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Kingdom Hearts III | Review

Imagem Divulgação

Kingdom Hearts III foi originalmente lançado em 25 de fevereiro de 2019 para Playstation 4 e Xbox One. O título, que era muito aguardado pelos fãs, marca o encerramento da saga Kingdom Hearts iniciada em 2002 e foi lançado 13 anos depois do último título lançada para consoles de mesa – Kingdom Hearts II (2005). Confira abaixo a nossa review.

Fim de uma era

Pela última vez iremos acompanhar Sora em sua jornada para acordar aqueles que estão refugiados em seu coração, salvar os guardiões da luz perdidos e, finalmente, derrotar Xehanort, que planeja repetir os eventos da guerra das Keyblades. Sora não está sozinho e será acompanhado por seus fiéis companheiros: Pato Donald e Pateta.

Kingdom Hearts III é a parte final da Dark Seeker Saga e, como tal, tinha muito o que cobrir. A tarefa consistia em incluir e convergir todas as linhas temporais apresentadas em jogos anteriores da franquia. Afinal, vale lembrar que a franquia Kingdom Hearts tem mais de 10 jogos lançados com o decorrer dos anos, cada um deles introduzindo um novo aspecto para a narrativa que, com o tempo, se tornou cada vez mais complexa.

Dito isso, não é possível entender o enredo de Kingdom Hearts III sem antes ter jogado os jogos anteriores (ou pelo menos ter uma noção da história). É perceptível que os desenvolvedores criaram uma narrativa focada nos fãs e, portanto, eles não tem medo de se aprofundar em seu próprio universo para criar uma conclusão para quase 20 anos de games lançados. Pensando nisso, no menu do jogo estão disponíveis pequenos resumos do que aconteceu até o momento em que a história se passa, mas, sinceramente, não é a mesma coisa.

A gameplay pode ser divertida e os personagens da Disney podem até mesmo cobrir parte do espaço deixado pela falta de entendimento dos acontecimentos da franquia, mas a história original (independente daquela criada pelo celebrado estúdio e suas animações) é um dos maiores atrativos da obra. Ver personagens que tiveram seu desenvolvimento em jogos lançados há anos atrás finalmente terem uma conclusão de seus arcos de história é incrivelmente satisfatório. Porém, pode ser um desperdício investir tempo em um game que tem como um ponto chave a narrativa, quando não se tem noção do contexto em que esse jogo se insere.

A franquia Kingdom Hearts sempre teve personagens carismáticos e, aqui, não poderia ser diferente. Sora é um protagonista leve, engraçado e, ao mesmo tempo, possui conflitos internos interessantes. Donald e Pateta são os melhores side-kicks possíveis e trazem uma leveza ao game (é difícil competir com essas duas bombas de carisma do estúdio Disney). Além disso, mesmo para os personagens menos explorados no jogo, que tem as suas histórias encerradas em Kingdom Hearts III, só a possibilidade de revê-los em gráficos atualizados e modernos já traz um quentinho no coração (daquele tipo que só acontece depois de anos acompanhando determinado projeto, é um afeto único).

Viajando pelos mundos

Kingdom Hearts III mantém uma das maiores qualidades da série: a construção e adaptação dos diferentes cenários do jogo. É realmente uma experiência incrível ser capaz de explorar lugares tão icônicos quanto os criados pela Disney. E, agora, a experiência se torna ainda mais imersiva com os gráficos impressionantes da Unreal Engine 4.

Cada um desses mundos do estúdio Disney, irá apresentar uma nova mecânica de gameplay e introduzirá um enredo próprio que, apesar de estar inserido dentro de um contexto geral, pode parecer um pouco com “enrolação”. Digo isso, pois pode acontecer do jogador se frustrar com o andamento mais lento do enredo principal, causado pelo foco nas narrativas “alternativas” desses mapas.

Vale mencionar que a trilha sonora de Kingdom Hearts III é uma obra de arte por si só (não tinha como ser diferente). A música composta por Yoko Shimomura já te atinge na tela inicial com a versão do tema principal da série “Dearly Beloved” e na introdução com a performance de Hikaru Utada que é, como sempre, arrebatadora.

Um dos pontos negativos é que o jogo não possui dublagens, ou legendas, em português. Para aqueles que não tem muita familiaridade com a língua inglesa, acompanhar o game pode se tornar uma tarefa bem difícil.

Luz vs Escuridão

A gameplay segue o estilo característico da série, misturando um combate dinâmico com aspectos de RPG com progressão por níveis e aprimoramentos de armas, equipamentos e habilidades.

O combate é o ponto alto dessa fórmula, pois é divertido, colorido e dinâmico. Em aspectos gerais, o jogador poderá utilizar a Keyblade, realizando ataques básicos e magias. Para complementar, cada uma das armas apresentadas no jogo possui suas próprias habilidades únicas que afetam a forma de derrotar o inimigo. Sora também é capaz de realizar invocações, que possuem sua própria movimentação.

Os inimigos também são um ponto forte do game. Cada um dos mundos possui os seus próprios designs de Heartless e Nobodies (os antagonistas mais comuns durante a jogatina) e seus movimentos e habilidades também variam de acordo. As lutas com os “chefes de estágio” tem um caráter épico, adquirido pela trilha sonora magistralmente aplicada e pela magnitude do inimigo – que é sempre enorme, ocupa a tela inteira e, por vezes, dificulta a focalização da câmera.

Conclusão épica

A espera dos fãs por Kingdom Hearts III valeu a pena. A simples promessa de uma conclusão para uma saga tão amada já seria um bom motivo para caracterizá-lo como um marco da indústria, porém, o game entrega bem mais que isso. Com uma gameplay divertida, uma história cativante e uma trilha sonora mágica, jogadores serão capazes de se encantar mais uma vez com esse universo construído ao longo de anos. Apesar de alguns pontos negativos, é o que a franquia merecia.

Vale relembrar que a saga Kingdom Hearts estará disponível inteiramente na loja da Epic Games em 30 de março de 2021. Confira o trailer abaixo:

JOGUE AGORA PARA PC

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G-Dragon revela que está trabalhando em músicas para o BIGBANG

g-dragon
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Em entrevista a DAZED Korea, o rapper G-Dragon, que saiu recentemente do serviço militar obrigatório, revelou que está trabalhando em músicas para o BIGBANG!

Na entrevista, o rapper compartilhou que vem trabalhando com música desde a sua dispensa do serviço militar obrigatório. Ao ser questionado sobre suas anotações recentes, em seu telefone, ele respondeu:

Em vez de notas, estou me concentrando muito na música e trabalhando em coisas do BIGBANG. Atualmente, então, procuro palavras-chave musicais relacionadas a isso e escrevo as letras. Já que é assim que eu gasto meu tempo, a maioria das minhas anotações são relacionadas a isso.

Essas palavras geram expectativas nos fãs sobre a possibilidade de um novo álbum de comeback, já que G-Dragon é o principal produtor do grupo!

Responsável por inúmeras composições, ele desempenha esse papel desde quando era menor de idade. O grupo trabalha com poucos produtores externos, e frequentemente, as músicas têm em seus créditos apenas G-Dragon e Teddy. Em sua longa carreira, o grupo lançou apenas três álbuns, sendo apenas um deles um álbum completo, que foi MADE.

MADE, que dominou as paradas musicais em 2015 e 2016, recebeu 6 indicações, vencendo três delas! Naturalmente, os fãs estão ansiosos e cheios de expectativas, comemorando a notícia por todas as redes sociais!

Ansiosos?

Fiquem atentos para mais atualizações!

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Resident Evil Village | Novo showcase é anunciado pela Capcom

Resident Evil Showcase

Mais informações sobre o Resident Evil Village serão divulgadas na próxima quinta-feira (15) às 19h (horário de Brasília). Segundo a Capcom, um novo showcase será transmitido nos canais oficiais da empresa, apresentando um trailer de gameplay e algumas outras novidades. Confira o teaser abaixo:

No texto: Prepare-se para outra transmissão de Resident Evil Showcase, com a nova jogabilidade de RE8. Assista em 15 de abril às 19h (horário de Brasília).

O showcase será a segunda novidade do mês sobre o novo título da franquia de Resident Evil, que teve um trecho de gameplay divulgado recentemente na última sexta-feira (2) revelando detalhes da gameplay.

Resident Evil Village será lançado dia 7 de maio para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e PC.

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Kai bate recorde como “primeiro lugar” em 76 países na história do iTunes!

Kai iTunes
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Kai, integrante dos grupos EXO e SuperM, fez seu debut há 4 meses atrás como solista, com o lançamento do mini álbum que carrega seu nome. E até hoje, ele continua quebrando recordes: Ele tem o maior número de “primeiro lugar” na história mundial do iTunes!

Desde a sua estreia, com o passar dos meses, Kai vem quebrando e criando recordes em diferentes categorias musicais; Seus registros vão desde o YouTube ao Spotify, passando também pelo iTunes.

Em recentes registros, Kai alcançou o primeiro lugar em 76 países com seu primeiro mini álbum “KAI (开)“. Este recorde faz dele, o primeiro artista solo a alcançar tal marco no iTunes, sendo o número 1 em todos estes países, com apenas 1 EP lançado!

Entre os países de todos os continentes, está o Brasil e outros países latino americanos como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana.

Anteriormente, ainda no iTunes, em seu primeiro dia de lançamento solo, o idol estreou em primeiro lugar no ranking mundial de álbuns, depois de chegar ao topo de 53 países e ficar em primeiro lugar no ranking mundial de músicas com a faixa-título “Mmmh“.

O mini álbum KAI (开) foi lançado oficialmente no dia 30 de novembro de 2020, e conta com 6 músicas, sendo estas “Mmmh“, “Nothing On Me“, “Amnesia“, “Reason“, “Ride Or Die” e “Hello Stranger“. As músicas estão disponíveis em plataformas como Spotify, YouTube Deezer.

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Gwent chega aos dispositivos MacOS com Apple M1

Ninguém segura o bruxão! É a vez de Gwent estar presente em dispositivos MacOS equipados com Apple M1. Além disso você poderá baixar gratuitamente na Mac App Store.

Para você que não conhece, Gwent: The Witcher Card Game é o jogo de cartas gratuito da franquia The Witcher. Suas escolhas e estratégia são essenciais para vencer seus oponentes. Descubra as facções e baralhos que mais te agradam e vença todos.

A chegada de Gwent para o os MacOs também tem o suporte de cross-play e progressão cruzada com versões do jogo disponíveis para PC (GoG e Steam), e dispositivos mobiles Android e iOS.

Enfim vai começar a jornada no MacOS? A loja do Gwent está com um Pacote de Iniciante Supremo com 35 barris premium: 5 de cada expansão do Gwent. Além do Pacote Bruxo, que garante 45 barris premium da ultima expansão – Way of The Witcher. Ambos pacotes estão com 30% de desconto até dia 22 de Abril, então você vai jogar uma moeda para seu bruxo e encontrar carta que precisa?

FAÇA O DOWNLOAD DE GWENT PARA MACOS

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2020: Japão Submerso está concorrendo ao prêmio de animação de Annecy

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Imagem Reprodução: Netflix

Foi anunciado que o primeiro episódio de 2020: Japão Submerso está concorrendo ao prêmio no Festival de Animação de Annecy na categoria de Filmes para TV. A animação produzida pelo estúdio Science SARU e dirigida por Masaaki Yuasa teve o privilégio de ser indicada a um dos festivais de animação mais importantes do mundo. Alguns dos filmes que já ganharam o prêmio foram Porco Rosso, PomPoko e Lu Over the Wall, também dirigido por Masaaki.

É fácil compreender por que Japão Submerso foi indicado a um prêmio tão prestigiado. A história gira em torno da família Mutou, que usa todas as suas forças para sobreviver no atual cenário caótico do Japão: severos terremotos e tsunamis devastam o país, que corre o risco de afundar. Ao longo do enredo passamos por diversas situações extremas, onde um passo errado pode ser a diferença entre a vida e a morte. 

Japão Submerso é originalmente um livro escrito por Sakyo Komatsu em 1973. O anime foi a última e mais recente adaptação que a obra recebeu, já tendo dois filmes e uma série live-actions, e dois mangás publicados. A Netflix foi responsável por adaptar a obra considerada um clássico da ficção científica japonesa, em 2020.


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Attack On Titan | Mangá chega ao fim com 139 capítulos

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Imagem Divulgação

Nesta quinta-feira (08/04), nos despedimos de um dos grandes fenômenos do universo do mangá: Attack On Titan.

Ser a primeira e única obra de Hajime Isayama não a impediu de se tornar um sucesso comercial desde a sua primeira publicação em 2009 sob o título de Shingeki no Kyojin, no Japão, pela revista Bessatsu Shounen Magazine da Editora Kodansha.

A história de Attack On Titan se passa em torno do personagem Eren Jaeger, um garoto que teve a sua mãe devorada por titãs – seres humanoides gigantes – e que, portanto, se alista às Forças Armadas em busca de vingança, junto com sua irmã Mikasa e seu amigo, Armin.

Durante esses 11 anos e meio de publicação, o mangá liderou muitas vezes nos ranking de vendas, e recebeu diversas serializações inspiradas; o anime homônimo lançado em 2013 possui 4 temporadas, tendo a primeira parte da 4ª temporada recentemente concluída pelo estúdio MAPPA, que também confirmou a segunda parte (que será a temporada final) para o inverno de 2022. É uma grande honra para qualquer mangá ganhar uma animação no Japão, e a quantidade de temporadas realmente faz jus ao enredo do mangá, que em 139 capítulos, nos apresenta personagens profundos e bem construídos, fazendo muitas vezes, referências aos aspectos da história mundial.

Attack On Titan conta ainda com adaptações em Live-actions, live stages e um anime de comédia de personagens chibi (personagens pequenos estilizados de forma cômica) chamado Shingeki! Kyojin Chuugakkou.

No Brasil, o mangá de Attack On Titan chegou pela Panini Comics em 2013, traduzido para o nome Ataque dos Titãs, e já possui 32 volumes publicados pela editora, com a previsão da entrega do último volume (34) em junho desse ano.

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Loki: Mudança na voz não passou despercebida no novo trailer da série da Marvel

Na última segunda-feira (5), tivemos o lançamento do novo trailer da série Loki, que será lançada no dia 11 de junho pelo serviço de streaming Disney+, e se você ainda não assistiu ao trailer, corre aqui:

Se você já é um fã do Universo Cinematográfico Marvel, certamente foi muito difícil não notar o novo timbre do nosso querido Deus da Trapaça na dublagem brasileira. Mas o que é que aconteceu?

Logo no dia seguinte à estreia do trailer, o também dublador Guilherme Briggs, amigo e colega de profissão de Reginaldo Primo, explicou a situação em seu Facebook e no Twitter. 

Acontece que Primo, a clássica voz brasileira do amado personagem de Tom Hiddleston, foi recentemente diagnosticado com TAG, Transtorno de Ansiedade Generalizada. Os sintomas dessa condição incluem fadiga, irritabilidade, inquietação e dores de cabeça, entre outros, e podem se estender por pelo menos seis meses. Pode-se imaginar o quanto essa condição dificultou o trabalho do dublador, que se afastou para poder cuidar da saúde. Confira na íntegra a nota postada por Briggs em suas redes:

Assim como Briggs, mandamos nossos melhores votos a Reginaldo Primo e oferecemos todo o apoio aos seus substitutos, enquanto aguardamos o momento de seu glorioso retorno aos estúdios e às telas.

Leia também: WandaVision | Review

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