz um zelo bonito à trajetória da Mônica, e lhe adiciona camadas de afeto. Força evidencia a clássica personagem de Mauricio de Sousa como uma tela de muitas cores. Uma graphic novel que celebra a força e as nuances de cada um de nós”.
Publicado pela PANINI desde seu lançamento, há quatro anos, o selo Graphic MSP já se tornou referência no segmento, reunindo o melhor do traço nacional em HQs produzidas pelos mais diversos artistas e estilos.
Mônica – Força (Capa Divulgação)
Graphic MSP
Graphic MSP é uma linha de publicações que derivou do projeto MSP 50 – Mauricio de Sousa Por 50 Artistas, que começou em 2009, para comemorar o cinquentenário de carreira do criador da Turma da Mônica. O sucesso de público e crítica foi tamanho, que vieram mais dois livros: MSP + 50 – Mauricio de Sousa por Mais 50 Artistas (2010) e MSP Novos 50 – Mauricio de Sousa Por 50 Novos Artistas (2011).
Como ficou claro que os personagens de Mauricio de Sousa permitiam voos ainda mais ousados, surgiu o projeto Graphic MSP.
A primeira Graphic MSP foi Astronauta – Magnetar, de Danilo Beyruth, lançada em outubro de 2012. Na história, o personagem criado por Mauricio de Sousa ganha uma releitura ousada, em que fica “náufrago” no espaço e luta não apenas pela sua sanidade mental, mas principalmente pela vida.
A segunda, que saiu em junho de 2013, foi Turma da Mônica – Laços, de Vitor e Lu Cafaggi. Na trama, o Floquinho, o cachorro do Cebolinha, desaparece, deixando o garoto deprimido. É quando Cascão, Mônica e Magali decidem encontrar o cão. Juntos, eles vivem uma aventura em que superarão diversos perigos graças à amizade que os une.
Depois, vieram Chico Bento – Pavor Espaciar, do Gustavo Duarte, um álbum de humor, com direito ao menino caipira ser abduzido por alienígenas; Piteco – Ingá, do Shiko, uma aventura com direito a raptos, perseguições, mulheres em perigo, lutas, resgate e amor. Bidu – Caminhos, uma releitura do primeiro encontro do Franjinha com seu cão azul; Astronauta – Singularidade, continuação de Magnetar, em que o herói espacial vai investigar um buraco negro e se envolve num grande ardil espacial; Penadinho – Vida, na qual a Alminha vai reencarnar e o fantasminha precisa criar coragem para, finalmente, dizer que ela é o amor da sua… morte; Turma da Mônica – Lições, a aguardada sequência de Laços, na qual Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão precisam lidar com as duras consequências de um erro que cometeram; Turma da Mata – Muralha, uma trama repleta de intriga política e aventura em que a Turma da Mata e o reino de Leonino estão de lados opostos e um confronto é inevitável; Louco – Fuga, trama estrelada por Licurgo Orival Umbelino Cafiaspirino de Oliveira, o Louco, que corre dos guardiões do silêncio, enquanto viaja pelas histórias para libertar um pássaro; e Papa-Capim – Noite Branca, primeira trama de terror do selo, em que uma ameaça sobrenatural pode significar o fim de todos os membros da aldeia do então jovem índio.
Todas foram sucesso de público e crítica e, em 2013, Astronauta – Magnetar foi publicado, pela Panini, em quatro países da Europa: Itália, França, Espanha e Alemanha.
Mônica Força (Imagem Divulgação)
Mônica Força (Imagem Divulgação)
FICHA TÉCNICA
Mônica – Força
Graphic novel do selo Graphic MSP
Formato: 19 x 27,5 cm
80 páginas
Lombada quadrada
Papel: couché
Capa dura ISBN 978-85-426-0446-7: R$ 34,00
Capa brochura ISBN 978-85-426-0447-4: R$ 23,00
Lançamento: a partir de 26/08/2016 (Bienal) e 31/08 (livrarias)
Distribuição: nacional
Em uma recente entrevista para a Jump GIGA, o mangaká Masashi Kishimoto (Naruto) revelou que já está planejando seu projeto, e que até mesmo pode anunciá-lo neste ano. Ainda não foi revelado o formato ou se confirmará sua proposta de sci-fi, como disse em agosto de 2015 no término de Naruto.
Foi divulgado alguns dias atrás, que no dia 22 de agosto teríamos um anúncio importante da saga criada por Tite Kubo, Bleach. Algumas fontes tiveram o acesso a nova Shounen Jump (número 38) e revelaram que o tal anúncio seria acerca de um live-action, uma produção nipônica agendada para 2018.
O último mangá de Bleach, o de número 74, será lançado no Japão em 4 de novembro. No Brasil, o mangá sai pela Editora Panini, que encontra-se no volume 69 e o anime pode ser visto na PlayTV e Netflix.
O que vocês esperam deste filme? Vamos aguardar para que no dia 22 saia mais informações quanto a produção.
LEGO Star Wars: As aventuras dos Freemaker é uma nova série de animação para televisão que estreará em setembro deste ano no Disney XD em toda a América Latina. Trata-se de uma divertida comédia que apresenta novos heróis e vilões que embarcam em aventuras junto com muitos personagens de Star Wars conhecidos pelos fãs.
Narrada em um estilo único, que já é uma marca característica da LEGO Star Wars, a série é protagonizada pelos Freemaker, uma família de sucateiros que constrói e vende aeronaves a partir dos destroços de batalhas espaciais da galáxia. Quando o caçula da família descobre que tem uma conexão natural com a Força através de um artefato milenar – o Sabre Kyber -, o seu mundo dá uma reviravolta. Junto com sua família, envolve-se em uma luta épica contra o Império para restaurar a paz e a liberdade na galáxia. Através de suas aventuras, os Freemaker exploram novos mundos, encontram personagens novos e outros já conhecidos e aprendem sobre o verdadeiro valor da família.
“Estamos muito entusiasmados por lançar uma série junto com o Disney XD pela primeira vez – explica Jill Wilfert, vice-presidente, Licensing & Entertainment do LEGO Group. A equipe de criação por trás de “As aventuras dos Freemaker” é extremamente talentosa e a série é um testemunho da nossa longa e bem-sucedida parceria com a Lucasfilm e a Disney. O programa combina maravilhosamente a rica herança de estórias, personagens, ação e aventura em uma galáxia muito, muito distante e a criatividade, a imaginação e o humor que somente a LEGO Star Wars oferece. Temos certeza que os fãs de todas as idades vão adorar a série”.
“Com ‘As aventuras dos Freemaker’, estamos muito emocionados por dar vida a novas histórias que só podem existir no universo de LEGO Star Wars – afirma Carrie Back, vice-presidente, Animation Development de Lucasfilm. Estamos embarcando em uma parceria sem precedentes, que nos permitirá estender a experiência narrativa da saga de Star Wars com o mesmo espírito lúdico que faz com que seja tão divertido assistir LEGO Star Wars. Estamos muito gratos por termos parceiros tão fantásticos como LEGO Group, Disney XD e os desenvolvedores da série, Bill Motz e Bob Roth”.
LEGO Star Wars: As aventuras dos Freemaker é uma produção de Wil Film, LEGO Group e Lucasfilm. Desenvolvida para a televisão por Bill Motz e Bob Roth (“Os Pinguins de Madagascar”), conta com Torsten Jacobson (“LEGO Star Wars: Droid Tales”) e Jill Wilfert (“Uma Aventura Lego®”) como produtores executivos e Carrie Beck (Star Wars Rebels), Jason Cosler (“LEGO Marvel Super Heroes: Avengers Reassembled!”), Jake Blais e John McCormack como produtores.
O SUCO, com a benção de Moltres na pira olímpica e com a primeira semana de jogos no #Rio2016, apresenta o início dos jogos olímpicos nos videogames. Segure a ansiedade esportiva que vamos apresentar nossos atletas, nesse primeiro especial de games nas Olimpíadas de Verão 2016.
Quando se trata de jogos que representam os eventos olímpicos temos algumas companhias que se destacam na produção deles, dentre elas: Epyx, Accolade, U.S. Gold e nossa conhecida Konami.
Os primeiros jogos apareceram no início da década de 80, começando com o Olympic Microsoft Decathlon produzido pela Microsoft para computadores (TRS-80, Apple II e IBM PC). Como o próprio título diz é um decatlo, uma modalidade que consiste em 10 provas de atletismo e foi o pioneiro para os futuros jogos.
O Summer Games, na raia de número 2, da Epyx para Commodore 64, em 1984, uma competição baseada nos esportes olímpicos com até 8 jogares representando um país cada, e sua busca por medalhas. Temos outros jogos da série produzidos pela mesma empresa com direito aos Jogos de Inverno.
O revezamento para a geração Coca-Cola
A Konami apresenta Track & Field uma série de jogos que se inicia no Arcade, pula para PC, pula para Atari, pula para NES, pula para Game Boy e Color, pula para N64, pula para Dreamcast, pula para Playstation 1 e 2, pula pra Nintendo DS e encerra nos iPhones. Nessa corrida com obstáculos, vocês conseguiram acompanhar a evolução? De 1984 a 2010, a Konami atravessou gerações passando o bastão e com essa franquia, até mesmo o Xbox Live no seu Arcade Hits, recebe uma medalha de honra ao mérito.
O competidor da raia 1 de 16bits, é um jogo que saiu para Mega Drive e Genesis no início dos anos 90, ele chama Winter Challenge produzido pela Accolade. São 8 modalidades em um jogo que oferece modo de treino e torneio com até 10 jogadores! Ele também teve sua versão Jogos Olímpicos de Verão, com Summer Challenge.
Nosso último competidor vem do NES, correndo na raia 2, diretamente da Capcom, Capcom’s Gold Medal Challenge’ 92, apresenta 18 modalidades para competição com até 8 jogadores no multiplayer, desde modalidades de corrida a ginastica e natação!
“Acho que alguém esqueceu de correr, deve estar lendo essa matéria!”
Essa é a primeira parte dos jogos olímpicos assim como já se foi a primeira semana oficial e ganhamos uma medalha de prata no Duck Hunt!!!