Início Site Página 1776

One Piece no Livro dos Recordes e Capítulos Gratuitos!

One Piece entra pra história dos quadrinhos e no livro dos recordes, Guinness Book, com a alcunha de ‘A história em quadrinho mais publicada no mundo‘. São mais de 320 milhões de exemplares em 77 volumes e publicado em 30 países pelo mundo, entre 1997 e 2015.

Editor da Shounen Jump e cosplayers recebendo o prêmio!
Editor da Shounen Jump e cosplayers recebendo o prêmio!

Mestre Oda não esteve na comemoração, pois estava trabalhando – a vá – e o correspondente e editor da Shounen JumpYoshihisa Heishi esteve por lá para receber este quadro MÍTICO! Oda também agradeceu nas redes sociais, confira:

“Obrigado pelo Certificado do Guinness World Records.”

“Mangá é apenas um entretenimento que mata o tempo, mas eu me sinto feliz quando os meus leitores me dizem que eles fizeram amigos ou conseguiram uma pessoa amada por falar em One Piece. Acho que esse prêmio significa também que One Piece pode unir muitas pessoas. Eu não vou esquecer a minha gratidão com os pioneiros da indústria de Mangá e leitores. Eu sempre quis criar um mangá que realmente merecesse esse registro.”

Além disso, em comemoração a edição 34 da semanal da Shounen Jump de 1997 está disponível de forma gratuita no aplicativo da ShueishaShounenJump+, todos na GooglePlay e AppStore. Em adição, também será lançado um novo app para leitura do mangá, saindo capítulos coloridos e GRATUITOS, todos os dias, e claro começando do primeiro. Para conferir, os links: GooglePlay e AppStore

Fonte: ANN 

PUBLICIDADE

Ano Hana | Especial na Fuji TV + Imagens

O anime de Ano Hana, que passou em 2011, contava a história de amigos que se separaram por 5 anos após um trágico incidente. Eis que agora, teremos um especial de TV em live action e passará na FUJI TV, ainda este ano! Confira as imagens:

AnoHana-01
Yuta Takahata como Tetsudo “Poppo” Hisakawa
AnoHana-02
Airi Matsui como Naruko “Anaru” Anjo
AnoHana-03
Nijiro Murakami como Jinta Yadomi
AnoHana-04
Minami Hamabe como Meiko “Menma” Honma
AnoHana-05
Jun Shison como Atsumu “Yukiatsu” Matsuyuki
AnoHana-06
Marie Itoyo como Chiriko “Tsuruko” Tsurumi
PUBLICIDADE

Dragon Ball Super | Teaser e Detalhes do novo anime!

Dragon Ball Super / Dragon Ball Chou estreia na TV Fuji dia 5 de Julho e já estava mais que na hora de termos algumas informações sobre elenco, vídeo e personagens. Quanto a produção, ela é feita pela Toei Animation, com Kimitoshi Chioka (Saint Seiya Omega, GashBell) na direção. Em relação aos produtores, temos Atsushi Kido (Ring ni Kakero) e Naoko Sagawa (Dragon Ball Kai). Lembrando que teremos também um mangá adaptado, ambos com uma história após a saga Majin Boo.

“Depois de derrotar Majin Buu a vida se torna pacífica. Goku começa a trabalhar porque Chichi ordena que ele ganhe dinheiro, mas ele quer continuar a treinar. Enquanto isso, Goten, que está prestes a tornar-se cunhado de Videl, parte para uma viagem com Trunks para encontrar um presente para a menina.”

Abertura da série: Kazuya Yoshii – Chouzetsu?Dynamic
Encerramento: Good Morning America – Hello Hello Hello

Em relação aos dubladores, temos:

  • Masako Nozawa como Son Goku

  • Masako Nozawa como Son Gohan

  • Masako Nozawa como Filho Goten

  • Ryo Horikawa como Vegeta

  • Hiromi Tsuru  como Bulma

  • Takeshi Kusao como Trunks

  • Mayumi Tanaka como Krillin

  • Masaharu Satou como Roshi

  • Toshio Furukawa como Piccolo

  • Naoko Watanabe como ChiChi

  • Yuko Minaguchi como Videl

  • Unshou Ishizuka como Mister Satan

  • Kôzô Shioya como Majin Buu

  • Kouichi Yamadera como Bills

  • Masakazu Morita como Whis

  • Jouji Yanami como Narrador

128 133

PUBLICIDADE

Novas imagens do live action de Shingeki no Kyojin!

A mensal Shounen Magazine revelou novíssimas fotos do live action de Shingeki no Kyojin/Attack On Titan/Ataque dos Titãs! O mangá de Isayama terá sua adaptação duas vezes nas telonas; A primeira estreia 1 de Agosto e o segundo 19 de Setembro. Confira as imagens:

Veja o TRAILER aqui! 

 

 

 

PUBLICIDADE

Os 15 mangás com maior tiragem entre 2014 e 2015!

O site ANIMELAND fez um post bem interessante com um rank dos 15 mangás mais vendidos entre as três principais editoras: Shueisha, Kodansha e Shogakukan. Algumas regras foram implementadas, onde apenas UM e MAIOR tiragem da série entra na tabela. *Se não, seria só de One Piece, Shingeki no Kyojin e Nanatsu no Taizai*.

Shueisha 

1) One Piece #76 (4,000,000)
2) Naruto #72 (Fin) (1,300,000)
3) Terra Formars #12 (900,000)
4) Assassination Classroom #13 (850,000)
5) Kimi ni Todoke #23 (810,000) (shoujo)
6) Haikyuu!! #15 (750,000)
7) Kuroko’s Basket #30 (Fin) (700,000)
8) Tokyo Ghoul:re #01 (700,000)
9) Ao Haru Ride #12 (660,000)
10) Real #14 (650,000)
11) Jojo’s Bizarre Adventure – Saison 8 – Jojolion #09 (600,000)
11) Bleach #66 (600,000)
11) Blue Exorcist #13 (600,000)
11) Kyo wa Kaisha Yasumimasu? #08 (600,000) (josei)
15) One Punch-man #07 (500,000)

Kodansha

1)Shingeki no Kyoujin #13 (2,750,000)
2) Seven Deadly Sins #13 (800,000)
3) Saint Onii-san#10 (750,000)
4) Vagabond #37 (680,000)
5) Fairy Tail #43 (600,000)
6) Shingeki no Kyojin: Kuinaki Sentaku #01 (550,000)
7) Ajin #04 (520,000)
8) Space Brothers #24 (505,000)
9) Chihayafuru #24 (400,000)
10) Hoozuki no Reitetsu #15 (380,000)
11) Arslan Senki #03 (370,000)
12) Ahiru no Sora #39 (365,000)
13) Ookiku Furikabutte #23 (340,000)
13)  Suki-tte ii na yo? #13 (340,000)
13) Daiya no A #41 (340,000)

Shogakukan 

1) Silver Spoon  #12 (1,200,000)
2) Detective Conan #83 (700,000)
3) Youkai Watch #04 (670,000)
4) Magi  #21 (660,000)
5) Youkai Watch – Movie – Tanjou no Himitsu da Nyan! (650,000)
6) Mix #05 (630,000)
7) Black Lagoon #10 (500,000)
8) Magi – Sinbad no Bouken #03 (400,000)
9) Master Keaton Remaster (300,000)
10) Umimachi Diary  #06 (260,000)
11) Youkai Watch – Zen Youkai Daihyakka n°1-26 (230,000)
12) I am a Hero #15 (225,000)
13) Kobayashi ga Kawaisugite Tsurai!! #07 (212,000)
14) Kanojo wa Uso wo Aishisugiteru #14 (210,000)
14) Yume no Shizuku, Ougon no Torikago #05 (210,000)
PUBLICIDADE

Os Mangás Mais Vendidos do 1º Semestre de 2015!

Começando  o rank com uma surpresa já esperada, One Piece foi desbancado neste  primeiro semestre do ano. O grande destaque nesta primeira metade, fica para The Seven Deadly Sins/Nanatsu no Taizai,  o novo grande hit de vendas da Kodansha. O mangá vendeu  mais de 7 milhões de unidades e conseguiu vender mais que os piratas – até então invencíveis – da Shueisha.  Seu ultimo volume lançado somo pouco mais de 700 mil unidades, comprovando que a editora achou sua nova mina de ouro.

The Seven Deadly Sins (Imagem Divulgação)
The Seven Deadly Sins #14 (Imagem Divulgação)

Como citado, One Piece foi desbancado e digo novamente pois no ano passado, a mesma coisa aconteceu, só que com Shingeki no Kyojin/Attack On Titan. Nesse ano uma diferença bem menos que a do ano passado, pouco mais de 10 mil unidade é o que separa os dois, é um numero bem pequeno mesmo. Mesmo estando no arco mais fraco do mangá até agora, com muita enrolação e muita mais muita enrolação mesmo, o mangá continua vendendo bem, seu ultimo volume lançado chegou a marca mais de 2 milhões e 750 mil unidades vendidas.

Seguindo um pouco de longe os dois primeiros, Ansatsu Kyoushitsu/Assassination Classroom, em 3° lugar no rank. O mangá  chego na marca de 5 milhões e 200 mil unidades vendidas, um dos grandes títulos dessa nova leva da Jump, junto com Nisekoi, Haikyuu! e Shokugeki no Soma/Food Wars. Logo na  cola temos Shingeki no Kyojin na 4° colocação, com uma diferença mínima de 200 mil unidades para AC.

Fechando o Top5,  Haikyuu! com quase 3 milhões e 600 mil unidades, o mangá de vôlei da Jump é uma das grandes promessas. O mangá demonstra ter um grande caminho a ser trilhado na revista, pois geralmente, mangás de esporte são conhecidos por ter uma quantidade grande de volumes publicados. Vamos esperar para que isso não seja prejudicial para a obra.

Naruto #72 (Imagem Divulgação)
Naruto #72 (Imagem Divulgação)

Logo depois temos claro duas obras de grande sucesso no Japão e no mundo: Tokyo Ghoul que entra no  rank com duas versões  – incluindo Tokyo Ghoul:re. O autor optou por mudar o nome depois de um fim chocante e recomeçou com Tokyo Ghou:re. Continuando no rank temos o ninja laranja de Konoha, Naruto, que não podia faltar no que pode ser seu último rank. O mangá  se encerrou com 72 volumes, um marco histórico para a revista, editora e pro universo dos quadrinhos.

Outro que  terminou  recentemente foi Aoharaido, com 49 capítulos e somando 13 volumes ao todo. Atualmente o mangá esta em lançamento aqui no Brasil pela Panini pelo preço de 12,90. Terra Formars aparece no rank com 2 milhões e 300 mil unidades e fechando o top 10 do rank com dois títulos de esportes, Yowamushi no Pedal e Diamond no Ace, comprovando a alta do gênero Esporte nos mangás nos últimos tempos.

Entrando na segunda parte da tabela  temos Fairy Tail e Nisekoi vendendo quase a mesma coisa. O primeiro que esta ai com quase 50 volumes ao todo, não é mais o principal  titulo da Kodansha em vendas, mas ainda continua firme e forte, o que não o caso do segundo, já que ele é um dos títulos seminovos da  Shueisha e com menos de 20 volumes. Nisekoi é um comédia romântica que vem mostrando ser grande em vendas e talvez possa superar Ichigo 100%  como mangá de Comédia Romântica mais longo da editora.

Nisekoi #18 (Imagem Divulgação)
Nisekoi #18 (Imagem Divulgação)

Um pouco mais para o meio da tabela  Magi, Kuroko no Basket e World Trigger aparecem vendendo na mesma faixa. O primeiro está em transição, mais de 25 volumes e já pode ser comparado com obras mais longas, o de basquete é outro título da Shueisha que terminou totalizando 31 volumes e final satisfatório. Já com World Trigger que se encontra em hiato por conta de problemas de saúde do autor, o que pode dar um tempo para o autor pensar no futuro da obra. *Ou pode colocá-lo sobre pressão da editora.

Terminado rank comentando sobre uma obras que esta me surpreendendo muito positivamente claro tem que ser One Punch-Man, um mangá que eu simplesmente não consigo entender a genialidade simplista do autor, com aquelas quebras de situações que mudam da água pro vinho de uma página a outra; Essa é uma das característica marcantes desse mangá, dosando bem ação frenética  e comédia. Finalizando o post, não podemos esquecer de mencionar Owari no Seraph, que com o sucesso recente do anime, vai ganhar um grande boost de vendas neste segundo semestre de 2015.

BASE suco 18 a 24 maio

PUBLICIDADE

Otafest 2015 | Confira os vídeos do evento!

Otafest é uma convenção anual realizada no Canadá, mais precisamente na cidade de Calgary e já conta com 17 edições. Neste ano, o público estimado foi de quase 9 mil pessoas – recorde do evento – com as presenças do diretor de Excel Saga, Shinichi Watanabe, da seiyuu Yui Makino (Sakura de Tsubasa Chronicle e recentemente fazendo a Meiko de Yamada-kun) e da banda UchuSentai:Noiz!

PUBLICIDADE

Godzilla | Review

Godzilla
Godzilla, 2014 (Imagem Divulgação)

Demorou um bom tempo até me render ao longa, o segundo Godzilla hollywoodiano, mas já posso adiantar para vocês aqui, que valeu à pena.

Confira também: Kumiko, A Caçadora de Tesouros | Review

A produção é dividida entre a Warner e a Legendary e conta na direção com Gareth Edwards, que vinha de pequenos trabalhos – perto desse – como Monstros.

Godzilla foi muito bem em sua estreia e na sua bilheteria durante o ano de 2014, o que renderá para o diretor uma continuação programada para 2018, algo que até podemos de nos orgulhar após o fiasco da versão de 1998, protagonizado por Matthew Broderick (Curtindo A Vida Adoidado).

Neste reboot, temos um protagonista em sua “jornada do heroi”, com um começo um tanto morno e até mesmo desacreditado, surpreendendo até o fechamento do filme. Temos também um elenco que não chama a atenção por sua popularidade – a não ser pela presença de Ken Watanabe – mas sim, um elenco que acaba ganhando espaço e força enquanto o filme se desenrola, principalmente com Elizabeth Olsen.

Godzilla
Godzilla (Imagem Divulgação)

Entre Camadas

A trama do filme trabalha principalmente com a perda, no “que você acredita”, provação e superação, demonstrada na própria introdução do longa até mais ou menos a sua metade, onde as monstruosidades começam a aparecer de fato.

O que estou tentando dizer é que, o filme foi um pouco crucificado na questão de que Godzilla aparece pouco ou de que ele tem pouca atuação. Mas isso, deve-se ao fato do próprio diretor – ele fez o mesmo com seu filme anterior – em nos apresentar camadas, dando uma sensação de “degustação” surpresa e mais suave durante todo o filme.

O plot é bem simples, onde temos o protagonista Aaron Taylor Johnsson como Ford, que perdera seu pai – este que perdera sua mulher no início do filme – e embarca numa missão de salvar sua família, cidade e planeta dos ataques monstruosos.

Voltando as camadas, o personagem Ford acaba sendo surpreendido a cada andamento do filme, juntamente com o telespectador. A direção de Gareth tenta cuidar “especulosamente” das imagens que temos dos monstros, numa revelação gradual, ora apresentados numa janela embaçada de um metrô, na tela de uma TV de um cidadão comum, até chegar o momento em que temos uma visão total do rei dos monstros Godzilla. Este degradê visual acaba instigando nossa curiosidade e dando um ritmo rápido para um filme de 2 horas de duração.

Aaron Taylor Johnsson godzilla
Aaron Taylor Johnsson como Ford, em Godzilla (Imagem Divulgação)

A Mundialização de Godzilla

O que mais chamou a atenção no roteiro de David Callaham é que ele desconstrói aquele padrão de: “Produção japonesa? Vamos colocar Japão como centro do mundo” ou “Produção americana? Vamos colocar os EUA como centro do mundo”. No filme aqui, o Japão tem sua importância, a Europa tem sua importância e os Estados Unidos tem sua importância na trama, tudo numa construção crível e baseada em conflitos pós Segunda Guerra Mundial.

Da mesma forma que temos uma construção gradual no visual dos monstros, no protagonismo de Ford, temos também quanto ao perigo iminente que tais criaturas podem ocasionar com a raça humana. No filme, Godzilla é induzido – ou pelo menos os cientistas acham que convenceram-no de alguma forma – a lutar contra duas espécimes aterradoras e gigantescas, denominadas M.U.T.O. (Massive Unidentified Terrestrial Organism), estas que se alimentam de material radioativo, ou seja, mandam guela abaixo uma bomba atômica. Já que a humanidade não consegue dar conta, “vamos” usar Godzilla para detê-los.

Godzilla
Godzilla, 2014 (Poster Divulgação)

Embelezamento Vintage

Com uma trama concisa – e de certa forma simples – temos no pano de fundo, um emaranhado nostálgico com explosões nostálgicas – remetendo até mesmo a alguns tokusatsus – trilha sonora marcante e super condizente com o ambiente e o que mais chama a atenção: O “monster design” do grandalhão, super fiel às produções da Toho, principalmente com o longa de 1954.

Em nossa era de modernidade tecnológica, como criar situações em que a tecnologia não sobressaia e ocupe o espaço do esforço humano? Difícil não é? Dessa forma, M.U.T.O. está no filme para deixar a resposta pra lá e deixar as coisas mais fáceis de trabalhar. Isso porquê os monstrengos inimigos emitem um pulso eletromagnético – danificando ou não – todo e qualquer aparato eletrônico por alguns momentos. Dessa forma, o contexto “analógico” volta à tona no filme, causando novamente o efeito vintage e similar aos filmes clássicos de Godzilla. *Momento bomba-relógio que o diga*

Godzilla
Godzilla, 2014 (Poster Divulgação)

O Rei dos Monstros está salvo?

Sim! O filme tem suas belas particularidades, mas não é perfeito por um motivo: Risco!
Gareth e seus roteiristas fizeram o “feijão com arroz” e não arriscaram muito numa densidade de roteiro ou reviravoltas na trama, mas repetindo, de longe não o faz um filme ruim, mas sim uma boa e fiel adaptação. O desafio virá com a sequência, aí sim, poderemos ver o diretor arregaçando as mangas para entregar o “algo a mais” para nós.

Se colocarmos o filme numa mesa junto com Círculo de Fogo e King Kong de Peter Jackson, diria que ele está no meio deles, com o de Del Toro num patamar acima e o macaco gigante abaixo, já que o filme do símio abusou – e muito – o jeito “aventura” de ser. Aqui não, Godzilla é uma obra sci-fi pé no chão – até onde pode ser – que coloca a humanidade numa terrível submissão ao monstrengo, que até podemos chamá-lo de: Herói.

PUBLICIDADE