O anime Sasaki to Miyano, de Sho Harusono, ganhou trailer e data de estreia para dia 9 de janeiro de 2022. O trailer traz também um pedacinho da música de abertura, intitulada “Mabataki”.
Confira:
O primeiro capítulo do mangá foi lançado em 2016, pela pixiv Comic e conta com 7 volumes até agora.
A adaptação para animação é por conta do Studio Deen que já conta com animes do gênero BL (Boys Love) como: Gravitation, Junjou Romantica e Sekaiichi Hatsukoi, além de outros como Fruits Basket e Nanatsu no Taizai, entre tantos outros.
Com a direção de Shinji Ishihara (Fairy Tail, Log Horizon), o argumento é de Yoshiko Nakamura (Super Lovers, Shonen Maid) e o design de personagens é de Maki Fujii (I’ve Always Liked You).
Sinopse: Miyano é um estudante do ensino médio com um segredo – ele é um fudanshi (fanboy de BL). Ele é apaixonado por seu hobby, mas não o compartilha com os outros +facilmente, até que um encontro casual com um senpai peculiar chamado Sasaki lhe traz uma nova amizade.
O primeiro episódio do tão aguardado lakorn Not Me (GMMTV) foi ao ar no último domingo (12/12), e sua estreia já deixou um gostinho do teor sério e político do enredo.
Embora os leitores da novel que deu origem à produção já tenham dito que ocorreram várias mudanças no enredo, foi salientado que as mudanças foram feitas do jeito certo, deixando intacta a essência da história.
Separados durante a infância, Black (Gun Atthaphan) se tornou um ativista político, e White (Gun Atthaphan) busca seguir o caminho do pai, um diplomata tailandês na Rússia. Na trama, o grupo do qual Black faz parte tem uma linha de atuação no melhor estilo de justiceiros fora-da-lei — mas nunca “rebeldes sem causa”. Black e Gram (Mond Tanutchai) são alunos de Direito, Sean (Off Jumpol) é aluno de Ciências Políticas e Yok (First Kanaphan) é aluno de Belas Artes e Artes Aplicadas, todos assuntos e habilidades que são utilizados por cada um em prol das atividades do grupo.
Logo no primeiro episódio, temos uma breve lição sobre Direito Constitucional durante uma cena na faculdade frequentada por Black e Gram, onde um dos personagens explica a diferença entre os conceitos de Rule by Law e Rule of Law. Para melhor contrastar esses dois conceitos, podemos traduzir mais livremente como “Lei do Império” (Rule by Law) e “Império da Lei” (Rule of Law), o segundo conceito sendo o que conhecemos como Estado de Direito — um termo que, mesmo que você não saiba definir, certamente já deve ter ouvido por aí algumas vezes.
E qual é a diferença?
Rule of Law (Estado de Direito) é o sistema jurídico em que mesmo o poder do Estado é regulado pela legislação existente no país, e todos os cidadãos são julgados de forma igual perante a Lei. Nenhuma decisão jurídica deve ser tomada fora das leis preexistentes na Constituição do país, garantindo a observância dos direitos sociais, políticos e administrativos de todos os cidadãos, assim como seus deveres.
Enquanto isso, o conceito de Rule by Law [Lei do Império] consiste em utilizar a lei como uma ferramenta de controle, interpretando-a de forma desigual, criando regras diferentes para setores e grupos diferentes dentro da sociedade; essa forma de aplicação da lei pode se transformar em um instrumento de opressão contra os mais desfavorecidos e opositores do governo vigente.
Se você tem acompanhado a situação política da Tailândia, pode concluir qual dos dois conceitos tem sido posto em prática pelas lideranças do país. A definição dos conceitos no episódio veio obviamente com uma crítica aos atuais líderes, e a Prachatai, um dos veículos independentes da Tailândia, não perdeu essa oportunidade! Como gancho para o debate, eles aproveitaram parte do diálogo entre Gram e White:
ความแตกต่างของ Rule by Law และ Rule of Law คืออะไร?
ฟังคำอธิบายชัดๆ จาก ศ.ธงชัย วินิจจะกูล ในการปาฐกถาพิเศษเรื่อง “นิติรัฐอภิสิทธิ์และราชนิติธรรม: ประวัติศาสตร์ภูมิปัญญาของ Rule by Law แบบไทย” เมื่อวันที่ 9 มี.ค. 63
Gram: “O Estado de Direito é a maior e mais sagrada lei. Todo o Estado é submetido a ela. Todos são iguais sob a mesma lei. Agora, você acha que a Tailândia é regida em um Estado de Direito?”
White: “É claro.”
Gram: “Black, quer me deixar maluco? A Tailândia está obviamente sob a ‘Lei do Império’ [Rule by Law]. Os cidadãos são governados pela lei. As autoridades governamentais fazem e aplicam as leis para benefício próprio. Eles interpretam as leis para perseguir aqueles que se opõem a eles. Isso se chama ‘dupla moral’.
Do escancaro à sutileza
Esta também não é a primeira vez em dois meses que temos alguma forma de protesto nos dramas tailandeses.
Há algumas semanas, quando o primeiro episódio de Bad Buddy foi lançado, alguns fãs tailandeses no Twitter chamaram a atenção para um detalhe especial em uma das cenas: Durante uma perseguição a Pran (Nanon Korapat) por estudantes da Faculdade de Engenharia, Pat (Ohm Pawat) ajuda o amigo a se esconder do grupo entrando em um beco:
Bad Buddy, GMMTV
“Tá, Malu, mas e daí?”
Daí que se olharmos com atenção para o número pintado na porta, acima da cabeça de Pran, 112, percebe-se é o mesmo número do artigo de Lesa-Majestade no Código Criminal Tailandês, que pune aqueles que “ofendem, insultam ou ameaçam” os membros da família real. Combinemos isso à atitude de Pat (aqui tentando proteger o amigo), cobrindo a boca de Pran e fazendo um gesto para que ele permanecesse calado. Seria muita coincidência, não?
Pode não parecer muita coisa para nós aqui deste lado do globo, mas em um país onde a Lei de Lesa-Majestade é aplicada contra aqueles que ousam criticar a monarquia, ver cenas deste tipo serem incluídas nos dramas de um canal grande como a GMM25, é algo a se admirar.
O primeiro episódio de Not Me já alcançou mais de 380 mil visualizações (13/12), e os fãs aguardam ansiosos pelo desenrolar da história, que desde o primeiro trailer promete trazer uma história diferente e abordar assuntos mais sérios do que de costume. O lakorn vai ao ar todos os domingos às 10h30 (BRT) no canal da GMMTV no YouTube.
Não é novidade que os animes e mangás tenham histórias e simbologias mais profundas do que se pode notar na superfície. Eles carregam uma grande bagagem histórica, sentimental e psicológica que muitas vezes pode passar despercebida. Então, para nos ajudar a desvendar essas pequenas minúcias das obras que tanto amamos, a psicóloga Ivelise Fortim organizou o livro ‘Mangás, Animes e a Psicologia’. Ele foi lançado em 2017 pela Homo Ludens e conta com aproximadamente 180 páginas.
Baseado em sua maioria na psicologia analítica de Carl Gustav Jung, o título analisa 14 histórias japonesas e o mundo dos yaois de um ponto de vista psicológico, social e/ou histórico. O foco principal de Jung está no consciente e inconsciente humano, além dos fatores que podem influenciá-los, então várias análises do livro giram em torno desta perspectiva.
Grande parte dos autores estão ligados ao mundo acadêmico da Psicologia, tanto como professores, alunos ou ex-alunos do curso. Eles são:
Ivelise Fortim
Anne Aguemi
Antonio Carlos dos Santos Gomes
Ceres Alves de Araujo
Cristiana Rohrs Lembro
Flavia Arantes Hime
Juliano Alves
Katia Regina Oushiro
Louise de França Monteiro
Luiz Ojima Sakuda
Luna Pereira Gimenez
Marcos Daniel G. Polcino
Naomi Prata Feldman
Paula Guimarães
Victor Lippelt Matheus
Victor Sancassani
Prefácio: Sonia M. Bibe Luyten
Foto: Suco de Mangá
De Otakus Para Otakus
Mangás, Animes e a Psicologia é um livro muito interessante e enriquecedor para quem gosta de se aprofundar nas narrativas e no mundo dos ‘animangás’, como eles chamam no livro. Sabendo que os animes muitas vezes são menosprezados, ou vistos apenas como conteúdo infantil, é gratificante ler um conteúdo que os enxerga com mais profundidade e seriedade.
Além disso, fica claro que os autores dominam não apenas o conteúdo acadêmico sobre o qual escrevem, mas também entendem dos animes e mangás que analisaram. Assim, mesmo que eu não tenha assistido a todas as obras presentes no livro, com as explicações fornecidas não me senti perdida sobre o assunto abordado.
Inclusive, aproveito para listar os animangás analisados no livro:
Naruto
Pokémon
InuYasha
Kamui
Death Note
Angel Beats
Paranoia Agent
O Serviço de Entregas de Kiki
Cavaleiros do Zodíaco
Sakura Card Captor
A Viagem de Chihiro
A Princesa e o Cavaleiro
Patrulha Estelar Yamato
Yu Yu Hakusho
Mangás Yaoi
Ainda, o livro começa com uma rica introdução deste universo, explicando e apresentando as narrativas japonesas, o mundo otaku e as influências dele para os consumidores.
Como o título traz várias obras, falarei sobre as que mais me chamaram atenção.
Um mergulho no inconsciente
Como falei anteriormente, muitas das análises foram baseadas na psicologia analítica de Jung, entre elas a análise de Angel Beats.
Luna Pereira Gimezes, autora desta parte do livro, fez uma recapitulação completa da história do anime, interpretando cada momento importante que aconteceu sob o ponto de vista da psicologia, levantando hipóteses do que cada momento pode simbolizar.
Ela analisa a relação da personagem principal, Yuri, com a racionalidade e com Deus (pois a personagem o acha muito irracional), explicando como isso reflete em suas atitudes tomadas no decorrer do anime. Assim, a autora explica como Yuri tenta ser uma pessoa puramente racional e reprime a irracionalidade, transformando-a em sua sombra (conceito Junguiano para descrever a “personalidade oculta” que todos possuem, em palavras simples e rápidas), e como isso reflete em suas motivações, principalmente em perseguir e rejeitar Kanade a qualquer custo. Pois, de certa forma, Kanade representaria a parte da personalidade de Yuri que ela gostaria de reprimir e rejeitar dentro de si mesma.
Uma análise parecida é feita com Death Note. Anne Aguemi, responsável por este capítulo, se aprofunda tanto nos conceitos explicados, como no estudo do personagem Light Yagami. Ela acompanha o desenvolvimento de Light para Kira, obcecado por se tornar um Deus, e como a sua persona (a parte da personalidade que mostramos para o mundo) é consumida por sua sombra. Trançando quase um passo a passo do personagem, ela interpreta como o assassino dentro de Kira prevaleceu ao “bom moço” que ele era.
Anne Aguemi não para por aí: ela explica também a simbologia da maçã, fruta que se tornou um dos ícones do anime, e da relação entre Kira e L, os dois lados da moeda da justiça.
A análise de Death Note é um deleite para ler, pois primeiro a autora explica todos os conceitos com os quais vai trabalhar, de forma que pessoas leigas, como eu, consigam entender e depois os aplica na história do anime/mangá. E ainda, para finalizar, ela encerra com uma teoria da conspiração levantada pelos fãs a respeito do Shinigami Sem Nome, e eu particularmente sou chegada nessas teorias mirabolantes.
Foto: Suco de Mangá
O ninja e o bruxo
Outra abordagem vista em Mangás, Animes e a Psicologia foi o emprego da Jornada do Herói nas histórias. Originalmente, ela foi criada por Joseph Campbell, e anos depois foi explorada novamente por Christopher Vogler. Basicamente, a Jornada do Herói consiste nos pontos chaves que a maioria das histórias ao redor do mundo seguem, sendo dividida em três atos, cada um com seu significado e roteiro pré-definido.
Como Naruteira de carteirinha, não podia deixar de falar sobre a análise de Naruto em comparação à história de Harry Potter, escrita por Ivelise Fortim e Victor Sancassani. Nesta parte do livro os autores traçam um paralelo entre as histórias, primeiro nos apresentando as semelhanças entre elas.
É incrível perceber que mesmo sendo realidades tão distantes, ambas as narrativas possuem tantas semelhanças: os dois são órfãos, carregam um legado deixado pelo assassino de seus pais, são vistos tanto com admiração quanto com desprezo, são orientados pela figura de um velho sábio, possuem habilidades extraordinárias, dentre outras coisas que você pode descobrir lendo o livro.
No entanto, eles nos mostram que mesmo tão semelhantes são tão distintos, principalmente por Naruto seguir a narrativa dos heróis dos shonens, muito baseada nos valores dos samurais. Assim, o livro também nos dá um panorama da diferença entre a jornada e os pensamentos orientais dos ocidentais, apresentando exemplos palpáveis das narrativas.
Novamente, sou uma Naruteira de primeira, então devo dizer que adorei ler essa comparação. Dentre vários motivos, os autores mostram que uma das diferenças, por exemplo, é que as habilidades de Naruto não surgiram do nada, como aconteceu com Harry, mas que ele teve de sofrer e batalhar por elas. Mas isso é apenas a opinião de uma fã apaixonada que acredita que o ninja é mais legal do que o bruxo, você pode tirar suas próprias conclusões.
Considerações Finais
Como eu disse acima, são várias as obras abordadas neste livro, todas muito valiosas e significativas. Como a discussão sobre gênero e sexualidade abordada na análise de A Princesa e o Cavaleiro, ou a jornada do feminino em busca de seu amadurecimento, com outro queridinho meu, A Viagem de Chihiro, a profunda e detalhada abordagem histórica e social de como os japoneses lidaram com a segunda guerra mundial com a análise de Patrulha Estrelar Yamato, e até mesmo o maravilhoso panorama da sexualidade feminina e sua forma de protesto com os mangás yaoi. No entanto, para eu dissertar sobre cada um deles teria que dispor de muito tempo e muito espaço.
Portanto, para finalizar farei apenas algumas considerações. Um dos únicos fatores negativos que encontrei no livro foram algumas falhas de revisão. Um exemplo que posso dar é na própria contracapa, na qual está escrito “A Viagem de Chihiriro”, ao invés de Chihiro. De qualquer forma, não foi um fator que me incomodou tremendamente, tampouco teve grandes influências na leitura.
Por fim, digo que Mangás Animes e a Psicologia é uma ótima escolha para aqueles que gostam de se aprofundar neste universo, de interpretações psicológicas e até mesmo de algumas teorias da conspiração. Então prepare uma bebida, sente no seu divã e desvende o que está por trás das histórias que pensávamos entender de cabo a rabo.
Como todos os anos, o grande momento chegou, o Mnet Asian Musical Awards ou MAMApara os íntimos. Aconteceu a 22° edição do programa e, como sempre, foi cercada de apresentações impressionantes e muita polêmica que é o que o Brasil gosta, então separamos os momentos mais comentados para você não perder nada.
Primeiramente, essa premiação deixou bem claro o cenário do pop coreano atual. Os idols da quarta geração normalmente já debutam com muita atenção, e dessa vez a MNETsoube trazer corretamente os grandes fenômenos atuais.
Hyungjin (Stray Kids), Karina(AESPA), Yeji(ITZY), Yeonjun (TXT) e Heeseung (ENHYPEN) foram protagonistas de uma collab logo de início, usando de forma inteligente a fama de visuals, fizeram uma perfomance artística, mesclando dança com várias cores.
E acho que mais do que nunca, o peso das BIG3 e da HYBE foi explicito.
Imagem Divulgação
Para não me estender muito, em resumo, no primeiro bloco tivemos:
– AESPA levando como novo grupo feminino com mais destaque, estava tudo muito bem até a internet ver os efeitos que a SM mandou para a performance de Black Mamba.
E se você foi no banheiro na hora do ITZY, procurem essa apresentação no tio YouTube, porque tivemos uma das melhores apresentações da noite, com as garotas mostrando seu lado mais girl power possível. O que dá um belo destaque para elas, visto que devido ao recente verão, a maioria dos grupos apostou no visual colorido e feliz para as músicas.
Em seguida teve NCTpara dar e vender, Hot Sauce, Hello Future, Universe, Favorite, Sticker, NCTizens estão bem?
– Lisarecebeu a estatua pelos Worldwide fans, e Rose ganhou como melhor performance solo em On The Ground.
– Performance do TXT.
– Performance do Stray Kids, discurso fofo do Bang Chan, e Felix de Undercut.
– E sim, teve muito Wanna One. Os garotos cantaram suas musicas mais amadas pelo público, em uma apresentação emocionante, e prometeram que ainda tem coisa por vir!
– Respeitando o hype dos realitys, teve Street Woman Fighter, e a confirmação de um BOYSPLANET.
– Por último, mas não menos importante, na verdade, é bem o contrario, alcançando a marca de SESSENTA E TRÊS DAESANGS, o BTS levou seis prêmios apenas nessa edição, incluindo as categorias mais importantes, de álbum do ano e grupo do ano.
O que você achou dessa edição? Tivemos a presença forte dos novos talentos, mas só eu que senti falta das raízes? Ou será que devemos desapegar de vez e abraçar essa nova era?
A The Pokémon Company International e a Nintendo apresentaram um novo trailer de Pokémon Legends: Arceus e dessa vez um clássico Pokémon ganhou sua forma de Hisui.
O Voltorb de Hisui é muito enigmático, com seu corpo semelhante a textura de madeira e uma cavidade no topo da cabeça. Além disso, a semelhança com a pokébola da região de Hisui é imensa. O buraco da cabeça serve para despejar sementes que armazena internamente em seu corpo. Agora como é lá dentro? Ninguém sabe por ser um breu.
Confira os dados do Voltorb de Hisui:
Categoria:Sphere Pokémon (Esfera) Tipo: Elétrico/Planta Altura: 0.5 m Peso: 13 kg
Esse pokémon é muito amigável e pode ser um ótimo companheiro para sua jornada. Quando você precisar ele pode descarregar eletricidade de forma assustadora, então é por isso que não pode tirar ele do sério. O incomodo é tanto que existem as histórias que os moradores tampam a cavidade do Voltorb e chutam ele para fora do povoado.
O Voltorb de Hisui se junta a Growlithe, Zorua, Zoruark e Braviary na próxima e mística aventura do mundo Pokémon. Então corra e garanta Pokémon Legends: Arceus com lançamento previsto dia 28 de janeiro de 2022 e está em pré-venda!
A partir de um comunicado feito no site oficial, o grupo japonês DIMLIM anunciou sua separação em fevereiro de 2022, com um último show marcado no WOMB em Tóquio, 25 de fevereiro, denominado LAST ONEMAN SHOW “DIMLIM”.
Vale lembrar que a banda também lançaria um álbum neste ano de 2021, porém, o planejamento mudou para uma compilação best-of, de forma a homenagear a carreira.
Já com relação ao show que aconteceria no Brasil no próximo ano, segundo o comunicado de imprensa da produtora Sweet Panda Produções, enfatizou que também se surpreendeu com as atitudes tomadas pela banda e que arcará de forma legal com as consequências:
Há alguns meses a banda e sua equipe deixaram de responder nossos e-mails e tentativas de contato, não apenas conosco mas também as tentativas de tratativa com a organização Chilena também não foram respondidas. De maneira irresponsável e sem consideração alguma ao trabalho que realizamos, anunciaram por sí próprios o cancelamento do show.
Deixaram fãs e produtores, sem pensar nas consequências associadas a um cancelamento e sem considerar todos os investimentos antes realizados por parte das organizações para que essa turnê fosse possível.
Jamais imaginávamos um abandono de todas as programações dessa maneira irresponsável. Iremos reunir todas as provas irrefutáveis e entrar por meios legais para que a banda assuma responsabilidade material e moral sobre todo o investimento realizado com exigências de equipamento, aluguel do local e adiamentos de estadias além de todo trabalho realizado num período tão difícil como o que estivemos.
Quanto aos reembolsos, serão realizados pela plataforma Sympla. A produtora seguirá o mesmo plano previamente informado quando realizaram o primeiro adiamento de datas.
Todos os reembolsos, como antes havia sido confirmado, serão realizados pela plataforma Sympla. Seguiremos o mesmo plano previamente informado quando realizamos o primeiro adiamento de datas.
Pedimos a todos que se atentem aos e-mails de cadastro onde realizaram a compra dos ingressos. Mantenham as informações atualizadas pois estaremos em contato via e-mail, assim como vínhamos fazendo.
Nossa equipe pede as mais sinceras desculpas por qualquer eventual transtorno, infelizmente tal situação está totalmente fora do nosso controle.
Para o texto na íntegra em Português, Espanhol e Inglês, acesse AQUI.
A desenvolvedora chinesa 24 Entertainment está convidado você para uma grande festa. No dia 12 de dezembro o Naraka Fest trará muitas novidades para os jogadores de Naraka: Bladepoint.
O Battle Royale que traz as artes e armas marciais está disponível na Steam. Você pode conferir o que já saiu nesses primeiros meses e esperar pela festança.
A partir das 8h30 da manhã no horário de Brasilia, o Naraka Fest vai trazer novos trailers e conteúdos que vão chegar nas arenas. Além de atualizações para o jogo, pode contar com novas armas, heróis, crossovers e skins para você dominar seus oponentes.
Não deixe de acompanhar as novidades de Naraka: Bladepoint no site oficial e acompanhe as lives para saber mais do jogo. Pegue seu Suco e fique atento as novidades!
A pandemia da COVID-19 mudou a dinâmica da maioria das profissões, e com os cosplayers não foi diferente. Sem os eventos presenciais eles tiverem que se reinventar e buscar novas estratégias para continuarem ativos em seu trabalho. Desde venda de produtos, até rotina de influencer ou especialização na área, o que não faltou foi criatividade e dedicação nesse período de quarentena.
Este foi o caso da cosplayer Bruna Wolff, que iniciou sua trajetória neste ramo em 2018. Ela conta que nos 2 primeiros anos fazia cosplay em eventos, mas nos anos seguintes, com o adiamento e cancelamento deles, sua rotina teve que mudar e se adaptar. Sobre isso, Bruna compartilhou um pouco da sua experiência:
Acho que todo cosplayer precisou se adaptar nesse período. No início, lembro que os challenges em grupo (com cada um gravando da sua própria casa) ficaram bem populares, já que eram um jeito de interagir com outros cosplayers, mesmo de longe. As lives também se tornaram bem comuns, tanto para conversar com o público, como para os eventos online, que tentaram preencher um pouco do vazio que o adiamento dos eventos presenciais deixaram.
Bruna Wolff (Imagem Divulgação)
Ela conta ainda que teve de apelar para as redes sociais, pois viraram o principal meio de divulgar o trabalho, manter contato com o público e continuar ativa neste meio. Além disso, teve que colocar a criatividade para trabalhar a fim de sair do básico de apenas tirar foto de cosplay. Assim, Bruna apostou em algumas trends da internet, como os vídeos de maquiagem.
No entanto, algumas coisas mudaram para melhor, como o reconhecimento que os cosplayers tiveram como influencers e criadores de conteúdo pelas marcas. Com isso Bruna conseguiu fazer alguns trabalhos e almeja novas oportunidades para o próximo ano. Por fim, ela declara:
Para 2022, a verdade é que eu não vejo a hora de voltar aos eventos, com todos os cuidados, é claro. Mas eu acredito muito que, mesmo com a volta dos eventos, essas tendências vieram para ficar e hoje eu enxergo as redes como uma grande vitrine para os cosplayers
Do mesmo modo, não foi só a Bruna que apostou nas redes sociais para se manter ativa neste meio. Bianca Contursi, cosplayer profissional que possui mais de 140 mil seguidores nas redes e quase 5 anos de experiência, compartilhou um pouco das estratégias que utilizou durante esses anos de pandemia.
A criação de conteúdo sempre fez parte do meu trabalho, mas nestes últimos dois anos me dediquei mais aos vídeos no YouTube e outros conteúdos informativos no Instagram, em paralelo ao trabalho como Cosplay. Também foi preciso usar a imaginação e investir em Cosplays de Armário, por exemplo -quando produzimos um look inspirado em um personagem usando peças que temos em casa – e em melhorar as técnicas para tirar fotos ou gravar vídeos sozinha em casa.
Bianca Contursi (Imagem Divulgação)
Assim, além de intensificar seu lado Youtuber e de criadora do conteúdo, Bianca também optou por vender produtos próprios com sua marca, a Bia Box. Desde fotos assinadas, chaveiros, porta-copos, adesivos, até bonecos, a cosplayer já vendeu mais de 100 produtos até o momento. Sobre isso, ela declara:
Essa relação fã e cosplay é muito parecida com a relação fã e artista. Eles gostam de consumir os produtos de seus cosplayers e personagens favoritos. E essa é uma forma também de nos mantermos próximos do público e também de continuar a gerar receita para a produção de novos cosplays, que não são baratos.
Bia Box (Imagem Divulgação)
Ainda mais, outra cosplayer decidiu usar a criatividade e as mãos para dar vida aos personagens. Conhecida como “Nati Biruta“, Nati transformou a sua casa em um estúdio de criação de cosplays, ocupando o tempo livre para confeccionar as próprias roupas. Assistindo a vídeos de costura, de utilização de EVA, sobre como arrumar perucas e usando roupas, maquiagem e materiais que tinha em casa, ela fez diversos cosplays com as próprias mãos. No entanto, ela também teve uma grande ajuda para seu desenvolvimento, como relata a seguir:
Também entrei no projeto Universidade Cosplayer – uma mentoria em Branding Pessoal e Posicionamento Digital – onde aprendi a dar a minha cara, a minha marca para os cosplays que eu fazia. Foi muito legal poder criar e ver crescer essa comunidade “birutinha” que tenho hoje.
Nati Biruta (Imagem Divulgação)
E assim como Bianca, Nati está investindo na venda de produtos próprios, como fotos, bottons, adesivos e outros produtos destinado aos fãs e a outros cosplayers. De qualquer forma, ela ainda quer voltar para os eventos presenciais: “Independente se for a trabalho ou por conta própria, essa com certeza é a parte que mais amo em fazer cosplay: sentir o carinho da galera nos eventos!”, diz ela. Assim, Nati continua sua busca para novas parcerias e novos jobs, além de seguir se dedicando as estudos.
Então, visando impulsionar os cosplayers, para que se profissionalizem e se adaptem a esse novo período, a B21Geek – agência de Branding Digital e Relações Públicas com foco do público Geek – criou uma mentoria para este segmento. Chamada de Universidade Cosplayer, ela ensina e orienta os cosplayers a olharem para si mesmos como marca pessoais e se tornarem empreendedores.
Assim, a Universidade já formou cerca de 60 alunos, fazendo com que eles desenvolvessem a capacidade de divulgação e desenvolvimento pessoal, como relata Daniella Cadavez, diretora da B21Geek:
Nós ensinamos como desenvolver a marca pessoal, fundamentos de branding, divulgar o trabalho deles online, em quais canais estar, como vender esse trabalho, onde eles podem buscar fontes de receita. Nascemos no finalzinho de 2019 e praticamente todo nosso ‘tempo vida’ aconteceu durante a pandemia, sem os eventos, com o isolamento social. Mais do que nunca foi um momento em que todos precisaram aprender a se posicionar de forma diferente.
Ainda, a Universidade Cosplayer visa evoluir para “Clube B21Geek”, englobando não só cosplayers, mas também criadores de conteúdo, artistas e outros profissionais desse segmento. Com isso, a Universidade busca orientar os profissionais que tiveram de se adaptar com a falta dos eventos presenciais.
Este novo período exigiu muita criatividade e dedicação dos cosplayers, que não desistiram de continuar a dar vida aos personagens queridos. Assim, é importante que eles se reinventem e aprimorem cada vez mais, para continuar a trazer para o mundo real um pouco da ficção que tanto amamos.