Após sete anos de publicação, o mangá de My Hero Academia está chegando em seu final. Não é de todo uma novidade, pois a história entrou em seu arco final em março deste ano. No entanto, uma recente confirmação do mangaká da obra deu aos fãs uma estimativa do quando isso vai acontecer.
Assim, durante a Jump Festa 22, evento anual patrocinado pela Shueisha, o autor de My Hero Academia Kohei Horikoshi revelou que o mangá vai acabar em aproximadamente um ano, ainda em 2022. Em relação ao assunto, o mangaká deixou seu depoimento:
Se “HeroAca” continuar a progredir sem problemas, em exatamente cerca de um ano a partir de agora ele atingirá seu objetivo… essa é a situação. Se não correr bem, acho que Yamashita-kun lerá exatamente a mesma carta minha na Jump Festa do ano que vem.
Quem leu a mensagem de Kohei foi Daiki Yamashita, o responsável por dar voz ao protagonista Izuku Midoriya no anime. Além disso, o mangaká também deu um refresco aos fãs do personagem esquentadinho da obra, revelando que em breve Bagukou terá a sua “grande cena”.
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My Hero Academia estreou em 2014 pela Weekly Shonen Jump e atualmente conta com mais de 330 capítulos lançados. A obra possui 32 volumes encadernados, sendo que 30 deles foram traduzidos e comercializados no Brasil pela JBC.
Além disso, a adaptação para anime do mangá foi um sucesso, tendo estreado em 2016 pelo Estúdio TOHO. Recentemente a quinta temporada foi ao ar, e a sexta tem previsão de estreia para outubro de 2022.
Nesse fim de semana (18), os fãs de Tokyo Revengers finalmente tiveram aquela notícia que parecia tão perto, mas ainda assim tão distante. É isso mesmo: o herói chorão Takemichi e a gangue Tokyo Manji vão voltar! A confirmação da sequência do anime que ficou tão popular nesse ano veio por meio de um teaser.
O vídeo de divulgação para a continuação de Tokyo Revengers foi publicado no canal oficial da franquia no Youtube. O teaser de apenas um minuto e pouco revela que a sequência adaptará, a princípio, o arco de natal, que ocorre após o final do anime. Confira abaixo o que teve de novidade:
Aliás, podemos dizer que essa era uma notícia que todos meio que sabiam que, hora ou outra, iria aparecer. Isso se dá ao fato do enorme sucesso de Tokyo Revengers em todo o mundo. Além da fama do mangá de já há algum tempo, o título ficou mundialmente famoso após a estreia de seu anime, em 2021. Com a obra original estando tão avançada comparada ao final da animação, era apenas questão de tempo que o anúncio de uma nova temporada chegasse.
Contudo, ainda não se sabe nenhuma data, previsão de lançamento ou número de episódios. Também não se sabe, exatamente, até onde essa segunda temporada vai adaptar. Resta aos fãs aguardar por mais novidades, mas agora com a certeza daquilo que já estava meio na cara, né?
Tokyo Revengers
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Logo após descobrir que sua ex-namorada do colegial foi morta em um acidente, Takemichi é empurrado da plataforma de trem. Ao invés de sofrer o mesmo destino fatal, o jovem acaba sendo transportado para sua época de colegial, mais de 10 anos atrás. Agora no passado, Takemichi relembra os bons tempos que teve com Hina, sua namorada à época, e está determinado a protegê-la a todo custo. Para isso, ele deverá confrontar a gangue Toman, responsável pelo ocorrido com Hina, ao mesmo tempo que evita que o acidente que a matou aconteça.
A obra de Ken Wakui começou sua publicação em março de 2017 pela revista Kodansha. Em abril de 2021, a história ganhou sua primeira adaptação para anime, produzida pela Liden Films Studios. De lá para cá, a obra foi fazendo um grande sucesso ao redor do mundo, conquistando fãs a cada episódio que passava.
Foi informado nesta quinta (16) pela equipe oficial do artista, que o lendário mangaká Hiroshi Hirata, faleceu no dia 11 de dezembro devido a uma insuficiência cardíaca, aos 84 anos. Uma cerimônia de despedida foi realizada contando com a família e amigos mais próximos de artista.
Hirata nasceu em Tóquio em 1937 e se tornou uma lenda no mundos dos mangás com suas obras sendo publicadas em todo o planeta. Ele se tornou conhecido por seus gekigás que representavam geralmente períodos históricos do Japão. Mas além disso, Hirata era um calígrafo muito experiente e renomado, tendo sido o responsável pelo logo original da série Akira.
A obra do autor chegaram ao Brasil pelas mãos da editora Pipoca e Nanquim em 2019, com o mangá Kubidai Hikiukenin(O Preço da Desonra). Em 2020 foi a vez de Satsuma Gishiden – Crônicas dos Leais Guerreiros de Satsuma, ser lançada por aqui em três volumes. Este ano foi anunciado ainda pela mesma editora a publicação de Kairiki no Haha.
O Suco de Mangá apresenta seus sinceros agradecimentos a vida de Hiroshi Hirata e suas contribuições para a indústria e também os mais sinceros sentimentos a família e amigos do artista.
2021 foi o ano para encerrar algumas das minhas obras favoritas de manhwas, e dessa vez foi a hora de Villainess in Love. A adaptação da novel de mesmo nome que foi licenciada em inglês pelo aplicativo Tapas e traz uma divertida história de romance, comédia e drama.
Lançado em 2019, a trama gira em torno de uma jovem que, após um acidente, acaba reencarnado como Yunifer Magnolia, a vilã de uma novel na qual seu fim é a morte após atormentar a protagonista original: Raelle. Porém, determinada a viver, Yunifer tem a sorte de entrar no mundo fantástico um ano antes de tudo acontecer. Agora ela quer manter a maior distância possível do protagonista da trama – Ishid – mas depois de ficar bêbada em uma festa, Yunifer acaba acordando ao lado justamente dele!
Villainess in Love reúne todos os clichês que permearam os manhwas de romance dos últimos dois anos: protagonista reencarnada na vilã de uma novel, noite de amor acidental após ficar bêbada, o protagonista que é apaixonado por ela enquanto a mocinha tenta manter distância… Enfim, apesar de eu não ser contra clichês (quando bem contados) o que realmente faz o diferencial nessa trama é a maturidade dos personagens, e eu não estou falando a respeito dos temas sexuais que são abordados, mas do fato deles serem tridimensionais e serem muito mais racionais que as típicas personagens burras de outras tramas.
Yunifer, nossa protagonista, tem como objetivo permanecer viva. Mas ao mesmo tempo ela lida com as situações que são apresentadas de maneira muito coerente e racional. Enquanto muitos outros títulos nós mordemos as unhas vendo a protagonista fugir do seu par amoroso, nesse a mocinha se entrega rapidamente com o pensamento claro de: o que for será, e se a coisa ficar feia eu saio de cena. Ou seja: Não espere uma trama envolta somente em romance. O que faz Villainess in Love ser tão carismático é justamente o cenário de tramas dramáticas em que ele se encontra.
Enquanto o amor de Yunifer e Ishid aflora ao correr dos capítulos, somos apresentados a várias problemáticas modernas: a violência doméstica, o controle parental, os relacionamentos tóxicos e controladores, os traumas infantis, além da política para poucos ao custo de muitos.
A forma como Lee Haron optou por contar a história é brilhante, além de não “passar pano” para personagens problemáticas (quaisquer que sejam suas razões). Além disso, a arte de R.Su é bem diferente do que vemos normalmente, os traços são mais “chapados” e minimalistas, mas ao mesmo tempo retratam muito bem todas as cenas e são bem coloridos.
Villainess in Love foi finalizado em 87 capítulos e não possui, até agora, tradução em português. Porém, ele pode ser encontrado completo em inglês no website e aplicativo Tapas.
Durante a tarde dessa quinta-feira (16) Bambam, do GOT7, em meio às promoções de seu novo single Who Are You, revelou através de um teaser no Twitter que a música terá participação de ninguém mais ninguém menos que Seulgi, do Red Velvet.
A parceria foi um presente de natal antecipado aos fãs, e promete entregar um belo e aclamado dark concept, daquele jeito que gostamos.
No teaser, podemos ver que Bambam não pretende seguir o visual de seu último lançamento, Ribbon. Nele, a música foi clean, para representar o momento de liberdade que o mesmo estava sentindo, após a liberação do contrato com a antiga agência. Dessa vez, veremos o rapper abusando de sensualidade, em um aparente romance possessivo.
Os fãs de ambos os grupos parecem animados para a parceria. O que não nos resta dúvidas é que uma música com um pouco de Monster e um pouco de If You Do não tem como dar errado. #ChegaLogoDia28
Marcando a retomada dos eventos no Rio de Janeiro, a Bienal do Livro tomou conta do Rio Centro na sua vigésima edição e contou com painéis presenciais e virtuais, uma capacidade de público reduzida e medidas de restrição contra a Covid-19. O evento ocorreu entre os dias 3 e 12 de dezembro, com 42 painéis, 85 editoras e cerca de 250 mil visitantes.
Com uma proposta de atrair o público com segurança, a Bienal apresentou menos livrarias e editoras, corredores mais largos e diminuiu pela metade a capacidade de visitação. Enquanto isso, cumpria com os protocolos contra a Covid-19, incluindo o acesso apenas para maiores de 12 anos com comprovante de vacinação, uso obrigatório de máscaras, dois turnos de visitação e totens com álcool em gel espalhados pelo local.
Apesar disso, o evento não estava vazio, ainda havia filas para entrar na feira, nas maiores editoras e para pegar autógrafos. Estandes maiores como da Submarino e Intrínseca, também tinham filas razoavelmente grandes para poder entrar. Além disso, a Bienal expandiu a praça de alimentação nas áreas cobertas e ao ar livre, com mais opções e muito mais assentos que nas edições anteriores.
Foto: @sucodm / @giucordeirofotos
Destaques
Um dos grandes destaques da Bienal foi o Boulevard Literário que voltou ainda maior depois do sucesso de 2019, contando com 18 módulos. Além disso, ainda teve livros de editoras como Pixel, HarperCollins, Ediouro e Astral Cultural, com a curadoria das livrarias Leonardo Da Vinci e Janela.
O evento também foi marcado pela presença virtual de autores internacionais como Junji Ito (Tomie), Julia Quinn (Os Bridgertons), Mariana Enriquez (Nossa Parte de Noite), Matt Ruff (Lovecraft Country) e Josh Malerman (Bird Box). É claro, ainda participaram autores nacionais como Karen Soarele (lançando A Deusa no Labirinto) e Thalita Rebouças (Fala Sério, mãe!), bem como artistas como Lulu Santos (que lançou seu livro “Lulu em Traço e Verso”), Fábio Porchat, Felipe Neto e Whindersson Nunes.
Ainda, a Bienal contou com vários cenários dignos de Instagram, como o letreiro #BIENAL DO LIVRO localizado bem na entrada do evento e o Espaço Metamorfoses para crianças. Diversos estandes também prepararam cenários para que os leitores pudessem compartilhar sua paixão pelos livros, como a Intrínseca, Submarino, Skoob, Editora Gente e OLX.
Foto: @sucodm / @fotobelga
Perfil de Livros e Visitantes
Frequento a Bienal do Livro há muitos anos e foi a primeira vez que observei uma variedade tão grande de livros na área de ficção. A distribuição de gêneros literários estava bem equilibrada, incluindo não só mangás (como a Comix e Panini), mas também HQs, o que foi uma grata surpresa.
Além disso, muitos livros estavam com preços muito bons, desde modestos R$5 para livros mais antigos, de sebo e infantis, até a casa dos R$30 e R$40 para os títulos mais novos e famosos. Claro, havia exceções de edições especiais, mas no geral os valores estavam justos, tanto que vi muitas pessoas carregando sacolas de várias editoras ou vários livros de perfil variado.
Um ponto que também foi interessante foi ver pessoas de todas as idades e perfis comprando tantos livros variados, desde gêneros de romance a true crime, negócios e bem estar. Foi fascinante notar como mesmo os mais jovens das escolas visitando se interessavam muito pelos livros que falavam sobre aperfeiçoamento pessoal e organização financeira. Claro, não faltou o perfil de pessoas que levam listas enormes de livros para comprar e suas malas para poder levar tantos livros para casa. De acordo com dados divulgados pelo evento, a média foi de 8 livros comprados por pessoa.
Apesar de não ter contado com os 3 pavilhões que sempre ocupa no Rio Centro e a ausência de estandes clássicos de editoras e livrarias, bem como de editoras com perfil mais acadêmico e de não-ficção, o evento superou as expectativas dos expositores e visitantes. Além disso, a Bienal foi bem organizada e cumpriu com sua proposta de um evento menor, mas mais seguro.
Jogos online foram a salvação de muitas pessoas durante o período de isolamento social. De acordo com um estudo feito pelo Programa Xbox Research Accessibility Community Feedback, 84% das pessoas afirmaram que os games ajudaram em relação à saúde mental no período mais forte da pandemia.
O Dr. Victor Kurita (CRM 98008 SP), médico focado na saúde física e mental dos gamers, se pronunciou sobre o assunto:
Após um dia estressante no home office, há quem encontre conforto em passar um tempo na frente da televisão ou do computador jogando alguma coisa. É importante ter a noção do quanto esse tempo é benéfico para a saúde mental.
Pensando nisso, o médico separou cinco jogos online criados especialmente para ajudar pessoas com transtornos de ansiedade e depressão.
Jornada do Acolhimento
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Criado em parceria com associações de psicólogos e psiquiatras, o jogo é feito propriamente para conscientizar os jogadores sobre a depressão. São quatro estágios que passeiam pela fase da descoberta, superação, esperança e cuidado.
Hellblade: Senua’s Sacrifice
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O jogo foi criado a partir de eventos reais após a invasão viking nas ilhas Orkney e a personagem do Jogo, Senua, viaja para um dos mundos da Mitologia Nórdica. Enquanto a jornada dela acontece, o game mostra com clareza como se comporta uma pessoa com ansiedade e até mesmo com episódios de psicose.
O jogo se passa na Alemanha após uma enchente devastadora e a personagem principal, Kay, passa pela cidade destruída totalmente solitária e sozinha. Entre os monstros que ela combate, ao longo do jogo fica implícito que isso tudo na verdade vem da protagonista, que passa por uma fase de depressão severa, mas vê um lampejo de esperança com outras representações artísticas de luz no meio da escuridão.
Celeste
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Com uma arte mais voltada para o que lembra os anos 80, a ideia do jogo é ajudar Madeline a sobreviver à seus demônios interiores. Isso acontece enquanto ela está na jornada de escalada de uma montanha até seu topo evitando a morte. A ‘luta’ é de uma pessoa com ansiedade e depressão e faz o jogador empatizar com a personagem, fazendo o possível para que ela chegue ao final.
O jogo não é desafiador, mas tem a intenção de trazer sentimentos e sensações boas ao jogador. Também sem diálogos, o arco narrativo é formado pelas artes visuais e emocionais. Ao controlar as pétalas que voam graças ao vento, o jogo é considerado como uma terapia para jogadores com depressão.
Por mais que existam muitos estudos que falem sobre como o uso excessivo de games pode ser prejudicial à saúde mental, outros debatem exatamente o contrário, como é o caso dos pesquisadores da Universidade de Oxford, que relacionam o modo de jogar com o bem-estar dos jogadores. Matti Vuorre, um dos autores do estudo, afirma que os jogos oferecem uma alternativa interessante e satisfatória em relação aos contatos restritivos da pandemia.
Por fim, Dr. Victor declara:
Apesar de muito tempo de tela não ser recomendado, os jogos online podem ser muito benéficos para a saúde mental, tanto para reduzir o estresse, quanto para apoiar o equilíbrio mental e ajudar com o relaxamento. Eles oferecem um escape, uma chance de deixar suas preocupações diárias para trás por um tempo e fazer algo completamente diferente.
A temporada de Outono está impressionando muito com a segunda parte de Mushoku Tensei, dando aulas de narrativa, temática, roteiro e animação no âmbito Isekai. Triunfando e servindo de exemplo para todos os outros animes do gênero da atualidade, o episódio 10 (do 2º cour) veio e, meu amigo, o que foi isso?! Que EPISÓDIO foi esse?!
Introdução
O capítulo começa com nossos três personagens principais, os quais estão unidos em quase todos os episódios desta temporada, Rudeus, Eris e Ruijerd, dando seguimento a sua quest.
Até os dez minutos de episódio, parece que vai ser tudo tranquilo, até pelo fato dos personagens estarem bem “upados”, mas chega um momento, em um lugar gelado, que você sente que vai rolar algo diferente.
Particularmente (deixem nos comentários se aconteceu isso com vocês), momentos antes do bicho pegar, eu meio que estranhei, sabe?
Com uma aparição repentina e aterrorizante de um… Bem, SEM SPOILERS, de um personagem chamado Orsted, e, daí para frente, é uma chuva de emoções, explicações e pancadaria.
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Por que o episódio foi um ponto fora da curva (sem spoilers)?
Sabe aquele episódio que arrepia e lhe causa uma sensação diferente? Sim, você provavelmente já assistiu um episódio assim em obras, como Naruto, Shingeki no Kyojin, Bleach, entre muitos outros. É o episódio 10 de Mushoku Tensei.
Um checklist para você:
Animação que parece que feita especialmente para o episódio? Check!
Momentos de lutas para lá de inspirados? Check!
Tensão e situação crítica? Check!
Magias e porradas cruéis? Check!
Surgimento de um personagem monstruoso? Check!
Então, é visível que o episódio foi feito para ser o marco da segunda parte do anime.
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Considerações
Pense que a segunda temporada Mushoku Tensei é um bolo, pensou? A cereja é o episódio 10. Mas, sendo bem franco, esta definitivamente NÃO é uma cereja qualquer.