A semana que passou trouxe consigo algumas boas novidades para os mangás no Brasil. A última novidade é o anúncio da editora Panini sobre o lançamento dos mangás de Konosuba e MAO.
Por meio de live no fim de semana, a editora anunciou que os dois títulos chegarão ao público, a princípio, a partir do mês de setembro. Ambos terão seus volumes no valor de R$29,90 e periodicidade mensal.
Konosuba: Abençoado Mundo Maravilhoso
A adaptação em mangá de KonoSuba, por Masahito Watari, está em publicação desde 2014 e cobre a obra original em light novel de Kurone Mishima e Natsume Akatsuki.
Esse é um título importante para a editora pelo sucesso que a franquia vem fazendo já há algum tempo. Tanto que, após duas temporadas em anime e um filme, a série recebeu o anúncio de mais um projeto de animação, conforme anúncio recente.
A história começa com uma morte ridícula do protagonista Kazuma. Ao acordar, a deusa Aqua lhe oferece a opção de reencarnar em um mundo de fantasia e escolher qualquer coisa para ajudá-lo em sua aventura. Ao escolher a inútil deusa Aqua para acompanhá-lo, nossos heróis terão que lidar com as aventuras do dia a dia nesse mundo surreal de magia e fantasia – mesmo que essas aventuras nem sempre sejam tão empolgantes assim.
Você pode acompanhar as confusões de Kazuma e Aqua pela Crunchyroll, em suas duas temporadas adaptadas, além do longa metragem. A série original em light novel terminou em maio do ano passado, com 17 volumes.
MAO
Em seguida, a obra da querida e maravilhosa Rumiko Takahashi é seu mais recente trabalho, em lançamento desde 2019. A obra da autora de clássicos como Inuyasha, Ranma 1/2 e Urusei Yatsura ainda teve, além disso, uma adaptação em anime confirmada em maio. Atualmente, MAO tem 9 volumes lançados no Japão.
Em mais esse conto sobrenatural cheio de fantasia, Rumiko nos apresenta Nanoka, uma estudante do colegial que foi parar no Japão do começo no século XX. Lá, ela é salva por um jovem misterioso chamado Mao que, bem como Nanoka, também foi parar nessa época sem saber como.
O título é o primeiro de Rumiko que a Panini publica. Seus outros títulos mais famosos, aqui no Brasil, foram publicados pela JBC que, inclusive, anunciou a volta de Inuyasha, mas ainda sem novidades. Os fãs aguardam ansiosamente por esse anúncio nesse meio tempo, inclusive eu – isso não foi um mini desabafo do redator, ok? Não foi. Sério, não mesmo.
Finalmente as ATINYs podem comemorar, depois de muito tempo a empresa KQ Entertainment anunciou oficialmente que Song Mingi retornará a promover com o grupo ATEEZ.
Durante novembro de 2020 a empresa havia anunciado que o integrante entraria em hiatus por tempo indeterminado após apresentar sintomas de ansiedade, desde então Mingi não participou de nenhuma atividade do grupo. Porém, no início deste mês o cantor fez a sua primeira postagem na conta oficial do grupo, gerando rumores sobre seu retorno.
No entanto, somente no dia 18 de julho a empresa lançou uma nota oficial sobre a volta do membro, confira a tradução a seguir:
“Olá, aqui é a KQ Entertainment.
Nós gostaríamos de informa-los sobre o estado de saúde e retorno do membro Mingi. Por meio de terapia de aconselhamento, descanso prolongado e esforços constantes, Mingi recuperou a saúde e, no primeiro dia de 2021, participou de diversos agendamentos antes do retorno oficial à equipe para verificação física e mental
Depois de algumas conversas com o próprio Mingi, seus pais e seu conselheiro psicológico, recebemos uma opinião final de que ele pode retornar sem dificuldades.
A partir deste ponto, ATEEZ estará ativo como um grupo de 8 membros, e iremos informá-los novamente se houver alguma alteração na programação previamente anunciada.
Mais uma vez, gostaríamos de expressar nossa gratidão a ATINYs que tem estado à espera de Mingi e ao apoio constante por ele”
Imediatamente, fãs de todo o mundo demonstram animação pelo retorno do integrante, aguardando ansiosamente para ver Mingi brilhando nos palcos novamente.
O futebol brasileiro está invadindo o mundo dos games, principalmente com as duas maiores torcidas do país. Nos últimos anos, Flamengo e Corinthians começaram a investir no eSports e estão colhendo bons frutos. Além de conseguirem destaques em torneios populares, como de League of Legends e de Free Fire, os dois times estão fazendo com que muitos fãs de futebol se aproximem do universo geek. Algo que está impactando positivamente o mercado.
A equipe de eSports do Flamengo ganhou muito destaque em 2019, quando derrotou o INTZ, em plena Arena da Barra, e foi campeã do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL). Um título importante e que premiou o alto investimento da equipe nos games, uma história que começou em 2017 e que continua dando certo. Neste ano, por exemplo, o Flamengo voltou a levantar uma taça no calendário nacional de League of Legends.
Enquanto isso, o Corinthians é uma referência no jogo Free Fire, e com um domínio até maior que do Flamengo. Isso pode ser comprovado com os resultados de 2019 também, quando a equipe paulista foi campeã mundial da categoria. Apesar de pouco tempo no universo do eSports, o clube conseguiu colecionar um resultado de grande porte e entrou para sempre na história das competições de Free Fire.
A presença de Flamengo e Corinthians nos games está gerando um efeito curioso. Nos últimos anos, os eSports conseguiram chamar mais atenção do que o futebol. Segundo levantamento feito pelo blog da Betway, cerca de 73% dos brasileiros se dedicam aos jogos eletrônicos. Isso significa que existem dois gamers para cada praticamente de futebol por aqui. Um número incrível mostrando alguns detalhes desse mercado bilionário.
Outras iniciativas vindas do futebol
Esses números foram o suficiente para chamar a atenção do mundo da bola, e não estamos falando apenas de Flamengo e Corinthians. Desde o ano passado, o lateral Daniel Alves, por exemplo, conta com uma organização própria de eSports. Ele realizou uma parceria com a empresa europeia S2V Esports, e criou a Good Crazy. O objetivo é marcar presença em vários games diferentes, e aproveitar a popularidade do setor.
O jogador sempre teve proximidade com os jogos eletrônicos, e finalmente conseguiu realizar o sonho de criar uma organização. Em entrevista para o portal de bets em eSports da Betway, o lateral do São Paulo afirmou que o mercado tem um grande potencial no Brasil e no mundo. Ele acredita ser um segmento para qualquer tipo de investidor ter em conta, pois o crescimento é alto, principalmente se olharmos para a audiência.
Atrás apenas da China e dos Estados Unidos, o Brasil é uma referência no número de visualizações durante as competições. Ou seja, a situação aqui deve ficar ainda mais interessante nos próximos anos. Serão cada vez mais equipes brasileiras, sejam elas de futebol ou não, surgindo em todas as regiões.
Investimento de outros times
Alguns clubes estão buscando o mesmo caminho que tomaram Flamengo, Corinthians e Daniel Alves. O Cruzeiro, por exemplo, reativou a equipe de eSports que criou nos últimos anos. A equipe mineira foi uma das primeiras a apostar nos games, mas acabou desistindo no meio do caminho. Após alguns anos, eles voltaram novamente e querem ficar mais fortes. Outros clubes, como o Ceará, o Santos, o Sport e o Vasco, também poderiam ser citados.
Todos estão buscando espaço para crescer, e mostrar que o futebol brasileiro tem tudo a ver com o eSports. Por enquanto, as equipes com as duas maiores torcidas do Brasil continuam sendo as principais referências, mas é algo que pode mudar. O mundo geek tem espaço para todos, principalmente se a iniciativa conseguir ainda mais audiência para os games.
O estúdio independente francês, DigixArt, tem o prazer de anunciar que Road 96 será lançado dia 16 de agosto no Nintendo Switch, Steam, GOG e Epic Store pelo preço de 34.96 BRL.
Assista o trailer com a data de lançamento mais abaixo:
Road 96 também estará disponível como parte do pacote Hitchhiker Bundle, juntamente com os 9 artistas da trilha sonora e um eBook original do jogo, contendo as principais histórias de 10 anos antes dos eventos que aconteceram no jogo, tudo isso por um preço de 103.44 BRL.
Road 96 representa o projeto mais ambicioso da DigixArt. Liderado pelo veterano da indústria, Yoan Fanise (Valiant Hearts, Memories Retold), ele oferecerá aos jogadores uma aventura narrativa única e em constante evolução inspirada em Tarantino, The Coen Brothers e Bong Joon-ho.
Grupos de Dance Cover de k-pop são bastante comuns, muitos deles se destacam não apenas pela coreografia similar, mas também por sua boa interpretação da música e na criatividade ao criar cenários para seus vídeos. Não foi diferente com B2, um grupo de Dance Cover de São Paulo, que não somente se entregou de “corpo e alma” ao cover como também recriou o MV de Alcohol Free do girlgroup TWICE.
Recentemente, o grupo B2 não se tornou viral apenas no Brasil, mas também na Coreia do Sul e internautas coreanos ficaram admirados pelo excelente desempenho do grupo.
Confira o vídeo abaixo:
Inicialmente, um internauta publicou em seu twitter o vídeo do cover e disse: “TWICE não são os artistas originais para ‘Alcohol Free’ e sim esses caras.”
Logo, outras pessoas começaram a comentar a respeito ainda no twitter. Alguns comentários diziam “Uau, o que é isso? Por que eles são tão bons?”, “Eles são tão bons”, “Eles são tão bons em dançar e a qualidade do vídeo é de alta qualidade”, “Estou com tanta inveja que eles têm um grupo que pode fazer esse tipo de vídeo juntos”,”Eles filmaram este vídeo em um local tão bonito “,” Eu posso dizer que eles trabalharam muito nele” e por fim, “A dança deles é tão boa, mas também a perfeição do vídeo também é de alta qualidade”.
Entretanto, a popularidade de B2 não permaneceu apenas no twitter, como também foi assunto bastante comentado em fóruns coreanos (que são bastante comuns na Coreia). Muitos internautas ficaram admirados com a qualidade e produção do vídeo, também é claro, com o empenho deles.
Confira alguns comentários publicados e traduzidos pela página BDM KPOP:
O que acontece com essa qualidade kkkkkk
Uau! Isso está além da perfeição – eles arrasaram seriamente todas as partes! Parecia que eu estava assistindo o MV
Estou curioso sobre a equipe de edição de vídeo kkkkkk
O melhor cover em termos de dança que já vi. Eles dançaram tão parecido com o Twice e performam bem também.
Achei que fosse apenas um cover kkkkk Mas descobri que é um MV de verdade kkkkkkk
A qualidade fez arrepiar os pelos dos meus braços o que está acontecendo, uau! Por que eles são tão puros? kkkkkkk
Eles já ganharam apenas com a thumbnail kkkkk
Uau, o MV foi incrível kkkkk O oppa de cabelo curto é o meu estilo kkkk
Muito bom, muito bom kkkkk
Pouco tempo depois, o viral chegou ao conhecimento do TWICE e Momo, main dancer do grupo, comentou e postou na plataforma Bubble, um print que estava assistindo o vídeo no Youtube. Na legenda, ela disse “impressionante!”.
A disputa continua acirrada entre os 35 competidores selecionados e já temos alguns favoritos do último episódio do programa LOUD que foi ao ar semana passada.
Dentre eles o trainee da P-Nation, Woo Kyung Jun que já conquistou corações e grande popularidade na Coreia devido a seu rosto de “personagem de animes” e seu carisma nas apresentações de dança.
Mesmo sendo um rapaz tímido, conseguiu superar seus medos e entregou ótimas presenças de palco, impressionando seu chefe PSY.
Okamoto Keiju, com apenas 15 anos e sendo um dos candidatos que corria risco de não ser selecionado, também conseguiu pegar nossos corações com sua apresentação carismática e cheia de fofura.
Cheon Jun Hyeok
Outro treinee da P-Nation, mostrou um show incrível com sua voz aveludada ao cantar Versace on the Floor (Bruno Mars). Mais uma vez mostrando que a empresa do nosso querido PSY está trabalhando muito bem com os nossos idols.
Lee Gye Hun
Treinee da JYP, rapper com grande capacidade, está sendo o competidor mais popular do programa, estando em primeiro lugar na popularidade da Coreia do Sul.
Não deixem de assistir esse programa que ainda teremos muitas atrações!
Dia 19 de julho agora marcam dois anos desde o trágico incêndio no prédio da Kyoto Animation que resultou em 36 mortos, 33 feridos e uma multidão de pessoas incrédulas com a magnitude e as razões do desastre. Dia 18 aqui, na verdade, se considerarmos o fuso horário.
E quando falo em razões e incredulidade, falo pelo fato estarrecedor de tantas vidas terem sido perdidas por causa do desespero insano de um homem convicto que o estúdio havia plagiado uma de suas ideias. Shinji Aoba, o homem de 42 anos responsável pelo incêndio, foi acusado pela promotoria por homicídio, tentativa de homicídio e incêndio criminoso. O processo não foi agendado e ele foi atrasado não só pela espera de um laudo psicológico, mas pelo próprio estado de saúde do criminoso, que teve mais de 90% do corpo com queimaduras de terceiro grau.
Uma vez internado no hospital, Shinji Aoba foi acompanhado ao longo de meses por Takahiro Ueda, o médico que cuidou de seus graves ferimentos com afinco e, pelo que parece, foi sua primeira autêntica companhia em tempos, como podemos ver pelo seu depoimento dado ao Yahoo! News Japan.
O que deixa todo o fato realmente estarrecedor, e até agora não esclarecido (e aparentemente sem o menor interesse de se esclarecer), é isto: como uma pessoa comum tão de repente surta e torna-se capaz de encerrar tantas vidas que jamais tiveram nada a ver com a sua? O que é essa besta que escapa de dentro de alguém (e que, não se enganem, habita a todos nós) e que nos aterroriza sempre que se manifesta?
Talvez a verdade é que não há compreensão. Só há o sentimento desolador de que algo foi irremediavelmente interrompido. Uma vida, uma relação, um laço, um amanhã.
Sobre Look Back
E esse sentimento é o elo que une o que agora escrevo com a mais nova obra do autor de Chainsaw Man, Tatsuki Fujimoto, intitulada “Look Back”. O mangá em formato one-shot, de cerca de 140 páginas, conta a história de Fujino e Kyomoto, duas desenhistas que dão a vida pela sua paixão, que é desenhar mangás. O que começa como uma relação de rivalidade por parte de Fujino, revela-se uma relação de admiração por parte de Kyomoto. Cada uma com seus talentos embarcam juntas numa prodigiosa estreia, até serializarem o mangá Shark Kick.
É durante a produção de Shark Kick que as amigas se separam. Kyomoto tem ânsia de tornar-se uma artista melhor, bem como aprender a interagir melhor com as pessoas e decide entrar em uma escola de Artes. Fujino sente a falta iminente de sua amiga, bem como de seu talento indispensável para cenários, mas inevitavelmente parte.
O tempo passa e, simplesmente, acontece. Um homem armado com um machado, inexpressivo e balbuciando indignações contra as pessoas, invade uma faculdade em Yamagata e mata 12 pessoas com um machado.
As páginas seguintes de Look Back embarcam numa atitude típica de todos nós quando deparados com uma catástrofe. Recapitulamos os momentos de nossa vida com a pessoa perdida, imersos em culpa, perguntando o que é que poderíamos ter feito. Enchentes de pensamentos do tipo “Se ao menos eu não tivesse feito isso, ou aquilo, talvez ela ainda estaria aqui” inundam nossas cabeças.
E assim Fujino, lembrando o momento em que conhece Kyomoto, imerge num cenário hipotético. E se ela estivesse lá no momento? E se ela pusesse suas aulas de karate à prova? E se ela pudesse continuar a serializar Shark Kick com sua amiga, exatamente do jeito que era antes?
Mas a fantasia acaba. O que resta é a realidade da perda. Só há a Fujino, sua mesa de desenho e as lágrimas pelo ente querido, que jamais voltará.
Imagem Divulgação
Convertendo o número em luto
Look Back foi lançado mundialmente no Manga Plus, site de mangás online oficial da Shueisha, no exato dia em que foram completos dois anos do incêndio na KyoAni. O relato do mangá é quase autobiográfico, mesmo por algumas semelhanças aqui e ali com o próprio Tatsumaki Fujimoto. Entre elas, a inversão interessante que acontece no mangá apresentado no one-shot, Shark Kick. Afinal, Fujimoto também fez fama com “Fire Punch”. Como não lembrar das aventuras de Sharkboy & Lavagirl?
Mas por mais realista que os sentimentos de perda e luto sejam transmitidos pelo mangá, muita calma na hora de pisar nesse acelerador. Bem pode ser mesmo que Fujimoto tenha perdido alguém querido no incêndio de 2019. Mas pode ser também uma sensibilidade aguda em ação, capaz de transformar o número em luto. Que sabe o que implica a morte de uma vida no mundo. Que sabe que, para cada uma das 36 vidas perdidas por causa do incêndio, uma história como essa se repetiu 36 vezes para pessoas que jamais conheceremos, mas que existem, choram e sangram tanto como nós, que existimos, choramos e sangramos.
Afinal, esse também é um dos maiores poderes que a imaginação sensível é dotada.
Pessoalmente, acho valiosíssima qualquer iniciativa que nos mostre o que implica a morte de uma vida. É muito fácil que grandes tragédias englobem todas as vidas perdidas num grande bloco amorfo e sem identidade chamado “números”. Seja o incêndio da KyoAni, ou a pandemia ou o horror que foi o século 20, o que não se pode perder de vista é que a morte de uma única vida já é por si só desastrosa o suficiente. Números a menos não amenizam o fato. A mais só piora.
O grupo brasileiro de covers de k-pop, B2, deu o que falar entre o público sul-coreano nos últimos dias. Na última segunda-feira (12), o conjunto lançou o seu cover de Alcohol Free, do grupo feminino Twice, e chamou grande atenção, principalmente dos k-netizens.
Criado por volta de 2014, o B2 é composto por oito membros: Alex, Iuri, Lucas, Douglas, Kevin, Subin, Michel e Ulisses. O foco principal do grupo são covers de artistas femininas, mas eles também já fizeram apresentações de covers masculinos. O canal no YouTube do B2 acumula quase 24 milhões de visualizações e mais de 150 mil inscritos. Já no Instagram, eles possuem 16 mil seguidores.
O cover de Alcohol Free foi um sucesso estrondoso, chegando a 157 mil visualizações em apenas três dias. Além disso, o vídeo chamou tanta atenção, que chegou em Momo, membro do grupo Twice. Em suas redes, a cantora compartilhou um print do vídeo.
É HEXA! Momo do TWICE postou no ???? um print assistindo o vídeo de Alcohol Free do grupo cover brasileiro B2.
Em seus perfis, os membros do B2 comemoraram a conquista e agradeceram aos Heartbeats, nome dado ao fandom do grupo, por todo o apoio. Kevin agradeceu até mesmo em coreano, chegando a postar nos stories do Instagram e no canal do YouTube.
Lançado em junho deste ano, o clipe oficial de Alcohol Free já possui mais de 130 milhões de visualizações e o single é considerado o hit de verão do Twice.