Início Site Página 735

Metallica | Show em Curitiba foi de incendiar o céu

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Depois de 2 anos de pandemia mais 40 anos da banda, finalmente Metallica chegou em Curitiba. Uma das bandas mais conhecidas no meio do rock, precursores do thrash metal e reis do heavy metal, as expectativas estavam altas para o primeiro show deles na cidade. Serei sincera, estava esperando um show incrível, mas não foi isso o que recebi. Afinal, seria injusto descrever esse evento apenas como incrível ou maravilhoso ou sensacional. Metallica veio pra mostrar todo o sucesso que vem sustentando desde 1981, pra provar que eles não chegaram onde estão a troco de nada.

Portanto, hoje minha missão é tentar passar pra vocês pelo menos um pouco do que é presenciar um show desse nível. Vem comigo!

A expectativa da espera

Tentarei ser breve quanto aos momentos anteriores à apresentação da banda propriamente dita, então irei apenas contextualizar algumas coisas.

Bom, o show aconteceu no Estádio Couto Pereira, uma região de fácil acesso em Curitiba. Os portões abriram às 16h e o primeiro show de abertura, realizado pela banda Ego Kill Talent, começou às 18h30. O grupo estava divulgando seu novo álbum “The Dance Between Extremes”, lançado em 2021. É uma responsabilidade enorme ser a banda nacional que vai abrir um show do Metallica, mas acredito que eles conseguiram fazer um bom esquenta. Claro que não levaram o público ao delírio, mas cativaram a plateia e puxaram todos pra gritar e bater palma juntos.

Ego Kill Talent
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Então depois de mais um período de espera, às 19h30 a segunda banda de abertura, Greta Van Fleet, realmente conquistou o público. Promovendo o disco “The Battle at Garden’s Gate”, eles sacudiram a plateia e fizeram todo mundo vibrar. Inclusive, quem ficou na pista teve direito até ao pandeiro meia lua do Josh Kiszka, que jogou o instrumento na multidão.

Greta Van Fleet
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Eu posso sentir a chama

Lá estava eu, tremendo de frio, com dor em todo meu corpo e quase sem sentir os meus pés depois de horas em pé. Nesse contexto, os vinte minutos de atraso da banda pareceu quase imperdoável. Afinal, todos estavam contando os segundo para as 21h, então cada minuto a mais de espera durava uma eternidade.

No entanto, tudo foi compensado quando o telão passou a exibir uma gravação. As luzes apagadas, a expectativa pesando no ar até que as primeiras batidas da bateria anunciaram a chegada deles. Sincronizado com a música, grandes telões no palco acendiam um padrão de luzes, prolongando o suspende até o último segundo.

Metallica Curitiba 2022
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Então finalmente, os acordes de Whiplash cortaram toda a tensão, marcando a primeira aparição do Metallica nos palcos de Curitiba. Na primeira música já deu pra notar que eles realmente não estavam de brincadeira, utilizando os telões da melhor forma possível, alternando imagens deles com gravações, animações e efeitos especiais. Além disso, a sincronia do jogo de luzes com o ritmo das músicas foi insano de ver, tendo momentos que eu ficava em dúvida se admirava elas ou os próprios artistas no palco.

Logo em seguida tocaram Ride the Lightning e The Memory Remains, apenas preparando a animação dos fãs para cantar Seek & Destroy a todo pulmões.

Mesmo no começo do show foi incrível perceber a presença de palco que o Metallica possui. Foi empolgante ver como os quatro se divertiam, Lars passou o tempo inteiro dando risada, James soltou suas características gargalhadas e Kirk e Robert corriam de uma ponta a outra do palco. Inclusive, fiquei admirada com o baixista, que não economizou nas caras e bocas e ainda girou intensamente o baixo durante Seek & Destroy.

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá
Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Seduced by fame…

Meus amigos, todas as músicas foram inesquecíveis, mas duas em especial foram… de cair o queixo, arrepiar os pelos, tirar o fôlego e levantar defunto.

Metallica incendiou Curitiba com a performance de Moth Into Flame, utilizando, é claro, do recurso da pirotecnia. Um foco de chama percorria um lado ao outro do palco, atrás da bateria, o que já foi incrível. Mas então, seguindo o ritmo da música, mais labaredas surgiram na beira do palco, o que foi uma sensação pra todos. NO ENTANTO, o Metallica ainda não tinha acabado. De quatro torres espalhadas pela pista saíram fortes labaredas, literalmente botando fogo no céu.

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Assim, depois dessa performance insana eles apresentaram outra música que por si só já é de arrepiar: One. Utilizando jogo de luzes, fogos de artifício e efeitos sonoros, a banda nos ambientou no contexto de guerra. Assim que a música começou, os telões exibiram um batalhão de soldados marchando lentamente para o combate.

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Então um show de luzes fez a plateia se enxergar no meio de um campo de batalha, trouxe à tona o desespero de uma guerra. Desse jeito, à medida que a história da letra avançava, os telões nos mostravam minas, bombas, tudo em tons de vermelho. Até que o climax da música chegou e os soldados estavam de volta nos telões, mas dessa vez, como caveiras.

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Foi arrepiante de ver. Sem palavras.

Yesterday seems as though

Enfim, para não me estender tanto (pois como tiete do Metallica usaria páginas e páginas pra falar do show) vou pontuar apenas mais alguns aspectos aqui.

Depois dessas duas músicas avassaladoras, a banda tocou Sad but True, Whiskey in the Jar, The Unforgiven, For Whom the Bell Tolls e Creeping Death. Devo ressaltar que eles souberam usar muito bem os telões. Fiquei encantada com a animação de pesados martelos em Sad but True, e os sinos batendo ao som de From Whom the Bell Tolls. Assim como outras músicas, The Unforgiven foi ilustrada com gravações meio sombrias, que deram o toque final na atmosfera da música.

De qualquer forma, quero pontuar algo importante agora. A banda tocou Fade to Black exibindo luzes de uma cidade, que em determinado momento se moveram como se a câmera estivesse caindo de uma grande altura… Foi um momento muito tocante e sensível, que não foi negligenciado por eles.

James, num tom acolhedor falou com o público:

Essa música é para todos com problemas internos. Que sentem os problemas. Mas vocês não estão sozinhos! Não sintam medo de falar sobre isso! Falem para seus amigos, falem para suas famílias, falem pra alguém… Falem pra mim, agora!

Sendo um tabu falar sobre problemas psicológicos, em especial sobre suicídio, é inspirador ver um músico falando abertamente sobre isso. Lembrando que as coisas tem solução e que todos podem buscar ajuda, que não estão sozinhos.

Metallica Cuitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Forever trusting who we are

Finalmente, a banda “encerrou” o show com Master of Puppets exibindo uma animação da capa do álbum, levantando o astral da plateia depois das reflexões de Fade to Black.

De qualquer forma, teve o famoso “bis” depois disso. Para se despedir, Metallica tocou Battery, Nothing Else Matters e terminou de verdade com Enter Sandman.

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Ainda, depois da última música os músicos não tiveram muita pressa em se despedir. Robert apareceu com um copo cheio de palhetas e jogou aos punhados para a galera da pista e Lars estava segurando algumas baquetas que também foram para o público. Além disso, acho que o James se empolgou com essa brincadeira e jogou pra galera as próprias munhequeiras que estava usando. Maldita sortuda a pessoa que conseguiu pegar.

Comentários finais

Acredito que eu não precise reforçar mais uma vez como gostei, aprovei e recomendo o show. Então, vou falar como foi interessante ver a diferença de gerações se misturando para ver uma banda de 40 anos. No público vi crianças, adolescentes, jovens adultos até idosos. Vi os roqueiros mais tradicionais até pessoas que esperaria encontrar num show de sertanejo.

Sobre o show em si, o mais encantador foi ver a energia do Metallica no palco, como eles se divertem fazendo aquilo. Inclusive, o evento foi tão incrível que até mesmo quem não tinha nascido se apressou pra ver a banda. Isso mesmo, uma criança nasceu dentro do Estádio durante o show.

Segundo o casal Joyce e Jaime, a mulher sentiu as primeiras contrações logo na primeira música da banda. Mesmo assim, após dois anos esperando pra ver o show (e apenas 9 meses pela criança), o casal decidiu continuar na área de cadeirantes e curtir a apresentação. Mas Luan, como foi chamado, quis ver o Metallica com os próprios olhinhos e nasceu ao som de Enter Sandman, música preferida de Jaime. Isso sim é uma história pra contar quando crescer.

Metallica Curitiba
Imagem Divulgação: Suco de Mangá

Enfim, foi uma noite memorável, como esperado de uma banda como Metallica. Espero que vocês tenham a oportunidade de presenciar o evento que acontecerá em São Paulo e em Belo Horizonte nos dias 10 e 12 de maio, respectivamente.

PUBLICIDADE

BGS irá disponibilizar 250 ingressos para Cosplayers

BGS 2022 Brasil Game Show 2022
Imagem Divulgação

A maior feira de games do Brasil, a Brasil Game Show (BGS), vai premiar 250 credenciais VIP para cosplayers. Até o dia 9 de maio você cosplayer poderá se inscrever para concorrer a esse ingresso.

Para participar você deve ter no mínimo 18 anos de idade, preencher um formulário nesse site. Além de gravar um vídeo com o figurino e performance entre 15 a 30 segundos no TikTok com: menção ao @brasilgameshow e as hashtags #bgscosplaymaio, #devoltaaojogo, #cosplay. O vídeo pode, inclusive, conter trilhas sonoras aceitas pelo aplicativo.

A avaliação será em duas categorias: por meio de votação popular, quantificada pelo numero de ‘curtidas’ do TikTok e por um júri técnico. Então 125 cosplayers serão escolhidos pelo publico enquanto que os outros 125 pelo júri também vão receber a credencial VIP. Para curtir todos os dias da BGS 2022 entre 6 a 12 de outubro.

Contudo, os 10 melhores cosplays de cada categoria estarão presentes na próxima BGS Digital, marcada para o dia 17 de maio! Então é a sua chance de participar da maior feira de games do Brasil e da América Latina!

PUBLICIDADE

Descubra qual o MBTI do BTS

BTS
Imagem Divulgação

Curiosos pra descobrir mais da personalidade dos membros do BTS? Chamada de tipologia de Myers Briggs, o MBTI é um classificação de personalidade através de alguns pontos e preferências pessoais.

O teste funciona da seguinte forma: serão sugeridas algumas situações nas quais você deve escolher um ponto de uma régua entre discordo completamente, até concordo completamente. Os grupos são divididos entre: os analistas, os exploradores, os sentinelas e diplomatas.

O BTS fez o teste e com ele podemos analisar um pouco mais de suas personalidades:

Jin, o mais velho é INTP, uma de suas maiores característica é ser lógico, corresponde a 3% da população, entre eles Bill Gates e Isaac Newton.

Suga, é ISTP, chamado de o virtuoso, prático e habilidoso com ferramentas, são talentosos e possuem facilidade com criação, cof cof compositor da nação é o nome.

J-hope é INFJ: pertence ao grupo chamado O Advogado, a mais rara das personalidades. Hoseok é místico, idealista, e a característica principal é a habilidade de impactar positivamente aqueles a sua volta.

RM é ENFP, é esperto e curioso, busca sempre o conhecimento e um desafio. E o seu colega de MBTI é simplesmente o personagem Coringa!

Jimin é ESTP, inteligente e cheio de energia. Jimin e Madonna tem a mesma personalidade, segundo as pesquisas é a característica de quem gosta de se arriscar

V é INFP, o que quer dizer que é tímido e altruísta, assim como Shakespeare, é calmo, e fiel aos seus princípios.

O maknae, Jungkook, tem a personalidade INTP é o famoso espirito livre, criativo e carismático. É a mesma personalidade de Barack Obama e corresponde a 2% da população

Você sabe qual o seu MBTI? É algum igual ao do BTS? Conta pra gente!

PUBLICIDADE

Filme de The Quintessential Quintuplets ganha trailer

The Quintessential Quintuplets
Imagem Divulgação

A TBS Animation divulgou um trailer para o filme de Gotoubun no Hanayome (The Quintessential Quintuplets). O lançamento está previsto para 20 de maio deste ano, e servirá como o final da história. O tempo de duração do longa-metragem deverá ser de mais de duas horas.

Confira o trailer:

The Quintessential Quintuplets é um mangá escrito e ilustrado por Negi Haruba. Foi serializado semanalmente na revista Weekly Shonen, desde agosto de 2017. A obra inspirou uma adaptação para anime de 12 episódios produzida pelo estúdio Tezuka Productions, sob a direção de Satoshi Kuwabara, lançado em janeiro de 2019. Uma segunda temporada, também com 12 episódios, foi produzida pelo estúdio Bibury Animation e estreou em janeiro de 2021.

Kaori Fujita (Endro!, Miira no Kaikata, Yuyushiki) assumiu a direção da segunda temporada no Bibury Animation Studios, substituindo Satoshi Kuwabara e Tezuka Productions (1° temporada). Keiichirou Ouchi (Adachi to Shimamura, Kanojo mo Kanojo, Machikado Mazoku), foi responsável por escrever e supervisionar os roteiros. E por fim, Masato Katsumata (Azur Lane, Fate/ Stay Night Movie: Heaven’s Feel – I. Presage Flower) é o responsável pelo design de personagens e direção de animação.

As duas temporadas de The Quintessential Quintuplets estão disponíveis na Crunchyroll, com legendas em português.

Sinopse: Uesugi Fuutarou, um estudante do segundo ano do colegial que vem de uma família pobre, recebe uma irrecusável proposta para trabalhar como tutor… e descobre que suas pupilas são suas colegas de classe! E pra piorar, são gêmeas quíntuplas… Todas lindíssimas, mas com péssimas notas e um ódio mortal pelos estudos! Sua primeira missão será ganhar a confiança das garotas?! Todo dia é dia de festa nesta comédia romântica 500% adorável envolvendo as irmãs gêmeas da casa Nakano!

PUBLICIDADE

Dr. Stone deverá ganhar peça teatral no Japão

Dr. Stone
Imagem Divulgação

Logo após o fim do mangá, no começo de março deste ano, Dr. Stone ganhará uma adaptação teatral. Anunciada na última edição da revista Weekly Shonen Jump, a peça deve chegar aos palcos japoneses em julho de 2022, embora nenhum outro detalhe tenha sido divulgado.

Com o capítulo 232 encerrando o mangá (confira a matéria completa AQUI), Dr. Stone, recentemente ultrapassou 13 milhões de cópias em circulação. Os responsáveis pela obra, o autor Riichiro Inagaki e o ilustrador Boichi, já decidiram separar seus caminhos para se dedicar a outros projetos.

Mas o sucesso de Dr. Stone continua a alimentar a franquia: com um episódio especial de anime chegando e uma terceira temporada anunciada, vem aí a peça teatral da franquia.

Dr. Stone não é a primeira obra de mangá a ser encenada no teatro. Antes dela, gigantes como: Demon Slayer, Beastars, Bleach e My Hero Academia também receberam suas adaptações teatrais. A única parte ruim de tudo isso é que essas adaptações nunca chegaram até o Brasil e, muito provavelmente, também não poderemos ver mais essa.

O mangá de Dr. Stone estreou em março de 2017, e a publicação no Brasil, é feita desde 2018 pela Editora Panini. Já sua adaptação em anime ficou sob responsabilidade do estúdio TMS Entertainment (Lupin the 3rd). O anime está disponível, com legendas e dublagem em português, na Crunchyroll.

PUBLICIDADE

Made In Abyss | Segunda temporada do anime ganha trailer

Made in Abyss
Imagem Divulgação

A segunda temporada de Made In Abyss está programada para chegar em julho deste ano, conforme já havia sido anunciada. Riko e seus amigos continuam sua jornada nas profundezas do Abyss, e um novo trailer chegou para dar aos fãs uma visão melhor da temporada, intitulada de A Vila Dourada do Sol Escaldante (Retsujitsu no Ougonkyou).

Confira o trailer:

A animação é do estúdio Kinema Citrus, que foi responsável também pela primeira temporada exibida em 2017, com 13 episódios. Em 2019 Made in Abyss ganhou uma série de 2 filmes: Journey’s Dawn e Wandering Twilight. E por fim, no ano passado, um filme com história conectada ao anime foi exibido no Japão. Todas as produções são do mesmo estúdio.

Com a franquia tendo vários filmes em seu currículo ao lado da primeira temporada que apresentou aos fãs a jornada angustiante desses jovens exploradores, espere muitas surpresas para nossos protagonistas ao lado de alguns perigos aterrorizantes que estão à espreita.

Made in Abyss é adaptação do mangá original de Akihito Tsukushi com 10 volumes, e ainda está em andamento. No Brasil, a editora NewPOP publica a obra. A nova fase animada segue com direção de Masayuki Kojima e roteiro por Hideyuki Kurata, que trabalharam nas produções anteriores (a primeira temporada e o filme de 2017).

Sinopse: Abyss, é assim que é conhecido um grande conjunto de cavernas inexplorado pela humanidade. Anos se passaram e ninguém conseguia desvendar o mistério acerca deste local, até que em Oosu, uma cidade à beira do abismo, surge alguém com a promessa de explorar a região.

PUBLICIDADE

Kirby and the Forgotten Land | Review

Trazendo uma nova proposta com o primeiro título da franquia que se passa em um ambiente 3D, Kirby and the Forgotten Land chegou nas Eshops do mundo todo no dia 25 de março e veio para revolucionar (novamente) sua jogabilidade e comemorar muito bem seus 30 anos.

Sinopse

Kirby and the Forgotten Land

O jogo conta como o planeta natal de Kirby, Popstar, foi atacado repentinamente por um vortex misterioso, sequestrando assim todos os Waddle Dees. Assim, Kirby e seu amigo também são sugados pelo vortex e acabam indo parar um planeta diferente e abandonado, onde precisam salvar todos os Waddle Dees enquanto desvendam o mistério do vortex e contam com a ajuda de Elfilin, um novo personagem que vai dar dicas e o acompanhará ao longo da jornada.

Novas Mecânicas

Kirby and the Forgotten Land Kirby and the Forgotten Land

Como visto no trailer, Kirby, além de poder adquirir as habilidades de alguns inimigos, agora também pode incorporar objetos do cenário no Modo Mouthful (também conhecido como Modo Bocão). O famigerado Carby (Kirby + carro) já é bem conhecido dos trailers, assim como o Kirby com cone de trânsito e com uma máquina de vendas. Mas essa habilidade vai muito além, com funções diferentes a cada mundo que servem não só para seguir no estágio, mas também completar puzzles e alcançar objetivos escondidos.

Kirby and the Forgotten Land
Cidade dos Waddle Dees
Kirby and the Forgotten Land
Loja de Habilidades
Kirby and the Forgotten Land
Quem é Thor diante de Kirby?
Kirby and the Forgotten Land
Plano de Evolução de Habilidade

Além disso, o jogo introduz a Waddle Dees Town, uma cidade-base para você poder recuperar as energias e interagir com outros personagens. Essa cidade traz um elemento de RPG para o jogo, na qual você poderá visitar uma loja de habilidades para poder escolhê-las e evoluí-Las. À medida que você salva os Waddle Dees, a cidade vai sendo reerguida pelos próprios habitantes, onde cada edifício exige uma quantidade específica de Waddle Dees para reconstruí-los e que apresentam funções diferentes. Além disso, você poderá participar de alguns mini-games divertidos espalhados pela cidade, como pesca, vendas e batalhas no coliseu.

Kirby and the Forgotten Land Kirby and the Forgotten Land Kirby and the Forgotten Land

Um jogo para toda a família

Kirby and the Forgotten Land

Kirby and the Forgotten Land tem 2 modos de jogo, o Spring-Breeze (fácil) e o Wild Mode (difícil). O modo de dificuldade é escolhido quando se inicia o jogo, mas também pode ser mudado na tela de pause. A diferença entre os modos é que o Wild Mode tem mais inimigos, mas dá mais Star Coins no final de cada fase, já no Spring-Breeze você ganha mais barra de saúde. Você também pode jogar com mais um jogador, mas o modo online infelizmente não está disponível. O jogo ainda é compatível com o Amiibo (não é vendido no Brasil), que quando escaneado, concede diferentes itens, como um item de reserva (Stock Item) e Star Coins.

Kirby and the Forgotten Land
fases especiais para ganhar estrelas para habilidade
Kirby and the Forgotten Land
brinquedos de gachapon colecionáveis

A franquia continua sendo muito divertida e com missões que motivam você a completar 100% com mecânicas novas super interessantes. É mais um jogo de sucesso da franquia que vai conquistar da criança ao adulto que aprecia um bom jogo.

Gráficos e Música

Kirby and the Forgotten Land Kirby and the Forgotten Land

Depois de ganhar um Grammy, não é de se impressionar que o jogo tenha uma trilha sonora incrível que combina muito bem com cada fase e mundo. As músicas foram compostas pelo já consagrado Hirokazu Ando, que trabalhou na maioria das músicas de quase todos os títulos da franquia. Os efeitos sonoros foram criados por Yuuta Ogasawara, que já trabalhou em Kirby Star Allies, junto com os compositores Jun Ishikawa (que é um veterano da franquia desde Kirby’s Dream Land e que compôs a música “Meta Knight’s Revenge” que ganhou o Grammy) e Yuki Shimooka (desde Kirby Fighters 2).

Os gráficos estão lindos, com um design bem polido, muitos elementos diferentes e divertidos em tela, bem como camadas e níveis escondidos. O design com as cores, luzes e sombras também foram muito bem trabalhados, principalmente nas fases de circo, no escuro e na lava. Com uma animação muito fluida, cenas de transição bem feitas e texturas críveis, nota-se o grande cuidado da equipe de design com o jogo.

Conclusão

Kirby and the Forgotten Land

A HAL Laboratory conseguiu, mais uma vez, trazer novos elementos sem deixar a fofura e a diversão sempre presentes em Kirby de lado. É um jogo que recomendo para todos que queiram se divertir e não querem algo muito desafiador. Apesar de não ser muito desafiador, o que torna a franquia e esse jogo tão especiais são os detalhes, como as formas inovadoras de jogar e a possibilidade de encontrar todos os itens colecionáveis e lugares secretos das fases. Kirby and the Forgotten Land entrega tudo o que se espera de um original da Nintendo, com uma trilha sonora incrível, um design belíssimo e uma gameplay revigorante. Poyo!

PUBLICIDADE

Netflix faz acordo com Studio Colorido

olhos de gato netflix

A Netflix anunciou em abril, 26, um acordo com o estúdio japonês Studio Colorido. A parceria tem como objetivo a produção conjunta de três filmes animados e se alinha ao desejo da companhia norte-americana de crescer na Ásia.

Um dos longas é Drifting home que será lançado em setembro no serviço de streaming e também passará nos cinemas dos Estados Unidos. Essa estratégia pode estar ligada ao fato de filmes só poderem ser elegíveis ao Oscar caso tenham passado no cinema.

A produção de conteúdo asiático é a tentativa da Netflix de aumentar o público para esse tipo de conteúdo nos Estados Unidos e, consequentemente, no resto do mundo. Como diz Kaata Sakamoto, o vice-presidente de conteúdo japonês: “Para vencermos globalmente, precisamos primeiro vencer localmente.”

“A Netflix oferece [esse conteúdo] para uma audiência maior do que somente para fãs de animes que tradicionalmente são o público-alvo da indústria” diz Koji Yamamoto, o presidente da Studio Colorido.

Leia também: Olhos de Gato (A Whisker Away) | Review

PUBLICIDADE