A cantora tailandesa que ganhou popularidade a partir de seus covers de anisongs, MindaRyn, virá com um tema de abertura na segunda temporada do anime Arifureta: From Commonplace to World’s Strongest, que estreia em janeiro de 2022. O 4º single, intitulado “Daylight”, será lançado em 23 de fevereiro de 2022 e abordará temas como a Solidão.
Não esquecendo, já está disponível “Shine”, tema de abertura de SAKUGAN lançado em outubro e que você pode assistir abaixo:
Sobre MindaRyn
MindaRyn foi exposta à cultura japonesa à influência de seu pai, e como ela gostava de cantar, ela começou a aprender canções temáticas de anime.
Depois de se tornar uma estudante universitária, ela partiu em profissionalizar seu sonho de se tornar uma cantora de anime e começou um canal no YouTube para postar covers de músicas de anime. Seu canal alcançou rapidamente 100.000 inscritos, e atualmente, já passa dos 1 milhão de assinantes. Seus vídeos foram vistos cerca de 78 milhões de vezes e atraíram a atenção não apenas de espectadores tailandeses, mas também de outros países, incluindo Japão, Indonésia, Taiwan e Estados Unidos.
Ela estreou sob o selo Lantis em novembro de 2020 com seu single “BLUE ROSE know,” o tema de encerramento de By the Grace of the Gods. Em agosto de 2021, ela lançou seu segundo single “Like Flames”, a segunda música tema de abertura da segunda temporada de That Time I Got Reincarnated as a Slime.
Recentemente ela também mandou uma mensagem muito bacana para os fãs brasileiros a partir do site O Megascópio.
Alguns roteiristas adoram trabalhar algum distúrbio mental ou problema psicótico para quebrar personagens. O tabu a se quebrar é quando se inverte isso, brota uma ideia na cabeça deles que esse distúrbio mental engrandeça o personagem. Foi isso que JOLT: Fúria Fatal trabalha em tela, uma personagem a nível brucutu onde seu descontrole à raiva a transforme em uma mulher perigosa e sem escrúpulo para a ação, uma bela ideia que foi muito mal executada.
A diretora Tanya Wexler têm um portfólio bem desconhecido para o público e infelizmente não é dos melhores, mas de destaque positivo temos “Como sair de Buffalo”, mas nesse meio a produções medianas para ruins, conseguimos ver uma tentativa de boas ideias por parte da diretora, e digo isso porque Jolt é uma mistura magnífica de fotografia com jogo de diálogos e cenas de ação das mais variáveis, não no quesito inovação mas no extrapolar delas.
Sem parecer gratuito demais e se prendendo ao plot da protagonista, Jolt prefere se manter em um genérico bem feito, trama mediana com trilhas sonoras altas e cores fortes, fazendo desse filme uma obra muito linda, sem irritar vista ou incomodar com o colorido. O filme se equilibra em cenas mais sombrias e escuras que conseguimos enxergar, contrário de um outro diretor “renomado” de Hollywood que ama qualquer escuridão em tela e principalmente em câmera lenta.
Porém esse genérico acaba se tornando o tiro no pé da obra, se tornando muito monótona, podemos chamar esse filme de algo “jovem” demais, mas não vejo isso como problema, porque do mesmo jeito que existem filmes mais profundos, temos aqueles mais simples que a única coisa que importa é a porradaria. Logo, Jolt pode ser um filme muito bom para uma parcela do público, mas como dito antes, esse tipo de filme têm problemas.
A trilha sonora chega a ser incômoda demais, claro que a letra está falando com a cena, mas a mesma acompanha uma câmera girando e uma porrada de cortes secos, chega a irritar, principalmente quando é feito com uma certa frequência, em consequência disso, a ação que já é sem freio na trama fica exagerada, tudo por causa da estética da cena. Com isso temos um filme bem cansativo de assistir, e o roteiro não é uma grande obra prima, é simples só para assistirmos e falar que têm uma história, aliás nesse ponto foi muito bem feito, já que possui um plot twist impactante.
Dentro de uma obra simples, pode-se trabalhar melhor elementos de personagens, e aqui foi o ponto mais forte em todos os sentidos, da quebra de padrão do homem galã até a protagonista brucutu que não possui limites e principalmente não se mantém no padrão genérico, Lindy (Kate Beckinsale) entrega uma atuação impecável entre o profundo e o simplório, a personagem carrega muitos momentos em que o filme precisa ser salvo, e em paralelo existem outros papéis como Dr. Ivan (Stanley Tucci), a dupla de detetives e até o vilão, foi de grandes atuações que o filme conseguiu se manter em um belo filme de ação.
Jolt tropeça e pode nos fazer desistir do filme, mas mais por uma visão pessoal do que obra problemática, a mesma consegue nos prender das formas mais variadas possíveis. Trilha sonora, ação desenfreada, boas atuações e fotografia transformam o conjunto da obra como algo acima do padrão e nos diverte em muitos momentos, contudo seu padrão genérico fatalmente o jogará no limbo só lembraremos quando o mesmo existir uma sequência, que admito não ser um acontecimento absurdo.
O site oficial de Tonikaku Kawaii (TONIKAWA: Over the Moon For You) que adapta o mangá de mesmo nome, anunciou no sábado (06), a continuação da obra com direito a uma nova imagem promocional e uma ilustração desenhada pelo próprio autor.
Imagem Divulgação
Ainda não há previsão de estreia para a segunda temporada de Tonikaku Kawaii.
Sobre Tonikaku Kawaii
O mangá criado por Kenjiro Hata começou a ser publicado em fevereiro de 2018 na revista Shonen Sunday da editora Shogakukan e já conta com 15 volumes. O anime estreou em outubro de 2020 e possui o selo de Crunchyroll Originals.
A comédia romântica acompanha a vida de Nasa Yuzaki, um rapaz que é atropelado por um caminhão no dia de seu vestibular. Ele encontra e segue uma linda garota chamada Tsukasa Tsukuyomi que o salva do acidente. Ele confessa o seu amor por ela, e recebe uma resposta inusitada. A garota concorda em se tornar sua namorada, mas apenas se eles se casarem primeiro. Nasa aceita o acordo, e ambos começam a vida de recém casados de uma forma repentina, o que traz situações únicas ao decorrer de toda a história.
Os 12 episódios da primeira temporada estão disponíveis na Crunchyroll, inclusive com uma versão dublada.
Este ano, o maior evento da gastronomia nipônica do Centro-Oeste deve ser também uma boa oportunidade para se divertir com games, principalmente os baseados em animações e mangás. Esse é o objetivo da SAGA na Feira do Japão 2021, que acontece hoje, sábado e domingo (5, 6 e 7/11), das 9h às 21h, no Clube do Congresso (SHIN QI 16 – Lago Norte).
No evento, a escola de desenvolvimento de jogos, computação gráfica, arte digital e animação que tem 16 unidades, uma delas em Brasília, recebe os visitantes em um lounge onde será possível jogar títulos como Dragon Ball e Naruto em seis estações equipadas com PS4. Para se divertir e ainda concorrer a brindes, basta fazer um cadastro na hora.
“A Feira do Japão é um evento para toda a família e a participação da escola SAGA visa proporcionar ainda mais momentos de lazer às crianças e aos jovens em um ambiente de diversão e aprendizado”, explica Mariana Alves, gerente de marketing da SAGA.
Os visitantes do lounge da SAGA também podem ganhar brindes e vagas para participar de oficinas de animação, games ou Photoshop ministradas na unidade de Brasília, e tirar dúvidas com uma equipe de especialistas da escola. O espaço ainda será palco para apresentações de cosplays de personagens da cultura japonesa.
Os ingressos são limitados, os visitantes devem estar vacinados e de máscara, as atividades são separadas e cercadas e há controle de circulação, a fim de evitar aglomerações.
A unidade da SAGA em Brasília fica em Taguatinga (10 St. Central C 7 Lote 02, Sala 101/201).
Serviço – SAGA na Feira do Japão 2021
Quando: de hoje a domingo (5, 6 e 7 de novembro de 2021) Hora: das 9h às 21h Onde: Clube do Congresso (SHIN QI 16 – Lago Norte)
Ingressos antecipados: no site.
Mais informações sobre a SAGA e seus cursos estão disponíveis em no site da escola.
Hoje, 6 de novembro, a banda Gaijin Sentai lança sua parceria com Robertinho de Recife e Yumi Matsuzawa, com o single para ‘Delorean’, faixa original do segundo álbum da banda, intitulado de ‘Transformação’.
A música é uma mistura perfeita da voz doce de Yumi, a potencia de Nordan Mans, vocalista do Gaijin Sentai, com um lendário solo do guitarrista Robertinho de Recife. Ainda, a letra é cantada tanto em português quanto em japonês e propõe uma reflexão sobre coisas que faríamos de forma diferente se tivéssemos a oportunidade.
O surgimento do single, gravado no Brasil e no Japão, se deu após uma apresentação da banda com a cantora em sua passagem pelo Brasil, após a grande repercussão da música durante as apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo.
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A faixa pode ser ouvida no Spotify,Apple Music, Deezer, e outras plataformas de Streaming.
Gaijin Sentai
A banda, que é considerada uma das bandas mais influentes da cultura pop/geek brasileira frequentemente se apresenta em eventos como Anime Friends, Comic Con Experience (CCXP) e eventos do Sesc. Já tendo se apresentado no Japão, a Gaijin Sentai já se apresentou ao lado de Eizo Sakamoto, rockstar japonês.
Robertinho de Recife
É um dos maiores guitarristas do Brasil, já tendo trabalhado com Zé Ramalho e Fagner, tanto como músico quanto produtor.
Yumi Matsuzawa
Yumi é uma consagrada cantora japonesa que cantou os temas originais de Cavaleiros do Zodíaco, tanto no anime quanto em jogos da franquia.
Quando falamos de jogos de terror, há uma centena de títulos que podemos citar. Entretanto, é quase impossível não falar de Resident Evil e Silent Hill, clássicos de survival horror que marcaram (e ainda marcam) a história de fãs de games assustadores.
Apesar de serem constantemente revisitados por novos títulos, em uma tentativa de emular os sentimentos que essas franquias nos causaram, poucos jogos conseguiram chegar perto. Tormented Souls, lançamento de 2021, se vendeu como uma obra que se baseia nos clássicos e promete um jogo moderno que nos leve para o passado através de fixed camera (aquela câmera que se move sozinha mudando o ângulo conforme o andar do jogador) e uma jogabilidade que mistura combate e puzzles.
Com um preço bem amigável (cerca de R$38 quando esse artigo foi escrito) o jogo promete entregar uma experiência de cerca de sete horas na qual somos jogados em um ambiente hostil com criaturas assustadoras, e um mistério a resolver.
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Primeiras Impressões
A protagonista do jogo, Caroline, vive sua vida normalmente até que recebe uma carta misteriosa com a foto de duas garotas gêmeas. Confusa, mas instigada, ela vai até o endereço do remetente, uma antiga mansão que foi adaptada em um hospital. Quanto mais ela explora a mansão, mais ela se dá conta de algo muito sinistro aconteceu no passado, mas ela está determinada a descobrir o que houve com as duas garotinhas.
Sem dar spoilers, vamos ao que eu achei do jogo: A jogabilidade, câmera, inventário, ação, combate… tudo é muito similar aos jogos citados anteriormente (Silent Hill e os primeiros Resident Evil), fazendo um excelente trabalho de simular os games que marcaram minha infância. Os gráficos são bonitos, as personagens têm um design interessante, e minha última crítica nesse sentindo fica às roupas da protagonista que parecem ter saído direto de Final Fantasy (mas isso não é nada demais, sendo bem sincera).
A trilha sonora é boa e não encontrei nenhum tipo de bug durante meu jogo. Eu consegui zerar o mesmo em nove horas, e sua dificuldade pode ser considerada fácil, o longo tempo para o jogo se dá aos extensos quebra-cabeças. Apesar de haver combate, este está longe de ser o foco do jogo – muito pelo contrário – você irá passar 75% do game tentando resolver os puzzles, que seguem bem aquele estilo de: resolve uma área para ganhar um item que vai resolver outra área.
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Pontos Negativos
Apesar de eu ser uma fã de jogos desse tipo (pouco combate, mais quebra-cabeças) eu achei que eles foram um pouquinho além do necessário, e certos “detalhes” são apenas cansativos. Um exemplo: há uma cena que você deve encher um galão de gasolina, mas antes você tem que examinar o galão e abrir a tampa, para só depois conseguir encher. Não é que seja algo TERRÍVEL, mas quando você está a cinco horas seguidas resolvendo enigma atrás de enigma, esse tipo de pequeno detalhe cansa (e ele vai estar em várias coisas, ao ponto de você querer gritar).
A história é… comum. O roteiro é bem do mesmo que já vimos, e poderia ser o mesmo roteiro de pelo menos mais uma dúzia de jogos de terror. Além disso, as personagens são muito bidimensionais, ou seja, ou ele é bom ou ele é mal, não há área cinzenta, temos apenas mocinhos e vilões, o que é cansativo e acaba empobrecendo a trama. Fora isso, eu achei um furo gigantesco no desenrolar do jogo, mas não vou entrar em detalhes para não soltar spoilers, só posso dizer que o jogo brinca com o “fantástico” de uma maneira que as regras que eles estabelecem são quebradas posteriormente.
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Últimas Considerações
Apesar do jogo ter sido uma experiência interessante, e ter me feito jogar para ganhar os três diferentes finais disponíveis, eu confesso que Tormented Souls não entrou na minha lista de favoritos. Ele me faz lembrar muito um dos fangames de Resident Evil que víamos em 2010… eu acredito que ele poderia ter tido muito mais potencial se o roteiro tivesse mais cuidado ao invés das toneladas de puzzles.
Apesar disso tudo, ficam meus elogios pelo desenvolvimento do jogo que é muito bom, talvez em posteriores jogos do estúdio nós possamos ver obras mais polidas e que realmente façam história.
Chegando a sua quarta edição, o evento MeetUp+Games traz uma série de eventos, lives e campeonatos, e para você não perder a chance o Suco vai dar aquela mão. Com apresentação oficial de Yudi Tamashiro, o evento vai até dia 15 de Novembro.
Com campeonatos em diversas plataformas, o MeetUp+Games traz campeonatos de FIFA, League of Legends e Subway Surfers. Para animar ainda mais, grandes nomes como Drakonz e Matherus Uetas participarão contando ao jogadores e espectadores suas experiências.
Além disso o evento conta com mais pessoas especializadas como Pajé, Paulo Neto e Rafifa conduzirão as turmas de FIFA e, para completar o time, Sr. Thulio, Colosimus e Loop acompanharão os jogos de LOL. Os cantores Nicole Luz, João Daniel e Beatriz Marmelo, também vão entrar na brincadeira, comentando as disputas.
O calendário
31/10 às 16h00 – Live explicativa do evento com o embaixador Drakonz + João Daniel
01/11 às 19h00 – Live com o influenciador Loop
02/11 às 18h00 – Live com o narrador de FIFA Pajé
03/11 às 18h00 – Live com a narradora Lahgolas e o comentarista Calosimus de LOL + Nicole Luz
04/11 às 18h00 – Allan Castello + Yeslei Cardoso
04/11 às 20h00 – André Meligeni + Beatriz Marmelo
05/11 às 13h00 – Live com o influenciador Paulo Neto
05/11 às 18h00 – Live com o influenciador Thulio
06/11 às 18h00 – Live com o influenciador Matheus Ueta + Wesley Mercês
O MeetUp é um evento totalmente gratuito que reúne jovens entre 16 a 25 anos de todo o Brasil. Com muita música, lives e bom papo, a sua edição virtual passada atingiu mais de 8 mil participantes e 50 mil visualizações.
Querendo ver apenas os campeonatos? Então confira no site as transmissões e fique atento ao dia 15 de novembro com a grande final, no estúdio MeetUp!
Todo mundo quer buscar um espaço nas indicações do Oscar, a categoria Filme Estrangeiro chega a ter uma superlotação de produções logo no início do 2º semestre, e claro que não podia faltar o Brasil batendo cartão aqui. Mas calma. Antes de alimentar as esperanças, Taís e Taiane tenta trazer alguma crítica referente a assédio e racismo, mas se mostrou mais ofensivo do que esperava, além de mal trabalhado e pouco convincente em roteiro, direção e elenco, a obra ainda se mostra questionável por seu passado glorioso.
Filme cult têm em sua essência a reflexão, a ideia de gerar o debate referente a algo que é um tabu no mundo, normalmente envolvendo minorias, mas também existem reflexões como classe baixa, repressão policial, supremacia política e outros pontos importantes que não deveriam ser ignorados por quem quer ser ignorante, contudo a cultura pop têm cada vez mais trabalhado esses conceitos. Animes e mangás cada vez mais trazem essas discussões ao público para ensinar sobre qualquer um dos tabus criados pela sociedade, com isso os tradicionais filmes cult ainda são valorizados, mas cada vez mais perdem espaço, e acredito sim numa futura extinção desses filmes em cartaz nos cinemas, jogados cada vez mais em serviços de streaming e muitas vezes esquecidos, por mais que seja um gênero de nicho, não significa que será eterno na sétima arte.
Taís e Taiane poderia ser esse tipo de filme que discutiria o tabu, mas nem passou perto de acontecer isso, o que era para ser uma visão crítica do machismo, virou uma visão muito mais preconceituosa, pois não é só a direção como o elenco não trabalha bem para fazer isso, além de ser um roteiro bem precário em viradas de plot e peso dramático, se mostrou muito artificial e gratuito, fazendo cenas de assédio e sexo sendo algo quase que sem contexto, por mais que há sim uma história por trás, nada convence e só torna uma imagem muito errada de duas garotas no meio do nada sendo desejadas sexualmente por homens de várias idades. O filme aparenta ser bem independente, então não acredito em uma produção executiva vendo esse filme e fazendo mudanças, isso é grave pelo o que foi entregue e esse filme será julgado por isso.
Contudo não esquecemos que estamos na temporada das produções que visam indicações, e Taís e Taiane não só já teve indicação como prêmios no passado, pequenos festivais, mas dos mais relevantes foi indicado a Melhor Roteiro no Film Festival: India/Mumbai 2020, Melhor Filme de Ficção Latino-americano no United Latino Film Festival de 2019 e até algumas indicações de Melhor Atriz. Indicações em festivais do Oriente Médio mostra para mim que esse filme têm sim seu merecimento, muito que bem, porque é algo muito difícil de assistir, não só por ser gatilho mas pela ruindade, é fraco, desgastante e incômodo, o conjunto da obra não funciona em nada, fatalmente muitos desistirão de assisti-lo por inúmeros motivos, além dos possíveis gatilhos.