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Ichiko Aoba – Luminescent Creatures | Review

ichiko aoba luminescent creatures
Foto: Michael Leviton

Por mais de uma década, Ichiko Aoba criou um mundo próprio. Um lugar bucólico onde suas delicadas incursões no folk reinavam à sua maneira; um ambiente cuja natureza sempre vibrou com consciência humana, paixão ardente e apreciação do que, à primeira vista, parece simples.

Esses valores sempre foram bem transmitidos por seu doce dedilhar, sua voz cristalina e suas melodias que, mais do que nunca, traziam charme a cada nova música. Luminescent Creatures é uma reafirmação de tudo isso, mas também um novo e caloroso abraço de seus signos mais formais até hoje.

Ambientes em mudança

Aqui, Ichiko e Taro Umebayashi, com quem ela vem trabalhando e descobrindo novos mundos, expandem o que haviam criado em Windswept Adan, de 2020. O som mágico, agora, está ainda mais enraizado no solo – ou nas águas, onde criaturas bioluminescentes adornam a capa do álbum.

E mesmo que haja uma conexão com seus trabalhos anteriores, as diferenças entre os dois se devem principalmente a esse mergulho. Enquanto Windswept Adan adornava a praia, em que se podia ouvir as ondas quebrando na areia, em Luminescent Creatures nós mergulhamos em um reino de corais, que embranquece com o calor do sol, daí a melancolia ardente de “SONAR”.

Conclusão

A cada momento, Ichiko parece desafiar a si mesma na maneira como cria suas paisagens. Ela faz isso sem esforço, e com a dedicação de alguém que sente que precisa fazer seu tempo valer a pena. Este é o tipo mais bonito de música que você pode ouvir hoje – música de amor, afeição e tempo.

Se não fossem as cordas de “aurora”, ou as gravações de campo de “Cochlea”, Luminescent Creatures ainda teria muito a dizer. Mas são esses momentos, cujo cuidado é refletido com uma força natural, que fazem deste registro uma das coisas mais corteses de se ouvir e sentir.

 

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Edu Falaschi compõe tema para vídeo promocional de Assassin’s Creed Shadows

assassins creed shadows edu falaschi
Imagem Divulgação

A Ubisoft Brasil lançou um vídeo especial de Assassin’s Creed Shadows, homenageando o icônico gênero Tokusatsu, popularizado por séries japonesas de ação das décadas de 1980 e 1990. A produção recria a estética clássica dessas obras com uma trilha sonora inédita composta e interpretada por Edu Falaschi, renomado vocalista de power metal e ex-integrante do Angra.

Strike as One: Metal e nostalgia no universo de Assassin’s Creed

A música “Strike as One” foi criada exclusivamente para o projeto e mistura a grandiosidade do metal com elementos sonoros tradicionais das aberturas de Tokusatsu. A versão original, cantada por Edu Falaschi, estará disponível nas plataformas de streaming a partir do dia 9 de abril. Além disso, uma versão em japonês, interpretada por Taro Kobayashi – cantor responsável por “Armour Zone”, tema de Kamen Rider Amazons –, será lançada em 19 de abril.

A produção do vídeo ficou por conta da Flashbang Co., em parceria com a Ubisoft Brasil, garantindo uma recriação fiel do gênero Tokusatsu, com cenas de ação coreografadas e efeitos visuais práticos. O projeto contou ainda com apoio da Ubisoft Japão, reforçando o respeito à cultura japonesa na concepção do material.

Influência de Tokusatsu e a participação de criadores de conteúdo

O vídeo promocional traz participações especiais de nomes conhecidos no cenário gamer, como Thais Matsufugi (Flow Games) e Zulu (lutador de MMA e apresentador). A estética adotada remete a séries clássicas como Jaspion, Changeman e Kamen Rider, combinando efeitos práticos e um clima nostálgico com a atmosfera épica de Assassin’s Creed Shadows.

Assassin’s Creed Shadows: O Japão Feudal na saga dos Assassinos

Assassin’s Creed Shadows, desenvolvido pela Ubisoft Québec, transporta os jogadores para o Japão Feudal, um período de conflitos e transformações políticas. A trama acompanha as jornadas entrelaçadas de Naoe, uma assassina shinobi, e Yasuke, um samurai lendário, explorando suas lutas pessoais e um destino compartilhado enquanto moldam uma nova era para o Japão.

O jogo será lançado mundialmente no dia 20 de março de 2025 e promete uma experiência imersiva e cheia de ação no universo de Assassin’s Creed.

Onde assistir ao vídeo promocional?

O vídeo promocional de Assassin’s Creed Shadows com a trilha de Edu Falaschi pode ser assistido nos canais oficiais da Ubisoft Brasil no YouTube, Instagram e TikTok.

Fique atento para mais novidades sobre Assassin’s Creed Shadows e sua incrível fusão entre metal e cultura pop japonesa!

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Monster Hunter Wilds – Minha Primeira Grande Caçada | Review

monster hunter wilds
Imagem Divulgação

Confesso que Monster Hunter sempre foi aquela série que eu observava de longe. Sabia da existência, via os fãs fervorosos discutindo sobre “builds” e monstros (o sucolino do SOKET, por exemplo), mas nunca tinha me aventurado nesse universo. Com o lançamento de Monster Hunter Wilds em 28 de fevereiro para PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC, finalmente decidi que era hora de descobrir o que essa franquia tem de tão especial.

E agora, depois de horas desbravando esse mundo, posso dizer: entendi o hype, e ele é mais que justificado.

O Que Diabos é Monster Hunter?

Para os não-iniciados como eu era, Monster Hunter Wilds é um jogo onde você, bem… caça monstros. Mas dizer apenas isso é como descrever futebol como “chutar uma bola” – tecnicamente correto, mas perdendo toda a profundidade.

A premissa é simples: você é um caçador enviado para explorar terras desconhecidas, investigar fenômenos misteriosos e, principalmente, caçar criaturas gigantes impressionantes. Essas caçadas fornecem materiais que você usa para criar armas e armaduras melhores, permitindo enfrentar monstros ainda mais poderosos. É um ciclo de progressão viciante que nunca me cansou.

Um Mundo Que Respira

Wilds apresenta um vasto mundo aberto totalmente conectado, sem telas de carregamento entre áreas. A sensação de explorar esse ecossistema vivo é incrível – há fauna menor correndo pelo ambiente, vegetação reagindo à sua passagem, e claro, os monstros gigantes que dominam a cadeia alimentar.

A exploração é facilitada pelo Seikret, uma montaria que basicamente pilota a si mesma enquanto você coleta recursos, prepara itens ou simplesmente aprecia a paisagem. Esse automatismo me salvou como novato, permitindo me familiarizar com o mundo sem a frustração de ficar perdido ou morrer constantemente tentando navegar terrenos perigosos. Permite também rushar algumas áreas quando você simplesmente quer chegar ao objetivo principal.

O clima dinâmico adiciona outra camada de imprevisibilidade. Tempestades podem aparecer subitamente, mudando drasticamente a paisagem e as condições de combate. Numa das minhas caçadas, o que começou como uma perseguição tranquila se transformou numa batalha frenética em meio a uma tempestade de areia que limitava minha visibilidade e criava uma tensão palpável.

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Imagem Divulgação

Combate: Muito Mais Que Apertar Botões

Como iniciante, minha primeira impressão do combate foi de que ele era “pesado” e “lento” comparado a outros jogos de ação. Logo percebi que essa era exatamente a intenção. Monster Hunter não é sobre combos infinitos ou ataques frenéticos; é sobre timing, posicionamento e conhecimento.

O jogo oferece 14 tipos de armas, cada uma funcionando como uma classe de personagem diferente. Eu comecei com a Espada e Escudo, recomendada para novatos, mas logo me aventurei com o Espadão e mais tarde o Arco. Cada arma tem sua própria mecânica, moveset e estilo de jogo, ao ponto de parecerem jogos completamente diferentes.

O novo sistema de “golpes de foco” e feridas nos monstros adiciona outra camada de profundidade. Agora você pode se concentrar em pontos específicos do monstro, causando feridas que não só aumentam seu dano como garantem materiais específicos quando explorados corretamente. Ver um pedaço da armadura de um monstro rachar após vários golpes bem posicionados traz uma boa dose de satisfação.

O mais impressionante para mim foi descobrir que posso carregar duas armas simultaneamente e alternar entre elas durante a caçada. Isso abriu um mundo de possibilidades táticas que nunca imaginei em um jogo desse tipo. Começar com uma arma à distância para enfraquecer o monstro e depois trocar para uma arma corpo a corpo quando ele cansa se tornou minha estratégia favorita.

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Uma História Simples, Mas Que Surpreende

Eu não esperava muito da narrativa – afinal, o foco parecia ser nas caçadas. Para minha surpresa, Monster Hunter Wilds tem uma história bem trabalhada, contada através de cutscenes dubladas (em português brasileiro, o que foi um alívio para mim).

A história gira em torno da sua jornada para encontrar Nata e investigar o misterioso Espectro Branco. Os personagens são carismáticos, especialmente Nata e sua equipe, que recebem desenvolvimento considerável ao longo da aventura. A narrativa também toca em temas como conservação ambiental e o equilíbrio entre humanos e natureza de uma forma que não parece forçada.

O protagonista (seu personagem) agora tem voz e personalidade própria, o que me ajudou a me conectar mais com o mundo e os eventos. As cutscenes são frequentes, principalmente no primeiro capítulo, mas geralmente interessantes o suficiente para não se tornarem um fardo. Para alguém como eu, que precisava entender esse novo universo, essas pausas na ação para contextualização foram bem-vindas.

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A Curva de Aprendizado

Não vou mentir: existe uma montanha de sistemas, mecânicas e terminologias para aprender em Monster Hunter Wilds. Das 14 armas diferentes às dezenas de itens, passando por crafting, comidas, habilidades… é muita coisa. Felizmente, o jogo faz um trabalho decente em introduzir esses elementos gradualmente durante a campanha principal.

O jogo também oferece diversas melhorias de qualidade de vida que, pelo que pesquisei, não existiam em títulos anteriores – corrijam-me se eu estiver equivocado. Você pode cozinhar refeições (que dão buffs importantes) de qualquer lugar, seu inventário é reabastecido automaticamente durante as caçadas, e há opção de chamar NPCs para ajudar quando você não tem amigos online – o que não me fez desistir nas primeiras horas.

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O Visual: Beleza com Alguns Comprometimentos

O aspecto visual de Wilds me impressionou principalmente pelo design dos monstros. Essas criaturas são fantásticas – desde os menores herbívoros até os predadores apicais, cada um tem personalidade, animações detalhadas e comportamentos distintos. Ver um Rathalos (um dos monstros icônicos da série) voando majestosamente pela primeira vez foi um momento memorável.

A direção de arte é o que me ganhou, com ambientes diversos e criativos. No entanto, há diversos problemas técnicos: texturas que demoram a carregar completamente, pop-ins frequentes e ocasionalmente qualidade visual abaixo do esperado para um jogo de nova geração.

A performance, mesmo sendo um jogo extremamente pesado, por outro lado, é geralmente estável, com algumas quedas de framerate mesmo em situações caóticas. Para um jogo de ação onde precisão e timing são cruciais, essa priorização faz sentido, mas poderia ser uns 30% mais otimizado. Mesmo com minha RTX 4060, i5 10400f, gerador de quadros e tudo mais, tive que colocar o jogo em 1080p para ter uma boa jogatina acima dos 60 quadros por segundo.

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A Comunidade: Um Mundo à Parte

Uma descoberta inesperada para mim foi a incrível comunidade de Monster Hunter. O jogo facilita imensamente jogar com outros caçadores, seja em missões específicas ou simplesmente explorando o mundo aberto.

Caçar em grupo transforma completamente a experiência. Cada jogador traz sua arma e estilo de jogo único, criando dinâmicas interessantes. Um jogador pode focar em atordoar o monstro, outro em cortar sua cauda, enquanto um terceiro oferece suporte com buffs. É uma dança coordenada que, quando funciona, é extremamente satisfatória.

Os veteranos que encontrei foram geralmente acolhedores e pacientes com meus erros de novato. Muitos até paravam para me explicar mecânicas que eu claramente não entendia. Essa comunidade colaborativa certamente contribuiu para minha transformação de iniciante confuso a caçador dedicado.

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O Veredicto de um Ex-Novato

Agora entendo por que esta série tem uma base de fãs tão apaixonada. A profundidade dos sistemas de combate, a variedade de builds possíveis, o ciclo de caça-craft-caça, e a satisfação de melhorar gradualmente suas habilidades criam uma experiência que vai muito além da simplicidade que eu esperava.

Para outros novatos como eu, Wilds parece ser o ponto de entrada perfeito. É mais acessível que os títulos anteriores (pelo que pesquisei), oferece uma introdução gradual às mecânicas, e ainda assim mantém a profundidade que os veteranos apreciam, especialmente no conteúdo pós-campanha.

Não é um jogo para todos – a curva de aprendizado ainda é íngreme, os menus continuam complicados, um hud exagerado e cheio de informações, e a natureza repetitiva do loop de gameplay pode não agradar quem busca experiências mais variadas. Mas para quem estiver disposto a investir o tempo necessário para dominar suas mecânicas, Monster Hunter Wilds oferece uma experiência incrivelmente recompensadora.

Chave cedida gentilmente pela Capcom.

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Nova atualização de Kingdom Come: Deliverance II chegou

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A Warhorse Studios e a Deep Silver lançaram uma atualização para as grandes aventuras de Henry em Kingdom Come: Deliverance II. O patch 1.2 é uma grande atualização e conta com uma DLC de barbearia e suporte a mods via Steam Workshop.

Após cinco meses de trabalho, você poderá conferir o trabalho da equipe para refinar e melhorar a experiência de KCII. Com mais de 1000 correções e melhorias, equilíbrio do gameplay, comportamento de NPCs, melhorias ambientais e otimização de equipamentos.

Sobre o novo DLC você poderá dar aquele famoso tapa em Henry. A barbearia da Boemia está aberta para você deixar nosso herói com um penteado nobre assim como uma barba bagunçada e ainda ganhar uns pontos no atributo Carisma.

Muitas das atualizações realizadas teve apoio da comunidade que foram relatando bugs e a localização regional. Além disso, traduções aprimoradas chegaram para Chinês (tradicional ou simplificado) nova dublagem para o Francês e uma fonte legível para Coreano.

Entretanto, se você é daqueles que gostam de modelagem, com o suporte a mods pela Steam Workshop, acesse mais de 300 elementos do jogo, desde interface de usuário a mecânicas de combate, comportamento de IA ou de RPG para você transformar Kingdom Come: Deliverance II. Gostou? Confira mais detalhes aqui, no site oficial.

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A BlizzCon retorna em 2026

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Deem o pause na aventura do Diablo, cancele a ultimate do Overwatch, grite no geral do Starcraft e da raid do WoW: A BlizzCon está de volta! A Blizzard Entertainment anunciou que a BlizzCon, conferência da Blizzard que reúne a comunidade de seus diversos jogos e franquias e seus jogos preferidos, está de volta e com data marcada.

Nos dias 12 e 13 de setembro de 2026 no Anaheim Covention Center, as portas estarão abertas numa das maiores feiras e eventos, criado em 2005. Além dos clássicos da BlizzCon, como a Cerimônia de Abertura, painéis aprofundados, a Feira de Negraluna, competições amistosas, jogos no local e muito mais, o objetivo é elevar ainda mais essa celebração icônica e criar uma experiência inesquecível.

A Blizzard Entertainment está construindo este evento da mesma forma que constrói os jogos: com um profundo compromisso com os jogadores, respeitando a conexão deles com os universos e como uma celebração da força dos laços formados através da aventura compartilhada.

Acesse BlizzCon.com e inscreva-se para receber atualizações da BlizzCon seja um dos primeiros a saber quando os ingressos estiverem à venda e tenha acesso a notícias, ofertas especiais e muito mais. E fique atento ao suco para mais novidades.

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Confira Sasuke Uchiha, Jovem Batalha Final em Naruto to Boruto: Shinobi Striker

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Está na hora da nostalgia bater as portas de Naruto to Boruto: Shinobi Striker, a Bandai Namco revelou Sasuke Uchiha para o game na versão do embate da cachoeira. Chamado de Versão Jovem Batalha Final, Sasuke Uchiha faz parte da DLC 43 do jogo e é totalmente gratuita.

Além do novo personagem, a expansão também apresenta dois novos Ninjutsu, Sobreposição de Chidori (Tipo Longa Distância) e Estilo Fogo: Jutsu Dragão de Fogo (Tipo Longa Distância); uma nova Técnica Secreta, Marca da maldição, segundo estágio (Tipo Longa Distância); e Partes de Avatar inspiradas na aparência de Sasuke antes do salto no tempo.

Adicione Sasuke as suas batalhas online ou contra amigos no 4 contra 4 e em diversos modos de jogo. Naruto to Boruto: Shinobi Striker está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam, com compatibilidade para PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

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Six Invitational 2025 bate recorde em Boston

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O cenário de Rainbow Six: Siege revelou números incríveis com seu último evento, o Six Invitational 2025, que foi realizado no MGM Music Hall em Boston, EUA. Segundo a BLAST R6 Esports, o evento entra para à história como o segundo de maior audiência de todos os tempos.

Com 16,2 milhões de horas assistidas, o SI 2025 teve uma aumento em 24% em relação ao evento passado, realizado aqui no Brasil no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Além do engajamento pela internet, a arena teve quase todos os seus ingressos esgotados com capacidade de 7 mil fãs nos 3 dias de evento.

O evento também contou com uma média de 132 mil espectadores acompanhando as transmissões ao vivo, um número, 21% maior do que a edição de 2024. A Grande Final, entre FaZe Clan e Team BDS, teve um pico de 379 mil pessoas assistindo ao mesmo tempo, e acompanharam a vitória da FaZe Clan, mostrando a potência do Brasil na modalidade. O sucesso do SI 2025 foi tão grande que o canal oficial do Rainbow Six na Twitch ficou na primeira colocação global da plataforma.

O Six Invitational 2025, também chamado de mundial de R6, foi transmitido por 123 horas, por meio de 350 canais em múltiplas plataformas, com narração em mais de 20 idiomas — mais um fator que reflete a grandeza e importância do campeonato e do ecossistema de R6 aos olhos do mundo.

Importante impacto econômico para Boston

O sucesso do Six Invitational 2025 vai além da audiência do game, já que o evento também foi responsável por um grande impacto econômico na cidade de Boston, gerando aproximadamente US$ 17 milhões para a cidade. Essa estimativa inclui o total movimentado com turismo e hospedagem, exposição na mídia, gastos diretos dos fãs, transações B2B e outros fatores a longo prazo, como a criação de empregos em funções ligadas ao evento. O torneio reforça que o cenário esports de Rainbow Six não é somente uma grande competição global, mas um fator-chave de atividade econômica nas cidades por onde passa.

O que vem por aí no Rainbow Six Siege?

O R6 vai entrar em uma nova era, que será revelada em 13 de março, no Siege X Showcase. Um teaser apresentado durante as finais do Six Invitational mostrou alguns detalhes dessa que será a maior mudança da história do jogo, incluindo melhorias nos gráficos e no áudio do game, aprofundamento da jogabilidade tática e novas formas de se jogar. A transmissão será feita a partir das 14h, no horário de Brasília, pelo canal oficial do Rainbow Six: Siege na Twitch.

Com a conclusão do Six Invitational 2025, a temporada de R6 Esports se prepara para o seu novo evento de início, o RELOAD, que será realizado no Rio de Janeiro, no Brasil. Esse será o primeiro evento internacional da nova temporada competitiva.

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Death Stranding 2 tem data de lançamento e turnê musical anunciados

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Se todos estavam esperando uma data para Death Stranding 2: On the Beach, a SXSW 2025 fez o favor de trazer Hideo Kojima ao palco para o anúncio. No dia 26 de junho de 2025, o novo capítulo da franquia estará entre nós e terá a pré-venda disponível a partir do dia 17 de março.

Além da divulgação da data de lançamento e de um novo trailer, o game contará com uma turnê musical “Stranding Harmony”. Contendo uma série de concertos orquestrados que trarão a trilha sonora do jogo ao redor do mundo. Essa turnê começa no dia 8 de novembro na Sydney Opera House, na Austrália.

Confira detalhes da Edição Deluxe de Death Stranding 2: On The Beach aqui! Mas já fique atento que ela libera um acesso antecipado de 48 horas e vários apetrechos a mais!

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