O hype não poderia ser maior após a SNK revelar a mais nova equipe a integrar o torneio de artes marciais em The King of Fighters XV. Com o trailer de exibição de Terry Bogard, o Team Fatal Fury veio para sacudir a poeira, junto com Andy Bogard e Joe Higashi.
Esse trio de veteranos vão trazer o máximo de suas artes marciais para o jogo. Além de amigos são uma força destrutiva. Relembre o motivo desses lutadores no torneio e se prepare para The Kingof Fighters XV:
Depois que o pai adotivo e mestre de artes marciais de Terry Bogard,Jeff Bogard, foi cruelmente assassinado pelo chefão do crime Geese Howard, Terry e seu irmão, Andy Bogard, partem em uma missão de vingança, na qual viajariam pelo mundo aprendendo vários estilos de luta. A personalidade brilhante e os atos de bondade de Terry o solidificaram ante os olhos das crianças nas ruas como uma espécie de herói.
Enquanto Andy partiu para vingança depois que Geese Howard derrotou seu pai adotivo, Jeff Bogard, e aprendeu Koppoken (um estilo de artes marciais que complementa a estrutura alongada de Andy) e Shiranui-ryuu Ninjutsu. Andy segue um código moral estrito e sempre mostra respeito, independentemente de seu oponente. Atualmente, ele está em um relacionamento com Mai Shiranui.
Já Joe viajando sozinho para a Tailândia, subiu na classificação até se tornar um campeão no Muay Thai Boxing. Embora tenha uma personalidade brincalhona e dinâmica, Joe se torna muito mais sério quando se trata de treinamento. Ele conheceu Terry e Andy em South Town e mantiveram-se bons amigos desde então.
The King Of Fighters XV chega ainda neste ano de 2021. Maiores informações devem ser reveladas em breve – assim como novos personagens.
Os EUA, país natal de diversos idols do K-Pop de origem asiática, experimentam uma onda de ódio contra asiáticos e americanos de origem asiática desde o início da pandemia de COVID-19. Atos de violência no país se tornaram quase que rotineiros, frutos da ideia do coronavírus ser um “Vírus Chinês”.
Amber Liu, norte-americana de origem taiwanesa, que ficou popularmente conhecida por ser rapper no girlgroup de K-Pop f(x), levantou junto a outros idols, anônimos e famosos globalmente conhecidos, a hashtag#StopAsianHate.
“Estou sem palavras e enojada com as notícias que estou lendo. Me doeu ligar para a minha mãe no exterior para dizer a ela para ter cuidado nos Estados Unidos. Acredito que juntos podemos criar positividade e acabar com o ódio.“
I’m speechless and disgusted by the news that i’m reading. It hurt me to call my mom from overseas to tell her to be careful in the states. I believe together we can create positivity and put and end to hate. #StopAsianHate
Mark, rapper do grupo de K-Pop GOT7, norte-americano com ascendência taiwanesa, também se pronunciou no twitter.
“A recente onda de atos de violência em direção a comunidade asiática-americana e a todas as pessoas de cor é de partir o coração assistir. Nós todos somos seres humanos que merecem viver sem medo de que a cor de nossa pele desafie nossa segurança na América. Este ódio racista e violência têm que acabar.“
No Instagram, Jackson, também do GOT7, postou uma imagem com a hashtag pedindo por mais amor. Já no Twitter foi mais breve, mas passou a mesma mensagem.
“Eu quero tirar um momento para dizer que meu coração está com a comunidade asiática. Como um asiático, o que vem acontecendo é realmente de partir o coração. Ódio e racismo de qualquer tipo não é aceitável. Como eu sempre digo, eu realmente acredito que ninguém nasce odiando. Aqueles que odeiam devem ter aprendido a odiar. E se alguém pode aprender a odiar, também pode aprender a amar. O mundo precisa de amor agora mais do que nunca. Por favor, use sua voz e eu farei meu melhor para usar a minha. Vamos nos elevar mutuamente e fazer uma mudança juntos. Ame.“
As an asian myself, what has been happening is truly heartbreaking. Hatred and racism of any kind is not acceptable. I truly believe no one is born hating. Those who have hated must have learned to hate. If anyone can learn to hate then they can learn to love.#StopAsianHatepic.twitter.com/XsCrxpv2QJ
Para registrar os crimes de ódio, o “Stop AAPI Hate” foi criado, e em seu relatório “STOP AAPI HATE NATIONAL REPORT“, relata que entre o mês de Março de 2020 e Fevereiro de 2021, já foram registrados 3,795 casos de crimes contra a comunidade asiática nos EUA. Os tipos de discriminação são: Assédio verbal (68,1%), ato de evitar (20,5%), agressão física (11,1%), violação dos direitos civis (8,5%) e assédio online (6,8%).
Segundo o mesmo relatório, as mulheres relatam 2.3 vezesmais do que os homens. Jovens entre 0 a 17 anos, relatam 12,6%; Idosos (a partir dos 60 anos) relatam 6,2%. Os chineses são o maior grupo étnico a relatar os crimes de ódio, sendo 42,2% do total, seguido dos coreanos em 14,8%, vietnamitas em 8,5% e filipinos em 7,9%. Os relatórios vêm de todos os 50 Estados do país e do Distrito de Columbia. Além disso, os crimes acontecem principalmente nas empresas, representando 35,4% dos casos, seguido pelas ruas em 25,3% e parques públicos em 9,8%. Online, fica o total de 10,8%.
Recentemente, o caso mais chocante e que trouxe a atenção aos crimes de ódios contra a comunidade, foi do atirador que matou oito pessoas de origem asiática em três SPA de massagem localizadas na Geórgia, EUA, Estado do qual, segundo o Asian American Advocacy Fund, vivem quase 500.000 pessoas de origem asiática. Das 8 vítimas mortas, 6 eram mulheres, e de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap, o Ministério das Relações Exteriores do país confirmou que quatro das vítimas tinham origem coreana.
REAÇÕES FORA DA COMUNIDADE ASIÁTICA-AMERICANA
Como divulgado no Site Complex, assim como anônimos, famosos de outras etnias também estão solidários a tudo o que está acontecendo. Depois dos ataques as casas de SPA em Geórgia, nomes como Rihanna, LeBron James e até o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, mostraram solidariedade e pediram pelo fim da violência contra os asiáticos e a comunidade asiática-americana.
A cantora e empresária Rihanna mostrou sua indignação e pediu pelo fim do ódio.
“O que aconteceu ontem em Atlanta foi brutal, trágico e certamente não é um incidente isolado de forma alguma. O ódio a AAPI* foi perpetuado de forma desenfreada e é nojento! Estou com o coração partido pela comunidade asiática e meu coração está com os entes queridos daqueles que perdemos. O ódio deve parar.” *Asian Americans and Pacific Islanders ‘Asiático-americanos e ilhéus do Pacífico’
what happened yesterday in Atlanta was brutal, tragic & is certainly not an isolated incident by any means. AAPI hate has been rampantly perpetuated & it’s disgusting! I’m heartbroken for the Asian community & my heart is with the loved ones of those we lost. The hate must stop. pic.twitter.com/rkxZDnxG9E
LeBron James, considerado um dos maiores jogadores de basquete da história da NBA e Seleção Americana, mostrou sua indignação e enviou condolências.
“Minhas condolências vão para as famílias de todas as vítimas e toda a comunidade asiática esta noite sobre o que aconteceu em Atlanta, no SPA de aromaterapia. Jovem covarde f***!!! Simplesmente sem sentido e trágico!“
My condolences goes out to the families of all the victims and the entire Asian community tonight on what transpired in Atlanta at the Aromatherapy Spa. Coward a** young man!! Just senseless and tragic!! ??❤️?
Barack Obama fez uma sequência de três tweets no Twitter sobre o incidente.
“Mesmo enquanto lutamos contra a pandemia, continuamos a negligenciar a epidemia de violência armada de longa duração na América. Embora o motivo do atirador ainda não esteja claro, a identidade das vítimas ressalta um aumento alarmante da violência anti-asiática que deve acabar.“
“Os tiroteios de ontem são outro lembrete trágico de que temos muito mais trabalho a fazer para implementar leis de segurança de armas de bom senso e erradicar os padrões generalizados de ódio e violência em nossa sociedade.“
“Michelle e eu oramos pelas vítimas, suas famílias, todos que sofrem com essas mortes desnecessárias e devastadoras – e pedimos ações significativas que salvem vidas.“
Michelle and I pray for the victims, their families, everyone grieving these needless and devastating killings—and we urge meaningful action that will save lives.
Já disponível pela editora Conrad, o quadrinho Terra Australis, um thriller de ação, suspense e ficção publicado originalmente na Argentina em 2018 e de autoria de Agustín Graham Nakamura.
Considerado o Arquivo X latino-americano, será publicado em seis capítulos digitais, quinzenalmente, intercalando com outra HQ aqui da América do Sul, a chilena El Gran Guarén – O Ataque dos Ratos, de Claudio Alvarez e Pedro Tralkan.
O primeiro capítulo tem 32 páginas e custa R$6,90. Lembrando que o número de páginas e o valor variam de acordo com os capítulos. E uma curiosidade: as capas dos capítulos 2 ao 6 foram feitas para a edição brasileira, pois é a primeira vez que a HQ sai nesse formato!
Assim que todos os capítulos forem lançados digitalmente, a editora irá compilar em um volume impresso. Maiores informações devem sair nos próximos meses. Veja o teaser de lançamento do quadrinho AQUI e a capa abaixo:
Imagem Divulgação
Sinopse: Dois detetives chegam a uma cidade da Patagônia para investigar um ataque sangrento a um banco federal, mas quando interrogam o suspeito e único sobrevivente, percebem que algo está errado. A investigação os levará aos confins de nosso hemisfério e a uma revelação surpreendente que pode definir o próprio destino da raça humana.
Como acontece com a maioria dos animes amados pela comunidade otaku, Attack on Titan impressionou os fãs não somente com a história e qualidade de produção, mas também com sua música de abertura. Boku no Sensou (My War), música de abertura da temporada final de Attack on Titan, ficou em 1º no ranking de J-pop na Apple Music de 21 países. Nessas mesmas condições, ela ficou no top 10 de 62 países, incluindo os 21 em 1º lugar.
A música, considerada a melhor produção da banda Shinsei Kamattechan, impressionou fãs do mundo inteiro, que a descreveram como “poderosa” e “criativa”. Foi tamanho o sucesso que a banda criou um site exclusivo para a música, onde publicou uma entrevista.
Imagem Divulgação: Shinsei Kamattechan
No site, os membros da Shinsei Kamattechan revelam que receberam um pedido de criar uma música “em grande escala” e “cinematográfica”, adotando uma música sinfônica para tal. Noko, vocalista da banda, diz que sempre quis usar coro e foi bem incisivo no seu pedido para a produção de Boku no Sensou. Ele também comenta que a banda e o mangaká da obra, Hajime Isayama, tem muito em comum, então foi fácil de trabalharem juntos.
O vocalista ainda diz que estava emocionalmente abalado durante o período de produção da música, com a cabeça completamente “ferrada” e que não estava mental e emocionalmente estável durante 2020, portanto seu estado de espírito influenciou muito na atmosfera da música, assim como sua letra e o título.
O restante da entrevista pode ser lido em inglês no site oficial da música AQUI.
Boku no Sensou (My War) – Attack on Titan The Final Season
Imagem Divulgação: Shinsei Kamattechan
Você pode ouvir ou baixar a música completa clicando AQUI, ou a versão para TV clicando AQUI.
Panorama do Inferno, ou Jigokuhen, é um mangá de terror escrito pelo grande Hideshi Hino, uma das grandes referências de terror japonês.
O volume único foi publicado, originalmente, em 1984, pela editora Hobari Shobo. Saiu no Brasil pela Conrad em outubro de 2006, com miolo de papel offset e cerca de 200 páginas.
Era para ser a última obra do autor, que iria se aposentar após perceber que sua carreira estava em declínio. Mas não foi o caso e Hideshi continuou publicando histórias de terror após escrever Panorama.
Panorama do Inferno nos apresenta um pintor sem identificação, insano, que faz suas artes com seu próprio sangue. Ele deseja pintar sua obra-prima, o Panorama do Inferno Apocalíptico, representando o fim do mundo. Mas é um trabalho para a vida toda, que precisará de muita dedicação e sangue.
Falando diretamente com o leitor, o Pintor-Sem-Nome então faz um tour por todos os seus Retratos do Inferno, como chama suas pinturas.
Enquanto nos mostra um por um dos 13 retratos infernais, Hideshi Hino vai mesclando o nonsense, o gore e o horror, para nos imergir em histórias perturbadoras e algumas bastante pesadas.
As pinturas misturam o passado do pintor, com sua mente sombria e perturbadora. Descobrimos como ele se tornou o louco que conhecemos no início, sua infância na guerra e sua família complicada e corrompida. Uma ótima sacada do autor, pois pode gerar certa identificação nesse caos que é o mangá, aproximando o leitor do personagem.
Seu avô da Yakuza, seu pai violento, sua mãe perturbada, sua esposa estranha e seus filhos cruéis. São personagens extremamente importantes, que protagonizam os melhores Retratos do Inferno… Quer dizer, piores.
E nem tudo é inventado. Hideshi traz muito de sua vida pessoal para o mangá, tornando ainda mais tenso, mesmo que as piores partes sejam apenas ficção.
Panorama do Inferno (Foto: Suco de Mangá)
Retratos do Inferno
Não há retratos leves, isto é certo. Podem haver cenas que irão deixar o leitor perturbado, incomodado ou até enojado. Há muita violência, morte, sangue, crueldade, então, já fica o aviso.
Dentre todas as histórias, as mais marcantes são: “O Sonho de um Bebê Louco”, focado nos filhos do pintor e suas crueldades; “Hospedaria do Inferno”, protagonizado por sua esposa, que administra um bar sombrio; as 3 partes da “Três Gerações de uma Tatuagem”, sobre o passado do pintor, de seu pai e avô; “Império das Ilusões”, que mostra como a II Guerra Mundial afetou essa família, principalmente a bomba de Hiroshima; e por fim, “Panorama do Inferno Apocalíptico”, finalizando a obra de forma épica.
Há muitos retratos mais curtos e menos impactantes, mas o conjunto conversa entre si, contando uma história não-linear sobre loucura e terror. Esses citados acima são mais longos e, por isso, são melhor trabalhados.
É interessante ver a loucura de cada um e como isso afeta suas vidas nada convencionais. Suas relações perturbadoras são tratadas como normais entre eles. E tudo começa de seu avô, passando de geração em geração, afetando todos ao redor. Isso é o mais interessante, pois é algo possível de relacionar com a vida real.
Talvez seja isso que torne a obra verdadeiramente pesada, saber que há coisas ali muito reais, vividas por diversas pessoas ao redor do mundo. Nós aguentamos a ficção, mas será que aguentamos a realidade?
Panorama do Inferno (Foto: Suco de Mangá)
E quem é Hideshi Hino?
O autor começou escrevendo histórias de comédia e ficção de época. Após ficar fascinado pelo livro “O Homem Ilustrado”, de Ray Bradbury, Hideshi fez sua transição para os quadrinhos de horror. Ficou conhecido como um dos grandes nomes do gênero no Japão, se tornando referência e inspiração para outros autores.
Em seu currículo, há mangás como “Zouroko no Kibyo” (A Estranha Doença de Zoroko), o primeiro do gênero de horror, “Akai Hebi” (A Serpente Vermelha) e “Jigoku Mushi wo Kuu! Oninbo” (Oninbo e os Vermes do Inferno).
Nasceu na China, mas sua família era imigrante japonesa. Por conta da guerra, tiveram que se refugiar no Japão, fugindo do desejo de vingança de alguns civis chineses pelos anos de dominação nipônica. Isso influenciou muito sua carreira e obras, como podemos ver em Panorama do Inferno.
Além de ser mangaká, também é cineasta, trabalhando com direção e roteiro de alguns filmes. Sua paixão é o cinema e isso o fez começar nos quadrinhos. Um de seus filmes, “Guinea Pig 2 – Flores de Sangue e Entranhas”, se envolveu em alguns rumores polêmicos. Há boatos que o ator Charlie Sheen acreditou ser um snuff movie (filmagem real de assassinatos e outros tipos de violência), mas a história nunca se confirmou.
Você pode ler sobre essa história e outras ao final do mangá. Há duas pequenas matérias sobre o autor que ajudam a entender um pouco sobre seu contexto e passado histórico, familiar e profissional. Recomendo a leitura.
Panorama do Inferno vale a pena?
Não indico esse mangá para quem não gosta ou não consegue ler/ver cenas fortes de tortura, violência, assassinato, entre outros. Porém, para quem curte gore mesclado ao nonsense, Panorama do Inferno é uma boa forma de conhecer o trabalho do autor, apesar de não ser sua obra-prima. Então coloque uma trilha sonora arrepiante e mergulhe no inferno sem fim de Hideshi Hino.
Life is Strange: True Colors é o nome do novo jogo da franquia Life is Strange. O game foi anunciado durante a Square Enix Presents e apresentará novos protagonistas (e novos poderes!) ao universo da franquia.
O jogo estará sendo desenvolvido pela Deck Nine Games (os mesmos responsáveis por Life is Strange: Before The Storm). Nele jogadores serão apresentados à protagonista Alex Chen, que se diz “amaldiçoada” pelo seu poder, que a permite ver a aura emanada pelos sentimentos das pessoas em diferentes colorações. O poder de empatia de Alex também vai além, já que ela também é capaz de absorver e manipular essas emoções.
Com a morte de seu irmão em um acidente suspeito, Alex terá que percorrer a pequena cidade de Haven Springs em busca de respostas para um segredo obscuro que ronda a morte de seu irmão.
Jogadores também poderão encontrar uma cara conhecida com a presença de Steph, personagem apresentada em Life is Strange: Before The Storm que também frequentava Blackwell e, agora, será uma das opções de par romântico de Alex.
Com a edição ultimate do jogo também será disponibilizada uma cópia do remaster dos dois primeiros jogos da franquia Life is Strange (Life is Strange e Life is Strange: Before the Storm), que terá uma melhor nos gráficos e nas animações.
Life is Strange: True Colors tem data de lançamento prevista para 10 de setembro de 2021 e, diferente dos outros jogos da série, não será vendido na forma de episódios. O game estará inteiramente disponível na data de lançamento e mais detalhes vocês conferem no SITE OFICIAL.
Hoje (18), aconteceu a Square Enix Presents, evento online que reúne os principais anúncios de games da Square Enix. Confira os principais anúncios abaixo:
Life is Strange: True Colors – O novo jogo da franquia foi anunciado durante o evento e recebeu um novo trailer detalhando um pouco mais do enredo e dos novos personagens. O jogo tem data de lançamento prevista para 10 de setembro de 2021.
Forspoken – O ex Project Athia recebeu seu nome definitivo e um novo trailer mostrando um pouco mais do universo do game, que tem a data de lançamento prevista para 2022.
Tomb Raider – A franquia completará 25 anos e a Square Enix pretende comemorar o evento. A trilogia dos reboots de Tomb Raider (Tomb Raider (2013), Rise of The Tomb Raider e Shadow of the Tomb Raider) serão disponibilizados em um bundle nas lojas online chamado Tomb Raider: Survivor Trilogy, que estará em desconto de 60% pelos próximos 14 dias. Além disso, a Square Enix prometeu mais novidades sobre a franquia da heroína e novas colaborações (lembrando que Lara Croft está no passe de batalha da nova temporada de Fortnite). Um livro de receitas baseado na franquia também será lançado.
Outriders – O jogo, que tem data de lançamento prevista para 1 de abril de 2021, recebeu um novo trailer mostrando mais cenas da gameplay e da dinâmica do game.
Marvel Avengers – Foi anunciado a introdução do herói Pantera Negra como personagem jogável.
Ballan Wonderworld – O jogo tem data de lançamento prevista para 26 de março.
Just Cause: Mobile
Hitman Sniper Assassins – O jogo estará disponível nas plataformas mobile.
Durante uma live realizada na tarde de hoje (18) em seu Instagram , a editora Panini anunciou que publicará o mangáReal, de Takehiko Inoue (Vagabond, Slam Dunk)
Previsto para julho, o mangá virá no formato 13,7 x 20 cm, capa cartonada simples, miolo em papel offset e algumas páginas coloridas em couchê. O preço será de R$ 29,90 e será mensal.
A obra foi vencedora do Prêmio de Excelência do 5º Japan Media ArtsFestival, em 2001. Serializada na revista Weekly Young Jump desde 1999, com 15 volumes lançados até o momento.
Real, de Takehiko Inoue (Capa Divulgação)
Sinopse: A história de Real acompanha três adolescentes que trazem consigo profundos dramas pessoais: Nomiya abandonou o ensino médio e lida com a culpa de ter se envolvido num acidente que deixara sua amiga Natsumi, que o acompanhava, com paralisia dos membros inferiores. Togawa, ex-velocista talentoso que aspirava ser o melhor no Japão, foi acometido por uma grave doença generativa e teve de amputar uma das pernas. Takahashi, popular e arrogante, é líder do time de basquete e também não consegue se mover do peito para baixo. Com personalidades completamente distintas, os três são unidos por uma só razão: a paixão pelo basquete.