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Nascida Para o Trono – Serpentes e Traições, livro de fantasia épica discute problemas contemporâneos

Nascida para o Trono serpentes e traições
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O escritor, roteirista de quadrinhos e professor de escrita criativa Vilto Reis procurou novas possibilidades para contar sua história. A sua vontade foi se afastar do modelo tradicional de escrever fantasia, canonizado por J.R.R. Tolkien. Assim, criou Nascida Para o Trono – Serpentes e Traições, pela editora Draco.

Além de expandir a imaginação em um cenário de conflitos, instabilidade política e pesada mão religiosa sobre a vida do povo, o escritor, que já foi jurado do Prêmio Jabuti em 2022, constrói uma narrativa envolvente onde todos os elementos indispensáveis ao gênero se fazem presentes.

A história se passa no coração de Camara, um universo de fantasia épico inspirado nos grandes impérios africanos, onde repousa a Cidade Prateada, a capital de uma confederação de povos guerreiros onde manipulações, traições e disputas do Conselho — liderados pela Guardiã — oprimem a população através do poder do Totem da Serpente, uma joia capaz de despertar habilidades sobrehumanas em pessoas comuns.

É lá que vive Núbia Naja Branca, uma debochada ladra que foi um prodígio de sua geração, mas acabou com os poderes bloqueados como punição por um crime do passado. Hoje, entrega-se à decadência de ser uma renegada de seu povo, afogando as mágoas em bebidas e drogas destrutivas para o corpo, como o Bagandolá.

Uma nova oportunidade de recomeçar surge quando é contratada para roubar o Totem da Serpente, a joia mais importante da confederação, protegida pela Nona Guardiã, sua própria irmã. Contudo, um general lendário e revolucionário deseja o mesmo item para derrubar o poder político de Camara, motivado por um fato que se liga ao passado de Núbia.

O romance foi lançado junto com “Fim do Império”, quadrinho em que Vilto também atua como roteirista e que conta com arte de Lucas Machado.

Nascida para o Trono serpentes e traições
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Um novo olhar para a contemporaneidade

Enquanto a fantasia muitas vezes é vista como uma forma de escapismo, no livro, segundo o autor, ela serve como um meio de explorar e oferecer novas perspectivas sobre questões atuais. Um dos principais temas é o uso abusivo de drogas. “Utilizo elementos de fantasia para explorar as complexidades e as consequências desse problema na sociedade”, aponta, sem condenar o uso recreativo durante a obra.

Além disso, o livro aborda questões de gênero (a protagonista é uma mulher trans), destacando as diversas formas como a identidade e a expressão de gênero se manifestam e são percebidas em diferentes contextos. Outro tema crucial é a intolerância religiosa. Através de uma narrativa fantasiosa, o livro analisa como a intolerância e o preconceito podem se infiltrar e afetar as relações humanas, levando a conflitos e mal-entendidos.

Tecer a narrativa levou tempo, pesquisa e experimentação, por meio da consulta de livros, documentários e filmes. “Filhos de Sangue e Osso”, de Tomi Adeyemi, e as histórias do Pantera Negra, da Marvel Comics, por exemplo, incorporaram a cultura africana à fantasia – os impérios africanos, sua cultura e organização são o ponto de partida para a criação de “Camara”.

Seu estilo de escrita, com frases curtas e concisão, é influenciado por autores como Joe Abercrombie, Andrzej Sapkowski e Leonel Caldela. A leitura de “Nascida Para o Trono” é imersiva como uma partida de RPG – em que as descrições das ações e movimentos são precisas e rápidas.

Como nasce um escritor de fantasia?

Vilto Reis é escritor, roteirista de quadrinhos, professor de escrita criativa, jogador de RPG e participante do Podcast de Literatura 30:MIN, um dos mais ouvidos do Brasil sobre livros. Também é autor de “Fim do império” e “Um gato chamado Borges”, obra finalista do Prêmio SESC 2015, e teve contos veiculados em diversas antologias e revistas.

O escritor também fundou o portal Homo Literatus, onde atuou como editor por mais de sete anos, e esteve à frente de iniciativas como a Editora Nocaute e a Revista Pulp Fiction. Com experiência como apresentador do programa de televisão LiteratusTV, em 2022, fez parte do júri do Prêmio Jabuti na categoria Literatura de Entretenimento.

Sua verdadeira inspiração para começar a escrever veio um pouco antes da faculdade, quando descobriu o Nerdcast e a história de Eduardo Spohr, um escritor brasileiro bem-sucedido. Daniel Galera, com seu livro “Barba Ensopada de Sangue”, também foi uma grande influência, mostrando que era possível criar histórias em cenários familiares. O ponto de virada foi a criação do blog literário Homo Literatus em 2011, após uma palestra inspiradora no Festival de Publicidade de Gramado. “Esse projeto me permitiu explorar a escrita e a crítica literária, além de me conectar com outros apaixonados por literatura”, explica.

Em 2018, com a iminência do nascimento do seu filho, começou a trabalhar em um novo romance. “No entanto, depois de um evento tão emocionalmente transformador como a paternidade, voltei ao texto e não me reconheci mais nele. Não era o tipo de escritor que queria ser, nem o tipo de livro que queria escrever. Então, nos meses que se seguiram, passei a rascunhar ideias, explorar possibilidades, até que reencontrei minha verdadeira paixão: a fantasia épica”, conta.

Para desvendar a escrita de fantasia, mergulhou na leitura de inúmeras obras de fantasia, tanto clássicas quanto contemporâneas, enquanto também escrevia contos para praticar e desenvolver sua própria linguagem. O escritor ainda tem outras histórias no forno, quase prontas, que serão divulgadas aos poucos por meio de suas redes sociais. Atualmente, mantém um canal no Youtube dedicado a quem busca escrever livros. Além disso, ministra cursos e oficinas, realiza leituras críticas e oferece mentoria para aspirantes a escritores.

Mais informações em www.viltoreis.com.

Leia um trecho de “Nascida Para o Trono”

A chuva vinha diminuindo e naquele dia Teth-Tá brilhava no céu, pressagiando a chegada da Estação da Colheita. 

A Zona dos Artesãos era uma das melhores amostras do povo de Camara. Consoante às batidas das ferreiras nos metais das forjas, tecelões urdiam tecidos que virariam roupas e sapateiras talhavam o couro em sapatos ou bolsas. Griôs recém-chegados à Cidade Prateada aproveitavam as batidas monótonas como marcação de tempo para adicionar a melodia das canções narrativas. As koras eram acompanhadas por berimbaus e flautas, concebendo uma grande orquestra de improviso. Ninguém marcava para se encontrar ali, a convergência apenas surgia, motivando as danças em grupo. As crianças corriam para o meio de rodas, gargalhando não menos que os adultos. Os vendedores ambulantes eram atraídos pela multidão. Vinham tentando gritar mais alto que a música, vendendo doces de mel, fatias de bolo de milho cremoso, torta moín moín, torta do primeiro guardião, shuku shuku, melancias e o que mais se pudesse comer e oferecer a alguém. Ali mesmo na rua, bananas-da-terra eram fritas e dadas ou vendidas, conforme a necessidade de quem as produzia. De repente, dois velhos começaram a compartilhar um garrafão de vinho de palma. Um voluntário se oferecia para ocupar a função do fiandeiro por um tempo, para que este ocupasse um lugar na roda de dança. Era uma rápida troca de favores com a promessa de que se devolveria no futuro, porém ninguém lembrava de cobrar. Raramente um dia triste se veria por ali.

Menos mal que Núbia se distraiu, dado que o acompanhante não se mostrava a companhia mais agradável.

Adquira a obra via Editora Draco

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SPY x FAMILY – CÓDIGO: Branco ganha pôster oficial

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O anime SPY x FAMILY – CÓDIGO: Branco acaba de ganhar o pôster oficial. Com estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, o filme é a primeira obra cinematográfica da série. Assim, apresentará uma história original independente do mangá. O longa-metragem tem distribuição da Crunchyroll, a experiência definitiva em animes no mundo todo e da Sony Pictures.

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A trama gira em torno do agente secreto Twilight, sua esposa brutalmente assassina Yor e sua filha adotada e telepata Anya em uma missão inédita. Com base no mangá de Tatsuya Endo, as duas primeiras temporadas da série SPY x FAMILY estão disponíveis na Crunchyroll.

Além disso, a animação tem produção de duas equipes de anime: WIT STUDIO e CloverWorks.

SPY x FAMILY – CÓDIGO: Branco

Sinopse: Ele é um espião. Ela, uma assassina. Juntos, Loid e Yor mantém suas vidas duplas enquanto fingem serem a família perfeita. No entanto, sua filha adotiva, Anya, uma telepata, conhece seus empolgantes segredos, sem eles saberem. Usando o pretexto de levar sua família numa viagem de inverno no fim de semana, a tentativa de Loid de progredir em sua missão atual, a Operação Strix é frustrada quando Anya se envolve por engano e ativa eventos que ameaçam a paz mundial!

ASSISTA SPY X FAMILY NA CRUNCHYROLL

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Petshop of Horrors | Vintage et Underrated

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Bem-vindos ao Vintage et Underrated, a coluna que une o antigo que não sai de moda e o underground que todo mundo adora, ou deveria. E nessa linda terça feira de março, quase ali na cara do gol para virar outono, vamos falar sobre o Conde mais diabético dos mangás e sua bela loja de horrores, com esse clássico vintage dos anos 90.

Sobre Petshop of Horros

Uma das minhas obras favoritas de todos os tempos, iniciada em 1994 e “concluída” em 2020 (esperamos que o autor faça mais arcos). Petshop of Horrors não é exatamente uma obra linear e sim uma trama de capítulos indepentenes em que cada história é sobre um animal e a história de seu comprador. Assim, elas se unem apenas pela subtrama em que o personagem principal é sempre investigado por seu amigo e rival, um detetive cabeça quente da polícia. Em geral, as histórias SEMPRE são dramáticas, o que leva o mangá a ser também, um josei.

Seus primeiros volumes saíam nas revistas Apple Mistery e Mistery M. até mais tarde serem compilados em 10 volumes. Então, as sagas seguintes são lançadas na Mungenkan, Horror & Fantasy Club, Mugento e na Harlequim. O que na minha opinião faz com que a história devesse ser catagorizada mais como suspense fantástico, como obras como Bride of Deimos, que inclusive já apareceu por aqui.

A história ainda conta com uma animação de apenas 4 episódios (buaaaa) produzido pela minha lindíssima Madhouse (Death Note, Nana).

Enredo e primeiras impressões

Primeiramente é preciso lembrar que essa história não ACABA exatamente. Literalmente a qualquer momento o autor pode decidir voltar pelo simples fato de que os Condes D não morrem de fato. Isso permite que a história siga eternamente.

Até o momento, o mangá conta com 30 volumes, lembrando que as histórias são todas independentes. Mesmo assim, há a subtrama com o detetive Leon e sua cisma com esse negócio de tráfico de drogas onde claramente não tem (parece PM carioca inventando blitz).

De maneira geral, a investigação não é infundada. Todas as histórias giram em torno de animais mágicos ou mitológicos que possuem poderes especiais ou até mesmo formas humanóides (quem não chorar com a história da Medusa já tá morto por dentro, sinto informar).

Nessa parte específica das histórias, a gente lembra bastante até de Tarot Café. Porém, normalmente com final trágico e alguns inclusive acarretando em mortes, o que obviamente chama atenção da polícia.

A vendas dos animais nem sempre segue o padrão lógico de troca monetária, alguns deles são apenas “dados” aos clientes da loja, sempre com um contrato que conta com três regras.

Os animais menos perigosos possuem como regra comum “não ficarem com fome”, enquanto os mais “especiais” possuem regras como “ninguém pode ver”. As duas outras regras dependem da natureza do animal e quase sempre são as mais passíveis de quebrarem.

Histórias de Petshop of Horrors

As histórias exploram diversas situações humanas, já que o protagonista se propõe a vender “sonhos e esperança”. No entanto, eles quase sempre levam a desfechos trágicos os donos ou os próprios animais (Dreizehn é um bom exemplo disso).

Além disso, há ainda a história da própria família do Conde D. No mangá, você conhece a irmã, o pai e ouve falar sobre o avô e a sua dinastia perdida de pessoas que possuíam um contato próximo com animais e seres de todos os tipos (normais ou não) e faziam a ponte com o império chinês. Nunca explica ao certo O QUE eles são, a história inteira só deixa claro que definitivamente nenhum deles é 100% humano.

Outro personagem muito bom da trama é o jovem Chris, o irmão muito mais novinho do detetive Leon que vira e mexe fica sob os cuidados do Conde. Por sua vez, ele também adora o garoto (agora, pensa na contradição. O cara vive investigando o outro por tráfico de drogas, mas deixa o cara cuidando do IRMÃO CRIANCINHA DELE). Além disso, o menino possui poderes especiais, podendo ver e interagir com os seres mágicos da loja.

Outro ponto divertidíssimo são as reações do Conde durante as brigas com Leon ou quando ele recebe doces de todos os tipos como suborno em troca de informações ou do serviço de babá para o policial. Pensa num homem viciado em açúcar.

Pontos positivos

  • Não tem como NÃO GOSTAR do traço;
  • História é ótima e você não precisa ler tudo em ordem perfeita;
  • Não tem uma única história que não seja interessante.

Pontos negativos

  • O mangá inteiro merecia série animada, mas só tem 4 episódios;
  • Alguns pedaços do enredo podiam ser melhor explorados;
  • Esquema de pirâmide, se você quiser saber da história do Conde D, tem que ler tudo.
petshop of horrors
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Sinopse: Uma série de casos misteriosos assombram a delegacia de polícia e um detetive descobre que todos os acontecimentos tem como denominador comum uma loja de animais de Chinatown e seu amável dono que guarda mais segredos do que os casos parecem apontar.

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Anime sobrenatural DAN DA DAN chega à Crunchyroll em outubro

DAN DA DAN
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Prepare-se para acreditar no inacreditável com a excêntrica série de anime de ficção científica e terror DAN DA DAN. O anime chega à Crunchyroll em outubro de 2024. Assim, terá transmissão simultânea com o Japão, com novos episódios todas as semanas.

A adaptação em anime do mangá terá direção de por Fuga Yamashiro, cujos créditos incluem assistência de direção em Keep Your Hands Off Eizouken! e Tatami Time Machine Blues. O roteiro é de Hiroshi Seko (Attack on Titan Final Season; JUJUTSU KAISEN).

A série de mangá tem atualmente mais de 370 milhões de visualizações no Shonen Jump Plus, da Shueisha, e mais de 3,2 milhões de volumes impressos em circulação

A equipe de produção adicional também traz design de personagens por Naoyuki Onda. O design de criaturas é por Yoshimichi Kameda e música por Kensuke Ushio.

O elenco de dublagem japonesa inclui Shion Wakayama como Momo; Natsuki Hanae como Okarun; Mayumi Tanaka como Turbo Granny; e Kazuya Nakai como os Serpoians.

DAN DA DAN

Esta é uma história sobre Momo, uma garota do ensino médio que vem de uma família de médiuns espirituais, e seu colega de classe Okarun, um garoto fanático pelo ocultismo. Depois que Momo resgata Okarun de uns valentões, eles começam a conversar… No entanto, surge uma discussão entre eles, já que Momo acredita em fantasmas, mas nega a existência de alienígenas. Já Okarun acredita em alienígenas, mas nega a existência de fantasmas.

Visando provar que o que acreditam é real, Momo vai a um hospital abandonado onde um OVNI foi avistado e Okarun vai a um túnel que dizem ser assombrado. Para surpresa deles, cada um se depara com atividades paranormais avassaladoras que transcendem a compreensão. Em meio a isso tudo, Momo desperta seu poder oculto e Okarun ganha o poder de uma maldição para superar esses novos perigos! Será que o amor deles destinado também começa aqui!?

A história da batalha do ocultismo e da adolescência começa!

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Godzilla Minus One vence Oscar de Melhores Efeitos Visuais

Godzilla Minus One
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Na 96ª edição da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Godzilla Minus One conquistou o Oscar na categoria de Melhores Efeitos Visuais. Ao todo, 35 artistas fizeram mais de 600 cenas de computação gráfica. Assim, Takashi Yamazaki, que também é o diretor, Kiyoko Shibuya, Masaki Takahashi e Tatsuji Nojima foram os representantes da equipe de efeitos visuais e receberam suas estatuetas do Oscar. No Brasil, o longa teve distribuição da Sato Company.

Godzilla Minus One
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Em comemoração aos 70 anos do icônico monstro Godzilla, este emocionante filme leva os fãs a uma aventura inédita. Com isso, comemora o retorno da marca Godzilla à Toho, produtora japonesa que lançou o primeiro filme em 1954, e que foi considerado um sucesso e principal expoente do gênero no país. Desde então, o monstro se tornou um importante ícone da cultura pop mundial.

Em Godzilla Minus One, vamos ao Japão após a segunda guerra mundial. E é neste cenário, de uma nação em ruínas e escombros, que o Godzilla aparece para acabar de vez com tudo, justificando o título do filme “Minus One”: do zero ao negativo.

Assim, os últimos habitantes vivos da ilha devem enfrentar um último desafio: lutar contra o monstro e sobreviver. Com 125 minutos de duração, o filme é o mais longo da franquia junto com Final Wars (2004).

Na época de lançamento do filme no Brasil, o presidente da Sato Company, Nelson Sato, relata que foi “um privilégio lançar Godzilla Minus One no Brasil” e conta que a Sato é atualmente a única distribuidora na América Latina que obteve essa permissão.

Godzilla Minus One não é uma continuação de Godzilla Shin, último filme da franquia, lançado em 2016. Apesar disso, o longa dirigido por Takashi Yamazaki mantém o tom mais sombrio de seu predecessor, com efeitos visuais impressionantes.

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O Menino e a Garça ganha Oscar de Melhor Filme de Animação

O Menino e a Garça Oscar Melhor Filme de Animação
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O Menino e a Garça, de Hayao Miyazaki, é o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme de Animação deste ano. Do lendário Studio Ghibli, estreou no Brasil em 22 de fevereiro, com distribuição da Sato Company.

O Menino e a Garça Oscar Melhor Filme de Animação
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Com isso, Hayao Miyazaki recebe seu segundo Oscar de Melhor Filme de Animação na sua longa e grandiosa carreira. O primeiro foi em 2003, com A Viagem de Chihiro e, 21 anos depois, sua segunda estatueta veio com O Menino e a Garça. Assim como foi no início dos anos 2000, o diretor não compareceu na cerimônia deste ano, em Los Angeles.

Além de vencer uma estatueta no Prêmio da Academia, o filme ganhou o prêmio de Melhor Filme de Animação no Globo de Ouro, no BAFTA e no New York Film Critics Circle Award.

Sendo assim, ganhador de duas estatuetas do Oscar, Hayao Miyazaki é considerado uma lenda viva da animação e do cinema japonês. Entre seus filmes estão, também, Meu vizinho Totoro, O Castelo Animado, Vidas ao Vento, Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar e Lupin: The Castle of Cagliostro (esse último também da Sato Company).

A produção do longa se iniciou em 2016, segundo o produtor Toshio Suzuki. Na ocasião, Miyazaki havia anunciado sua aposentadoria, mas abandonou a ideia para desenvolver esse projeto, que causou muita curiosidade em seu anúncio já que o diretor manteve um grande segredo sobre o nome e a sinopse do longa.

O Menino e a Garça

O Menino e a Garça poster studio ghibli studio ghibli hayao miyazaki
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O Menino e a Garça é uma fantasia cujo roteiro é de Hayao Miyazaki. Apesar de se referir ao romance homônimo de 1937, de Genzaburou Yoshino, é uma história original. Assim, seu protagonista é Mahito Maki, um garoto de 12 anos, que vive no Japão de 1943, durante a Guerra do Pacífico.

Após a morte de sua mãe, seu pai se casa com a irmã mais nova dela, e se mudam para a casa dela no campo. Nesse ambiente, Mahito conhecerá uma garça cinza que o levará a uma torre misteriosa, onde viverá uma jornada na qual descobrirá a verdade sobre si mesmo.

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Work Love Balance | Primeiro Gole

Work Love Balance
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Quando a NewPOP anunciou que iria trazer um manhwa boys love muito famoso eu dei vários chutes sobre qual seria o título. Ela acertou em cheio com On or Off, da autora A1, uma divertida obra de romance e comédia dentro do escritório. Então, após um final abrupto do título, muitos se perguntaram o que seria dali pra frente. Foi quando A1 voltou com tudo em uma nova plataforma e uma continuação direta chamada Work Love Balance.

Equilibrando amor e trabalho

Ahn Yiyoung é um jovem universitário que abriu uma empresa com suas amigas de faculdade. Após um importante financiamento, eles estão em crescimento acelerado, e Yiyoung não poderia estar mais feliz. Além de sua vida profissional estar desabrochando, ele também namora o bem-sucedido diretor do SJ Group, Kang Daehyung.

Porém, Daehyung acaba de pedir demissão para ficar com seu namorado na Coreia, e a fim de ajudá-lo, aceitou ser o novo gerente da startup de Yiyoung.

Tudo parece perfeito, mas será que é possível que os dois consigam equilibrar uma vida amorosa com o dia a dia do trabalho?

Relembrando de onde paramos

Caso você não conheça On or Off, eu recomendo que você de uma lida no nosso review antes de tudo.

O título é uma história de romance e comédia que se passa no escritório. Nela, os dois protagonistas – Yiyoung e Daehyung – desenvolvem sua relação aos poucos, tendo alguns problemas devido a grande diferença de idade entre os dois.

Enquanto Yiyoung ainda é um universitário, sem experiencia com relacionamentos ou o mercado de trabalho, Daehyung já o CEO de um grande grupo, com um grande histórico na Coreia do Sul e nos Estados Unidos.

Apesar das diferenças os dois se entendem e acabam juntos nos capítulos finais de On or Off, e é a partir daí que começamos Work Love Balance.

O meu maior problema com a série anterior foi justamente a curtíssima terceira temporada que não trouxe nada de realmente interessante para a série. Nunca foi revelado pela autora por que ela finalizou a série cedo, mas dizem os boatos que foram problemas com a editora. Por isso, ela voltou com um novo nome e uma nova empresa.

O que temos até agora

Work Love Balance está com 20 capítulos publicados e em atual estado de hiato após o final da primeira temporada.

Nesses primeiros capítulos, que eu achei mais curtos do que o normal, somos apresentados à essa nova rotina de Yiyoung e Daehyung. Agora não só como amantes, mas também como colegas próximos de trabalho em uma empresa pequena, diferente do que eles já haviam experimentado.

O grande conflito dessa vez está justamente pelas diferenças de experiencia entre os dois, e conhecemos um novo personagem, que deve ser o rival amoroso de Daehyung.

Com mais 85 mil seguidores no TapyToon (plataforma oficial da tradução americana) essa primeira temporada foi bastante leve e divertida, mas não adicionou quase nada a história, e quando começa a pegar algo… termina.

Como a autora já havia falado que tinha mais planos para os protagonistas, eu imagino que ela esteja justamente preparando o terreno para discussões mais densas e dramáticas. Afinal, — diferente de outros títulos BL — On or Off não terminou de maneira fechadinha, com ambos casando, ou morando juntos, ou qualquer coisa do tipo… na verdade terminou de forma tão repentina que nem deu pra processar direito.

O que podemos esperar

Work Love Balance
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A nova série mantém a qualidade de ilustrações e o mesmo senso de humor, mesmo que os capítulos sejam mais curtinhos… e eu confesso estar muito ansiosa para ver como as coisas irão se desenrolar daqui para frente.

Acontece que não há NADA até agora sobre a segunda temporada, nem comentários, nem previsão de data… nada. É óbvio que Work Love Balance fez bastante sucesso, mas será que foi o suficiente para continuar a publicação? Ou será que o novo contrato da A1 deu mais tempo para a autora no hiato entre temporadas? Seja qual for a resposta, vamos ter que esperar para ver.

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DEVILOOF | Suco Entrevista

Deviloof
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A banda japonesa de Rock Visual-kei DEVILOOF, que vai se apresentar no Brasil em junho, nos cedeu uma entrevista super bacana. Então, falamos sobre processo criativo, inspirações e conceitos aplicados em suas músicas.

Confira a seguir!

Sobre seu último lançamento, o EP ‘Song For The Weak’. lançado em 24 de janeiro. Notei inúmeras referências a outros trabalhos de bandas visual-kei. Claro, há muita originalidade do próprio DEVILOOF. Qual é o conceito principal deste lançamento?

Este álbum é puramente sobre curtir música. Para curtir rock. Esse foi o nosso conceito. Os trabalhos anteriores foram mais uma comunicação unilateral da banda para os fãs, mas este álbum foi criado imaginando a emoção dos fãs em nossos shows ao vivo.

Além dos vocais insanos, vocês incluíram ‘Labyrinth’, uma música totalmente instrumental com riffs dignos de death metal. Existe alguma razão específica para essa música encerrar o EP?

Mesmo sendo um EP, queríamos que tivesse uma narrativa, como introdução, desenvolvimento, reviravolta e depois conclusão. E escolhemos Labyrinth como última música porque achamos que era apropriada para a conclusão deste EP.

No momento, acabei de ouvir o EP ‘Song For The Weak’. e comecei a ouvir o primeiro álbum ‘Devil’s Proof’ (2016). O que você pensa quando olha para seu trabalho mais antigo?

Estávamos ouvindo nossos álbuns anteriores recentemente e notamos uma melhora definitiva em nossa expressividade como banda. Ah, e a melhoria nas habilidades de arranjo de Keisuke é verdadeiramente notável.

Mas os nossos trabalhos anteriores estão imbuídos de um impulso bruto que só poderia ser produzido naquela época e difícil de replicar agora.

Não se trata de um ser melhor ou pior que o outro; em vez disso, eles possuem personalidades distintas além do som.

Você tende a abordar o mesmo processo criativo em todos os seus lançamentos? O que influencia o conceito dos seus lançamentos?

O processo é essencialmente o mesmo. O compositor cria uma demo bastante detalhada, que é enriquecida pelos integrantes durante a gravação. Cada lançamento é moldado pelos impulsos criativos e desejos da banda da época.

Ainda falando sobre referência. Quais bandas ou artistas são referências do DEVILOOF, tanto no Japão quanto no exterior?

Evitamos fazer referência direta a bandas específicas porque isso pode nos levar a simplesmente imitar seu estilo, em vez de superá-lo com nossa expressão única. Em vez disso, tomamos inspiração parcial, como admirar as técnicas eficazes de autopromoção de uma banda ou observar um método de gravação específico que empregam, e considerar como podemos incorporar abordagens semelhantes no nosso próprio trabalho.

Existe algum artista com quem você sonha em gravar uma colaboração?

Keisuke – Sepultura, Angra

Ray – [Bandas] Metalica, Megadeath, Within the Ruins, Upon a Burning Body, Paleface, Decapitated, Archspire, Lamb of God, Angelmaker, carnifex / [Guitarristas] George Lyynch, Steve Vai, Toshin Abasi, Chris Impellittteri, Kerry king

Aisaku – Lil Uzi Vert

Daiki – Adoro me apresentar em festivais com Lorna Shore, Slaughter Preveil ou Brand Of Sacrifice e METALLICA, são destaques.

Kanta – SlipKnot

CDs, DVDs e mídias físicas em geral ainda são muito valorizados no Japão. No entanto, cada vez mais, os artistas japoneses têm se rendido à era digital. Como você, sendo japonês, tem lidado com essa nova forma de vender seu trabalho digitalmente?

Para ser honesto, quando serviços de assinatura como o Spotify surgiram inicialmente, sentimos uma sensação de rejeição. Mas depois de utilizar pessoalmente esses serviços e observar o panorama atual do consumo de música no Japão, é evidente que as pessoas têm agora um acesso sem precedentes a uma maior variedade de música. Embora o estilo de ouvir música completamente possa ter sido perdido, acredito que há novos méritos com o uso generalizado de serviços de assinatura. E o DEVILOOF pretende adaptar o lançamento de suas músicas para se adequar aos tempos de evolução.

Em 2020, diversas atividades tiveram que ser canceladas devido à pandemia do novo coronavírus, incluindo uma turnê pelos Estados Unidos. O período de isolamento contribuiu de alguma forma para o trabalho futuro do DEVILOOF?

O COVID-19 teve um impacto significativo no DEVILOOF. Ficou mais claro para nós que nos apresentar ao vivo não é a única atividade musical que temos. Mesmo que não pudéssemos fazer turnês no exterior naquela época, conseguimos encontrar uma nova maneira de nos expressar. Então, não acho que isso tenha sido uma influência totalmente negativa em tudo.

Muitas bandas de Visual-kei iniciam suas atividades e terminam com pouco tempo de atividade. No próximo ano, 2025, você comemorará seu 10º ano de atividade. Como vocês se sentem?

O 10º aniversário é certamente um marco e gostaríamos de fazer algo grande como banda. Mas é apenas um trampolim em nossa jornada, pois queremos que o DEVILOOF seja uma banda duradoura. Já duramos 10 anos devido à nossa busca pela música autêntica e graças ao apoio daqueles que apreciam essa música.

Por favor, cada um de vocês, recomende uma música do DEVILOOF para quem ainda não conhece a banda.

Keisuke – GouZinZanGoku

Ray – Não consigo decidir porque temos tantos! Todas as nossas músicas são boas!

Aisaku – ISHTAR

Daiki – GouZinZanGoku

Kanta – Damn

Você está se preparando para uma turnê pela América Latina. O que você espera e o que os fãs podem esperar da sua primeira turnê na América Latina?

Estamos entusiasmados por finalmente podermos visitar a América do Sul, pois tivemos que cancelar nossa turnê sul-americana uma vez devido à pandemia. Acho que será a primeira vez que a maior parte do público nos verá ao vivo, então faremos o nosso melhor para oferecer o melhor setlist que mostre tudo sobre o DEVILOOF.

Por fim, por favor, mande uma mensagem para seus fãs no Brasil e demais leitores do SUCO DE MANGÁ.

O Brasil é um dos países que queríamos muito visitar como DEVILOOF. E dizem que os fãs brasileiros estão muito entusiasmados, então estamos realmente ansiosos por isso. O ANGRA, que teve grande influência na nossa carreira musical, é brasileiro, então é um país ao qual nos sentimos especialmente ligados. Vejo você em junho!

Ouça DEVILOOF nas plataformas de música!

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