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Nako Misaki de ‘Love Live! Superstar!!’ anuncia estreia solo!

Nako Misaki, divulgação
Nako Misaki, divulgação

Nako Misaki, dubladora Chisato Arashi em ‘Love Live! Superstar!!’ e membro ativo da  escola de Idols, Liella!, fará sua estreia solo com a gravadora Lantis. Ela fez o anúncio durante o evento de seu aniversário no Hulic Hall Tokyo.

Portanto, o seu primeiro passo como artista solo foi abrir um canal oficial no YouTube, um site oficial e uma conta pessoal no Twitter. Em seguida, depois do anúncio no evento, recebeu os parabéns dos seus fãs e expressou sua gratidão pelo apoio. Também, Nako compartilhou seu entusiasmo por sua nova jornada, afirmando que estava feliz em fazer o anúncio ela mesma.

Nako Misaki, divulgação
Nako Misaki, divulgação

Seu álbum de estreia chega no dia 5 de julho em três edições diferentes. Juntamente com a Standard Edition (versão CD simples), Limited Edition (Edição limitada CD+Blu-ray) estará disponível com um disco Blu-ray contendo videoclipes exclusivos e outros conteúdos emocionantes.

Além disso, os membros de seu fã-clube receberão um mimo adicional. Afinal, terão a oportunidade de adquirir a Nako’s Greeting Edition, que vem com uma linda embalagem e uma toalha de rosto como presente especial.

Acompanhando o anúncio, também tiveram novas fotos artísticas de Misaki Nako, com o tema positivo de “começar daqui”. Com isso, ela mistura seu caráter amigável com sua nova perspectiva como artista.

Obrigado por sempre me apoiar. Estou emocionada em anunciar que farei minha estreia como artista solo com a Lantis! Estou muito feliz por esta nova oportunidade emocionante. Cantar ainda é um território desconhecido para mim, e não sei de que tipo de expressão sou capaz, mas espero descobrir vários aspectos de mim através do canto e entregá-los a vocês. Vou continuar dando um passo de cada vez e me esforçando para ser um artista que pode estar mais perto de todos vocês. Obrigado por seu apoio contínuo!

Sobre Nako Misaki

NAKO MISAKI, divulgacão
NAKO MISAKI, divulgacão

Nako Misaki é uma artista multi-talentosa que é mais conhecida por sua dublagem como Chisato Arashi no anime ‘Love Live! Superstar!!’. Além de sua carreira de dubladora, participa de uma variedade de atividades, incluindo apresentações ao vivo, transmissões ao vivo e programas de rádio. Ela também atua como personalidade no programa da TOKYO FM “What a Wonderful Radio!” na TÓQUIO FM.

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The Girl I Like Forgot Her Glasses ganha trailer

Imagem Divulgação

O anime de comédia romântica The Girl I Like Forgot Her Glasses (Suki na Ko ga Megane wo Wasureta) ganhou seu primeiro vídeo promocional. A animação é uma adaptação do mangá escrito e ilustrado por Koume Fujichika e a sua estreia será em julho de 2023 no Japão.

Originalmente, o autor do mangá publicou a obra no Twitter, que recebeu incontáveis de curtidas a cada atualização. Afinal, os leitores ficaram encantados com os momentos emocionantes e a evolução do relacionamento entre os dois personagens.

Detalhes da produção e do elenco de voz também foram divulgados. Masahiro Itou interpretará Kaede Komura, enquanto Shion Wakayama será Ai Mie. Já no time de produção, temos Susumu Kudo que supervisionará o anime no estúdio GoHands (K, Seitokai Yakuindomo), enquanto Katsumasa Yokomine é o responsável pela direção.

Além disso, Tamazo Yanagi é o responsável por escrever e supervisionar os roteiros e Takayuki Uchida (Code Geass: Hangyaku no Lelouch) será o responsável pelo design dos personagens e direção de animação.

The Girl I Like Forgot Her Glasses
Imagem Divulgação

The Girl I Like Forgot Her Glasses – Vídeo Promocional

Sinopse: Como colega de mesa de Ai Mie, Kaede Komura sempre tem sua atenção voltada para ela. Atraído por seus encantos fofos, tudo o que ele deseja é que ela o olhe com aqueles lindos olhos por baixo dos óculos. Mas apenas alguns dias depois de conhecê-la, Kaede percebe algo diferente em Ai: seus olhos estão semicerrados e seus óculos sumiram. No entanto, ele ainda a acha adorável!

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Shazam! Furia dos Deuses | Review

shazam furia dos deuses
Imagem Divulgação

A família Shazam está de volta! Após quase 4 anos de espera, a tão aguardada sequência de Shazam! chegou prometendo ainda mais diversão e encrenca na vida do nosso querido Billy Batson (Asher Angel), mas será que cumpriu mesmo? Já sabe o que vou dizer né? Vem com o sucolino aqui que eu te conto!

No novo longa, acompanhamos toda a família lhe dando com seus novos poderes enquanto Billy sente uma grande insegurança de perder sua família. E em meio tudo isso, as filhas de Atlas surgem ameaçando a existência de todo o mundo e cabe aos campeões do mundo proteger desse novo mal.

Shazam 2 tinha uma missão até que simples, que era entregar a mesma diversão descontraída que o primeiro trás, e olha, contar pra vocês que conseguiram e ainda melhoraram! A nova narrativa conseguiu se amarrar mais a um pequeno drama que mesmo não tão explorado, é o suficiente para nos fazer entender o sentimento do Billy e compreender tambem o lado de seus irmãos, e só com isso a trama já ganha uns pontinhos extras. E claro, além da trama familiar entre os protagonistas, tambem acompanhamos o lado das antagonistas, que vivem em um eterno conflito de interesse após a morte de seu pai, Atlas.

Além da trama razoavelmente interessante (porem não tão envolvente quanto podia ser), o humor conseguiu ser ainda melhor! Quando eu digo que pegaram o primeiro longa como base e transformaram o segundo em algo melhor, não é nem um pouco brincadeira. As piadas e as quebras de tensão com o humor são muito bem utilizados e em maior parte do filme funcionam bem demais. Tinha um bom tempo que eu não dava uma boa gargalhada com um filme do gênero como eu dei com as graças do querido Shazam. E nem vou falar aqui sobre como esse é galanteador, se cuide viu Mulher Maravilha!

O elenco é um ponto muito interessante a se levar em conta aqui. Como já sabemos, os nossos protagonistas são vividos por 2 atores que representam a sua aparência normal e a que chega quando aquela palavrinha magica é dita, e logo vem personalidades que são tratadas de formas diferentes, e aqui isso foi muito bem feito. Temos arcos de divisão no filme onde o destaque se dá para as crianças e para os adultos, e com certeza esse é o maior acerto do longa. Por conta do primeiro longa não ter tido essa abordagem (é justificável), até então eu não tinha apego nenhum aos mais velhos, e agora isso mudou drasticamente. Grace Fulton, Meagan Good, Adam Brody e Zachary Levi são sem duvidas os maiores destaques desses momentos e trouxeram um brilho ainda mais especial para seus personagens.

E sem esquecer de falar deles. os mais novos estão todos de parabéns e com um destaque a Faithe Herman que entregou um show de fofura interpretando a queridíssima Darla Dudley, e euu duvido que seu coração não ficará quentinho em algum momento do filme que ela estiver em tela.

Como nem tudo é flores, Shazam tem seus defeitos e a maior parte deles está em questões de roteiros que são mal aproveitadas e no seu CGI, que muitas vezes causam uma grande estranheza e ainda mais nos momentos de voo. A mas isso é o suficiente para incomodar? Não é. Mas não é como se não fosse uma questão que já não esteja presente no filme passado e que não persiga filmes da DC, como é o caso até mesmo do Adam Black.

E agora chegamos a aquele momento de conclusão, e lá vai. Shazam! Furia dos Deuses consegue ser um ótimo alivio cômico para você que quer ver uma aventura mais descontraída ou até mesmo com sua família em um fim de semana. Mesmo não trazendo temas muito complexos, a obra com certeza deve agradar o publico mais descontraído e aqueles que leem as historias em quadrinho. Em um tempo onde filmes do gênero estão cada vez mais comum falharem entre critica e publico, aqui eu vejo a possibilidade de uma retomada e com certeza um grande alivio para provar que os filmes de heróis ainda tem espaço nas grandes telas

Extra, extra, extra!! Shazam! tem duas cenas pós crédito. Não vai esquecer de ver em, são importantes!

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Heroínas da SNK chegam a Honor of Kings

SNK Honor of Kings
Divulgação: Honor of Kings

Honor of Kings anuncia uma colaboração com a SNK para trazer duas novas heróinas ao jogo. Sendo assim, Mai (Mai Shiranui), de The King of Fighters, e Nakoruru, de Samurai Shodown, se juntam ao jogo no dia 17 de março e 24 de março respectivamente. Elas trazem novas habilidades e histórias únicas para os jogadores aproveitarem em King’s Rift.

Então, em Honor of Kings, ambas Mai e Nakoruru são poderosas Assasinas, possuindo ataques mortais e rápida movimentação. Portanto, elas podem ajudar sua equipe a virar a batalha a seu favor.

Nakoruru utiliza seu falcão de estimação, Mamahaha, em ambas primeira e terceira habilidades. Enquanto isso, Mai possui seu icônico especial, Hissatsu Shinobi Bachi, como sua terceira habilidade. Ambas as heroínas foram recriadas com um alto nível de fidelidade em Honor of Kings, pois os desenvolvedores respeitaram seus designs originais. Além disso, os fãs dos seus jogos de origem ficarão felizes ao conferir como seus icônicos ataques foram adaptados para o estilo de jogabilidade do MOBA.

Sendo assim, os jogadores podem adquirir ambas as heroínas de graça com o evento Desafio de Herói da SNK. Ele ficará disponível dentro do jogo entre os dias 17 de março e 9 de abril. Para isso, os jogadores vão precisar completar desafios no fliperama dentro do jogo usando tokens especiais que podem ser adquiridos ao completar objetivos em Honor of Kings.

Como completar o Desafio de Herói da SNK

Nakoruru HOF SNK
Divulgação: Honor of Kings

Na página do evento dentro do jogo, jogadores precisam selecionar um herói da SNK como oponente para desafiar no fliperama. Em seguida, devem utilizar tokens de fliperama para atacar oponentes, com cada ataque custando um token de fliperama. Existem 7 combinações especiais resultantes em ataques de alto dano, com cada uma dessas combinações sendo possível de utilizar apenas uma vez. No Instagram oficial de Honor of Kings os players podem conferir dicas sobre como realizar esses ataques especiais.

Mai HOF SNK
Divulgação: Honor of Kings

O jogador vence a partida quando a barra de vida do oponente chegar a 0, então desbloqueia a heroína escolhida. Após, o jogador recebe a heroína diretamente no seu inventário. Tenha cuidado! Mudar o oponente durante o desafio irá reiniciar seu progresso atual. Não desista!

Então, aproveite os eventos disponíveis em Honor of Kings para melhorar desbloquear novos personagens e se divertir com os amigos!

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SiM – ‘UNDER THE TREE’ | Tema da nova temporada de Shingeki no Kyojin ultrapassa 10 milhões de streams

SiM Under the Tree
Divulgação: MAPPA

A banda japonesa de reggae e rock punk, SiM, é responsável pelo tema de abertura do anime Attack on Titan The Final Season Final Chapter (Part 3). Sendo assim, a canção ‘UNDER THE TREE’ ultrapassou 10 milhões de streams em apenas 10 dias de seu lançamento!

Então, o anime começou a ser transmitido na NHK em 3 de março (sexta-feira), seguido por lançamentos em cada site de distribuição. Com isso, a música tema do anime ultrapassou 10 milhões de streams em todo o mundo em apenas 10 dias após seu lançamento em 4 de março (sábado).

Além disso, o vídeo promocional do anime, lançado imediatamente após sua transmissão, já ultrapassou 7 milhões de visualizações no YouTube. E ainda assim os números continuam a crescer.

Vídeo promocional – ‘UNDER THE TREE’!

Nesse contexto, a canção estreou em 10º lugar na parada de músicas Hot Hard Rock da Billboard dos EUA em 18 de março. Também alcançou o top 10 no ranking do gênero Rock da iTunes Store em 18 países e entrou no ranking do gênero Rock da Apple Music.

Além do mais, ‘UNDER THE TREE’ catapultou para o top 10 em 14 países, classificada no Shazam TOP200 em 32 países. Ou seja, os ouvintes de todo o mundo enlouqueceram.

Também, no dia 9 de março alcançou o 1º lugar no QQ MUSIC e no ranking J-POP da KUGO MUSIC, o maior serviço de distribuição de música da China. Este ranking é atualizado toda quinta-feira, então é um tremendo sucesso ganhar o primeiro lugar dentro de 5 dias após a data de lançamento.

Portanto, ao todo, os vídeos oficiais, incluindo videoclipes relacionados a série, já acumulam mais de 200 milhões de visualizações no YouTube. Agora, este número deve crescer ainda mais com o impulso de ‘UNDER THE TREE’ juntamente à exibição nos novos episódios da série na TV Japonesa.

Ouça ‘UNDER THE TREE’ na sua plataforma favorita!

SOBRE A BANDA SiM

SiM, divulgação
SiM, divulgação

SiM é uma banda de reggae punk composta de 4 integrantes: MAH (vocal), SHOW-HATE (guitarra e teclado), ‘Sin (baixo) e GODRI (bateria). Formada em Shonan, Japão, a banda  combina a contradição final de “rugidos monstruosos, enigmáticos e ainda cativantes”.

Os estilos contrastantes de hardcore punk, new metal, reggae e ska são misturados sem esforço com um toque único de pop. As letras são agressivas e rebeldes, com jogo inteligente de palavras e linhas curiosas que prendem o ouvinte.

“Nós somos uma banda que nasceu em uma casa de shows, cresceu em uma casa de shows, morreremos em uma casa de shows” – Vocalista MAH.

Sem dúvida, o SiM chegou ao topo da cena do rock por “quebrar as convenções por dentro” tanto no nome quanto na ação, sendo a atração principal em grandes festivais de rock ao ar livre em todo o país.

‘Killing Me’, um dos maiores hits da banda

Agora, totalmente estabelecidos como artistas de sucesso superando muitas tribulações, incluindo mudanças de membros da banda, doenças graves, sendo dispensado por sua própria gravadora, não há mais pontos cegos, o sucesso é consequência!

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Paulo Franqueira, criador do jogo Tropicalia | Suco Entrevista

Paulo Franqueira Tropicalia
Divulgação: Paulo Franqueira | Tropicalia

Sob o típico calor de um país tropical (desculpe o trocadilho) o Suco de Mangá entrevista Paulo Henrique Franqueira o criador do jogo Tropicalia. Durante a conversa, Paulo abordou a sua relação com jogos eletrônicos, os desafios que envolveram o desenvolvimento de Tropicalia, as principais influências e a estética visual do jogo.

Entrevista com o criador do jogo Tropicalia

É importante saber quem é a pessoa por trás dos códigos e pixels que vemos. Quem é você? Se apresente para o público do Suco de Mangá.

Me chamo Paulo Henrique Franqueira, sou um mineiro de 31 anos, apaixonado por jogos desde sempre, programador de profissão e agora dando os primeiros passos no ramo do gamedev.

Quando começou a sua relação com os jogos eletrônicos?

Numa viagem com a família pra praia o que mais me interessou foi o Super Nintendo do amiguinho do quarto ao lado, isso com uns 4 anos. De lá pra cá isso não mudou, a paixão por jogos. Aos 5 (anos), jogando DKC2, eu tive a epifania que queria trabalhar com isso!

A origem de Tropicalia

Durante a entrevista com o criador do jogo Tropicalia, ele contou que a ideia para o jogo nasceu de um meme.

Paulo Franqueira Tropicalia
Imagem Divulgação

Nele, eu percebi que a gente nunca tinha exportado a estética indígena, tupi guarani, cocar e cachimbo, oca de palha e etc. Fui para o RPG Maker porque era uma ferramenta que eu já dominava e resolvi extrair o máximo de lá.

Jogos de RPG clássicos influenciaram a criação do jogo, mas a paixão por um título recente também motivou Paulo a desenvolver Tropicalia.

Antes eu tinha a ideia de um jogo estilo Earthbound mas com a Turma da Mônica, mas aí Undertale aconteceu e roubou o lugar de “jogo indie inspirado em Earthbound”. Então, vi esse meme e num estalo descobri qual seria o tema do meu próximo jogo.

Estética

Um dos destaques de Tropicalia é seu visual e referências a itens e comidas tradicionais do Brasil, em especial a cultura tupi-guarani. O que te motivou a usar a mitologia tupi-guarani?

Quando eu percebi a falta de exportação dessa estética já sabia que conseguiria me destacar só aí. No meio do jogo eu fui descobrindo as problematizações com relação aos indígenas, como termos considerados racistas e etc, e até conversei com alguns indígenas pra guiar melhor o meu trabalho. O que me falaram foi: cuidado com o apagamento.

Você consultou algum especialista para construir os cenários, construções, vestes e outros costumes indígenas de forma fiel, dentro das liberdades artísticas que você tem, claro? Como foi o processo para esse aspecto do jogo?

Assim que comecei a trabalhar no jogo, eu procurei livros, filmes e artigos na internet pra me basear. Minha direção de arte foi muito baseada no Akira Toriyama, então peguei elementos como a arte plumária dos povos indígenas, e levei elas pra uma simplificação de design. Até porque, pra representar os personagens em 16bits, eu teria que criar coisas simplificadas mesmo, não daria pra representar toda a gama de pinturas corporais e etc num espaço pequeno. Então foquei nos elementos: tanga de algodão, cocar de plumas, e tinta nos olhos. Além de bastante corpo a mostra, dado nosso clima. Tentei fazer um comentário sobre esses corpos expostos, sem sexualizar e explorar eles, acho que tive um bom resultado mas sei que tem gente que discorda por aí.

Paulo Franqueira Tropicalia
Imagem Divulgação

Principais influências

O desenvolvedor buscou influências em clássicos títulos de RPG, mas também bebeu da fonte de algumas obras menos conhecidas.

Muitos e muitos jRPGs de 16bits. Mario RPG E Pokémon são referencias claras, algumas mais obscuras são Phantasy Star, Shining Force, Breath of Fire e Lufia 2.

Paulo Franqueira Tropicalia
Imagem Divulgação

Processo de produção

Quanto tempo demorou para o jogo estar pronto?

Comecei em janeiro de 2019. No fim do ano tinha uma versão grátis na GameJolt. No fim de 2020 tinha o Early Access pago na Steam. Em 2021 eu tive burnout e não desenvolvi nada. Em 28 de fevereiro de 2023 consegui lançar o jogo completo!

Durante o bate-papo, Paulo também contou sobre as dificuldades que enfrentou durante a produção.

GameDev é tipo matar uma hidra lentamente. Você corta uma cabeça fora e aparecem mais três. Chega uma hora que dá burnout. Não tem nenhum aspecto do jogo que foi MUITO desafiador, mas sim o aspecto de maratona gigante que é o desenvolvimento de um jogo que você quer caprichar nos detalhes.

Você esperava a recepção que Tropicalia teve?

Eu acho que consegui um belo trabalho nas redes sociais e principalmente no Twitter, em relação a engajamento, likes e ter meu jogo conhecido e comentado por pessoas grandes. Mas isso não se converteu em vendas, se for contar os 4 anos de trabalho, seria melhor eu estar num emprego de salário mínimo mesmo. Mas estou realizado artisticamente, com os comentários e a recepção do jogo, e acho que ele vai dar frutos ainda, na “cauda longa do investimento”, afinal foi ele que me deu fama, vamos ver o que o futuro vai trazer.

Futuro de Tropicalia e de Paulo

Falando em futuro, o que pensa daqui para frente?

Minha mente tá agora em arrumar um emprego formal de Dev, de preferencia pra fora pra ganhar em dólar, e fazer um pé de meia. Fazer jogo é uma aventura e agora to procurando mais estabilidade. Poderia fazer um jogo de micro-transações que é um investimento mais seguro, mas aí eu não tenho paixão pelo negócio. Meu coração agora tá com vontade de fazer um platformer 2D, mas dizem que vende mal na Steam então deixa eu me estabelecer financeiramente primeiro e depois eu tento algo assim haha.

Atualmente o jogo está disponível para Android e PC, veremos em outras plataformas?

Conversando com publisher pra levar ele pros consoles em breve!

Para as pessoas que desejam produzir de forma independente, que dica daria para iniciar?

Corra! Mas agora sério, a dica é sempre: reduza seu escopo. Faça do Early Access seu jogo completo. Quando uma publisher conversa com uma equipe novata, eles já esperam que o jogo vai demorar 3 vezes mais do que o time tá propondo, lembre-se disso.

Por fim, qual a importância de Tropicália para você e para o desenvolvimento de games nacional?

Eu acho que o jogo vai envelhecer bem e criar um legado, viu?! Ele preenche um espaço que os gamers brasileiros sentem falta: representatividade. Um herói shonen brasileiro. Um jogo competente que não demonstra vergonha nenhuma de ser brasileiro. Em 2019 quando eu comecei Tropicalia, dava pra contar nos dedos os cases de sucesso de jogos nacionais. Agora em 2023, já não dá mais, nesses 5 anos surgiu MUITA coisa boa, então não estou sozinho nessa. Mesmo assim, um jogo que tem o cuidado de ter um nome com uma leitura fácil tanto pra brasileiro quanto pra gringo sabe? Algo que carrega brasileiridade até no nome, bem, aí é Tropicalia o primeiro nome que vem na mente de muita gente por aí, e fico feliz com esse resultado!

Para saber mais sobre o jogo, leia Tropicalia | Review, escrito pelo Suco de Mangá.


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Paulo Franqueira Tropicalia
Divulgação: Paulo Franqueira | Tropicalia

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O Melhor Cassino Online Fairspin

Fairspin
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Wild West Dynasty | Review

wild west dynasty
Imagem Divulgação

Algumas características do western estão impregnadas na mente das pessoas: pistoleiros, bandidos, cowboys e uma terra que ainda não domada pelo homem são algumas delas. Em outras palavras, é sobre resistir em um local selvagem — e a Moon Punch Studio explora o gênero Sobrevivência com Wild West Dynasty.

O título é uma mistura de aventura, RPG e construção de cidades em um sandbox com diferentes biomas para explorar e foco em narrativa. A ideia soa interessante, mas nenhum desses aspectos se destaca.

Wild West Dynasty está em acesso antecipado, o que significa que não está finalizado. Entretanto, a Toplitz Productions optou por essa estratégia a fim de coletar feedback da comunidade e melhorar o jogo.

Enredo de Wild West Dynasty

A história de Dakota West, protagonista do título, começa quando ele e sua mãe sobrevivem a um ataque de bandidos. Pouco antes de morrer devido aos ferimentos, a mãe do personagem revela que ele tem irmãos que não conhece.

Pronto: a tragédia do herói é apresentada e o mistério de sua família pode ser explorado a partir daí. As missões do jogo ajudam a desvendar isso e servem como tutorial para sobreviver no jogo.

No entanto, o enredo não se sustenta e é um aspecto esquecível do jogo, resultado de uma série de más decisões: falta de dublagem, muito diálogo escrito que diz, diz e não diz nada, além de um trabalho de som que deixa a desejar, não empolgam.

O que torna a história mais difícil de defender é que ela está intimamente ligada a progressão do jogador. Alguns objetos, como uma armadilha para lebres, só é aprendido ao realizar favores e obriga o jogador a fazer as missões ao invés de libertá-lo e deixar navegar o oeste selvagem.

Sobrevivência em Wild West Dynasty

Enquanto a história do deixa a desejar, o aspecto de sobrevivência em Wild West Dynasty oferece liberdade para escolher o que fazer e quando fazer. Assim como outros jogos de sobrevivência, deveria ser “o modo história”, ou seja: deixar o jogador escrever a narrativa como bem entender.

Domar a natureza, coletar recursos e aprender como construir novas ferramentas e objetos é o que torna o gênero de sobrevivência interessante e em Wild West Dynasty isso está presente e se torna especial por ter o faroeste como plano de fundo.

Construir sua base é essencial e você pode escolher entre ter uma vida isolada ou transformá-la em um assentamento e viver em um complexo ambiente social.

wild west dynasty
Screenshot @sucodm

Elementos de RPG

Conforme realiza missões, enfrenta bandidos e animais e realiza outras tarefas no jogo, é possível comprar habilidades e otimizar o manejo de recursos. Além disso, você aprende a usar as ferramentas de maneira eficaz e maxima o uso delas.

É um elemento simples do gênero, assim como todos os outros que Wild West Dynasty, tenta replicar, mas se torna uma parte importante da experiência conforme seu assentamento cresce.

Desempenho no Acesso Antecipado (Early Access)

O enredo de Wild West Dynasty não impressiona, mas é possível passar por ele facilmente. Sobreviver no Velho Oeste é interessante e memorável em certos momentos, entretanto, o desempenho do jogo deixa a desejar e muitas vezes afeta a experiência.

Constantes quedas de FPS, problemas de frame rate e até mesmo saves corrompidos são situações que podem acontecer o que, acredito, pelo fato de ser um jogo em acesso antecipado.

Para os jogadores que estão interessados em curtir o jogo, é importante estarem preparados para tais situações.

wild west dynasty
Screenshot @sucodm

Veredito

Wild West Dynasty se perde na tentativa de apressar diversos gêneros de jogos e obriga o jogador a passar por situações monótonas e estressantes para chegar no que o jogo tem de bom: a sobrevivência.

No fim, é melhor esperar acabar o acesso antecipado para curtir. Quem sabe oficialmente lançado não se torne um Medieval Dynasty, jogo também publicado pela Toplitz, com melhor acabamento.

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