Bem as novidades começam com a nova expansão de Pokémon Estampas Ilustradas. Espadae Escudo recebem uma nova expansão chamada Reinado Arrepiante que tem data de lançamento parar o dia 18 de junho de 2021.
Com a inspiração na nova área de Galar,The Crown Tundra, a nova coleção trará mais de 70 cartas de Estilos de Batalha. Além disso você poderá melhorar as estratégias de Golpe Decisivo e Golpe Fluido de seu baralho.
Pela primeira vez nas Estampas Ilustradas, Calyrex recebe um card em seu nome. Contudo não podemos esquecer das mecânicas de Pokémon V e VMAX, e com Calyrex você tem a oportunidade de encontrar a forma Cavaleiro Glacial e Cavaleiro Espectral.
Espadae Escudo – Reinado Arrepiante conta com:
8 Pokémon VMAX
15 Pokémon V e 26 Pokémon V com arte expandida
28 cartas de Treinador e 13 cartas de Apoiador com arte expandida
3 novas cartas de Energia Especial
Procure uma loja para adquirir os produtos relacionados a Pokémon Estampas IlustradasEspadaeEscudo – Reinado Arrepiante e a novidades no site oficial. Enfim a região de TheCrownTundra o aguarda com os cards de Articuno, Zapdos e Moltres em suas formas de Galar! Está preparado para o ReinadoArrepiante?
Em uma das temporadas mais mornas da história das premiações, algumas produções se destacam por motivos de falta de concorrência ou por realmente ser um grande filme, e dessa vez se vê uma excelente obra que não só se mostra gigante, como também necessária para quem não conhece a história por trás da luta contra o racismo. Judas e o Messias Negro é uma aula de combate ao racismo sendo confrontada com o fascismo explícito da década de 60, trazendo pontos ideológicos contra uma supremacia branca em paralelo a um indivíduo que só quer livrar sua barra.
Antes de mais nada devemos destacar Shaka King, um nome que talvez seja desconhecido para todos, isso porque Judas e o Messias Negro é seu segundo filme no seu portfólio de diretor, claro que ele têm varias produções como filmes curtos e produtos para a televisão, mas filme para cinema e streaming é sua segunda obra, e já está na lista de indicados a filme do ano no Oscar. Olho nele que podemos esperar grandes produções vindo desse possível gênio.
Apesar de ser grandioso pelo conjunto da obra, o filme sofre com aquele começo arrastado que te cansa de assistir, um desenvolvimento que te cria um laço com os personagens onde boa parte deles não acontece, só que tudo perde o valor quando não se têm conceito, mesmo esse laço sendo mal construído, a dor dos personagens principais é sentida, sobrepondo todo o resto, sem falar do assunto histórico sobre os Panteras Negras, logo qualquer assunto fora desse arco acaba perdendo a importância, mais por causa do confronto panteras e polícia sendo explorados de todas as formas do que um construção fraca de laços.
Entre burocracias e trocas de tiros, tivemos algo bem maestrado para um filme em que nenhum momento se mostrou cheio de ação, o que tornou a obra maior ainda no meu conceito, pois tudo gira em torno de diálogos e tiroteios, prova que qualquer ação gratuita só para empolgação se mostra sem valor, aqui é algo mais denso, chega a ser bibliográfico para gerações posteriores, como o próprio conceito dos Panteras Negras foi para a próxima geração, Judas e o Messias Negro se junta a Infiltrado na Klan como obra histórica sobre a luta antirracista.
Aqui vemos um elenco que se destaca em cada momento, mas difícil não falar da dupla que coleciona indicações nessa temporada, Daniel Kaluuyah, interpretando Fred Hampton, o líder dos Panters Negras, e Lakeith Stanfield, o criminoso William O’Neal que foi coagido a silenciar o movimento e acabar com Hampton. Ambos conseguem sobrepor o filme e instigar amor e ódio por seus personagens, de um lado um líder ambicioso e forte com as palavras para uma Chicago mais livre para os negros, e do outro uma pessoa tão minúscula nesse contexto que se mostrou cada vez menor a cada atitude para derrubar os Panteras Negras, algo que trás um questionamento e talvez uma atitude racista da academia, o que faz esses dois atores estarem concorrendo juntos na categoria Melhor Ator Coadjuvante? Será que a academia não conseguiu distinguir quem era o ator principal? Será que, diante da maestria de Shaka King, a academia preferiu diminuir os personagens e colocou eles em uma só categoria, no caso Melhor Ator Coadjuvante? Porque ambos podiam concorrer a Melhor Ator e fatalmente um dos dois levariam a estatueta para casa, são essas atitudes sutis que mostrou a verdadeira índole da academia, de ano em ano sendo mais explícitos referente a sua parcialidade.
Judas e o Messias Negro é o filme que deveria passar o rodo no Oscar, mas racionalmente falando eu não acredito nisso, por causa do papa-prêmios Nomadland, vêm com costas largas e grande favorito para a estatueta, e também pelas questões ideológicas da academia, tanto que o filme do Spike Lee ganhou uma indicação no Oscar e ninguém se quer fala nele; claro que Judas e o Messias Negros é um filme muito melhor que Destacamento Blood, mas coleciona indicações e só ganhou dois prêmios, com Daniel Kaluuyah como Melhor Ator Coadjuvante no Critic’s Choice e no Globo de Ouro. Logo se vê um possível sumiço desse filme no Oscar. Espero muito queimar minha língua, mas parece se concretizar tal injustiça.
Akihito Okano (PORNOGRAFFITTI), que atualmente está desenvolvendo seu projeto “Walk To The Song In My Heart”, anunciou sua primeira apresentação ao vivo intitulada “DISPATCHERS” a ser realizada em 11 de abril.
Okano tem apresentado o programa “DISPATCHERS” no ano passado em conjunto com o YouTube e a Space Shower TV, após a pandemia sem precedentes que atingiu o mundo em 2020.
Akihito Okano – “Hikari Are” (tema de Os Sete Pecados Capitais: O Julgamento do Dragão):
Nos 22 anos da carreira musical do vocalista do PORNOGRAFFITTI, este foi o ano em que enfrentou o seu “passado” e “futuro” como músico, artista e vocalista. No início de 2020, quando Okano estava prestes a iniciar um novo capítulo em sua carreira, foi declarado estado de emergência devido à disseminação do novo coronavírus. Okano, como muitos em todo o mundo, foi forçado a ficar em casa e não conseguia encontrar uma maneira de realizar as atividades que havia imaginado.
Okano decidiu fazer algo para ajudar aqueles que também estão lutando e tentando seguir em frente, iniciando o quadro “DISPATCHERS” no YouTube.
Okano diz: “Espero que a mensagem e a energia que envio por meio da minha voz ajudem as pessoas. Além disso, se eu trabalhar junto com outros músicos que respeito, podemos certamente criar grandes possibilidades e superar quaisquer dificuldades. Com isso em mente, decidi iniciar o projeto ‘Ande até a música em meu coração’ com aqueles que estão mais próximos de mim para se tornarem ‘EXPEDIDORES’ e levar nossa mensagem mais longe. “
No início deste ano, Okano lançou o single digital “Hikari Are (Let There Be Light)” como a primeira etapa do projeto “Walk To The Song In My Heart”, com letras do n-buna de Yorushika e música de Hiroyuki Sawano.
Para o videoclipe, ele colaborou com o popular YouTuber “Y’s Rebellion”, que pratica chutes de futebol há vários anos em um projeto chamado “What If Someone Like Me Practiced Kicking a Million Times?” No videoclipe, Y melhora gradualmente com o tempo. O videoclipe colaborativo incentiva os espectadores a seguir em frente em direção a seus objetivos com confiança e positividade.
Atualmente, a pandemia COVID-19 continua. Apesar disso, Okano espera enviar uma mensagem de “Haja luz” para aqueles que estão dando um passo à frente.
Durante o concerto de streaming “DISPATCHERS”, Okano apresentará canções de PORNOGRAFFITTI e as suas próprias canções solo, bem como covers de canções de vários artistas, tal como faz no programa “DISPATCHERS”.
Vale lembrar que a banda PORNOGRAFFITTI conta com temas em animes como Fullmetal Alchemist, My Hero Academia, Bleach the Movie: Fade to Black, Ghost Slayers Ayashi, Pokémon the Movie: The Power of Us.
Durante uma entrevista ao canal Al Hub exibida no dia 25 de março, o diretor de arte Yoji Shinkawa revelou informações sobre o próximo lançamento da Kojima Productions. De acordo com o diretor, o novo jogo já está sendo produzido e deve ser anunciado em breve. “Bem, sim, estou fazendo algo e poderia dizer que provavelmente podemos anunciá-lo em breve”. Disse Shinkawa, em resposta à pergunta sobre possíveis detalhes do segundo jogo do estúdio.
Desde o lançamento de Death Stranding em novembro de 2019, a Kojima Productions já dava vestígios de estar trabalhando em um próximo título. O próprio Hideo Kojima publicou em suas redes sociais o seu interesse em filmes de terror, para um projeto futuro no qual ele gostaria de criar um revolucionário jogo de terror.
Infelizmente, alguns meses após o anúncio sobre sua suposta obra de terror, Kojima afirmou que teve um importante projeto de desenvolvimento cancelado. Porém, para o agrado dos fãs disse já estar desenvolvendo outra ideia e publicou uma imagem que sugere ser algo envolvendo Death Stranding.
Here's my way of designing new title w/Yoji. 1st we discuss the setting for each character, the background, the world, the color, the characteristics, the roles, the images, ideas and keyword going back&forth via E-mail. WFH & 20 mins direct discussion. Mostly texting via iPhone. pic.twitter.com/XCYpFwsQ6U
No texto: Esta é minha maneira de criar um novo título com Yoji. Primeiro, discutimos o contexto de cada personagem, o mundo, a cor, as características, as funções, as imagens, ideias e palavras-chave indo e vindo via e-mail. Trabalhando em casa, temos 20 minutos de discussão direta principalmente por mensagens de texto via iPhone.
Kojima Productions é um estúdio japonês independente fundado em 2015 e dirigido pelo aclamado Hideo Kojima, criador da popular série Metal Gear. Sua missão é ser um estúdio que surpreenda e encante os clientes com experiências de entretenimento AAA, inovadoras e exclusivas da mais alta qualidade.
Quando uma franquia consegue trabalhar com paciência e tempo, tudo dá certo, depois do fiasco que a Warnerpassou com a DC, agora se vê uma linha de filmes que se encaminha para um dos maiores confrontos da história do cinema: Godzilla vs Kong.
Apesar de enrolar demais para entregar o que o povo mais anseia, quando acontece o confronto, vale cada segundo de espera, pois aqui se vê o creme do que é uma verdadeira luta de monstros gigantes.
Existe um “mal necessário” que será reclamado pela maioria, e alguns vão dizer que é mal trabalhado, onde todo o arco de diálogos e encontros dos personagens humanos são algo que passa muito dos limites, principalmente porque todo o primeiro ato do filme trás a história dos filmes passados. Apesar disso e sem ser repetitivo, o longa consegue te jogar no contexto da franquia, todo o mistério da terra oca, o porquê do Godzilla caçar outros monstros e até um certo drama do Kong, muito bem amarrado e preparado para o grande confronto.
Mesmo assim eles preferem construir mais camadas dessa trama e acaba virando muita coisa alheia, principalmente porque tudo fica atropelado e não tiveram o cuidado de desenvolver os mistérios que alguns personagens estavam envolvidos, virando apenas um alívio de tensão e cômico para uma trama de ação. Severiam ter mais cuidado pelo simples fato que até o diretor e os roteiristas queriam ver luta de monstros gigantes, não existe outra explicação e eu não os culpo.
Inicialmente a trilha sonora beira a aqueles níveis absurdos de bizarro, aquela música sem sentido para mostrar os sentimentos dos monstros, assim, é sério? Precisa explicar para o povo isso? O nível de CGI desse filme é perfeito o suficiente para você olhar pro rosto Kong e entender o sentimento que ele passa, acredite se quiser, até o Godzilla com aquela cara sinistra consegue passar alguma emoção, mesmo que seja ódio. Em paralelo, a trilha da batalha fez crescer aquela expectativa que tinha nascido só de ver o trailer, foi incrível e épico como esses dois titãs devem ser.
O CGI é algo que beira ao absurdo de impecável, quem botar defeito foi pausando o filme para tentar encontrar algum erro, porque visualmente está lindo, de pelo do Kong coberto de neve ou molhado como o Godzilla cintilante ao soltar a baforada ou sendo queimado por algum laser… sem spoilers por aqui.
Uma trama muito bagunçada e espaço demais para os humanos resume-se no tão esperado confronto, por mais que tenha seu tamanho diminuído, Godzilla está em seu nível mais extrapolado de força, enquanto Kong se mostra mais ágil e sabe cair na porrada como ninguém, como dois titãs que jamais se curvam. Vimos aqui uma epopeia cinematográfica que beira a perfeição da luta de Superman vs Zod em Homem de Aço, sem amarras, sem câmeras lentas, muitos planos sequências de batalhas com algumas cenas cruas, claro que existem alguns cortes mais brutos, mas o conjunto da obra é uma sinfonia visual de luta livre de monstros gigantes que a única coisa que nos resta é glorificar tamanha maestria cinematográfica. Me peguei gritando feito torcedor na arquibancada de trás do gol, todo aquele desenvolvimento arrastado valeu pela grandiosidade – em todos os sentidos.
Repetindo, quando se planeja uma franquia, trabalhe uma história a cada filme e deixe pontas soltas para as sequências. O resultado é algo que fica entre o bom e o incrível, só sai errado se faz mal feito, já falei isso quando a DC tomou outros rumos, dessa vez é bom ver a Warner voltar a ser grande e forte para franquias cinematográficas, e se ela tropeçou na DC, acertou nos monstros e parece não parar por aí.
Godzilla vs Kong supre o hype de todos, nos atinge em cheio com uma luta inesquecível e deixa aberto o arco para um próximo filme desses titãs monstruosos. Queremos mais!
Depois de quase dois anos desde o seu último comeback e um longo sumiço por todo o ano de 2020, Park Bom, conhecida por ter sido parte do girlgroup de K-Pop2ne1, voltou com o single “Do Re Mi Fa Sol” no último dia do mês de Março (31). O último comeback da artista foi com “re: BLUE ROSE” e sua faixa-título “Spring“, que recebeu muito amor tanto na Coreia do Sul quanto no exterior, gerando ansiedade nos fãs pelo seu retorno.
A letra da música fala sobre o desejo de ter um amor calmo e leve, e conta com Changmo fazendo o rap. A música é uma faixa lenta de R&B, e no MV, podemos ver Bom em lindos cenários e figurinos, assistindo a memórias do passado como um filme. Confira:
A Netflix anunciou na última terça-feira (30), o elenco da versão coreana da série espanhola La Casa de Papel. O remake foi anunciado em dezembro e o criador da versão em espanhol, Alex Pino, confirmou que participará do projeto junto do diretor coreano, Kim Hong-sun.
Yoo Ji Tae já havia sido confirmado para interpretar o Professor. Jeong Jeon Seo, conhecida pelo seu papel em Burning, será Tokyo, uma das personagens queridinhas do público. A adaptação também conta com Park Hae Soo (Berlin), Lee Won Jong (Moscow), Kim Ji Hoon (Denver), Jang Yoon Joo (Nairobi), Park Jung Woo (Rio), Kim Ji Hun (Helsinki) e Lee Kyu Ho (Oslo).
O anúncio foi feito no perfil oficial do Twitter da Netflix Korea:
Além disso, alguns personagens sofreram alterações. Park Myung Woo será Cho Young Min (Arturo Román). Kim Sung Oh interpretará o inspetor Cha Moon Hyuk, provável inspetora Sierra na versão espanhola. Kim Yoon Jin fará Seon Woo Jin (Lisboa) e Lee Joo Bin será Yoon Min Sun (Estocolmo).
A versão original gira em torno de nove ladrões que, liderados por Professor, organizam o roubo à Casa da Moeda Espanhola. Já a coreana, se passará na península coreana e contará com 12 episódios, trazendo novos elementos a história.
O remake será produzido em parceira com os estúdios BH Entertainment(Miss Baek) e Contents Zium (Itaewon Class).
Uma notícia dessas só pode ter acontecido no dia da mentira, pois é boa de mais pra ser verdade! Demon Slayer estreou hoje na Netflix, 1º de abril, com dublagem em português feita pelo estúdio Universal Cinergia. O anime já havia estreado na Funimation Brasileira e Netflix norte-americana e com dublagem em português, então era esperado que o mesmo acontecesse na plataforma brasileira.
Imagem Reprodução: Netflix
Tanjiro, o protagonista de Demon Slayer é interpretado por Daniel Figueira (Charlie em Charlie e Lola), e Nezuko, sua irmã amaldiçoada, é interpretada por Isa Guarnieri (Riley em Divertidamente). Quem fará a voz de Zenitsu será Adrian Tatini (Dabi em Boku no Hero); de Inosuke será Dláigelles Silva (Momonga em Overload); e o vilão Muzan será interpretado por Glauco Marques (Zoro em One Piece).
Você pode conferir a página do anime no catálogo da Netflix clicando AQUI.
Além disso, vale lembrar que o filme de Demon Slayer vai chegar nos cinemas brasileiros em abril, deixando os fãs ainda mais esperançosos com a possibilidade do filme também ser incluído no catálogo da Netflix.
Demon Slayer é um mangá escrito por Koyoharu Gotouge que estreou em 2016 pela revista Weekly Shonen Jump. O mangá terminou em dezembro de 2020 com 23 volumes impressos no Japão, sendo que 14 deles já foram comercializados no Brasil pela Panini. Em 2019 Demon Slayer ganhou adaptação para anime, que conta com uma temporada com 26 episódios. Além disso, em outubro de 2020 estreou Demon Slayer The Movie: Mugen Train, dando continuidade aos eventos do mangá. O filme foi um grande sucesso, se tornando a maior bilheteria da história do Japão, a maior bilheteria mundial de animes e foi pré-indicado ao Oscar.
Sinopse: Estamos na Era Taishou. O dia-a-dia pacato de Tanjiro, um gentil garoto que vende carvão, se transforma radicalmente quando sua família é assassinada por um demônio. A única sobrevivente é Nezuko, sua irmã mais nova. Porém, agora, ela se transformou em um Oni. Diante dessa tragédia, os dois irmãos partem em uma jornada para derrotar o Oni que matou sua mãe e irmãozinhos. E assim tem início uma aventura sanguinolenta de espadachins!