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NMIXX – Fe3O4: FORWARD | Review

Capa do Fe3O4 FORWARD NMIXX
Capa Divulgação

Fe3O4: FORWARD é uma das obras mais complexas já concebidas no k-pop. Isso poderia ser apenas um detalhe, não fosse o fato de o NMIXX buscar esse resultado desde sua estreia. E, embora o grupo tenha se tornado conhecido por seu conceito altamente elaborado – o mixx pop, que combina sons difusos dentro de uma mesma música – só agora tudo parece se encaixar perfeitamente.  

Pegue a faixa de abertura, “High Horse”, por exemplo. Há uma pressão pop incessante, com elementos (ou gêneros) como hip hop, breakbeat e jazz se entrelaçando sob melodias que transcendem a realidade. Os vocais não apenas entregam a emoção exata, mas também consolidam a atmosfera que o piano e o ritmo sugerem quando um instante de pausa interrompe a adrenalina. O resultado é surreal.  

Algo diferente acontece em Fe3O4: FORWARD

Não é o tipo de experiência que se encontra todos os dias. Há uma eloquência definitiva nos sinais que o grupo sempre carregou consigo nessa proposta de experimentalismo de gênero dentro do k-pop – e aqui, esse conceito finalmente atinge seu propósito.  

Além de reunir o melhor do que já fizeram até hoje, Fe3O4: FORWARD acaba se tornando uma verdadeira aula sobre como adaptar sons que o k-pop há muito tenta reivindicar para si. “KNOW ABOUT ME” poderia facilmente se encaixar no pop ocidental sob os cuidados de Ariana Grande (basta notar os vocais de fundo sutilmente ascendentes), mas o NMIXX a transforma em algo genuinamente seu. É o que grupos como TWICE e Red Velvet sempre fizeram – e que, nos dias de hoje, se tornou cada vez mais raro.  

Assista abaixo:

Conclusão  

Nada parece escapar ao olhar do NMIXX, e talvez por isso que Fe3O4: FORWARD seja um acerto tão grande. Elas nunca soltam o osso. Momentos como “Slingshot (<★)” e “Golden Recipe” – a primeira imersa em eletrônica de quebrar o chão e a segunda marcada por violinos cortantes – dão espaço a essa estranheza peculiar que não só faz sentido, mas também demarca os territórios do grupo, territórios onde ninguém mais parece capaz de entrar.  

É uma reafirmação completa. E embora este seja o fim da trilogia Fe3O4, está longe de significar o fim do impacto e das declarações criativas – e perturbadoras – que elas construíram em tão pouco tempo. No panteão dos grupos que ousaram transformar o gênero, como o jamais esquecido f(x), o NMIXX tem seu lugar garantido.  

Ouça NMIXX: 

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NMIXX encerra trilogia Fe3O4 com novo EP “FORWARD” e MV poderoso para “KNOW ABOUT ME”

nmixx
Créditos: JYP Entertainment

O grupo de K-pop NMIXX acaba de lançar hoje (17) seu mais novo mini-álbum “Fe3O4: FORWARD”, marcando o encerramento da trilogia Fe3O4 que vem embalando as NSwers (nome do fandom) desde o início de 2024.

O projeto já está disponível em todas as plataformas digitais via JYP Entertainment/Imperial/Republic Records, com lançamento físico programado para 21 de março.

Um final épico para uma trilogia inovadora

“Fe3O4: FORWARD” é a conclusão da narrativa iniciada com “Fe3O4: BREAK” e continuada em “Fe3O4: STICK OUT”. O novo EP traz seis faixas inéditas, incluindo a poderosa música-título “KNOW ABOUT ME”, que já ganhou um videoclipe impactante disponível no canal oficial do grupo no YouTube.

Assista abaixo:

O conceito do mini-álbum gira em torno da jornada do NMIXX na criação de sua própria utopia no mundo real. Ao longo das faixas, Lily, Haewon, Sullyoon, Bae, Jiwoo e Kyujin desafiam convenções que limitam e separam as pessoas, avançando rumo à construção de uma comunidade inclusiva sob o lema “Together the Utopia, Together with NMIXX”.

Diversidade musical como marca registrada

Mantendo a assinatura sonora do grupo, o EP mistura uma grande variedade de gêneros musicais, incluindo pop, hip-hop, rap e jazz. A tracklist completa conta com:

Capa do Fe3O4 FORWARD NMIXX
Capa Divulgação
  1. “High Horse”
  2. “KNOW ABOUT ME”
  3. “Slingshot (<★)”
  4. “Golden Recipe”
  5. “Papillon”
  6. “Ocean”

Um grupo que não para de quebrar recordes

Desde sua explosiva estreia em fevereiro de 2022, o NMIXX tem se estabelecido como uma das principais forças do K-pop atual. Seu álbum de estreia “Ad Mare” vendeu mais de 220 mil cópias na primeira semana, estabelecendo o recorde de maior número de vendas para um álbum de estreia de um grupo feminino na história do K-pop.

O videoclipe de “O.O”, faixa-título de estreia, ultrapassou 20 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, enquanto a música entrou na Billboard Global Excl. U.S. Chart em 71º lugar. A revista NYLON chegou a elogiar o single como “o lançamento mais ambicioso do ano”.

Em março de 2023, o grupo conquistou sua primeira entrada na Billboard 200 Chart com o EP “expérgo”, e realizou sua primeira turnê internacional, “NICE TO MIXX YOU”, passando por 13 cidades americanas.

Atualmente, o NMIXX acumula mais de 4,2 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 5,81 milhões de seguidores no Instagram e vendas superiores a 1 milhão de cópias em sua discografia, números impressionantes para um grupo com pouco mais de dois anos de carreira.

Acompanhe o NMIXX nas redes sociais oficiais e não perca nenhuma novidade sobre o encerramento desta trilogia que ficará marcada na história do K-pop!

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“Though I Am an Inept Villainess” ganha adaptação para anime e fãs de isekai vilã já comemoram!

Though I Am an Inept Villainess
Image via Though I Am an Inept Villainess anime's website ©中村颯希・一迅社/「ふつつかな悪女」製作委員会

Grande notícia para os fãs de histórias de troca de corpos e vilãs redimidas! A TOHO animation confirmou nesta segunda-feira (17) que a série de light novels “Though I Am an Inept Villainess” (Futsutsuka na Akujo de wa Gozaimasu ga – Sūgū Chōso Torikae Den) vai ganhar uma adaptação para anime!

Do papel para as telinhas: conheça a equipe por trás da produção

A direção do anime ficará a cargo de Mitsue Yamazaki, que já comandou outros sucessos como “How Heavy Are the Dumbbells You Lift?” e “Monthly Girls’ Nozaki-kun” – ou seja, podemos esperar uma adaptação com timing de comédia perfeito!

O estúdio responsável será o Dōga Kōbō, conhecido por criar animes visualmente deslumbrantes como “Shikimori’s Not Just a Cutie”. A supervisão dos roteiros ficará com Yoshiko Nakamura (Detective Conan: Zero’s Tea Time), enquanto Ai Kikuchi assumirá o design dos personagens.

Visual promocional e ilustrações especiais já disponíveis!

Para deixar os fãs ainda mais ansiosos, a equipe divulgou um visual teaser desenhado por Ai Kikuchi. Como se não bastasse, tanto YukiKana (ilustrador das light novels) quanto Ei Ohitsuji (artista do mangá) criaram ilustrações especiais para celebrar o anúncio.

A conta oficial da light novel no X (antigo Twitter) já vinha provocando os fãs desde 12 de março, postando imagens de contagem regressiva até o grande anúncio. Tanto as novels quanto a TOHO usaram a misteriosa frase: “Na noite em que o cometa ilumina o céu noturno, o destino de duas pessoas se cruzará” – digno de um RPG épico, não?

Uma história de vingança e segunda chance

Para quem ainda não conhece essa pérola da literatura japonesa, a história se passa em um reino inspirado na China histórica, onde cinco clãs apresentam suas donzelas como consortes imperiais – mas apenas uma será coroada imperatriz.

A frágil e bela Kou Reirin, conhecida como a “borboleta” da corte imperial, é a favorita para se casar com o príncipe herdeiro. Mas quando Shu Keigetsu, a “rata da corte”, a ataca durante o brilhante Festival das Lanternas, é Reirin quem acorda nas masmorras!

Com os corpos trocados por sua agressora para roubar sua posição na corte, a situação de Reirin parece terrível… para todos os outros! Agora que ela tem um novo corpo robusto, nem mesmo a ameaça iminente de execução pode detê-la!

É praticamente como se fosse um “New Game+” na vida da protagonista – só que desta vez com um avatar muito mais poderoso!

Quando vamos poder assistir?

A data de estreia ainda não foi divulgada, mas os fãs já podem começar a contagem regressiva. A Ichijinsha publicará o 10º volume das light novels em 2 de abril, e o 8º volume compilado do mangá já foi lançado em 28 de fevereiro.

Para os leitores internacionais, a Seven Seas lançou o 8º volume das light novels em inglês em 4 de fevereiro e lançará o 7º volume do mangá em 13 de maio.

E aí, já conhecia essa história ou vai ser mais um título para adicionar na infinita lista de “preciso assistir”?

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Ichiko Aoba – Luminescent Creatures | Review

ichiko aoba luminescent creatures
Foto: Michael Leviton

Por mais de uma década, Ichiko Aoba criou um mundo próprio. Um lugar bucólico onde suas delicadas incursões no folk reinavam à sua maneira; um ambiente cuja natureza sempre vibrou com consciência humana, paixão ardente e apreciação do que, à primeira vista, parece simples.

Esses valores sempre foram bem transmitidos por seu doce dedilhar, sua voz cristalina e suas melodias que, mais do que nunca, traziam charme a cada nova música. Luminescent Creatures é uma reafirmação de tudo isso, mas também um novo e caloroso abraço de seus signos mais formais até hoje.

Ambientes em mudança

Aqui, Ichiko e Taro Umebayashi, com quem ela vem trabalhando e descobrindo novos mundos, expandem o que haviam criado em Windswept Adan, de 2020. O som mágico, agora, está ainda mais enraizado no solo – ou nas águas, onde criaturas bioluminescentes adornam a capa do álbum.

E mesmo que haja uma conexão com seus trabalhos anteriores, as diferenças entre os dois se devem principalmente a esse mergulho. Enquanto Windswept Adan adornava a praia, em que se podia ouvir as ondas quebrando na areia, em Luminescent Creatures nós mergulhamos em um reino de corais, que embranquece com o calor do sol, daí a melancolia ardente de “SONAR”.

Conclusão

A cada momento, Ichiko parece desafiar a si mesma na maneira como cria suas paisagens. Ela faz isso sem esforço, e com a dedicação de alguém que sente que precisa fazer seu tempo valer a pena. Este é o tipo mais bonito de música que você pode ouvir hoje – música de amor, afeição e tempo.

Se não fossem as cordas de “aurora”, ou as gravações de campo de “Cochlea”, Luminescent Creatures ainda teria muito a dizer. Mas são esses momentos, cujo cuidado é refletido com uma força natural, que fazem deste registro uma das coisas mais corteses de se ouvir e sentir.

 

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Edu Falaschi compõe tema para vídeo promocional de Assassin’s Creed Shadows

assassins creed shadows edu falaschi
Imagem Divulgação

A Ubisoft Brasil lançou um vídeo especial de Assassin’s Creed Shadows, homenageando o icônico gênero Tokusatsu, popularizado por séries japonesas de ação das décadas de 1980 e 1990. A produção recria a estética clássica dessas obras com uma trilha sonora inédita composta e interpretada por Edu Falaschi, renomado vocalista de power metal e ex-integrante do Angra.

Strike as One: Metal e nostalgia no universo de Assassin’s Creed

A música “Strike as One” foi criada exclusivamente para o projeto e mistura a grandiosidade do metal com elementos sonoros tradicionais das aberturas de Tokusatsu. A versão original, cantada por Edu Falaschi, estará disponível nas plataformas de streaming a partir do dia 9 de abril. Além disso, uma versão em japonês, interpretada por Taro Kobayashi – cantor responsável por “Armour Zone”, tema de Kamen Rider Amazons –, será lançada em 19 de abril.

A produção do vídeo ficou por conta da Flashbang Co., em parceria com a Ubisoft Brasil, garantindo uma recriação fiel do gênero Tokusatsu, com cenas de ação coreografadas e efeitos visuais práticos. O projeto contou ainda com apoio da Ubisoft Japão, reforçando o respeito à cultura japonesa na concepção do material.

Influência de Tokusatsu e a participação de criadores de conteúdo

O vídeo promocional traz participações especiais de nomes conhecidos no cenário gamer, como Thais Matsufugi (Flow Games) e Zulu (lutador de MMA e apresentador). A estética adotada remete a séries clássicas como Jaspion, Changeman e Kamen Rider, combinando efeitos práticos e um clima nostálgico com a atmosfera épica de Assassin’s Creed Shadows.

Assassin’s Creed Shadows: O Japão Feudal na saga dos Assassinos

Assassin’s Creed Shadows, desenvolvido pela Ubisoft Québec, transporta os jogadores para o Japão Feudal, um período de conflitos e transformações políticas. A trama acompanha as jornadas entrelaçadas de Naoe, uma assassina shinobi, e Yasuke, um samurai lendário, explorando suas lutas pessoais e um destino compartilhado enquanto moldam uma nova era para o Japão.

O jogo será lançado mundialmente no dia 20 de março de 2025 e promete uma experiência imersiva e cheia de ação no universo de Assassin’s Creed.

Onde assistir ao vídeo promocional?

O vídeo promocional de Assassin’s Creed Shadows com a trilha de Edu Falaschi pode ser assistido nos canais oficiais da Ubisoft Brasil no YouTube, Instagram e TikTok.

Fique atento para mais novidades sobre Assassin’s Creed Shadows e sua incrível fusão entre metal e cultura pop japonesa!

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Monster Hunter Wilds – Minha Primeira Grande Caçada | Review

monster hunter wilds
Imagem Divulgação

Confesso que Monster Hunter sempre foi aquela série que eu observava de longe. Sabia da existência, via os fãs fervorosos discutindo sobre “builds” e monstros (o sucolino do SOKET, por exemplo), mas nunca tinha me aventurado nesse universo. Com o lançamento de Monster Hunter Wilds em 28 de fevereiro para PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC, finalmente decidi que era hora de descobrir o que essa franquia tem de tão especial.

E agora, depois de horas desbravando esse mundo, posso dizer: entendi o hype, e ele é mais que justificado.

O Que Diabos é Monster Hunter?

Para os não-iniciados como eu era, Monster Hunter Wilds é um jogo onde você, bem… caça monstros. Mas dizer apenas isso é como descrever futebol como “chutar uma bola” – tecnicamente correto, mas perdendo toda a profundidade.

A premissa é simples: você é um caçador enviado para explorar terras desconhecidas, investigar fenômenos misteriosos e, principalmente, caçar criaturas gigantes impressionantes. Essas caçadas fornecem materiais que você usa para criar armas e armaduras melhores, permitindo enfrentar monstros ainda mais poderosos. É um ciclo de progressão viciante que nunca me cansou.

Um Mundo Que Respira

Wilds apresenta um vasto mundo aberto totalmente conectado, sem telas de carregamento entre áreas. A sensação de explorar esse ecossistema vivo é incrível – há fauna menor correndo pelo ambiente, vegetação reagindo à sua passagem, e claro, os monstros gigantes que dominam a cadeia alimentar.

A exploração é facilitada pelo Seikret, uma montaria que basicamente pilota a si mesma enquanto você coleta recursos, prepara itens ou simplesmente aprecia a paisagem. Esse automatismo me salvou como novato, permitindo me familiarizar com o mundo sem a frustração de ficar perdido ou morrer constantemente tentando navegar terrenos perigosos. Permite também rushar algumas áreas quando você simplesmente quer chegar ao objetivo principal.

O clima dinâmico adiciona outra camada de imprevisibilidade. Tempestades podem aparecer subitamente, mudando drasticamente a paisagem e as condições de combate. Numa das minhas caçadas, o que começou como uma perseguição tranquila se transformou numa batalha frenética em meio a uma tempestade de areia que limitava minha visibilidade e criava uma tensão palpável.

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Imagem Divulgação

Combate: Muito Mais Que Apertar Botões

Como iniciante, minha primeira impressão do combate foi de que ele era “pesado” e “lento” comparado a outros jogos de ação. Logo percebi que essa era exatamente a intenção. Monster Hunter não é sobre combos infinitos ou ataques frenéticos; é sobre timing, posicionamento e conhecimento.

O jogo oferece 14 tipos de armas, cada uma funcionando como uma classe de personagem diferente. Eu comecei com a Espada e Escudo, recomendada para novatos, mas logo me aventurei com o Espadão e mais tarde o Arco. Cada arma tem sua própria mecânica, moveset e estilo de jogo, ao ponto de parecerem jogos completamente diferentes.

O novo sistema de “golpes de foco” e feridas nos monstros adiciona outra camada de profundidade. Agora você pode se concentrar em pontos específicos do monstro, causando feridas que não só aumentam seu dano como garantem materiais específicos quando explorados corretamente. Ver um pedaço da armadura de um monstro rachar após vários golpes bem posicionados traz uma boa dose de satisfação.

O mais impressionante para mim foi descobrir que posso carregar duas armas simultaneamente e alternar entre elas durante a caçada. Isso abriu um mundo de possibilidades táticas que nunca imaginei em um jogo desse tipo. Começar com uma arma à distância para enfraquecer o monstro e depois trocar para uma arma corpo a corpo quando ele cansa se tornou minha estratégia favorita.

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Uma História Simples, Mas Que Surpreende

Eu não esperava muito da narrativa – afinal, o foco parecia ser nas caçadas. Para minha surpresa, Monster Hunter Wilds tem uma história bem trabalhada, contada através de cutscenes dubladas (em português brasileiro, o que foi um alívio para mim).

A história gira em torno da sua jornada para encontrar Nata e investigar o misterioso Espectro Branco. Os personagens são carismáticos, especialmente Nata e sua equipe, que recebem desenvolvimento considerável ao longo da aventura. A narrativa também toca em temas como conservação ambiental e o equilíbrio entre humanos e natureza de uma forma que não parece forçada.

O protagonista (seu personagem) agora tem voz e personalidade própria, o que me ajudou a me conectar mais com o mundo e os eventos. As cutscenes são frequentes, principalmente no primeiro capítulo, mas geralmente interessantes o suficiente para não se tornarem um fardo. Para alguém como eu, que precisava entender esse novo universo, essas pausas na ação para contextualização foram bem-vindas.

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A Curva de Aprendizado

Não vou mentir: existe uma montanha de sistemas, mecânicas e terminologias para aprender em Monster Hunter Wilds. Das 14 armas diferentes às dezenas de itens, passando por crafting, comidas, habilidades… é muita coisa. Felizmente, o jogo faz um trabalho decente em introduzir esses elementos gradualmente durante a campanha principal.

O jogo também oferece diversas melhorias de qualidade de vida que, pelo que pesquisei, não existiam em títulos anteriores – corrijam-me se eu estiver equivocado. Você pode cozinhar refeições (que dão buffs importantes) de qualquer lugar, seu inventário é reabastecido automaticamente durante as caçadas, e há opção de chamar NPCs para ajudar quando você não tem amigos online – o que não me fez desistir nas primeiras horas.

monster hunter wilds
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O Visual: Beleza com Alguns Comprometimentos

O aspecto visual de Wilds me impressionou principalmente pelo design dos monstros. Essas criaturas são fantásticas – desde os menores herbívoros até os predadores apicais, cada um tem personalidade, animações detalhadas e comportamentos distintos. Ver um Rathalos (um dos monstros icônicos da série) voando majestosamente pela primeira vez foi um momento memorável.

A direção de arte é o que me ganhou, com ambientes diversos e criativos. No entanto, há diversos problemas técnicos: texturas que demoram a carregar completamente, pop-ins frequentes e ocasionalmente qualidade visual abaixo do esperado para um jogo de nova geração.

A performance, mesmo sendo um jogo extremamente pesado, por outro lado, é geralmente estável, com algumas quedas de framerate mesmo em situações caóticas. Para um jogo de ação onde precisão e timing são cruciais, essa priorização faz sentido, mas poderia ser uns 30% mais otimizado. Mesmo com minha RTX 4060, i5 10400f, gerador de quadros e tudo mais, tive que colocar o jogo em 1080p para ter uma boa jogatina acima dos 60 quadros por segundo.

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Imagem Divulgação

A Comunidade: Um Mundo à Parte

Uma descoberta inesperada para mim foi a incrível comunidade de Monster Hunter. O jogo facilita imensamente jogar com outros caçadores, seja em missões específicas ou simplesmente explorando o mundo aberto.

Caçar em grupo transforma completamente a experiência. Cada jogador traz sua arma e estilo de jogo único, criando dinâmicas interessantes. Um jogador pode focar em atordoar o monstro, outro em cortar sua cauda, enquanto um terceiro oferece suporte com buffs. É uma dança coordenada que, quando funciona, é extremamente satisfatória.

Os veteranos que encontrei foram geralmente acolhedores e pacientes com meus erros de novato. Muitos até paravam para me explicar mecânicas que eu claramente não entendia. Essa comunidade colaborativa certamente contribuiu para minha transformação de iniciante confuso a caçador dedicado.

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O Veredicto de um Ex-Novato

Agora entendo por que esta série tem uma base de fãs tão apaixonada. A profundidade dos sistemas de combate, a variedade de builds possíveis, o ciclo de caça-craft-caça, e a satisfação de melhorar gradualmente suas habilidades criam uma experiência que vai muito além da simplicidade que eu esperava.

Para outros novatos como eu, Wilds parece ser o ponto de entrada perfeito. É mais acessível que os títulos anteriores (pelo que pesquisei), oferece uma introdução gradual às mecânicas, e ainda assim mantém a profundidade que os veteranos apreciam, especialmente no conteúdo pós-campanha.

Não é um jogo para todos – a curva de aprendizado ainda é íngreme, os menus continuam complicados, um hud exagerado e cheio de informações, e a natureza repetitiva do loop de gameplay pode não agradar quem busca experiências mais variadas. Mas para quem estiver disposto a investir o tempo necessário para dominar suas mecânicas, Monster Hunter Wilds oferece uma experiência incrivelmente recompensadora.

Chave cedida gentilmente pela Capcom.

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Nova atualização de Kingdom Come: Deliverance II chegou

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Imagem divulgação.

A Warhorse Studios e a Deep Silver lançaram uma atualização para as grandes aventuras de Henry em Kingdom Come: Deliverance II. O patch 1.2 é uma grande atualização e conta com uma DLC de barbearia e suporte a mods via Steam Workshop.

Após cinco meses de trabalho, você poderá conferir o trabalho da equipe para refinar e melhorar a experiência de KCII. Com mais de 1000 correções e melhorias, equilíbrio do gameplay, comportamento de NPCs, melhorias ambientais e otimização de equipamentos.

Sobre o novo DLC você poderá dar aquele famoso tapa em Henry. A barbearia da Boemia está aberta para você deixar nosso herói com um penteado nobre assim como uma barba bagunçada e ainda ganhar uns pontos no atributo Carisma.

Muitas das atualizações realizadas teve apoio da comunidade que foram relatando bugs e a localização regional. Além disso, traduções aprimoradas chegaram para Chinês (tradicional ou simplificado) nova dublagem para o Francês e uma fonte legível para Coreano.

Entretanto, se você é daqueles que gostam de modelagem, com o suporte a mods pela Steam Workshop, acesse mais de 300 elementos do jogo, desde interface de usuário a mecânicas de combate, comportamento de IA ou de RPG para você transformar Kingdom Come: Deliverance II. Gostou? Confira mais detalhes aqui, no site oficial.

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A BlizzCon retorna em 2026

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Imagem divulgação.

Deem o pause na aventura do Diablo, cancele a ultimate do Overwatch, grite no geral do Starcraft e da raid do WoW: A BlizzCon está de volta! A Blizzard Entertainment anunciou que a BlizzCon, conferência da Blizzard que reúne a comunidade de seus diversos jogos e franquias e seus jogos preferidos, está de volta e com data marcada.

Nos dias 12 e 13 de setembro de 2026 no Anaheim Covention Center, as portas estarão abertas numa das maiores feiras e eventos, criado em 2005. Além dos clássicos da BlizzCon, como a Cerimônia de Abertura, painéis aprofundados, a Feira de Negraluna, competições amistosas, jogos no local e muito mais, o objetivo é elevar ainda mais essa celebração icônica e criar uma experiência inesquecível.

A Blizzard Entertainment está construindo este evento da mesma forma que constrói os jogos: com um profundo compromisso com os jogadores, respeitando a conexão deles com os universos e como uma celebração da força dos laços formados através da aventura compartilhada.

Acesse BlizzCon.com e inscreva-se para receber atualizações da BlizzCon seja um dos primeiros a saber quando os ingressos estiverem à venda e tenha acesso a notícias, ofertas especiais e muito mais. E fique atento ao suco para mais novidades.

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