Durante uma live nesta terça-feira (24) a Editora Panini anunciou que começará a publicar o manhwa de Tower of God ainda este ano no Brasil. De acordo com as informações divulgadas, o lançamento será em novembro e a publicação será mensal.
Assim, todos os volumes serão coloridos, no formato padrão de 14,5cm x 20cm e leitura no estilo ocidental. A valor de cada título será de R$49,90.
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Tower of God foi escrito por Lee Jong-hiu e lançado em 2010 na Webtoon, plataforma online de leitura. A obra ainda está em andamento e até o momento possui 498 capítulos e 8 volumes impressos, além de ter ganhado adaptação para anime em 2013 que pode ser assistida pela Crunchyroll.
Sinopse: O manhwa criado por Lee Jong Hui conta a história de Bam, um garoto solitário que vivia em um mundo sombrio com sua única companheira, Rachel. Porém, ao ouvir falar sobre a possibilidade de uma vida diferente, a garota encontra um novo motivo para viver e entra na misteriosa Torre…
A Funimation anunciou nesta quarta-feira que teremos Plus Ultra nos cinemas brasileiros novamente! O terceiro longa de My Hero Academia, que foi aos cinemas japoneses em agosto deste ano, também estará presente em nosso país.
My Hero Academia: World Heroes’ Mission terá sessões tanto dubladas quanto legendadas. Contudo, o longa do estúdio BONES ainda não teve uma data de estreia definida nem os cinemas que irão colocá-lo em cartaz.
Dá só uma olhadela no trailer aí:
Essa não é a primeira vez que My Hero Academia entra em cartaz nos cinemas nacionais. O primeiro filme da série, 2 Heróis, passou pelas telonas em 2019. Da mesma forma, a ideia era que o segundo filme, Heroes: Rising, também passasse por aqui; contudo, devido à pandemia, isso não aconteceu, então o único jeito que pudemos assistir ao segundo longa foi pelo streaming da própria Funimation.
O sucesso que My Hero Academia faz tanto no Japão quanto no globo inteiro não é mistério para ninguém. A prova disso é que, mais uma vez, o sucesso nas bilheterias do longa não foram brincadeira, não. Desde sua estreia, ainda em exibição. World Heroes’ Mission já arrecadou mais de incríveis 18.7 MILHÕES de dólares (algo em torno de 97,9 milhões de reais), e contando. Com isso, o longa já ultrapassou seus dois antecessores. Inclusive, para se ter uma ideia, nos quatro primeiros dias de exibição, World Heroes’ Mission superou em 200% a bilheteria do segundo longa no mesmo período.
World Heroes’ Mission
Na história do filme, uma organização misteriosa dedicada à destruição de pessoas com Quirks lançou uma ameaça e armadilhou bombas por todo o mundo. Heróis Pro e aqueles em Estágios de Heróis partem à sua procura. Deku, Bakugo e Todoroki encontram Roy (com voz por Ryou Yoshizawa), um rapaz que vive numa ‘mobile home’ na área Oseon, e acabam por trabalhar com ele.
Aliás, como os outros dois longas, o terceiro filme também é canônico, viu? Isso é confirmado nas cenas pós-crédito do episódio 104, exibido recentemente.
Atualmente, a obra original em mangá é publicada pela JBC aqui no Brasil. Além disso, a editora publica, também, a série spin-off Vigilante: My Hero Academia Illegals.
Por fim, os episódios do anime de MHA estão todos disponíveis (com os filmes) pela Funimatione a partir da 4º temporada pela Crunchyroll.
O ator tailandês Earth Pirapat Watthanasetsiri havia anunciado em suas redes a alguns dias atrás que doaria sete telas de sua autoria para um leilão virtual, cuja renda total (sem deduções) seria revertida para instituições de caridade e hospitais que estão cuidando dos casos cada vez mais numerosos de COVID-19 no país.
A organização ficou sob responsabilidade do fã-clube oficial de Earth na Tailândia, e para divulgar a campanha os fãs subiram a hashtag #TheeartheCharity.
— The Earth Official Fanclub (@EarthofficialFC) August 22, 2021
O leilão ocorreu entre os dias 23 e 25 de agosto, e arrecadou 674.223,00 baht (cerca de R$107.740,83). De acordo com a organização do evento, o lance mais alto foi para a tela Edinburgh, vendida por 150 mil baht, seguida por Starlight (135 mil) e Daisy (110 mil).
Os organizadores agradeceram a participação de todos, e anunciaram em suas redes que ainda estariam recebendo doações até o dia 26 (quinta), para todos aqueles que “quisessem fazer méritos com Earth”, referindo-se à tradição e crença budista de gerar um bom carma, seja em seu próprio favor ou para seus ancestrais.
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O ator, que até alguns dias atrás estava com medo de que não houvesse nenhum engajamento no leilão (apesar do apoio de vários amigos e colegas), agradeceu a todos os que participaram do evento e também convidou os fãs a fazerem doações.
O canal oficial do The IDOLM@STER no YouTube lançou um filme conceitual que foi produzido pelos estúdios CloverWorks e Khara. O vídeo apresenta a música Voy@ger que representa a imagem da franquia de 2021.
A canção possui mais de 6 minutos e possui diversos vocais femininos e masculinos juntos. A animação do vídeo possui muitos efeitos que combinam com o pop eletrônico da música. O CD de Voy@ger será lançado em 4 de agosto.
Atsushi Nishigori (The IDOLM@STER TV anime, THE IDOLM@STER MOVIE: Kagayaki no Mukogawa e!) foi o diretor e character designer. Shogo Tsurii do estúdio Khara foi o diretor visual e ele trabalhou nas produções de Darling in the FRANXX, Evangelion: 3.0: Thrice Upon A Time e Japan Animator Expo.Esse projeto possui 15 idols de cinco diferentes sub franquias de The IDOLM@STER. O filme conceitual foi anunciado na festa de 16° aniversário da franquia (25 de julho) que aconteceu um dia antes da data de comemoração.
The IDOLM@STER é originalmente uma franquia japonesa de jogos de simulação de idols e também do estilo rhythm game criado pela Bandai Namco Games. Foi lançado primeiramente como um jogo de arcade, porém a franquia cresceu e se estendeu para diversos consoles, como Xbox, PlayStation e também teve jogos para Smartphone. Além disso, possui adaptação para anime de Idolmaster: Xenoglossia que foi um spinoff mecha. Os dois primeiros jogos foram adaptados para anime em 2011, pelo estúdio A-1 Pictures e direção do Atsushi Nishigori. Além disso, The IDOLMASTER Cinderella Girls (2015) e The Idolmaster SideM (2017) também foram animados; o filme (THE IDOLMASTER MOVIE: Kagayaki no Mukogawa e!), entre outros. A franquia possui uma variedade de mídias, por ser uma série de sucesso no Japão.
The IDOLM@STER se baseia na cultura de idols da música pop japonesa e apresenta uma agência que recruta garotas aspirantes ao estrelato e que vão treinar duro para alcançar o sucesso.
Já faz um bom tempo que não se ouve falar de turnê do NECRONOMIDOL, não é mesmo?! Mas parece que esse hiato finalmente chegou ao fim.
Na noite desta terça-feira (24), o grupo anunciou uma série de shows pelo continente europeu no mês de outubro, começando no dia 15 e encerrando no dia 31. Vale frisar que ainda há uma data a ser anunciada para o show na Suíça.
Os ingressos para a Cursebreaker Tour já estão a venda e os fãs podem adquirir pela internet. Confira a seguir, a lista de datas e locais das apresentações e os links de compra:
O grupo Jupiter anunciou em suas redes sociais um show transmitido por live no próximo sábado, dia 28. A apresentação começará às 18h, no horário do Japão e faz parte da turnê ‘THE FORCES’ Tokyo.
É a primeira vez que a banda, liderada por Kuze, fará uma live desse porte. Os fãs poderão assistir pela plataforma de streaming ZAIKO e, assim como em outras lives, terão a opção de assistir até três dias após a transmissão ao vivo.
Para adquirir os ingressos, basta acessar o site da hospedagem. O ingresso custa JP¥ 4000 (aproximadamente R$ 191,22).
Jupiter é uma banda de metal sinfônico formada em abril de 2013, estreando com o álbum “Classical Element”.
Juntamos todas as informações que conseguimos sobre kizu para você ficar por dentro de uma das bandas mais populares do visual keiatual.
Kizu é uma banda de rock e visual kei, com baixos potentes e um som rápido. O som da banda é bem próprio, mas dá para sacar algumas influências de metal (especialmente metalcore, apesar de a banda não fazer exatamente isso) e um rock mais modernete.
O início do KIZU
Em fevereiro de 2017, KIZU fez um anúncio misterioso, intitulado “ANATA NO kizu KIKASETE KUDASAI” (“deixe-me ouvir sobre suas cicatrizes, por favor”, em tradução livre), acompanhado de um número de telefone em nome de “KIZU”, sem mais informações. Segundo a Barks (em japonês), foram abertas chamadas telefônicas para público geral todas as noites entre 1 e 3 de março, onde se podia conversar com os membros da banda e lhes confidenciar suas preocupações, frustrações e ansiedades e, com isso, contribuir com a criação do primeiro trabalho musical da banda.
Perceba que, até aqui, ninguém sabia oficialmente quem seriam esses membros por isso, houve bastante polêmica sobre quem eram os membros (informação que só foi publicada alguns dias depois do fim do evento telefônico). Quem conseguiu ligar especulava que fulano um ou ciclano, pouca gente de fato acertou que os membros eram: LiME (que já havia sido vocalista do LEZARD entre 2013 e 2016), reiki (guitarra), YUE (que já havia sido baixista no DecoLa Hopping, uma daquelas bandas de visual kei ultrarraras com membros femininos, vale a conferida) e Kyounosuke (baterista e uma das figuras com visual mais elaborado do visual kei de todos os tempos).
O lançamento de seu primeiro trabalho, OSHIMAI, foi somente em maio, o single de 3 faixas conseguiu ficar em 69ª posição no ranking da Oricon, o que para uma estreia de banda de rock e visual kei atualmente não é lá pouca coisa.
Carreira ainda curta, porém fértil
Para quem gosta de números, podemos dizer que KIZU teve quase todos os seus singles no TOP50 da Oricon, sendo que: seu segundo single, “Kawazu” ficou em 18º posição, o terceiro, “Kizuato”, em 31º, “Steroid” em 24º, “0” (zero) em 39º, “Heisei” em 24º, “Human Error” em 19º, “kuroi ame” em 32º e “jigoku”, último single lançado no momento em que este artigo é escrito, em 28º posição.
Não só em vendas de CDs esses moços bonitos têm obtido sucesso, desde seus primeiros eventos, em especial seus OneMan Shows (shows que as bandas fazem sozinhas e não em eventos com outras bandas, o que é mais comum no visual kei), KIZU já gera burburinho. Em seu terceiro OneMan, foi muito noticiado que os ingressos se esgotaram “num flash”, tendo muitas notícias dizendo que foram vendidos em apenas 1 segundo, o que num geral apenas quer dizer que foram esgotados realmente muito rápido. Isso, somado ao fato de que, na época, a banda não tinha quase nem 10 músicas lançadas é realmente muito impressionante. Isso não aconteceu somente com esse evento, vários outros também tiveram muito sucesso de vendas, o que levou a banda a casas de shows maiores do que as que a média das bandas costumam realizar seus eventos com tão tenra idade.
Outro ponto muito legal é que, pouco antes de lançar “kataki”, primeiro álbum da banda, (um bestalbum com duas “faixas bônus” inéditas), em comemoração aos 4 anos de banda, em abril de 2021, LiME anunciou um breve projeto com vocalistas de outras bandas.
O projeto consistiu, basicamente, em duetos de sucessos de KIZU junto de grandes nomes do V-rock japonês. O primeiro ato foi “Juusei”, cantado com Tatsurou, vocalista do MUCC. O segundo ato com Issei, do BugLug, cantando “0” (zero). O terceiro, com Dancho, do NoGoD, cantando “kizuato”. O quarto com Kouki do D=OUT, cantando “Tokyo”. O quinto com Ryouga do RAZOR, cantando “oshimai”. E o sexto, e último ato, foi com Gara, vocalista do MERRY, cantando “Juukyuu”.
Todas as respectivas bandas têm estilos super diferentes entre si e nomes proeminentes do rock japonês, em especial do visual kei. Todos os duetos podem ser encontrados facilmente na playlist do Canal Oficial da banda. E recomendamos fortemente que você dê uma ouvida nas bandas cujos vocalistas fazem parte!
Um disclaimer
Kizu é uma banda de rock visual kei com forte carga emocional em seus temas e performances, por isso, é possível que algo te dê gatilhos nos vídeos e letras da banda. Temas como tristeza profunda, depressão, falta de esperança, suicídio, manipulação, entre outras angústias são tratados com enorme frequência. Vale ressaltar isso nos clipes, muitos contêm imagens bem fortes envolvendo coisas como suicidios.
O nome “kizu”, é o equivalente a “ferida” ou “cicatriz, corte, cicatriz” em português, então, se você tiver feridas muito recentes ou muito dolorosas, talvez seja difícil de digerir o que eles tratam em sua música.
Como exemplo, seu primeiro trabalho oshimai, ou “isso é tudo”, trata, aparentemente, das frustrações da vida, do trabalho, das decisões tomadas que conduziram alguém até onde se está e questiona o porquê disso, e o que se tornou por causa disso. O clipe, mostra uma moça cortando os pulsos e transitando por aí, como se isso, de alguma forma, lhe proporcionasse alívio.
Depois de uma batalha árdua nos tribunais, Megan Thee Stallion venceu e lançará seu remix de Butter, em parceria com o grupo de k-popBTS. A confirmação da vitória da cantora veio na madrugada desta quarta-feira (25), quando a BIGHIT MUSIC anunciou o feat em seu Twitter.
Megan Thee Stallion é uma grande revelação do último ano, chegando a receber o prêmio de “Melhor Artista Novata” no Grammy 2021. A cantora é responsável, junto de Cardi B, pelo hit WAP, que viralizou nas redes e até virou desafio no TikTok. Além disso, Megan participou de feats com outras grandes artistas, como Ariana Grande, Doja Cat e Beyoncé.
Segundo o site TMZ, o selo 1501 Certified Entertainment, responsável pelo gerenciamento da artista, estaria tentando impedir o lançamento do remix. Segundo a artista, a parceria seria um grande trunfo para alavancar ainda mais sua carreira e ainda expandir sua base fãs. Porém, para a gravadora, a música não seria boa para a trajetória da cantora.
Megan afirmou que, na verdade, essas declarações são para disfarçar a real intenção do selo: que ela pague a eles pelos direitos da música. Felizmente, a cantora ganhou e lançará o remix com o BTS.