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Khara esclarece os rumores sobre o diretor de Evangelion estar trabalhando em um novo anime

Hideaki Anno
Imagem Divulgação

Alguns rumores que o criador de Evangelion poderia estar planejando um novo anime foram espalhados pela internet, causando certo alvoroço nos fãs. No entanto, o estúdio Khara desmentiu tais alegações, afirmando que o diretor Hideaki Anno não está trabalhando em nenhuma obra nova.

Através de seu Twitter, o estúdio diz que ninguém da sua equipe foi entrevistado ou falou qualquer coisa sobre novos projetos. Assim complementando que qualquer anuncio sobre um novo anime será feito através das plataformas oficiais do Khara. Em outro tweet o estúdio reafirma que os rumores eram falsos, que em nenhum momento tais declarações foram feitas.

Este rumor surgiu através da edição de maio da revista Weekly Shinchou, onde um artigo relatava que um funcionário anônimo do estúdio Khara disse que Hideaki estaria trabalhando em uma “nova versão” de um trabalho icônico e mundialmente conhecido, junto de outro diretor famoso. A falsa alegação também foi postada no site da revista.

Mesmo que a falta de uma nova obra possa deixar alguns fãs desapontados, o trabalho recente de Hideaki, Evangelion 3.0 + 1.0 é um sucesso no Japão. O filme estreou no dia 8 de março deste ano e ficou em primeiro lugar no primeiro fim de semana de sua estreia. O longa é um encerramento oficial da franquia de Evangelion, sendo o filme mais lucrativo do anime.

Além disso, Hideaki está realmente trabalhando em outro projeto, o live-action de Shin Kamen Raider,  programado para estrear em 2023.

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O Conceito de Inferno no Japão

Se você é um leitor pecador e gostaria de ter um leque maior de opções para ir para o inferno depois dessa vida, você pode apostar no Japão, onde o inferno é bem diversificado. O conceito não é como se conhece no Ocidente, que segue os preceitos cristãos, mas também segue a ideia de você ter sido uma pessoa que praticou boas ou más ações ao longo da sua vida.

O Inferno Segundo os Japoneses

O conceito varia de acordo com as maiores religiões do Japão, o xintoísmo e o budismo, bem como de acordo com a cultura de cada região, assim, as descrições podem variar bastante.

O inferno xintoísta se chama 黄泉の 国 (yomi no kuni ou simplesmente yomi – “Terra da Escuridão”) e se assemelha mais com o inferno grego (Reino de Hades) do que com o inferno cristão ou budista. O yomi não tem fogo ou tortura, é mais um lugar escuro onde as almas perambulam após a morte por um tempo indefinido. Seus portões também são guardados por criaturas assustadoras e dizem que sua entrada fica na província de Izumo, debaixo de uma grande rocha. De acordo com os preceitos xintoístas, tudo o que é conectado com a morte é tido como impuro ou sujo – tanto que os japoneses geralmente têm casamentos xintoístas e funerais budistas.

Falando no budismo, para eles o inferno se chama 地獄 (jigoku), e é cercado de demônios, fogo e punições. Segundo eles, se você não teve uma vida boa o suficiente que justifique a sua reencarnação, você pode ir parar em um dos seus 8 infernos. E quem determina para onde você vai após a morte é Enma Daiou (Rei dos Demônios), bem conhecido por causa de animes, como Dragon Ball e Yu Yu Hakusho. Existem infernos de nuvens de areia preta, da fome, da sede, do sangue, do ferro, das folhas de espada, do rio de cinzas, congelante e muito mais.

Vale notar que o conceito de inferno não existia para os japoneses até o século XI, quando o budismo foi introduzido. Portanto, não se tem muitas histórias contando o que existe no yomi. É por causa dessa falta de conhecimento do inferno que o xintoísmo é mais ligado à vida do que à morte.

Vá para o Inferno!

Apesar de essa famosa frase aparecer muito nas legendas de animes e ser um xingamento clássico no Brasil, no Japão ela não é muito comum. Na verdade, o equivalente na tradução pode ser 死ね (shine – “Morra”), apesar de ir mais para o sentido de interpretação e se aproxima mais do “Vai se fXder”. Para uma tradução mais literal, existe o 地獄におちろ (Jigoku ni ochiro), mas ele não é muito utilizado, provavelmente por não fazer sentido para eles um humano mandar o outro para o inferno, já que apenas Enma Daiou pode fazer isso – a exceção é se a pessoa for Shaka de Virgem.

Então, da próxima vez que alguém te mandar para o inferno, arrume suas malas e vá para o Japão para ampliar seus horizontes.

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Monstro | Review

Monstro
Imagem Divulgação

Fim da temporada das premiações, agora começa aqueles filmes que poderiam aparecer nas lista para o próximo ano, sempre a mesma história, dessa vez a produção está na Netflix, Monstro, traz o drama de um garoto acusado por um crime que não cometeu, diante ao racismo explícito pela desconfiança de um negro ser acusado de homicídio, o filme traz uma lição de moral importantíssima que consegue sobrepor a linguagem arrastada de filme de tribunal, mesmo dando umas tropeçadas no meio do caminho, temos aqui um belíssimo filme.

Filme de tribunal tende a ser um dos subgêneros mais chatos de assistir, se não tiver uma direção firme e um bom roteiro, pode jogar tudo fora. Mas quando tudo é bem trabalhado, tende a ser um dos melhores subgêneros do cinema, em Monstro todo arco roda no protagonista Steve (Kelvin Harisson), um estudante apaixonado por cinema que esteve no lugar errado e na hora errada, por mais apagado que apareça no início, aos poucos engrandece com os acontecimentos até o crime ocorrido e interagindo com pessoas de seu círculo. Todo jogo de diálogos com a advogada, a família e até o presidiário se torna um grande amadurecimento pessoal transmitido como uma grande lição de moral para o público, contudo esse desenvolvimento têm um problemas quase que graves.

Certos momentos em que a narração entra pareceu mais uma explicação da cena do que algo mais útil, em paralelo a narração desaparece e deixa de existir até o final do filme, na qual a ela joga a reflexão e faz desse filme, se tornando algo maior, muito mais atrativo e importante, mas ficou um tanto bagunçado, porque a ausência e a finalização dela foi algo sensacional, mas explicar a cena é nos chamar de burros, visualmente é possível entende-las, principalmente quando seu “amigo” King (ASAP Rocky) aparece em tela sendo cheio de si e se engrandecendo acima dos outros.

Era possível enxergar o quanto ele era uma pessoa errada, não precisava ser narrado, e isso se mostrou destacável porque do meio para o fim o filme soube trabalhar isso, deixou rolar a trama, e teve coisa mostrada que não foi necessário narrar, nitidamente se entende ao assistir a cena, faltou organização na direção, mas pela bela trama apresentada, conseguiu entregar um belo filme.

O roteiro se equilibra entre ser um filme totalmente cult e um simples filme de tribunal, esse equilíbrio pode incomodar os mais cult e também os haters. Muitos vão achar que o filme não se decide, mas na minha opinião ele não precisa se decidir, ele é meio a meio, se vê o que é o racismo quando um jovem negro é acusado por um crime que ele nem sequer fez, mas é acusado só por olharem na cara dele, em paralelo a narrativa de tribunal onde se joga com diálogos para trabalhar o drama do filme e toda a situação de acusação do garoto, bem amarrado para nos manter preso no filme. Por mais maçante que o subgênero já se mostra normalmente, aqui a linguagem foi bem trabalhada, o desenvolvimento fluiu dentro daquele ritmo arrastado e soube mexer com nosso emocional e nos conquistar com essa bela obra.

Defeitos podem ser notados, mas não condenam o conjunto, Monstro têm seus tropeços, mas entrega um grandiosa obra não só gostosa de assistir, como agoniante e dramática em história, nos trazendo uma forte mensagem de uma situação constrangedora por estar no lugar errado, mas ser julgado de qualquer jeito por causa da cor, não é o filme mais marcante sobre o que é racismo, mas soma às grandes obras sobre o assunto e se coloca importante para ensinar sobre a luta racial.

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Samurai X tem mais uma novel confirmada

Samurai X
Imagem Divulgação: Shueisha

A editora Shueisha confirmou que Samurai X ganhará uma nova novel, escrita por Nobuhiro Watsuki e sua esposa, Kaoru Kurosaki. De acordo com o site da editora, a novel intitulada de “Rurouni Kenshin – Kamiya Dojo Monogatari” estará disponível para o público no dia 2 de julho de 2021.

A trama da novel será focada no casamento de Kenshin com Kaoru, onde ele irá usar o hakama do falecido pai de Kaoru e ela o vestido da sua falecida mãe. Assim, no clima festivo da ocasião, Kaoru recorda de quando os dois se conheceram.

Samurai X Novel
Imagem divulgação: Shueisha

Samurai X estreou em 1994 pela revista Weekly Shonen Jump e teve seu encerramento em 1999, totalizando 28 volumes impressos. No Brasil, o mangá foi comercializado pela Editora JBC. Em 1996 a obra ganhou adaptação para anime e conta com 3 temporadas, somando 95 episódios no total.

Além disso, 20 anos após o último episódio lançado, Samurai X está exibindo seu mais atual live-action, Rurouni Kenshin Final Chapter: The Final, filme que se tornou sucesso de bilheterias. O filme é baseado no arco Jinchuu do mangá, onde mostra o conflito de Kenshin com Enishi, um temido negociante de armas. A sequência do longa, Rurouni Kenshin Final Chapter: The Beginning, será lançado no dia 4 de junho no Japão e contará a história de como Kenshin conseguiu sua icônica cicatriz em forma de “X”.

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SAGA Talks deste domingo vai falar sobre os games que viraram filmes

saga talks

Atenção gamers! Amanhã (16), o tema do programa SAGA Talks será os jogos de videogames que inspiraram filmes como Mortal Kombat, Street Fighter, Tomb Raider, Sonic, Super Mario Bros., Resident Evil, Doom, Assassin’s Creed, Tekken e Warcraft. Você poderá acompanhar no próprio canal da SAGA na Twitch.

O “SAGA Talks: Dos Games Paras As Telonas” contará com a apresentação de Rafael Nogueira, coordenador de eventos da SAGA, que receberá o criador de conteúdo e streamer David Tavares, o dublador e ator Heitor Assali, e o ilustrador e quadrinista Rafael Sam (e que  fez nossa mascote Joice), para um bate-papo sobre o desempenho dos jogos nas telonas. O público poderá participar do programa enviando perguntas pelo chat.

SAGA Talks
Imagem Divulgação

Mais informações sobre a SAGA e seus cursos estão disponíveis no SITE OFICIAL.

Ouça também nosso podcast: PodSuco #9  –  Mortal Kombat: O Komeço de uma nova era

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Mortal Kombat | Review

mortal kombat
Imagem Divulgação

No ano em que é lançado o serviço de streaming HBO Max, vêm junto uma porrada de títulos que chamam atenção. Indiscutível que 2021 é o ano da Warner, o fato de ser seu momento não significa que tudo será acertado. Snydercut foi uma redenção de um filme ruim e Godzilla vs Kong foi o maior trunfo até agora, já Mortal Kombat, se prende em fanservices baratos e cenas gore em um roteiro fraco e barato que seria aceitável se não fosse os momentos Deus Ex Machina em quase todo o filme, transformando-o em uma grande oportunidade perdida.

Primeiramente as partes boas, sim, esse filme têm momentos incríveis, marcantes a ponto de pular da cadeira. O grande confronto entre Scorpion e SubZero foi algo digno do que representa essa grande rivalidade, deram um bom espaço de tela para os dois e isso foi algo que sobrepõe tudo, por isso foi jogado para final. Ainda falando de luta, Kabal e Liu Kang merecia mais atenção, porém o modo como Kabal luta e a habilidade de Liu Kang foi algo incrível, pena que foi muito ceifado em tela.

SubZero e Kung Lao são os pilares do filme e em alguns momentos conseguem engrandecer até os maiores problemas da produção, de fatality do chapéu até todos golpes de gelo; é lindo de se assistir e nos faz aclamar por mais, até a profundidade sobre o drama do Jax e seus braços, ao perdê-los, recebe uma prótese que não faz jus ao seu corpo, logo os braços não acompanham os movimentos que o brutamontes quer fazer. Este último foi algo tão marcante que te bate a curiosidade de como ele vai conseguir os braços fortes… Jogar anatomia nesse momento foi digno de gênio, tudo isso é visto com muito valor e ali nós gritamos “isso é Mortal Kombat”, algo muito rico para o que já foi visto na franquia dos games, todos esses momentos então juntos ao monte de coisas  horrorosas e desastrosas em cena que colocou em cheque todo o filme.

Momentos de ouro podem ser cobertos por uma fuligem de ruindade, começando pelo protagonista Cole Young. Por mais que ele seja o “orelha” do filme, ele não só não funcionou como atrapalhou em muitos momentos, ele não passou desapercebido porque se mostrou uma completa perda de tempo em tela. Diminuir a Sonya só por ser forte no treinamento tático foi triste, brotar os poderes dela do nada mais ainda, e destruir tudo o que foi construído no drama do Jax e a perda de seus braços foi ofensivo a ponto de querer parar de assistir. Conseguiu os braços fortes ele teve força de vontade? Magia? Tecnologia nanorobô? Não importa, mataram o personagem ali.

Mileena muito abaixo do que deveria ser, não só a caracterização como o estilo de luta, os dentes surgirem na única cena em que ela se mostrou ser a dos games foi muito bom, afinal estava começando a lutar como a personagem luta, e simplesmente matam ela no momento em que engrandeceu no filme; muito pobre, e inventaram qualquer coisa para a origem dos poderes do Kano, no quesito personagem pode haver um equilíbrio de boas e más caracterizações, mas o lado ruim se destacou a ponto de ser uma decepção atrás da outra.

Quanto ao CGI do Goro eu achei aceitável como o Hulk da Marvel, o problema desses bonecos é que eles nunca serão perfeitos, uma por ser completamente fictícios, outra porque os detalhes de músculos e contração dos mesmos sempre serão um problema. Na Marvel eles conseguem lapidar o Hulk a cada filme, em Mortal Kombat eles entregaram um belo Goro, onde o torso dele não foi algo esticado e se mostrou bem feito com os quatro braços. Fato é que as pessoas só notam um CGI ruim quando o filme é ruim, por isso pouca gente comenta do Hulk por causa da qualidade dos filmes da Marvel, achando que qualquer pelo no peito é o ápice da perfeição, mas é bom se contentar com pouco, pois não se reclama tanto desse bonecos.

Diante a esse desastre visual, infelizmente escancarou o roteiro fraco, desde o trailer e a sinopse se via uma confusão, então o filme seria algo bem esquecível, mas a direção de Simon McQuoid não funcionou em literalmente nada, sendo esse o primeiro longa da sua carreira. Infelizmente começou muito mal, e se existia a informação de Mortal Kombat se tornar uma franquia de quatro filmes, ela pode ter sido enterrada a sete palmos antes mesmo de cogitar o segundo filme – e aí está a oportunidade perdida.

Sejamos francos que história para mais filmes de Mortal Kombat existe e em alguns momentos senti que ele poderia ter sido jogado para a galhofa total, assim como acontece em alguns momentos com Pacific Rim e até Deadpool. Por mais que seja uma história que possa se contar alguma coisa, entregue aquilo que o povo quer, aquilo que todos conhecem daquela história. Deadpool foi a ironia dentro da Marvel que poucos da nova geração conhecem e Pacific Rim é aquilo que todo mundo que assistiu Evangelion já viu, mas sem a profundidade da trama, só a porradaria mesmo. O que faltou para Mortal Kombat foi ser…Mortal Kombat.

Oportunidade perdida e desastre cinematográfico definem o filme de Mortal Kombat, de um dos que poderiam ser o melhor filme do ano, se tornou o favorito senão já considerado o pior filme de 2021. Esse filme é memorável pela bagunça que foi em tela e pelo o que deveria ter sido, a ruindade foi grande fatality que nos arrancou o coração e o esmagou com as mãos.

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Katy Perry celebra a amizade com Pikachu em seu novo clipe “Electric”

katy perry electric
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A celebração do 25º aniversário da Pokémon continua hoje com o lançamento de “Electric”, o novo single e clipe da icônica cantora Katy Perry, que é apaixonada por Pokémon desde sua infância, quando jogou os jogos de videogame originais no Game Boy.

Assista o clipe abaixo, que foi gravado no Hawaii:

A faixa foi criada especialmente para a coletânea Pokémon 25: O Álbum, que será lançada no terceiro trimestre de 2021. “Não há razão para que esta vida não possa ser elétrica”, diz a cantora na letra da música, que celebra a alegria em correr atrás de um sonho com o apoio e amor de seus amigos.

O clipe oficial de Electric, liderado por Carlos López Estrada, que dirigiu o filme Raya e o Último Dragão da Disney, mostra Katy e Pikachu desfrutando a natureza e refletindo sobre como ambos evoluíram no decorrer dos anos. Após um dia de exploração, os dois param em um farol para meditar (uma referência ao episódio O Mistério do Farol, será?). Em um devaneio, eles são transportados para o passado, na época em que Katy iniciou sua carreira.

katy perry electric
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“Fiquei tão nostálgica quando visitei o Pokémon Café durante uma turnê pelo Japão. Eu fui transportada para a época da escola. Então, quando recebi o convite para fazer parte da celebração dos 25 anos ao lado de Post Malone e J Balvin, eu fiquei eufórica”, disse Katy Perry. “Os temas da música, que tratam de resiliência e luz interior, guiaram minha vida e também fazem um paralelo com a história e os personagens da franquia Pokémon. Pikachu é a forma evoluída de Pichu, então, é possível ver a minha versão mais jovem ao lado de Pichu e, em seguida, minha versão atual com Pikachu. Nós dois evoluímos, mas mantivemos nosso espírito brincalhão.

katy perry electric
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Uma coleção divertida e temática de “Electric” também foi anunciada hoje. Dê uma olhada nos produtos AQUITudo faz parte do P25 Music, uma campanha da The Pokémon Company International que durará o ano todo, em parceria com o Universal Music Group. 

Leia também: É hora de ajustar o Flash no New Pokémon Snap

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Friends | Episódio especial ganha teaser e data de lançamento; confira!

Friends reunion
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Depois de mais de 10 anos, temos noticias da aguardada reunião de Friends. A clássica sitcom dos anos 90 ganhou data de estréia e teaser com todos os amigos da série original (Matthew Perry, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer e Matt LeBlanc) e ainda ganhamos o nome clássico desse episódio especial: The one where they got back together.

O especial foi gravado no famoso Stage 24, local onde ficavam os sets do Central Perk e o clássico apartamento de Monica.Além do elenco original, a série conta com Ben Winston (vencedor de oito emmys) como diretor do projeto e Kevin Bright, Marta Kauffman e David Crane, criadores de Friends, como produtores executivos.

Adiada por conta da Covid-19, Friends: The Reunion tem data de estreia para 27 de maio e chegará ao Brasil em junho junto com a estréia da plataforma HBO Max em nosso país.

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