No último domingo (12) participamos da coletiva de imprensa do Alma Tokusatsu 2020 com os atores Hiroshi Watari (Sharivan) e Seikoh Senoo (Metalder), onde Caio Catarino, representando o Suco de Mangá, perguntou sobre a popularidade de séries japonesas ao redor do globo. Confira o trecho no vídeo abaixo:
2020: Japão Submerso | Review
2020: Japão Submerso, ou Japan Sinks: 2020, é um anime lançado na Temporada de Verão 2020. Todos os 10 episódios estrearam diretamente na Netflix, no dia 9 de julho. É um sci-fi com boas doses de drama.
Se gostou da animação “Devilman: Crybaby”, provavelmente irá gostar de Japão Submerso. O estúdio Science SARU é o responsável por ambos, assim como “Eizouken ni wa Te wo Dasu na!”. Já a direção ficou por conta de Yuasa Masaaki, já bem conhecido no meio da animação.
A animação é baseada em uma novel escrita por Komatsu Sakyou, que também recebeu uma versão em mangá, com 15 volumes e ilustrações de Ishiki Tokihiko.
Japão em meio a uma catástrofe
Em Japão Submerso, acompanhamos a família Mutoh vivendo normalmente. A mãe, Mari, está voltando de uma viagem de avião. O pai, Kouichirou, está no trabalho. Ayumu, a filha mais velha, está no seu treinamento de atletismo na escola e o filho mais novo, Go, está em casa jogando videogame.
Tudo parecia normal, como sempre. Até que, de repente, um terremoto avassalador começa a aterrorizar a população. O chão racha e levanta, prédios caem, pessoas se machucam e se perdem nos escombros. Gritos são ouvidos de longe, há crianças chorando e o desespero é instaurado em Tóquio.
A partir desse ponto, Ayumu tenta se salvar enquanto procura sua família, que também está fazendo de tudo para sobreviver. Quando finalmente se reencontram, precisam tomar uma decisão: para onde ir, agora que tudo foi destruído e os terremotos não param? Os amigos da família, Koga Haruo e Miura Nanami, também os acompanham nessa jornada pela salvação.
No caminho, a família Mutoh e amigos encontram várias pessoas que os ajudam e vice-versa. Conhecemos Kaito, Kunio, Daniel e muitos outros. E assim, aos poucos, o anime vai nos apresentando a história de cada um, criando um laço entre os personagens e o público.
Um anime angustiante
A tensão da história é construída aos poucos. As primeiras cenas do primeiro terremoto são aterrorizantes, nos fazendo grudar na tela, ansiosos pelo que está por vir. Mesmo quem não está acostumado com esse tipo de tragédia natural, como muitos de nós brasileiros, a sequência foi muito bem dirigida e animada, conseguindo transmitir para o espectador o pânico de quem está na situação.
Enquanto acompanhamos toda a destruição, há uma narração de Ayumu, de uma época quando era mais nova e estava descrevendo sua casa, após umas mudanças que seu pai fez. Essa comparação de como era tudo lindo naqueles dias para a situação atual da cidade só aumenta a tristeza do momento. Foi uma escolha certeira, criando um balanço muito bom.
É muito fácil se identificar com Ayumu, mesmo nunca passando por isso. Afinal, seu desejo mais forte é encontrar sua família, pois assim se sentirá mais segura. Até gera um certo alívio quando o reencontro acontece.
Episódios de tirar o fôlego
Uma das características marcantes de Japão Submerso é sempre terminar os episódios com um grande cliffhanger, ou seja, com um gancho importantíssimo para o próximo. É um dos principais motivos para a maratona continuar ininterruptamente.
Esses últimos minutos também traziam grandes viradas para a história, mudando seu curso e a trajetória dos personagens. Alguns foram mais surpreendentes que outros, mas mesmo usando direto, não foi um artifício que cansou ao longo do tempo, porém se tornou previsível. A partir do terceiro episódio já era “comum”, fazendo o espectador aguardar por aqueles momentos finais.
Os personagens são muito espertos, sabendo se virar em várias situações. Cada um aprendeu de um jeito diferente, mas sabiam o que poderiam e deveriam fazer. Quando um não sabia algo, o outro auxiliava. Faz sentido, afinal quem vive nessas condições tem que aprender os básicos de como sobreviver. É interessante porque o anime mostra vários truques e soluções para algumas situações. É uma forma de aprender sem perceber.
Outra situação que podemos perceber ao longo dos episódios é o contraste entre as pessoas em uma crise. Enquanto algumas são muito solícitas, ajudando independentemente da própria situação, outras são muito egoístas, se tornando agressivas ao tentar fazer de tudo pelo seu próprio bem. Vemos bastante isso em obras de sobrevivência, como em apocalipses zumbis. Por mais que seja fictício, dá para imaginar facilmente a sociedade dividida dessa forma.
Abundância de cenas dramáticas
Por ser um anime de catástrofes, já esperamos muitas cenas dramáticas e tensas, mas acredito que houve um descuido na repetição de momentos chocantes. Em uma parte mais avançada da história, de tanto recorrerem ao mesmo artifício de drama, alguns momentos perderam um pouco a emoção, gerando menos impacto que os primeiros.
As sensações de urgência, medo e desespero perduram até o final, mas as coisas poderiam ter sido mais balanceadas para continuarem com a força do começo.
A animação também tem suas recaídas, ficando bem distorcida ou com movimentos duros e pouco naturais em determinadas cenas. Mas quando é necessário, principalmente nas cenas de ação, ela entrega a fluidez necessária, cumprindo seu papel. Quem já assistiu Devilman conhece bem como é feita. Alguns podem se incomodar, mas com o passar dos episódios, começa a ficar menos perceptível, pois estamos mais focados na história em si.
A trilha sonora é bastante marcante, sempre trazendo uma tristeza consigo, mesmo quando é um momento de medo e perigo. A abertura “a life”, cantada por Taeko Oonuki e Ryuichi Sakamoto, tem a mesma sensação. Transmite uma mistura de felicidade, esperança e tristeza. Tem uma animação bonita, como um quadro pintado em uma tela. Já o encerramento é uma música instrumental, mais dramática no sentido de tensão. É perfeita para encerrar os diversos cliffhangers da animação.
Tenso e angustiante
2020: Japão Submerso é uma obra fictícia, mas que traz consigo muita realidade. Ao mesmo tempo que é triste e trágica, transmite muita esperança também, principalmente nos últimos episódios. Há vários momentos tensos, que dão um nó na barriga, nos deixando angustiados. Mas também é uma história que ensina muito, não só sobre sobrevivência, mas sobre amor, luta e esperança nas pessoas e em seu país. Netflix acertou em cheio na animação, figurando entre uma das melhores originais lançadas até o momento pela plataforma.
Mangás e Quadrinhos estão entre os mais lidos durante a Pandemia
Em uma reportagem divulgada pelo Bom Dia Brasil, na Rede Globo, mostrou que entre os gêneros de livros mais procurados pelos leitores durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), são os romances, quadrinhos e mangás, como mostra no vídeo AQUI.
Além disso, a pesquisa divulgada pela GFK também mostrou que aumentou a procura por livros ligados a Ciências Sociais e Filosofia. A metodologia foi feita a partir de dados de procura de livrarias físicas e online. As cinco posições podem ser visualizadas abaixo:
O levantamento reflete dois comportamentos, “um deles o escapismo, que é aquela pessoa que busca através da fantasia uma realidade alternativa, e a distopia, que aponta um consumidor preocupado com o totalitarismo, com a pandemia e com uma nova ordem social”, segundo Fernando Balaiuma, diretor da GFK Pesquisa de Mercado.
A quarentena também aumentou a diferença entre as livrarias físicas e virtuais, “(a livraria) deve se aproximar do consumidor, dando acesso e condições para que ele se sinta seguro”, ressalta Balaiuma.
Outro dado interessante é de que os livros caíram de preço, chegando a 20% em média dos preços praticados antes da pandemia.
Júlia “Mayumi”, pro-player de LoL, faz cosplay de Mikasa
Neste domingo, 12 de julho, a pro-player de League of Legends, Júlia “Mayumi” Nakamura, postou em seu tuíter fotos como Mikasa, de Attack On Titan (Shingeki no Kyojin). Veja abaixo:
aprontei nesse domingo pic.twitter.com/mU8FQVm8tJ
— mayumi (@jumayumin1) July 12, 2020
Conhecida não só no Brasil, mas também fora (muito popular na China), Mayumi foi a terceira brasileira a jogar no palco em um torneio oficial de League of Legends (depois de Cute e Kiit), atuando pela INTZ, a qual se desligou nos últimos meses.
Para acompanhar o trabalho da Mayumi, acompanhe em seu canal no Twitch, e acompanhá-la no Twitter e Instagram.
Leia mais sobre Attack On Titan.
Ubisoft divulga data de lançamento de Assassin’s Creed Valhalla
Durante a Ubisoft Forward, que ocorreu no domingo (12), foram mostrados novos detalhes sobre Assassin’s Creed Valhalla.
A gameplay inédita apresentada na conferência mostrou novidades do jogo, que segue o mesmo estilo de RPG dos títulos mais recentes da franquia. Diversas armas estarão disponíveis para o jogador, que poderá equipá-las de acordo com o estilo de gameplay que deseja seguir, empunhaduras duplas de diversos tipos de armas – como escudos, espadas e mais – também farão parte da experiência.
Como um Viking em busca de terras, as invasões serão parte importante da jornada do protagonista – que poderá ser do gênero feminino ou masculino dependendo da escolha do jogador – e serão mais brutais e violentas, já que estão combinadas com um combate visceral em que desmembramentos e decapitações estarão presentes durante o embate com os inimigos. A famosa Hidden Blade também estará disponível para os jogadores mais saudosos que desejam uma experiência mais stealth.
Assassin’s Creed: Valhalla será lançado em 17 de novembro de 2020 e estará disponível para Xbox One, Playstation 4, PC e Google Stadia.
Ubisoft divulga primeiro trailer oficial do novo Far Cry 6
Durante a Ubisoft Forward, que ocorreu no domingo dia (12) foi divulgado o primeiro trailer de Far Cry 6.
No trailer – que você pode assistir abaixo – podemos observar um pouco mais do personagem interpretado por Giancarlo Esposito, ator conhecido pela sua performance na série Breaking Bad como o personagem Gus.
Giancarlo está no papel do novo vilão da franquia: O presidente Antón Castillo governante da ilha de Yara – “um paraíso tropical que parou no tempo” – que promete restaurar os tempos de glória de seu país e que tenta – no trailer – ensinar uma lição de vida ao seu filho e sucessor, Diego – interpretado por Anthony Gonzales.
O jogador poderá explorar toda a extensão da ilha de Yara, incluindo florestas e a capital urbana Esperanza, que fervilham em uma revolução contra o sistema tirano. O jogador será um revolucionário chamado Dani Rojas, personagem que terá uma versão feminina é uma masculina, que pretende libertar a nação de Yara utilizando um extenso arsenal de armas e veículos.
A data de lançamento do novo Far Cry 6 será em 18 de fevereiro de 2021. Para aqueles que realizarem a pré-venda estarão disponíveis skins e armas exclusivas. O jogo também será compatível com a nova geração de consoles como o Playstation 5 e o Xbox Séries X, além de Xbox One, PlayStation 4, PC e Google Stadia.
Animes de Esporte para quebrar o preconceito do gênero
A geração que cresceu na década de noventa foi apresentada a vários animes de luta, dificilmente alguém explorava outros gêneros, mas era uma questão de tempo. Seguindo o velho esteriótipo brasileiro, lógico que o animes de esporte mais famosos seriam Captain Tsubasa (Super Campeões) e mais para frente fomos apresentados a Inazuma Eleven (Super Onze).
Contudo quem gosta de animes de esporte com certeza conheceu Slam Dunk, Hajime no Ippo e Prince of Tennis, mas o que algumas pessoas não sabem é que esse gênero foi desenvolvendo cada vez mais em traços e história e se tornou um dos mais vistos por muitos otakus, por isso traremos aqui dez animes de esporte que vocês devem assistir. Lembrando que muitos destes estão na plataforma Crunchyroll – com legendas em PT-BR.
Como menções honrosas, eu deixo aqui Haikyuu (Vôlei) e Magalobox (Boxe).
Hanebado! (Badminton)

Sim, é um anime de badminton, como que isso pode ser bom? Não é bom, é excelente e é considerado um dos melhores animes da Temporada de Verão 2018, além do badminton, o que mais chama atenção pela velha rivalidade entre duas grandes jogadoras Hanesaki Ayano, a qual parou de jogar, e Aragaki Nagisa, obcecada pelo esporte, uma dupla que rouba a cena e mexe com as emoções.
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Ace of Diamond (Beisebol)
Seguindo a ideia de Haikyuu, temos aqui estudantes que representam a escola Seidou nas grandes competições, de fracassos a sucessos, a Seidou busca sempre ir mais longe nos torneios com um protagonista de grande força de vontade, mas muito afobado, uma grande realidade entre atletas, Eijun Sawamura nos aparenta descartável, mas porque o treinador insiste nele? Aos poucos tudo fica claro.
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Free! (Natação)
Não têm muito o que ser explorado em um esporte como natação, apesar de condicionamento físico e treinamento ser o diferencial dos esporte. Por isso o anime é livre para desenvolver personagens e explorar a paixão indomável de Haruka Nanase por água, a ponto de se despir e ficar só de rouba de banho.
Ahiru no Sora (Basquete)
O mais novo anime de basquete têm tudo para ser tão incrível quanto Kuroko no Basket e Slam Dunk. Misturando um pouco algumas habilidades que beiram do basquete profissional para street, e não se vê uma diferença tamanha de habilidade, a não ser a força de vontade e alguns anos brincando, que é assim que Sora Kurumatani aprendeu e se tornou um grande jogador.
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Days (Futebol)
Não julgue por ser uma animação mais simples em traço, aqui se têm todos os elementos do futebol, da raça do jogador mediano até o gênio da bola, por mais que a rivalidade chame a atenção, ele ensina uma das maiores lições de vida, não importa o quão incapaz você seja, nunca desista.
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Ping Pong The Animation (Tênis de Mesa)
Primeira lição vindo desse anime, ping pong é diferente de tênis de mesa, e esse anime é o melhor exemplo que explica a diferença. Se mantendo a história em uma competição e desenvolvendo a rivalidade entre Sorriso e Peco, uma obra perfeita que conquistou o prêmio de Melhor Animação na categoria Televisão no Anime Awards de 2015.
Yowamushi Pedal (Ciclismo)
Um tanto curioso pelo que ele trabalha, bem técnico quanto a manutenção de bicicletas, contudo o que chama a atenção é o protagonista Sakamichi Onoda, que é apenas um otaku que odeia esportes, só quer ler seus mangás e assistir animes. Acredito que muita gente vai se igualar a ele, mas o crescimento pessoal dele prova que os melhores amigos podem estar em lugares nunca queremos estar, além de gostar de coisas diferentes do cotidiano, como o ciclismo.
Yuri!! On Ice (Patinação)
A pressão de um atleta por representar seu país em uma competição olímpica traz algumas dúvidas; o que se passa na cabeça desses grandes prodígios que precisam se provar e fazer bonito em nome de seu país? O psicológico de alguém que fracassa, pensa em dar a volta por cima ou desistir de vez? Um anime espetacular de lição de vida e história profunda de dois patinadores que precisam dar a volta por cima e provar para si mesmos quem ainda podem mostrar seu talento, um patinando e o outro treinando.
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Tsurune (Kyuudo)
Para quem não sabe, Kyuudo é uma arte marcial de tiro com arco, pode ser igual a primeira impressão, mas não é igual ao arco e flecha que é um esporte olímpico, na mesma linha de Ping Pong The Animation, a diferença é explicita na história e também ensina sobre superação de vida e nunca desistir.
Dive!! (Salto Ornamental)
Foi isso que você leu: salto ornamental! Sakai Tomokise se mostra um apaixonado por piscinas e adora todo aquele mundo dos mergulhos, ao decorrer do anime é desconstruído essa beleza de saltos ornamentais e se vê o quão intenso e importante é um treino e as consequências de se errar o salto. Isso já prova que de fantasioso há um mínimo, porque o trabalho que tiveram para trazer esse anime quase que a realidade do esporte, acaba se tornando um aprendizado para vida, e com as Olimpíadas chegando, uma agonia ao assistir o esporte.
E então, o que vocês acharam destes animes de esporte? Mais algum para recomendar? Comente em nossas redes sociais!
Tomie, de Junji Ito | Série live-action já tem sua atriz principal
Foi revelado pelo site Deadline que a adaptação do famoso mangá de terror de Junji Ito já possui elencada sua atriz principal.
Adeline Rudolph, atriz que atuou como Agatha em O Mundo Sombrio de Sabrina, interpretará a personagem principal, Tomie.
A adaptação será dirigida por Alexandre Aja (diretor de The Hills Have Eyes) e escrita por David Leslie Johnson-McGoldrick (roteirista de títulos como Aquaman, Invocação do Mal 2 e 3 e A Órfã). O próprio Junji Ito será o produtor executivo, juntamente com Hiroki Shirota.
Sinopse da série: A história do que acontece quando uma bela garota do ensino médio desaparece e pedaços de seu corpo são encontrados espalhados por uma cidade pequena. Mas o que começa como um mistério de assassinato se transforma em algo ainda mais horrível.
A minissérie da Quibi poderá ter até 10 episódios de 10 minutos cada e terá apoio da Sony Pictures Entertainment e da UCP.











