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Altered Carbon, série da Netflix, contará com música do BABYMETAL!

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É isso mesmo! A nova série de ficção científica da Netflix, Altered Carbon, contará com uma música do BABYMETAL, segundo o próprio produtor James Middleton.

Confira também: Altered Carbon ganha trailer oficial pela Netflix

A novidade foi revelada em seu próprio perfil do Twitter, onde revelou que não só ele, mas uma parte da equipe ser fã das meninas do Moi-Metal.

Resta saber qual música seria esta – quem sabe uma Rondo of Nightmare, para combinar com o climão da série? 😀

Depois de Blackpink em Liga da Justiça (veja AQUI), mais uma vez a música oriental dá as caras em uma produção norte-americana. Vamos torcer para que mais vezes isto aconteça!

https://www.youtube.com/watch?v=D7wDY0lJWwA

Sinopse: Uma intrigante história de assassinato, amor, sexo e traição, que se passa a mais de 300 anos no futuro. A sociedade foi transformada por uma nova tecnologia: a consciência pode ser digitalizada; os corpos humanos são intercambiáveis; a morte não é mais permanente.

Altered Carbon estreia na Netflix sexta-feira, dia 2 de fevereiro de 2018.

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RAWAR oferece desktops pela primeira vez na Campus Party Brasil

A fabricante nacional de desktops, RAWAR, forcenerá 30 PCs Gamers para a Campus Party Brasil, todos disponíveis na Arena Free Play, local exclusivo para os visitantes jogarem em equipamentos high-end.

Confira também: Conheça os desktops com certificação Intel Extreme Masters da RAWAR

A Campups Party Brasil começou hoje, 30 de janeiro, e vai até 04 de fevereiro, contando com mais de 900 horas de conteúdo, dividido em nove palcos no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

As máquinas da RAWAR serão dividas da seguinte forma:

  • 14 desktops voltados para competições de eSports, munidos de um processador Core i7 7700, placa mãe Gigabyte B250 e 16GB de memória;
  • 5 desktops com intel i5 7600, GTX 1060 de 6GB, da Asus e um watercooler Coolermaster Seidon 120V;
  • Outras 11 máquinas estarão equipadas com um processador i5 7400, com uma placa de vídeo GTX 1060 de 6GB, da Asus, e um watercooler Maelstrom 120T, da DeepCool.

“A proposta da RaWaR na Campus Party Brasil é oferecer máquinas potentes com configurações diferentes para que os campuseiros tenham uma experiência completa de jogo. Acreditamos que seja a oportunidade do entusiasta ter acesso a um PC Gamer que garanta boa performance, além de avaliar quais componentes atendem sua necessidade”, ressalta Francisco Guimarães, gerente de produtos da RaWaR.

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Slow Start | Primeiro Gole

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Slow Start (Imagem Divulgação)

Confira agora o que achamos de mais uma estreia da Temporada de Inverno 2018, Slow Start!

Confira também: Yuru Camp | Primeiro Gole

É possível que em algum momento de nossa vida escolar todo um ano possa ser perdido, por algum motivo qualquer que seja.

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Slow Start (Imagem Divulgação)

Atrasos

Pode ser que não tenhamos estudado direito, pode ser que tenhamos que nos mudar de repente para qualquer outro lugar, ou pode ser mesmo que peguemos uma doença braba daquelas e acabemos de cama por todo o período de provas.

Há essa expectativa, esse script de vida de acabar o fundamental lá pelos 14 anos e sairmos do ensino médio com 17 anos para aos 18 estarmos ou numa faculdade, ou empregados, ganhando a própria vida. Mas, como comecei nesse parágrafo, imprevistos podem acontecer; e pode ser que esse script não saia lá bem como nós planejávamos.

Talvez uma maioria considerável de pessoas leve essa situação numa boa. Numa sociedade de normas mais descontraídas como a nossa, temos os repetentes, os “atrazildos”, os quase-jubilados e por aí vai. São apelidos que apesar de destilarem sua reprovação com quem está fora do esperado, ainda assim tem sua certa dosagem de bom humor, que não quer necessariamente caçoar de quem se encontra nessa situação e que reconhece que algumas pessoas tem o seu próprio tempo.

Nós, daqui de dentro, podemos nos imaginar como que alguém que venha de um lugar muito mais exigente que o nosso, transbordando de expectativas e rígidas reprovações sobre seus jovens como é o Japão, se comporte diante de um atraso, de um ano perdido.

Esse é o drama de Hana Ichinose. Uma tímida menina comum como qualquer garota de sua idade; mas no dia do exame de admissão para sua futura escola, onde iria começar o ensino médio, Hana pega uma febre e é obrigado a faltar à prova e assim, perder um ano de sua vida para poder voltar a estudar apenas no ano seguinte.

Para a menina, entrar na escola um ano atrasada é motivo de muita vergonha, por isso ela vai morar com a sua prima, tentando assim recomeçar a vida do zero, guardando pra si esse segredo das novas amigas.

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Slow Start (Imagem Divulgação)

As Personagens

Slow Start, como todo slice of life que se preze, não é um anime de enredo e sim de personagens. A história é simplesmente essa mesma, a de uma menina comum que entra um ano atrasada e tenta esconder isso enquanto vive a vida normal de qualquer estudante. Já falamos um pouco sobre Hana Ichinose, nossa protagonista; é pelos olhos dessa garota comum e de físico fraco por onde enxergamos o que acontece durante boa parte do anime.

Após ter faltado ao exame de admissão, sua mãe a envia para morar com a prima, Shion Kyouzuka, uma moça grande (em qual sentido isso fica pela conta da/do leitora/leitor) e sempre sorridente; quase que a Lucoa do anime (a analogia com Maid Dragon logo logo será explicada).

Na nova escola, Hana faz amizade com outras três garotas: Tamate Momochi, ou Tama-chan, como ela quer, é a aspirante a idol, com seus trejeitos de quem está sempre animada 24h por dias e sempre chamando a atenção; Eiko Tokura é a onee-san do grupo, uma espécie de irmã mais velha com esse ar de quem toma conta de todas as outras meninas, principalmente da loli do grupo, Kamuri Sengoku (Kamuri? Kamui? Oi?), uma menina que segundo as próprias palavras: “Eu gosto de dormir e comer e o meu melhor talento é comer muito.”, definindo assim toda uma gama de otakus que já se encantavam de primeira com sua fofura.

O anime foca no cotidiano dessas quatro meninas, que segue com piadas envolvendo trocadilhos de nomes, aulas de educação física penosas para Hana, lanches compartilhados, alguns momentos emocionantes, tudo isso transbordando em moe.

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Slow Start (Imagem Divulgação)

Conclusão: O Moe pelo Moe

Slow Start nem parece ao menos querer esconder sua ausência de originalidade, como se essa não fosse sequer de longe sua intenção. Sua intenção é tão somente encantar o telespectador, gerar uma boa dose de moe.

O anime pega todos esses traços característicos de tudo que está mais em voga que nos faz exclamar “Nossa, que fofo!!!”: traços arredondados, olhos grandes, constantes expressões faciais parecida com emoticons, a pequena presa no canto da boca de Tamate e ora, o que dizer da Kamuri? Se comparar Shion com a Lucoa, pode parecer estranho, é inegável que Kamuri É a Kanna.

O mesmo jeito kuudere de ser, inexpressiva, o mesmo cabelo roxo-claro, os mesmos olhos azul-marinho e se isso tudo não passa de uma enorme coincidência, as duas personagens são dubladas pela mesma pessoa. Não é exagero dizer que muitos que assistem Slow Start agora são pessoas que foram encantadas pelo moe da Kanna, que parece ter criado tendência (Ren-chon de Non Non Biyori é outro exemplo de loli inexpressiva do cabelo roxo que rouba a cena no anime).

O mais curioso de tudo é que essa jogada de receita para uma grande bomba de fofura funciona, ao que vemos que no My Animelist, as duas personagens mais favoritadas pelo público são justamente a Tamate, em segundo lugar e a Kamuri, em primeiro lugar. É um moe pelo moe assumido e que está prendendo a atenção.

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Confira o teaser e o pôster de Homem-Formiga e a Vespa

A Marvel Studios acaba de divulgar o trailer legendado de Homem-Formiga e a Vespa. Confira mais abaixo.

Confira também: Pantera Negra ganha novo trailer, confira!

Além do teaser-trailer, um pôster inédito também foi revelado. O filme chega aos cinemas brasileiros em julho de 2018.

homem formiga e a vespa
Homem-Formiga e a Vespa (Pôster Divulgação)
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Conhecendo o grupo VAV | Suco Apresenta

Depois de conhecer o Dreamcatcher, chegou a vez de conhecer um grupo masculino que embora não tenha nada de rock em suas músicas, também debutou com um conceito mais dark e acabou de fazer uma passar no Brasil.

Confira também: MATILDA – K-pop, cor e diversão | Suco Apresenta

Kpop e Quadrinhos

O VAV, sigla para Very Awesome Voice (voz realmente incrível), fez sua estreia no dia 31 de outubro de 2015, produzido pela empresa A Team Entertainment (antiga AQ Entertainment) com os membros St.Van, Ace, Baron, Jacob, Gyeoul e Xiao.

A escolha do Halloween para o debut do grupo tem tudo a ver com o ar sombrio do videoclipe do primeiro single, Under the Moonlight. Nele os membros interpretam vampiros, lobisomens e até mesmo um clérigo, personagens inspirados em uma Webtoon criada para contar a história dos meninos e explicar o conceito dark do grupo. E a medida que novos singles e álbuns foram lançados, a continuação dos quadrinhos foi publicada também.

Novas músicas e integrantes

Como todo grupo que acaba de debutar, o VAV passou por dificuldades e não alcançou um grande sucesso de cara. Mas a empresa seguiu investindo neles e até o final de 2016 o boygroup lançou mais três músicas: Brotherhood, No Doubt e Here I Am, enquanto passou por algumas mudanças de integrantes.

Primeiro o grupo recebeu Zehan, que era um membro que na verdade já estava no grupo, mas permaneceu oculto no primeiro single. Depois Xiao deixou o grupo para retornar a China pois seu pais estava doente. E depois foi a vez de Zehan sair do grupo também, após decidir dedicar-se apenas a carreira de ator.

No começo de 2017 Gyeoul também decidiu sair do VAV, por preferir seguir carreira como produtor musical ao invés de Idol. E então novos integrantes foram anunciados para acompanhar os meninos em uma nova fase do grupo e da própria produtora: Ayno, Lou e Ziu.

Um novo VAV

Além das mudanças nos integrantes a AQ Entertainment, então produtora dos meninos, passou por uma grande mudança também. Além da troca de nome para A Team Entertainment, a empresa mudou sua forma de trabalhar e gerir os artistas e recebeu Ryan S. Jhun em sua equipe, produtor responsável por singles de sucesso de gigantes do k-pop como Girls’ Generation, Shinee, Red Velvet, Super Junior e EXO.

A partir daí a mudança no estilo e na qualidade das músicas lançadas pelo VAV é mais do que visível. E enquanto os primeiros videoclipes não chegaram em 400 mil visualizações, os mais recentes passaram da marca de 1 milhão.

A passagem pelo Brasil

Depois de um 2017 incrível, com 4 singles de sucesso, o VAV começou 2018 com uma pequena turnê de Meet & Greets no Brasil.

O grupo passou pelo Rio de Janeiro no dia 15 de Janeiro, por Fortaleza no dia 18 Janeiro e encerrou a viagem pelo país em São Paulo, no dia 21 de Janeiro.

Nas três cidades o grupo apresentou algumas de suas músicas e os fãs tiveram a oportunidade de interagir e tirar fotos com seus bias. E em cada cidade um fã sortudo foi sorteado para ganhar uma Lucky Box, caixa com presentes escolhidos pelos integrantes do VAV.

Pelo que deu pra ver nas redes sociais, o grupo e os fãs aproveitaram bastante! 🙂

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Meu Amigo Vampiro | Review

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Meu Amigo Vampiro (Imagem Divulgação)

Parece que janeiro de 2018 é o mês das animações, depois de Viva – A Vida É uma Festa e O Touro Ferdinando, Meu Amigo Vampiro é a terceira animação a estrear nos cinemas; sem comparações, pois essa fórmula a Disney e a Fox conhecem bem.

Confira também: O Touro Ferdinando | Review

A PlayArte também trilha o mesmo caminho muito bem quando se trata de distribuir animações aqui no Brasil, e Meu Amigo Vampiro é um filme para agradar todas as crianças – possivelmente só para elas.

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Meu Amigo Vampiro (Pôster Divulgação)

Amizade e Respeito

Uma animação bem divertida que traz a mensagem de amizade e respeito, não diretamente mostrada, mas facilmente absorvida. O fato de colocar todos esses ingredientes para um filme simples até demais, mostra a genialidade do diretor Richard Claus.

O problema é que o filme ficou infantilizado a ponto de o roteiro ficar confuso – até questionar se havia mesmo um – porém ele vai se amarrando aos poucos, mesmo que em alguns momentos, divagamos durante o filme.

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Meu Amigo Vampiro (Imagem Divulgação)

Protagonismos 

Chega um momento que o protagonismo muda de um personagem para outro, fica confuso, mas bem legal, de certa forma mudar de um personagem para outro, mesmo que seja por rápidos momentos, foi algo que fluiu bem.

Não sabe se é por falta de uma história mais alinhada, pois a falta de algo mais amarrado transpareceu que as cenas foram apenas jogadas na tela, onde após a amizade de humano e vampiro ter sido levemente substituída por um casal de humano e vampira. Não há problema nisso se este fato não tivesse sido grosseiramente descartado na sequência. 

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Meu Amigo Vampiro (Imagem Divulgação)

Vilão Marcante

Se tudo isso foi falho, o vilão conseguiu superar, ele tinha uma espécie de ajudante que teve um humor tão escrachado, que a melhor parte dele é quando ele vai embora.

Um filme bem simples, infantil e em alguns momentos sem sal, mas que funciona. Meu Amigo Vampiro passa sua mensagem e pode sim ser a chave para o sucesso, um filme para todas as crianças se divertirem com uma linda amizade entre um garoto e um vampiro, é certeza de diversão e alegria.

Meu Amigo Vampiro estreia em 25 de janeiro de 2018 no Brasil.

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Fullmetal Alchemist | Live action estreia em fevereiro na Netflix

A Netflix acaba de confirmar a adição do live action de Fullmetal Alchemist no catálogo de fevereiro.

Confira também: A.I.C.O. Incarnation estreia em março na Netflix

Datado para 19 de fevereiro (veja o vídeo abaixo), o live action de Fullmetal Alchemist estreou no Japão no fim do ano passado e conta com a direção de Fumihiko Sori (live action Ping Pong).

Ryosuke Yamada (Nagisa em no live action de Assassination Classroom) interpreta o protagonista Edward Elric. O elenco completo inclui:

Ryosuke Yamada como Edward Elric
Tsubasa Honda como Winry Rockbell
Dean Fujioka como Roy Mustang
Ryûta Satô como Captain Maes Hughes
Yo Oizumi como Major Shou Tucker
Yasuko Matsuyuki como Lust
Kanata Hongou como Envy
Shinji Uchiyama como Gluttony

Sinopse: Dois irmãos alquimistas acabam de iniciar a maior e mais perigosa jornada de suas vidas: partiram em uma busca alucinante por uma poderosa pedra filosofal, que supostamente teria o poder de trazer mortos à vida, tudo isso como parte de um plano para ressucitar sua mãe. O problema é que, durante o processo, as coisas acabam saindo fora de controle.

O live action de Fullmetal Alchemist estreou em 1º de dezembro no Japão e é uma adaptação do mangá de Hiromu Arakawa. No Brasil, o anime também foi exibido pela RedeTV! em 2006 e também faz parte (as duas versões) do catálogo da Netflix. Já o mangá, é publicado pela Editora JBC.

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Dagashi Kashi 2 | Primeiro Gole

dagashi kashi
Dagashi Kashi (Imagem Divulgação)

Dagashi Kashi foi um título que acompanhei em 2016 e, com uma continuação tão inesperada dois anos depois, nesta Temporada de Inverno 2018, me senti na obrigação de conferir.

Confira também: Yuru Camp | Primeiro Gole

A história acompanha a história de Kokonotsu, um jovem com o sonho de tornar-se mangaká, e a excêntrica Hotaru, uma garota viciada em doces que tenta convencer Kokonotsu a assumir o comando de uma loja de doces.

Mudanças

O anime teve sua staff completamente mudada para essa temporada, passando do estúdio Fell para o Tezuka Production, tendo alterações também na direção e nos designs de personagem.

A mudança, para muitos, foi prejudicial: além do estúdio e do diretor serem inferiores se comparados ao anterior, o design dos personagens também não foi muito bem recebido pelos fãs, simplificando os traços dos personagens e perdendo o capricho que outrora havia cativado.

Diferente da primeira temporada, completa com doze episódios de 24 minutos, nesta, a série contará apenas com episódios de 12 minutos. Minha experiência com Dagashi Kashi, nesse sentido, foi cheia de altos e baixos.

Durante a primeira temporada — que inclusive revi recentemente para fazer esse Primeiro Gole — a sensação é de uma história que é sustentada única e exclusivamente pelo carisma da Hotaru, arrastada, lenta, e na maioria das vezes desinteressante (uma vez que o cerne da história concentra-se na apresentação de doces típicos do Japão, cultura essa que poucos ocidentais tem acesso e interesse). Com os episódios de 12 minutos, porém, a história torna-se mais leve e agradável.

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Dagashi Kashi 2 (Imagem Divulgação)

Açúcar e Café

O clima de intimidade criado pela história ambientada em uma cidadezinha pacata do interior, que tem uma antiga lojinha de doces e um Café como principais cenários interativos é o ponto mais doce e mais amargo da história, ao mesmo tempo.

Para quem gosta de slice of life com uma comédia descomprometida, vale a pena conferir, entretanto, o background que circunda toda a história e faz com que a gente se importe com aqueles personagens é, a cada episódio da primeira temporada, deixado de lado, embarcando em um ócio de acontecimentos cansativo.

Da segunda temporada, porém, aguardo mais movimento e dinamismo, uma vez que o tempo dos episódios foram reduzidos.

Fato positivo para a segunda temporada é a animação da abertura, que é ligeiramente melhor que a primeira (embora eu goste mais da música da primeira temporada).

De qualquer forma, parando de comparar a diferença entre as temporadas, certamente o carisma e o jeito excêntrico dos personagens lhe chamam um pouco para a história, independente de enredo e de um desenvolvimento mais profundo da trama.

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Dagashi Kashi 2 (Imagem Divulgação)

Vale a pena?

No fim das contas, sinto que Dagashi Kashi é mais um comercial patrocinado do que um anime com uma história para contar, porém, mesmo pessoalmente com essa impressão, não deixo de ficar interessado nos momentos de surto de Hotaru e seu jeito incomum e peculiar de lidar com as coisas.

Se você quiser investir alguns minutos de entretenimento com doces japoneses, Dagashi Kashi é a pedida certa, uma verdadeira aula, com curiosidades, informações relevantes e bastante bom humor.

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