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Os Novos Mutantes | Review

Os Novos Mutantes
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Após uma era de filmes de heróis que dividiram opiniões, a última produção da Fox foi entregue com o mesmo nariz torto que todos os fãs já tinham com o estúdio, Os Novos Mutantes ganhou muita força no cenário da cultura pop por alguns motivos bem relevantes, mas o que poderia ser uma redenção ou um último agrado, foi entregue mais um filme problemático ao qual faz a Marvel sair pela porta dos fundos dos estúdios Fox e os fãs a desejar os X-Men no MCU.

Primeiramente Os Novos Mutantes cresceu nos cinemas por causa do marketing bem feito, lançaram um trailer na temática de terror que fez as pessoas olharem melhor esse filme. Todos os elementos que apareceram no primeiro e segundo trailer, temas sombrios feitos pela edição, a nova geração de novos mutantes e todo aquele terror conhecido dos filmes modernos fez uma ponta de esperança aparecer dentro de uma névoa obscura de confiança dos filmes da Marvel-Fox, no final descobrimos que tanto a Fox quanto a Warner são excelentes em fazer trailer, pois conseguiram enganar muita gente com filmes que não passam do comum problemático que todos conhecem do estúdio.

Independente do marketing, Os Novos Mutantes é um compilado de oportunidades perdidas para que pudessem ser um grande filme, pois há personagens interessantes que poderiam ser melhores construídos ao invés da mesma história genérica que outros filmes abusam da fórmula. O gênero herói pode ser muito bem montado dentro de outros gêneros, um drama como Coringa e Logan é a prova disso.

Em compensação não vi esse filme como um desastre ou o extremo da ruindade, a Marvel-Disney estragou muitos fãs e qualquer coisa fora dela já é colocada como um errado, Os Novos Mutantes é um filme fraco, mas se colocar ele em relação aos outros filmes da Marvel-Fox, ele desponta acima de alguns X-Men. O filme sofre com um problema que os filmes de terror passam atualmente e a tentativa de assustar o público falhou miseravelmente, contudo apresentou bem a origem dos personagens em formas de flashbacks e outros modos que movem a trama.

Após a compra da Fox pela Disney, Kevin Feige fez questão de se desfazer de todos os projetos futuros da Marvel-Fox, porém não só ele deu aval para que Os Novos Mutantes fosse lançado como o mesmo passou por algumas refilmagens, e para quem não sabe, a Disney fez questão de tirar algumas referências que lembrem os X-Men da Fox, a ponta da curiosidade começou nesse detalhe, bastou ele dizer “sim” a esse filme que a internet começou a explodir em teorias.

Teve blog falando que não é do MCU porque não começou o filme com “Marvel Studios”, teve outro que ficou chorando porque isso pode ser um péssimo começo para os X-men no MCU, a verdade é que nós não sabemos de nada o que pode estar sendo planejado, pode até não ter plano, mas no fim pode ser algo tão simples que todas essas teoria foram só gritos de fãs apaixonados sem embasamento. Nesse caso teorizo da seguinte maneira: basta pegar o fim desse filme e ligar em uma cena com o professor Xavier indo buscar eles, é tão simples e objetivo que faz as pessoas esquentarem cabeça por nada.

Caso aconteça de Os Novos Mutantes vincularem ao MCU, será apenas relacionada com a história de origem dos mutantes citados nesse filme e o porquê eles estavam presos ali, pode-se chamar até de filme de origem desses mutantes, caso acho ruim, lembre-se do filme Homem-Formiga, não é nada demais, mas você conhece a origem dele, Thor: Mundo Sombrio é um desastre em forma de longa-metragem, mas engrandeceu o arco do Thor e trouxe outros elementos que vinculam na história do Loki, a qual pode aparecer na série dele, ou seja, tudo é possível depois do “sim” do Kevin Feige para Os Novos Mutantes.

Todas essas mil teorias não escondem o fraco roteiro de Os Novos Mutantes, poderia ter melhor trabalhado o gênero terror, ter feito algo mais preso ao chão mesmo sendo do arco X-Men, mas não alcançou o objetivo, e por fim a única coisa que se salva é a possibilidade de alguma coisa disso ser aproveitada no MCU. Nada foi confirmado até o momento, porém também não existe algo que diz que não será, principalmente porque os executivos da Disney viram o filme e com aval de Kevin Feige ele foi lançado, logo algo pode ser tirado daí – se for só para entretenimento, aí sim falharam miseravelmente.

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Vote na categoria “Melhor Anime” do Suco Awards 2021!

suco awards 2021
Imagem Divulgação

A votação na única categoria de juri popular, de “Melhor Anime”, do Suco Awards 2021 já começou. O formulário Google pode ser encontrado logo mais abaixo.

Lembrando que a curadoria do SUCO & FRIENDS apenas seleciona as estreias – e isso vale para outra categorias como “Melhor Série”, por exemplo – e por isso você pode não ver presente a sua “temporada favorita de seu anime”. Em 2018, o grande vencedor foi Made In Abyss, passando por Devilman Crybaby em 2019, e Demon Slayer em 2020.

Caso não esteja conseguindo visualizar o formulário abaixo, VOTE AQUI ou no botão na sequência.

VOTAÇÃO ‘MELHOR ANIME’

Critérios da Votação:

  1. Os títulos dos animes estão em português, inglês ou japonês;
  2. Você pode votar em apenas 1 (um) título;
  3. A data término da votação é 18/04 – sem horário específico;
  4. De preferência ter e estar logado numa conta GOOGLE;

Critérios da Apuração:

  1. Os títulos compreendem animes lançados entre a Temporada de Inverno 2020 até a Temporada de Inverno 2021 (5 temporadas no total);
  2. Estreias possuem Peso 2;

Se encontrar algum erro, reporte para a gente ?


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Heaven Official’s Blessing | Primeira temporada já está disponível na Netflix

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A animação chinesa baseada na novel Tian Guan Ci Fu (Heaven Official’s Blessing), da autora Mo Xiang Tong Xiu – a mesma de Mo Dao Zu Shi, que inspirou o donghua e o manhua homônimos, além do célebre c-drama The Untamed – chegou à plataforma de streaming Netflix na última quinta (9).

Acompanhamos a história do jovem Xie Lian, o respeitado príncipe herdeiro de Xian Le, uma nação das Planícies Centrais. O príncipe ascendeu ao Reino Celestial ainda muito novo, tornando-se uma divindade, mas foi expulso duas vezes por interferir em assuntos mortais.

Séculos depois, ao ascender pela terceira vez, o príncipe parte em uma missão no Reino Mortal como um sacerdote taoísta que realiza exorcismos para acumular méritos e quitar suas dívidas com o Reino Celestial. Voltando às Planícies Centrais, Xie Lian une forças com um rapaz misterioso e começa a desenterrar alguns segredos das divindades.

A primeira temporada conta com 13 episódios, incluindo o episódio especial lançado no dia 16 de fevereiro. A novel original é dividida em cinco volumes, e ainda não há previsão de data para a segunda temporada.

O donghua foi lançado pela primeira vez em outubro de 2020, sendo distribuído pela Bilibili (China continental) e pela Funimation (leste asiático), que planeja relançar a animação dublada em inglês ainda este ano.

Então, meus companheiros otakus que ainda não tiveram a oportunidade, que tal dar uma chance às animações chinesas?

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Edge of Eternity ganha data de lançamento

Edge of Eternity

Depois de quase três anos colecionando avaliações positivas na Steam, os jogadores finalmente poderão conhecer o desfecho do JRPG Edge of Eternity, que será lançado ainda este ano em uma atualização trazendo mais 20 horas de gameplay com novos personagens e eventos exclusivos.

O JRPG possui uma promissora história envolvendo guerreiros e heróis em um mundo aberto com belos cenários, além do sistema de batalha por turnos e uma trilha sonora feita pelo compositor Yasunori Mitsuda, conhecido por seu trabalho em Chrono Trigger e Xenoblade Chronicles.

“Utilizamos todo o nosso conhecimento para criar Edge of Eternity. É uma história épica de batalhas existenciais e dramas pessoais íntimos. Mal posso esperar para mostrá-lo ao mundo”. Disse Jeremy Zeler, fundador do estúdio Midgar responsável pelo jogo.

Edge of Eternity será lançado dia 8 de junho para PC. E  tem data prevista de lançamento para os consoles no último trimestre do ano, entre os meses de outubro e dezembro.

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Kingdom Hearts III | Review

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Kingdom Hearts III foi originalmente lançado em 25 de fevereiro de 2019 para Playstation 4 e Xbox One. O título, que era muito aguardado pelos fãs, marca o encerramento da saga Kingdom Hearts iniciada em 2002 e foi lançado 13 anos depois do último título lançada para consoles de mesa – Kingdom Hearts II (2005). Confira abaixo a nossa review.

Fim de uma era

Pela última vez iremos acompanhar Sora em sua jornada para acordar aqueles que estão refugiados em seu coração, salvar os guardiões da luz perdidos e, finalmente, derrotar Xehanort, que planeja repetir os eventos da guerra das Keyblades. Sora não está sozinho e será acompanhado por seus fiéis companheiros: Pato Donald e Pateta.

Kingdom Hearts III é a parte final da Dark Seeker Saga e, como tal, tinha muito o que cobrir. A tarefa consistia em incluir e convergir todas as linhas temporais apresentadas em jogos anteriores da franquia. Afinal, vale lembrar que a franquia Kingdom Hearts tem mais de 10 jogos lançados com o decorrer dos anos, cada um deles introduzindo um novo aspecto para a narrativa que, com o tempo, se tornou cada vez mais complexa.

Dito isso, não é possível entender o enredo de Kingdom Hearts III sem antes ter jogado os jogos anteriores (ou pelo menos ter uma noção da história). É perceptível que os desenvolvedores criaram uma narrativa focada nos fãs e, portanto, eles não tem medo de se aprofundar em seu próprio universo para criar uma conclusão para quase 20 anos de games lançados. Pensando nisso, no menu do jogo estão disponíveis pequenos resumos do que aconteceu até o momento em que a história se passa, mas, sinceramente, não é a mesma coisa.

A gameplay pode ser divertida e os personagens da Disney podem até mesmo cobrir parte do espaço deixado pela falta de entendimento dos acontecimentos da franquia, mas a história original (independente daquela criada pelo celebrado estúdio e suas animações) é um dos maiores atrativos da obra. Ver personagens que tiveram seu desenvolvimento em jogos lançados há anos atrás finalmente terem uma conclusão de seus arcos de história é incrivelmente satisfatório. Porém, pode ser um desperdício investir tempo em um game que tem como um ponto chave a narrativa, quando não se tem noção do contexto em que esse jogo se insere.

A franquia Kingdom Hearts sempre teve personagens carismáticos e, aqui, não poderia ser diferente. Sora é um protagonista leve, engraçado e, ao mesmo tempo, possui conflitos internos interessantes. Donald e Pateta são os melhores side-kicks possíveis e trazem uma leveza ao game (é difícil competir com essas duas bombas de carisma do estúdio Disney). Além disso, mesmo para os personagens menos explorados no jogo, que tem as suas histórias encerradas em Kingdom Hearts III, só a possibilidade de revê-los em gráficos atualizados e modernos já traz um quentinho no coração (daquele tipo que só acontece depois de anos acompanhando determinado projeto, é um afeto único).

Viajando pelos mundos

Kingdom Hearts III mantém uma das maiores qualidades da série: a construção e adaptação dos diferentes cenários do jogo. É realmente uma experiência incrível ser capaz de explorar lugares tão icônicos quanto os criados pela Disney. E, agora, a experiência se torna ainda mais imersiva com os gráficos impressionantes da Unreal Engine 4.

Cada um desses mundos do estúdio Disney, irá apresentar uma nova mecânica de gameplay e introduzirá um enredo próprio que, apesar de estar inserido dentro de um contexto geral, pode parecer um pouco com “enrolação”. Digo isso, pois pode acontecer do jogador se frustrar com o andamento mais lento do enredo principal, causado pelo foco nas narrativas “alternativas” desses mapas.

Vale mencionar que a trilha sonora de Kingdom Hearts III é uma obra de arte por si só (não tinha como ser diferente). A música composta por Yoko Shimomura já te atinge na tela inicial com a versão do tema principal da série “Dearly Beloved” e na introdução com a performance de Hikaru Utada que é, como sempre, arrebatadora.

Um dos pontos negativos é que o jogo não possui dublagens, ou legendas, em português. Para aqueles que não tem muita familiaridade com a língua inglesa, acompanhar o game pode se tornar uma tarefa bem difícil.

Luz vs Escuridão

A gameplay segue o estilo característico da série, misturando um combate dinâmico com aspectos de RPG com progressão por níveis e aprimoramentos de armas, equipamentos e habilidades.

O combate é o ponto alto dessa fórmula, pois é divertido, colorido e dinâmico. Em aspectos gerais, o jogador poderá utilizar a Keyblade, realizando ataques básicos e magias. Para complementar, cada uma das armas apresentadas no jogo possui suas próprias habilidades únicas que afetam a forma de derrotar o inimigo. Sora também é capaz de realizar invocações, que possuem sua própria movimentação.

Os inimigos também são um ponto forte do game. Cada um dos mundos possui os seus próprios designs de Heartless e Nobodies (os antagonistas mais comuns durante a jogatina) e seus movimentos e habilidades também variam de acordo. As lutas com os “chefes de estágio” tem um caráter épico, adquirido pela trilha sonora magistralmente aplicada e pela magnitude do inimigo – que é sempre enorme, ocupa a tela inteira e, por vezes, dificulta a focalização da câmera.

Conclusão épica

A espera dos fãs por Kingdom Hearts III valeu a pena. A simples promessa de uma conclusão para uma saga tão amada já seria um bom motivo para caracterizá-lo como um marco da indústria, porém, o game entrega bem mais que isso. Com uma gameplay divertida, uma história cativante e uma trilha sonora mágica, jogadores serão capazes de se encantar mais uma vez com esse universo construído ao longo de anos. Apesar de alguns pontos negativos, é o que a franquia merecia.

Vale relembrar que a saga Kingdom Hearts estará disponível inteiramente na loja da Epic Games em 30 de março de 2021. Confira o trailer abaixo:

JOGUE AGORA PARA PC

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G-Dragon revela que está trabalhando em músicas para o BIGBANG

g-dragon
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Em entrevista a DAZED Korea, o rapper G-Dragon, que saiu recentemente do serviço militar obrigatório, revelou que está trabalhando em músicas para o BIGBANG!

Na entrevista, o rapper compartilhou que vem trabalhando com música desde a sua dispensa do serviço militar obrigatório. Ao ser questionado sobre suas anotações recentes, em seu telefone, ele respondeu:

Em vez de notas, estou me concentrando muito na música e trabalhando em coisas do BIGBANG. Atualmente, então, procuro palavras-chave musicais relacionadas a isso e escrevo as letras. Já que é assim que eu gasto meu tempo, a maioria das minhas anotações são relacionadas a isso.

Essas palavras geram expectativas nos fãs sobre a possibilidade de um novo álbum de comeback, já que G-Dragon é o principal produtor do grupo!

Responsável por inúmeras composições, ele desempenha esse papel desde quando era menor de idade. O grupo trabalha com poucos produtores externos, e frequentemente, as músicas têm em seus créditos apenas G-Dragon e Teddy. Em sua longa carreira, o grupo lançou apenas três álbuns, sendo apenas um deles um álbum completo, que foi MADE.

MADE, que dominou as paradas musicais em 2015 e 2016, recebeu 6 indicações, vencendo três delas! Naturalmente, os fãs estão ansiosos e cheios de expectativas, comemorando a notícia por todas as redes sociais!

Ansiosos?

Fiquem atentos para mais atualizações!

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Resident Evil Village | Novo showcase é anunciado pela Capcom

Resident Evil Showcase

Mais informações sobre o Resident Evil Village serão divulgadas na próxima quinta-feira (15) às 19h (horário de Brasília). Segundo a Capcom, um novo showcase será transmitido nos canais oficiais da empresa, apresentando um trailer de gameplay e algumas outras novidades. Confira o teaser abaixo:

No texto: Prepare-se para outra transmissão de Resident Evil Showcase, com a nova jogabilidade de RE8. Assista em 15 de abril às 19h (horário de Brasília).

O showcase será a segunda novidade do mês sobre o novo título da franquia de Resident Evil, que teve um trecho de gameplay divulgado recentemente na última sexta-feira (2) revelando detalhes da gameplay.

Resident Evil Village será lançado dia 7 de maio para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e PC.

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Kai bate recorde como “primeiro lugar” em 76 países na história do iTunes!

Kai iTunes
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Kai, integrante dos grupos EXO e SuperM, fez seu debut há 4 meses atrás como solista, com o lançamento do mini álbum que carrega seu nome. E até hoje, ele continua quebrando recordes: Ele tem o maior número de “primeiro lugar” na história mundial do iTunes!

Desde a sua estreia, com o passar dos meses, Kai vem quebrando e criando recordes em diferentes categorias musicais; Seus registros vão desde o YouTube ao Spotify, passando também pelo iTunes.

Em recentes registros, Kai alcançou o primeiro lugar em 76 países com seu primeiro mini álbum “KAI (开)“. Este recorde faz dele, o primeiro artista solo a alcançar tal marco no iTunes, sendo o número 1 em todos estes países, com apenas 1 EP lançado!

Entre os países de todos os continentes, está o Brasil e outros países latino americanos como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana.

Anteriormente, ainda no iTunes, em seu primeiro dia de lançamento solo, o idol estreou em primeiro lugar no ranking mundial de álbuns, depois de chegar ao topo de 53 países e ficar em primeiro lugar no ranking mundial de músicas com a faixa-título “Mmmh“.

O mini álbum KAI (开) foi lançado oficialmente no dia 30 de novembro de 2020, e conta com 6 músicas, sendo estas “Mmmh“, “Nothing On Me“, “Amnesia“, “Reason“, “Ride Or Die” e “Hello Stranger“. As músicas estão disponíveis em plataformas como Spotify, YouTube Deezer.

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