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Veja a reformulção de Doomfist e Orisa em Overwatch 2

Overwatch 2
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Overwatch 2 está chegando para apresentar a repaginada que dois ícones antagonistas receberam para o novo começo dessa franquia. Então venha com o Suco para conhecer um pouco mais sobre o novo Doomfist e Orisa!

DOOMFIST

Overwatch 2
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No momento, o estilo de jogo do Doomfist é único, até para um herói de dano: ele é ágil, móvel e uma máquina assassina. “O Doomfist é um herói de combo, bem inspirado em jogos de luta. Queríamos manter essa sensação quando o passamos para a categoria de tanque”, explica Goodman. Algumas habilidades serão bem parecidas, outras vão colocá-lo ainda mais na posição de tanque.

A vida básica dele aumentou de 250 para 450, aproximando-o dos demais tanques do jogo. O Canhão de Mão continuará parecido, ele recarregará mais rápido, mas causará um pouco menos de dano. O Soco Foguete está mais rápido e causará menos dano, mas ainda pode empurrar inimigos.

O Bloqueio Energético é a nova habilidade central do Doomfist. Com o Bloqueio Energético, Doomfist assume uma postura defensiva que reduz todo o dano recebido em 90%. A manopla é carregada se ele bloquear dano suficiente com o Bloqueio Energético. Carregar a manopla aumenta a distância, a velocidade, o raio de repulsão e o dano do Soco Foguete seguinte. Os alvos ficarão paralisados se ele os empurrar contra uma parede.

“Os inimigos precisam tomar cuidado com a carga da manopla do Doomfist”, comenta Goodman. “O Bloqueio Energético é como quando atiram nos escudos da Zarya, mas, em vez de receber um aumento de dano passivamente, o soco seguinte ganhará um reforço que dura até ele usar o Soco Foguete ou morrer.” As habilidades do Doomfist recompensam estilos de jogo defensivos e ofensivos com vários combos com muito dano. Ao bloquear o dano para a equipe, ele pode carregar um Soco Foguete rapidamente, repelir os inimigos e até paralisá-los por um segundo se eles baterem na parede. “Quando você bloqueia um ataque muito forte, a manopla carrega imediatamente. Parece até uma aparada”, explica Goodman.

O Abalo Sísmico agora joga o Doomfist para o ar na direção em que você está mirando, como o salto do Winston. Ao aterrissar, ele cria uma onda de choque que desacelera os inimigos. “Agora o Doomfist tem uma mobilidade superfluida em todos os eixos”, afirma Goodman. “Ele ganhou muita mobilidade com o Abalo Sísmico, mas não tem tantos movimentos livres e imprevisíveis.” Ele parece bastante com outros tanques disruptivos, como Wrecking Ball e Winston, então é importante prestar atenção no posicionamento do Doomfist. Por exemplo, lembre-se de que o Bloqueio Energético só bloqueia o dano frontal, então, se você pular na equipe inimiga com o Abalo Sísmico, posicione-se de forma que possa bloquear o dano e usar o Soco Foguete para empurrá-los em direção à sua equipe sem receber muito dano pela retaguarda.

O Impacto Meteoro, a habilidade suprema do Doomfist, ganhou mais utilidade e tempo de lançamento reduzido. O dano geral foi reduzido, mas o dano do impacto no centro continuará altíssimo. A repulsão foi substituída por uma desaceleração dos inimigos atingidos, o que a torna uma ótima habilidade para iniciar confrontos. Essa habilidade suprema modificada, além das mudanças de tanque, permite que ele continue com a jogabilidade rápida e poderosa que tinha como herói de dano. Embora o seu novo posicionamento e combos exijam mais precisão, ele se tornou um tanque mais acessível, móvel e poderoso — e ainda será reconhecível para os jogadores de Doomfist.

ORISA

Overwatch 2
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Enquanto alguns poderes do Doomfist mudaram para oferecer a ele mais habilidades defensivas e torná-lo um tanque viável, a Orisa seguiu pelo caminho oposto. A equipe percebeu que ela tinha dificuldade em batalhas e confrontos mano a mano, então decidiram adaptá-la para o futuro do jogo. “Nós levamos a reformulação da Orisa a sério”, comenta Brennan. “Queremos que ela seja significativa para o jogo e boa para jogadores que gostam dela.” A reformulação da Orisa vai adaptar o estilo de jogo dela para o 5v5 e oferecer mais ferramentas para se envolver em lutas entre equipes.

Aumentamos a vida e a armadura dela para ajudá-la a avançar até a equipe inimiga. O disparo primário da Orisa é um projétil maior que causa mais dano conforme ela se aproxima dos adversários. Em vez de munição, o disparo primário se aquece e só resfria se ela parar de atirar. Se a arma superaquecer, não poderá ser usada por 3 segundos. “Queremos que a Orisa avance e enfrente mais os inimigos”, comenta Brennan. “A arma dela a incentiva a se aproximar dos oponentes e jogar mais avançada em Overwatch 2.” O disparo secundário da Orisa, o Dardo Energético, agora é uma habilidade que arremessa uma lança no primeiro inimigo no caminho. “É uma pequena paralisia e pode causar mais dano quando há uma parede atrás do adversário”, explica Brennan.

O Giro do Dardo, outra habilidade nova, permite que a Orisa gire rapidamente um dardo, destruindo projéteis que se aproximam, aumentando a sua velocidade de movimento e atacando e repelindo inimigos. “O nosso principal objetivo com o Giro do Dardo é ajudar a Orisa a começar e entrar na luta”, complementa. “Ao lado das outras habilidades dela, o dardo pode formar um combo letal. Você pode repelir os inimigos e depois lançar um Dardo Energético para jogá-los contra uma parede.”

O Fortificar passou por algumas mudanças para combinar mais com o novo estilo de jogo da Orisa, inclusive aquecer menos a arma primária, permitindo que ela atire por mais tempo. Além disso, essa habilidade agora concede 125 de vida extra, dando a ela mais chance de sobrevivência em lutas entre equipes. Brennan explica: “A ideia por trás dessa mudança é que Fortificar sempre tenha um valor defensivo considerável para a Orisa quando ela o usar.”

O Rompante Terrano é a nova habilidade suprema da Orisa. Ela fica fortificada e puxa os inimigos próximos enquanto carrega um ataque com área de efeito. “Começamos a reformulação dela removendo a barreira e a habilidade ‘Parados’, mas ainda achávamos o Parados bem legal”, diz Brennan. “Incorporamos a ideia do Parados na nova habilidade suprema da Orisa, por isso ela puxa os inimigos.” Isso oferece um momento para a equipe se reunir ao redor dela e coordenar combos. No entanto, os inimigos não são atraídos para o centro do puxão da Orisa, como no Surto de Grávitons da Zarya, então é preciso trabalhar em equipe para aproveitar essa habilidade suprema ao máximo!

Então você está preparado para encarar as novas habilidades da Lenda da Talon e a Heroína de Numbani? Encare a mudança e a evolução nas partidas 5v5 com um tanque (não definitivo ainda) no beta de Overwatch 2! Fique experto para drops na twitch e outra oportunidades de começar a experimentar essa nova golada!

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Diablo Immortal está abrindo as portas do Santuário

Diablo Immortal
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O que houve após a Pedra dos Mundos estilhaçar e a ascensão do Nefalém e sua jornada com e Deckard Cain numa Nova Tristam? A partir do dia 2 de junho Diablo Immortal vai invadir as telas dos dispositivos móveis e para o conforto de seu PC.

É hora de combater o Inferno Ardente enquanto respostas serão respondidas e novas perguntas geradas. Além de ser um jogo bem ambicioso, ele vai trazer a progressão multiplataforma, então você poderá desfrutar de sua aventura em qualquer lugar e na palma da sua mão.

O Beta teste para PC vai estrear com todos os recursos do jogo disponíveis logo de cara. Então aproveite a chance, porque toda a progressão vai se manter ao término do Beta. Encare as bestas infernais com as clássicas classes de Diablo: Bárbaro, Cruzado, Caçador de Demônios, Monge, Necromante e Arcanista.

Visite Hespéria e oito regiões únicas em busca dos fragmentos da Pedra do Mundo. Forme grupos com até 8 membros e entre em clãs com até 150 pessoas. Desafie as bestas de diversas formas ou outro jogadores no modo JxJ (jogador contra jogador). Junte poder e seja o mais forte de todos e encare o desafio do Ciclo do Conflito, no qual apenas 1 será o líder e servo da Coroa Eterna e mostrará a derradeira força contra as Sombras.

Totalmente gratuito, Diablo Immortal estará disponível para iOS, Android e Pc Windows via Battle Net. Junte-se a mais de 30 milhões que já se inscreveram para receber o conjunto cosmético Horadrim no início do game. O game contará com conteúdo de loja, mas a experiência do jogo será acessível a todos. Embarque no Santuário mais uma vez para mais aventuras ao longo dessa nova jornada.

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KaBuM com até 70% OFF!? Corra que é até amanhã!

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É isso ai Sucogamer! A KaBuM! está com uma promoção incrível! Com até 70% de desconto em seus produtos que abrange desde periféricos de PC, como consoles, smartphones, eletrônicos entre outros produtos.

Para você que é da Região Sul ou Sudeste, essa liquidação sai ainda mais em conta com o Frete totalmente gratuito. Então confira aqui a seleção especial de ofertas que estão disponíveis para atender uma vontade sua de dar aquele up no conforto ou experiência do dia-a-dia! Mas só é valido até amanhã, sexta-feira dia 29 de Abril! Corra e aproveite

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Drive My Car chega ao NOW

DRIVE MY CAR
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Filme japonês vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional de 2022, Drive My Car chega ao NOW e faz parte da Escolha dos Editores desta semana. O longa traz a reflexão sobre as relações humanas, diversidade, aceitação e compreensão da vida – tudo isso baseado livremente em um conto do cultuado escritor Haruki Murakami.

A pasta conta ainda com outros sucessos do cinema que ganharam visibilidade pela indicação ao Oscar nesta categoria nos últimos três anos, como A Felicidade das Pequenas Coisas, filme butanês tocante e inspiracional indicado ao Oscar de Filme Internacional este ano; Quo Vadis, Aida?, filme da Bósnia e Herzegovina indicado à categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar de 2021 e conta a história de uma professora que trabalha como tradutora para a ONU na Guerra da Bósnia.

Além disso, a seleção também inclui Os Miseráveis, produção francesa indicada em 2020; Cafarnaum, longa libanês indicado em 2019; o cultuado longa polonês Guerra Fria, romance dramático de guerra em P&B, também indicado em 2019 — além do polonês Corpus Christi e do drama familiar japonês Assunto de Família.

Pasta GAME NAS TELONAS reúne personagens famosos do mundo dos jogos digitais

Além da Escolha dos Editores, o especial GAME NAS TELONAS traz aos clientes da Claro, diretamente dos cinemas, o lançamento de Uncharted: Fora do Mapa, filme baseado no videogame homônimo e protagonizado pelo atual Homem-Aranha, Tom Holland, e Mark Wahlberg. A produção atingiu um total de 400 milhões de dólares de bilheteria em todo mundo.

A coletânea conta também com todos os filmes das sagas: Homem-AranhaResident Evil, Jumanji e até os longas e derivados do universo Anjos da Noite.

Os assinantes que possuem pacote de TV da operadora também têm a opção de assistir através do canal 1 do controle remoto. Todos os conteúdos do NOW podem ser acessados pelos clientes da Claro pelo site ou app NOW para dispositivos móveis e tablets.

Cliente da Claro com plano móvel pós-pago conta ainda com o Extraplay, uma franquia de dados extra para assistir filmes e séries nos aplicativos de streaming de vídeo compatíveis com a funcionalidade, incluindo o próprio NOW, YouTube, Claro Vídeo e Netflix.

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Jujutsu Kaisen 0 | Review Com Spoilers

Jujutsu Kaisen 0
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Um garoto que assombrado por um amor antigo tenta controlar e acabar com essa maldição. Esse é o plot central do filme Jujutsu Kaisen 0, prequel da primeira temporada de Jujutsu Kaisen. Lançado em dezembro de 2021 no Japão e animado pelo aclamado MAPPA, o longa de 1h45 é a expectativa do momento para os fãs brasileiros. Inclusive, expectativa que aumenta a cada dia, principalmente depois do adiamento da estreia do anime no Brasil, que agora está marcada para o dia 28 de abril.

Bom, como todo anime de sucesso, Jujutsu Kaisen 0 causou um alvoroço no fandom, tanto pelo trailer incrível quanto pela qualidade já conhecida da série. De qualquer forma, acabei de ler um comentário que vem muito a calhar como introdução pra esse review. Ele dizia: “A julgar pelo anime com certeza deve ter sido um ótimo filme só acho estranho que não estou vendo ninguém falar muito”. É… pois é. Depois de ter visto o filme, vejo que tem motivo pra ninguém estar falando muito, bem diferente da febre que foi Demon Slayer Mugen Train, por exemplo.

Sendo esse um filme tão esperado e que carrega tamanha expectativa apenas pelo peso da obra, será que ele conseguiu bater as expectativas? Bom… Ele tentou. Nesse review irei abordar os pontos que me chamaram atenção, positiva e negativamente, então vamos lá.

AVISO: ESSE REVIEW CONTÉM SPOILERS! AO CONTINUAR LENDO VOCÊ ESTÁ POR SUA CONTA E RISCO!

Enredo

Primeiro de tudo, vamos começar com o enredo da obra. Resumidamente, somos apresentados a Yuta Okkotsu, um garoto reprimido e vítima de bullying pelos colegas de escola. Ele foi notado por Gojo Satoru após ferir gravemente os seus agressores com a maldição de nível especial que carrega consigo. Não demora muito para a trama nos explicar que essa maldição na verdade é Rika Orimoto, uma amiga antiga de Yuta que morreu num acidente brutal diante do garoto. Ainda em vida, Rika presenteou Yuta com um anel de compromisso, e ambos prometeram que iriam se casar no futuro. No entanto, a junção dessa promessa com a brutalidade com que a garota foi morta fazem surgir essa terrível maldição, que protege o Yuta mesmo contra sua vontade.

Então, após Gojo ter salvado Yuta da execução (mais ou menos como foi com o Yuji mesmo), o garoto ingressa na Escola Jujutsu para aprender a controlar a maldição e usá-la para o bem. A partir daí a história se desenvolve, mostrando treinamentos, missões, a interação dele com os outros, enfim, nada muito novo, mas ainda assim ótimo de assistir. Com o passar do enredo descobrimos que Geto Suguru está atrás da maldição de Yuta, pois com ela se tornaria invencível, aquela coisa toda de vilão. Assim, Geto faz diversos ataques até finalmente ir para a Escola Jujutsu, onde luta contra Yuta e o filme acaba.

Bom, o filme é bem fiel ao mangá de Jujutsu Kaisen 0, talvez um pouco menos gore no início, mas com pouquíssimas mudanças. Fora isso, o enredo não traz nada de muito novo, se aprofunda aqui e ali, mas no geral mostra tudo o que já vimos em algum anime shounen, o que não é algo negativo, necessariamente. Dito isso, vamos analisar alguns pontos mais detalhadamente.

Personagens

Primeiramente irei falar do destaque recebido por alguns personagens já queridos pelo público: Gojo, Maki, Toge e Geto. Em relação à Maki e ao Toge, foi muito satisfatório ver o tempo de tela que eles receberam, ficando algumas vezes no destaque das cenas. Vimos a força e habilidade de Maki, além do poder e gentileza de Toge. No meio disso, infelizmente o Panda ficou um pouco de fora, mas ainda assim teve seus momentos importantes. Ainda assim o trio se destacou, em especial Maki, que teve espaço pra mostrar mais da relação com sua família e consigo mesma.

Agora, foi ótimo ver a relação de Gojo e Geto um pouco mais aprofundada. Numa pegada meio Naruto e Sasuke, conseguimos pegar pistas da história dos dois. Assim, nas palavras do próprio Gojo, Geto é seu único e melhor amigo, então é emocionante ver a relação conturbada e saudosa dos dois. Além disso, somos presenteados com breves flashbacks da juventude deles, nos levando a questionar o que aconteceu de errado no meio do caminho. Bom, esperamos que sejam cenas para a próxima temporada.

Em contrapartida, seja pelo afeto com os personagens que já conhecemos, ou seja por uma falha na construção de personagem, Yuta, o protagonista, acabou meio apagado. A personalidade dele é fraca e mole, ele não parece ter ambições ou motivações muito sólidas e, na minha opinião, a evolução dele foi extremamente forçada. Com isso, seguirei para o próximo tópico.

Um Protagonista bem Insosso

Primeiro de tudo, o que se espera de um protagonista? Que ele tenha uma personalidade marcante, tenha uma forte motivação, força de vontade e mudança visível ao longo da história. Pois é, Yuta não preencheu nenhum desses requisitos. Ele até tentou, mas passou longe de ser um personagem bem construído. Até mesmo a Maki dá uma prensa nele, perguntando qual seu propósito, o objetivo, por que ele luta, enfim. Essa cena, na verdade, serviu apenas pro Yuta liberar a maldição da Rika completamente, mas até mesmo nisso o filme conseguiu ser meio desconexo.

Enfim, Yuta não evolui ao longo da narrativa, a única “evolução” que ele tem é uma coisa forçada no final, apenas por ser o protagonista e pra dar o “viveram felizes para sempre” que os fãs esperam. Em seus treinamentos com a Maki, em nenhum momento ele teve um avanço significativo. Ok, ficou mais rápido, mas não conseguiu uma vez sequer surpreender ou desarmar a garota. Já vimos tantos animes em que os protagonistas passam um perrengue pra ficarem fortes, Tanjiro, Naruto, Deku, Luffy e tantos outros. Assim, um personagem que treina meia dúzia de vezes, não consegue nem encostar um dedo no seu treinador e ainda assim chega na batalha como se tivesse uma vida inteira de experiência em combate é quase insultante.

Além disso, a força de vontade e a motivação de Yuta são tão grandes que cabem numa tampa de garrafa. Eu faço a mesma pergunta que a Maki, qual é o seu objetivo, o que você quer Yuta??? Pois aparentemente, ele quer exorcizar a maldição porque o mandaram, do contrário tentaria morrer mais uma vez. Ok, ele não quer mais machucar as pessoas, mas e aí? E depois? O que ele quer fazer com isso? Não é como se ele tivesse um grande objetivo a ser alcançado, parece que ele simplesmente foi sendo levado pelo fluxo da vida. O que, pra um protagonista, é péssimo.

Juntamente com isso, não sabemos muito mais sobre a vida dele. Não sabemos nada sobre os pais, da onde ele veio, da sua família, nada. Com isso, trago mais um ponto que me fez perguntar “sério isso?”. Já nos últimos minutos de filme, quando toda a pancadaria já tinha terminado, Gojo chega no Yuta e fala “pois é, na verdade foi você que amaldiçoou a Rika porque na verdade é descendente de Sugawara no Michizane” e pronto, tudo foi solucionado. Sinceramente, essa resolução mágica e milagrosa que acontece em várias obras é decepcionante. Em nenhum momento da trama foi sequer suposto que Yuta poderia ser descendente de alguém importante, essa informação foi trazida apenas pra dar uma explicação rápida e “”plausível””. Honestamente, esperava mais.

Furos de Roteiro

Continuando com os aspectos da história que eu achei mal construído, vamos começar, obviamente, do começo. Então, Rika é uma maldição que protege Yuta de aparentemente qualquer perigo, até mesmo de um bando de adolescentes malvados. Aparece também quando três Feiticeiros Jujutsu iniciantes apenas ameaçam o garoto, ok. No entanto, quando uma maldição de verdade, do tamanho de um prédio, literalmente engole o Yuta, Rika não dá nem sinal de vida. Afinal, faz todo sentido proteger ele contra vários jovens humanos, mas contra uma maldição gigante que pode matá-lo, meh, não é necessário.

No entanto, é claro que isso tem um motivo. É nessa hora que Mika dá aquele sacode no Yuta e aí então ele decide fazer alguma coisa que não seja choramingar. Assim, Yuta, que nunca havia conseguido controlar Rika antes, como mágica, coloca o anel que ganhou de presente da garota e a invoca para salvar o dia. Ainda, a maldição não fica descontrolada, mesmo sendo a primeira vez que é liberada completamente. Impressionante.

Não o bastante, isso acontece novamente no final do filme, e pasmem! Rika inclusive ajuda a curar Maki, Toge e Panda, que foram espancados por Geto. Logo em seguida Yuta luta contra Geto, conseguindo até mesmo usar a técnica da Voz Amaldiçoada com um megafone criado a partir de Rika.

Então vamos lá, Yuta treinou apenas alguns meses na Escola Jujutsu, nunca conseguiu tocar uma unha na Maki, não aperfeiçoou sua técnica com a espada (ou pelo menos não foi mostrado), nunca havia conseguido controlar ou sequer entender a maldição de nível especial que carrega, MAS conseguiu solucionar tudo como um verdadeiro profissional nessa última batalha. E não somente isso!! Ele ainda lutou e venceu Geto, um Feiticeiro Jujutsu que daria trabalho até mesmo pro Gojo.

Além disso, nessa luta Geto invoca uma maldição nível especial, um espírito vingativo E ENTÃO…. nada, a maldição não faz nada. Eu sequer consigo escrever isso sem dar risada, de tão ridículo que é. Um dos personagens mais poderosos invoca uma super maldição poderosa que não faz NADA porque um garoto milagrosamente aprendeu a lutar e derrotou ele. Sério, não dá.

Fora isso, e o beijo, o que foi aquele beijo na maldição?! Yuta passou o filme inteiro reclamando da Rika, pedindo pra ela se acalmar, assustado, mas aí no último segundo dá um beijo na maldição. Um beijo… Eu não consigo nem falar muito sobre isso.

Inclusive, a relação de Yuta e Rika quando a garota ainda estava viva foi abordada muito superficialmente. Mostraram pouquíssimas cenas dos dois juntos, e apenas repetiram elas o filme inteiro. Ou seja, o espectador é meio que obrigado a acreditar que eles tinham uma ligação profunda e especial, uma relação realmente forte, porque a forma que isso é mostrado é tão fraca quanto a personalidade de Yuta. Mais um ponto decepcionante.

Considerações Finais

Em suma, não é o melhor dos filmes, não tem o melhor dos enredos e nem o melhor dos personagens. Depois de ver o filme li o mangá de Jujutsu Kaisen 0, porque pensei que eles tinham cortado alguma parte ou resumido alguma coisa. Não, o anime é bem fiel à obra original, o que torna a situação ainda mais frustrante, se considerar a primeira temporada de Jujutsu, muito melhor estruturada. Então, depois de refletir um pouco, não acho que a proposta de Jujutsu Kaisen 0 seja ruim, pelo contrário, tem potencial pra ser uma história tão fascinante quanto a principal.

No entanto, acho que eles não deveriam ter feito uma história com tanto conteúdo ser resumida num filme de 1h45 ou num mangá de quatro capítulos. Acredito que a maior parte das críticas levantadas aqui seriam resolvidas caso a trama tivesse tempo e espaço para se desenvolver. Mostrar mais do treinamento do Yuta, da relação dele com a Rika, do processo de evolução dele como Feiticeiro Jujutsu. Contudo, o resultado foi um enredo corrido, com cara de que tem partes faltando, obrigando o espectador a acreditar que as relações, a força e a evolução do protagonista são verossímeis.

Peço que não me levem a mal. Sou fã de Jujutsu, fissurada na história principal e fico doida pra ver a segunda temporada. De qualquer forma, mesmo sendo fã da obra, consigo reconhecer que Jujutsu Kaisen 0 não é um filme/mangá muito bom, e tudo bem. Gege Akutami continua sendo um excelente mangaká e não tiro seu mérito, mas creio que com essa história ele não acertou.

Jujutsu Kaisen 0
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Por fim, digo que se você é fã da obra vale a pena assistir, de qualquer forma. Caso foque nas partes de luta e ignorar tudo o que dá estrutura pra uma história, vai gostar do filme. Ponderei muito a nota que daria pra Jujutsu Kaisen 0 e admito, se não fosse Jujutsu Kaisen, teria dado um 2,5 sem pestanejar.

Então sugiro que você vá ao cinema mais próximo, assista ao filme e tire suas próprias conclusões! Depois vem aqui contar pra gente o que você achou!

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Heartstopper | Review

Heartstopper
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Desde que se tem notícia, filmes e séries de temática LGBTQIA+ sempre tiveram algumas representações construídas com base em estereótipos narrativos dos quais, em sua grande maioria, remontam preconceitos de uma indústria dominada por produções majoritariamente destinadas ao público hétero.

Em muitos casos, a tragédia tornou-se a base em que muitos dramas foram desenvolvidos, sempre partindo de relacionamentos conturbados ou que nunca parecessem dar certo. Se olharmos para alguns títulos LGBTs lançados nas últimas décadas, como O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005) e Me Chame Pelo Seu Nome (Luca Guadagnino, 2017) veremos que as suas narrativas não possuem um final feliz, ou então a conclusão sempre fica aberta para interpretação de quem assiste.

Felizmente, existem os casos que fogem dessa cruel realidade na qual ótimas produções de temática queer foram criadas e adaptadas. Moonlight: Sob a Luz do Luar (Barry Jenkins, 2017) é um dos ótimos exemplos, além, é claro, das séries em formato compactado que passaram a ocupar grande espaço na internet, como Love, Victor (2020).

Heartstopper, o novo romance LGBT+ da Netflix surge como uma das produções mais encantadoras e apaixonantes dos últimos anos. A história — com um final feliz — ganhou a sua primeira temporada e estreou como um fenômeno nas redes sociais. É possível dizer que toda essa empolgação deve-se ao fato de que depois de muito tempo, finalmente uma produção de notória importância ganhou o reconhecimento que merecia.

Quando Charlie (Joe Locke) começa a estreitar laços com Nick (Kit Connor), vemos surgir um romance entre duas pessoas totalmente diferentes, mas que se amam de forma igual. Enquanto dois personagens vão se relacionando, questões como o bullying, sexualidade e aceitação passam a dividir espaço entre a paixão e o descobrimento.

Pautada em um dos períodos mais importantes na vida de todo mundo, Heartstopper acompanha a história de dois adolescentes inseridos em contextos opostos um do outro. Charlie é um garoto gay assumido que passou por diversas situações de agressão por conta da sua sexualidade. Nick, por outro lado, é um atleta popular e que nunca imaginou sofrer algum tipo de preconceito, pois, até então, ele se entendia como um rapaz hetero.

O cenário que temos aqui é um típico colegial que explora o desabrochar de novos sentimentos. Entretanto, não há simplicidade nenhuma na construção da atmosfera, que mesmo em cenas mais sensíveis, não deixa de lado a leveza pela qual toda a história é apresentada. O que parece bobo muitas vezes, na verdade, é uma demonstração de sucesso por parte do roteiro, que ganha pontos estendendo os acontecimentos dos quais felizmente não passam despercebidos em momento algum. Dessa forma, a direção de Euros Lyn, que já esteve à frente de Doctor Who (2005) e Sherlock (2010), acaba somando positivamente nesse processo de expandir o universo criado pela autora Alice Oseman nos quadrinhos.

Acontece que Euros Lyn possui uma linguagem muito própria no sentido de acrescentar aspectos recorrentes de seriados televisivos em suas produções. Assim, Heartstopper não funciona apenas no formato já conhecido dos dramas menos comerciais da Netflix, a série, apesar de curta, se encaixa perfeitamente em algo que veríamos ser transmitido em algum canal de TV.

Outra característica positiva que permeia Heartstopper como nenhuma outra adaptação da Netflix, são as atuações. Se de um lado já vimos adultos interpretando adolescentes e falhando vergonhosamente, aqui, os adolescentes são, de fato, adolescentes. Ter apostado em atores parecidos com os personagens da HQ, além de importante para uma adaptação fiel, ainda contribui para melhorar a experiência de quem leu e agora vê a sua história favorita ganhar vida. Essa atenção especial se dá pela participação e envolvimento da própria escritora da obra original no desenvolvimento do live action.

O mais interessante de tudo, é que mesmo se tratando de uma representação, Heartstopper, não deixa de mostrar as suas raízes. A todo instante vemos efeitos gráficos que remetem aos traços da HQ, como coraçõezinhos animados ou faíscas que surgem na tela em certas cenas de aquecer a alma. Da mesma maneira que vemos isso acontecer, também é possível notar o quão os personagens secundários se tornam peças importantes na narrativa. Em grande parte da série, as histórias em segundo plano não deixam de ser aprofundadas pelo roteiro, trazendo um ar de unidade para os demais arcos que se mostram importantíssimos para a trama principal, além de servirem como uma rede de apoio, os momentos de descobrimento e aceitação, acontece em todas as direções. Para realçar ainda mais essa representatividade explorada, os atores que compõem o elenco convidado tornam-se indispensáveis.

Joe Locke e Kit Connor conseguem construir uma química incrível e representar perfeitamente os seus personagens juntos; Olivia Colman, interpretando a mãe de Nick, faz valer o seu Oscar de Melhor Atriz, é fantástica em tudo que se propõe a fazer e isto não está aberto para discussões; William Gao, na pele de Tao Xu, o preocupado e melhor amigo de Charlie, também chama atenção e se destaca a todo momento; Yasmin Finney, como Elle Argent, é o grande acontecimento desta série. Além da representatividade, o talento nato da jovem artista pela atuação é algo único e extremamente necessário de se ver em uma produção como esta.

Da fotografia que exerce um papel significativo em relação ao modo que os sentimentos são representados, passando pela trilha sonora que é bem organizada e satisfatória de acompanhar ao longo dos episódios, tudo em Heartstopper soa justo e adequado ao que já era esperado desta obra. Mesmo replicando alguns clichês que todo romance costuma ter para causar diversas sensações em quem assiste, aqui, até o mais simples detalhe é desenvolvido de forma que contribua para o contexto geral.

Heartstopper
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Indo na contramão do conjunto batido de histórias difíceis de acompanhar que ronda muitas séries de temática LGBT+, incluindo as do seu próprio catalogo, como Elite e Young Royals, a Netflix em Heartstopper apresenta um trabalho leve, acessível e extremamente cuidadoso com a história original. É assistir sabendo que vai chorar, sorrir e aguardar ansiosamente pela próxima temporada.

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DPR e o Sonho do Regime Perfeito | Suco Apresenta

DPR
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O Dream Perfect Regime (abreviado para DPR) vem ganhando cada vez mais atenção no ocidente após sua participação na trilha sonora do filme “Shang-chi e a Lenda dos Dez Anéis“. Sendo o selo responsável por artistas como DPR LIVE, DPR IAN e DPR CREAM, o grupo independente atua na criação, direção e edição de qualquer trabalho visual, e também em lançamentos musicais, desde 2015. No cenário do K-hiphop, o nome DPR vem se tornando mais popular a cada ano, lançando músicas e conteúdos marcantes.

Carregando em conjunto a experiência sonora e visual, o trabalho do grupo merece atenção dos mais diversos públicos. Ainda não conhece a crew? Pode continuar lendo, pois esse texto foi preparado para te apresentar a ela e seus artistas.

Voltemos ao início

O vídeo mais antigo na conta oficial da Dream Perfect Regime foi postado em 2015, sendo ele o clipe da música TILL I DIE, do DPR LIVE. Os visuais do MV são creditados a +IAN, que mais tarde veio a modificar seu nome artístico para DPR IAN.  A direção e edição do vídeo apresentam uma proposta interessante, diferente das tendências que podiam se observar nas filmagens de k-pop do mesmo ano.

2015 também ficou marcado como o ano de disband do C-Clown, grupo musical onde Ian atuava como rapper, líder e dançarino. Em uma entrevista para a Teen Vogue junto com DPR REM, ambos afirmaram que a ideia para a criação do selo do grupo era fugir do modelo de contratos abusivos da indústria do k-pop, e ter o poder de se mostrar como um grupo de amigos independente, que se uniu para fazer negócios e música.

O ingresso de Christian (seu nome real) no ramo de direção e edição para a DPR, e de Live no âmbito musical, continua se mostrando uma obra relevante, de ótima qualidade. A sonoridade de TILL I DIE leva o ouvinte a um estado de imersão, te causando uma tristeza ao terminar de escutá-la e perceber que ela não está disponível em nenhuma das principais plataformas de streaming de música.

Coming to you Live

DPR LIVE (ou Hong Dabin, seu nome real) foi o primeiro artista musical a lançar faixas pela DPR. Antes mesmo de debutar oficialmente em 2017 com o ep Coming to you now, Live já chamava atenção no cenário do hip-hop coreano, com sua participação em Eung Freestyle – música com os rappers Sik-k, Owen Ovadoz, Punchnello e Flowsick. Tendo sido lançado em 2016, esse MV continua sendo o mais assistido do canal da DPR, com mais de 47 milhões de visualizações.

Colaborações com outros artistas foram frequentes em sua carreira, já tendo cantado junto com grandes nomes da música coreana, como Jay Park, Loco, Dean e Crush. Um feat que ninguém pode deixar de ouvir é Hula Hoops, faixa lançada no ano passado, com participação do rapper Beenzino e da Hwasa (Mamamoo).

Yo, is this cream?

Debutando na música em 2019, DPR CREAM se tornou o segundo artista musical do grupo. Kim Kyungmo (seu nome real) já é experiente no ramo da produção, criando sons de diferentes estilos há cerca de 15 anos. Como Ian e Live, ele também é bilíngue, juntando o coreano e o inglês em suas músicas. Como cantor, Color Drive pode ser considerado seu trabalho que mais recebeu atenção do público (e segundo essa escritora, ele merece ainda mais). DPR IAN também foi o responsável pelos visuais desse clipe, trazendo mais um lindo trabalho para o mundo.

MITO

Seguindo a ordem de estreias, DPR IAN se tornou o mais recente cantor do selo, debutando com o single digital So beautiful em 2020. Rome, Yu Barom, +IAN, DPR IAN, Christian – todos esses nomes podem ser ligados à imagem do artista, mas nenhum deles podem esconder seu talento. Além de atuar como diretor e editor para a DPR, ele também já trabalhou com artistas como Amber, Mino e Bobby. Seu ep de 2021, Moodswings In This Order (MITO), demonstrou sua versatilidade como artista e compositor, representando diversos sentimentos e estados mentais nas faixas.

Ainda tem mais alguém

DPR REM, nome artístico de Scott Kim, não pode ser deixado de lado nessa apresentação. Scott é o diretor criativo, fundador e produtor da DPR, sendo uma parte essencial do grupo. Em todos os lançamentos da empresa, você pode acreditar que deve ter um toque do DPR REM lá. Atuando em desde o fechamento de contrato com marcas, até o design de moda dos artistas, REM ocupa a liderança da crew.

Mais algumas músicas que você não pode perder:

Se acabou de conhecer a DPR Crew, saiba que você está com sorte! DPR LIVE, DPR IAN e DPR CREAM estarão realizando, no dia 16 de outubro, um show único em São Paulo. O evento faz parte da turnê dos artistas, The Regime World Tour. A venda de ingressos iniciou às 14 horas do dia 15 de abril, pelo site Ticket360. Sendo essa a primeira passagem do grupo no Brasil, estamos todos preparando os ouvidos (e as letras) para apreciar suas obras no fim de 2022.

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‘Drifting Home’ estreia em setembro na Netflix

Drifting Home
Imagem Divulgação

A Netflix divulgou um novo trailer de Drifting Home, nova animação do Studio Colorido (Penguin Highway e Olhos de Gato), com data de estreia para 16 de setembro na plataforma.

Confira o trailer:

A Netflix aproveitou e revelou também o elenco de dublagem da animação: Mutsumi Tamura como Kosuke Kumagai, Asami Seto como Natsume Touchi, Ayumu Murase como Noppo, Daiki Yamashita como Yuzuru Tachibana, Yumiko Kobayashi como Taishi Koiwai, Inori Minase como Reina Hama e Kana Hanazawa como Shuri Ando.

A direção é de Hiroyasu Ishida (Penguin Highway), com o roteiro de Hayashi Mori (Cells at Work! Code Black, Layton Mystery Tanteisha: Katori no Nazotoki File) e Minaka Sakamoto (Babylon). Akihiro Nagae (Fastening Days) e Fumi Katō (diretor de animação em Penguin Highway) estão no design dos personagens, com Umitaro Abe (Penguin Highway) na trilha sonora.

Juntamente com o trailer, também foi divulgado um novo pôster promocional, confira:

Drifting Home – Sinopse: Na historia, Kosuke e Natsume são amigos de infância, mas com o passar do tempo, o relacionamento entre os dois alunos da parece tenso, pois eles continuam se evitando. Durante as férias de verão, eles, juntos de outros amigos, vão ao conjunto habitacional onde cresceram, e que guarda muitas memórias, mas que está programado para ser demolido. Ao chegarem no local, eles são pegos por um fenômeno misterioso e todo o local é rodeado por um oceano.

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