A série original lançada pela Netflixem 2018 finalmente ganhou uma data de estreia para sua 2º temporada. A primeira temporada de Altered Carbon teve 10 episódios de mais ou menos uma hora de duração cada e a história é baseada nos livros de mesmo nome do autor britânico Richard K. Morgan, mostrando um universo fictício numa vibe bem cyberpunk onde as pessoas podem transferir suas consciências de um corpo para outro (se tiverem dinheiro o bastante para isso) e consequentemente algumas pessoas nunca morrer de velhice ou por causa de doenças.
A história se desenrola quando o Matusa (nome dado na séries as pessoas muito ricas que já viveram muito tempo) Bancroft, é assassinado pouco antes do backup da sua consciência e por isso não sabe quem o matou. Quando ele volta a vida em um novo corpo (ou como a série se refere, capa), ele pessoalmente escolhe Takeshi Kovacs para descobrir todas as tramas que envolveram o fatídico evento de sua morte. Kovacs é um ex-emissário vindo do planeta Harlan que havia sido preso e acorda 250 anos depois em outra capa e precisa descobrir a verdade, ou ao menos a parte que conseguirá libertá-lo do contrato que assinou com Bancroft.
O anuncio da data de estreia veio do Twitter oficial da série, junto com um teaser, assista abaixo:
A nova temporada seguirá Kovacs em uma nova capa (agora interpretado pelo ator Anthony Mackie) em busca revolucionária Quellcrist Falconer e deve se basear nos eventos do segundo livro Broken Angel que se passa vários anos depois do primeiro livro em outro lugar longe da Terra. Além dessa mudança do ator principal sabemos que a atriz Lela Loren também entrará nessa 2º temporada e interpretará Danica Harlan, governante do planeta Harlan.
Além dos personagens já citados acima sabemos que Dina Shihabi, Renée Elise Goldsberry, Chris Conner e Simone Missick também estarão no elenco da nova temporada.
A Bandai Namco pegou todos de surpresa ao anunciar um novo jogo de Super Campeões, intitulado Captain Tsubasa: Rise of the New Champions, o jogo já ganhou até mesmo um trailer de lançamento.
No trailer divulgado podemos rever vários dos personagens queridos pelos fãs, Oliver Tsubasa, é obviamente um deles. Genzo Wakabayashi, Taro Misaki, Jun Misugi, Hyuga Kojiro e Hikaru Matsuyama também puderam ser vistos no trailer.
No trailer podemos ver como será o gameplay, que como era de se esperar, será um jogo voltado para o lado arcade e, podemos inclusive ver a utilização de algumas técnicas durante a partida.
“Assegurar a licença de Super Campeões para trazer um jogo de futebol para o mercado ocidental é um sonho tornado realidade. Captain Tsubasa: Rise of New Champions não foi criado apenas para os fãs do mangá, será curtido por fãs de futebol do mundo todo!”, celebrou Hervé Hoerdt, vice-presidente de marketing da Bandai Namco Europe.
Confira abaixo o trailer do jogo.
Captain Tsubasa: Rise of the New Champions não possui data de lançamento confirmada, mas espera-se que saia ainda em 2020 para PlayStation 4, Nintendo Switch e PC.
ID:Invaded é um anime original da Temporada de Inverno 2020. É um sci-fi com mistério, do estúdio NAZ, conhecido por Hamatora. Seu diretor, Aoki Ei, dirigiu Re:Creators e a segunda temporada de Fate/Zero. Já o roteirista não teve nenhum trabalho muito relevante.
Foram lançados dois episódios ao mesmo tempo, e o segundo episódio já facilita o entendimento da história, já que o primeiro é apenas uma pequena introdução do universo.
Acordando em um lugar estranho
O anime conta a história de um homem chamado Sakaido, que acorda em um quarto estranho, flutuando separadamente em um espaço, com vários outros ambientes de uma casa e uma cidade. Sakaido, além de acordar sem memórias, percebe que está totalmente em pedaços e suas partes do corpo estão espalhadas pelo quarto.
Ao unir o máximo de partes de seu corpo, Saikado começa a explorar o ambiente, quando descobre o corpo de uma garota morta. A partir desse momento, ele começa a recobrar suas memórias e se lembra que é um detetive em busca do assassino, que é chamado de Perfurador.
Enquanto Sakaido busca por pistas nesse espaço estranho, descobrimos que há toda uma equipe por trás do detetive, o ajudando na caçada, com equipamentos muito tecnológicos, que conseguem analisar cada detalhe dos locais por onde Sakaido passa.
O Mistério em ID: Invaded
ID: Invaded pode ser confuso para algumas pessoas, mas ele trabalha bem o mistério, não só do assassinato da garota, mas também sobre todo seu universo e como ele funciona. É de se esperar que informações sejam reveladas ao longo do anime, conforme os eventos vão acontecendo.
Também é bem interessante como esse mundo todo bagunçado se torna um quebra-cabeça para o detetive, que vai unindo as peças até entender onde se encontra.
Não há apresentações detalhadas de personagens também, o que pode deixar confuso pela quantidade de personagens que aparecem e a falta de informações sobre cada um.
Ainda não deu para entender se será apenas um vilão ou serão uma série de criminosos. Mas, aparentemente, há um em específico que parece ser o mais perigoso de todos.
Corrida contra o tempo…
ID: Invaded é um anime para quem gosta de mistérios e desafios, além de também ter interesse por essa corrida contra o tempo, para achar o assassino antes que ele faça mais vítimas.
Parece ser um anime que, ao mesmo tempo que tiver momentos de estratégia mais lentos, também terá momentos de adrenalina. Um balanço que pode ser perfeito para a trama.
Screen Actor Guild Awards, ou apenas SAG, é uma famosa premiação entre atores organizada pelo Sindicato de Atores de Hollywood e é considerada por muitos como um dos termômetros dos próximos vencedores de outro importante evento, O Oscar, já que alguns dos jurados também fazem parte da Academia e os critérios de avaliação do SAG são parecidos.
O evento aconteceu em Los Angeles nesse domingo (19/01) e mesmo sendo realizado por consagrados profissionais de Hollywood, a premiação desse ano também levou em contra uma das produções estrangeiras que mais fez sucesso em 2019, o filme sul coreano Parasita, sendo o primeiro filme estrangeiro a levar o premio na categoria principal Melhor Elenco De Filme.
Um dos destaques (já esperados) da noite foi Joaquin Phoenix (Coringa) ter ganhado na categoria de Melhor Ator concorrendo contra Leonardo DiCaprio (Era Uma Vez… em Hollywood), Taron Egerton (Rocketman), Adam Driver (História de um Casamento) e Christian Bale (Ford vs Ferrari).
Em seu discurso Phoenix elogiou todos os seus colegas que concorreram na mesma categoria que ele, citando também seu amigo e antecessor como Coringa, Heath Ledger. Assista o discurso dele na integra:
“Quando eu voltei a atuar, e ir nas audições, eu sempre recebia a chamada final. Muitos sabem como isso funciona. E sempre tinha outros dois caras com quem eu disputava, e nós sempre perdíamos para esse mesmo garoto. Nenhum ator dizia o nome dele porque era demais. Mas os diretores de elenco sussurravam: ‘É o Leonardo. É o Leonardo. Quem é esse Leonardo?’ Leo, você é uma inspiração há 25 anos para mim e muitas pessoas, eu te agradeço muito, muito mesmo. Christian [Bale], você se compromete a seus papéis de uma forma que eu só posso sonhar. Você nunca atuou mal. Chega a dar raiva. Eu queria que fosse, uma vez, seja ruim uma vez”.
Joaquin Phoenix até disse que não merecia o prêmio devido a nomeação de Adam Driver: “Eu venho acompanhando você há alguns anos e você tem entregado performances lindas, profundas e cheias de nuances. Eu fiquei bem comovido com você e te achei devastador nesse filme e você deveria estar aqui”. Para Taron Egerton, Joaquin disse: “Você está maravilhoso nesse filme e fiquei super feliz por você. E eu mal posso esperar para ver o que você estará fazendo em breve”.
Por fim, ele homenageou Heath Ledger, de certa forma, agradecendo ao ator: “Estou de pé aqui aos ombros do meu ator favorito Heath Ledger. Então, obrigado, boa noite”.
A cerimônia do Oscar 2020 se encontra na sua 92ª edição e acontecerá no dia 9 de fevereiro.
O Suco de Mangá teve a honra de entrevistar o lendário guitarrista e cantor japonês, Miyavi. Conhecido por sua habilidade com a guitarra e suas performances intensas e envolventes, Miyavi falou conosco sobre sua trajetória, sua influência na cultura japonesa e seus projetos atuais.
Em uma conversa franca e inspiradora, o músico compartilhou suas experiências e opiniões sobre a música e a arte em geral, oferecendo uma visão única do mundo criativo japonês. Vamos lá?
Esta não é sua primeira passagem pelo Brasil. Como está se sentindo sobre isso? É diferente das outras vezes?
Sabe, como sempre, quando tenho shows no Brasil, sinto o sangue da América Latina, e a paixão, e então, é o que sinto quando subo no palco e toco não importa se você conhece a música ou não, uma vez que a batida começa, todo mundo dança, grita… eu realmente aproveito o momento com o público brasileiro porque é muito musical, sabe? Às vezes eu… a gente tem dificuldade de ouvir o retorno, porque a plateia é louca, barulhenta. Então, eu sempre aproveito o tempo no Brasil, eu amo a energia do público.
Vamos falar sobre seu novo álbum, ‘No Sleep Till Tokyo’. Podemos ver muita esperança e mudança nas letras. Quais foram as situações que te inspiraram a compartilhar esse sentimento com os ouvintes?
Então, como artista, tenho tentado me expressar com a guitarra. Então, tento cantar com o violão. Para mim, a guitarra é a minha arma, é um instrumento simbólico para mim. Tenho colaborado com os rappers e cantores, e, não sou muito fã da minha voz, não é minha coisa, sabe? Mas, ao mesmo tempo, sei que muitos dos meus fãs apreciam meu canto e minhas letras. Então, para o ‘No Sleep Till Tokyo’, eu só queria fazer algo para o meu público, é isso. Eu falo inglês agora. Eu estou falando com você em inglês, mas, ao mesmo tempo, numa cabine, quando eu canto, às vezes é difícil, sabe… Mesmo que a performance seja boa, se a pronúncia não estiver certa, eu tenho que fazer de novo, é por isso que eu era meio passivo em relação a cantar em inglês. Mas desta vez, eu meio que consegui misturar inglês e japonês, porque no mundo, no mercado global, você ouve espanhol, ou coreano, ou os idiomas locais… Contanto que a qualidade da música seja boa, essas línguas diferentes só poderiam ser parte de uma singularidade única. Então, como japonês, minha missão era fazer algo distinto e único, como um tipo de coisa “Janglish”, por isso há muitas letras em japonês no álbum… Na verdade, desta vez, a turnê passou pela América do Norte, México, Canadá, muitos países da Europa, e na Ásia, e as pessoas realmente cantam junto em japonês. E esse é um cenário que quero compartilhar com meu público também, porque é uma ponte cultural. Então, eu sou a ponte, estou tentando ser uma ponte entre o Japão e o mundo inteiro.
A música pode aproximar as pessoas, e vai além da linguagem. Então, isso é ótimo. Estamos nos divertindo muito nesta turnê, tem sido uma ótima experiência… na verdade, já estou fazendo outro álbum.
Geralmente, os artistas escolhem um estilo musical para trilhar, mas você passeia em diferentes ritmos, é uma coisa sua. É fácil para você, ‘mudar de estilo’, você tem problemas para misturar todos eles ou isso é fácil para você?
Ambos, quero dizer, você sabe, é… É fácil quando vem de uma forma realmente natural, orgânica, então… No processo de fazer música, é muito, muito… Você tem que ser orgânico, não pode ser químico. Então, quando acontece de forma natural, é muito fácil, porque a resposta já está lá, é como “seguir o fluxo” igual o curso de um rio. Sem qualquer esforço extra, ou algo assim. Apenas deixe-se estar no fluxo. Claro, é sempre desafiador. Porque criar algo que você nunca viu ou ouviu, mas que você pode imaginar… tornar real é muito, muito difícil e as pessoas, os fás, só querem consumir o que já conhecem.
Sobre ‘Samurai 45’, há um verso em que você diz: “É fazer ou morrer / Como um samurai.” Eu gosto muito deste verso. Que tipo de erudição para essa mudança você trouxe para o seu trabalho com o ACNUR? Existe algum motivo específico que o levou a trabalhar com os refugiados?
Então a frase de ‘Samurai 45’, como japonês, fico muito honrado em ser chamado de “Guitarrista Samurai”. Mas, no começo, eu realmente ficava intimidado. A palavra tem um grande significado para nós japoneses, e então a atitude do estilo de vida que eles costumavam ter é realmente séria, você sabe, é realmente sólida e séria. Então, eu não sei se devo ser chamado de “samurai”. Em torno do “faça ou morra”, bem, se você fizer ou não, é isso. E se você meio que desistir, é o fim. Mesmo que para mim o mundo esteja meio em crise. Se ignorarmos, está feito. Isso vai ser feito, sabe? Talvez seja sustentável para a nossa vida. Mas e a próxima geração? Nossos filhos? E os filhos dessas crianças? É hora de decidir se faremos ou não. Então, esse é o significado dessa frase. E então, sobre a crise dos refugiados, e o envolvimento da questão dos refugiados, eu não tinha conhecimento ou experiência cinco anos atrás, mas agora sou um embaixador e estou falando sobre esse tópico na frente de vocês, e me sinto responsável, o que significa que qualquer um pode ser assim, como eu. Contanto que você enfrente e testemunhe. Isso é o que eu tenho feito. Sempre que vou, aprendo, ouço a história deles, como eles passaram por esse caminho e qual é a solução. Para ser honesto, o que a NCR tem feito não é a solução fundamental, a solução fundamental é acabar com a guerra e o conflito, e depois fazer com que cada país seja responsável por esta questão. O que a UNCR tem feito é a emergência, o resgate. Isso também é muito importante!
A música pop japonesa é bem rica: das aberturas de animes a um renascimento recente do pop japonês dos anos 80 e de Vocaloid às virtual youtubers, o Japão indiscutivelmente exporta música para o mundo todo. Nesse cenário, o DJ Sunamori é uma das pessoas que fazem a roda desse fenômeno girar. Começando com composições para Vocaloid, hoje o DJ roda o mundo, passando de Londres a Shangai, tendo visitado o Brasil em outras oportunidades.
Nessa entrevista feita às vésperas do Rio Matsuri 2020, Sunamori fala um pouco sobre sua carreira, sua experiência nos palcos e suas visões sobre o mundo da música pop japonesa. Vem com a gente!
DJ Sunamori no Rio Matsuri 2020 / @fotobelga
Não é a sua primeira vez no Brasil, mas é a sua primeira vez no Rio de Janeiro. O que você tem achado da Cidade Maravilhosa até agora?
É uma cidade bem animada! Cheguei tem pouco tempo e fui com a equipe para a praia. O que me espantou foi ver tanta gente de biquíni no metro. *risos*
Relaxa que isso não é nem o começo *risos*. E você comentou a surpresa que foi tocar aqui no Brasil vendo tanta gente sabendo cantar Naruto de cabeça. Quais suas expectativas para esses dias no Rio Matsuri?
Eu ouço muito que as pessoas do Rio são bem animadas, que gostam de dançar, então com certeza minhas expectativas estão boas. A última vez que vim tem mais ou menos um ano e meio e de lá pra cá estrearam animes como My Hero Academia e Demon Slayer, então também estou trazendo umas novidades para essa apresentação.
Antes de falar sobre sua carreira como DJ e compositor, uma pergunta sobre como você age nos seus shows. Eu imagino que como DJ, você prefere dar prioridade às músicas que o público gosta. Mas você já arriscou usar músicas que você mesmo acha que pode ganhar o gosto das pessoas na hora?
Sim, tem músicas que são como hinos para as pessoas e tem também uma hora no show que resolvo apostar. Sempre tem aquele momento de pico onde as pessoas ficam bem animadas, pulam a beça e depois param um pouco pra relaxar. É nessa hora que eu resolvo usar alguma música que pode não ser tão conhecida assim, mas que eu sei que é boa e pode agradar alguém que vá ficar tipo “Oh, eu não conheço isso aqui mas é bom!”.
Agora sobre seu envolvimento com a música. Se não estou enganado, você começou compondo para Vocaloid e antes disso você já gostava muito de bandas como Queen e outros clássicos de Londres. O que fez te aproximar mais da música eletrônica ao invés dos instrumentos mais convencionais?
Eu tocava piano quando criança, mas nunca me dediquei muito e isso não foi pra frente. Eu gostava mais do som cru dos instrumentos, mas eu não sei tocá-los, então eu componho usando o DTM (Desktop Music) e converto esse som para o acústico, apesar de que pra mim essa diferença não é muito grande. É mais uma questão de escolha.
Você fez parte de uma comunidade de compositores bem grande. A comunidade em torno de Vocaloid cresceu a ponto dela ter sentido profundamente o falecimento de um de seus grandes nomes no ano passado, que foi o Wowaka. E de lá pra cá, surgiu um grande movimento no Japão que também tem começado a produzir suas próprias músicas, que é o fandom das virtual youtubers. Na sua opinião, esses fandoms estão começando a ficar em pé de igualdade ou a fanbase de Hatsune Miku ainda é muito mais forte que essa novidade?
Tem mais ou menos dez anos que Vocaloid estourou e eu já estava mesmo compondo no meio dessa comunidade, ainda na primeira geração. Com o passar do tempo eu acabei me expandindo para as outras áreas e o mesmo aconteceu com o Wowaka. Ambos deixamos aos poucos de fazer Vocaloid para fazer outras composições. Outro que fazia trabalhos com nós que também era dessa primeira geração era o hachi, que também seguiu esse mesmo caminho.
Isso porque desses dez anos pra cá, essa comunidade que era mais restrita a otakus ganhou uma fanbase cada vez mais global e ela surgiu numa época em que o youtube não era algo grande como é hoje. Agora tem fãs desde os mais assíduos até os casuais e ambos são igualmente importantes.
Eu cheguei a fazer alguns trabalhos com a produtora da Kizuna Ai e isso tem sido mesmo bem popular de uns dois anos para cá e muita gente tem se investido para trabalhar nesse ramo. Na minha opinião, vtubers como a Kizuna Ai são até parecidas com a Hatsune Miku, mas também não são a mesma coisa. Enquanto que pra mim Vocaloid funciona de um jeito fantástico como a Disney ou Pokemon, as vtubers me parecem algo mais como uma agência de talentos, porque há toda uma produção em volta daquela pessoa que está dublando aquela personagem. Acho que as pessoas percebem isso e não tratam as duas coisas como sendo o mesmo nicho.
Acho que o Japão ainda está um pouco atrasado nisso. Pra falar a verdade, ano passado eu dividi o palco com um DJ coreano, o Night Tempo numa turnê pelo Japão. Depois eu tive a oportunidade de encontrar com ele na Coreia e enquanto conversávamos, o Night Tempo comentou se o future funk estava na moda no Japão, só que nunca esteve. Agora, esses grandes nomes do city pop como Mariya Takeuchi e o Tatsuro Yamashita nunca deixaram de fazer sucesso no Japão; desde meu pai e minha mãe, todos conhecem esses nomes até hoje.
Entendi, quase como o nosso Roberto Carlos! *risos*
O SUCO mais uma vez agradece à equipe do Rio Matsuri pela oportunidade, ao All Dubing Group pela mediação e em especial à paciência e diligência de sua intérprete durante a conversa!
Foto de capa DJ Sunamori no Rio Matsuri 2020 / @fotobelga
O tão aguardado evento da Netflix, o TUDUM Festival, acontece entre os dias 25 e 28 de janero, em São Paulo, e contará com painéis com estrelas e bate-papos com personalidades da Internet.
No sábado de abertura (25), Larissa Manoela estará pertinho do público para falar de seu recente trabalho com a Netflix, o filme Modo Avião. Jottapê, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas também subirão ao palco principal para conversar sobre o sucesso da série Sintonia.
O domingo (26) promete divertir todo mundo com o painel de Whindersson Nunes. Na segunda (27), é a vez de Giovanna Ewbank subir ao palco para contar novidades sobre The Circle, reality show que ela apresenta para Netflix, e no último dia do festival (28) fecha a experiência dos fãs brasileiros com chave de ouro. O clima será de romance com os protagonistas de Para Todos os Garotos Que Já Amei, Noah Centineo e Lana Condor, que visitam o Brasil para divulgar a sequência do filme de sucesso. Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você será lançado em 12 de fevereiro.
No mesmo dia do TUDUM Festival, Maisa sobe ao palco com a escritora Thalita Rebouças para contar novidades sobre o primeiro de três filmes que vai estrelar para a Netflix, em primeira mão, para os fãs presentes no festival.
Data: de 25 a 28 de janeiro Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo – Fundação Bienal de São Paulo – Parque Ibirapuera Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3 – Vila Mariana, São Paulo – SP Entrada: Ingressos esgotados. Entrada sujeita à lotação. Transporte: A Netflix oferecerá transporte gratuito a partir das estações de metrô Paraíso (linhas Azul e Verde) e AACD-Servidor (linha Lilás):
O cantor e dublador Hiroki Takahashi que participava do Dragon Ball Symphonic Adventure em Madrid, acabou sofrendo um acidente enquanto cantava.
Takahasi, cantor original da versão japonesa do clássico Dragon Ball era a grande atração do show, mas em dado momento, o show precisou ser interrompido após o cantor cair do palco.
Due to a technical incident, the Dragon Ball concert last night in Madrid was interrupted during the encore as singer Hiroki Takahashi fell off the stage.
Hiroki is going well and will be able to get back to Japan shortly.#GenkidamaForHiroki@HIROKI241422pic.twitter.com/dcVKuatLzJ
As primeira informações diziam que Takahashi estava bem, apenas com algumas feridas nas mãos e no rosto, mas posteriormente, o jornas espanhol As confirmou que o cantor estava internado no hospital em estado grave, com grandes hematomas na cabeça e nos braços, mas que não corria risco de vida.
O Suco de Mangá deseja melhoras e uma rápida recuperação ao cantor.