Novidade na área! Em um comunicado para a imprensa, a Crunchyroll anunciou a dublagem de quatro títulos desta Temporada de Outono 2020, são eles: Jujutsu Kaisen, TONIKAWA: Over the Moon for You, Noblesse e I’m Standing on a Million Lives.
Com as Dublagens Expressas, fãs terão ainda mais opções de desfrutar das séries mais populares do momento da maneira que preferirem, seja com legendas ou com dublagem, em lançamento quase simultâneo com a transmissão na TV japonesa.
Todas as séries estarão disponíveis em português brasileiro, espanhol latino-americano, francês e alemão, para usuários Premium do Brasil e de Portugal, com lançamento semanal. Confira abaixo a ficha técnica de cada uma, com datas de lançamento e elenco de voz principal
A expansão do K-POP pelo mundo ajudou a popularizar não só a música, mas também a diversidade da cultura coreana, sobretudo a requintada gastronomia. A culinária coreana é rica em sabores que agradam aos mais diversos paladares pelo mundo e isso inclui o brasileiro. Pensando nas habilidades daqueles que estão sempre conectados e visando apresentar novos sabores, o Centro Cultural Coreano do Brasil em São Paulo realiza este mês o “1º Concurso de Hanshik Youtuber”.
“Pretendemos mostrar os variados sabores da culinária coreana, que vêm ganhando o mundo junto a onda cultural do Hallyu. Acredito que a comida tem o poder de unir as pessoas e confortá-las, principalmente durante este período sensível de pandemia. Esperamos a participação de muitos admiradores da cultura coreana!”, destacou Kim Wankuk, diretor do Centro Cultural.
O concurso acontece online e receberá inscrições até o dia 22 de Novembro. Para participar não é preciso ser um youtuber ou chef profissional. Basta escolher uma receita do livro “Eu Amo Comida Coreana!” e gravar um vídeo fazendo o prato selecionado. O participante ainda poderá fazer alterações na receita, da forma que preferir.
Os vídeos devem ser enviados para o e-mail eventos@kccbrazil.com.br, que serão avaliados por jurados profissionais do Centro Cultural Coreano do Brasil. O anúncio do vencedor será feito no dia 30 de Novembro de 2020. Serão premiados 5 participantes, sendo: 1º lugar (1 pessoa), 2º lugar (2 pessoas) e 3º lugar (2 pessoas). O prêmios terão valores de R$1.000, R$500 e R$300, conforme as classificações dos candidatos. Além da premiação em dinheiro, os melhores vídeos serão publicados no canal do CCCB no YouTube. Os editais de participação podem ser lidos na postagem oficial da organização.
Recentemente a Riachuelo anunciou a primeira coleção inspirada em Assassin’s Creed. Destinada ao público adulto, a coleção contempla um mix de camisetas que variam entre R﹩ 39,90 e R﹩ 49,90, disponíveis nas lojas físicas e e-commerce da marca.
Confira abaixo os modelos:
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A varejista é a primeira a lançar uma coleção inspirada no game da Ubisfot no Brasil e segundo a Gerente de Licenciamentos da Riachuelo, Julia Medeiros, a companhia investe no mundo dos games desde 2015 e lidera o segmento. “Temos uma autêntica trajetória na cultura pop e no mundo dos games. Fomos pioneiros e atualmente somos a varejista brasileira com mais licenças ativas trazendo licenças para todos os públicos. Procuramos a Ubisoft pelo grande sucesso da franquia e para atender aos pedidos dos nossos milhares de clientes que são jogadores e fãs desse jogo que é um fenômeno em todo o mundo. Desenvolvemos as peças com um time especializado em gamers para trazer uma coleção incrível buscando sempre superar as expectativas dos fãs”, afirma.
O último game da franquia, Assassin’s Creed Valhalla chegou dia 10 de novembro para PC, PlayStation 4, Xbox One e Google Stadia, e Xbox Series S | X. Também estará disponível para PlayStation 5.
O grupo japonês FAKY lançou um videoclipe para sua última música, “little more”. Tendo em conta o contexto social de 2020 que obriga muita gente a se abster e restringir para prevenir novas infecções Coronavírus (COVID-19).
Este videoclipe expressa aquele sentimento conflitante de frustração que elas acreditam que deve ser canalizado, pois é um sentimento que está a apenas um passo de se tornar um sentimento de empoderamento. Assista abaixo:
Este é o segundo single após o lançamento de “Darling (Prod. GeG)” produzido por GeG do Hentai Gentlemen’s Club e sua trilogia de single dance. As expectativas eram altas para o lançamento deste videoclipe, já que esta é sua nova música dance há algum tempo, desde o lançamento de seu single “NEW AGE”, que foi lançado em novembro do ano passado.
Para atender às expectativas dos fãs, este videoclipe permitirá que os fãs apreciem a dança do FAKY ao máximo e mostrará um grupo ainda mais poderoso. Particularmente a cena em que o FAKY saiu do espelho para confrontar o FAKY no mundo real em uma batalha de dança que expressa visualmente a letra da música que representa o conflito que todos têm consigo mesmos.
A dança para este videoclipe foi coreografada por uma equipe de dança norueguesa “Quick Style”. Eles coreografaram para artistas como “Boy With Luv” do BTS e “Kick It” do NCT 127 e esta é a primeira vez que coreografam um grupo japonês. Sua coreografia delicada e ousada junto com belas formações canônicas acompanhadas por batidas finas é imperdível.
Comentário do Quick Style:
Estamos muito entusiasmados por trabalhar com um grupo feminino pela primeira vez. Isso será diferente dos grupos anteriores com os quais trabalhamos, como NCT, SuperM e BTS, mas como já temos um relacionamento próximo com o Japão, pareceu-nos muito natural trabalhar com o FAKY.
FAKY e AVEX tornaram esta experiência ainda melhor, colocando toda a sua confiança em nosso trabalho e visão para as meninas.
Acreditamos na música pop japonesa e no potencial de seu valor de apresentação. É por isso que nossa missão é fazer com que o J-POP alcance nível internacional em arte, coreografia, apresentação e qualidade.
Esperamos poder trabalhar mais com a indústria musical japonesa no futuro e fazer parte do desenvolvimento artístico.
Comentário das FAKY:
“Esta foi minha primeira música de dança em um tempo, e a filmagem foi uma luta contra mim mesmo, tanto física quanto mentalmente!” -Hina-
“Este é o primeiro videoclipe em que o FAKY dança do começo ao fim. Gosto muito da cena em que danço olhando para mim mesmo.” -Mikako-
“Temos lançado músicas suaves desde o início deste ano, então acho que estou muito feliz por podermos lançar músicas dançantes que os fãs possam desfrutar.” -Lil ‘Fang-
“A razão pela qual o título é “little more / um pouco mais” é porque com tudo o que está acontecendo ao redor do mundo, é muito difícil saber como nossos dias seriam a partir de agora. Tudo o que sabemos é que estamos progredindo um pouco mais e tentamos encontrar maneiras de contornar a situação para que em breve possamos voltar ao normal ou talvez um novo normal. ” -Taki-
“Este videoclipe é um reflexo literal das letras das músicas nas quais estamos chegando a um acordo com nosso eu interior enquanto lutamos para entender o que isso realmente significa; estilo de batalha de dança épica haha. “-Akina-
O ano de 2020 viu crescer uma febre em volta das vtubers que ultrapassou e muito as nossas expectativas da última vez que tratamos sobre o assunto; e essa explosão ainda há de ser merecidamente tratada aqui em outro artigo. Mas hoje vimos um tijolinho a mais nesse grande castelo: duas vtubers famosas por sua interação com o público brasileiro simplesmente foram recebidas pelo embaixador do Brasil no Japão!
São elas a Ayapan e Jajami. As duas youtubers frequentemente fazem lives para aprender mais sobre a língua portuguesa, após verem um crescimento de seguidores brasileiros em suas redes sociais. Ayapan explicou desde o mais básico: o que é uma embaixada, o que é um embaixador, quem projetou o edifício da embaixada brasileira, tudo isso para enfatizar a importância da visita e o vínculo entre os dois países.
Nessa ocasião, o embaixador Eduardo Paes Saboia foi apresentado ao trabalho das duas como youtubers e este lembrou a proximidade do Brasil e do Japão com o apreço mútuo pelas suas culturas, citando a amizade entre Maurício de Souza e o lendário mangaka Osamu Tezuka. Ele encorajou uma futura visita das vtubers ao Brasil, uma vez que o mundo volte ao normal.
O vídeo mostra uma edição japonesa da Turma da Mônica
Essa amizade entre os dois autores foi bem lembrada pelo filho de Tezuka na Bienal do Livro, o cineasta Macoto Tezka, com quem batemos um curto mas precioso papo e você pode vê-lo AQUI!
Maurício de Sousa na Bienal do Livro 2019, celebrando a vida e obra do amigo Osamu Tezuka
Você confere o vídeo dessa visita com legendas em português aqui:
Somando à esteira das histórias protagonizadas pelo mundo nórdico, que contam com obras como Vikings (2013), Assassins Creed: Valhalla e Vinland Saga, a Editora Conrad traz uma tradução de um dos livros da jornalista e romancista Johanne Hildebrant. O título do livro “SIGRID: A Saga de Valhala” leva o nome de sua protagonista, Sigrid, nobre sueca que viveu no século X e é sobre ele que falaremos neste REVIEW.
VALHALA NO SÉCULO 21
Sigrid é mencionada em um antigo épico chamado Heimskringla, escrito no século XIII. Sua postura intransigente, desafiadora e apega às tradições nórdicas talvez serviram de inspiração para que Hildebrant pudesse reconstruir sua história em formato de literatura, bem como recontar toda a mitologia nórdica abraçando a supremacia feminina, onde Freia repousa no topo da hierarquia dos deuses.
SIGRID é narrado de forma tripartite, com três protagonistas: dois históricos, uma inteiramente fictícia. Temos Sigrid, a nobre sueca que recebe uma visão de Freia e é entregue a um casamento arranjado, Emma, uma escrava que desperta dons espirituais por intermédio da valquíria Kara e, por fim, Sven, o futuro Rei Sueno I, que no livro ainda é um jovem rapaz lutando com os jomsvikings e construindo um nome para si.
A história de Sven é o conto épico comum; um bastardo que luta para ser reconhecido e eventualmente se rebela contra seu pai, Harald Dente Azul. Fatos históricos podem ser considerados spoilers? Dificilmente. Além do quê, se alguém já assistiu Vinland Saga, já vai ter ligado os pontos e percebido que um dos protagonistas de SIGRID é o pai de um dos personagens principais do anime: o príncipe Cnut, filho de Sven e futuro rei tanto da Dinamarca quanto da Inglaterra.
Se Sven tem sua parte em um livro que glorifica o feminino e execra o masculino, mostrando todos os vícios de pagãos e cristãos (os últimos ainda mais, mas chegaremos lá), é porque ele é um pedestal para que a história de Sigrid resplandeça com mais vigor, tendo sido este marido dela afinal (segundo o Heimskringla). Em SIGRID, Odin é jogado para escanteio e Valhala adentra os portões do século 21: Freia é a maior das deusas, as sacerdotisas fazem os homens se curvar com sua autoridade e toda a vergonha e inglória é destinada àqueles que violentam as mulheres.
Se SIGRID consegue construir uma interessante história de conflitos políticos entre reinos, narrar de forma intrigante o baile de máscaras das relações de corte e montar boas reviravoltas, isso vem com um custo: seu antagonismo pessimamente construído.
FREIA GOOD, CRENTES BAD
Alteridade. Essa é uma palavrinha que não circula muito no dia-a-dia, bastante nichada pra ser bem sincero. Mas vital para se compreender o mundo e o relacionamento entre diferentes pessoas. Se a ordem do dia é a “diversidade”, conhecer sobre a alteridade, sobre tudo aquilo que diz respeito ao Outro, àquele que está além de Mim é um imperativo.
IGRID é um livro que pouco se importa com isso e executa sua relação com a alteridade de um jeito bem fraco, para não dizer pedante.
Até posso imaginar as razões para isso. É com certeza uma questão de público. É da natureza do público-alvo da cultura nórdica ter profundos ressentimentos com a expansão cristã pela Europa. Essa raiva só deve aumentar quando a história mostra que o menos favorito dos filhos de Sven, Cnut, tornou-se um rei cristão de três monarquias unificadas (Sigrid mostra-se continuamente enojada com qualquer interação com um cristão). Ainda que Vinland Saga tenha transformado Cnut em uma espécie de rei nietzschiano, tomado pela vontade de potência, os vestígios históricos sobre ele ainda apontam fortemente nessa direção.
Por isso que essa empreitada literária, apesar de literatura, se manifesta como um protesto contra a História, quase um manifesto contra o curso do tempo. E isso é ainda mais evidenciado nas cenas protagonizadas por Emma, a profetisa. Seu transe triunfante que perpassa todo o livro atinge o seu ápice quando ela faz de um monge o totem de todas as penúrias que ela passou na mão de todos os homens. E o livro não mede esforços para descrever tanto o monge como qualquer outro cristão da forma mais caricata possível. A alteridade em SIGRID é dessa mesma ordem: o Outro é um ser que balbucia, um fanático, um fora-de-si, um obcecado em manipular mentes, um iludido predestinado à derrota e qualquer outro adjetivo que você espera vindo de um adolescente, que não deixa de ser o público-alvo de SIGRID. Mas esse trato quase ufanista que Hildebrant faz das antigas tradições torna SIGRID quase uma versão pagã de “Deus Não Está Morto”.
CONCLUSÃO
A boa notícia é que nem sempre uma história muito complexa é algo necessário; sequer desejado. No que diz respeito à cultura pop, nada mais pop do que “pagans good, christians bad”, então SIGRID é um livro que cumpre com excelência o trabalho de ser apelativo ao seu público lavo. E sim, Hildebrant constrói ótimas personagens femininas. De estratos sociais diferentes, Sigrid e Emma eventualmente convergem em um destino em comum, unidas por uma reverência a algo maior que as duas. Esse apelo (acidental ou não) ao transcendental dá profundidade ao livro.
Não quero, entretanto, me alongar nas personagens em si. SIGRID é bem escrito e suas cerca de 350 páginas voam pelos olhos, então vale muito mais a pena testemunhar esse desenvolvimento por si só e dar uma chance ao livro de Johanne Hidelbrant. Ele possui uma sequência já lançada pela autora e faria bem ver essa continuação traduzida, completando a história em português.
Procurando por um modelo que proporcione gráficos melhores ou altas taxas de quadros por segundo? Não sabe como fazer a escolha corretamente? Então este artigo é para você!
Planejamos um guia com cinco dicas para te ajudar a dar um veredito que caiba em seu bolso. Buscamos alguns modelos disponíveis no mercado brasileiro, abordando componentes essenciais que você deve prestar atenção na hora da compra.
O que você quer jogar?
Primeiro, você deve se perguntar qual jogo quer jogar em seu smartphone. Atualmente, games como ARK, Mobile Legends, Free Fire, Fortnite, Genshin Impact, PUBG Mobile, Asphalt 9, Call of Duty Mobile, estão entre os mais populares.
Como o foco por aqui é games, componentes como a câmera acabam ficando em segundo plano, já que o processador é o hardware essencial para sua jogatina ser tranquila. Com este ponto de partida, fica mais fácil delimitar qual faixa de aparelho buscar; seja um modelo mais de entrada, intermediário ou parrudo.
Um complemento dentro deste aspecto é estar ligado nos requisitos mínimos que a desenvolvedora do jogo divulgou, assim você não corre o risco de ter um hardware que não demande um desempenho satisfatório no que você quer jogar. Na dúvida, pegue sempre o superior às recomendações para garantir a performance que deseja.
Não precisa ser um “smartphone gamer”
Um fator que acaba confundindo o público que busca jogar em smartphone: o aparelho deve ser “GAMER”, com a estética ou com softwares dedicados a melhorar a performance? Isso não é determinante!
O principal aqui é o seu aparelho contar com um conjunto de hardware compatível com o que você busca, seja no processamento gráfico, capacidade de bateria e ergonomia – você não quer jogar sentindo-se desconfortável, não é mesmo?!
Apesar das empresas terem suas linhas focadas em Fotografia, Trabalho e Games, é possível achar bons modelos em cada um destes nichos. Então, fique atento às especificações!
Focar no Hardware
A principal característica para seu sistema não ter travamentos durante as jogatinas – e poder rodar os jogos com uma alta taxa de quadros – é a potência do cérebro de seu aparelho: o Processador!
Idealmente, buscamos um processador com diversos núcleos, como um octa-core (8 núcleos) e a maior frequência possível – é neste último que entra os Gigahertz. Quanto mais núcleos, maior a capacidade de seu smartphone rodar tarefas simultâneas, seja na quantidade de efeitos mostrados em tela ou na velocidade de cálculos que ele precisa fazer. Tudo isso, em conjunto com a placa gráfica disponível.
Vale lembrar que o processador e sua placa gráfica também ajudarão na reprodução de vídeos (como do YouTube) e na execução de sua câmera (e efeitos), por exemplo. Não só em jogos, mas quão melhor estes dois componentes forem, mais agilidade você terá em suas tarefas.
Durabilidade
Quanto mais avançado for o hardware, melhor será a durabilidade. Com isso, a sua escolha proporcionará uma melhor usabilidade e menos travamentos no decorrer dos anos. Apesar de ainda serem populares, modelos de entrada com 2 GB de RAM, como o Samsung Galaxy A10 ou Redmi 8A, são apenas indicados para jogatinas casuais e programas leves. Esta quantidade de memória é impensável para quem busca jogos robustos e agilidade em aplicativos. Você não quer que seu jogo favorito “feche do nada”, não é mesmo?!
Opte por configurações de pelo menos 3 GB, como a de um Samsung Galaxy A20 ou Redmi 8. Caso pretenda usufruir de mais aplicativos rodando ao mesmo tempo, há modelos com 4 GB, como o Samsung Galaxy A51 ou Redmi Note 8; ou ainda 6 GB, como o Redmi Note 8 Pro, são os mais indicados. Quanto mais memória RAM, mais informações o seu processador terá à sua disposição, o que faz com que o dispositivo “perca” menos tempo procurando por dados para te mostrar na tela.
A “outra memória” de seu smartphone também é sinônimo de longevidade. A capacidade de armazenamento é o quanto seu aparelho consegue guardar de dados, seja com aplicativos, sistema operacional ou jogos. Atualmente, jogos mais casuais não ocupam tanto espaço, mas outros como um Genshin Impact, por exemplo, acabam alocando pelo menos 6 GB de sua memória interna.
Fuja dos modelos com 16 GB e busque, no mínimo, os de 32 GB. Nestes casos, ainda é possível melhorar sua capacidade de armazenamento com um cartão de memória externo. Idealmente, hoje se recomenda modelos com 64 GB e 128 GB, que propiciam durabilidade, menos backups e formatações, sem a necessidade de um cartão externo.
Outras dicas / extras
Um fator que eu gosto de priorizar é a ERGONOMIA do aparelho. Onde estão os botões e gatilhos? Como eles auxiliarão na hora da jogatina? E o local dos alto-falantes? Seus dedos acabam “tapando” o som do jogo, caso queira jogar sem fones?
Tudo isso é bom levar em consideração e, caso não possa fazer uma visita para ver o aparelho pessoalmente, pesquise em vídeos de REVIEWS na internet sobre aquele smartphone que lhe agrada, reparando a disposição dos botões e como o design pode te ajudar na sua PLAY.
Já com relação à tela, ela não irá melhorar seu desempenho num jogo, mas fará diferença na forma como o game será renderizado. Para um melhor apreço por seu jogo, telas Full HD ou Full HD+ propiciam uma resolução agradável aos olhos – ainda mais se for em telas maiores.
Caso opte por modelos da Apple como iPhone 11, 11 Pro, 11 Pro Max, SE e XR, apesar de não serem Full HD, a qualidade da tela Retina proporciona uma alta nitidez e suavização de bordas nos pixels, o que acaba deixando a tela mais natural – e o jogo até mais bonito. É claro que, além do jogo, a tela Retina vai ser um plus para quem busca um dispositivo para entretenimento.
Dentro deste aspecto, telas maiores, com mais brilho, HDR e LED, acabam tomando mais de sua bateria, diminuindo o tempo útil de gameplay. Se teu aparelho conta com menos de 4.000 mAh, evite colocar o jogo no máximo por muito tempo, pois seu hardware terá de “trabalhar” mais, ocasionando mais processamento e recursos energéticos.
Detalhe importante: baixe o jogo SEMPRE EM LOJAS OFICIAIS! Assim, você evita problemas e vírus em sem dispositivo.
Dica: Black Friday KaBuM!
O Black Friday 2020 do KaBuM! terá produtos com até 80% de desconto. É a oportunidade que nenhum Ninja pode perder! Esta pode ser sua chance de trocar de smartphone, seja no site oficial ou no app (disponível tanto na Google Play quanto na APP Store).
Para agilizar o processo e aumentar as chances de garantir a oferta, nós já aconselhamos você a se cadastrar no site, inserir seus dados corretamente e favoritar os produtos que está de olho.
Em um lugar sereno corrompido por raízes avermelhadas o player se torna Maya em um puzzle 3D lançado pela Pathea Games, produtora conhecida por My Time at Portia, em uma narrativa onde é necessário colocar em ordem flashbacks desorientados para compreender o que aconteceu com o mundo. Este é Ever Forward.
O game se divide em três partes. Exploração, onde é possível caminhar livremente por um cenário relaxante que serve de plano de fundo para a escolha das fases. Os puzzles, que que servem como quebra-cabeça para a terceira parte, os flashbacks, e assim entender a história. Uma parte encaixa-se perfeitamente na outra.
A maior parte da história se passa em uma espécie de simulação, em um ambiente muito menos amigável que a praia. E é nesse ambiente onde o game te desafia com puzzles para chegar aos flashbacks. Com movimentos limitados a andar, jogar e pular, o player é desafiado a usar a criatividade para solucionar como percorrer os níveis.
Gradativamente mais difícil o jogo apresenta a cada nova fase uma característica nova no cenário, como elevadores, plataformas ou paredes que impossibilitam a passagem e essas decisões de design atrelando-se ao fato da personagem ser uma criança, gera a sensação de cuidado e medo no jogador.
O cuidado com o visual do jogo, tanto na praia quanto nos cenários de puzzles, se destaca. Cores bem definidas representam hora a necessidade de calmaria, hora a representação de dificuldade e perigo.
A beleza visual, no entanto, se perde nos momentos de flashback, o que é decepcionante já que a parte principal é entender o que acontece com o mundo e como chegamos até ali e durante os flashbacks perde-se a beleza geométrica dos puzzles ou a tranquilidade da praia.
Outra ressalva ao game é o fato dos puzzles não serem lineares, ou seja, não se tornarem mais difíceis conforme a narrativa caminha para o clímax. O player tem a liberdade de escolher quais puzzles fazer e por vezes é possível se encontrar em uma fase mais fácil ou mais difícil que não corresponde a emoção da cutscene que vem a seguir.
A necessidade criada no player de descobrir o que vem a seguir, com base no ar de mistério que a narrativa gera, é o ponto alto do game que entrega ao final de cada puzzle exatamente o que o player precisa e a curiosidade que nos foi provocada, é suprida. Um bom puzzle game.