Foi divulgado nesta terça-feira (26), o primeiro trailer de Cowboy Bebop, adaptação da Netflixem série live-action do clássico anime dos anos 90. A série chega na plataforma no dia 19 de novembro.
Entre os atores principais estão: John Cho, Daniella Pineda e Mustafa Shakir, e na prévia vemos a tripulação da nave Bebop, viajando pela galáxia caçando criminosos fugitivos. O vídeo também traz momentos nostálgicos e clássicos do anime e revela o visual de alguns dos vilões. Além da trilha sonora peculiar.
Confira o trailer:
Sobre Cowboy Bebop
Cowboy Bebop é uma mistura de faroeste futurista, filmes clássicos de kung fu, que a mostra a vida de três caçadores de recompensas, Spike Spiegel, Jet Black e Faye Valentine, que percorrem a galáxia em busca dos criminosos mais perigosos do universo.
Para quem não conhece, o anime (1998-1999), que inspirou o live-action foi adicionado na plataforma esse mês (assista AQUI). Com 26 episódios, a história sobre um grupo disfuncional de caçadores de recompensa cruzando a galáxia em uma jornada de autoconhecimento. Ele é um dos principais responsáveis por acender o interesse de Hollywood sobre as brilhantes animações japonesas.
Nós adoramos um bom romance coreano clichê e, Hometown Cha-Cha-Cha, que chegou esse mês na Netflix, está nos entregando muita paquera, triângulos amorosos, aquele bom drama asiático, e claro que não pode faltar, uma boy band de K-pop.
Assista o trailer abaixo:
Sobre Hometown Cha-Cha-Cha:
A história conta a vida de Yoon Hye-jin, uma dentista que vive em Seul, mas acaba perdendo seu emprego por não tolerar a sua chefe abusando dos valores nos tratamentos dos pacientes. Afim de espairecer ela viaja para a vila costeira de Gongjin. Sem emprego ela decide residir na vila e recomeçar sua vida abrindo sua própria clínica, uma vez que a cidade não tem nenhuma.
Nesse meio tempo ela conhece Hong Du-sik, que tem uma boa reputação na comunidade, pois toma conta dos mais velhos e não recusa nenhum trabalho. Os destinos deles acabam se cruzando diversas vezes e os dois acabam se apaixonando.
Hometown Cha-Cha-Cha é estrelado por Shin Min-A e Kim Seon-ho angaria boa aprovação e uma nota de 8.8 (via IMDb), contará com 16 episódios, que estão sendo lançados semanalmente aos sábados.
Estou aqui de novo para falar de Manhua, meu vício adquirido durante a pandemia, e hoje para fazer a REVIEW de um dos meus títulos favoritos do aplicativo Webtoon: Unholy Blood (ou ainda White Blood, na tradução literal do coreano).
Enredo
Em um mundo onde os vampiros são reais, os seres humanos vivem em constante temor de serem feitos de jantar. A ameaça é real, e cada vez mais pessoas comuns estão se transformando, deixando a população em pânico, e gerando ódio às criaturas da noite. Hayan Park é uma jovem universitária que quer apenas levar uma vida normal, entretanto, após um ataque inesperado, ela é obrigada a aceitar um segredo obscuro a fim de proteger aqueles que ama.
Com uma temática sobrenatural, UB se tornou um dos meus títulos queridinhos de 2020, e por consequência 2021. Com um início rápido, onde eram publicados dois episódios por semana, a trama policial que usava vampiros como uma alegoria para discriminação, desigualdade social e violência, me conquistou pelo roteiro interessante e as belas artes.
Uma história surpreendente
Unholy Blood, diferente de muitos outros títulos, não fica “rodeando o assunto”, com uma quantidade de capítulos inferior a maior parte de outros manhuas (apenas 90 sem contar os epílogos), a história apresenta rapidamente uma situação de perigo a protagonista, assim como de perda, que motivada pela vingança (e sede de justiça) se une à forças policiais para descobrir e eliminar um grupo de vampiros que tem planos sinistros para o mundo inteiro.
Apesar da trama ter alguns clichês, ela consegue surpreender de maneira positiva em vários aspectos (até mesmo eu que sou famosa por adivinhar os plots logo no início), além disso, mesmo que muitas das personagens possuam passados obscuros e violentos, é interessante como a protagonista jamais aceita isso como uma justificativa para atos hediondos. UB deixa claro em seus capítulos o quanto a violência é um ciclo vicioso, mas isso não significa que pode ser incentivada.
Com uma mistura de mistério, aventura, drama e romance, a obra consegue se manter fiel ao seu plot do início ao fim, não desviando do caminho do que é determinado desde o início, o que garante que os leitores não se decepcionem durante a leitura (como acontece com outros títulos que possuem uma repentina “mudança” de rumo no meio). Ou seja: A trama é sobre caçar vampiros com ação, briga e investigação, todo o resto é secundário e será tratado como tal.
Últimas considerações
Apesar de eu ser mais uma fã de romances (históricos e isekais) UB foi um dos poucos títulos fora da curva que me conquistaram, e conseguiu me arrancar lágrimas nos capítulos finais, ainda mais quando fazemos paralelos com a nossa situação atual global.
Para aqueles que estão buscando uma obra a fim de iniciar sua jornada no mundo dos manhuas, Unholy Blood é uma ótima pedida, já que oferece uma história cativante ao mesmo tempo que intensa e relativamente curta (com episódios gratuitos em inglês no aplicativo Webtoon).
Em dezembro deste ano um dos maiores eventos para os amantes de livros irá acontecer, com participações inéditas. A XX Bienal do Livro do Rio de Janeiro terá a presença do aclamado mangaká Junji Ito em sua programação e adotando o modelo híbrido, a participação do autor será online.
A Bienal acontecerá entre os dias 3 a 12 de dezembro no Riocentro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Maiores detalhes sobre a participação do mangaká no evento ainda não foram divulgadas.
Junji Ito
Chamado de mestre do horror, o mangaká é conhecido por ter escrito Uzumaki, uma história macabra de uma pequena cidade onde os cidadãos são atormentados por uma maldição envolvendo espirais. Além dela, o autor também escreveu Gyo, Tomie e dezenas outras obras do mesmo gênero.
Por fim, Junji Ito nasceu em 1963 no Japão e começou a desenhar por hobby. Foi apenas depois dos 30 anos de idade que se tornou profissional e hoje é uma das maiores referências de horror do mundo dos mangás.
Após um longo período de seis anos sem novas publicações, o mangá de comédia nonsense Nichijouvai voltar com novos capítulos. O anúncio foi feito por meio de publicação do próprio autor da obra, Keiichi Arawi, em sua conta oficial no Twitter.
Segundo o mangaká, o título vai voltar às publicações da revista Shonen Ace simplesmente porque ele sentiu vontade de desenhar de novo. Sinceramente, esse é o motivo mais Nichijou possível para a obra voltar após tanto tempo sem novidades.
Tô afim de desenhar, então vou começar a serializar “Nichijou”
Aliás, dá para perceber bem que o autor está bem afim de desenhar. Além de postagens padrões, sua conta está abarrotada com novos desenhos. Assim, com essa enxurrada de ideias e vontade, o mangá voltará para os fãs a partir dessa terça, dia 26.
Nichijou
Imagem Divulgação
Sendo o título, literalmente, vida cotidiana, a obra de Keiichi Arawi acompanha a vida não tão normal de três garotas e suas aventuras nem um pouco comuns. Uma cientista prodígio, uma assistente robô, um garoto rico montado em um bode e um gato falante são apenas alguns temperos para essa rotina tão extraordinária quanto engraçada.
Nichijou estreou lá em 2006 e teve seus capítulos interrompidos nove anos depois, até essa semana em que voltará com novas bizarrices. Em 2011, o título teve uma adaptação em anime com 26 episódios pela KyoAni. Ao mesmo tempo, a animação foi a principal responsável por divulgar o humor nonsense de Arawi pelo mundo. Nesse sentido, o título se tornou praticamente unanimidade e uma grande referência em animes de comédia.
Poucos filmes trabalham lições tão simples e óbvias para vida, mas em momentos atuais se faz necessário. Um Herói consegue mostrar o quão importante devemos ser nós mesmos sempre e seguir em frente diante as complicações independente qual for elas, ou pelo menos foi o que o filme tentou passar, a confusão foi tamanha que você esquece do filme no meio por culpa do roteiro.
Alguma coisa deve ter acontecido com o roteiro enquanto era produzido o filme, muitas viradas sem sentido e momentos tensos tirados do nada, conflitos na trama que nós entendemos, mas confunde o filme inteiro. Apesar de saber e interpretar o que está sendo desenvolvido, o decorrer do filme parece muito maçante, como se quisesse terminar logo, isso que não estamos falando aqui de uma trama corrida, e sim de algo mais aguado em desenvolvimento, muito do filme parece picotado no roteiro, como se alguma produção executiva tivesse metido a mão demais ou algo semelhante. Sinto que poderia ser um filme mais longo e tomar cuidado com essas viradas de trama e momentos tensos, me pareceu muito sem sal.
Contudo um drama interessante sobre a vida de um detento e o desespero para salvar a própria honra, uma lição aprendida a duras penas pois a mentira não é pior no momento, mas na bola de neve que será lá na frente, o filme trabalha da glória ao inferno de Rahim (Amir Jadidi), aquilo que brilha para sua família também espirra, das coisas boas a ruins todos ao seu redor sofrem com sua mentira e o final não poderia ser melhor, apesar de sofrer com um desenvolvimento conturbado, a obra ensina a lição e mostra o que acontece quando se inventa demais uma historinha “boba”.
O cinema iraniano está cada vez mais se moldando para novos públicos. Muitas vezes essas obras era algo mais cult e denso onde só cinéfilo assistiria, apesar de O Herói ainda ter essa essência de filme cult, eu senti que ele quer se soltar dessas amarras, sabe que é um rótulo infelizmente muito mal visto para público mais jovem, e como dito antes, é uma lição simples e que sempre está em nosso cotidiano, então não vejo dificuldades ou desculpas de assisitir esse filme, a não ser a falta de interesse. Eu acho isso importantíssimo para filmes cult, moldar seus roteiros, trazer algo mais fácil de ser digerido, se a cultura pop faz isso a anos, os filmes cults também pode caminhar da mesma maneira, sem diminuir os filmes densos e complexos, acho que o nicho permanecerá consumindo esses filmes, e novo formato que vai surgindo essas obras vão se moldando e se colocando nos cartazes dos cinemas com mais frequência e maior número que antigamente.
Um Herói tropeça em desenvolvimento mas ensina uma grande lição. Mais um filme que prova que o cult pode ser mais interessante e fácil de entender, mesmo que aqui pareceu um tanto monótono e fraco, ainda sim sua mensagem foi passada e cumpriu seu papel, mas fica aqui a torcida por filmes cult mais simples para pessoas que não querem pensar tanto – é possível e esse filme provou isso.
No domingo passado (24) o BTS fez um show online para os fãs de todo o mundo, e se você esperava algo simples por ser um concerto online, está muito enganado! Os garotos fizeram um super show, e nós separamos alguns dos melhores momentos para quem não pôde ver e quer ficar por dentro.
Os armys nem acreditaram quando o maknae apareceu com o cabelo descolorido no show. Jungkook, que sempre foi mais resistente para a troca de cores, novamente surpreendeu com o cabelo esverdeado
Todo o visual de Black Swan merecia um tópico nessa lista! Os garotos apresentaram a música com backdancers dançando balé contemporâneo, e Yoongi apareceu usando saia, mostrando que roupa não tem gênero.
4- Consolidação do visual Street
Desde o show anterior os fãs tentam descobrir qual o próximo conceito dos meninos, e fazendo uma combinação de cenário e figurinos urban, a aposta é que os próximos lançamentos dos garotos continuem na pegada Street, como ‘Chicken Noodle Soup’.
3- Ou é OT7 ou pode sair
Os garotos do BTS não apresentaram nenhum solo. Segundo V, os sete integrantes optaram por cantar apenas músicas onde todos participassem, como passaram muito tempo sem se apresentar. Assim, eles querem ficar o mais próximo possível e entregar isso aos fãs.
4- Planos para o futuro
Os meninos falaram que ainda existem muitas incertezas sobre se apresentar. Em todos os discursos eles ressaltaram sobre como a pandemia foi difícil, e têm medo de se apressarem por estarem muito ansiosos para voltar a rodar o mundo.
PS: Jungkook inclusive falou do Brasil nesse momento, e Namjoon comentou sobre estar nervoso com a apresentação (fofo demais).
5- Eu ouvi visuais da nação?
Eu não tenho palavras para definir esse tópico, então vou apenas mostrar
Se tem um fandom muito bem alimentado nesse momento, são os armys sem dúvida. De Spring Day a Permission To Dance, um fato é: Mesmo com tudo o que já alcançaram, o BTS ainda vai entregar muito, então fiquem com os olhos bem abertos.
A SAGA, uma das grandes redes de escola de games e artes digitais do Brasil, está com um grande projeto para você. Playgame6.0 é o curso completo e atualizado no âmbito de criação de games, sendo pioneiro na jornada de aprendizado e criação.
Com um ano de duração e cinco etapas, o aluno do Playgame6.0 já terá em mãos o conhecimento atualizado para o mercado de trabalho. A jornada aproxima a criação e todo o processo envolvido na produção de um game. “Diferente da versão anterior que trazia o enfoque no desenvolvimento artístico, a visão do desenvolvedor” comenta Igor La Luz, gerente acadêmico da Saga.
Confira todo conteúdo que será abordado no curso:
PlanejamentoePré-Produção, que introduz os fundamentos básicos, mecânicas e a construção de um documento de visão do jogo; Game Art 2D, que introduz a direção de arte para criação de peças no Adobe PhotoShop, como cenário e personagens; Game Dev 2D, em que o aluno usa a Unreal Engine para implementar as artes e animações em formato 2D para a entrega de um protótipo jogável; Modelagem3D, que aborda todo o processo de modelagem, mapeamento e texturização e a criação dos assets e personagens para o jogo em 3D, e, por fim, o Game Dev 3D, módulo onde o aluno produz uma demo jogável em um ambiente 3D, utilizando lógica de programação básica, configurando e criando mecânicas através de Blueprints.
Além do Playgame6.0 ministrado nas unidades físicas ou na modalidade a distância, a SAGA também oferece o Start 5.0, programa de aprendizagem completo para a carreira de artista digital com nove cursos e 27 meses de duração que pode ser assinado na íntegra ou por curso, cada um com três meses, e trilhas de aprendizagem personalizadas com os cursos referentes à área específica de interesse do aluno. Em suas 16 unidades, em oito estados brasileiros, a SAGA também oferece oficinas gratuitas sobre games, animação 2D e Photoshop.
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