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Returnal | Exclusivo do PlayStation 5 tem mistérios revelados

Returnal

Returnal, o  exclusivo do PlayStation 5 com data de lançamento prevista para o próximo mês, recebeu um trailer revelando informações acerca da sua misteriosa história. Em seu artigo publicado no PlayStation Blog, Greg Louden, designer narrativo que faz parte da equipe responsável pelo jogo, esclareceu os tópicos apresentados no trailer.

Uma missão de reconhecimento não autorizada que deu errado

Na história, a exploradora grego-americana chamada Selene embarca em uma missão contra as ordens da ASTRA, e viaja para o planeta alienígena Átropos atrás do sinal de transmissão da “Sombra Branca”. Ao chegar, ela cai em uma floresta e descobre ruínas de uma civilização alienígena cheia de estátuas, portões, xenotecnologia e cadáveres alienígenas. Cercada por um ambiente hostil, Selene se vê ameaçada pelas criaturas nocivas que a atacam, assim como as outras ameaças deixadas pelos antigos habitantes deste mundo.

“Com Selene, os jogadores descobrem este mistério juntos e têm que lutar contra as criaturas, armadilhas, perigos e elementos mais hostis de Átropos. É uma história que você deve reconstituir com Selene e interpretar através de nossos ambientes, design de som e elementos de história puros.”

Como o mundo muda para desafiar você

Após o acidente, Selene busca informações sobre o planeta alienígena examinando a xenotecnologia enquanto encontra recursos úteis, porém, com o passar do tempo ela acaba não resistindo e morre despertando novamente na cabine de sua nave momentos antes da queda. Ao deixar o local, ela percebe que o mundo mudou seu ambiente tornando sua jornada diferente a cada ciclo e renascimento.

“Cada local em Átropos muda a cada morte e renascimento, dando a Selene e aos jogadores um novo desafio a cada retorno. É um ciclo sem fim, onde nem mesmo a morte é uma fuga.” 

Reviva outros ciclos que não sejam seus

Ao examinar as estátuas holográficas, chamadas de Xenoarquivos, e as escritas encontradas em Xenoglifos, o jogador descobre a história da civilização alienígena. Também é possível encontrar os próprios cadáveres de Selene pertencentes a outros jogadores, contendo projeções de suas mortes.

“As projeções mostram as mortes de outros jogadores em Returnal, na conclusão você pode decidir limpar os restos em busca de itens ou vingar sua morte, desencadeando eventos que são melhor descobertos quando você joga.”

Descubra um mistério mais profundo na primeira pessoa

Como mostrado no trailer, Selene encontra uma casa que é estranhamente familiar para ela, ao escolher entrar nessa casa o jogador passa a viver uma história em primeira pessoa, trazendo uma experiência mais íntima aos confrontos da Selene diante de seus eventos familiares dentro de si. 

“Também temos uma história cinematográfica ousada, sombria e nova para contar (…) Para mim, é uma história sobre autodescoberta, progresso e quebra dos ciclos em que nos colocamos.”

Returnal tem data de lançamento prevista para o dia 30 de Abril e já está disponível para pré-compra com duas opções de edições distintas, oferecendo trajes e itens de gameplay.

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PlayStation 5 | Novo controle VR é anunciado

PlayStation 5

O vice-presidente sênior Hideaki Nishino, responsável pelo planejamento e gerenciamento da plataforma Sony, anunciou nesta quinta-feira (18) o controle VR de PlayStation 5. O novo controle promete uma maior sensação de imersão nas experiências de realidade virtual, juntamente ao seu formato ergonômico e seus recursos tecnológicos. 

Design

O novo controle VR possui o formato de “orbe” com uma ergonomia pensada para ser confortável de segurar em ambas as mãos. Seu formato proporciona ao jogador um alto grau de liberdade, para que seus movimentos sejam feitos de forma natural e crie experiências exclusivas de jogabilidade.  

Recursos

Através dos vários recursos do novo controle VR, os jogadores podem sentir e interagir de maneira muito mais intensa. Seja através da sensibilidade ao toque permitindo um controle mais natural ou com os gatilhos adaptáveis que elevam a experiência a um nível mais realista. Confira os detalhes:

Gatilhos adaptáveis: Cada controle de VR inclui um botão de gatilho adaptável que adiciona uma tensão variada quando pressionado, semelhante ao do controle DualSense.

Resposta tátil: A resposta tátil do novo controle será otimizada para seu fator de forma, tornando cada sensação no mundo do jogo mais impactante, com mais texturas e detalhes. 

Detecção de toque de dedo: O controle pode detectar seus dedos sem qualquer pressão nas áreas onde você coloca o polegar, o indicador ou o dedo médio. 

Acompanhamento: O controle de VR é acompanhado pelo novo headset VR por meio de um anel de acompanhamento na parte inferior do controle.

Botões de ação/direcionais analógicos: O controle esquerdo contém um direcional analógico, os botões em formato de triângulo e quadrado, um botão “grip” (L1), um botão de gatilho (L2) e o botão de criação. O controle direito contém um direcional analógico, os botões em formato de cruz e círculo, um botão “grip” (R1), um botão de gatilho (R2) e o botão de opções. O botão “grip” pode ser usado para pegar objetos no jogo, por exemplo. 

Os protótipos do controle VR estarão em breve nas mãos da comunidade de desenvolvimento e segundo Nishino, muitas ideias em relação ao sistema de realidade virtual da próxima geração estão por vir.

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Filme de Demon Slayer chega em Abril no Brasil!

Imagem Divulgação

Em um comunicado no Twitter, a distribuidora Konnichiwa Festival informou que o filme de Demon Slayer (Mugen Train) chegará ao Brasil em Abril.

Veja abaixo:

Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Movie: Mugen Train que adapta o Arco do Trem Infinito – seguindo a primeira temporada do anime – está marcado para chegar no dia 22 de abril.

Ainda não há informações de como ele será distribuído no país, seja em VOD, plataformas de streaming ou mesmo sessões físicas em cinema (vide a publicação da rede Cinépolis). Vamos aguardar por mais informações!

O mangá de Demon Slayer é publicado pela editora Panini. A adaptação em anime do estúdio Ufotable estão disponíveis em português na Crunchyroll.

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FAKY | Single “99” será música-tema do J-drama “Rika-Reverse”

faky
Imagem Divulgação

O single99” do girlgroup de J-pop FAKY, que foi apresentado no Dia Internacional da Mulher deste ano, na campanha da AdidasWATCH US MOVE“, que estimula o empoderamento e liberdade das mulheres, será a música-tema do tão esperado J-dramaRika-Reverse“, que é a segunda temporada do original “RIKA” lançado em 2019!

A líder do grupo, Lil’ Fang, que compôs a letra do single, mostra seu desejo de que a música possa trazer reconhecimento ao grupo:

De Rika-Reverse, eu senti uma mistura de paixão, pureza, ciúme, exclusividade e carinho que todos têm, então me atrevi a criar essa letra que afirma todas essas emoções. Os números no título da música, representam a frustração e tristeza que não podem ser satisfeitas. Parece que algo está faltando, mas você não sabe o que é. Eu desejo que as pessoas que nunca conheceram FAKY, possam conhecer nossa música por causa dessa canção.

Para fazer stream da música, CLIQUE AQUI!

Assista a performance de “99” no evento Watch Us Move:

FAKY

O girlgroup é agenciado pela “Avex Entertainment Inc“, que é responsável também por artistas japoneses como Kumi Koda e Ayumi Hamasaki, além de seus artistas internacionais como BoA, Super Junior, TVXQ, NCT e muitos outros! O grupo FAKY é composto por 5 integrantes: Lil Fang, Mikako, Akina, Hina e Taki, e cada uma delas vem de origens diversas, unindo-se em Tóquio para produzir canções com ampla musicalidade que podem ser apreciadas por pessoas de todo o mundo! A Avex reuniu as integrantes para criar o grupo de 5 garotas fortes de diferentes raízes e estilos!

Desde o início do ano, o grupo tem feito muitas manchetes e fazendo aparições como no ET Canada e NYLON, assim como uma entrevista com Kevan Kenney (MTV e Radio.com), além da Billboard Japan. Os vídeos do grupo, desde o seu debut em 2013, têm o total de mais de 25 milhões de visualizações no YouTube. O singleThe Light“, atingiu mais de 1 milhão de visualizações apenas duas semanas após seu lançamento. O MV de “Little More” também ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações, enquanto o MV de “Half-Moon” atingiu mais de 3 milhões!

No Spotify e Apple Music, as músicas do grupo são ouvidas por fãs de mais de 120 países! O EPCANDY“, de 2016, atingiu o 1º lugar na parada de álbuns de J-pop no iTunes, e o 3º lugar na parada geral de álbuns do iTunes, ficando atrás apenas de artistas globais como Ariana Grande e Radiohead. Um ano depois, o singleSurrender” chegou ao TOP 10 no Japão e nos EUA, no chart Viral Top 50 do Spotify. Além disso, em 2019, FARKY foi reconhecido como “Uma nova onda de J-pop” no famoso programa Sukkiri, da emissora japonesa “Nippon Television“, que é conhecido por suas grandes apresentações de artistas como BTS, Lady Gaga, Ariana Grande, Katy Perry e Taylor Swift, e devido a isso, ficou como assunto em alta no Twitter. Ainda em 2019, FAKY se apresentou em um dos maiores festivais de verão do Japão “a-nation“, com um público total de mais de 6,1 milhões de pessoas, ao lado de consagrados artistas do K-Pop como BLACKPINK e Red Velvet. Internacionalmente, o grupo se apresentou em países como Brasil, Canadá e Espanha.

FAKY tem como planos, continuar conquistando 2021 com todas as suas atividades atuais e futuras!

O J-DRAMA

Rika-Reverse é a segunda temporada do J-dramaRika (リカ)”, que foi lançado em 2019 e recebeu o total de 8 episódios. Segundo o DramaWiki, o suspense psicológico conta a história de Rika, uma mulher de 28 anos que acredita que a felicidade de uma mulher é se casar aos 28 anos e se tornar uma dona de casa. Ela não vai parar por nada para conseguir o homem que ama. A música-tema da temporada 1 foi “STRIP” de Kumi Koda, também da empresa que administra a carreira do FAKY, Avex Entertainment Inc.

Em sua segunda temporada, que contará com 3 episódios, é contado a história de Rika quando menina, e de sua família Amemiya, que além de ser uma família rica, é também reconhecida e com forte reputação na vizinhança. Embora tudo pareça perfeito em qualquer ângulo, a verdade é que a família é falsa, cheia de mentiras, ciúmes e ódio.

O J-drama vai ao ar no dia 20 de Março e termina sua exibição no dia 03 de abril deste ano, tendo “99” como sua música-tema. Confira ao trailer:

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Chefe Criativo das Olimpíadas de Tóquio se demite após proposta de mau gosto

naomi watanabe

Após a polêmica do Chefe do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio, Yoshiro Mori, fazer declarações ofensivas ao número de mulheres no comitê e que o tempo de fala delas deveria ser reduzido e sua devida expulsão do comitê, mais uma vez as Olimpíadas de Tóquio são alvo de uma controvérsia por parte do comitê organizador. Ele foi substituído por uma mulher, Hashimoto Seiko, apenas 6 dias depois das declarações sexistas.

Agora, o Chefe Criativos dos Jogos, Hiroshi Sasaki, também se demitiu após propor em um grupo do Line que Naomi Watanabe se vestisse como uma porca e aparecesse como a “オリンピッグ” (Olimpig = Olimpíadas + Porco). A “ideia” foi rejeitada pelos colegas que disseram que isso era totalmente inapropriado.

Watanabe tinha sido contatada para aparecer na cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2020, mas disse que depois das olimpíadas terem sido canceladas, ela não recebeu mais nenhum contato sobre isso. Em declaração, ela disse ter ficado surpresa com o comentário, é feliz com sua aparência e que como ser humano, deseja que todos possam viver em um mundo divertido e próspero onde todos se respeitam e reconhecem a individualidade e forma de pensar do próximo.

As Olimpíadas de Tóquio deveriam ter acontecido em 2020, mas devido à pandemia, o Comitê Olímpico Internacional aceitou o pedido do Japão de realizá-lo em 2021. Até o momento, o evento acontecerá, apesar dos percalços da pandemia e das polêmicas envolvidas com o comitê organizador japonês.

Leia também: Tóquio é uma cidade? Entenda!

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Netflix adionará “Jojo’s Bizarre Adventures” ao seu catálogo

Os fãs de Jojo podem ficar contentes porque, após Thus Spoke Kishibe Rohan (Assim Falava Kishibe Rohan), a Netflix anunciou a adição de Jojo’s Bizarre Adventure, de Hirohiko Araki, ao catálogo, em 8 de abril!

A obra do mestre Araki é publicada desde 1987, passando pelas revistas Weekly Shonen Jump e Ultra Jump, e conta atualmente com surpreendentes 121 volumes, divididos em 8 partes que podem ser lidas separadamente, mas que sempre se conectam de alguma forma.

Mesmo tendo adaptações animadas anteriores, a que conquistou o público de vez e trouxe inúmeros novos fãs para a franquia foi a animação produzida, desde 2012, pela David Production. Foram produzidas adaptações para 5 partes da obra e temos motivos para acreditar que as 3 primeiras sejam adicionadas de uma vez ao catálogo da Netflix.

No Brasil, Jojo é publicado pela editora Panini e se encontra na terceira parte, Stardust Crusaders.


SINOPSE: JoJo’s conta a história da família Joestar, uma família cujos vários membros descobrem que estão destinados a derrubar inimigos sobrenaturais usando poderes únicos que possuem. Sendo dividido em 8 partes únicas, cada uma seguindo a história de um membro da família Joestar, que inevitavelmente tem um nome que pode ser abreviado para o titular “JoJo”. As primeiras seis partes da série ocorrem em uma única continuidade, enquanto as partes 7 e 8 ocorrem em uma continuidade alternativa.

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Liga da Justiça de Zack Snyder | Review

Liga da Justiça de Zack Snyder Cut
Imagem Divulgação

Tudo não passava de uma lenda, uma mentira inventada pelos fãs. Pelo menos era o que a maioria gritava até Zack Snyder trazer para o mundo a notícia que sua versão do filme Liga da Justiça existia.

O tão falado SnyderCut começou a tomar grandes proporções, Snyder não só o trouxe para o mundo como tirou os reparos de Josh Whedon e voltou o filme para a sua visão, aquela que muitos vêm como original. Finalmente os fãs terão em suas telas o que pode ser o filme de herói mais esperado de todos os tempos, o SnyderCut é tudo aquilo que os fãs de Zack Snyder pediram, nada que os fãs da DC desejavam e tudo que os fãs da cultura pop odeiam…

Impossível não fazer comparações com a versão de Josh Whedon, pois em teoria ainda é o mesmo filme, não se pode negar o trabalho árduo de lapidação de CGI e conserto furos de roteiro que o primeiro filme apresentou em 2017, hoje temos cenas de ação que se mostraram muito mais épicas – além da retirada de piadinhas gratuitas de várias cenas -, um filme que se mostrou mais a altura de seu hype nos últimos anos. Em contraponto deve-se destacar o abuso de câmera lenta que não  faz te sentir mais nada a não ser ódio, em cenas do Flash até entendo, mas foi demais, extrapolou, é irritante, e a cada uma delas é tocada uma música completamente fora daquele mundo, desde a cena de apresentação dos poderes do Flash até aquela cena completamente gratuita do Aquaman tirando a camisa no pier; sei a existência dela, mas acredite, ela ficou muito avulsa no momento, e tanto na versão do Whedon, quanto na versão de Snyder, foi uma música completamente aleatória.

Algo que foi muito bem consertado na versão de 2017 e voltou por aqui, foi o polêmico filtro sombrio. Quando o mesmo é bem usado, apresenta fotografias dignas de Oscar, algo que o próprio Snyder sabe fazer como ninguém, seu portfólio já diz por si só. Entretanto, jogar este efeito na batalha final durante a noite, nos faz lembrar do fatídico Episódio 3 de Game of Thrones da última temporada.

O que pareceu em tela foi que Liga da Justiça foi esticado. Quando se assiste o corte do diretor de algum filme, nós entendemos como uma versão estendida, aqui é diferente, nós temos um conserto daquilo que Josh Whedon tentou melhorar na primeira versão, mas acontece que têm coisa que está no filme de 2017 que é muito melhor que no SnyderCut, o que fica uma divisão de opiniões, já que o anterior traz uma “Fórmula Filme de Herói” mais lapidada.

Uma crítica injusta a esse filme é chamá-lo de longo e arrastado, porque ele têm 4 horas e é dividido em 7 partes, então basta se preparar para assistir do melhor jeito que você preferir. Eu achei muito melhor assisti-lo direto. A experiência foi melhor do que separar em partes, até o Vingadores: Ultimato que é um filme longo e arrastado e todo mundo lembra só da cena final, o SnyderCut passa pela mesma situação, se faz necessário essa fórmula, porque ele está desenvolvendo a trama, se fosse gratuitamente, valeria a reclamação, mas aqui se mostrou bem trabalhado. Concordo que é cansativo, mas não foi problemático, aliás a mistura de flashbacks com momentos de heroísmo engrandeceu cada herói presente em tela, principalmente do Cyborg. Uma tristeza que vamos amargurar para o resto da vida é a inexistência de um filme solo do personagem – talvez o melhor personagem desenvolvido pelo diretor.

Esse filme transparece muito mais uma despedida de Snyder da DC do que um possível retorno, porque ele literalmente entregou tudo, têm cena de paisagem que ficou longa demais, poderia até ser cortado, pois não tinha nada a perder, inclusive a adição de um certo personagem grande da DC Comics ficou muito gratuito na trama, mas talvez porque ele ligaria alguma história futura para um DCU. A Marvel abusa desse artifício de pontas soltas para poder ligar lá na frente, pode ficar completamente estranho em um filme solo, mas a justificativa deles é que lá na frente será explicado, seja dentro do filme ou em cena pós crédito, bem provável que Snyder pensava da mesma maneira. Como não teremos essas continuações, entregou como fanservice para o público, e acredito que os fãs estarão bem servidos.

Vem aí The Batman, Black Adam, também teremos Esquadrão Suicída com James Gunn. Dividindo opiniões com Mulher Maravilha 1984, e fracassado em Aves de Rapina, a Warner acertou em cheio com Coringa. Já Zack Snyder têm planos com a Netflix, e a DC seguiu seu rumo, por mais que os fãs adorem o Deusnyder, às vezes a separação é a melhor coisa para os dois lados. SnyderCut é a prova de seu legado na DC, uma tentativa falha de bons filmes e um desastre de DCU, mas um agrado daquilo que seus fãs mais aclamaram durantes os últimos anos.

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Rent a Girlfriend | Mangá é anunciado pela Panini

rent a girlfriend
Imagem Divulgação

Em uma live para o canal Reino dos Mangás, na última quarta-feira (17), a editora Panini divulgou o mais novo título a ser lançado no Brasil: Rent a Girlfriend, de Reiji Miyama.

Por ser um dos animes mais comentados na Temporada de Outono 2020, a editora viu nessa popularidade a chance de emplacar um mangá onde a história está fresquinha na mente das pessoas – será que Horimiya vem aí?

O shounen da Kodansha deve sair em junho no formato padrão da editora (13,7 x 20 cm), miolo em offset, capa cartonada e com periodicidade mensal. Ao todo, são 19 volumes que ainda estão em andamento no Japão, e o preço sugerido por aqui será de R$ 29,90.

rent a girlfriend
Capa japonesa de Rent a Girlfriend (Imagem Divulgação)

SinopseKinoshita Kazuya é um estudante fracassado de 20 anos. Ele só beijou sua namorada uma única vez, e levou um fora depois de um mês. “Nossa, nunca mais quero passar por isso de novo.” Cheio de rancor, Kazuya decide apelar para um app de aluguel de namoradas para conseguir um encontro. Ele arranja um encontro e encontra Mizuhara Chizuru, que coloca seu longo cabelo preto atrás da orelha e o cumprimenta com um sorriso. Desse encontro de aluguel, pode surgir algo real! Uma comédia romântica sem eira nem beira, cheia de amor e reviravoltas!

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