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Horizon Forbidden West | State of Play exclusivo é anunciado pela Sony

Horizon Forbidden West

A Sony anunciou nesta terça-feira (25) o State of Play exclusivo de Horizon Forbidden West, que acontecerá na próxima quinta-feira (27) às 18h no canal oficial da PlayStation no Youtube. Estreando a jogabilidade do novo Horizon durante 14 minutos de pura ação capturados no PlayStation 5. 

Na publicação, o diretor Mathijs Jonge, uma das mentes por trás da criação do jogo, revela estar ansioso pelas reações do público e garante ser uma produção que envolve muito empenho por parte da equipe, sendo um prazer compartilhar esse marco incrível em sua história. E convidou os fãs para participarem do pré-show às 13h que precede o evento State of Play, uma contagem regressiva de 5h.

“Essa estreia foi um verdadeiro esforço em equipe e estamos empolgados em mostrar o que estamos preparando. Não importa se você já está com a gente com e Aloy desde Horizon Zero Dawn, ou se só está conhecendo esse mundo incrível agora, a gente quer compartilhar esse marco incrível na nossa história – e mal podemos esperar para ver seus momentos favoritos e reações.” 

Horizon Forbidden West foi revelado em junho de 2020 durante a conferência da PlayStation. Apesar de estar prometido para o segundo semestre de 2021, ainda não possui data de lançamento e o State of Play é uma expectativa para que mais detalhes sejam anunciados.

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Tears of Themis (Closed Beta) | Primeiro Gole

Fala galera! À convite da editora e desenvolvedora miHoYo (Genshin Impact), participamos do último Closed Beta de Tears of Themis, um Otome Game que une Raciocínio Amoroso e Tribunal!

Com enfoque em relacionamento e resolução de casos, o jogo se passa na cidade fictícia de Stellis e por ali temos a presença de quatro personagens masculinos principais: Luke Pearce, Marius von Hagen, Vyn Richter e Arten Wing. Ainda sem data de lançamento, o game chegará para dispositivos móveis, tanto iOS como Android. Sem delongas, vamos conhecer um pouco do game!

Lei de Themis

Com uma longa apresentação em sua introdução, beirando os 10 minutos onde são explicados os principais conceitos do jogo, adentramos no mundo da advocacia, mais especificamente em Themis Law, o escritório de advocacia e cerne de nossa história.

Por meio de interrogatórios e exame de peças/locais, ganhamos experiência e nos dá mais liberdade para conduzir os casos da cidade, fazendo que nos sintamos como uma grande justiceira local. Por sinal, o nome da minha personagem é Juliette.

Em meio a tudo isso, temos uma mescla de gênero, característica da miHoYo. Enquanto em Genshin Impact o Gacha invade o Mundo Aberto, por aqui temos algo como Ace Attorney vivendo um Otome Game, dividindo o “harem” em quatro estereótipos em forma de personagens.

Apesar dos clichês narrativos e muito bem explorados nas animações japonesas, temos uma profundidade em diálogos, bem como nas histórias individuais que combinados com a personalidade, faça com que o jogador tenha um apreço em criar um vínculo romântico.

Imagem Divulgação

Construindo Histórias e Conexões

Para este beta fechado tínhamos acesso a três idiomas, sendo eles Chinês, Japonês e Coreano. O que fiquei pensando é de que por se tratar de um produto relativamente mais simples que um Genshin Impact para a dublagem, poderia ser interessante a editora trazer uma dublagem Português-Brasileiro – quem sabe?

Ainda com relação as atuações, a miHoYo sabe muito bem trabalhar com as vozes, e no meu caso, escolhi a japonesa (pra variar um pouco kkk), e bem, não perde em nada para as Visual Novels mais parrudas que existem no mercado.

Na parte do “play”, a experiência é promissora e já temos um game bem polido, mesmo ainda sem uma data de lançamento revelada. Não está claro em como a história se desenrolará e se ficará apenas com os 4 meninões – esperamos que não – mas é certo que o game vem com força total para o nicho em que está focando. Um potencial sucesso, novamente.

E quanto ao sistema de debate? No jogo temos três tipos de cartas (wisdom, empathy e logic), onde com ela podemos trocar figurinhas com o juiz, nos ajudando na prosa e na resolução de um caso. Não entendi muito bem como funciona colecioná-las, mas ao fazer missões diárias e outros achievements, temos a possibilidade de conseguir cards variados para nos auxiliar durante a jogatina.

Imagem Divulgação

Conceito artístico deslumbrante

Seguindo a clássica linha dos otome game, temos o estilo artístico “Anime”, o mesmo de Honkai e Genshin, e que mais uma vez surpreende por sua qualidade gráfica e efeitos especiais, mesmo que em imagens estáticas. O destaque fica por conta do design dos quatro figurões, Artem, Luke, Marius e Vyn, com inúmeras figuras e animações que deixam o jogo rico; isso vale para o visual dos cenários e do background, que se assimilam e muito ao universo dos animes.

Para finalizar com mais um elogio, Tears of Themis também traz uma ótima trilha sonora, agora pautada em um clima de mistério e investigação, mudando o tom mais orquestral épico de Genshin Impact, o que não tira seu brilho, de fato.

Contras? Sinceramente, não achei nenhum. A minha consideração é de que caso você não esteja no nicho dos otome games, é bem provável que Tears of Themis não deva te agradar, mesmo que goste de jogos de tribunais. De resto, é um game com ótimo visual e roteiro intrigante, ponto forte da miHoYo em prender o jogador em sua história/universo. Sucesso na certa!

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Conheça Price of Power, o conjunto de expansões de GWENT

gwent price of power
Imagem Divulgação

A CD PROJEKT RED anunciou as novidades que vem por ai no Gwent, com Price of Power, um conjunto de expansões. Então prepare-se para Era uma Vez Uma Pira, que chega no dia 8 de junho.

Com a adição de 26 novas cartas, sendo elas 4 por facção e raridades diferentes, novas habilidades e mecânicas vão chegar para balançar os baralhos, com sinergias novas e poderosas.

Além disso a ideia por traz de Price of Power é trazer a magia do universo do The Witcher como tema principal e como as facções procuram, exploram e lutam por ela. Contudo você pode garantir uma vantagem adquirindo o passe de expansão Price of Power.

Garanta uma seleção de cartas premium e uma moeda de Pira animada, confira os detalhes aqui. Gwent: The Witcher Card Game está disponível gratuitamente para PC (Gog.com e Steam), macOS com Apple M1 e mobiles Android e iOS.

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Army of the Dead: Invasão em Las Vegas | Review

army of the dead
Imagem Divulgação

Uma era que mexeu muito com a cultura pop começa a ser história do passado a partir de maio, Zack Snyder chega a Netflix com costas largas e aliviado após momentos conturbados na Warner e entrega aquilo que o povo quer assistir. Army of the Dead: Invasão em Las Vegas é uma bala de canhão atirada para o alto e acerta em cheio o objetivo, têm seus problemas sim, mas não afeta a trama nem atrapalha a experiência do filme que pode confirmar a redenção de Zack Snyder

A era Snyder/DC foi algo muito conturbado, fazendo as pessoas sentirem falta dos tempos de “300” e “Sucker Punch”, achando que nunca mais veriam um dos maiores diretores da atualidade voltar a sua boa fase, pois bem, como acontece no mundo dos esportes, um trabalho ruim é normal até entre os grandes nomes, foi ele entregar o trabalho da sua vida, o questionado SnyderCut, que fez ele recomeçar sua carreira, deixar para trás tudo o que aconteceu e seguir a vida, Army of the Dead simboliza os novos ares que Zack Snyder precisava em sua carreira, e depois disso que venha algo da mesma grandeza e qualidade.

A história sabe muito bem caminhar dentro do tempo necessário, um começo que parece um tiro de tão rápido, algo que chega a ser um atropelo, mas é um mal necessário, pois é breve e objetivo para te entregar toda a origem dos personagens principais e o início de todo o caos dos zumbis, a partir disso que começa o desenvolvimento do arco principal do porquê de todos terem que voltar para aquele inferno de cidade abandonada e zumbificada.

Dentro disso que é entregue o que todos querem ver após aquele maravilhoso trailer, sangue, tripas, tiros, bombas e matança, mas bem controlada, nada de cair para galhofa e nem segurar demais a ação, os momentos dramáticos junto com o elo criado entre a equipe são bem construídos e consegue enriquecer muito uma história que aparentava ser completamente galhofa, o filme se leva a sério e te convence, dentro um roteiro mais clichê do subgênero zumbi, mas que isso faz com que muito pudesse ser explorado, e dentro disso citamos os verdadeiros protagonistas dessa história.

Em entrevista a imprensa, Snyder disse que há vários tipos de zumbis, não só algumas categorias como também as espécies que são imunes, então não só ele colocou um tigre e um cavalo zumbi no filme como desenvolveu o arco dos zumbis alfa perfeitamente, zumbis mais inteligentes, ágeis e fortes a ponto de rasgar todo o treinamento de apocalipse zumbi já criado pelos fãs do subgênero, nada mais serve depois de Army of the Dead, inclusive as bizarrices de como um zumbi pode trabalhar uma gestação já é um ponto fora da curva que Snyder não se contém, se não tiver algum momento completamente esquisito, não é Zack Snyder.

Esse filme trouxe para mim uma reflexão muito grande referente a era Snyder/DC, por mais que existam fãs do que ele fez na Warner, para mim ele só acertou em “Man of Steel” e o casting da Gal Gadot, de resto foi um completo desastre, fanatismos a parte, não foi dinheiro para os bolsos da Warner e as maiores reclamações dos fãs era toda a linguagem visual do Snyder.

Pois bem, aqui nós temos o mesmo filtro escuro, câmera lenta, momentos épicos ao som de trilhas majestosas, e nada foi repetitivo ou extrapolado, na verdade tudo foi muito bem orquestrado pelo diretor, o que confirmou para mim que talvez a maior parcela de culpa seja da Warner e seus executivos, sim, Snyder foi mal, têm sua culpa também, mas a diferença de um SnyderCut ou até um Man of Steel mostrou que na Netflix ele estava muito mais livre para fazer seu trabalho, o que na minha interpretação colocou a Warner em uma situação muito constrangedora quanto aos seus executivos, e pensando que 2021 é um ano majestoso para Warner devido a muitos títulos grandes a serem lançados, acho que é melhor ficar de olhos abertos sobre Warner e seu pessoal interno.

Em compensação a tudo que já é passado, é bom dizer “bem vindo de volta Zack Snyder”, trazendo um filme incrível e altura de seu talento, lavando a alma de um mal momento e provando que tudo têm um recomeço, Army of the Dead entrega o que se espera dele, alcança o objetivo em todos os aspectos e se coloca na lista dos melhores filmes do ano, se ele será o melhor do ano não se sabe, mas desse mês é o melhor indiscutível, marcando a redenção do saudoso diretor mestre dos fanservices.

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Novos personagens de Back 4 Blood são revelados em trailer; confira!

back 4 blood
Imagem Divulgação

A Warner Bros. Games e Turtle Rock Studios lançaram um novo trailer de Back 4 Blood destacando novos personagens e suas personalidades. Chamados de “Sentinelas”, você poderá escolher entre oito personagens que apresentam antecedentes, características e habilidades contra os Contagiados.

Então confira aqui a equipe completa dos Sentinelas de Back 4 Blood:

Holly – Depois de perder sua família para o verme do inferno, Holly Forrester aprendeu a canalizar toda a sua energia para ser uma Sentinela e é conhecida como a cola que mantém a equipe unida. Armada com seu fiel taco de beisebol com pontas de pregos que ela carinhosamente chama de “Dottie”, a resistência de Holly e sua atitude de nunca desistir ajudam a elevar o moral da equipe e muitas vezes é vista como um raio de luz na escuridão do apocalipse.

• Walker – O mais velho de cinco irmãos, Elijah Walker nasceu em Evansburgh em uma família trabalhadora e operária. O ex membro do Exército e veterano devastado pela guerra é altamente qualificado, com uma vasta experiência em combate na linha de frente. Walker é um homem de poucas palavras, mas quando fala chama a atenção de seus colegas Sentinelas, que respeitam seu compromisso com a luta.

Doutora – Ela tem sido fundamental para manter Forte Hope funcionando, mas isso está longe de ser a vida que Doutora esperava quando ela veio para a América. Ferozmente independente, ela sacrificou a vida social pela carreira. Só anos depois ela finalmente encontrou uma alma gêmea em Mãe. Após o Colapso, a atitude séria e a perspectiva pragmática de Doutora serviram bem para ela. Ninguém nega que ela é uma ótima médica e ainda por cima uma baita atiradora.

• Karlee – sobrevivendo nos arredores de Forte Hope desde o Colapso, Karlee só confiava em si mesma. Ninguém sabe muito sobre ela, e ela está bem com isso. Embora vista como um incômodo na melhor das hipóteses e uma saqueadora na pior, suas ações provaram repetidamente de que lado ela está. Agora com os Contagiados em ascensão, ela optou por lutar ao lado dos sobreviventes. Ela pode não ser uma Sentinela de nome, mas compensa isso em atitude.

• Jim – ninguém conhece melhor Finleyville e a província ao redor como Jim. Desde muito jovem, ele ia para o campo com seu pai, caçar e fazer armadilhas. Depois de uma temporada no exército, ele voltou para casa, apenas para vê-la devastada pelo Colapso. Agora ele encontrou seu lugar entre os Sentinelas mais confiáveis. Quando não está lutando lado a lado com sua equipe, ele está vasculhando o interior de sua amada Pensilvânia, eliminando a infestação de Contagiados.

Hoffman – um indivíduo meticuloso, preparador entusiasta e teórico da conspiração. Quando a infecção atingiu, ele e sua mãe agacharam-se e enfrentaram a tempestade enquanto o resto do mundo caía no caos. Depois que sua mãe faleceu enquanto dormia e seus suprimentos acabaram, ele deixou sua casa fechada para enfrentar o mundo do verme do inferno. Howard Robert Hoffman é genuinamente habilidoso e de bom coração, com um desejo sincero de ser uma parte útil da equipe. Como parte dos Sentinelas, ele finalmente encontrou a família que sempre quis – precisando apenas percorrer o apocalipse zumbi para encontrá-la.

• Evangelo – ele pode ser o Sentinela mais jovem e menos experiente da equipe, mas provou que aprende rápido. Além de ser bom nas lutas, Evangelo se consolidou como um membro leal e confiável da equipe. Ele tende a falar muito, especialmente quando está nervoso, mas está ansioso para mostrar que tem o que é preciso para ser um Sentinela.

• Mãe – A única pessoa surpresa que a Mãe se tornou a voz dos sobreviventes em Finleyville foi ela mesma. Ela nunca se esquiva de um desafio e sempre coloca as necessidades dos outros acima das suas. Ainda assim, para quem está acostumado a resistir à autoridade, sua recém-descoberta responsabilidade às vezes pesa desconfortavelmente sobre ela. Embora tenha fé em seus Sentinelas, a Mãe questionou as estratégias de outros líderes em mais de uma ocasião, especialmente desde a morte de seu filho. O objetivo dela é simples, fazer os Contagiados pagarem.
Enfim conhecendo a equipe de Sentinelas, você e seus amigos poderão detonar as hordas de Contagiados para salvar o mundo. Dos criadores da franquia Left 4 Dead, Back 4 Blood é um jogo cooperativo que mostra um mundo em colapso após um surto catastrófico na qual a maior parte da humanidade foi morta ou infectada pelo Verme do Inferno.
Com data marcada para 12 de outubro de 2021, Back 4 Blood estará disponível para Xbox Series X|S , Xbox One , PlayStation 5, PlayStation 4 e PC. Para aqueles que comprarem o jogo na pré-venda receberão um pacote de skins de armas Elite Fort Hope. Atente-se ao site para, quem sabe, não fazer parte do hands-on, os testes do jogo! qual será seu Sentinela quando o momento chegar?
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How NOT to Summon a Demon Lord | Músicas ganham uma série de remixes

How NOT to Summon a Demon Lord
Imagem Divulgação: Avex

As músicas de abertura e encerramento de How NOT to Summon a Demon Lord, ‘EVERYBODY! EVERYBODY!’ e ‘YOU YOU YOU’ ganharão novos remixes. Sendo o primeiro deles lançados nesta sexta-feira (21), as outras versões serão lançadas durante quatro semanas consecutivas, totalizando oito remixes.

Tais músicas são apresentadas por Yuu Serizawa – conhecida pelo seu apelido ‘Seriko’ –, que além de idol também dá voz para alguns personagens de anime, já tendo participado do elenco de Black Clover e Kakegurui. Juntamente com a cantora, o DJ KOO, líder do grupo de J-pop TRF, e o rapper MOTSU, que participou da abertura do anime Initial D, dão forma às músicas do anime.

A música de abertura de How NOT to Summon a Demon Lord, EVERYBODY! EVERYBODY!, tem uma atmosfera animada, e já ficou em primeiro lugar nas listas de singles. Já o encerramento, YOU YOU YOU possuí um ritmo dançante, complementado com a voz doce de Serizawa, dando toques de romance à canção.

Confira os vídeos dos remixes lançados hoje:

Yu Serizawa with DJ KOO & MOTSU / EVERYBODY! EVERYBODY! (Aniclub EDIT)
Yu Serizawa with DJ KOO & MOTSU / YOU YOU YOU (Aniclub EDIT)

Além do talento com a música, o DJ KOO e o rapper MOTSU são membros do projeto OMOTENASHI BEATS, que tem como objetivo divulgar o J-pop e as anisongs pelo mundo, gerando visibilidade e credibilidade. Assim, os remixes das músicas do anime fazem parte do projeto de espalhar o gênero para os fãs do mundo inteiro. MOTSU comenta sobre o assunto:

Eu estou muito empolgado com esse projeto! Quando falamos em fazer um remix após as duas músicas ficarem prontas, eu pensei que seria divertido fazer várias versões diferentes do remix por conta própria. Então eu troquei o tom maior para um tom menor, cortei o tempo pela metade e assim por diante, com muita liberdade – e como nós é que estamos remixando, não tem ninguém para se opor, não importa como fazemos. É um trabalho dos sonhos, certo?

Ele ainda complementa:

Incluindo as duas edições do Aniclub (que são músicas de anime no estilo club), existem oito músicas, e levou muito tempo para terminar todas elas. Seriko e KOO possuem vozes ótimas – eu fiquei com inveja deles quando estávamos trabalhando nisso. As cordas vocais de KOO são tão jovens, especialmente comparadas às minhas, que estão danificadas pelos anos bebendo e fumando. Eu espero que vocês gostem dos diferentes tipos da energia “bombante” de cada música, cada qual diferente da versão original.

Além do rapper, Serizawa também deu seu depoimento:

Yuu Serizawa com DJ KOO & MOTSU!!!! Nós fazemos o time mais forte que existe! Das gravações às filmagens, meus dois mentores da Avex criaram uma atmosfera divertida do começo ao fim, e isso me deixou TÃO FELIZ! Essas duas músicas inspiradoras tem o poder de fazer o mundo girar, e nós também!!!! Vamos todos nos divertir juntos em 2021!

A Avex é uma grande empresa no Japão, sendo produtora de alguns dos mais famosos grupos pops do país, tais como WARPs, INTERSECTION, e o próprio TRF, além de vários animes. Assim, a empresa é responsável pelas músicas de How NOT to Summon a Demon Lord, e também pela produção do anime.

How NOT to Summon a Demon Lord Poster
Imagem Divulgação: Avex

A série pode ser encontrada na Crunchyroll que a descreve de tal forma:

‘Como é que eu, o rei dos demônios, fui invocado para outro mundo?’ Takuma Sakamoto era tão poderoso no MMORPG Cross Reverie que seus colegas o chamavam de “rei dos demônios.” Um dia, ele é invocado para outro mundo na forma de seu avatar, onde encontra duas garotas discutindo pra saber quem é que, de fato, o invocou. Elas lançam um feitiço para adestrar feras invocadas, mas ele ativa sua habilidade de Refletir Feitiços e acaba escravizando as garotas para si! E assim, o rei dos demônios (de araque) e seus poderes cósmicos e fenomenais entram em uma aventura de outro mundo!

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Kentaro Miura – O Homem que Envelheceu a Semana de 22

kentaro miura berserk
Imagem Divulgação

Antes do texto, uma confissão: sou mais um daqueles que conhecem à distância a grandiosidade de um autor que nunca leu. Mas não digo isso por pura expiação de culpa que alguém venha me imputar. Berserk, a obra-prima da vida do recém falecido Kentaro Miura, é um trabalho incontornável para quem está nesse mundinho da cultura pop japonesa. Logo, oportunidade não faltou. Curiosidade também não faltou. Faltou a falta de amor próprio.

Explico. Mesmo distante, era claro e cristalino o fato de que Berserk era uma obra forte. E digo forte também no sentido de que ele bate e te mói por dentro, ainda que digam que há um respaldo redentor em todo o sofrimento que perpassa a vida de Guts. Mas há uma certa dose de sabedoria em saber respeitar os próprios limites, e um agregado de painéis e páginas sortidas aqui e ali piscavam o alerta: “Mantenha distância, é melhor não”.

Covardia ou prudência, chame do que quiser, a verdade é que Kentaro Miura foi de um talento radiante tanto para os de dentro como para os de fora. Durante anos a fio passamos por pessoas que diziam terem sido transformadas com a leitura de Berserk, mesmo longe de um final. Alguns de nós testemunhamos pessoas delirando, eufóricas com as histórias ali contadas. E tal qual gigantes como Akira Toriyama, Hirohiko Araki e Yoshihiro Togashi, uma obra não sobrevive por 32 anos de graça.

Escrevo esse obituário não só pelo sentimento compartilhado de luto por uma comunidade que perdeu um de seus mais ilustres pilares, mas principalmente por tão impressionante que foi o alcance para fora do mundo otaku. A começar pela notícia de seu falecimento, que saiu em canais de notícias mainstream, como no G1, CNN e IstoÉ. De repente se percebia que estávamos diante de um autor que superou as barreiras de um nicho e que conseguiu ter sua obra amplamente reconhecida. Kentaro Miura alçou mais uma pedra no caminho do reconhecimento de um mangá como uma mídia legítima e dotada de um enorme potencial de significados maiores.

Pois não tratem como algo dado: o caminho ainda é longo. Continua surpreendente o tanto que se tratam mídias japonesas como meras infantilidades. Como se quem escrevesse aquilo não fosse dotado do mesmo dom de criatividade e imaginação como todo o resto da humanidade.

E para uma última nota de admiração, dou vivas à vida de Kentaro Miura por ter envelhecido a Semana Que Nunca Acabou. Como é o caso de muitas figuras que entram para a história, suas ações repercutem em níveis que fogem ao controle delas próprias. A arte de Kentaro Miura foi motivo de algo que não acontecia a umas boas décadas no nosso país: uma genuína polêmica envolvendo as artes. Não que o mau gosto não tenha sido mais alvo de objeções, mas entre RT’s e discussões acaloradas, pela primeira vez em décadas a Semana de Arte Moderna de 1922, foi posta à uma preferência outra que não ela própria, como tem sido a norma da arte brasileira em quase um século de modernismo (99 anos, para ser mais exato).

É lógico que isso não quer dizer que Kentaro Miura revolucionou nossas artes, até porque nossos artistas marcados e influenciados pelo seu trabalho estão longe dos nossos cânones, de nossas Tarsilas, Abaporus e gotas humanas outras. Mas esses artistas existem. A rebeldia ao estabelecido até foi silenciada, mas ela existiu. A fagulha, uma vez acessa, não deixou de iluminar um novo horizonte; que preferiu a forma e a beleza de quem dedicou décadas de sua vida a aprimorar algo grandioso. Que preferiu, em oposição aos amorfismos e à afronta pela mera afronta, o belo inescapável aos olhos de quem vê, de quem não precisa de linhas e mais linhas de contexto, mas que percebe quando está à frente de algo maior.

Posso ter enaltecido um episódio aparentemente banal, mas em tempos onde a arte está ausente das conversas do dia a dia e onde tudo é permitido em arte, menos discutir sobre arte, sou eternamente grato a Kentaro Miura por seu trabalho ter nos dado um leve instante de consciência durante nosso longo sono letárgico que já dura um século.

Kentaro Miura morreu no início do mês. Não sei quantos sabem, mas a realidade da morte é algo que pesa bastante no Japão, tanto que a maior ofensa proferível a alguém, é manda-lo à morte. “Shine!” para o japonês tem o mesmo peso de alguém ofender a mãe aqui. E para o caso de Miura, a situação não poderia ter sido mais penosa. Uma morte precoce, aos 54 anos de vida, ainda no auge de seu trabalho. A causa, rompimento da aorta, sintoma comum da hipertensão, que não garante uma morte das mais tranquilas.

É também diante da dura realidade da morte e desse sopro efêmero que chamamos de vida que escrevo este obituário. Algumas vidas passam como o orvalho pela manhã. Outras passam como um trovão, tal qual foi a vida de Kentaro Miura, que deixou para o mundo um legado que em muito o superará. Tornou-se um imortal.

Aos admiradores do eminente sensei, os mais sinceros pêsames deste estrangeiro. Um dia a vida há de me dar coragem. Um dia me juntarei a vocês.

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“Get it, let it roll!” | BTS retorna com seu novo single ‘Butter’

bts butter
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Depois de muitas semanas de espera, finalmente o ARMY pôde conferir o single Butter. Trazendo referência ao hit Another One Bites The Dust, da banda Queen, e esbanjando charme e talento, o BTS fez seu retorno com maestria.

O lançamento ocorreu na madrugada desta sexta-feira (21), por volta de 1 da manhã. Dez minutos antes, no canal do Youtube da HYBE LABELS, fãs puderam assistir uma live feita pelos membros, onde eles fizeram uma brincadeira usando pães e manteiga, referência ao título da nova canção.

E, obviamente, o BTS já quebrou recordes com Butter. Com apenas 13 minutos de lançamento, o vídeo se tornou o videoclipe mais rápido da história do Youtube a atingir 10 milhões de visualizações. O recorde anterior também era do grupo, com Dynamite, que atingiu a marca aos 20 minutos.

Butter é o segundo single totalmente em inglês do BTS. Sobre o videoclipe, a Big Hit Music, empresa do grupo, declarou que “O destaque deste videoclipe de conceito de elevador é a coreografia diferente executada por cada membro do BTS, em suas aparições individuais e sob o holofote sofisticado do palco”.

A primeira performance de Butter será no próximo dia 23 de maio, no Billboard Music Awards 2021.

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