O protagonista de Love Alarm, Song Kang, foi escalado para a nova série original da Netflix com a produtora coreana StudioDragon, Sweet Home, baseado no webtoon de terror e suspense de mesmo nome escrito por Carnby Kim e ilustrado por Hwang Young Chan.
Ainda sem mais informações sobre a produção da Netflix, leia a sinopse oficial do webtoon “Depois de uma inesperada tragedia familiar, um estudande recluso do ensino médio é forcado a deixar sua casa e encarar uma coisa muito mais assustadora: Uma realidade onde monstros estão tentando acabar com a humanidade. Agora ele precisa se juntos com outros herois para tentar salvar o mundo antes que seja tarde demais.”
Song Kang, que foi o protagonista de Love Alarm também irá protagonizar essa nova série junto com o ator Lee Do Hyun que trabalhou em Hotel Del Luna e agora está estrelando o kdrama 18 Again. Além dos dois atores, Park Gyu Young(It’s Okay to Not Be Okay), também já está confirmada no elenco.
A série que vai ser dirigida por Lee Eung Bok(Mr. Sunshine), terá inicialmente 10 episódios de uma hora e está planejada para estrear em 2021.
A Netflix em parceria com a produtora Mystic Story irá lançar uma nova série de sitcom com título não oficial I Wish the World Would End Tomorrow. Ainda não foi divulgada a data de lançamento ou a sinopse oficial, mas já sabemos que os protagonistas serão jovens de diversas nacionalidades que vivem juntos em no dormitório da universidade de Seoul.
A série vai ser dirigida por Kwon Ik Joon(Three Guys and Three Girls), mas alguns episódios serão dirigidos por Kim Jung Sik(High Kick!), com roteiro de Seo Eun Jung (New Nonstop) e Baek Ji Hyun (Classic Nonstop). No elenco já estão confirmados diversos nomes famosos com o modelo e ator afro-asiático Han Hyun Min, o k-idol Youngjae do grupo GOT7 e a k-idol Minnie do grupo (G)I-DLE.
Em publicação postada na página oficial do Presidente Jair Bolsonaro em 26 de outubro, o atual presidente da república anunciou a redução do IPI (Imposto sobre produtos industrializados) para videogames e acessórios.
A redução, que será publicada amanhã (27) no Diário Oficial da União (veículo pelo qual são divulgadas as implementações e decisões tomadas pelo governo federal brasileiro), contará com as seguintes medidas:
Redução de 10% nas taxas de imposto para consoles e máquinas de jogos (Taxa de 40% reduzida para 30%).
Redução de 10% nas taxas de acessórios de consoles e de máquinas de vídeo que possuem imagens reproduzidas em uma tela (Taxa de 32% reduzida para 22%).
Redução de 10% nas taxas de videogames com tela incorporada – portáteis ou não (Redução de 16% para 06%)
A medida reduz a porcentagem de um dos impostos aplicados nos videogames, no caso, o IPI – um tributo federal aplicado em qualquer aparelho industrializado vendido no Brasil. É importante reforçar que, ainda assim, outros impostos incidem sobre os aparelhos.
Um dos jogos mais aguardados do ano, Watch Dogs: Legion, chega nesta sexta (29) pela Ubisoft. O terceiro jogo da franquia chega com suporte à tecnologia aceleradora de hardware DirectX Raytracing do Xbox Series X e será totalmente compatível com ray-tracing nos PC equipados com a RTX da NVIDIA.
Desenvolvido sobre os conceitos da nova geração de consoles, Watch Dogs: Legion introduz o recurso “Play As Anyone”, uma inovação de gameplay criada pela Ubisoft Toronto que permite aos jogadores escolherem qualquer personagem espalhado pela cidade de Londres para ser controlado e fazer parte da Resistência. Cada pessoa espalhada pelo mapa do jogo tem suas próprias habilidades, personalidade e história, e pode oferecer ao gamer uma experiência única.
Confira o trailer de história abaixo:
Sobre: Em Watch Dogs: Legion, Londres está enfrentando seu pior momento. Em meio à crescente inquietação de uma cidade tomada pelo caos, uma entidade misteriosa conhecida como Zero-Day arma para que a resistência secreta underground DedSec seja acusada de realizar bombardeios coordenados em diversas partes de Londres. Neste cenário, criminosos oportunistas de todos os cantos da cidade tomam o controle do local e preenchem o vazio deixado pelos governantes derrotados. Como membros da Resistência DedSec, os jogadores enfrentarão sádicos, mercenários e cibercriminosos, entre outros inimigos, e precisarão estar prontos para diversas situações, além de recrutar novos companheiros na luta pela liberdade de Londres e para desvendar os segredos por trás do Zero-Day.
Liderado pela equipe da Ubisoft Toronto, Watch Dogs: Legion será lançado em 29 de outubro para Xbox One, PlayStation 4, Stadia e PC (via Epic Games e Uplay). O jogo também chega para Xbox Serie X|S em 10 de novembro e recebe versão digital para PlayStation 5 em 12 de novembro, junto com a chegada dos consoles. Já a versão física de Watch Dogs: Legion para PS5 será vendida a partir de 24 de novembro.
Para maiores informações, acesse o SITE OFICIAL do jogo.
Na última quinta (22), a Conrad lançou o e-book Sigrid, o primeiro volume (de quatro no total) da Saga de Valhalla. O livro foi escrito pela correspondente de guerra Johanna Hildebrant e tem na ambientação do século X a história de Sigrid, a Orgulhosa, uma das mulheres mais poderosas e lendárias da Escandinávia.
“Gostei de Sigrid de cara por sua vibemeio Guerra dos Tronos e meio Vikings. Mas o que me ganhou mesmo foi poder descobrir mais da complexidade da sociedade e da cultura do povo viking. A Johanne (Hildebrandt) tem uma capacidade incrível de descrever as cenas e costumes do povo viking. Quem gosta de fantasias históricas, como eu, vai adorar Sigrid.”, disse Cassius Medauar, publisher da Conrad.
A jovem Sigrid é uma filha de nobres que está destinada a ser mãe do rei das terras nórdicas que se tornaram a Suécia, Noruega, Dinamarca e Inglaterra. Ela é visitada frequentemente pela deusa Freya em seus sonhos, que confirma o importante papel da jovem no destino escandinavo. Devota, Sigrid precisará utilizar todos os seus artifícios para superar o complicado jogo político entre líderes nórdicos para garantir não apenas o futuro de seu clã, mas de seu filho.
Hoje vamos com um REVIEWde um game recentemente lançado pela PQube Games e desenvolvido pela Mages, com DanMachi: Infinite Combate (ou Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon? – Infinite Combate).
A versão que acabei jogando foi para Nintendo Switch, porém o game é multiplataforma e também está disponível para PC (Steam), PlayStation 4 e até mesmo para PlayStation Vita. Disponível no Japão desde 2019, o game só chegou em agosto deste ano em terras ocidentais. Sem mais delongas, vamos ao que interessa!
Visual Novel ou RPG?
Seguindo a mesma história das light novel de Fujino Omori, DanMachi: Infinite Combate tem um apelo gráfico muito próximo dos designs apresentados nas mídias impressas e dos animes, o que garante uma boa receptividade e identificação para os fãs da franquia.
Como um híbrido entre Visual Novel e RPG, o game traz basicamente o roteiro adaptado das light novel/anime para o universo digital e com isso, é muito próximo do que já vimos anteriormente com o universo da obra. Nenhuma novidade aos consumidores enfáticos de Bell e companhia.
Na questão RPG, temos aquele sistema de Cidade <> Dungeon, ou seja: farmamos em calabouços e ajustamos a equipe na cidade – além de desenvolvermos o roleplay com as personagens disponíveis.
O sistema de RPG é padrão e já visto em muitos outros jogos; não há nenhuma novidade aqui – e nem demérito. É até simpático e dá vontade de upar os personagens, apesar do Nível de Mundo e Monstros serem extremamente fáceis de matar. Vale lembrar: nas dungeons, apesar de termos uma ficha de personagem clássica, o sistema é Action, com botões de golpes fraco, forte e especial.
Com isso, na ideia temos uma boa mescla em Infinite Combate. Sim e Não. Primeiro que temos um aspecto de Visual Novel que pode não agradar muita gente – pelo menos aqui no Ocidente – já que em teoria, somos mais ávidos para Ação nos RPGs. Outro fator é de que não há surpresas dentro do jogo, e muito menos para quem já acompanha a franquia.
Seu desejo é JOGAR O ANIME?
Se for SIM, então o jogo pode de fato te agradar – pelo menos na questão Visual Novel. Caso tenha caído de para-quedas na franquia e tenha buscado um RPG, você terá uma grande decepção.
Se de um lado temos a Ficha de Personagem charmosa e visuais encantadores na Cidade, quando o jogo passa para a Dungeon, a decepção toma conta. Sem muita variedade, as missões seguem o plot “elimine x monstro”, “encontre tal item”, sendo que no caso deste último aspecto, não há nenhuma dificuldade: os cenários são monótonos, vazios e com zero interação. Na verdade, você começa a torcer para voltar a cidade o quanto antes…
A dificuldade começa a aparecer no Mid e Lategame, onde a compra de suprimentos começa a ser definitiva para sua exploração na Dungeon. Caso seus recursos – como poções – acabe, você terá apuros para derrotar os monstros locais.
Outro aspecto singular: não importa o quanto você “grinde” no jogo; seu personagem evoluirá apenas caso você passe de Capítulo e dê sequência nas histórias. Isso dá ainda mais a sensação de que as Dungeons estão ali por estar e cumprir a tabela de desenvolvimento. Sem nenhum capricho aqui.
Jogue como uma Visual Novel
Jogue como uma Visual Novel. Esta foi a “chave” que tive de virar em meu cérebro para encarar mais do jogo e conseguir completá-lo em pouco mais de 10 horas de jogatina. Seja com a família de Hestia, Freya ou Loki, a diversão narrativa é gratificante e até conta com animações bacanas para seu entretenimento.
Quando você passa a encarar Infinite Combate como uma Visual Novel e deixa o combate infinito e repetitivo de lado, o jogo de fato começa a tomar forma e dá até um gás para você querer ver o anime de novo – ou te atualizar para a nova temporada que estreou este ano.
Gosto das perspectivas que o jogo trás, algo um tanto que inédito – para quem acompanhou o anime – apesar de que os caminhos se cruzem inevitavelmente, mas é um dos poucos fatores que te fazem seguir em frente. Em resumo, DanMachi: Infinite Combate traz um RPG banal, uma Visual Novel interessante para quem nunca acompanhou a franquia e despretensioso para os demais jogadores.
Se você já assistiu o kdrama W – Two Worlds (2016) da MBC TV deve se lembrar do livro que Kang Cheol(Lee Jong Suk) eOh Yeon Joo(Han Hyo Joo) leem juntos, caso não se lembre assista abaixo.
O livro chamado Love Is (Tradução literal: O amor é) foi escrito pela ilustradora coreana Park Dami (Puuung). Ela decidiu fazer um desenho por dia sobre pequenos gestos de amor e isso acabou formando a série de livros Love Is. Cada ilustração traz junto uma frase diferentes com poucas palavras, mas que transmitem os sentimentos por ela desenhados.
O livro foi publicado aqui no Brasil pela editora Rocco com o título Love Is – Ilustrações sobre o amor e se encontra em promoção na Amazon por R$32,32, leia a sinopse do livro: “Desde que o mundo é mundo, muito se celebra os grandes atos de amor. Na literatura, então… Poderíamos encher uma biblioteca inteira só com livros sobre heróis e heroínas, fictícios e reais, que enfrentaram a fúria de homens e deuses por amor, ou desafiaram nações inteiras para amar quem bem entendessem, ou mesmo, que deram a própria vida por amor ao próximo. Mas o que dizer sobre as pequenas demonstrações de amor, como passar uma manhã preguiçosa sob as cobertas com a pessoa amada, ou andar de mãos dadas em uma tarde de primavera, ou cuidar do objeto de afeição enquanto ele (ou ela) luta contra uma forte gripe? ‘
Tendo estreado no dia 16 de outubro, Demon Slayer the Movie: Mugen Train já virou um enorme sucesso de bilheteria. No seu primeiro dia de exibição lotou salas desde as 7 horas da manhã e foi transmitido mais de 40 vezes em alguns cinemas.
Além de ter se tornado a maior estreia da história do Japão, o filme continua quebrando recordes. Completando apenas duas semanas desde que foi exibido, Demon Slayer the Movie arrecadou mais de 10,7 bilhões de ienes (aproximadamente 579 milhões de reais e 102,5 milhões de dólares). Quem mantinha esse recorde anteriormente era A Viagem de Chihiro, alcançando 10 bilhões de ienes em 25 dias de exibição, enquanto Demon Slayer ultrapassou esse marco em apenas 10 dias.
Apesar de serem impressionantes, os números não são totalmente inesperados, considerando o enorme sucesso que o anime obteve desde seu lançamento em 2019. A série possui 26 episódios que adaptaram até o capítulo 53 do mangá. O filme Mugen Train retrata o arco seguinte da história.
Sinopse do anime:
Japão, era Taisho. Tanjiro, um bondoso jovem que ganha a vida vendendo carvão, descobre que sua família foi massacrada por um demônio. E pra piorar, Nezuko, sua irmã mais nova e única sobrevivente, também foi transformada num demônio. Arrasado com esta sombria realidade, Tanjiro decide se tornar um matador de demônios para fazer sua irmã voltar a ser humana, e para matar o demônio que matou sua família. Um triste conto sobre dois irmãos, onde os destinos dos humanos e dos demônios se entrelaçam, começa agora.