A marca New Era, presente no esporte, moda e streetstyle, apresentou uma nova coleção inspirada nas séries “Stranger Things” e “La Casa De Papel”, já disponível em sua LOJA OFICIAL e em revendedores autorizados.
Com 26 peças, a coleção é dividida entre moletons, bonés e camisetas das duas séries. Os itens com referências de Stranger Things trazem a clássica frase “FRIENDS DON’T LIE”, além dos personagens principais para os amantes do multiverso.
Para a série espanhola La Casa de Papel, os modelos contam com frases da música “BELLA CIAO”, estampas dos personagens e o nome do show. Os preços das peças variam entre R$129,90 a R$349,90.
As peças da nova coleção da New Era podem ser encontradas com os preços entre R$129,90 a R$349,90.
Cinema é algo que vive em conflito na internet, de uma lado têm os cinéfilos que adoram ditar regra, mas que têm sua razão quanto a qualidade dos filmes, e do outro temos simplesmente fãs comuns, que não gostam de nada filosófico, tudo que exige pensar um pouco é ruim para eles, mas é esse tipo de filme que estampa a maioria dos cartazes, raramente é possível entregar as duas coisas. Mesmo assim é possível acertar essa fórmula e Oxigênio passa por essa essência cinéfila que todo mundo gosta, mas não consegue desprender da positividade e da alegria do clichê chato, condenando muito a obra e tirando boa parte da qualidade que aparentava ser um grande filme.
Aqui o gênero Sci-Fi volta para suas origens, por trabalhar toda a trama em um único cenário, acaba limitando os artifícios que poderiam ser explorados do gênero, pois muito pelo contrário, aqui temos uma câmara criogenia que já é um elemento bem Sci-Fi, muito usado para filmes que se passam no espaço ou cyberpunk, misturam com tecnologia futurista e já te ambienta que o filme se passa em um futuro distante.
Em paralelo, temos a protagonista, a doutora Elizabeth Hansen (Mélanie Laurent) que está em uma posição agoniante e completo gatilho para quem têm claustrofobia. A trama trabalha o desespero perfeitamente, a agonia sentida em tela é sentida por quem assiste, e por mais confuso que a história caminha, aos poucos ela vai desenvolvendo e consegue nos explicar cada momento sobre a realidade do filme. A protagonista passa por um exagero de flashbacks para sua construção, contudo também serve para fazer a mesa resgatar suas lembranças, por mais excessivo que seja os flashbacks, eles são curtos, breves o suficiente para te mapear sobre o ocorrido com a doutora e porque está naquela situação, tudo bem dirigido para ser uma grande obra prima, mas passa muito longe de ser.
O plot twist coloca em cheque todo o filme, alguns podem acreditar que a revelação pode jogar para uma lado mais pesado quanto a crise existencial, pois se vê algo muito mais leviano, onde a palavra chave é “substituição do indivíduo”, o tanto de gente que estava sendo levada para colonizar outro planeta, é impossível que não existia outro cientista que entendia do mesmo trabalho, claro que ela é a criadora do projeto, mas o plot twist tira o peso e o drama da protagonista por causa da verdadeira origem dela, te tirando do filme e condenando a obra, tudo para entregar uma péssima história de amor, é muito fraco se comparar o peso que o filme se mostrou ser, perde muito o brilho da direção, da bela atuação da protagonista e condena a obra por completo, a não ser que gostem de histórias de amor repetitivas, daí o filme deve ter sido bom.
A grandiosidade que resulta na mediocridade, um final fraco e clichê por causa de um plot twist duvidoso que acabou com todo o filme, Oxigênio tem suas camadas de profundidade, é reflexivo, possui elementos de terror bem trabalhados que só jogam a obra lá em cima, mas bastou um final a níveis catastróficos para destruir tudo, tanto que o final reflexivo é completamente ignorado, abafado pelo comum e o medíocre, o filme pode facilmente ser chamado de quase-obra prima a qual teve lampejos de melhor filme do ano.
Foi anunciado na madrugada desta terça-feira (18), pela Source Music, gravadora do GFRIEND, que o grupo k-pop não renovará seu contrato com a empresa. O acordo atual expira no dia 22 de maio.
O anúncio foi feito através do Weverse, plataforma utilizada tanto pelos artistas, quanto pelas empresas subsidiárias da HYBE, para interagir diretamente com os fãs. Na nota divulgada, a Source Music agradeceu ao grupo e aos BUDDY pela jornada, além de mostrar apoio ao futuro de Sowon, Yerin, Eunha, Yuju, SinB e Umji.
“Olá. Aqui é a Source Music.
O contrato exclusivo com GFRIEND e Source Music acabará no dia 22 de maio.
Após uma cuidadosa e extensa discussão, GFRIEND e Source Music chegaram ao acordo de seguirem caminhos diferentes para continuarem a crescer.
Pelos últimos seis anos, GFRIEND ganhou o amor sem limites dos fãs de k-pop através de uma ampla gama de conceitos, performances e músicas que marcaram a nova geração de grupos femininos e música.
Nós gostaríamos de expressar nossas sincera e honesta gratidão ao GFRIEND que permitiu que a Source Music acompanhasse elas em sua jornada.
Nós gostaríamos de agradecer profundamente a todos os BUDDY e fãs que mostraram seu amor pelo GFRIEND e pedimos que eles deem seu amor e suporte aos membros que começarão suas aventuras em novas e diversas áreas.
Source Music irá sempre torcer pelos membros conforme eles dão seus primeiros passos em direção a novos começos.
Obrigado.”
Nas redes, fãs expressaram mensagens de carinho e apoio às meninas do grupo. O termo GFRIEND chegou a ficar em terceiro lugar nos assuntos mais comentados do Brasil no Twitter.
as meninas mais lindas da minha vida todinha, eu sou completamente apaixonada por cada mínimo detalhe de vocês 🙁 eu amo vocês com tudo de mim. pra sempre gfriend. pic.twitter.com/pKIOcsplnM
As meninas saíram juntas, então, com certeza elas estarão juntas em breve! Vamos nos apegar a qualquer esperança que surgir e nos manter unidos por elas. ❤ pic.twitter.com/M52A9gZOb6
não importa o que aconteça, sempre será esse Gfriend lembrado, aquele que possui as seis garotas com um sorriso enorme e cheia de talentos pic.twitter.com/9SoPoBfnLF
O GFRIEND estreou em 2015, com o mini álbum Season of Glass e a faixa título Glass Bead. O grupo chamou atenção por conta de suas coreografias consideradas difíceis, já que não era algo comum para grupos com conceito fofo. Elas também ficaram muito conhecidas por hits como Me Gustas Tu e Rough, conquistando uma legião de fãs ao redor do mundo.
This is 4MIX! Depois de dois anos de trabalho duro e vários obstáculos, a boy band de t-pop 4MIX fez seu debut no último dia 11, com o lançamento do MV de seu novo single Y U Comeback — e que estreia! Em menos de uma semana o vídeo no YouTube já conta com mais de 1 milhão de visualizações e quase 200 mil curtidas.
Confira:
O grupo tem quatro integrantes: Ninja, MCKA, Folksong e George. Os garotos chamaram a atenção de todos pela batida enérgica da música e o visual simplesmente único — especialmente por causa das roupas do líder, Ninja, que, dentre os quatro integrantes, é quem mais exibe um estilo tradicionalmente mais feminino nos dois clipes lançados.
Sim, dois clipes!
Em março deste ano, o quarteto já havia lançado o MV de seu pré-debut (ou prologue song)KID PID, e ganhou mais popularidade na Tailândia após uma performance dessa mesma música no programa T-Pop Stage em abril.
“Quem vê close, não vê corre!”
Originalmente, o debut estava previsto para 2020, mas a pandemia do coronavírus acabou adiando os planos do grupo e da gravadora KS GANG, subsidiária da Khaosan Entertainment. Além do adiamento, o 4MIX passou por uma outra turbulência: a saída de J2, um dos membros originais, em dezembro do ano passado.
Tanto os membros restantes quanto a agência se concentraram em encontrar um substituto à altura para completar novamente o grupo. Finalmente, em fevereiro deste ano, George foi anunciado como o mais novo trainee da agênciae membro do 4MIX.
O novato então precisou se esforçar para alcançar seus atuais colegas; ainda que seja tão talentoso quanto os outros, certamente não foi uma tarefa fácil, considerando o fato de que os três garotos já treinavam e se apresentavam juntos há quase dois anos como cantores e dançarinos cover, principalmente de k-pop.
Para ajudar a promover o grupo, entre 4 de março e 22 de abril deste ano, a KS GANG lançou em seu canal oficial do YouTube um minidocumentário chamado A Mix of 4MIX,com 8 episódios curtos (um por semana) sobre a trajetória dos garotos, desde o recrutamento dos quatro membros originais até pouco antes do lançamento de seu MV de debut.
No documentário, os membros disseram que não existe oficialmente uma posição fixa para cada um no grupo, como estamos acostumados no k-pop — main singer, main dancer, etc., e que os quatro deveriam estar em sintonia em questão de habilidades para que aquilo pudesse dar certo.
E chegam os dias de glória
No último episódio, os meninos disseram que estavam muito satisfeitos com a popularidade que alcançaram apenas com seu prologue single, e George disse até que foi além das suas expectativas! Ninja, como o líder, declarou que seu desejo agora era fazer com que eles fossem conhecidos não apenas na Tailândia, mas no mundo inteiro.
Acho que não é cedo demais para dizer: Desejo concedido! E adivinhem de qual país é o segundo maior número de comentários no MV de Y U Comeback? Os Mixers brasileiros estão em peso apoiando o grupo!
Cartas na mesa
Se você assistiu aos vídeos, já deve ter notado: O grupo também apoia abertamente a comunidade e as causas LGBTQ, então mais um ponto para eles! Os garotos vieram para quebrar os estereótipos de gênero e defender a diversidade com sua arte. Isso fica claro não apenas pelos vibrantes figurinos unissex ou mesmo pela hashtag #LGBTQBand no vídeo de debut, mas também em declarações no próprio documentário — e na vida:
Já tendo declarado suas influências do k-pop, como o girlgroupBLACKPINK, e mesmo de artistas pop do Ocidente, o quarteto promete entregar performances que combinam o melhor de cada um dos membros, além de transmitir sua mensagem de apoio à comunidade através de suas músicas.
Parece que finalmente está chegando a vez da Tailândia no cenário pop asiático e mundial, e o novo fandom certamente já está à espera de mais novidades!
O que será da vida de Gitta Barbot, uma doce menina que aos 25 anos, viciada em drogas? Of Bird and Cage traz essa história onde a protagonista busca sair dessa prisão mental e física, devido ao seu captor Bres Lupus.
Então com essa temática realista apresentada no BIG Festival, Of Bird and Cage, da Capricia Productions, conquistou uma qualificação para a quinta temporada da Nordic Game Discovery Contest (NGDC).
Além de ser um jogo sombrio ele conta com uma trilha sonora de peso. E quando digo peso é muito real trazendo dublagens realizada por músicos como Kobra Paige (Kobra and the Lotus), Danny Worsnop (Asking Alexandria) e Davidavi ‘Vidi‘ Dolev (Gunned Down Horses).
E o jogo ainda conta com Ron “Bumblefoot” Thal (ex-GunsN ‘Roses), Rob van der Loo (Epica), Ruud Jolie (WithinTemptation), Casey Grillo (ex-Kamelot), Rocky Gray (ex-Evanescence), Mike Lepond (SymphonyX), Danny Worsnop (Asking Alexandria), Tina Guo e Snowy Shaw (ex King Diamond, ex Therion) na produção e criação do projeto.
Vencendo barreiras durante seus 6 anos de produção, você pode adquirir Of Bird and Cage para PC (Steam). Publicado pela All in! Games, você pode conhecer e entender um pouco desse lado tão comum na sociedade na forma de um álbum de música, a partir do dia 20 de Maio.
Alguns rumores que o criador de Evangelion poderia estar planejando um novo anime foram espalhados pela internet, causando certo alvoroço nos fãs. No entanto, o estúdio Khara desmentiu tais alegações, afirmando que o diretor Hideaki Anno não está trabalhando em nenhuma obra nova.
Através de seu Twitter, o estúdio diz que ninguém da sua equipe foi entrevistado ou falou qualquer coisa sobre novos projetos. Assim complementando que qualquer anuncio sobre um novo anime será feito através das plataformas oficiais do Khara. Em outro tweeto estúdio reafirma que os rumores eram falsos, que em nenhum momento tais declarações foram feitas.
Este rumor surgiu através da edição de maio da revista Weekly Shinchou, onde um artigo relatava que um funcionário anônimo do estúdio Khara disse que Hideaki estaria trabalhando em uma “nova versão” de um trabalho icônico e mundialmente conhecido, junto de outro diretor famoso. A falsa alegação também foi postada no site da revista.
Mesmo que a falta de uma nova obra possa deixar alguns fãs desapontados, o trabalho recente de Hideaki, Evangelion 3.0 + 1.0 é um sucesso no Japão. O filme estreou no dia 8 de março deste ano e ficou em primeiro lugar no primeiro fim de semana de sua estreia. O longa é um encerramento oficial da franquia de Evangelion, sendo o filme mais lucrativo do anime.
Além disso, Hideaki está realmente trabalhando em outro projeto, o live-action de Shin Kamen Raider, programado para estrear em 2023.
Se você é um leitor pecador e gostaria de ter um leque maior de opções para ir para o inferno depois dessa vida, você pode apostar no Japão, onde o inferno é bem diversificado. O conceito não é como se conhece no Ocidente, que segue os preceitos cristãos, mas também segue a ideia de você ter sido uma pessoa que praticou boas ou más ações ao longo da sua vida.
O Inferno Segundo os Japoneses
O conceito varia de acordo com as maiores religiões do Japão, o xintoísmo e o budismo, bem como de acordo com a cultura de cada região, assim, as descrições podem variar bastante.
O inferno xintoísta se chama 黄泉の 国 (yomi no kuni ou simplesmente yomi – “Terra da Escuridão”) e se assemelha mais com o inferno grego (Reino de Hades) do que com o inferno cristão ou budista. O yomi não tem fogo ou tortura, é mais um lugar escuro onde as almas perambulam após a morte por um tempo indefinido. Seus portões também são guardados por criaturas assustadoras e dizem que sua entrada fica na província de Izumo, debaixo de uma grande rocha. De acordo com os preceitos xintoístas, tudo o que é conectado com a morte é tido como impuro ou sujo – tanto que os japoneses geralmente têm casamentos xintoístas e funerais budistas.
Falando no budismo, para eles o inferno se chama 地獄 (jigoku), e é cercado de demônios, fogo e punições. Segundo eles, se você não teve uma vida boa o suficiente que justifique a sua reencarnação, você pode ir parar em um dos seus 8 infernos. E quem determina para onde você vai após a morte é Enma Daiou (Rei dos Demônios), bem conhecido por causa de animes, como Dragon Ball e Yu Yu Hakusho. Existem infernos de nuvens de areia preta, da fome, da sede, do sangue, do ferro, das folhas de espada, do rio de cinzas, congelante e muito mais.
Vale notar que o conceito de inferno não existia para os japoneses até o século XI, quando o budismo foi introduzido. Portanto, não se tem muitas histórias contando o que existe no yomi. É por causa dessa falta de conhecimento do inferno que o xintoísmo é mais ligado à vida do que à morte.
Vá para o Inferno!
Apesar de essa famosa frase aparecer muito nas legendas de animes e ser um xingamento clássico no Brasil, no Japão ela não é muito comum. Na verdade, o equivalente na tradução pode ser 死ね (shine – “Morra”), apesar de ir mais para o sentido de interpretação e se aproxima mais do “Vai se fXder”. Para uma tradução mais literal, existe o 地獄におちろ (Jigoku ni ochiro), mas ele não é muito utilizado, provavelmente por não fazer sentido para eles um humano mandar o outro para o inferno, já que apenas Enma Daiou pode fazer isso – a exceção é se a pessoa for Shaka de Virgem.
Então, da próxima vez que alguém te mandar para o inferno, arrume suas malas e vá para o Japão para ampliar seus horizontes.
Fim da temporada das premiações, agora começa aqueles filmes que poderiam aparecer nas lista para o próximo ano, sempre a mesma história, dessa vez a produção está na Netflix, Monstro, traz o drama de um garoto acusado por um crime que não cometeu, diante ao racismo explícito pela desconfiança de um negro ser acusado de homicídio, o filme traz uma lição de moral importantíssima que consegue sobrepor a linguagem arrastada de filme de tribunal, mesmo dando umas tropeçadas no meio do caminho, temos aqui um belíssimo filme.
Filme de tribunal tende a ser um dos subgêneros mais chatos de assistir, se não tiver uma direção firme e um bom roteiro, pode jogar tudo fora. Mas quando tudo é bem trabalhado, tende a ser um dos melhores subgêneros do cinema, em Monstro todo arco roda no protagonista Steve (Kelvin Harisson), um estudante apaixonado por cinema que esteve no lugar errado e na hora errada, por mais apagado que apareça no início, aos poucos engrandece com os acontecimentos até o crime ocorrido e interagindo com pessoas de seu círculo. Todo jogo de diálogos com a advogada, a família e até o presidiário se torna um grande amadurecimento pessoal transmitido como uma grande lição de moral para o público, contudo esse desenvolvimento têm um problemas quase que graves.
Certos momentos em que a narração entra pareceu mais uma explicação da cena do que algo mais útil, em paralelo a narração desaparece e deixa de existir até o final do filme, na qual a ela joga a reflexão e faz desse filme, se tornando algo maior, muito mais atrativo e importante, mas ficou um tanto bagunçado, porque a ausência e a finalização dela foi algo sensacional, mas explicar a cena é nos chamar de burros, visualmente é possível entende-las, principalmente quando seu “amigo” King (ASAP Rocky) aparece em tela sendo cheio de si e se engrandecendo acima dos outros.
Era possível enxergar o quanto ele era uma pessoa errada, não precisava ser narrado, e isso se mostrou destacável porque do meio para o fim o filme soube trabalhar isso, deixou rolar a trama, e teve coisa mostrada que não foi necessário narrar, nitidamente se entende ao assistir a cena, faltou organização na direção, mas pela bela trama apresentada, conseguiu entregar um belo filme.
O roteiro se equilibra entre ser um filme totalmente cult e um simples filme de tribunal, esse equilíbrio pode incomodar os mais cult e também os haters. Muitos vão achar que o filme não se decide, mas na minha opinião ele não precisa se decidir, ele é meio a meio, se vê o que é o racismo quando um jovem negro é acusado por um crime que ele nem sequer fez, mas é acusado só por olharem na cara dele, em paralelo a narrativa de tribunal onde se joga com diálogos para trabalhar o drama do filme e toda a situação de acusação do garoto, bem amarrado para nos manter preso no filme. Por mais maçante que o subgênero já se mostra normalmente, aqui a linguagem foi bem trabalhada, o desenvolvimento fluiu dentro daquele ritmo arrastado e soube mexer com nosso emocional e nos conquistar com essa bela obra.
Defeitos podem ser notados, mas não condenam o conjunto, Monstro têm seus tropeços, mas entrega um grandiosa obra não só gostosa de assistir, como agoniante e dramática em história, nos trazendo uma forte mensagem de uma situação constrangedora por estar no lugar errado, mas ser julgado de qualquer jeito por causa da cor, não é o filme mais marcante sobre o que é racismo, mas soma às grandes obras sobre o assunto e se coloca importante para ensinar sobre a luta racial.