O futebol não só é o esporte preferido dos brasileiros, como também de muitos povos ao redor do mundo.
Isso gerou uma indústria que não gira só pelos jogos, mas também fóruns de discussão, jogos de videogame e sites de apostas dos mais variados, que permitem palpitar nos mais diversos campeonatos.
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O que estava devendo eram séries e longas metragens com a temática futebol, com as que eram produzidas sendo um pouco limitadas ou não tendo tanto acesso. Isso mudou recentemente e será visto nessa lista.
Para quem aprecia esse tema e não quer ficar limitado a assistir apenas os jogos, indicamos 7 filmes e séries disponíveis nas plataformas de streaming, inclusive o último lançamento onde o “ator” principal é nada menos que Neymar em “O Caos Perfeito”.
1The English Game
Imagem Divulgação
Esta minissérie foi baseada em fatos reais passados em 1870, quando esse esporte era exclusivo da elite inglesa e praticado de maneira amadora.
A história fala sobre a vida de dois trabalhadores Jimmy Love e Fergus Suter que se tornam os dois primeiros jogadores profissionais, portanto assalariados, contratados para jogar na Copa da Inglaterra.
Criação: Julian Fellowes, Tony Charles e Oliver Cotton
Ano: 2020
Elenco: Edward Holcroft e Kevin Guthrie
Episódios: 6
Netflix
2Miller & Fried – As Origens do País do Futebol
Imagem Divulgação
Esse documentário feito em 2016 e dirigido por Luiz Ferraz foi feito baseado em depoimentos e uma variada coleção de imagens de arquivo que trata sobre a chegada do futebol no final do século XIX ao Brasil.
Desde a admiração que Charles Miller tinha por esse esporte quando morava na Inglaterra até quando ele resolveu trazer essa novidade para o Brasil.
Um documentário que recebeu uma menção honrosa no 34th Milano International FICTS Fest – Sport Movies & Tv 2016, além do Prêmio ABC 2017 (Associação Brasileira de Cinematografia).
Direção: Luiz Ferraz
Ano: 2016
Amazon Prime Video
3Pelé
Imagem Divulgação
Mais um filme documental produzido pela Netflix sobre o Rei do Futebol: Pelé. Lançado no ano passado, ele conta a história de um dos maiores jogadores de futebol que o mundo já viu e toda sua incrível ascensão jogando pela equipe do Santos, desde o domínio no Brasil até o brilho mundial.
Direção: Ben Nicholas e David Tryhorn
Ano: 2021
Netflix
4Apache: A Vida de Carlos Tevez
Imagem Divulgação
A vida de Carlos Tevez contada desde sua infância e adolescência em um dos bairros mais pobres de Buenos Aires, a comunidade Fuerte Apache. Um drama sobre os problemas familiares enfrentados pelo jogador, como a morte prematura de seu pai e um acidente quando ele ainda era um bebê e teve parte de seu corpo queimado. A história vem desde sua infância até o início de sua carreira no futebol vestindo a camisa do Boca Juniors.
Ano: 2019
Elenco: Balthazar Murillo e Vanesa González
Episódios: 8
Netflix
5Diego Maradona
Imagem Divulgação
Um longa-metragem produzido com a colaboração do próprio jogador e que foi lançado em 2019 no Festival de Cannes.
Maradona disponibilizou seu próprio arquivo pessoal, onde podemos assistir todo o caminho percorrido por esse extraordinário atleta argentino, em seus momentos felizes no campo e também todas as dificuldades encontradas em sua trajetória.
Direção: Asif Kapadia
Ano: 2019
HBO Max
6PSG Cidade Luz, 50 Anos de Lenda
Imagem Divulgação
Mais uma série documental sobre futebol que retrata o conhecido clube de futebol francês Paris Saint-Germain. Ela conta o dia a dia das estrelas da equipe como Neymar e Mbappé inclusive acompanhando os personagens durante os momentos decisivos de uma temporada.
Direção: Manuel Herrero
Episódios: 4
Ano: 2020
Amazon Prime Video
7Neymar: O Caos Perfeito
Imagem Divulgação
Último sucesso da Netflix, no documentário com Neymar: O Caos Perfeito podemos assistir toda sua trajetória desde o Santos Futebol Clube, até a chegada ao Paris Saint Germain após a passagem pelo Barcelona.
Outro ponto que tem chamado a atenção são as polêmicas vividas pelo craque, sua relação com o pai e outros detalhes sobre como é a vida de uma personalidade como ele.
Participação especial de Daniel Alves, Thiago Silva, Lionel Messi, KylianMbappé e David Beckham.
Essa quarta-feira (16) foi bem animada para os ONCES, pois o Twicedesembarcou em solo americano para sua quarta turnê mundial. Assim, tivemos momentos bem emocionantes para quem estava com saudade das meninas.
As idols foram recepcionadas no aeroporto pelas fãs, que também lotaram o estádio onde as meninas se apresentaram. Mesmo porque foi preciso muita união para aguentar ver as nove cantoras juntas depois de muito tempo.
A participação de Jeongyeontirou lágrimas das fãs que nem estavam fisicamente no local. Com o cabelo azul, a idol parece estar em um bom momento físico e mental, ela dançou e cantou muito com as outras membros.
Demos uma olhada na hashtag #TWICE_4TH_WORLD_TOUR e separamos alguns dos nossos momentos preferidos:
Os anos de 2020 e 2021 foram bem difíceis para o TWICE e os fãs, tivemos algumas discussões sobre renovação de contrato com a agência, o afastamento da Jeon para cuidar da saúde mental, e fora isso toda a pandemia e distanciamento que foi difícil para todos.
De qualquer forma, chegou a hora de deixar o passado para trás e abraçar esse momento bom que estamos vivendo junto com as meninas do TWICE.
Permission To Dance on Stage, show realizado nos Estados Unidos, já tem data para acontecer em Seoul, porém o local informou algumas estranhas condições. De acordo com eles, no tão esperado show do BTS não será autorizado cantar, gritar, ou qualquer atividade que possa gerar euforia física. Ou seja, as fãs que estiverem presencialmente com os garotos, devem apenas assistir ao show.
Isso com certeza não funcionaria no Brasil, mas as Armys garantem que irão respeitar as demandas para não atrapalharem as apresentações que os garotos prepararam. Até porque, sabemos que subir aos palcos é um momento muito importante para o BTS.
Na América do Norte o show fez sucesso, com quatro dias esgotados, eles não só cantaram Butter e Permission to Dance como também os solos Daechwita e Chicken Noodle Soup.
Convertendo os valores, o ingresso está entre 700 reais e 900 reais, sendo este o valor da área VIP.
Por fim, as datas das vendas ainda não foram divulgadas, assim como não há informações se os valores para os fãs globais que assistem o show por transmissão ao vivo serão os mesmos. De qualquer forma, se você pretende assistir é bom segurar o cartão de crédito!
Está na hora de apreciar o sol rolando dados! A SteamforgedGames está trazendo para o mundo do RPG de Mesa a franquia DarkSouls de Hidetaka Miyazaki baseado em Dungeons & Dragons 5ª edição.
O anúncio foi revelado pelo twitter da SteamforgedGames no fim de janeiro, conhecida pelos jogos de tabuleiro de Dark Souls, Resident Evil e Horizon Zero Down, além de outros módulos de RPG.
Então que tal você vivenciar o horror e a aventura com seus amigos usando de combate tático. O livro contendo mais de 500 páginas de conteúdo ilustrado e capa dura.
Segundo a SteamforgedGames, Dark Souls: The Roleplaying Gametraz:
10 novas classes baseadas na criação de personagens de Dark Souls;
Novas habilidades e antecedentes ‘sinistros’ para os personagens;
Um sistema de Mágicas completo com muitas mágicas de destruição, piromancia e bênçãos;
Capitulo para os Mestres de Jogo com dicas de como comandar uma mesa e trazer a experiência e autenticidade de Dark Souls nas campanhas;
Um bestiário comtemplando criaturas para acabar com a esperança dos jogadores desde o Povo Cogumelo aos Senhores das Cinzas.
Traga a experiência mortal dos videogames para a sua mesa e desfrute a escuridão com desafios mortais. Dark Souls: The Roleplaying Game está em pré-venda com lançamento previsto para 16 de Maio de 2022.
A edição tradicional está saindo por $49,95 dólares e a edição limitada com capa de couro, paginas bordadas e titulo em relevo dourados, sai por $99,95 dólares e são apenas 5.000 cópias. Taxas de importação e envio não estão nesse valor.
A banda SiM, estreou no ano de 2004, tendo passado por gravadoras como Sony, Universal Music do Japão e Pony Canyon, com quem assinaram recentemente. Seu estilo ficou conhecido por trazer uma interessante mistura entre reggae e punk.
O último trabalho lançado foi The Rumbling, o tema de abertura da Parte 2 da última temporada de Attack on Titan, onde especificamente nas questões abordadas sobre a música, pedimos ajuda para nossa parceira de longa data, Gabi Xavier. Por sinal, dê uma passada lá no canal dela e confira o vídeo de análise que está muito bacana!
Se quiser saber mais sobre o grupo e sua última composição, confira a entrevista na íntegra!
A Banda
Indiquem uma de suas músicas para pessoas que estão vindo a conhecer vocês agora.
MAH: Eu acho que Sand Castle, você não?
SHOW-HATE: Acredito que Smike In the Sky é a canção certa para as pessoas conhecerem o SiM.
SIN: Eu escolho KiLiNG ME porque é uma música popular.
GODRi: Quero que as pessoas escutem Devil in Your Heart primeiro, porque tornará mais fácil de ouvir as outras.
Existe uma música que cada integrante considera mais marcante dentro da discografia da banda?
MAH: FATHERS. Foi a primeira música que escrevi para outras pessoas.
SHOW-HATE: A música é chamada Vitamin. Nós falamos sobre “Qual o tipo de cenário que nós vemos?”. Foi a primeira música que criamos dessa maneira. Essa canção foi um ponto de virada no nosso estilo de escrita. Passamos ao olhar mais para a letra e nos ternamos conscientes das imagens que estávamos criando. Esse processo criou vida na criação de The Rumbling e estou feliz por termos feito dessa forma. A música em que tudo isso teve início foi Vitamin.
SIN: A música Amy causou uma impressão forte em mim porque foi a primeira a incorporar dubstep.
GODRi: Eu diria Murderer. Logo que me juntei ao SiM, eu era um membro suporte e essa foi a primeira música que tocamos juntos em estúdio. Eu me senti confortável com o jeito que tocamos em conjunto e eu acredito que os outros integrantes também se sentiram assim. Por isso, tenho fortes sentimentos em relação a essa música.
MAH, você considera que a SiM passou por grandes mudanças de 2004 até este momento? Se sim, poderia falar sobre?
MAH: Se você puder imaginar os 17 anos desde que formamos a banda quando eu estava no ensino médio, me casei e tive filhos, você pode ver como as coisas mudaram.
Os Integrantes
Em que momento da vida vocês sentiram que queriam trabalhar com música e como chegaram gênero tocado hoje pela SiM?
MAH: Inicialmente, quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, eu queria ser como o Eric Clapton, mas depois, com uns 12 ou 13 anos, eu passei a ouvir Hi-STANDART e fui muito influenciado pelo punk. A música que eu mais ouvia era RANCID, a qual me influenciou em relação ao reggae e ska. Eu comecei a frequentar casas de música ao vivo quando tinha 15 anos. Tendo em vista que minha cidade natal, onde SHOW-HATE e SIN cresceram, era uma meca do surfe, reggae era bastante familiar para mim. Havia muitas bandas de reggae por lá. Então, naturalmente, começamos a incorporar reggae em nossa música.
SHOW-HATE: Eu não segui, mas comecei a estudar piano quando estava no ensino fundamental, depois comecei a tocar guitarra já no ensino médio. Originalmente, eu só ouvia J-Pop, mas nos últimos anos da escola um amigo me recomendou SLIPKNOT e eu fiquei chocado. Eu comecei a escutar esse estilo a partir daí. Para ser honesto, eu não havia escutado reggae antes de entrar no SiM e eu achei difícil da primeira vez que tive contato, mas uma vez que peguei o groove, comecei a me sentir confortável. O mesmo vale par ao punk que se estruturou amplamente para mim quando me juntei à banda.
SIN: Eu comecei a tocar guitarra quando estava no ensino médio por causa do Hi-STANDARD e depois comecei a tocar baixo. Na mesma época, eu comecei a ouvir Rage Against The Machine e Red Hot Chilli Peppers, também tive influência de Korn e Limp BIZKIT.
GODRi: Eu me apaixonei por músicas folk quando estava no ensino fundamental e pegava emprestado o violão do meu pai para praticar. Quando estava no ensino médio, formei uma banda com meus amigos e nos perguntamos quem tocaria qual parte. E eu só entrei nessa, pensei: vou tentar tocar bateria. Comecei a tocar bateria e copiei muitas músicas de J-Pop que eram populares naquela época. O primeiro estilo que me apaixonei foi punk melódico (esse gênero provavelmente só é entendido por pessoas do Japão). Eu peguei emprestado um álbum do Bob Marley de um dos meus seniores que estava na banda e ele me disse: “Se você gosta de punk, tente ouvir reggae.” E foi assim que comecei a gostar de rock com elementos de reggae, como Insolence. Depois disso, eu pensei que gostaria de poder tocar em uma banda como aquela o tempo todo. Posteriormente, acabei assistindo ao SiM performando em uma casa de shows. Naquela época, suas músicas eram mais carregadas de elementos de reggae do que agora, o que ia ao encontro do que eu queria tocar. Depois, eu fiz contato com os integrantes da banda e realmente me juntei a eles.
Se vocês não fossem musicistas, com o que trabalhariam?
MAH: Eu seria um lutador profissional. Eu amava tanto luta profissional que eu realmente queria trabalhar com isso quando estava no ensino médio.
SHOW-HATE: Eu sou um chef. Eu estava, inicialmente, dividido entre o caminho da música e da cozinha.
SIN: Eu gosto de roupas, então eu imagino que estaria na indústria de roupas.
GODRi: Quando eu penso sobre o que eu gostaria de fazer além da música agora, eu gostaria de ser um ator ou dublador. Quando assisto filmes e animes eu penso que é realmente legal atuar em algo. Quando assisti Attack on Titan eu achei que os dubladores fizeram um trabalho maravilhoso. É tão legal que eles consigam atuar tão bem somente com suas vozes. Acho muito legal.
SIN: Eu estou com COVID, então eu tenho ficado em casa. Recentemente comprei um quebra-cabeça de 1000 peças e um do Attack on Titan saiu recentemente, então estou trabalhando nisso.
GODRi: Karaokê. Eu gosto de cantar. Eu não tenho mais saído com todos, mas quando a pandemia melhorar, eu gostaria de sair muito novamente.
Vocês podem nos contar sobre a escolha dos nomes artísticos de vocês?
MAH: É um apelido japonês muito tradicional, imagino que seja como chamar um Matthew de Matt em outros países. Algo do tipo.
SHOW-HATE: Eu estive em uma banda com MAH, antes do SiM, e nós estávamos conversando e dizendo SHOW-HATE (ao invés de Shouhei, que é o nome original). Quando fizemos nosso website, temporariamente usamos esse nome. Então, quando foi ao ar, eu pensei “Oh, eu sou SHOW-HATE”, e foi daí que veio o nome. Uma vez um estrangeiro me perguntou “SHOW-HATE? Ahahahaha!” Fico feliz que tenham se lembrado.
SIN: As pessoas a minha volta me chamam de SHIN, então eu tirei o “H” já que SHIN é bastante comum e troquei para SIN.
GODRi: Eu participava de uma banda durante o ensino médio e havia um comediante japonês chamado Gori. O estilo de cabelo que eu usava na época era parecido com o dele. Então, meus amigos de banda disseram: Você tem o corte de cabelo como o do Gori. Desde então, passei a ser chamado de Gori. Quando me juntei ao SiM, mudei para GODRi porque eu gosto do GODZILLA e eu fui “forçado” a ler como Gori.
A Carreira
Como a pandemia impactou na rotina do grupo? Como tem sido o trabalho desde então?
MAH: Nós costumávamos apresentar mais de 100 shows por ano, então nós basicamente ficávamos juntos como grupo o tempo inteiro, mas nos últimos dois anos, os shows caíram para cerca de 1/3. Então sinto que nós conversamos mais quando nos reunimos porque temos menos oportunidade de ver uns aos outros. Acho que a atmosfera melhorou muito. Não foi de todo o mal, eu acho. Ainda assim, eu quero fazer muitas performances ao vivo.
Existe uma memória especial de algo que ocorreu durante um show?
MAH: …….. Eu quebrei meu dente no microfone.
Também teve um incidente com SHOW-HATE. Ele estava segurando a guitarra e girou, a ponta da guitarra ficou presa na cabeça do nosso agente, fazendo ele sangrar bastante.
Há planos para turnês no futuro?
MAH: Com certeza, eu gostaria de ir a vários países performar ao vivo.
Quais as expectativas para essa nova fase dentro de uma nova gravadora? Houve um motivo em especial para essa mudança?
MAH: Eu acredito que foi graças à Pony Canyon que nós pudemos nos envolver com um trabalho grande como Attack on Titan. Juntos, podemos fazer além do que o que é viável estando sozinhos, que é criar música e fazer shows da melhor forma possível. Então, espero que nós possamos ganhar algo ainda maior unidos.
The Rumbling
Como o processo para compor uma música de abertura começa? Vocês receberam alguma orientação quanto ao tema do estúdio ou de Isayama?
MAH: Primeiramente, eu sou fã do mangá Attack on Titan e Show-Hate que é fã do anime, fez uma demo com cerca de quatro músicas. A produção do anime escutou e deu opiniões como “Eu quero que seja mais devastador” ou “Eu quero que essa parte fique”. Antes de compor a música, perguntamos primeiro ao diretor que tipo de sensação ele queria. Então, eu adicionei as letras com base nas minhas impressões do mangá e perguntei se estava boa. Então, consultei os diretores em relação a letra e outros aspectos da história.
A letra de The Rumbling parece ser contada de uma perspectiva. É possível dizer que seria o ponto de vista de Eren?
MAH: Não é só o ponto de vista de Eren.
Quando eu olho os comentários que as pessoas escrevem, eu acho que há dois mal-entendidos: um é que a música foi escrita inteiramente sob o ponto de vista de uma pessoa. O outro, é que a música relata um certo momento, ou seja, uma data e horário específico. Por exemplo, a primeira linha poderia ser escrita do ponto de vista de qualquer um e a próxima linha, por outra pessoa. Em termos de tempo, a letra pode ser pensada como palavras que foram sendo adicionadas pouco a pouco ao longo dos anos. Eu acredito que a forma mais adequada de pensar a letra dessa música é justamente que ela foi escrita gradualmente desde o início da história. É o que eu acho.
Algum dos membros da banda acompanhava Shingeki (Attack on Titan) antes do pedido pela abertura?
MAH: Eu tinha lido o mangá.
SHOW-HATE: Eu primeiro assisti o anime e depois li o mangá.
SIN: Eu assisti o anime e li o mangá também.
GODRi: É claro que eu sabia do trabalho, mas eu não havia lido o mangá ou assistido o nome no início. Porém, quando recebemos o projeto dessa música, eu assisti o anime pela primeira vez e fiquei chocado porque era insanamente bom. “Por que eu não assisti isso antes?”. Fiquei muito impressionado. Depois disso, li o mangá até o fim e acredito que se tornou meu trabalho favorito de todos os tempos.
SiM e o Brasil
Deixem um recado para seus fãs brasileiros!
MAH: Eu tenho recebido comentários de pessoas do Brasil, dizendo que eles gostam da banda a muito tempo. Quando nós lançamos EXiSTENCE, uma música do Rage of Bahamut, alguém me mandou uma mensagem dizendo que tatuou a letra! Eu espero que ele esteja ouvindo The Rumbling. Lol. Eu gostaria de fazer um show algum dia.
SHOW-HATE: Pessoas do Brasil têm me pedido para fazer um show a bastante tempo também. Nunca fui para o Brasil antes, mas agora que lançamos The Rumbling e muitas pessoas estão escutando, sinto que minha voz está se espalhando cada vez mais. Então eu espero ir o quanto antes, apesar da situação com o COVID. Então, por favor, esperem por esse momento.
SIN: Eu nunca estive no Brasil, gostaria de ir até aí e performar ao vivo.
GODRi: Pessoalmente, eu sinto que os brasileiros têm sensibilidade ao ritmo. E como eu toco bateria, eu ficaria muito feliz se as pessoas puderem sentir algo com nossa performance. Eu também gostaria de continuar esculpindo nosso ritmo para que possa ser propriamente transmitindo para os brasileiros para que ressoe em seus corações.
Se ainda não conhece, confira a música The Rumbling:
The band SiM debuted in 2004. In this period, they worked with different labels, such as Sony, Universal Music of Japan and currently Pony Canyon. Their style became known for the mix of punk and reggae. Their last released song was The Rumbling, open theme of Attack on Titan. If you’d like to know more about the group and their composition, check the interview in full!
Which of your songs would you indicate for people that are knowing your work at this moment?
MAH: I think “SAND CASTLE“, don’t you?
SHOW-HATE: I think “Smoke in the Sky” is the right song to get people to know SiM.
SIN: I want you to keep “KiLiNG ME” because it’s a popular song.
GODRi: I want people to listen to “Devil in Your Heart” first because it makes it easier for them to listen to our other songs.
Is there a song that each of you consider the most memorable in the discography of the band?
MAH: “FATHERS“. It was the first song I wrote for other people.
SHOW-HATE: The song is called “Vitamin“. We talked about “What kind of scenery do we see? This was the first song that we created in that way. This song became a turning point in our songwriting style. We started to look at the lyrics more, and to bemore conscious of the pictures we were creating as images. This process came to life in the creation of “The Rumbling,” and I’m glad we did it that way. The song that started it all was “Vitamin”.
SIN: The song “Amy” made a strong impression on me because it was the first song to incorporate dubstep.
GODRi: I’d say “Murderer“. Before I first joined SiM, I was a support member at the time, and when we were going to play together as support, this was the first song we played together in the studio, and I felt comfortable with the way we played together, and I think the other members felt comfortable with it too, so I have strong feelings about this song.
MAH, do you consider that SiM went through big changes since 2004? If yes, comment on it.
MAH: If you can imagine the 17 years since we formed the band when I was in high school, getting married, and having children, you can see how much things have changed.
When have you decided to work with music and how did you choose the genre that you play now?
MAH: At first, when I was about 5 years old, I wanted to be like Eric Clapton, but then when I was 12 or 3 years old, I listened to Hi-STANDARD and was really influenced by punk, and the music I listened to the most was RANCID, which influenced me to listen to reggae and ska. I started going to live houses when I was about 15 years old, and since my hometown where SHOW-HATE and SIN grew up was a surfing mecca, reggae music was very familiar to me. There were a lot of reggae bands around us, so we naturally began to incorporate reggae into our music. The band was SiM. So it was natural for me to put reggae into punk music, because of my roots. At the time, there was the biggest reggae festival in Japan, and it was a genre that was really close to you, wasn’t it?
SHOW-HATE: I didn’t follow it at all, but I started taking piano lessons when I was in the second grade of elementary school, and then I started playing guitar when I was in the second grade of junior high school. Originally, I only listened to J-Pop, but when I entered high school, my friend recommended SLIPKNOT and I was shocked. I got into that genre from there. To be honest, I hadn’t listened to reggae before I joined SiM, and I thought it was difficult when I first came into contact with it, but once I got into the groove, I started to feel comfortable with it. The same goes for the punk genre, which was built up largely by joining SiM. Before that, I was only listening to heavier music.
SIN I started playing guitar when I was in the second year of junior high school because of Hi-STANDARD, and then I started playing bass in high school. At the same time, I started listening to Rage Against the Machine and RED HOT CHILLI PEPPERS, and I’m also influenced by Korn and Limp BIZKIT.
GODRi: I fell in love with folk songs when I was in the 6th grade of elementary school, and borrowed my father’s acoustic guitar to practice. When I was in the second year of junior high school, I formed a band with my friends and we asked, “Who will play what part? I just kind of went with it. I thought, “I’ll try playing the drums,” following the feeling I had at that time. I started to play drums, and copied a lot of J-Pop music that was popular at the time. The first band genre I fell in love with was ‘melodic punk’ (this genre may only be understood by Japanese people). I borrowed a Bob Marley album from one of my seniors who was in a band, who told me, “If you like punk, try listening to reggae,” and that’s when I started to like loud rock with reggae elements, like Insolence. After that, I thought, “I wish I could play in a band like this all the time. Later, I happened to see SiM live performance at a live house. At that time, SiM had more reggae elements than now,which matched the music I wanted to play at that time, so I thought, “I want to be in a band like this someday”. Later, I made a connection with the band members and actually joined the band.
If you weren’t musicians what would you work with?
MAH: I would be a professional wrestler. I love professional wrestling so much that I really wanted to be a professional wrestler when I was in junior high school.
SHOW-HATE: I’m a chef. I was originally torn between the paths of music and cooking.
SIN: I like clothes, so I guess I’m in the apparel industry.
GODRi: When I think about what I want to do outside of music now, I’d like to be an actor or voice actor. When I watch movies and anime, I think it’s really cool to act in something. When I watch “Attack on Titan”, I think that the voice actors are doing an amazing job. It’s so cool that they can act so well with just their voices. I think it’s really cool.
Do you have any hobbies nowadays?
MAH: Apex Legends. It’s a game.
SHOW-HATE: I only play Apex, too.
SIN: I also have COVID-19, so I tend to stay at home, so I recently bought a 1000 piece jigsaw puzzle, and the “Attack on Titan” one recently came out, so I’m working on that.
GODRi: Karaoke. I like to sing. I don’t get to go out with everyone anymore, but when COVID-19 settles down, I’d like to go out a lot again.
Can you tell us about your artistic names?
MAH: It’s a very orthodox Japanese nickname, so I guess it’s like calling Matthew “Matt” in other countries. Something like that.
SHOW-HATE: I was in a band with MAH before SiM, and we were just going around saying “SHOW-HATE” (instead of Shouhei, which is our original name), and when we made our website, we temporarily used that name. When the website was set up, I thought, “Oh, I’m SHOW-HATE,” and that’s how I came up with the name. Once I was asked by a foreigner, “SHOW-HATE? Ahahahaha!” I’m glad they remembered it.
SIN: People around me called me “SHIN,” so I took the “H” out of “SHIN” since it’s pretty common, and changed it to “SIN”.
GODRi: I was in a band when I was in high school, and there was a Japanese comedian named “Gori”, and the hairstyle I had at the time was similar to his hairstyle, so my friends in the band told me, “You have a hairstyle like Gori,” and I’ve been called “Gori” ever since. When I joined SiM, I changed my name from “GORI” to “GODRi” because I like GODZILLA, and I was forced to read it as “Gori”.
How did covid pandemic impact in the group routine? How have you been working since then?
MAH: We used to play more than 100 gigs a year, so we basically stayed together as a group all the time, but in the past two years, our gigs have been reduced to about 1/3 of that, so I feel like we have more conversations when we get together because we have fewer opportunities to see each other. I think the atmosphere has improved a lot. It’s not all bad, I think. But I still want to do a lot of live performances.
Is there any special memory about something that happened during a concert?
MAH: …… I broke my tooth on the microphone.
There was also an incident when SHOW-HATE was holding the guitar and spun around, and the sharp end of the guitar head got stuck in our manager’s head, causing him to bleed profusely.
Are you planning tours overseas for the future?
MAH: Of course, I’d like to go to various countries and perform live.
What are the expectations for this new phase with a different record company? Was there a specific motive for this change?
MAH: I think it’s thanks to Pony Canyon that we’ve been able to be involved with such a big work as “Attack on Titan”. We can only do what we can’t do on our own, which is to create music and perform live as hard as we can, so I’m hoping that we’ll be able to gain something even bigger than that together.
How does the process of a composition for an opening happen? Did you receive any orientation of the theme from the studio or Isayama?
MAH: First of all, I, a fan of the manga “Attack on Titan”, and SHOW-HATE, a fan of the anime ” Attack on Titan”, made a demo of about four songs, and then the anime production team listened to it and asked for opinions such as “I want it to be more devastating” or “I want this part to stay”. Before composing the song, I first asked the director, “What kind of feeling do you want?” etc. Then I added the lyrics based on my impressions of the manga, and asked, “Is it okay to include these words? I consulted with the directors about the lyrics and other aspects of the story.
The lyrics of The Rumbling seems to be told from one perspective. Is it possible to say that this would be Eren’s point of view?
MAH: It’s not just Eren’s point of view.
When I look at the comments that people write, I find that there are two kinds of misunderstandings: one is that the song is written from one person’s point of view all the way to the end, and the other is that the whole song is written at a certain moment, say, on a certain date and time. For example, the first line can be written from anyone’s point of view, and the next line can be written from another person’s point of view. In terms of time, the lyrics can be thought of as words that have been added little by little over the years. I think the most accurate way to think of it is that they are words that were gradually written from the start of the story. I think so.
Did one of the members of the band keep up with Shingeki (Attack on Titan) before the request for the song?
MAH: I had read the manga.
SHOW-HATE: I originally watched the anime and later read the manga.
SIN: I watched the anime and read the manga as well.
GODRi: Of course I knew about the work, but I hadn’t read the manga or the anime to begin with, but when I got the call about this theme song, I watched the anime for the first time and was struck by how “insanely good it is… why haven’t I seen it before…”. I was so impressed. After that, I read the manga until the end, and I think it became my favorite work of all time.
Leave a message for your Brazilian fans!
MAH: I’ve been getting comments from people in Brazil that they like SiM for a long time, so when we released “EXiSTENCE”, a song from “Rage of Bahamut”, someone sent me a message saying “I made a tattoo of the lyrics! I hope he’s listening to “The Rumbling”. lol I’d like to go to live sometime.
SHOW-HATE: People in Brazil have been asking me to come to Brazil for a long time, too! I’ve never been to Brazil before, but now that I’ve released “The Rumbling” and a lot of people are listening to it, I feel like my voice is spreading even more, so I’m hoping to go as soon as possible, despite the situation with COVID-19, so please look forward to it.
SIN: I’ve never been to Brazil, so I’d like to go there and perform live.
GODRi: Personally, I feel that people in Brazil have roots that are sensitive to rhythm, and since I play the drums, I would be very happy if people could feel something from our performance. I would also like to continue to carve out rhythms that can be properly conveyed to the Brazilian people and that will resonate in their hearts.
If you don’t know, check it out the music The Rumbling:
O futuro se adapta, e dessa forma a CD PROJEKT RED anunciou uma nova atualização para a nova geração de Cyberpunk 2077. Então para você que tem PlayStation5 e Xbox Series X|S pode aproveitar o upgrade!
O Patch 1.5 traz uma atualização que foca no hardware dos consoles. Então o ray tracing e 4k estão na lista das melhorias além dos tempos de carregamento e melhorias técnicas e visuais. Um extra acontece no PS5 com os gatilhos adaptativos do DualSense e funcionalidades táteis.
Mas ainda não tá convencido das melhorias de Cyberpunk2077? Então por 30 dias até o dia 15 de março às 13 horas, você poderá jogar e testar gratuitamente até essa data e depois comprá-lo.
Lembrando que a portabilidade de progresso do Xbox One e PlayStation4 estão disponíveis e está explicado em detalhes AQUI. Então aproveite o momento para experimentar as otimizações de desempenho, jogabilidade e sistemas in-game como economia, mapas, relacionamentos.
Então está na hora de recomeçar o sistema e conhecer o universo cyber. Aproveite o mês gratuito para explorar e alugar um apartamento, ou dar aquele upgrade dos equipamentos ou até mesmo novas aparências.
A atualização gratuita de Cyberpunk 2077 está disponível para PlayStation5 e Xbox Series X|S para os proprietários de Xbox One e PlayStation4, e como meio de compra digital independente. O patch 1.5 também está disponível para Xbox One, PlayStation4, Stadia e PC.
Após muita expectativa dos fãs, o estúdio MAPPA, responsável pela produção da primeira temporada do anime, realizou um evento voltado para o público das animações japonesas neste último sábado (12). Assim, durante o evento o estúdio anunciou o retorno de Jujutsu Kaisen com a segunda temporada do anime para o ano de 2023.
Além disso, Gege Akutami, o criador do anime, comemorou a continuação da trama com uma ilustração exclusiva para os fãs, divulgada no seu Twitter. Confira:
Desta forma, a data de lançamento é prevista para a Temporada de Inverno de 2023, mas enquanto o estúdio MAPPA não anuncia a data final, ainda podemos aguardar o lançamento do filme Jujutsu Kaisen 0.
Confira a matéria sobre o filme AQUI e sobre seu lançamento nos cinemas brasileiros AQUI.
Sobre Jujutsu Kaisen
Imagem Divulgação: Shueisha
Bom, Jujutsu Kaisen (Batalha de Feiticeiros) é um mangá japonês escrito e ilustrado por Gege Akutami, serializado na Weekly Shonen Jump desde 5 de março de 2018. Assim, os capítulos individuais são compilados em volume tankobon (coleção de capítulos de uma só série reimpressas no formato de bolso e em papel de qualidade superior, costuma ter em torno de 200 páginas), e publicados pela Shueisha desde julho de 2018. Por fim, no Brasil a série foi licenciada e os volumes são vendidas pela editora Panini.
Sinopse: Apesar do estudante colegial Yuuji Itadori ter grande força física, ele se inscreve no Clube de Ocultismo. Certo dia, eles encontram um “objeto amaldiçoado” e retiram o selo, atraindo criaturas chamadas de “maldições”. Itadori corre em socorro de seus colegas, mas será que ele será capaz de abater essas criaturas usando apenas a força física?!