Início Site Página 899

2PM | MV de “Make It” ultrapassa 15 milhões de visualizações

2pm
Imagem Divulgação

O boygroup de K-Pop 2PM fez seu tão aguardado comeback depois de um longo hiato de 5 anos! O sétimo álbum completo intitulado de “MUST”, que tem sua faixa-título e também MV intitulados de “Make It”, foram lançados simultaneamente no dia 28 de Junho. A recepção foi tão positiva ao retorno, que “Make It” já ultrapassou 15 milhões de visualizações depois de apenas dois dias desde o lançamento! No momento, o MV totaliza, no YouTube, 16.493.722 visualizações!

Em agradecimento ao apoio dos fãs, quando o MV alcançou a marca de 10 milhões de visualizações, a JYP Entertainment lançou algumas fotos do por trás das cenas da gravação do MV. Nas fotos, os integrantes mostram seus visuais em diversos cenários, que vão desde um incêndio até um simples fundo azul. E a verdade é que, o impacto está na forte imagem que o grupo passou nesse comeback

2pm
Imagem via AllKpop

MUST

MUST” é o sétimo da carreira do grupo e marca o retorno tão aguardado à indústria do K-Pop. O álbum conta com 10 músicas, sendo “Intro.“, “해야 해“, “괜찮아 안 괜찮아“, “보고싶어, 보러갈게“, “샴페인“, “집 앞 카페“, “Moon & Back“, “둘이“, “놓지 않을게” e “우리집 (Acoustic ver.)“. O último lançamento foi há 5 anos atrás, com o álbum “Gentleman’s Game”, em Setembro de 2016! 

A faixa-título “Make It” foi escrita e composta pelo integrante Wooyoung e está no estilo R&B, trazendo o questionamento: “O que eu devo fazer se o amor aparecer novamente?”. No MV, todo o sentimento de incerteza é combinado com cenários apocalípticos, dos quais os membros passam com elegância, intercalando com momentos em que mostram a coreografia. Confira abaixo: 

PUBLICIDADE

#PrideMonth | 10 produções LGBTQIA+ asiáticas disponíveis em plataformas online

seu nome gravado em mim
Imagem Divulgação

Antes tarde do que nunca! Ainda estamos no mês do Orgulho LGBTQIA+, e em comemoração, aqui vai uma pequena lista com 10 produções centradas em personagens e histórias LGBT da Ásia. Todas as produções estão disponíveis* em plataformas online e com legendas em português e/ou inglês.

*Algumas produções na plataforma Viki podem requerer a assinatura do pacote Standard Pass. 

1Seu Nome Gravado em Mim (Taiwan)

No final dos anos 80, logo após o fim da Lei Marcial em Taiwan, os estudantes Jia-han (Edward Chen) e Birdy se tornam amigos depois que um deles precisa se esconder dos vigias do colégio no dormitório do outro em uma escapada na madrugada. Com o tempo, a amizade dos dois vai se tornando algo a mais, e eles precisam decidir como lidar com seus sentimentos, o julgamento vindo de pessoas próximas e outros desafios.

Baseado em experiências do próprio diretor Patrick Liu (ou Liu Kuang-hui) adaptadas no roteiro pelo produtor Arthur Chu, o longa é um retrato das dificuldades e uma maior repressão enfrentadas pela comunidade à época, com referência à luta pelos direitos civis LGBTQIA+, como o encontro dos jovens com o ativista Chi Chia-wei, uma figura importante dessa luta durante os anos 90.

O filme todo apresenta um tom melancólico, apoiado pelo enredo, pelas paletas frias, cenários e pela trilha sonora muito bem colocada — a música-tema que deu nome ao longa, Your Name Engraved Herein¸ conquistou o prêmio de Melhor Canção Original no Golden Horse Awards em 2020.

Com um final tão poético quanto o restante da trajetória, Seu Nome Gravado em Mim mostra um amor que pode até mudar de forma com o passar do tempo, mas nunca desaparecerá completamente.

O filme está disponível na Netflix, com legendas para PT-BR.

Confira o trailer:

2Tudo Por Ela (Japão)

O que você faria se a pessoa que você ama estivesse em perigo e desesperada? Rei Nagasawa (Kiko Mizuhara) faria qualquer coisa. Quando sua antiga colega Nanae Shimoda (Honami Sato) revela que está sofrendo violência doméstica, Rei vai até às últimas consequências por ela, matando o marido de sua antiga paixão, e então as duas mulheres fogem em busca de sua liberdade.

É a inflamada história de um amor rebelde… Até não ser. Apesar dos tons pastéis, dos clichês meio bregas e da trilha sonora, Tudo Por Ela é mais profundo que um simples romance trágico; transforma-se em uma busca pela própria identidade, e uma história em que o protagonista precisa encarar uma dura realidade no fim das contas.

O longa estreou ainda este ano na Netflix, e está disponível na plataforma com legendas em português.

Confira o trailer:

3Gameboys (Filipinas)

O streamer adolescente Cairo (Elijah Canlas) é desafiado em uma de suas lives por um novo oponente chamado Gavreel (Kokoy de Santos). Depois da partida, Cairo fica surpreso quando percebe que Gavreel começa a flertar com ele, e não sabe se deve levar as investidas do “rival” a sério ou não. Mesmo em cidades diferentes, os rapazes começam a manter contato pela internet diariamente e se aproximam cada vez mais enquanto lidam com suas próprias questões familiares. Será possível sustentar esses sentimentos à distância em meio à pandemia?

O web drama de 13 episódios foi um grande sucesso ao inovar no formato da produção, sendo gravado majoritariamente por meio de chats e vídeo-chamadas, e mostra questões relevantes no contexto da pandemia, que tem sido muito explorado pelos dramas filipinos atualmente. A continuação da história será lançada no dia 30 de julho como um longa-metragem. A série também ganhou um spin off, Pearl Next Door, onde nos acompanhamos o dilema amoroso da melhor amiga de Gavreel, Pearl (Adrianna So), ao precisar escolher entre seu novo amor (Iana Bernardez) e uma antiga paixonite do colegial (Rachel Coates).

As duas séries estão disponíveis no YouTube, no canal oficial da produtora The IdeaFirst Company, com legendas em português.

4Wish You (Coréia do Sul)

Quando o jovem produtor musical assistente Yoon Sang In (Lee Sang) vê o artista independente Kang In Soo (Kang In Soo – sim, o mesmo nome do personagem) gravando um vídeo musical na rua com a ajuda do melhor amigo, é amor à primeira vista – pela voz e pelo cantor. Decidido a ajudar o rapaz a conquistar seus sonhos de se tornar um artista profissional, Sang In e sua líder de equipe mostram o vídeo de In Soo na reunião da agência, com o qual conseguem conquistar a simpatia da chefe. Como parte do contrato para o primeiro álbum, os dois jovens precisam viver um tempo juntos enquanto Sang In auxilia In Soo no processo criativo, e eles acabam se aproximando. No entanto, o cantor guarda alguns segredos que podem dificultar tanto seu caminho para o sucesso quanto seu relacionamento com Sang In.

Tendo também uma versão no formato de um drama com 8 episódios, o filme traz uma história doce, perfeita para quem está afim de calmaria e alguns clichês muito bem-vindos. A música tema que dá nome ao filme é envolvente e ainda é cantada pelos próprios atores principais! A trilha sonora oficial está disponível completa no Spotify.

O filme está disponível na Netflix e na Viki, com legendas em português em ambas as plataformas, e a versão em formato de drama também está na Viki.

53 Will Be Free (Tailândia)

O stripper Neo (Joss Wayar) é falsamente acusado de matar sua amante, Vanika (Intira Jaroenpura), que era casada com Thana, um agiota muito poderoso em Bangkok, e agora precisa fugir de seus subordinados. Durante a fuga, Phon (Max Nuttawut) um dos membros da gangue, acaba morto por Miw (Mild Lapassalan), a gerente de um strip bar que agora é obrigada a se unir a Neo para escapar. Os dois recorrem ao amigo de Neo, Shin (Tay Tawan), o filho de Thana e enteado de Vanika, a fim de bolar um plano para derrubar a gangue de seu pai e salvarem suas vidas. Enquanto isso, Mae (Jennie Panhan), namorada de Phon (sim, uma personagem trans interpretada por uma mulher trans) se une a Tur (Gusmile Chanagun), seu melhor amigo e colega, para caçar os três fugitivos e vingar a morte do homem que amava. Em meio a toda essa confusão, os três jovens em fuga ainda precisam lidar com os sentimentos e as tensões que crescem entre eles.

Com uma história cheia de ação e reviravoltas, o drama é um dos grandes sucessos da produtora tailandesa GMMTV, com muitos rostos conhecidos e bem populares da casa. Todos os episódios estão disponíveis com legendas em português no canal oficial da produtora no YouTube.

Confira o trailer:

6HIStory 3: Trapped (Taiwan)

Quatro anos depois do homicídio de sua parceira e do líder da gangue Tianmeng, o policial Meng Shao Fei (Jake Hsu) está determinado a prender os responsáveis, e o único sobrevivente do tiroteio e novo líder do grupo criminoso, Tang Yi (Crhis Wu) está no topo de sua lista, mas o mafioso sempre parece encontrar uma forma de escapar. Em uma reviravolta, os dois acabam precisando unir forças para resolver uma situação mais complexa do que Shao Fei imaginava e pegar os responsáveis pela morte de sua parceira. Com essa aproximação, os sentimentos entre o policial e o líder da gangue evoluem para algo além da parceria profissional.

O drama faz parte do volume III da antologia “HIStory”, uma coleção de produções BL taiwanesas, sendo também um dos arcos mais populares. Todos os episódios estão disponíveis na plataforma Viki, com legendas em português.

Confira o trailer:

7Life ~ Love on The Line (Japão)

Ito Akira (Shirasu Jin) é um dedicado jovem de 17 anos que está decidido a ter uma vida normal – mesmo que ele não admita que morreria de tédio. No caminho de volta da escola, ele gosta de brincar um tipo de faz-de-conta, seguindo uma linha branca da rua sem nunca pisar fora dela, imaginando que algo perigoso aconteceria se o fizesse. Um dia, na volta para casa, ele conhece Nishi Yuuki (Raiku), um inocente e excêntrico estudante, entretido com sua própria versão do mesmo jogo, mas andando na direção contrária. Ito se encanta pela personalidade simples e divertida de Nishi, e os dois passam a se encontrar todos os dias no caminho de volta. Com o tempo, o relacionamento dos dois jovens evolui para algo mais complexo, e chega a hora de Ito decidir se ele quer seguir com o plano original de uma vida nada extraordinária, ou se vai enxergar o mundo com a magia do olhar de Nishi.

A minissérie tem 4 episódios e uma versão em longa-metragem pelos olhos do diretor, com algumas cenas extras, e ambas estão disponíveis no Viki com legendas em português.

Spoiler (ou talvez não): uma das cenas contém um easter egg de outra série do volume III da antologia taiwanesa HIStory!

Confira o trailer:

8Chasing Sunsets (Filipinas)

Quando o governo filipino adota medidas de restrição em decorrência da pandemia do COVID-19, a jovem Lara Bautista (Aura Domeniqui) é obrigada a estender sua estadia no resort Camp Avenue, e se aproxima da dona do acampamento, Farrah Domingo (Donna Erno). Com essa nova amizade, que logo se transforma em algo mais, as duas têm um longo caminho a percorrer e muitos obstáculos para enfrentar e superar juntas.

Filmado durante a pandemia nos estúdios da Camp Avenue, o web drama foi o primeiro centrado em um casal lésbico feito pela produtora. Logo na introdução do trailer e do primeiro episódio, os atores deixam um aviso: A história foi escrita por uma pessoa diagnosticada com depressão e ansiedade, e aborda estes temas de forma incisiva, podendo acionar gatilhos nos espectadores. Além dos temas de saúde mental, o enredo também aborda a conscientização sobre o HIV.

Os episódios estão disponíveis no canal da produtora no YouTube com legendas em inglês, mas a tradução automática (ING>PT) também pode ser habilitada.

Confira o trailer:

9Color Rush (Coréia do Sul)

Em um mundo alternativo, existem dois grupos de pessoas “especiais”: monos e probes. Os monos sofrem de uma cegueira neurológica congênita que os impede de ver o mundo em outras cores que não tons de cinza; já os probes podem fazer com que os essa cegueira seja temporariamente curada quando os monos olham para seu rosto. Cada mono tem um único probe, e, uma vez que o encontra, o mono pode criar uma relação de dependência doentia, que o leva a cometer crimes como sequestro e até homicídio por não suportar a ideia de ficar sem ele (ou ela). O jovem estudante Yeon Woo (Yoo Jun) é um mono que, por medo de enlouquecer, teme o dia em que poderá encontrar seu probe. Mas, inevitavelmente, depois de mudar novamente de escola, ele o conhece: Yoo Han (Han Hyu-jun, ex The Boyz), um belo trainee que sonha em se tornar um idol. Depois que Yeon Woo vê o rosto do colega, eles percebem a ligação que existe entre eles, e, mesmo que o mono tente evitar contato com ele a qualquer custo, Yoo Han insiste em se manter próximo a ele e ensiná-lo todas as cores do seu mundo.

Com um toque de fantasia e visualmente mágico, Color Rush é realmente uma explosão de cores, e uma das únicas produções BL coreanas que exploram essa temática. Assim como Wish You, o drama ganhou uma versão em longa-metragem, e ambas estão disponíveis na plataforma Viki com legendas em português.

Confira o trailer:

10Lovely Writer (Tailândia)

O escritor Gene (Up Poompat) está vivendo um bloqueio criativo enquanto é cobrado por sua editora para terminar de uma vez seu novo romance BL. Em meio à correria, Gene é informado de que seu último romance foi escolhido para ser adaptado como um lakorn, Bad Engineer, e ele é chamado para ajudar na escolha do elenco. Na audição, ele conhece o jovem galã Nubsib – ou simplesmente “Sib” – (Kao Noppakao), que acaba sendo escalado para o papel principal da série. Por conta de um “problema de logística” e com a ajuda de Tum (Ken Prarunyu), seu agente e melhor amigo de Gene, Sib pede ao escritor para acolhê-lo em seu apartamento por um mês. No entanto, o ator parece ter outras intenções, além de alguns segredos em seu passado.

Entregando um shade em cada cena, o lakorn expõe a realidade atrás das câmeras, como a falta de privacidade dos artistas e as restrições absurdas, a objetificação e fetichização de relações homoafetivas cometidas pela indústria BL para promover um mercado que, na maioria das vezes, nem mesmo é voltado para o público LGBTQIA+.

Os episódios estão disponíveis no canal oficial da série no YouTube com legendas em inglês, mas a tradução automática (ING>PT) também pode ser habilitada.

Confira o trailer:

Para quem chegou até aqui, vale ressaltar que a ordem das produções listadas não foi feita com base em algum juízo de valor! A ideia foi colocar duas obras de cada um dos principais países exportadores desse conteúdo disponíveis online.

Se você curtiu a lista (ainda que tenha sentido falta de um certo país), atente-se para as próximas indicações do Suco!

Clan O’Conall and the Crown of the Stag | Review

Clan O Conall and the Crown of the Stag
Imagem Divulgação

Bem aventurados os guerreiros das brumas que buscam ação e magia. Faça parte da história de um reinado poderoso que está sendo azarado pela inveja. Traga seus dedos e sua mente para o combate e o quebra cabeças que Clan O’Conall and the Crown of the Stag tem a oferecer! Levante o estandarte da batalha junto com o Suco!

Clan O’Conall and the Crown of the Stag é um jogo de ação e plataforma 2D que traz elementos de puzzle de uma forma bem atrativa. Além disso o jogo traz um contexto celta em sua receita, que fica bem evidente pelo nome não é mesmo?

Além da Guerra

Então eis que a inveja toma conta do enredo dessa história. Em uma batalha entre humanos e monstros, o amor selou o campo de batalha mas teve alguém (sempre tem né?) que foi contra. A mística Caoranach e suas hordas de demônios vieram para acabar com paz.

Nesse momento o rei é vitima da bruxa que quer os poderes da coroa e cabe apenas aos filhos dele buscar uma forma de salvar o pai e paz de Hibernia. Trazendo a mitologia céltica em enredo, você vai explorar criaturas e locais temáticos. Então do submundo e das florestas feéricas à trolls e o temível dullahan.

Cada filho é perito num estilo de combate o que será importante para a solução de quebra-cabeças e progressão de fases. Haggísh é um lutador de força bruta e usa os punhos ao seu favor, domado de uma força que empurra e levanta objetos no cenário.

Enquanto que Killcannon, traz a arte do combate com lança e é capaz de planar e cortar vinhas e obstáculos no caminho. Quer agilidade e destreza? Então é Clakshot, a filha, que vai acertar os alvos e esgueirar nas pequenas passagens.

Clan O'Conall and the Crown of the Stag
Imagem Divulgação

Plataforma e RPG

O sistema de Clan O’Conall and the Crown of the Stag é simples, você tem os três filhos que podem ser substituídos durante as fases. Cada um tem pericias que auxiliam em quebra-cabeças, como usar a força para estourar uma parede ou acertar um alvo com o arco para criar uma plataforma.

Além disso as fases são recheadas de inimigos, fadas e segredos. As fadas são importantes coletáveis que permitem você evoluir os protagonistas. A vantagem são habilidades extras, aumento do dano e vida. Cada um tem seus altos e baixos dando um equilíbrio ao time. Porém caso um deles morra a fase é reiniciada porque “todos são um”.

Em algumas fases pontuais, a mãe dos protagonistas em sua forma espiritual vai compartilhar uma habilidade para um dos filhos. Elas ajudam na progressão do jogo e são fixas. Por exemplo, Killcannon aprende uma investida com sua lança que permite ganhar vantagem no ar, empurrar inimigos, e se analisar, uma forma rápida de locomoção.

Clan O'Conall and the Crown of the Stag
Imagem Divulgação

Corra, lute, esquive e mude!

Cada fase vai explorar uma mecânica de swap entre os personagens para a progressão. Não tem como um personagem só passar uma fases sozinho. Após alguns estágios você terá uma luta com chefe, com estratégias pontuais que refletem a mesma ideias das fases.

Com relação dos controles é bem fácil, não há muitas complicações em se adaptar. Porém a troca de personagem em algumas situações de escalada não encaixa tão bem, não parece tão fluida quando se tem uma ação ocorrendo. Da mesma forma que é bem livre as ações de ataque e tem várias sequencias para cada personagem, além de uma função importante: a esquiva.

A ambientação e os efeitos sonoros combinados com a arte e design do jogo são maravilhosos. Com traços bem animados e marcantes e trazendo a climatização, você vai tem um belo contraste e atenção de cada inimigos e fase.

Clan O’Conall and the Crown of the Stag está disponível para PC e Mac na Steam, aproveite a Summer Fest e garanta um desconto mitológico. Desenvolvido pela HitGrab, corra contra o tempo, encontre as fadas e os segredos de Hibernia!

PUBLICIDADE

Demon Slayer – The Hinokami Chronicles ganha trailer inédito

Demon Slayer - The Hinokami Kagura
Imagem Divulgação: SEGA

O grande sucesso dos animes agora vai conquistar o mundo dos games. O jogo Demon Slayer – The Hinokami Chronicles ganhou trailer inédito do Modo Adventure. O vídeo foca no arco Asakusa da obra original, onde Tanjiro tem seu primeiro encontro com Muzan Kibutsuji.

O Solo Mode acompanhará a história de Tanjiro ao longo da primeira temporada do anime até o arco Mugen Train e, como é possível ver pelos trailers, o game parece ser bem fiel à obra. Em um vídeo divulgado anteriormente pela SEGA, outras passagens do jogo podem ser vistas, como as lutas da Seleção Final, o confronto com Kyogai, o Oni do Tambor, e a tensa batalha contra Rui.

Além do Modo Adventure, o game de Demon Slayer terá o Versus Mode, onde os jogadores poderão ter batalhas de 1 vs 1 tanto offline quanto online, com multiplayer local. Até o momento, os personagens jogáveis confirmados para esse modo são:

  • Tanjiro Kamado
  • Nezuko Kamado
  • Zenitsu Agatsuma
  • Inosuke Hashibira
  • Giyu Tomioka
  • Rengoku Kyojuro
  • Shinobu Kocho
  • Sakonji Urokodaki
  • Sabito
  • Makomo
  • Murata

O modo conta com combinações de golpes especiais, incluindo estilos de Respiração, e Ultimates poderosas dos personagens. Confira abaixo todas as Ultimates reveladas até o momento, incluindo os especiais da Academia:

No site oficial do jogo já estão disponíveis os links para a pré-venda, cuja opção garante alguns bônus inclusos, desde avatares adicionais, personagens desbloqueados, até acesso antecipado ao game.

Demon Slayer The Hinokami Kagura Poster
Imagem Divulgação: SEGA

Demon Slayer – The Hinokami Kagura Chronicles está sendo produzido pelo Estúdio CyberConnect2, responsável pela produção de Dragon Ball Z: Kakarot e Naruto: Ultimate Ninja Storm.

A data de estreia do jogo está prevista para 15 de outubro, um ano após o lançamento de Demon Slayer: Mugen Train, e estará disponível para PS4 e PS5 com mídia física, e Xbox One, Xbox Series X|S e PC (via Steam) somente como mídia digital.

PUBLICIDADE

Conheça The Shapeshifter, uma aventura para Game Boy

shapeshifter
Imagem Divulgação

Não é ilusão, é realidade. The Shapeshifter da Green Boy Games é um jogo conceitual de aventura para Game Boy. Compatível com os portáteis Nintendo Game Boy, Game Boy Color e Game Boy Advance e disponível apenas em mídia física.

The Shapeshifter é um jogo de aventura fantasiosa. Elliot, uma pessoa qualquer, que num final de semana nas montanhas se encontra com um elfo. Então o que poderia dar errado? Além de um poder de virar o animal que ele toca.

Assim toda a nostalgia está garantida, tanto no conceito pixelado de um jogo da época como o envolto do jogo. Cartucho, manual, a caixa com o padrão de Gameboy. A iniciativa da Green Boy é não deixar o clássico morrer, por isso que o chama atenção do projeto.

A campanha do arrecadamento alcançou 72 mil dólares e já iniciou o projeto The Shapeshifter 2 no Kickstarter. O alcance desse sucesso chamou a atenção de vários veículos e do Suco também! E então você é um jogador clássico que gosta de seus jogos na prateleira? The Shapeshifter é para você!

PUBLICIDADE

Confira a programação da WitcherCon

witchercon
Imagem Divulgação

Com transmissão pelo Youtube e pela Twitch, a WitcherCon será realizada no dia 9 de julho a partir das 14 h (horário de Brasília). Para você não perder nada, o Suco tem algumas informações do que você pode presenciar.

Com vários paineis incluindo o universo do jogo e da série The Witcher, o evento promete aproximar todo o publico da franquia e os curiosos. então confira alguns dos painéis que vão rolar na conferencia:

  • Memórias do Caminho: histórias por trás dos jogos The Witcher: os desenvolvedores e figuras-chave da criação da série de jogos The Witcher discutem como eles dão vida a histórias em mundos digitais, enquanto também relembram seus momentos favoritos – e relíquias esquecidas – dos títulos.
  • Monster Slayer: viva a vida de um bruxo: a equipe da Spokko ajudará os jogadores a se prepararem para se tornarem bruxos, mostrando seu novo RPG de realidade aumentada baseado em localização.
  • The Witcher: Além dos Videogames da CD PROJEKT RED : conterá uma visão do processo criativo por trás dos itens do universo expandido de The Witcher, incluindo histórias em quadrinhos e o próximo jogo de tabuleiro – The Witcher: Old World.

Além disso haverá vários conteúdos da CD PROJEKT RED e da NETFLIX. Incluindo apresentações musicais do compositor Marcin Przybyłowicz e da banda de folk metal Percival, que trabalharam juntos na premiada trilha sonora original de The Witcher 3: Wild Hunt.

Então está pronto para jogar a moeda para o bruxo? A WitcherCon está chegando e espera por você! Confira a programação e detalhes adicionais no site oficial.

PUBLICIDADE

BIOMUTANT | Review

biomutant
Imagem Divulgação

Biomutant é um RPG de ação em mundo aberto desenvolvido pela Experiment 101 e THQ Nordic que traz um interessante universo furry – personagens animais que apresentam personalidade e características humanas – em um cenário pós-apocalíptico.

Graças ao pessoal da NUUVEM, tivemos acesso ao jogo furry e trazemos agora para vocês um REVIEW sob minha ótima otimista – pois curti muito a estética do jogo – mas também como toda a problemática que carrega. Vamos lá!

Embarque neste mundo pós-apocalíptico Furry!

Vívido. Brilhante. Colorido. São três adjetivos que cabem muito bem no universo de BIOMUTANT. Das gramíneas musguentas a árvores e plantas contorcidas, o level design encanta na perspectiva estética, apresenta biomas diversos e áreas naturais de tirar o fôlego. De fato, e num primeiro momento, esta é a primeira impressão que temos do jogo. Não há dúvidas de que é muito bonito!

E os seres que habitam? Bem, o conceito dos personagens também segue uma linha que combina muito bem com a proposta do jogo e temos uma variedade interessante de mutantes antropomórficos e montarias, tudo para propiciar uma ótima imersão ao jogador.

Junto ao ambiente natural, temos as construções e áreas das tribos. Seguindo a mesma fórmula, elas se misturam de forma simbiótica as paisagens, de trincheiras escavadas até fortalezas em meio a um pântano. É difícil escolher qual arquitetura de tribo é a mais bonita e interessante.

Agora com o pano de fundo do mundo de BIOMUTANT, resta saber qual o nosso lugar e quem irá se aventurar nessa jornada. Assim como um bom RPG, criamos nosso personagem, mais uma vez lembrando, um antropomórfico. Acabei fazendo uma espécie de “guaxinim espadachim”, um samurai urbano – já que ele também atira com pistolas – e formatei dentro desse conceito durante toda a jogatina.

Não são muitas coisas que podemos customizar na parte física do personagem, ora um pelo diferente aqui e uma esticadela das ossadas ali. Mas como todo essa estética mutante antropomórfica é rara nos games, acaba sendo uma experiência bem interessante. Vale lembrar que algumas poucas coisas, como vestimentas, podem ser mudadas in-game. Já se você se cansou da penugem de seu bichado, existe um NPC barbeiro pronto para te ajudar a ficar mais garboso na sua caçada!

Para finalizar dentro dessa parte de criação, temos a classe (são seis no total). Sinceramente, achei que seria uma escolha DEFINITIVA, mas que nada, podemos variar de estilo e mudar de arma a qualquer momento no jogo. Parecido com Dark Souls, a sua classe inicial é mais importante nas primeiras horas…

biomutant
Imagem Divulgação

Escolhas e Desenho da História

Com um pano de fundo da ambientação montado, vamos para o desenrolar da trama. Gosto de separar BIOMUTANT em três grandes galhos de trama: passado, presente e futuro. E como funciona isso? Vamos lá!

O passado compreende no background do seu personagem. Conforme passamos por missões, mais da infância são revelados, desde treinos de Wung-Fu com sua mãe, aulas de natação, exploração e toda a cartilha da formação do herói. Para dar mais ênfase, os flashbacks são jogáveis e a mecânica de escolhas – que o jogo leva muito a sério – também está presente.

Já o presente, temos o que podemos fazer para avançar na história e junto dela, nossas escolhas dentro do sistema de Moralidade, uma dicotomia dentro do espectro da Escuridão e Luz. A regra é clara: ações boas melhoram o caminho da Luz; ruins, o caminho da Escuridão. Sim, do jeito mais Star Wars possível e com toques de Zelda: Ocarina of Time e Black Desert Online.

O futuro, o que nos resta? O mundo é vivo, e junto dele as nossas escolhas formarão consequências dentro da trama. A forma como resolveremos os problemas entre as Brigas de Tribos, ou a salvação da Árvore da Vida, é exclusivamente nossa – e isso é bem legal, um ponto positivo no design do jogo.

Parecido com Cyberpunk 2077 onde as escolhas definem até mesmo o tempo de jogatina, ora aceleram ou estendem sua campanha, é fato de que quando você termina a história central, não significa que esteja realmente completo. Característica de um game mundo aberto, há dezenas de sidequests, minigames e mapas para exploração; por sinal, muitas sidequests são até mais divertidas que as mainquests.

Você pode achar a história não muito interessante ou cativante, mas há um charme em BIOMUTANT, e o empenho da equipe da Experiment 101 em trazer este sistema complexo de Ação <> Reação no mundo é de tirar o chapéu, principalmente por não terem a verba de um game AAA.

biomutant
Imagem Divulgação

Jogabilidade Nostálgica

Um fator que me “pegou de jeito” foi de como o game me lembrou alguns jogos da RARE na época de Nintendo 64 como Conker’s Bad Fur Day e Jet Force Gemini. Não que de fato tenham uma inspiração ou correlação, mas foi algo que me trouxe do âmago esta lembrança nostálgica e me motivou durante a jogatina. Há cenas em BIOMUTANT que poderiam se encaixar perfeitamente nos jogos aí citados.

Além da questão estética e de como os cenários são propostos (simples), a jogabilidade também me remeteu a tais jogos do passado por serem mais “diretos”. Não quero dizer que as lutas são simplórias, até porque há muitas formas de combos ou mecânicas de armas, mas acredito que se o jogador estiver disposto a seguir apenas UMA LINHA de combate, ele consegue atravessar o jogo com isso.

Para a galera mais hardcore – não me enquadro nisso – há um sistema de bloqueio e esquiva. Não achei tão bem harmonizado como em um Soulslike (acho que nem é a ideia), e em alguns momentos achei um pouco travada como o personagem se esquiva, mas considero e relevo que são cartas interessantes para se tirar da manga contra alguns chefes. Se você for habilidoso com o controle e tiver um bom timing, use e usufrua dos contragolpes e cancelamentos das habilidades inimigas.

Já do lado do craft, assim como em Cyberpunk 2077, é possível terminar o game sem dar muita atenção por aqui, porém, para quem busca mais longevidade e diversão, é interessante criar armas específicas para os chefões como em um Megaman. De fato, é muito difícil repetir uma play, seja por seu equipamento ou como você escolhe desafiar mobs e chefes; cada combate é único.

biomutant
Imagem Divulgação

Das Problemáticas

Já citado todos os pontos de que gostei muito em BIOMUTANT, vamos para seus problemas. Já antecipo de que como joguei uns bons dias após seu lançamento, diversos patches já vinham corrigindo seus erros e não sofri de glitches e quedas de quadros, algo muito citado na comunidade.

Quanto a sua performance, em meu i5 10400F + RTX 2060, foi possível extrair o máximo de seu gráfico sem nenhum problema, porém, ressalto que para um melhor desempenho, tenha em mente instalar o game em um SSD (de preferência num NVMe), para assim não ter problemas de carregamento de texturas em áreas mais abertas.

Talvez o ponto que mais tenha me incomodado é a repetição de missões e suas fórmulas simplórias de “ache um número x de itens” ou “derrote todos os inimigos do mapa”. Parece que foram indexadas apenas para cumprir seu lugar no mapa e encher mais “linguiça”. Pessoalmente, prefiro algo mais próximo de um Zelda BOTW, onde os inimigos estão no mapa sem nenhuma motivação aparente e vão apenas proteger o seu território, assim economizavam mais tempo e focariam mais no worldbuilding. Saliento de que gostei muito do sistema “war” de dominação de tribos e regiões, algo trabalhado em jogos como AC Odyssey e AC Valhalla, e também nos dois jogos Middle-Earth Mordor.

E o narrador? EU ADOREI logo de início ter um narrador do jogo e que me acompanharia por toda jornada. Aí depois de algumas horas, ou dezenas, você acaba se enchendo um pouco, sabe? Similar ao que comentei esses dias em Maneater, gosto da perspectiva em terceira pessoa e no caso do jogo do tubarão, combina perfeitamente pois não é o tempo todo. Talvez aqui em BIOMUTANT, ter momentos chave sendo narrados e nos diálogos do mundo ter apenas uma legenda (já que falam em um idioma caricato-animalesco) ajudaria. Fica aqui a provocação: será que tudo em um jogo deveria ser DUBLADO?

biomutant
Imagem Divulgação

Meio, Ambiente e Mutação

E vamos com mais uma provocação. Quando um jogo me apresenta escolhas, e como aqui de moral “Luz e Trevas”, gosto sempre de selecionar as mais diferentonas e contrárias da jornada do herói comum e corrente. Com BIOMUTANT não foi diferente! Já de início, optei pelo lado sombrio da aventura e sempre que possível, aplicava o modo caótico pensando: “até onde o jogo pode me levar?”.

É fato que a direção que o jogo te leva é em salvar a Árvore da Vida, trazer um olhar mais sustentável e ser family friendly com o Meio Ambiente. Até aí tudo certo, mas para quem optou o lado da “Luz”, não é? Em alguns momentos da narrativa, os diálogo levavam para contra o que eu queria, tiravam um pouco dessa liberdade ser mais caótico; acho um pouco frustrante, já que, se a proposta é ter esta dicotomia, que exerça em sua totalidade.

É fato que o jogo é muito divertido, colorido, traz uma temática importante e roteiro interessante, e bem, te faz querer ver “no que vai dar” este mundo totalmente destruído, claramente uma analogia com nossa realidade e quanto a isso, tudo certo. Mas é fato também de que os problemas de BIOMUTANT, muitas vezes não tão explícitos (tirando os crashes relatados no PlayStation 4), comprometem o abrilhantamento deste jogo que tenta ser um AAA, mas sem alma.

Um jogo grandioso, se manter dentro deste calibre de campanha de mundo aberto, deve impactar com sua identidade única e ir além da estética. Talvez mais alguns anos de produção, comprometimento de world building e detalhes do mapa/campanha teriam dado a BIOMUTANT sua identidade e lugar devido na indústria dos jogos de mundo aberto. Ainda assim, vale a jogatina!

ADQUIRA AGORA NA NUUVEM

PUBLICIDADE

O Top 100 dos idols de K-Pop mais pesquisados no Google em 2021

bts-blackpink
Imagem Divulgação

Que o K-pop caiu no gosto popular, isso é inegável! E o que seria do K-Pop sem os idols? Levando isso em consideração, a conta “K-Pop Idol Charts”, do Twitter, fez um levantamento dos idols mais pesquisados no google nos últimos seis meses de 2021. A análise foi feita através do Google Trends, e conta com dados a partir do dia 1º de janeiro até o dia 28 de junho de 2021.  

Todos os integrantes do grupos de K-Pop BTS e BLACKPINK tomaram as 13 primeiras colocações, dividindo espaço com IU e Eunwoo, do boygroup ASTRO. Jungkook lidera o ranking com 600.00, e em seguida vem V, com 563.64; Jimin, com 409,09; Suga, com 303.00; Lisa, com 300.00; Jennie, com 281.82; IU, com 263.64; Jin, com 218.18; Eunwoo, com 200.00; Rosé, com 190.91; RM, com 181.82; Jisoo, com 172.73 e J-Hope, com 163.64. 

Entre outros artistas citados, está Hyunjin, que retornou recentemente para as promoções do Stray Kids, e ocupa a posição 15º na escala mundial de pesquisas, com 81.82 acessos, perdendo apenas para G-Dragon, que ocupa a 14º posição com 100.00. 

Além deles, aparecem na lista, integrantes e ex integrantes de grupos como EXO, Miss A, GOT7, Red Velvet, Twice, NCT, Momoland, SHINee, Girl’s Generation, 2ne1, MAMAMOO, ITZY, 2PM, f(x), Tomorrow x Together, Super Junior, Girl’s Day, IZ*ONE, I.O.I, Gugudan, Monsta X, Wonder Girls, Seventeen, Wanna One, SS501, TVXQ, JYJ, Kara, After School, April, BTOB, (G) I-DLE e outros membros do Stray Kids

Confira abaixo o ranking detalhado:

E aí? Seu idol favorito apareceu na lista?

PUBLICIDADE