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Começou a pré venda Ourocard da BGS 2020

bgs 2019 fortnite

Clientes Ourocard do Banco do Brasil já podem adquirir seus ingressos para a Brasil Game Show 2020. A maior feira de games da América Latina será realizada no Expo Center Norte entre os dias 8 e 12 de outubro em São Paulo.

Por que você deve conferir e já comprar? Além de ter a vantagem de garantir seu lugar, você tem valores incríveis, confira:

  • Meia Entrada individual: R$ 59.
  • Passaporte BGS (4 dias aberto ao publico): R$ 177.
  • Camarote BGS: R$1599 (6x no cartão de crédito).

Lembrando que o Camarote BGS dá acesso a um lounge exclusivo, área reservada na arena BGS Esports, open de energético e petiscos serviços de massagem e estética (barbearia e cabelereiro) e VIP no palco Arena e no Meet & Greet.

Os ingressos de pré-venda para clientes Ourocard Banco do Brasil estão disponíveis até o dia 27 de Fevereiro. Esse é o nosso mundo #BGS2020!

ADQUIRA JÁ SEUS INGRESSOS

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Warner não planeja mudar o título de Aves de Rapina no Brasil

aves de rapina

Depois de uma estreia com baixa bilheteria, a Warner Bros. mudou o nome do filme da DC nos Estados Unidos de “Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)”, para apenas “Harley Quinn: Birds of Prey”.

Já no Brasil, apesar de alguns sites e redes de cinemas brasileiros terem feito a mudança de “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” para “Arlequina em Aves de Rapina”, a Warner confirmou à redação do Nerdbunker que “o nome continua o mesmo e não há planos para alterar o título no Brasil”.

Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa, estrelado por Margot Robbie, estreou no dia 6 de fevereiro no Brasil.

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A Despedida (2019) | Review

a despedida the farewell

A China está provando ser grandiosa na sétima arte, e em plena temporada de premiação, se fez presente mais uma vez, A Despedida (The Farewell) trabalha a simplicidade familiar em tons de comédia com o drama de uma doença grave, utilizando de uma mentalidade triste e macabra que rodeia a família chinesa em questão, uma obra magnífica que explora todo um mundo desconhecido para alguns de uma forma divertida, além de uma aula de roteiro para os filmes modernos.

Uma comédia dramática que te conquista de alguma forma, isso porque o cômico não é o extrapolado ou piadas estereotipadas, servem apenas para acrescentar ao drama da doença da vovó, junto com todo o segredo que se passa por trás de algumas ideologias da família, e por mais escancarado que esteja em tela, algumas frases bem colocadas nos diálogos explicam para todos que não sacaram, sem ser algo dúbio.

A Despedida é algo maior do que se mostra e incrível do que se desenvolve, a ideologia de união de famílias chinesas não é algo impressionante para quem ama a própria família, mas se mostra brilhante pelos tempos de pessoas vazias e famílias destruídas por ideologia política, choque de gerações e muitos outros fatores banais, ou não, que resultou em um relacionamento desgastado entre os próprios familiares, o qual é outro detalhe trabalhado nesse filme.

Nossas Origens

Muitas vezes esquecemos de onde viemos, rejeitamos nossas origens e vivemos tão ocupados com nossos futuros, que deixamos o passado de lado, esquecemos de pessoas que estiveram conosco, o crescimento com nossos irmãos, a atenção dos nossos pais e avós e até uma infância vivida com os tios e primos, claro que nem todos esses elementos fizeram parte da vida de todos, mas algum deles foi o que te moldou para a vida, o que te faz pensar, qual foi a última vez que sua família se juntou? Sem ser ano novo ou natal? Ao pensar e ver a realidade, se mostra um choque tremendo, e A Despedida trabalha de forma sutil, isso porque não é o principal plot do filme.

A brincadeira com aqueles conflitos familiares de diferença de pensamento se mostra engraçado no início, mas escala para níveis mais dramáticos e até um pouco triste, eis que a genialidade da simplicidade e da diversão muda para a melancolia e reflexão, algo muito bem explorado no cinema asiático, não só o chinês como japonês, sul-coreano e entre outros consegue trabalhar a junção de gêneros e desenvolver o roteiro para que se transforme de um para o outro feito a mudança da lagarta para a borboleta, ambas têm uma beleza pessoal e uma personificação diferente, e mesmo assim ambas podem te encantar.

A simplicidade do filme está em forma de personagem, Nai Nai (Lu Hong) é o plot, o alívio cômico, às vezes a protagonista e praticamente o filme inteiro, isso não significa que os outros foram maus ou apagados, aliás pelo contrário, o elenco foi maravilhoso, acima da média, mas Nai Nai trás as raízes de volta a família chinesa que esqueceu quando se mudou para os EUA, ao mesmo tempo que as raízes são relembradas, velhos costumes são repetidos dentro daquela família a qual coloca em debate entre eles e para todos nós que estamos assistindo.

a despedida the farewell

Baseado em uma mentira contada

Como dito no início do filme: “Baseado em uma mentira contada”, essa idéia de não contar para Nai Nai que estava doente é algo grave, e no próprio filme mostra que isso é normal dentro da família, já foi feito com outros integrantes, caso tivessem sido tratados, estariam curados da doença? Será que algumas tradições não devem ser mudadas? A frase que inicia o filme é algo chocante após assistir A Despedida, e trás toda essa reflexão do pensamento tradicional para algumas ideologias dentro das famílias chinesas, por mais que eles têm um tipo de cultura lá, ela pode estar ultrapassada e precisa ser modificada, desconstruir esses padrões se mostra necessário quando o caso atinge não só o adoecido, mas todos da família.

A Despedida está sendo ignorada demais nas premiações, é apagada por sua simplicidade, mas têm com certeza um dos melhores roteiros da última temporada, até mais que todos que disputaram o Oscar de Melhor Filme, uma história linda e emocionante que ensina e educa a todas as idades, precisa servir de exemplo para pessoas vazias, e uma aula de produção para filmes ruins.

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Parasita, Coringa e mais: confira os vencedores do Oscar 2020

bong joon ho oscar 2020
No último domingo (9), a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas realizou a maior cerimônia da Indústria Cinematográfica, o Oscar 2020.

No último domingo (9), a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas realizou a maior cerimônia da Indústria Cinematográfica, o Oscar 2020. O maior vencedor da noite foi Parasita, com quatro estatuetas: Melhor Roteiro Original, Melhor Filme Internacional, Melhor Direção, para Bong Joon Ho, e Melhor Filme.

Outros filmes também tiveram seus méritos, como 1917 que levou três categorias: Melhores Efeitos Visuais, Melhor Mixagem de Som e Melhor Fotografia. Já Coringa, terminou a noite com dois prêmios: Melhor Ator, para Joaquin Phoenix, e Melhor Trilha Sonora Original, de Hildur Guðnadóttir. Veja abaixo a lista completa de vencedores:

MELHOR FILME

MELHOR ATOR

  • Antonio Banderas – Dor e Glória
  • Leonardo DiCaprio – Era Uma Vez Em… Hollywood
  • Adam Driver – História de um Casamento
  • Joaquin Phoenix – Coringa

  • Jonathan Price – Dois Papas

MELHOR ATRIZ

  • Cythia Erivo – Harriet
  • Scarlett Johansson – História de um Casamento
  • Saoirse Ronan – Adoráveis Mulheres
  • Charlize Theron – O Escândalo
  • Renée Zellweger – Judy: Muito Além do Arco-Íris

MELHOR ATOR COADJUVANTE

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

  • Kathy Bathes – O Caso Richard Jewell
  • Laura Dern – História de um Casamento

  • Scarlett Johansson – JoJo Rabbit
  • Florence Pugh – Adoráveis Mulheres
  • Margot Robbie – O Escândalo

MELHOR ANIMAÇÃO

MELHOR FIGURINO

MELHOR FOTOGRAFIA

MELHOR DIREÇÃO

  • Martin Scorsese – O Irlandês
  • Todd Phillips – Coringa
  • Sam Mendes – 1917
  • Quentin Tarantino – Era Uma Vez Em… Hollywood
  • Bong Joon Ho – Parasita

MELHOR DOCUMENTÁRIO

  • Indústria Americana

  • The Cave
  • Democracia em Vertigem
  • For Sama
  • Honeyland

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

  • In The Absence
  • Learning to Skateboard In a Warzone (If You’re A Girl)

  • Life Overtakes Me
  • St. Louis Superman
  • Walk Run Cha-Cha

MELHOR MONTAGEM

MELHOR FILME INTERNACIONAL

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM

  • O Escândalo

  • Coringa
  • Judy – Muito Além do Arco-Íris
  • Malévola – Dona do Mal
  • 1917

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

  • Coringa

  • Adoráveis Mulheres
  • História de um Casamento
  • 1917
  • Star Wars: A Ascensão Skywalker

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

  • Toy Story 4 – “I Can’t Let You Throw Yourself Away”
  • Rocketman – “(I’m Gonna) Love Me Again”

  • Superação: O Milagre da Fé – “I’m Standing With You”
  • Frozen II – “Into The Unknown”
  • Harriet – “Stand Up”

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

  • O Irlandês
  • JoJo Rabbit
  • 1917
  • Era Uma Vez Em… Hollywood

  • Parasita

MELHOR CURTA ANIMADO

  • DCERA (Daughter)
  • Hair Love

  • Kitbull
  • Memorable
  • Sister

MELHOR CURTA-METRAGEM

  • Brotherhood
  • Nefta Football Club
  • The Neighbors’ Window

  • Saria
  • A Sister

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

MELHOR MIXAGEM DE SOM

MELHORES EFEITOS VISUAIS

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

  • Steven Zaillian – O Irlandês
  • Taika Waititi – JoJo Rabbit

  • Todd Phillips e Scott Silver – Coringa
  • Greta Gerwig – Adoráveis Mulheres
  • Anthony McCarten – Dois Papas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

  • Rian Johnson – Entre Facas e Segredos
  • Noah Baumbach – História de um Casamento
  • Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns – 1917
  • Quentin Tarantino – Era Uma Vez Em… Hollywood
  • Bong Joon Ho e Han Jin Won – Parasita

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Meu Amigo Totoro | Review

meu amigo totoro

Mesmo que você nunca tenha assistido Meu Amigo Totoro é muito possível que você reconheça esse nome, seja pela popularidade do longa como um ícone das animações japonesas e uma das pérolas do gênio Hayao Miyazaki, ou então pela quantidade de itens que utilizam o imenso ogro/troll peludo como estampa.

Porém, agora com os filmes do Studio Ghibli disponíveis na Netflix, não há mais desculpa para você não ver essa joia, que carrega toda uma mitologia por excelentes razões: o filme não é bom, é genial.

A Vida no Campo

Lançado em 1988 o filme conta as aventuras de duas filhas, e seu pai, após se mudarem para uma área rural. Com a mãe hospitalizada, as duas meninas estão acostumadas a cuidar de si mesmas, principalmente Satsuki – a mais velha – que serve de figura materna e feminina para Mei.

Sua nova casa, que o vizinho afirma ser assombrada, desde o início se mostra ser lar de criaturas misteriosas e fantásticas. Mei, em uma expedição pelo quintal (que é rodeado por uma imensa floresta) acaba entrando em um túnel de árvores e caindo no esconderijo de uma criatura imensa, peluda e gentil: Totoro.

Não demora muito para que Satsuki também conheça o gigante, e as duas agora vivem aventuras incríveis, mágicas e fantásticas com seu novo companheiro, e as outras criaturas que o orbitam.

meu amigo totoro

Desenvolvimento

O filme é todo maravilhoso. A animação é linda, o roteiro é muito bem escrito, a trilha sonora encanta, e os detalhes do cenário garantem uma realidade que nenhum CGI moderno tem como competir. Meu amigo Totoro é uma obra de arte, uma que todos deveriam conhecer (sejam crianças ou adultos).

Uma coisa que eu gosto bastante nos filmes de Miyazaki é que grande parte deles não tem um “antagonista”, ou seja, um vilão. A trama das duas garotas se desenrola nos próprios problemas de família, sentimentos e amadurecimento, e é justamente isso que o torna tão sentimental e palpável.

meu amigo totoro

Uma viagem mágica inesquecível

É comum que, ao assistir o longa, você veja grandes semelhanças ao clássico Alice no País das Maravilhas. A viagem mágica em um reino fantástico das jovens, que foge a percepção e conhecimento dos adultos, ao mesmo tempo que brinca com a mitologia japonesa, em um período pós-guerra rural.

Meu Amigo Totoro faz jus a todos os elogios e amor mundial que ele carrega. Não perca a oportunidade para ver, sozinho, com a família ou amigos.

ASSISTA AGORA NA NETFLIX

 

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Os Miseráveis | Review

Os-Miseráveis

O Palma de Ouro foi para o filme Parasita, não foi dessa vez que o Brasil levou, mas o filme sul-coreano é merecedor, pois esse prêmio foi um dos mais disputados, além de Bacurau e Parasita, a França se fez presente na premiação como sempre, Os Miseráveis explora a periferia, a classe baixa envolvendo policiais corruptos, civis se rebelando e líderes de comunidade em conflito, uma bela trama que rendeu duas indicações para o Oscar 2020, um possível azarão nas premiações que entrega uma maravilhosa obra já explorada em muitos outros países.

Ladj Li, conhecido como o Spike Lee francês, aposta em uma versão atual do livro Os Miseráveis de Victor Hugo, mas adaptado de uma forma bem mais realista, a visão do diretor conseguiu trabalhar uma trama bem nível policial, beirando um Cidade de Deus com toques de Tropa de Elite, em tom cult que europeu que sabe fazer bem, ou que não consegue desvincular de tal perfil. Uma história que consegue trabalhar todos os elementos do gênero policial, consegue te divertir e arrancar suspiros de um bom roteiro, porém não é nada inovador, logo seu marco é estampar a periferia e desmentir o quão glamuroso é a França.

Tentar impressionar o mundo com o perigo que é a periferia da França é uma missão fracassada para nós brasileiros, pois o maior exemplo é o quanto o Rio de Janeiro é idolatrado como cidade maravilhosa, é lógico que as praias e toda beleza do estado carioca é de causar inveja a muitos outros lugares do mundo e atrai muitos turistas de fora do país, porque os turistas daqui de dentro passam longe do quanto perigoso e sem controle se tornou o estado do Rio,a muito tempo é o principal foco de muitos filmes e séries nacionais devido sua violência e terra sem lei que se tornou, ou seja, Os Miseráveis é um filme fantástico, mas não consegue superar as produções brasileiras no quesito de estampar a realidade de um lugar glamourizado, ou pode até chamar de cópia, mas seria um rótulo injusto, pois não foi a primeira e nem será a última vez que essa realidade será estampada nas grandes telas.

A Academia e boa parte da crítica defende esse tipo de cenário, e aliás vale a pena ser explorado, a tempos que o cinema de cada lugar explora a classe baixa de seu respectivo país, como já dito, é o caso do Cidade de Deus, contudo por se tratar de várias culturas diferentes, pode-se esperar qualquer coisa do filme, seja ela boa ou ruim. Em Os Miseráveis os moradores caem para barbárie após tanto abuso de poder dos policiais, tanto que sobra até para o líder da comunidade, mas por outro lado o policial novato tem um ataque de impulsão e iniciativa que ele não têm no início do filme, mas porque o próprio também não aguenta esse tipo de abuso de poder, em paralelo, o abuso de poder dos policiais é justificável, por mais errado que seja, ele têm um motivo, cada detalhe é bem amarrado e explicado, sem parecer algo muito mastigado e longe de apresentar grandes furos de roteiro, mesmo esses sendo notado, não atrapalha a experiência que esse filme nos trás para quem estiver assistindo.

É mais um filme como muitos outros sobre periferia e seus vários conflitos bairristas, não é ruim, mas não impacta, principalmente para os brasileiros, que estão acostumados a problemas maiores que são sempre explorados em filmes nacionais, ainda sim, não apaga o brilhantismo e a bela narrativa de Os Miseráveis, que pode ser uma grande obra de Ladj Li, mas passará desapercebido nas premiações.

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Um Lindo Dia na Vizinhança | Review

um lindo dia na vizinhança

O ano de 2020 é o grand finale dos anos dez do século XXI, e quanto mais o tempo passa, mais nomes novos surgem entre atrizes e atores em Hollywood, diretores da nova geração que alcançam o sucesso ou precisam apagar o passado de uma produção fracassada, mas quando nomes conhecidos da velha geração voltam para as telas, o saudosismo dos nascidos na década de noventa e anteriores chega a gritar, se isso acontece com qualquer nome conhecido, imagina quando temos Tom Hanks de volta?

Nosso querido Forest volta para os cinemas fazendo o que faz de melhor, dar show em atuação, e Um Lindo Dia na Vizinhança sai de um filme lindo e se torna uma aula de empatia e respeito, se colocando entre as grandes produções concorrentes ao Oscar e uma produção memorável para todos nós espectadores.

Inspirações

O filme se inspira no programa infantil “Misters Rodgers’ Neighborhood”, e nosso querido Tom Hanks faz o papel de Fred Rodgers, falecido no ano de 2003, o filme não só presta uma bela homenagem ao apresentador como explora a personalidade do mesmo, algo que se mostra raro hoje em dia nas pessoas.

Para muitos pode parecer até que ele seja um bobão, alguém infantil demais, mas vivido por um dos melhores atores de Hollywood se mostra um ser humano bondoso e atencioso, que não aparenta ser sempre feliz, e sim alguém simples e normal, contrastando até demais que o protagonista Lloyd Vogel (Matthew Rhys), trazendo uma pessoa amargurada, triste, enraivecida com os pais e preocupada demais com esposa e filho, o qual passa dos limites de protetor, se pressionando demais com o bem estar de todo mundo, se colocando em último lugar e cada vez mais se tornando uma pessoa infeliz, como melhorar a vida de uma pessoa fechada assim? Esse é um trabalho para Fred Rodgers.

Aprendizagem

Essa dupla em cena mostra o quanto temos que aprender com cada um, o que pode nos transformar em pessoas tristes com a vida e sempre cabisbaixas, beirando a depressão, isso começa de uma maneira, mas o que faz nos tornarmos assim?

Esse é Lloyd Banks, e quando confrontado com alguém completamente polarizado dele, se vê o quão diferente é a visão sobre a vida para os outros, um nível de felicidade que só mostra tão extraordinária que chega a ser questionada, o porquê de tanta felicidade? No fundo dessa pergunta, se mostra algo mais simples que o comum, para alguns se mostra até monótono, mas não para que se vive de forma simples,às vezes esperamos demais de algum emprego, alguma pessoa ou alguma comida, sendo que ela era algo fora do extraordinário, é só um bom emprego, uma pessoa legal, uma comida gostosa, esses que te trarão um bom dinheiro no final do mês, uma boa companhia um pequeno momento de prazer, esse é Fred Rodgers, uma de muitas lições aprendidas têm haver com isso, as expectativas são muito altas para coisas simples, se quer saber, isso resume muito o fã moderno.

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Uma cinebiografia?

Um roteiro que se divide entre cinebiografia e uma história nova, porém se mantém em algo sem impacto, ao invés disso, temos algo acolhedor, gostoso de assistir, aquele tipo de filme que se assiste debaixo da coberta e um chocolate quentinho ou que vá para o cinema sem saber o que assistir, esse é o tipo do filme que todo mundo gosta sem saber do que se trata, e coloque um adendo que fortalece o filme, a presença de Tom Hanks.

Contudo a simplicidade engana, ele se mostra algo maior, um roteiro mais fechado, sem barrigas ou momentos que gerem cenas avulsas, e com certeza muitos vão se colocar no lugar de Lloyd, todos conhecem esse tipo de gente, talvez seja você mesmo, não se sabe, mas ao assistir Um Lindo Dia na Vizinhança, perceberá algumas relações com a atualidade, a qual possa se tornar uma lição de vida, um filme maravilhoso para se ter na memória.

Sobre simplicidade e empatia

Esse filme têm grande competitividade nas premiações, mas o Globo de Ouro lembrou de Tom Hanks, o homenageando com o prêmio Cemil B. DeMille, o mesmo se emocionou ao receber o prêmio de Charlize Theron, atriz a qual ele mesmo lançou em Hollywood.

O legado de Tom Hanks já fala por si só, e hoje em dia ele se mostra no mesmo nível de talento de anos atrás, tão brilhante que ofuscou boa parte do elenco e rouba bastante a cena, quer queira ou não, é um nome forte de Hollywood e só a presença se mostra maior que o próprio filme, se tornando um certo problema, pois em alguns momentos o filme empobrece em história e se mostra sem sal no roteiro, podemos falar que a grandiosidade de Tom Hanks é maior que os outros ou o elenco foi bem, porém nivelado por baixo?

A única certeza é que Um Lindo Dia na Vizinhança é um filme maravilhoso que nos ensina muito de simplicidade que esquecemos, a falta de empatia e educação ao próximo é ofuscada pela amargura e tristeza de todos nós, uma lição de vida que só enriquece com nosso velho e bom Tom Hanks, que a muito tempo ficou fora das telonas, e está de volta para nossa felicidade e saudosismo.

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Nostalgia | Relembre as obras de Kirk Douglas

kirk douglas

Morreu aos 103 anos o ator e cineasta americano, Kirk Douglas. Conhecido majoritariamente por seu trabalho em “Spartacus” (1960), o ator fazia parte da velha Hollywood – cujo atores deram nome a grandes clássicos do cinema.

Em homenagem a ele, o Suco preparou indicações de filmes com suas marcantes atuações. Dê uma olhada:

Spartacus (1960)

kirk douglas spartacus

Fazendo jus ao nome, Spartacus é um dos trabalhos mais conhecido do ator. A trama conta a história de um escravo que sonha em ser um homem livre, até que um treinador de gladiadores o compra e vê potencial no rapaz. Spartacus cria aqui uma espécie de revolução contra o sistema, ao se recusar a matar um adversário.

20.000 Léguas Submarinas (1954)

Este é, provavelmente, o motivo de existirem filmes que exploração ou viagens à lugares inesperados. 20.000 Léguas Submarinas é um clássico que conta a história de uma tripulação composta por um cientista, um professor e um baleeiro profissional. Navegando em águas profundas, o elenco encontra um “monstro” no fundo do mar. Interessante, não?

Sede de Viver (1956)

kirk douglas van gogh

Em 1877, o pintor holandês Vincent Van Gogh vive uma vida instável emocionalmente, ele sofre para encontrar seu estilo, que é rejeitado por boa parte da elite artística de Paris. O filme é uma reflexão sobre a passagem da vida e conhecimento interior. Embora aparente ser um tema piegas, o longa é inspirador.

O Suco de Mangá presta suas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e fãs de Kirk Douglas.

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