A equipe da 1C Entertainment e da Koch Media aproveitou para dar mais detalhes do jogo de fantasia medieval King’s Bounty II. Para você que não conhece o jogo, a franquia uma experiência de RPG com batalhas táticas com alto grau de realismo e fantasia medieval.
No novo vídeo de perguntas e respostas de sete minutos, os desenvolvedores de King Bounty II detalham quais raças e monstros os jogadores irão liderar ou enfrentar na batalha, diferenças importantes entre unidades, opções de personalização, conexões com jogos anteriores da série e muito mais. Veja abaixo:
Além disso você tem a oportunidade de explorar o mundo de Antara e definir sua própria história. Com ampla variedade de detalhes táticos como geografia e esquadrões você deve escolher o melhor para seu sucesso.
Contando com três personagens com histórias que mostram sua própria personalidade, você terá uma visão de como decisões são importantes. Cuidado que a horda dos horrores estão aparecendo e atacando!
King’s Bounty II estará disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch! Fique atento para não perder os detalhes desse jogo, confira o trailer de perguntas e respostas para a comunidade aqui (ligue a legenda SucoGamer !), e para mais detalhes confira o site oficial de King’s Bounty II.
Beastars é o mangá escrito e ilustrado pela Paru Itagaki, mesma autora de obras como Parno Graffiti e Shirohige to Boing.
Esse shounen mistura drama, slice of life e suspense. A obra foi publicada em 2016 pela Akita Shoten e finalizada em 2020 com 22 volumes.
A editora Panini trouxe a obra para o Brasil em maio de 2019, com periodicidade bimestral. Atualmente está no volume 12. A previsão de término é em setembro de 2022, se não mudar a periodicidade.
Em 2019 recebeu uma adaptação para anime, produzida pela Orange Studios. Esse estúdio foi responsável por Houseki no Kuni e Black Bullet. A segunda temporada começou a ser transmitida no dia 7 de janeiro de 2021. Você pode conferir a primeira temporada e, em breve, a segunda, na Netflix.
Altos e baixos da juventude
Nesta obra de animais antropomórficos, acompanhamos os jovens estudantes da Cherryton. Aqui, carnívoros e herbívoros vivem juntos, buscando sempre harmonia e respeito entre si. Mas, assim como na nossa realidade, isso nem sempre acontece.
Legoshi, membro do Clube de Teatro da escola, é um lobo cinzento com uma aparência considerada assustadora. Apesar de seu exterior, por dentro ele tem um coração doce, gentil e muito amável. É introspectivo, mas se preocupa com o próximo.
A trama gira em torno de Legoshi e seus colegas, que enfrentarão situações difíceis para atingir seus sonhos e metas. Mas todos têm um objetivo em comum: superar os altos e baixos da juventude.
Beastars e suas camadas
Se você procura um slice of life comum, então Beastars não é para você. Por mais que a trama não seja super complexa, ela possui camadas que vão se descascando conforme lemos a história.
Somente no primeiro volume já dá para sentir que vai muito além daquele conhecido drama adolescente. Aborda questões como preconceito, viver em sociedade, medo e desconfiança e até a morte.
Os personagens criados por Paru te cativam no primeiro instante. Legoshi representa muitos jovens, principalmente na dificuldade de se expressar do jeito que gostaria.
Todos os personagens que aparecem demonstram algum medo, problema e até seu objetivo na vida escolar. Provavelmente serão descascados e melhor trabalhados ao longo dos volumes.
A luta dos instintos, tanto do caçador quanto da presa, é muito bem abordada de início. Com certeza será algo que perpetuará pela obra, nos trazendo diversos questionamentos.
Como em um único volume Paru conseguiu abordar tantos assuntos, dilemas, nos ensinar lições, tudo sem perder o foco e mantendo a qualidade?
A obra já se mostra promissora, terminando com um gancho irresistível para o próximo volume. Não é atoa que virou um sucesso (mundial?).
Além de uma história muito bem elaborada, o traço de Paru chama a atenção. Em alguns momentos parece o trabalho bruto, o rascunho, em outros ganha mais detalhes e profundidade. Seu traço vai navegando pelos acontecimentos da história, dando o peso ideal para cada cena. É realmente uma combinação perfeita entre ilustração e história.
Como ficou a edição da Panini?
Por engano, comprei uma edição em inglês de Beastars. Mas isso me permitiu notar o excelente trabalho da editora Panini no acabamento. Já era fácil de perceber, mas a comparação tornou isso ainda mais evidente.
Começando pela capa. Foi feita com papel cartão, bastante resistente, e ainda vem com orelhas, como um livro mesmo. As ilustrações seguem a versão japonesa, apenas adaptando para o país.
Já o miolo é feito com papel offwhite, garantindo uma leitura agradável e qualidade elevada para sua coleção.
Com certeza é uma edição que vale a pena ter na estante.
Vale a pena colecionar o mangá de Beastars?
Já rasguei elogios para a obra e ainda há muito para se falar. Beastars é uma das melhores obras escolares publicadas atualmente (na minha opinião), trabalhando de forma inteligente e criativa, temas já abordados anteriormente.
O mangá vai te agradar de início, tornando impossível não ficar curioso pelas sequências. Eu mesma já estou ansiosa para ler os próximos volumes e descobrir os detalhes desse universo que Paru criou.
Infelizmente é mais uma obra da Panini que sofre com esgotamento, mas já houve reposição e, pelo sucesso, não é de se duvidar que volte aos estoques.
Beastars é um mangá necessário e extremamente divertido de ler. Pegue sem medo!
A BioWare, estúdio da Electronic Arts, revelou hoje que Mass Effect Legendary Edition será lançado mundialmente no dia 14 de maio para PC via Origin e Steam, PlayStation 4 e Xbox One com compatibilidade futura para PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Mass Effect Legendary Edition apresenta o jogo base e mais de 40 conteúdos para download (DLCs) de história, pacote de armas e armaduras de Mass Effect, Mass Effect 2 e Mass Effect 3 e permitirá aos jogadores e jogadoras reviver a lenda de Comandante Shepard em 4K Ultra HD com HDR.
Veja o trailer abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=d41_ikYD8dc
“Foi uma jornada incrível revisitar as histórias, personagens e momentos icônicos da trilogia de Mass Effect, aprimorando a experiência para plataformas modernas sem perder a fidelidade ao espírito da história original”, disse Mac Walters, Diretor de Projeto de Mass Effect™ Legendary Edition e principal escritor da trilogia original da BioWare. “Remasterizar um jogo já é um grande desafio, imagine então três jogos. No total, são mais de 100 horas de jogo, mas queríamos fazer isso para os nossos fãs, assim como para uma nova geração de jogadores e jogadoras que desejam jogar a história icônica de Shepard”.
Além de uma experiência gráfica remasterizada e visual aprimorada, o jogo também incluirá interfaces e UI atualizadas. Além disso, o combate e a exploração são modernizados por meio de mira aprimorada, controles e comportamento do esquadrão, controle do Mako e câmeras.
O Mass Effect Legendary Edition apresenta opções de criação de personagem unificadas (que persistem em todos os três títulos) e é completo com uma seleção aprimorada e expandida de opções de cabelo, maquiagem e tons de pele. A icônica aparência feminina de Shepard no Mass Effect 3 agora está disponível como padrão na criação de personagem em todos os três jogos, adicionando ainda mais a experiência unificada em toda a trilogia.
Mass Effect Legendary Edition é classificado como 16 anos pelo Sistema de Classificação Indicativa do Ministério da Justiça do Brasil e está disponível agora para reserva no PC via Origin e Steam, PlayStation 4 e Xbox One com compatibilidade futura no PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Coffee Stain Publishing e Iron Gate Studio acabam de disponibilizar no Acesso Antecipado Steam o jogo Valheim! Para quem busca um game cooperativo de exploração com doses de exploração em um vasto mapa na temática Viking, esta pode ser sua pedida!
Confira o trailer abaixo:
O gameplay cooperativo de Valheim atualmente permite até 10 jogadores, mas é melhor aproveitado com 3 a 5 jogadores. Um foco importante do período de acesso antecipado é estabelecer ainda mais o número perfeito de colonos Viking.
Sobre o BETA:
A fase beta de testes de Valheim ocorreu em parte durante a antiga celebração Nórdica de Dísablót, ou “O Sacrifício para o Disir”. Então, sacrifícios ritualísticos e banquetes poderosos aconteciam para homenagear as divindades e espíritos femininos, como as Valquírias, na esperança de que isso garantisse uma colheita abundante. No mesmo espírito de celebração, todos os Vikings que se inscreveram para sacrificar suas vidas durante o período de testes beta, serão em breve recompensados pela Iron Gate Studio com itens exclusivos, que incluem a capa, capuz e o chifre de Odin.
Valheim está disponível agora por R$ 37,99 no Acesso Antecipado Steam para PC (Windows e Linux) e conta com Interface e Legendas em Português Brasileiro.
Em uma nota para a imprensa, a DC anunciou o plano de colaborar com sete das mais renomadas bandas de metal para Dark Nights: Death Metal – Band Edition.
Trazendo o heavy metal de vários gêneros e gerações, cada edição especial contará com uma capa destacando uma banda de metal diferente, uma introdução da banda e entrevista exclusiva. A programação inclui:
Edição #1:
Banda: Megadeth
Artista: Juanjo Guarnido
Edição #2:
Banda: Ghost
Artista: Werther Dell’ Edera
Edição #3:
Banda: Lacuna Coil
Artista: Timpano / Antonio Fuso
Edição #4:
Banda: Opeth
Artista: Mathieu Lauffray
Edição #5:
Banda: Sepultura
Artistas: Albuquerque (Cores: Maiolo) / Pedro Mauro (Cores: Maiolo)
Edição #6:
Banda: Dream Theater
Artista: Santi Casas
Edição #7:
Banda: Ozzy Osbourne
Artista: Marco Mastrazzo
Dark Knights: Death Metal será lançado em 13 países internacionalmente a partir de março e segue sua serialização ao longo do ano de 2021.
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Dark Nights: Death Metal, da equipe best-seller do escritor Scott Snyder e do artista Greg Capullo, foi lançado nos Estados Unidos em junho de 2020. Dark Knights: Death Metal é a sequência da série de sucesso 2017-18 Dark Nights: Metal, que trouxe mudanças para o universo DC e apresentou aos fãs o Multiverso Negro e um vilão de grande sucesso, o Batman Who Laughs (Batman que Ri).
*As sete edições individuais com as capas das variantes da edição Band serão publicadas mensalmente em oito países: França, Espanha, Itália, Alemanha, Brasil, México, Argentina e Turquia.
Para a Collectors ‘Omnibus Edition com conteúdo bônus adicional, esses oito países serão acompanhados pela Rússia, Polônia, República Tcheca, Coréia e Japão.
A Loading, player de conteúdo audiovisual com foco em cultura pop, séries, games, esports, tokusatsu e animes, anuncia a estreia de mais uma produção: Iris 2, na quarta-feira (03), às 16h45.
Com 20 episódios no total, a série estrelada por Jang Hyuk (Jung Yoo-gun) e Lee Da-hae (Ji Soo-yeon) será dublada e passará de segunda a sexta, no mesmo horário do lançamento, com reprise 1h30 da manhã. Originalmente, a série foi transmitida na Coreia em 2013 pelo canal KBS2.
“Os K-Dramas têm sido uma surpresa boa. Além dos jovens que curtem a cultura coreana e já conhecem o estilo de novela, tivemos relatos de pessoas de todas as idades que estão assistindo os K-Dramas na Loading e gostando também. São boas histórias para assistir em família, e, por isso, estamos buscando cada vez mais trazer essas novelas de qualidade para o canal”, conta Anderson Abraços, Chief Experience Officer da Loading.
Iris (Imagem Divulgação)
Sinopse: O drama envolve uma agência secreta coreana no combate ao terrorismo, o Serviço de Segurança Nacional da Coreia do Sul (NSS). Na equipe, trabalham apenas os agentes mais capacitados e treinados, em prol da segurança nacional: Jeong Yoo Geon, líder de equipe, e Ji Soo Yeon, atiradora medalhista, são dois dos principais. Ambos, juntamente com a equipe, estão envolvidos na solução de um mistério. Depois de um agente ser assassinado por um tiro de sniper, a NSS passou por diversas mudanças. É durante esse tempo que o atual diretor da agência treina um novo grupo de detetives para gerir futuras ameaças nacionais. Em paralelo, a história explora as origens do antigo comandante da NSS, Baek San, e do protagonista.
Colocar uma grande produção nas mãos de um apaixonado cego, faz com que a mesma tome um rumo desastroso, mas e se estiver na mão de alguém que não só ama, mas sabe o que está fazendo? É claro que estou falando da tão questionada Warner e seus filmes da DC Comics, mas para bom fã da cultura pop, já tem se mostrado a algum tempo que a Warner está mostrando serviço, e após a epopeia de Coringa, Patty Jenkins prova de seu talento e orquestra uma obra maravilhosa que não só supera o primeiro filme de Mulher Maravilha, mas engrandece ainda mais a personagem em heroísmo, poder e principalmente em representatividade.
Já explodiu nas redes sociais o velho argumento cansado que “finalmente a DC fez um filme bom”, se você ainda diz isso, ou você não assistiu os outros filmes da DC ou é só ódio gratuito, a verdade é que desde Aquaman a Warner têm provado que sabe o que fazer com a DC nos cinemas, um passado ruim não a condena para sempre, desde que saiba consertar as burradas. Com Shazam sendo um filme leve e Coringa sendo uma obra prima, futuros títulos da DC têm sido esperados por muitos fãs e enterrado a sete palmos o passado tenebroso que um dia foi o DCU nos cinemas, Mulher Maravilha 1984 não é só mais uma como a grande prova que nós podemos acreditar na Warner para futuros filmes da DC Comics.
Sem medo de entregar mais uma história antiga da princesa Diana, Mulher Maravilha 1984 trabalha o drama da solidão de Diana, o peso de nossas escolhas e suas consequências, tanto que o filme não se prende tanto na protagonista, Gal Gadot já provou ser uma excelente Mulher Maravilha, mas nós já conhecemos sua origem, aqui Patty Jenkins se viu livre para explorar algo novo, ou nem tanto. Uma trama bem clichê de quadrinhos, aquele tipo de história que mostra superação, luta épica, revelação de novos poderes, o super-herói se provando mais humano e o heroísmo tão esperado que empolga todo bom fã do gênero, parece simples, mas aqui a carga dramática é aumentada não só para Diana como também para o maior vilão do filme.
Maxwell Lord (Pedro Pascal), explora o típico vilão que a própria DC Comics gosta de explorar, um ser humano que cobiça riquezas e fama, famosa escola Lex Luthor de vilania, entretanto quando é bem trabalhado, se tem um ótimo vilão, e Maxwell têm tanto tempo de tela quando a própria amazona, inclusive se Pascal um dia foi uma promessa, hoje ele é uma certeza de ator, e têm tudo para ser um dos maiores nomes de Hollywood da atualidade. Ainda dentro da vilania, Cheetah (Kristen Wiig) foi até que boa, mas senti falta de algo mais bem trabalhado por trás do drama da personagem, não só foi algo muito superficial e mal feito como o motivo pelo qual ela se tornou Cheetah é de uma preguiça criativa estampada em forma de diálogo, isso é muito deprimente porque a personagem atuada pela Wiig têm seu carisma e salvou boa parte da personagem, que teve um fim bem melancólico dentro do roteiro, o que parecia ser algo grandioso; Cheetah não passou de uma fagulha na trama.
Porém o nome do filme é Mulher Maravilha, e mesmo perdendo alguns momentos de tela, prova-se em roteiro o porque é a maior heroína dos quadrinhos, das animações e também dos filmes, a Mulher Maravilha foi apresentada como um ser divino, no primeiro filme a rainha Hipólita destaca isso, não só antes como nessa sequência Diana prova sua grandiosidade, primeiro em poder, o modo como se usa o laço da verdade tanto para laçar quanto para chicotear, em alguns momentos como escudo, o laço da verdade se mostrou muito mais versátil e conseguiu superar até os braceletes, segundo em simbolismo, logicamente como representatividade feminina e também como a heroína que ela têm que ser, viver correndo de um ponto para outro salvando a humanidade de todo perigo possível, e por último a personalidade, uma heroína com poderes divinos não faz dela perfeita e isenta de falhas, a tentação e o desejo também transformam nossos heróis, e isso é simbolizado pelo Steve Trevor (Chris Pine) na trama, algo que eu critiquei a presença dele no anúncio e dentro da trama me fez engolir as palavras e pedir desculpas, a lição de moral não foi só para nós meros mortais, nesse filme nossa querida Diana também aprendeu uma lição, a qual engrandeceu ainda mais a Mulher Maravilha.
Queria eu só rasgar elogios para o filme, mas a Warner prova que nem tudo ela acerta, não só em Mulher Maravilha, como em Aquaman e Shazam as lutas finais não são só horríveis como manjadas, pensa que a DC têm sido cada vez mais colorida em fotografia, toda luta final acontece em lugar escuro, seja a noite ou tempo nublado, e sempre nesse momento acontece aquele CGI feito nas coxas que já nos é conhecido. Dessa vez não foi tão ruim quanto o Lobo das Estepes ou aquele Darkseid do trailer de Snydercut, mas a fama da DC a precede e com certeza nesse momento da luta final, algum frame da cena deve ter escancarado o quão boneco do PS2 a Cheetah deve estar, admito que nesse filme não me mostrou uma má renderização, mas continua sendo as mesmas lutas fracas de final de filme que já se conhece, por isso existe o julgamento. Por ironia o único que soube fazer uma boa luta final foi Zack Snyder em Homem de Aço e até em Batman vs Superman.
“Finalmente a DC fez um filme bom”, diria os amargos, eu já agradeço a Warner ao entregar mais um grande filme da DC, no padrão filme de herói que engrandece já uma gigante heroína, empolga em grandes momentos em que Diana cai para a briga e emociona nos momentos de escolhas e fragilidade de qualquer um dos personagens, mostrando que nada supera a verdade que guardamos dentro de nossos corações e não precisamos estar amarrados no laço da verdade para dizer isso, basta fazer o que Diana se mostrou em Mulher Maravilha 1984, mesmo em momentos difíceis, certas escolhas precisarão ser feitas para dar o próximo passo, essa escolha pode doer, mas te tornará uma pessoa melhor, assim como a DC têm se mostrado melhor a cada filme.
Neste domingo (31) foi anunciado que o anime DanMachi (Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon?) vai ganhar uma 4ª temporada. A notícia foi divulgada pela Warner Bros. Japan e pela equipe que trabalha na produção do anime. A previsão de estreia da nova temporada é para 2022 nos canais e streamings japoneses.
Confira o teaser promocional:
No site oficial do anime, o autor Fujino Omori deixa uma mensagens aos fãs, dizendo que não imaginava que sua obra pudesse chegar até uma 4ª temporada. Ele também promete mais batalhas e aventuras para a próxima etapa da obra.
Além da nova temporada, foi confirmado o lançamento de um novo OVA intitulado de Is It Wrong to Try to Go to a Hot Spring in Orario – God of Baths Forever. Este será o terceiro OVA da franquia e irá estrear no dia 28 de abril.
A Warner Bros. Japan descreve o OVA :
Um estranho resort de águas termais surgiu de repente em Orário.
Desde que apareceu, as pessoas vão lá diariamente para aliviar o estresse. Claro, Bell e os demais rostos da Família Hestia foram vistos no meio da multidão.
Porém, havia um grupo de pessoas que desconfiava do popular resort…
Fontes termais, conspiração e segredo escondido atrás do véu…
Após uma aventura deslumbrante, Bell testemunha a verdade de tudo!
A primeira leva do DVD e Blu-Ray irá incluir uma capa especial com ilustrações exclusivas do designer de personagem da série, Shigeki Kimoto. Também irá incluir um livro de oito páginas, e um CD com a música Men and Women are Labyrinths (Otoko to Onna wa Labyrinth) interpretada pelas vozes originais de Hestia e Ais.
DanMachi é uma light novel que estreou em janeiro de 2013 pela GA Bunko e conta com 16 volumes até o momento. Em agosto do mesmo ano foi feita uma adaptação para mangá e apenas em 2015 a obra ganhou animação.