O aguardado filme Demon Slayer: Castelo Infinito chegará aos cinemas brasileiros com a classificação indicativa mais rigorosa possível. O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) negou oficialmente o pedido de revisão apresentado pela Sony Pictures, mantendo a restrição para maiores de 18 anos, mesmo após intensos protestos dos fãs e do impacto comercial significativo da decisão.
A decisão foi publicada oficialmente no Diário Oficial da União, reafirmando a avaliação inicial do órgão regulador. Segundo o comunicado oficial, não houve elementos suficientes que justificassem a reclassificação do longa, mesmo após o apelo formal da distribuidora.
O MJSP classificou o filme como inadequado para menores devido à presença de elementos como “medo, temas sensíveis e violência extrema”. A análise técnica destacou especificamente: “armas com violência”, “atos violentos”, “lesão corporal”, “presença de sangue”, “morte intencional” e “mutilação”.
Sony Buscava Classificação Mais Branda
Inicialmente, a Sony Pictures havia solicitado classificação para maiores de 14 anos, dois graus abaixo do resultado final. A distribuidora tentou argumentar que o conteúdo não justificava a restrição máxima, mas o recurso foi rejeitado pelo Ministério.
A avaliação oficial do MJSP foi categórica ao afirmar que “o eixo temático de violência é agravado por frequência, relevância, por conteúdo inadequado com criança ou adolescente e, em grande parte, por composição de cena”. Como único ponto atenuante, o documento destacou que “a apologia à violência é atenuada por contraponto”.
Disparidade Internacional Gera Controvérsia
A decisão brasileira contrasta drasticamente com outras jurisdições. No Japão, país de origem, o filme foi classificado como apropriado para maiores de 12 anos. Nos Estados Unidos, recebeu classificação R-Rated (equivalente a 18 anos), enquanto na plataforma Crunchyroll a recomendação etária é de 16 anos.
Esta disparidade tem gerado discussões intensas entre espectadores, que questionam os critérios utilizados pelas autoridades brasileiras, especialmente considerando que o filme anterior da franquia, “Demon Slayer: Mugen Train”, estreou no Brasil com classificação para 14 anos.
Impacto Severo nos Fãs e Bilheteria
A mudança repentina após o início da pré-venda de ingressos em 15 de agosto causou revolta generalizada entre os fãs. Muitos compraram ingressos acreditando na classificação inicial de 14 ou 16 anos, agora sendo impedidos de assistir ao filme.
As regras atuais estabelecem que apenas pessoas com 18 anos ou mais podem assistir livremente, enquanto adolescentes de 16 e 17 anos precisam estar acompanhados dos pais ou responsáveis. Menores de 16 anos estão completamente proibidos, mesmo acompanhados.
A restrição pode impactar significativamente o desempenho comercial, já que Demon Slayer possui uma base de fãs majoritariamente jovem. O filme já demonstrou potencial de bilheteria ao arrecadar aproximadamente US$ 200 milhões no Japão e US$ 240 milhões globalmente.
Protestos e Reclamações Oficiais
A decisão gerou uma onda de reclamações no site ReclameAqui contra redes de cinema, embora a responsabilidade pela classificação seja exclusivamente do Ministério da Justiça. Fãs chegaram a citar o Código de Defesa do Consumidor e comparar com outros filmes de terror que receberam classificações menores.
Comentários nas redes sociais expressam a frustração: “Comprei 2 ingressos na pré-venda e ainda comprei cosplay, agora nem sei o que vou fazer, porque só tenho 15 anos”. Outro fã protestou: “Por que o filme de Demon Slayer ficou pra maiores de 18 anos, enquanto alguns outros filmes com sexo, drogas, gore e outras coisas piores ficam pra 14/16 anos???”.
Precedente Para Animes de Ação
Esta não é uma decisão isolada. Filmes recentes de anime como “Attack on Titan: O Último Ataque” e “Solo Leveling – Segundo Despertar” também receberam classificação de 18 anos no Brasil. Isso sugere uma tendência do MJSP em aplicar restrições mais severas para produções de anime com conteúdo violento – sendo da demografia Shonen ou não.
Especialistas apontam que essa onda de classificações rigorosas pode se tornar padrão para franquias focadas em ação e combate, considerando que elementos como “cabeças decepadas, corpos devorados e sangue derramado são comuns nessas histórias”.
Até o momento, a Sony não confirmou se pretende recorrer judicialmente da decisão. Com a negativa oficial publicada em documento federal, a restrição segue inalterada para a estreia confirmada em 11 de setembro.
Para fãs menores de idade que adquiriram ingressos antecipadamente, resta apenas solicitar cancelamento junto às redes exibidoras, já que não há perspectiva de mudança na classificação antes da estreia.
A primeira atualização de setembro tem como estrelas os Doram. Essa raça consegue se comunicar com os espíritos da natureza, trazendo a classe de invocador para o jogo e capaz de auxiliar nas temíveis batalhas de Rune-Midgard.
Então para você que quer se aventurar, todos os Doram criados receberão a Caixa da Jornada que lhe dá itens para seu personagens e a cada 10 níveis ela se atualiza gerando mais itens! Aproveite que no dia 30 de setembro elas serão removidas e pode chegar até o nível 175.
Além do evento exclusivo, a loja do jogo passou a oferecer o Artefato OvalDoram, que tem a chance de conceder o Núcleo Concentrado [1], um acessório com diversos efeitos, como um bônus de 10 pontos de crítico e a redução do tempo de conjuração variável em 10%. Entre os demais prêmios possíveis estão o Chapéu de Oficial, a Caixa Excelion, o Comunicador Avançado e diversos outros tesouros.
As gatices não param por aí! Malangdo recebeu um novo carregamento de visuais, disponíveis para os jogadores exibirem em toda Midgard. Para obter um desses visuais de maneira aleatória, é necessário trocar 10 frutas Miau Miau com o NPC Designer Heidam, localizado em Malangdo.
Com a atualização, foi adicionada a nova instância individual Quarto Crescente naManhã, na versão Fácil para jogadores entre os níveis 80 e 129 e na versão Difícil acima do nível 130. Localizada próxima à Fonte Central de Rachel, o mapa exclusivo oferece como recompensa Fragmentos de Sonho, que podem ser usados para encantar o Colar da Papisa, equipamentos e drops exclusivos. Durante a incursão, os jogadores entrarão nos sonhos da Papisa de Arunafeltz para salvá-la e descobrir a verdade oculta ao lado de seu irmão gêmeo, Loomin.
E, por fim, até o final do mês aproveite o Evento do Festival dasCerejeiras. Os NPCs Arles, Nublado e Neblina estarão em Prontera para auxiliar você nessa missão cheia de perfume e bons itens visuais e consumíveis. Comece já sua aventura, totalmente gratuita no Ragnarök Online LATAMaqui!
A Playtonic anunciou a data de lançamento do remake do jogo de plataforma 3D que fez muito sucesso. Com o título Yooka-Replaylee, jogadores de PC, PlayStation5, XboxSeries e Nintendo Switch2 vão explorar essa aventura no dia 9 de outubro.
A aventura definitiva tem um preço bem saudável R$ 88,99. Se você tem o primeiro jogo poderá obter o remake dele com um descontão na mesma plataforma. “O jogo está maior, mais brilhante, mais ousado e repleto de todos os pequenos detalhes com que sempre sonhamos. Mal podemos esperar para que os jogadores comecem a jogar.” Disse GavinPrice, diretor do estúdioPlaytonic.
Yooka-Replayleeé a versão definitiva, refeita e aprimorada do aclamado jogo indie de plataforma 3D Yooka-Laylee, desenvolvido pelos principais talentos criativos por trás dos jogos Banjo-Kazooie e Donkey Kong Country.
Além disso, novos desafios remixados (e alguns antigos e favoritos) esperam por você quando for explorar, mais uma vez como a adorável dupla Yooka e Laylee, os lindíssimos e gigantescos mundos abertos, tudo isso acompanhado por uma bela trilha sonora orquestral.
E então você está pronto para revisitar esse universo mágico, carismático e cheio de aventuras? Com novas mecânicas, coletáveis e surpresas você vai se impressionar com o retorno dessa dupla que preencheu uma lacuna nos fãs antigos e que agora está de volta.
A Editora JBC recebeu dez indicações ao Troféu HQMIX 2025, considerado o “Oscar dos Quadrinhos” no Brasil. Entre elas, está a de Editora do Ano, uma das mais prestigiadas da premiação.
O reconhecimento contempla desde a publicação de obras clássicas até produções contemporâneas, além de valorizar o trabalho de artistas nacionais presentes no catálogo da editora.
A presença da JBC entre os indicados reforça seu compromisso em oferecer ao público brasileiro títulos de relevância cultural e artística, celebrando tanto o legado dos quadrinhos japoneses quanto a criatividade de autores e parceiros locais.
Indicações da JBC no Troféu HQMIX 2025
A editora concorre em diferentes categorias que abrangem clássicos do mangá japonês e produções nacionais recentes. Entre elas estão:
Publicação de Clássicos
Astro Boy vol. 01
Cavaleiros do Zodíaco Final Edition vol. 01
Publicação em Minissérie
Tools Challenge vol. 02, de Max Andrade
Mangá e Produções Correlatas
Astro Boy vol. 01
Jiraiya – O Novo Império dos Ninjas, de Chris Tex, Santtos e Jhonny Domingos
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, promove o Orgulho Nerd SP 2025. O evento celebra a cultura pop com atrações interativas e experiências únicas. Entre os destaques deste ano está o pré-lançamento exclusivo de Ne Zha 2: O renascer da alma, antes mesmo da estreia nacional nos cinemas.
A exibição acontece nodomingo, 14 de setembro, das17h30 às 20h, no Cine Tokyo, localizado no 1º pavimento do Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), no Parque Ibirapuera.
O Orgulho Nerd SP acontece nos dias 13 e 14 de setembro, das 10h às 20h, com entrada gratuita. A gestão e produção são da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), que preparou uma agenda repleta de atividades voltadas ao público geek, nerd e fã da cultura pop.
A força de Ne Zha 2
Sucesso de bilheteria na China e recordista em 2025, Ne Zha 2: O renascer da alma dá sequência à história de Ne Zha e Ao Bing. Após serem salvos de uma catástrofe, seus corpos ficam à beira da ruína. Para oferecer-lhes uma nova chance, Taiyi Zhenren recorre à lendária lótus de sete cores, numa ousada tentativa de reconstruir seus destinos.
Além da sessão especial, o evento contará com um encontro entre fãs e o elenco de dublagem brasileiro do filme. Assim, no palco Orgulho Nerd SP, também no domingo (14), às 14h, estarão presentes:
Bianca Alencar (voz de Ne Zha)
Mattheus Caliano (diretor de dublagem e voz do Cervo)
Letícia Quinto (voz da Rainha Ao Run)
Gilberto Baroli (voz do Rei Ao Qin)
Ana Helena de Freitas (voz da Garça)
Alexandre Maguolo (voz de Ao Guang)
O grupo compartilhará histórias dos bastidores, os desafios e a experiência de dar vida, em português, aos personagens dessa animação épica.
De todos os shows que tivemos a alegria de cobrir, o Mystical Festival, já se antecipando no nome, foi o que talvez trouxe a experiência mais arrebatadora pelo peso de seu significado. O fandom de visual kei brasileiro é vasto em gêneros, idades, visões de mundo e, claro, antagonismos também, por que não? Mas independente das gerações e das tretas, alguns nomes são consensuais no passar dos anos e o MALICE MIZER definitivamente é um destes nomes. Assim como falar de hide, você pode talvez não ligar muito para as músicas de Mana, Közi e Yu~Ki; mas negar o peso de suas composições nos seus anos à frente do Malice Mizer simplesmente não é coisa que se faz.
Cientes disto, tomamos alguma ciência do peso real do Mystical Fest e seu ineditismo: esta foi a primeira vez de Közi em terras brasileiras. Esperança nutrida por muitos, uma vez que esta não fora sua primeira aparição em terras latino americanas. Um ano antes, o artista esteve no México e o Chile, acompanhado do Kaya e do Mana, para uma festa do chá, seguida de uma apresentação acústica sua no dia seguinte. Há inclusive a chance de algum leitor ou leitora ter ido à ponta Pacífica da América Latina para não perder a oportunidade. Afinal, o tom todo que vem ditando este ressurgimento da cena visual kei é: aproveite enquanto é possível. Nunca se sabe o dia de amanhã.
Por isso, ainda que o evento tenha sido realizado na data mais inusitada possível para um show, numa tarde de uma quarta-feira (é preciso apontar o elefante na sala, não tem jeito), isso não impediu uma longa e cheia fila preenchendo quase a totalidade da Praça Carlos Gomes, grande nome brasileiro da composição musical (autor de óperas, com um busto seu morando bem ao lado do Teatro Municipal do Rio de Janeiro). Apesar da data ter inviabilizado um sold out certeiro, isso não impediu que viesse gente de tudo quanto é canto. E aqui não falo do Rio de Janeiro, que é do lado. Falo do Sul, falo de Sergipe. Falo de pessoas que tiveram que marcae vôos ou tiveram que arrastar seus responsáveis de suas obrigações cotidianas em prol de um sonho inédito.
Sobre o evento em si, é bom fazermos justiça para não pecarmos por negligência: carregando o nome do Mystical Festival estiveram também duas pessoas muito bem carimbadas em apresentações no Brasil: o guitarrista Hizaki, que já veio com o Versailles e o Jupiter e Kaya, que ainda há pouco se apresentara em Brasília, no Anime Summit. Outra marca inédita no Brasil, nem um pouco negligenciável, é que pela primeira vez Kaya se apresentou acompanhado de Hora como Schwars Stein, a dupla gótica que iniciou toda a carreira musical do cantor. E como não há nada de bom que não possa melhorar, os anúncios do Mystical Festival falavam de um novo projeto musical, o MAYOHK (pronuncia-se algo como “Majoatchka”, ou マージョアチェカ, vá entender?) composto pelo mesmo Hora em companhia de… Közi!
As apresentações aconteceram durante a noite, mas a fila para o Cine Joia já era visível desde o meio dia. Por volta das 15:30 as filas começaram a se organizar para a interação com os músicos e nesse meio tempo quem sabe melhor o que aconteceu e como aconteceu foi o público. Deste lado de cá, sabemos melhor sobre os shows em si e seis horas de ônibus não vêm sem sua dose de desconforto, então o redator foi capotar em algum canto para voltar perto das 19h, o horário previsto para o início do Mystical.
O primeiro elogio que esse festival merece logo de cara é na pontualidade de sua execução. Normalmente um atraso ou outro é esperado, até mesmo porque os problemas técnicos amam aparecer de sopetão não importa quantos testes e regulagens sejam feitas com antecedência. Não foi o que aconteceu. Logo assim que o relógio marcou as 19h, Hora subiu ao palco e dirigiu-se ao seu mixer.
Foto: @sucodm / @erickrekishi
Aí morou a primeira grande surpresa do dia. A cabeça do pessimista, que além de não acreditar no que estaria prestes a ver (com uma sensação similar ao “Será isso real mesmo? Não enlouqueci?), jamais esperaria ver o nome principal logo no começo. É lógico que a primeira apresentação seria do Schawrs Stein… até o momento que não foi e Közi subiu para dar início a ADAGIO. O MAYOHK abriu a noite e ali voltei a ser uma criança feliz.
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Vejam só vocês que a conjugação verbal deste artigo já se bagunçou, como é de costume. A verdade é que é um tanto difícil falar deste show de maneira impessoal. E quem poderia, depois de ver um ídolo de adolescência ali na sua frente, coisa que julgava impossível? Como se ouvir Közi cantando ao vivo não bastasse, foi possível conhecer, ainda que por breve momento, o Közi guitarrista em C’est si Bon, faixa título do álbum de estreia do MAYOHK. A guitarra em miniatura que parece ter saído da Tectoy, era na realidade – assim um amigo me esclareceu – uma Traveler, cujo nome não existe de graça, pensada pra viabilizar um vai e vem de cima a baixo pela América Latina. A apresentação do MAYOHK acabou com Sexy Music, onde Hora e Közi compartilhavam os vocais numa faixa animadíssima recheadas de slaps que parecem ter saído de uma faixa do Dead or Alive.
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Findo o primeiro show, as luzes se apagaram e, com muita rapidez, técnicos encheram o palco para ajustar os instrumentos para o show de Kaya e Hizaki. Além da guitarra, havia o baixo de Cero, integrante do Jupiter e surpresa do evento. Era possível vê-lo em meio ao escuro fazendo o papel típico do músico que arruma a casa, posicionando os setlists nos três cantos do palco. A cena foi pessoalmente tocante, porque a gente vê que show é show em tudo quanto é lugar e para qualquer um. De carinha do setlist para outro carinha do setlist, rolou ali uma identificação. De todo modo, a peruca mui mariana de Kaya chegou primeiro que o cantor, arrancado gritos e mais gritos da plateia. O look barroco a la Maria Antonieta do Kaya veio para casar muito bem com o look já bem conhecido do Hizaki, também barroquíssimo, o que rendeu performances teatrais em meio a um setlist com músicas de ambos os artistas.
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O show de performance veio bem a calhar, pois algo na equalização das músicas não casava tanto. Teria algo a ver com o equipamento do Hizaki dando pau poucas horas antes, correndo no improviso com o equipamento do Cero? Não era nada de crítico, apenas um estranhamento (ou chatice) de ouvido de músico. Esses detalhes foram encobertos pelos talentos da vez, seja a maestria vocal do Kaya, que canta muito bem parecendo fazer pouquíssimo esforço ou a destreza descomunal do maior fã de Angra do Japão, Hizaki, que toca firulas e mais firulas na guitarra com a maior e mais aparente facilidade. O que também passou longe das expectativas é que um guitarristas tão virtuoso em solos e no power metal também soubesse timbrar um dos limpos de guitarra mais belos de se ouvir ao vivo!
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Nos MC’s, acompanhados de intérpretes (!!!), Kaya passou várias palavras de carinho e agradecimento para os presentes naquela noite. Também aproveitou para anunciar uma homenagem, “uma música dedicada para os céus”, cantando Pegasus Phantasy, em homenagem ao recém falecido Nobuo Yamada e Pink Spider, em homenagem ao hide, que completaria 60 anos agora em 2025.
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Em seguida, Közi voltou para uma apresentação solo. Mesclando três músicas de sua carreira solo e três músicas do MALICE MIZER, com nada mais que um notebook, um microfone e um sonho (?). O show inédito do artista rubro foi excêntrico da maneira como só o Közi consegue ser. Os coros se amontoavam em Illuminati e Ju te veux, e algum grau de estranheza era provocada em músicas como Dans Erebos, Color me Blood Red e ISM, esta última com coreografias bem explícitas. Afinal, se o propósito da arte é “causar choque”, como parte significante da opinião pública sustenta, então definitivamente ali houve arte. Ou por outra, as pessoas foram assistir a uma apresentação de visual shock e, lo and behold, saíram chocadas.
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Közi se despediu com uma gafe, jogando um “Gracias” para o público, se corrigindo logo em seguida “Gracias janai… obrigado! Te amo! Te amo! Tchau!”. Aqui confesso que o “Tchau!” extremamente bem pronunciado tocou forte no peito. E os gritos de “Közi eu te amo!!” da plateia (que se repetiram para todos os artistas!) acompanharam o artista enquanto este saía do palco, parando no meio do caminho para reger o coro da plateia.
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Por último, para encerrar a noite, veio o Schwarz Stein. Kaya subiu ao palco à moda Olenna Tyrell (coitado, não paro com as comparações mas a imagem não parava de vir à cabeça) e Hora largou a veste modesta no MAYOHK para dar lugar a um traje extremamente distinto e chamativo, saindo de trás da mesa mixer com um teclado personalizado e voltando à mesa apenas para algum ajuste no decorrer das músicas.
Foto: @sucodm / @erickrekishi
A apresentação do Schwarz Stein proporcionou a maior quantidade de fanservice por metro quadrado da noite. Kaya sabia o que as pessoas queriam ver e prontamente entregou. A dupla possuía uma fortíssima presença de palco, dominando os ânimos e as emoções da plateia. Foi oportuno demais entender a dinâmica de palco do Hora em particular, até para ver como alguém aparentemente discreto conseguia interagir de forma tão eficiente com o público. Para além das chamadas e dos olhares, seu “teclado” possibilitava a interação com os samplers como uma performance à parte. Dito de outra maneira, mas que pode parecer pejorativa (longe disso!) o teclado do Hora não faz absolutamente nada. Serve puramente à performance e é muito efetivo nisso! Afinal ele sabe a hora de teclar de acordo com o tempo da música. Não é feito de qualquer jeito.
Ao final de New Vogue Children, o rodeio todo subiu ao palco para uma última interação calorosa com o público: Hizaki, Cero e Közi segurando uma bandeira do Brasil juntaram o coro da despedida. Não sem antes Hizaki dar mais trabalho para a segurança do local, se jogando da grade direto para os braços das pessoas para lá e para cá. Agora imaginem a cara impagável do pobre coitado do segurança que provavelmente nunca se imaginou tendo que fazer a segurança de um guitarrista vestindo um elegante vestido de princesa. A vida te proporciona essas cenas impensáveis e dessa imprevisibilidade vem um tanto de sua beleza.
Mas não menos belo que isso foi o coro generalizado ao som de Au Revoir, onde Közi não teve a menor condição de esconder um largo e genuíno sorriso que marcou os olhares de quem viu. Simplesmente não dava pra ser gótico e sério naquela noite. Naturalmente bem humorado pelo álcool (que quase o derrubou no palco algumas vezes) e pela sua excentricidade, o sorriso de despedida também refletia a gratidão de um artista por ter suas composições queridas e apreciadas quase 30 anos depois.
O Mystical Festival foi de fato uma experiência mística. Afinal, se alguém me dissesse, no auge da ingenuidade dos meus 15 anos, que 16 anos no futuro eu estaria frente a frente com tantos artistas tão incríveis quanto distantes, “Nem por um milagre!” seria talvez a única resposta deste cético de longa data.
Mas quem poderia imaginar? Milagres acontecem.
SETLIST Mystical Fest 2025
MAYOHK
HK ADAGIO C’est si bon Donuts Jerry Journey SEXY MUSIC
Kaya & HIZAKI
Vampire Requiem Curse of Rose ROSE Malefica ARCADIA Pegasus Fantasy (cover) Pink Spider (cover) Glitter Arch
Közi
ILLUMINATI ISM DANS EREBOS HONEY VANITY Ju te veux Color Me Blood Red
Schwarz Stein
SE(Testament) Perfect Garden -Regenerate- LOVER Release me -2025- Haven −2025- CREEPER Immortal Light New vogue children -2025-
Toshikazu Kawaguchi, autor da série
Divulgação/Fundação Japão/Editora Valentina
Campinas recebe neste mês o escritor japonês Toshikazu Kawaguchi, autor da série literária de sucesso Antes que o Café Esfrie. No dia 15 de setembro, ele participa do encontro “Voltar no Tempo, Falar de Agora: Uma conversa com Toshikazu Kawaguchi”, promovido pela Fundação Japão em parceria com a Editora Valentina.
O evento acontece na Livraria Leitura do Shopping Parque Dom Pedro, às 19h, com mediação da influenciadora Jessica Pereira, do perfil literário @jessicawordworld. A entrada é gratuita, mediante ordem de chegada, com limite de 150 pessoas. Além disso, após a conversa haverá sessão de autógrafos.
Durante o bate-papo, Kawaguchi discutirá os principais temas de sua obra: tempo, memórias e escolhas que moldam nossas vidas. Assim, o evento será realizado em japonês, com tradução consecutiva para o português.
Além de Campinas, o escritor também terá compromissos em São Paulo e Manaus.
A série Antes que o Café Esfrie já vendeu mais de 5 milhões de exemplares em todo o mundo, com traduções em mais de 40 idiomas.
As histórias se passam em um café em Tóquio, onde uma cadeira permite viajar no tempo — desde que a jornada seja concluída antes que a bebida esfrie. A narrativa acompanha pessoas comuns que carregam perdas e arrependimentos, mas descobrem que, mesmo viajando no tempo, mudar o passado não é possível.
Sobre o autor
Nascido em Osaka, Toshikazu Kawaguchi é escritor, dramaturgo e diretor de teatro. Sua peça Antes que o Café Esfrie venceu o Grande Prêmio no 10º Festival de Teatro de Suginami, no Japão. Em 2017, o romance homônimo foi indicado ao Prêmio das Livrarias (Honya Taishō) e, em 2018, ganhou uma adaptação para o cinema.
Voltar no Tempo, Falar de Agora: Uma conversa com Toshikazu Kawaguchi
Quando: 15 de setembro (segunda-feira), às 19h Onde: Livraria Leitura – Shopping Parque Dom Pedro (Av. Guilherme Campos, 500, loja 37B) Capacidade: 150 pessoas (entrada por ordem de chegada)
Os jogos são uma forma divertida de interagir com amigos online. Sempre há algo novo para explorar juntos em missões ou no chat.
Na busca por um novo truque, chegamos a caracteres invisíveis. Isso permite que você envie mensagens fantasmas e atualize status vazios em plataformas de jogos, gerando intriga e descrença em seus amigos. A única coisa que resta para eles dizerem é: “Como você fez isso?”
Neste post, buscaremos responder a essa pergunta em detalhes, ensinando uma maneira divertida de interagir com amigos nos jogos. Então, vamos começar.
O que são caracteres invisíveis?
Caracteres invisíveis são espaços em branco codificados usando o sistema Unicode. Eles são detectados por todos os tipos de dispositivos digitais como caracteres legítimos, exceto para humanos, para quem permanecem vazios.
Como criar caracteres invisíveis para se divertir nos jogos?
Existem algumas etapas envolvidas na criação e implementação de caracteres invisíveis em seus videogames. Vamos vê-las em detalhes abaixo.
1) Encontre um gerador de caracteres invisíveis adequado
A primeira coisa é encontrar uma ferramenta ou recurso que funcione perfeitamente para gerar caracteres invisíveis. Para isso, pesquisamos diversas opções online até finalmente decidirmos pela seguinte criar um espaço invisível:
Como o nome sugere, a ferramenta ajuda a gerar caracteres invisíveis em tamanhos e números variados, permitindo que você experimente um pouco a ideia.
Além disso, é totalmente gratuito, permitindo que você crie quantas mensagens fantasmas e diálogos em branco for possível.
2) Extraia os espaço invisível
Passando para a parte de extração, clique no ‘Copiar pequeno’,‘médio’, ou ‘grande’ botões para obter um espaço em branco, de acordo.
Você também pode gerar espaços invisíveis ilimitados e copiár los usando o Método 2.
Por fim, é hora de verificar o sucesso do processo de extração. Cole os caracteres vazios copiados no ‘Teste’ caixa. Se você vir o número de caracteres mudar no contador abaixo, então você fez bem. Se não for o caso, repita os dois primeiros passos com cuidado.
3) Implemente-os em seu jogo
A última etapa do nosso procedimento é utilizar os caracteres invisíveis do jogo. Para isso, veremos uma demonstração de Animal Crossing: Novos Horizontes, em que enviaremos cartas vazias aos nossos amigos só para vê-los de queixo caído!
Agora, queríamos tentar algo diferente. Então, entramos nas configurações do sistema do nosso console Switch e no “Apelido” menu. Uma vez lá, escolhemos uma combinação de caracteres invisíveis e visíveis como nosso novo nome de usuário no console.
“m ig hty he ro67”
Isso pode parecer estranho agora, mas as pessoas vão adorar quando um nome como esse aparecer Mario Kart 8 Deluxe, deixando-os intrigados para aprender o truque.
Existem muitas maneiras pelas quais caracteres invisíveis podem adicionar criatividade e diversão à sua interação com amigos nos jogos. Então, continue explorando outras maneiras de se divertir online!
Palavras Finais
Utilizar caracteres invisíveis em jogos da Nintendo oferece uma maneira criativa e divertida de interagir com amigos.
Ao gerar e implementar esses caracteres, os jogadores podem criar mensagens fantasmagóricas intrigantes e nomes de usuários exclusivos, despertando curiosidade e conversa entre amigos.
Como demonstrado em jogos, essa técnica simples pode melhorar sua experiência social, adicionando um elemento de surpresa e prazer às interações online.
No entanto, recomendamos que você continue explorando novas maneiras de aplicar o método mencionado em outros jogos também. Aproveite suas sessões de jogo ao máximo!