Salve tomadores do SUCO! Estivemos os 5 dias na Brasil Game Show 2016 e vamos agregar toda a experiência desse magnifico evento, relatando o que de bom aconteceu nesses maravilhosos dias dentro dos jogos que testei.

Bem, antes das reclamações: FIFA e PES não estão inclusos…

Um novo templo para grandes momentos

Logo ao entrar no evento você esbarrava com grandes estandes como Xbox, PlaystationUbisoft, Warner Games, NVIDIA e Hyper X, com muitas atividades para o público do evento. Na Ubisoft, testei o Steep, um game esportivo com esportes de neve, sendo que o snowboard fora o melhor para mim, mesmo sentindo que faltava um tutorial dentro da demonstração do jogo. Isso ajudaria bastante para efetuar manobras e tudo mais! Detalhe: a física do jogo é excelente ao meu ver, porém não vejo muito sucesso desse jogo por terras canarinhas.

A Warner Games estava com o lindo casebre de Resident Evil VII, porém não era o VR. Lá, pudemos jogar a clássica primeira demo que foi disponível para os assinantes da Playstation e para a imprensa, estava rolando uma demo nova: LANTERN – detalhe que a cabana que estava instalada, era relativa ao demo que foi disponibilizada para todos na PSlive.

O Batman VR estava lá presente também, mas eu fiquei decepcionado porque apenas 12 pessoas por dia e com uma senha, poderiam jogá-lo… tentei… não consegui, pois, o evento não abriu todos os dias no horário padrão e a distribuição dessas fichas foi um mistério. Algumas deve estar em Arkham.

Na NVIDIA joguei a demo da campanha do Gears of War 4, e para quem não botava fé, está excelente, tanto graficamente como a jogabilidade dinâmica. Também testei o jogo For Honor, que me decepcionou muito nessa feira. For Honor trouxe uma grande proposta, porém o jogo não é fluído: o protagonista é lerdo e os comandos para a defesa e “parry” são confusos – principalmente no teclado e mouse.

Os pilares da fundação

A XBox trouxe vários jogos e muitas atividades com o público, como as competições e os alçapões (se você ainda não foi, recomendamos). Gears of War 4 era um dos privados, o modo de jogo era horda de inimigos, o qual o início era bem tranquilo e depois da 5ª onda ficava muito difícil. Não se sabe bem dos detalhes do enredo, porém a missão inicial temos Marcus (protagonista da série) já com uma idade avançada, porém que os Swarms estão causando problemas.

Halo Wars 2, um real time strategy, não estava tão frequentado, porém quem jogava além de ter explicação do jogo pelos staffs ganhava um megablock de brinde. Você era instruído a construir prédios cuja funcionalidade eram novos soldados ou naves de guerra. O campo de batalha consistia em 3 bases principais e 4 pequenas para conquistar e ao término dos 15 minutos, o time com mais pontos de conquista ganhava! Porém, LEROY JENKINS tomou minha alma e numa partida eu e meu time derrotamos o outro em 5 minutos de jogatina.

O Dead Rising 4 iniciaria minha caminhada de bugs: consegui deixar o Frank West invulnerável colocando metade do corpo dele dentro do chão. Os comandos para trocar armas e itens eram simples, mas a manutenção das escolhas complicava. Poxa eu perdi o machadão elétrico fuderoso por que ele pegou um prego do chão… sério?!

Na Playstation, o que me chamou atenção foi o Gran Turismo, disponível com o volante de controle um um confortável acento. O jogo em si respondia muito bem, além de ser muito bonito graficamente, consegui a façanha de ficar na pole position por duas voltas!

Eu participei das três palestras que a PS ofereceu: Horizon Zero Down, Detroit Become Human e The Last Guardian. Horizon Zero Down é a cartada de sucesso, com uma ideia incrível. O gameplay refletia uma suavidade dos controles e uma dinâmica muito forte e durante a palestra perguntei “Qual é, até então, a maior dificuldade da equipe dentro do jogo?” e a resposta foi: a anatomia das criaturas dentro do jogo e como elas vão reagir com os comandos que o jogador irá realizar.

Detroid Become Human vem das raízes do Heavy Rain, um jogo de escolhas que definira seu futuro. O gameplay exclusivo mostrava já o trailer da E3 com uma hora falhando a missão e outra obtendo sucesso resgatando a criança. Dentro do jogo ,as escolhas de procurar evidencias e refazer a cena do crime será fundamental assim como falhar uma missão pode acarretar consequência durante o jogo.

The Last Guardian… é a franquia que sempre surpreende. Com cancelamentos e atrasos, a demo dos minutos iniciais mostra um gráfico abaixo do esperado, remetendo até mesmo gráficos de PS2 (sério), com uma gameplay lenta e não tão envolvente. De início não sei se irá render bons frutos.

E a grande surpresa foi o tamanho que a CD Projekt Red montou o estande para o GWENT. Me sentia quase dentro de uma taberna medieval em festa de comemoração ao reinado de Gerald of Rivia.

A aposta no cardgame é muito interessante e é um jogo excelente – para quem jogou no The Witcher 3-  como uma boa remodelada gráfica e animações muito legais, além de um upgrade em habilidades e temas para os baralhos.

Na demonstração apenas dois decks estavam disponíveis, porém, para quem jogou foi uma renovação e para quem viu pela primeira vez uma inovação. Só queria ter jogado uma com a nossa querida Sonika Trish (;P).

 

Os Indies!!!

A melhor parte da Brasil Game Show 2016 foi testar os indies e ver o quão forte estão as produtoras brasileiras, avançando no mercado de jogos. Nos principais estandes haviam salas de jogos portados para os consoles, como 99 Vidas e Rocket Fist.

Dentre outros que eu joguei, vale ressaltar Tiny Little Bastards da Overlord Game Studios, um jogo que passou por uma nova pincelada gráfica e de plataforma, onde temos a missão de um anão proteger a sua cerveja: temos de sair do porão da taverna até lugares antigos da região! Do gênero plataforma, ele tem uma boa pegada do estilo Megaman. Acesse o SITE AQUI.

Joguei o Holy Avenger que foi nostálgico e muito empolgante. Você pode visualizar a matéria especial aqui!

Conheci dois jogos de lutas que me fizeram rir muito. Enquanto um apela originalidade, o outro pelo fator nostálgico: G.U.T.S. e Cock Fighter.

O G.U.T.S baseia-se numa arena na qual os lutadores se digladiam em busca de arrancar todos os membros dos oponentes. Os comandos são simples, de forma que cada botão é um membro e cada golpe acertado infla uma barra de especial, que no final ativa uma habilidade especial e que se acertar o inimigo, ele desmembra um ou mais membros. Brutalidade e diversão na qual merece um jogo que os personagens não tem uma barra de vida! Conheça mais o JOGO AQUI.

O Cock Fighter quer provar que você não é um mero franguinho de granja e sim, o verdadeiro galo de briga! Com uma pegada bem clássica dos jogos de luta, nosso protagonista galináceo lembra muito bem o Ryu, com um estilo de combos aéreo interessantes. Saiba mais AQUI.

Havia muitos outros jogos disponíveis para a galera desfrutar da mesma forma que o pessoal estava fazendo filas e filas para jogar aqueles que chamavam a atenção, não deixem de conferir as produtoras que estão no site da Brasil Game Show e ver diversos projetos. Todos podemos ajudar a desenvolver cada vez mais esses game jogando as demonstrações e relatando as críticas e os bugs!

Fechando as cortinas!

A Brasil Game Show 2016 foi épica, a mudança do local colaborou em muito, principalmente para o conforto do pessoal. Havia momentos que não parecia que havia uma fila que levaria uma hora – para jogar Horizon – e a distribuição da praça de alimentação ficou excelente. Acho apenas que o espaço próximo do estande do YouTube poderia ser bem mais aproveitado, da mesma forma que os indies poderia estar melhor iluminado!!!

Não acompanhei os campeonatos que estavam rolando pois perdi umas calorias na sessão Arcade dançando uma PUMP, e da mesma forma que dancei me despeço de vocês!

BGS até o ano que vem!!!