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Burnout Syndromes | Suco Apresenta

Burnout+Syndromes
Imagem Divulgação

Formada há quase vinte anos pelos membros Ishikawa (baixista), Kazuumi (guitarra e vocal) e Takuya (bateria), Burnout Syndromes é uma banda japonesa que mescla o rock alternativo com elementos de rock industrial, power pop, hip-hop e muito mais. Mundialmente conhecido pelas participações em trilhas sonoras de animes de sucesso, o trio segue conquistando uma legião de fãs ao redor do globo. E você, já é fã de Burnout Syndromes? No Suco Apresenta de hoje, a gente te conta mais sobre a origem e trajetória deste grupo importantíssimo na cena do rock japonês.

Do “terceirão” para a vida 

Brincadeiras à parte, é fato que o Burnout Syndromes começou através dos contatos que Ishikawa, membro fundador do grupo, estabeleceu ao longo de seus anos de escola. Porém, os membros da banda já se conheciam bem antes do ensino médio, sabia? 

Em 2005, Ishikawa convidou Kazuumi, que foi seu colega de classe durante o ensino fundamental, para fazer parte de uma banda. Pouco tempo depois, ainda no mesmo ano, Takuya, que também conhecia Ishikawa pelo ambiente escolar, passou a ser integrante da Burnout Syndromes como baterista.

Inicialmente, o objetivo era chamar a atenção das meninas durante uma apresentação em um festival promovido pela própria escola. Para adolescentes, esse é um motivo nobre, certo? Acontece que, por conta de um surto de gripe, o evento foi cancelado. Entretanto, a motivação para deslanchar com a banda permaneceu, fazendo com que o trio seguisse trabalhando arduamente para atingir um nível profissional e ganhar destaque na cena do j-rock. 

Demorou, mas debutou!

Mesmo tendo surgido em 2005, o debut do Burnout Syndromes demorou para acontecer. Antes disso, em 2010, eles ganharam o segundo Grand Prix de Senkou Rionette, uma competição para bandas adolescentes realizada pela TOKYO FM. Mas foi apenas em 2016, depois de quase dez anos de ensaios, persistência e muitos outros concursos musicais, que a banda lançou FLY HIGH!!, seu primeiro single, recebido como hit imediato. 

Antes do primeiro lançamento, o som do trio não era dos mais populares entre o público. Porém, depois de explorar o potencial em influências como techno, hip-hop e folk, a banda pareceu encontrar uma sonoridade que encaixasse perfeitamente com a sua personalidade e as expectativas dos ouvintes. Assim, através de letras poéticas e pela valorização da sonoridade japonesa em meio às influências internacionais, Burnout Syndromes conquistou espaço como uma das bandas mais adoradas da j-music. 

Sucesso nas trilhas de anime

A fama mundial chegou para Burnout Syndromes com FLY HIGH, mencionada anteriormente, escolhida como abertura para a segunda temporada do anime Haikyu!!

Outra parceria de sucesso com o mesmo anime veio alguns anos depois, com o lançamento de Phoenix, como tema da quarta temporada. A canção garantiu novos fãs ao redor do mundo para o grupo, além de uma nomeação na categoria Best Opening no Crunchyroll Anime Awards de 2020.

Além destas, Burnout Syndromes possui outras faixas que foram temas de animes como Dr. Stone, Those Snow White Notes e Gintama, mundialmente famosos. Esse fator impulsionou o crescimento acelerado da popularidade da banda para além do Japão, fazendo com que, em pouco tempo, Ishikawa, Kazuumi e Takuya atingissem o patamar de verdadeiros astros do rock em diversos países. Confira algumas de suas anisongs mais famosas a seguir: 

Good Morning WorldDr. Stone

GinsekaiMashiro no Oto (2ª abertura)
Hikare AreHaikyuu (5ª abertura)

Em 2020, o Burnout Syndromes produziu, em parceria com o anime Super HxEros, um artista virtual exclusivo, nomeado HXEROS SYNDROMES. Além disso, compuseram Wake Up H×ERO!, faixa de abertura da animação.

Burnout Syndromes no Brasil 

Quem está por dentro das atrações do Anime Friends, evento que ocorre ainda nesta semana, já sabe que a banda é uma das atrações internacionais confirmadas da edição de 2023. 

Pela primeira vez no Brasil, o grupo deve se apresentar no sábado (15), no palco principal do AF. Ainda não garantiu o seu ingresso? Corre, que ainda dá tempo! Existem entradas disponíveis no site oficial da Ticket 360, responsável pelas vendas online do evento. 

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OXENFREE II: Lost Signals | Review

OXENFREE II: Lost Signals review
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Antes de jogar OXENFREE II: Lost Signals fiz o exercício de “rejogar” o primeiro título e digo que a diferença é da água para o vinho. A Night School Studio e o diretor do jogo, Bryan Cannon, apresentam novidades interessantes no gameplay e amadurecimento narrativo notáveis.

Enredo de OXENFREE II

Riley (Elizabeth Saydah) caminha pela pacata Costa Camena, cidade onde nasceu, para realizar um trabalho simples. Entretanto, estamos falando de OXENFREE e, como o primeiro jogo, um misterioso portal de espaço-tempo é aberto assim que ela e Jacob (Joe Bianco) terminam o que foi pedido.

Lá vai o jogador tentar fechar outro portal, mas, mesmo com a mesma premissa, Lost Signals parece diferente: seu desenvolvimento é lento e diversas camadas dos personagens vêm à superfície de forma orgânica. Os diálogos entre Riley e Jacob apresentam o passado, medos e sonhos deles e isso contrasta com a idade e crise pessoal dos personagens.

O portal aberto força a protagonista a vivenciar o passado e o futuro, mostrando o impacto de suas escolhas. É fácil encontrar obras que usem o espaço-tempo para isso, mas OXENFREE fez antes que fosse legal, então mérito para a equipe.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

A narrativa não é tão intensa como a do primeiro jogo, com um grupo de adolescentes com nervos a flor da pele. Entretanto, mostra amadurecimento do universo onde se passa a história — talvez não agrade os jogadores que buscam a tensão caótica do primeiro.

Dublagem

É impossível falar de OXENFREE sem mencionar a dublagem, pois assim como o primeiro jogo, o segundo mantém o mesmo nível. Fluidez e naturalidade evidenciam o excelente trabalho de direção de Bryan Cannon em conduzir os atores.

Não há interrupções, mesmo quando o jogador entra em uma tela de carregamento ou interage com algo do cenário. Os personagens simplesmente voltam ao tema em seguida e com todas essas características, ouso dizer: está no mesmo nível de gigantes como The Last of Us Part II, Uncharted 4 ou Death Stranding.

OXENFREE II encanta visualmente

Heather Gross, líder de arte da Night School Studios, junto com Beverly Chain, Alex Chavez, Daniel Garcia e toda a equipe de arte responsável pelo jogo não merecem só palmas, mas o Tocantins inteiro — sim, eu meti essa.

Em nenhum momento o visual de OXENFREE deixa a peteca cair e o jogo é um deleite visual. Montanha, caverna, praia, igreja e até o estacionamento parece sair de um delicioso sonho, daqueles que não queremos acordar.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

O estilo de arte e animação feitos à mão, usando técnicas de aquarela, destacam o game na indústria e vale a pena conferir como foi o processo da criação da estética da franquia.

Além do encanto pelo visual do jogo, OXENFREE fica mais interessante quando distorce a apresentação. Existem cenários em que o jogo fica na diagonal e confunde o jogador. Perfeito para um jogo de mistério e ficção científica.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

OXENFREE II passa por melhorias necessárias

Jogar o primeiro título e, em seguida, o segundo foi o melhor exercício para escrever esse texto. Afinal, sete anos se passaram desde OXENFREE e é perceptível que o jogo tinha animação rígida e faltava variedade de quebra-cabeças.

Quebra-cabeças

Lost Signals não força o jogador a utilizar tanto o walkie-talkie, que era principal ferramenta para solucionar puzzles. Máquinas, exploração e interação com o cenário ou simplesmente o diálogo são usados para melhorar a experiência.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

E, claro, nos principais momentos dramáticos da narrativa o walkie-talkie, marca registrada do game, volta a tomar protagonismo.

Navegação

A Night School Studio verticaliza o game apresentando as cordas de escalada. Como o jogo exige muitas idas e vindas pelo mapa, uma vez que você instala o equipamento cria atalhos que encurtam distâncias.

Essa escolha é outro grande avanço do primeiro jogo que exigia que você apenas andasse ou escalasse.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

Além da corda de escalada, o mapa interativo é a cereja do bolo na navegação do jogo. Você vê as anotações da personagem sobre as missões e pode dar zoom para ver com detalhes a direção até o próximo objetivo.

Veredito

OXENFREE II: Lost Signals é um daqueles casos em que o segundo jogo é tão bom quanto, ou talvez melhor, que o primeiro. Assim, a Night School Studio melhorou exatamente o que tinha que ser melhorado e entregou uma experiência com perfeito balanceamento entre gameplay, narrativa e estética.

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Kwai celebra Mês do Anime com conteúdos e parcerias com Anime Friends e PerifaCon

perifacon anime kwai
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O mês de julho reúne grandes eventos para os fãs de cultura geek, e o Kwai, app de compartilhamento de vídeos curtos, criou o Mês do Anime para celebrar uma arte em especial: os animes, as animações de origem japonesa que se popularizaram no mundo inteiro.

A plataforma trará diversos conteúdos sobre o tema e estará presente em dois dos maiores eventos de anime do país: o Anime Friends, que ocorre de 13 a 16 de julho no Anhembi, em São Paulo, e a PerifaCon, maior convenção de cultura nerd das favelas, marcada para o dia 30 de julho, no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, também em São Paulo.

Uma página especial no app reúne todos os conteúdos exclusivos sobre anime e detalhes sobre os eventos: por lá é possível se programar para ver lives exclusivas, além de curtir filtros, participar de desafios e se entreter com muitos vídeos sobre o assunto.

No Anime Friends, que comemora 20 anos em 2023, é a primeira vez que uma primeira plataforma digital apoia o evento. Além de ativações in loco, como proporcionar a tradição das famosas plaquinhas (presentes no evento desde 2003), quem não poderá comparecer ao evento terá a chance de conferir o que estará rolando no Anhembi pelo Kwai: nos quatro dias, o Kwai fará lives cobrindo o tradicional Concurso de Cosplay que agita a feira. As lives começam às 17h na quinta e sexta-feira (dias 13 e 14/07), às 16h no sábado (dia 15) e às 15h no domingo (dia 16).

Já sobre a PerifaCon, o Kwai estará presente no dia 30 de julho, acompanhando os artistas, painéis e o concurso de cosplay, outra tradição da conferência, que será transmitido ao vivo no app.

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FLOW | Entre na onda e conheça o fenômeno das anisongs

FLOW
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FLOW já é um nome conhecido entre os fãs de música japonesa e, principalmente, entre os amantes de anime. Formado por Kohshi (vocal), Keigo (vocal), Take (guitarra), Got’s (baixo) e Iwasaki (bateria), o grupo lançou diversas músicas que marcaram gerações. Quer conhecer mais sobre uma das bandas mais importantes no mundo das anisongs? Vem, que o Suco te apresenta! 

Como nasceu o FLOW 

Pelo menos uma vez na vida, todos nós já tivemos o desejo de sermos como nossos ídolos. A diferença é que, para o jovem Kohshi Asakawa de 30 anos atrás, essa vontade não ficaria apenas no mundo das ideias. Foi assim que, em 1993, a história de FLOW começou a ser escrita. 

Inspirado pela famosa banda X Japan, Kohshi decidiu que gostaria de ser um grande guitarrista. Por isso, juntou suas economias, comprou uma guitarra e, ao lado de Take, seu irmão mais novo, levou sua admiração pelo guitarrista Hide, parte da X Japan, para um outro nível.

Juntos, eles faziam cover de Hide e PATA, membros da X Japan e, naquele mesmo ano, convidaram um vizinho que também era fã da banda. Em busca do estrelato, passaram a fazer apresentações em uma pequena casa de shows no Japão. Já com o nome de WYBURN, o trio conquistou um público fiel, disposto a quebrar objetos e fazer algazarra quando as apresentações chegavam ao fim. Por esse motivo, WYBURN foi proibido de continuar a tocar no local, precisando apelar para shows nas ruas da cidade. 

Ao longo dos anos, a banda foi aprimorando suas habilidades e buscando um novo caminho para seu som. A decisão de deixar de ser um grupo cover para começar a focar nas músicas originais veio com o hiato da X Japan, além da morte de Hide, principal inspiração de Kohshi. 

Com a mudança de identidade, veio também a alteração no nome da banda. E então, já em 1998, a WYBURN passou a ser Pinking. Porém, no mesmo ano, o nome do grupo sofreu uma nova mudança, pensando na forte influência do hip-hop nas novas composições de Kohshi. Foi assim que, pensando na ideia de movimento, a banda adotou o nome de FLOW.

Ainda em 1998, Keigo Hayashi tornou-se vocalista convidado do grupo e, um ano depois, foi escolhido como membro fixo da Pinking. Além disso, ainda em 1999, o quarteto faz uma nova adição em sua equipe, convidando Got’s para ser o baixista. Foi somente em 2000, com a entrada de Iwasaki, que a banda ficou completa. 

A união faz a força

Se você parar para analisar a trajetória de FLOW, vai perceber que as coisas só deram certo porque todo mundo trabalhou junto em busca de um bem maior. A primeira demo-tape, por exemplo, foi um grande sucesso por conta do empenho de um amigo que ajudou no marketing. Integrantes como Got’s e Iwasaki, só cruzaram o caminho de FLOW através da iniciativa dos membros em procurar novos lugares para tocar e expandir seu público. Desde o início, a banda lutou com unhas e dentes para dar certo – e deu!

No ano de 2000, FLOW começou a vender seu primeiro tape original, que contava com 6 faixas. Desde então, a banda vivenciou uma ascensão bombástica e, atualmente, é considerada uma das bandas mais influentes da história do pop rock japonês. 

De Flow #0 a Naruto

Em 2001, FLOW lançou, de forma independente, seu primeiro maxi single, intitulado Flow #0. No ano seguinte, o grupo lançou mais dois mini-álbuns, seguidos por Okuru Kotoba, primeiro single cover, em janeiro de 2003, garantindo um lugarzinho na parada indie da Oricon por SETE semanas consecutivas, além da sexta posição na parada geral de singles. Nada mal, né?

Ainda em 2003, o mundo recebeu Splash!!!, primeiro álbum completo do Flow, que conquistou, mais uma vez, lugar de destaque na parada de álbuns da Oricon. Porém, o sucesso chegou para valer em abril de 2004, com o lançamento da música GO!!!, tema da quarta abertura de Naruto

Num piscar de olhos, GO!!! já era um hit. O resultado foi tão positivo que, pouco tempo depois, a banda divulgou Days, para Eureka Seven

Outros sucessos de FLOW nas telinhas 

Depois do estouro em Naruto, ano após ano, FLOW passou a lançar diversas parcerias de sucesso para trilhas de animes e jogos. A seguir, você confere uma lista com 5 canções que merecem destaque: 

1 –  Hero, em Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses
2 – Sign, em Naruto Shippuden
3 – Colors, em Code Geass
4 – Hey!!!, em Beelzebub 
5 – 7 -seven- (feat. GRANRODEO), em The Seven Deadly Sins

FLOW no Brasil 

O Anime Friends promete emocionar em sua vigésima edição, que acontece já nesta semana. Durante os dias 13 e 16 de julho, o evento receberá grandes nomes da música japonesa, além de diversas outras atrações super divertidas.

 Para fechar a festança com chave de ouro, FLOW é presença confirmada nos palcos do dia 16. A banda já fez uma apresentação no último domingo (9), no evento Sana, sediado no Ceará. 

Não dá pra ficar de fora dessa! Clique aqui e confira os ingressos ainda disponíveis para o Anime Friends 2023. Já garantiu seu ingresso? Conta pra gente qual sucesso do FLOW você está mais ansioso para ouvir ao vivo!

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The First Slam Dunk chega em agosto nos cinemas

The First Slam Dunk trailer filme cinema
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Está confirmado! O filme The First Slam Dunk chega dia 03 de agosto nos cinemas brasileiros. Com duas horas de duração, o filme é uma produção Toei Animation e Dandelion Animation Studio. Além disso, Takehiko Inoue, mangaká da obra original escreveu o dirigiu o longa.

The First Slam Dunk – Trailer

Sinopse: O “velocista” e armador base de Shohoku, Ryota Miyagi, sempre joga com inteligência e a velocidade de um raio, correndo em círculos ao redor de seus oponentes enquanto finge serenidade. Nascido e criado em Okinawa, Ryota tem um irmão três anos mais velhos. Seguindo os passos de seu irmão mais velho, que foi um famoso jogador local desde muito jovem, Ryota também se viciou em basquete. Em seu segundo ano do ensino médio, Ryota joga no time de basquete da escola Shohoku junto com Sakuragi, Rukawa, Akagi e Mitsui para entrar na quadra do Campeonato Nacional Interescolar. E agora, eles estão prestes a desafiar os atuais campeões, a escola Sannoh Kogyo.

INGRESSOS

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Resenha do novo álbum do Metallica, 72 Seasons

Metallica
Imagem Divulgação: Unspleash

O Metallica é um grupo que dispensa apresentações; eles são e têm sido, há muito tempo, a maior banda de heavy metal do mundo. Embora o KISS possa discordar, o Metallica está lotando estádios em todo o mundo, enquanto o KISS luta para encher arenas. Algumas pessoas também mencionaram a recente turnê em estádios do Def Leppard/Motley Crue como outra possibilidade, mas, infelizmente, eles precisaram da formação de co-líderes para vender o mesmo número de ingressos que o Metallica consegue sozinho.

De qualquer forma, não há intenção de ofender nenhuma das bandas citadas. Trata-se apenas de uma declaração sobre o domínio atual do Metallica no cenário da música pesada. No artigo de hoje, vamos dar uma olhada no último álbum do Metallica, 72 Seasons. Vamos mergulhar de cabeça!

Um retorno espetacular 

Muito tempo depois, você está em um dos seus cassinos online favoritos e um álbum do Metallica é lançado! E, além disso, o thrash e a velocidade estão presentes, juntamente com riffs que poderiam caber em um grande estádio e que lembram os velhos tempos. Ocasionalmente, as músicas também podem prestar uma homenagem estranha às inspirações do doom metal, como “Trouble”. Talvez você esteja em um cassino online que encontrou com a in2bet, quem sabe…

Inamorata encerra as coisas com a música mais fascinante e proggy do álbum em seu groove denso, quase como Baroness, enquanto a entrada de Room Of Mirrors tem toques de música como Rush na parte final do álbum. A maior parte do que isso soa é o Metallica comemorando o fato de ser o Metallica. No entanto, é claro que essas analogias são relativas.

O próximo é o single principal do álbum, “Lux AEterna”. Ela merece esse nome porque se move em um ritmo rápido e mantém um ritmo constante durante todo o tempo. No geral, a música é divertida e atinge as notas adequadas para uma ampla gama de fãs.

“If Darkness Had a Son” é muito mais cativante, já que os vocais e a voz de James Hetfield transmitem imagens vívidas com eficácia. Embora as palavras em si sejam um pouco questionáveis demais, a música pelo menos se destaca entre as outras. A música seguinte, “Too Far Gone?”, é outro destaque. Tanto os ganchos vocais quanto o riff principal são muito marcantes. Hetfield apresenta novamente uma performance vocal incrível que ajuda a unir tudo e faz você balançar a cabeça ao som da música.

Considerações finais 

O álbum “72 Seasons” do Metallica é um ótimo exemplo da força e da inovação contínuas do grupo. O álbum demonstra a capacidade do Metallica de ultrapassar os limites, ao mesmo tempo em que adere ao seu som característico, com sua mistura de violência não refinada e musicalidade sofisticada. “72 Seasons” é uma viagem cativante pelas estações da vida, desde os riffs estrondosos e os solos matizados até as letras introspectivas que abordam temas de resiliência e contemplação. Ela serve como um lembrete do impacto do Metallica no gênero metal, bem como de sua capacidade de desenvolver e encantar o público, apesar de sua longevidade.

Com esse álbum, o Metallica demonstrou mais uma vez por que é considerado uma das melhores bandas de metal de todos os tempos. O ambiente auditivo de “72 Seasons”, que serve como um monumento à herança duradoura do Metallica e sua importância contínua na indústria da música, atrai tanto os fãs quanto os novatos.

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Mercado gamer ganha linha de nobreaks da NHS específicos para o segmento

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NHS lança no mercado uma linha de nobreaks específica para o público gamer, disponível em quatro opções de equipamentos que atendem os mais exigentes jogadores. O lançamento, que é 100% nacional, possui tecnologia de ponta, com baterias de qualidade e alta durabilidade. O produto possui recursos exclusivos para o universo gamer e proporciona autonomia para que os jogadores continuem jogando mesmo em situações de queda de energia, além de proteger os dispositivos contra danos ou queima por falhas na rede elétrica.

A autonomia de energia proporcionada pelo Nobreak Gamer NHS é importante para evitar punições e banimentos das competições, pois impede que o jogo seja interrompido graças à disponibilidade de energia de segurança, que varia de 5 minutos a 3 horas e meia, dependendo do modelo escolhido e das cargas dos equipamentos conectados a ele.

A alta qualidade da tecnologia senoidal do Nobreak Gamer NHS também protege os dispositivos conectados a ele por estabilizar a tensão da rede elétrica e fornecer uma energia limpa e de qualidade aos equipamentos. E com a proteção Ethernet em todos os modelos da Linha Gamer, é possível jogar online com tranquilidade, sabendo que os dispositivos estão protegidos contra surtos e picos de energia.

Considerando os altos investimentos realizados no setup gamer, que ultrapassa facilmente R$ 10 mil, ter um nobreak é uma atitude de prevenção de prejuízos, que vão desde a diminuição da vida úitil dos aparelhos até a queima de PCs, monitores, consoles de videogame e televisores.

Um dos destaques da Linha Gamer da NHS é o design moderno, projetado para combinar com a estética do setup de jogos. Além disso, um software possibilita a personalização de LEDs em RGB, com grande variedade de cores e efeitos para criar a atmosfera perfeita durante as sessões de jogo e trazer mais estilo ao espaço. O software também possui um indicador de percentual de bateria e potência conectada para o jogador monitorar o tempo restante disponível para continuar jogando na ausência de energia elétrica.

Também pensando na experiência de jogo, o Nobreak Gamer NHS é mais silencioso quando comparado aos demais modelos disponíveis no mercado, característica que ajuda o jogador a manter o foco e ficar livre de distrações indesejadas. A Linha Gamer possui conexão padrão em rede USB ou Ethernet. Há ainda a opção com engate para expansão de bateria nos modelos Play, Power e Ultra.

Outro diferencial da Linha Gamer NHS é a expertise em nobreaks de uma das empresas mais tradicionais do segmento, que completa 35 anos em 2023. Os produtos também possuem garantia de dois anos e suporte nacional, com assistência técnica especializada direto com o fabricante. As embalagens também vêm com adesivos do universo gamer e uma flanela exclusiva para a limpeza de equipamentos.

A Linha Gamer da NHS está disponível nos seguintes modelos:

  • Mini (600 VA, seis tomadas e disponibilidade de energia de até 25 minutos)
  • Play (1000 VA, seis tomadas e disponibilidade de energia de até 60 minutos)
  • Power (1400 VA, seis tomadas e disponibilidade de energia de até 80 minutos)
  • Ultra (1400 VA, oito tomadas e disponibilidade de energia de até 220 minutos)
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Love Tractor | Review

Love Tractor
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Uma questão que sempre traz diferentes ponderações acerca de um BL adaptado, é a maneira com que este trabalho é feito. Afinal, são inúmeros exemplos de obras que renderam boas adaptações, e outras nem tanto. Porém, a principal observação, entre todos, está na maneira com que certos elementos são retratados. Em Love Tractor, trazer algumas características da obra original para as telas não foi uma tarefa fácil.

Pelo tempo limitado, que funciona quase como regra no BL coreano, a série precisa fazer um esforço enorme para conseguir modular o texto. Portanto, no processo muita coisa acaba sendo jogada fora.

Um pente-fino

Mesmo que seja preciso separar as duas coisas, no caso a diferença entre a linguagem cinematográfica e a linguagem dos manhwas, é preciso fazer apontamentos sobre o pente-fino feito pela produção de Love Tractor.

Assim, muitos acontecimentos ficaram de fora da comic e, para piorar, uma subtrama resumida que falhou em transmitir um maior envolvimento. Além disso, a passagem que trouxe o namorado de Sunyeol (Kim Kwan Soo) para a trama teve pouco efeito — junto do fato de que Yechan (Yoon Do Jin) se afetou muito pela situação.

Portanto, há uma certa superficialidade em lidar com os inúmeros acontecimentos que trariam substância ao desenvolvimento da história. É neste ponto que Love Tractor não consegue permear o nível de excelência que obras como Semantic Error foram capazes de atingir.

Bons momentos

Porém, o BL acerta ao replicar, quase perfeitamente, o casal principal e ao manter o foco em Yoon Do Jin no papel de Yechan. Então, vamos deliberadamente soar redundantes dizendo que, sem ele, Love Tractor não funcionaria.

Ele é, sem dúvidas, a alma do BL. Seria um pouco injusto não apontar a importância de Sunyeol, mas Yechan é tão único que seu carisma faz um sentido enorme diante de algumas cenas bobas e clichês. Assim, mesmo falando de inúmeros BLs com uma atmosfera ensolarada e vívida, nenhum deles se compara com o que Love Tractor tem, justamente por causa de seu protagonista.

Afinal, ele é o responsável pelos bons momentos que jogam a trama no ar e não desiste até que seus problemas se resolvam. Ele é o típico personagem que faz as rodas girarem. E não há nada de errado nisso, pois se o manhwa é conhecido por ter aquele cara grande e fofo, BL live action também é.

Conclusão

Love Tractor pode ter errado ao sintetizar demais a sua história rica em potencial. No entanto, seus melhores momentos agem como verdadeiros ganchos efervescentes responsáveis por exibir o melhor do BL coreano. É uma mensagem de que, mesmo que algo se desperdice, ainda é possível conciliar as diferentes linguagens e formatos presentes nesta indústria.

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