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Anime como ferramenta na educação: Cells At Work

cells at work anime como ferramenta na educacao capa

Cells At Work (ou Hataraku Saibou) pode ser considerado como uma das agradáveis surpresas de 2018!

Confira também nosso Primeiro Gole

Baseado no mangá de mesmo nome, escrito e ilustrado por Akane Shimizu, foi lançado como série de mangás na Monthly Shounen Sirius (do grupo Kodansha) em Março de 2015, licenciado pela Kodansha dos EUA e adaptado pela David Production na Temporada de Verão 2018, indo seu primeiro episódio ao ar no último 7 de julho.

Com 13 episódios produzidos até o momento, Cells at Work traz como universo de seu cenário o próprio corpo humano, representado como se fosse uma imensa cidade habitada por trilhões de habitantes (que chamam o corpo de “nosso mundo”), com inúmeros setores de controle representados como Departamentos da nossa sociedade…

Os melhores exemplos são os que mais chamam a atenção nessa primeira temporada – os “Correios”, que funcionam como entregadores, e a “Polícia”, protegendo a população… mas peraí: quem são os cidadãos do corpo humano?

Essa é a grande sacada do anime: os cidadãos, as pessoas dessa imensa cidade, são as células do nosso corpo! *mindblow*

HOW COOL IS THAT?

Sim, é isso mesmo! Cada célula é um cidadão com uma função bem específica, que trabalha num determinado setor do corpo – órgãos ou tecidos específicos – onde muitos, muitos outros também trabalham realizando suas funções… assim como as células do nosso corpo.

cells at work
Glóbulo Vermelho de Cells At Work, versão Chibi (Arte por Kyu Story)

Nesse sentido, o cenário é bem fiel às células reais: indivíduos que fazem funções semelhantes são realmente muito parecidos, usam uniformes iguais, e têm até mesmo características físicas semelhantes. E, ainda assim, esse é um lance que eu achei sensacional no cenário criado por Shimizu: apesar de tornar as células de mesma origem, função ou estágio de desenvolvimento “iguais”, ligadas a uma padronização necessária ao próprio funcionamento do corpo humano, o anime consegue criar uma personalidade única para cada célula, antropomorfizando (você quis dizer: dando forma humana?, by Google) completamente os personagens do cenário. Ao fazer isso, Shimizu torna-os passíveis de apelar para a nossa capacidade, tão humana, de nos identificar com os personagens de uma história, ao nos conectar com seus conflitos e anseios – como pede, afinal, qualquer boa história.

A personagem principal do anime é uma célula sanguínea novata, AE3803, que faz parte do sistema sanguíneo. AE3803 é um eritrócito (a.k.a. célula vermelha do sangue) que se perde o tempo todo pelas vias de acesso por onde circula (surpresa: os vasos sanguíneos), enquanto vai observando e interagindo com suas senpai (“veteranas”, numa tradução livre) e com outras células que circulam no sistema vascular, como as muito diversas células brancas do sangue. Mais que meramente interagir com essas células, AE3803 se engraça com uma delas, U-1146, um neutrófilo sério, incansável e corajoso, que aparentemente corresponde a seu interesse. Neutrófilos como U-1146 são células brancas, de defesa, das mais comuns e rápidas do nosso corpo, e que vasculham o sistema em busca de elementos estranhos – uma espécie de vigilante do corpo. Por isso, U-1146 tem um ar meio “sociopata” (#medo)… afinal sua função consiste de identificar e eliminar células estranhas invasoras, os germes – e por eliminar, entenda-se “destruir” (e, no caso do anime, isso significa matar sem economizar no sangue jorrando, como é típico dos animes – Dragão Shiryu que o diga!) ou, no caso de fagócitos reais como a maioria das células brancas do sangue, “devorar” – o que também é feito no anime por nosso herói U-1146. E sim, eu também achei meio bizarro ver criaturas antropomorfizadas matando e comendo monstros… yew. Anyway, acurado cientificamente.

Acurácia Científica

Falando em “acurácia científica” (você quis dizer: “é desse jeitinho aí mesmo?”, by Google), nada é perfeito, né… uma das falhas que encontrei – pequena, eu diria, mas uma falha – é o fato de que as células vermelhas do sangue, que são o serviço de “correio” do corpo, são transportadas pelo sistema de pressão dos vasos sanguíneos. Assim, o coração e as paredes dos vasos é que bombeiam o plasma (parte líquida do sangue) de forma a carregar os eritrócitos, leucócitos e tudo mais que o sangue transporta. No desenho, pelo menos até o 5º episódio, nenhuma menção é feita a essa fase líquida, e o transporte fica somente por conta da movimentação pessoal das células, de forma que elas vão aprendendo a ir sozinhas pra onde devem ir (com exceção, talvez, da nossa heroína AE3803, que está SEMPRE perdida por ser novata, verificando mapas e pedindo ajuda). Uma analogia mais exata talvez fosse algo como todos se transportarem por meio de um rio de plasma, quem sabe nadando… mas acho que a licença poética tolera bem essa imprecisão, e permite usar como referência aos líquidos do corpo outros elementos, como por exemplo enzimas e o suco gástrico (espere pra ver! rs).

Glóbulo Branco de Cells At Work
Glóbulo Branco de Cells At Work, versão Chibi (Arte por Kyu Story)

Apesar disso, tal liberdade ao ser tomada leva a coisas interessantes, como o fato de a desorientação constante da novata AE3803 nos permitir conhecer a existência e a função das válvulas (como eu disse, representadas por “portarias”), que não deixam o sangue seguir em determinadas direções ou adentrar locais indevidos – lembrando que na “vida real” todas as células vermelhas sanguíneas estão “perdidas”, encontrando seu caminho conforme o corpo as empurra de um lado pra outro, e entregando elementos específicos (oxigênio, nutrientes, remédios) conforme chegam a locais onde são necessários, e não seguindo um roteiro pré-estabelecido.

Falar dessa característica da acurácia me faz querer chamar a atenção pra outro aspecto muito legal, e que eu achei um dos pontos mais positivos do anime: a possibilidade de seu uso como ferramenta didática (nome floreado para “usar pra ensinar”). Além de representações interessantes, lúdicas e divertidas (o desenho é bem divertido, trazendo o humor meio “pastelão” típico das animações orientais), a cada aparição de uma célula, germe, enzima ou similar ao longo dos episódios, a cena é pausada e uma descrição textual entra junto com a narradora, informando o nome, a função e as relações daquele organismo com relação ao sistema em questão e às outras células. E não é só na primeira aparição… quando aspectos relevantes são destacados, a descrição muitas vezes volta, ajudando na memorização e na manutenção do conhecimento da audiência – além de tornar o anime acessível a deficientes auditivos. Achei sen-sa-cio-nal! Nota DEZ pra produtora!

Esperamos mais trabalhos deste tipo!

Ainda nesse sentido, vejo uma esperança de que os animes façam mais disso. Sendo essa modalidade de arte um verdadeiro fenômeno mundial, particularmente desde o fim dos anos 80, animes tem um incrível poder de penetração entre jovens, por permitir misturar linguagens e por ter um estilo próprio atraente, que mistura a comunicação verbal e não-verbal com riqueza, e que é bastante condizente com a vivência de crianças e adolescentes. Por isso, seria realmente mágico ver animes sendo usados para diversão e informação de estudantes, ajudando com sua ludicidade (a capacidade de ser lúdico, de ser tratado como jogo ou brincadeira – se ainda tá confuso, olha AQUI!) a estimular indiretamente o aprendizado através do uso de uma ferramenta que “simula” uma necessidade (exemplo: eu crio a necessidade de saber como funciona tal célula para satisfazer minha curiosidade sobre um evento do anime, e assim aprendo “por tabela”). Há muitos exemplos conhecidos: ontem, aprendemos um pouco de História com o Rurouni Kenshin (Samurai X), por exemplo, entendendo um pouco mais sobre o fim do xogunato Tokugawa no Japão e o início da Era Meiji, e mitologia com os inúmeros animes sobre mitologias de religiões diversas (Saint Seiya, Shurato e por aí vai)… hoje, aprendemos Biologia com Cells At Work… Quem sabe amanhã não veremos outros ensinando as famigeradas Física e Matemática? *_*

cells at work plaqueta
Plaquetinha de Cells At Work, versão Chibi (Arte por Kyu Story)

Criatividade e Representatividade

Voltando ao anime, preciso mencionar a criatividade ao representar os patógenos (nome feio dos causadores de doenças): bactérias, fungos e outros parasitas são representados como… monstros! Sim, monstros! Veja você que analogia interessante… se uma célula do corpo é uma pessoa (gerando imediata identidade com a audiência), então o germe é um monstro, algo inumano, dissociando assim sua identidade da nossa, e justificando a resposta agressiva e imediata do corpo contra eles. Destaque especial para os vírus, agentes contaminantes que têm características dos seres vivos, mas que só sobrevivem se puderem parasitar seres vivos de fato – ou seja, as células! Os vírus são representados como agentes “possessores”, uma espécie de entidade que controla uma célula e a força a fazer o que ele, o possessor, quer, incluindo espalhar a possessão (basicamente como uma doença zumbi ou possessão demoníaca – ou seja, outro monstro!). Este comportamento está completamente de acordo com o que sabemos sobre vírus, pois como característica eles também têm o fato de utilizar a maquinaria celular (sim, o termo é esse: maquinaria – sistemas físico-químicos que regem a fisiologia celular) para se reproduzirem e se espalharem, em geral comprometendo e até condenando as células que possuem à morte. As reações alérgicas também não são esquecidas, e são mostradas pelo que são: provocadas por organismos inofensivos, mas incômodos por sua presença, e que geram reações muito confusas e às vezes exageradas e caóticas no organismo – veja o episódio 5! – o que de fato acontece conosco. Novamente, ponto pra produção!

As caracterizações de modo geral para as células, como dito, são sensacionais – engenheiros para os linfócitos B, que produzem anticorpos como munição das armas que usam para combater infecções; células de memória nerds que guardam os relatos e “lendas” sobre infecções antigas; as belas e poderosas células de macrófagos, grandes agentes de destruição e renovação celular e possuidoras de muita habilidade em destruir germes; soldados de elite como células T “assassinas” (killer cells), e todo tipo de alegoria ao representar as funções celulares… um deleite para os conhecedores e uma surpresa para os estudantes! É impossível também deixar de fazer menção especial às encantadoras plaquetas (estruturas do sangue responsáveis pelo reparo de danos estruturais no sistema vascular, evitando a perda de células sanguíneas pelo corpo por sangramentos), representadas por “células criança”, que trabalham coordenadamente, e de fato são um charme à parte do anime.

Penso ainda que alguns dos traços característicos da cultura oriental, como a valorização do esforço pessoal e da superação frente às dificuldades, também tem fator determinante no formato como uma ferramenta de aprendizado. Tais valores são arraigados na cultura e se refletem nos mangás e animes e, em minha opinião muito particular, são valores que podem e devem ser fomentados junto aos jovens, pois contribuem com seus processos de amadurecimento pessoal. Esses exemplos são apresentados de maneira clara e envolvente junto aos personagens, como um eosinófilo que sofre bullying mas se revela na verdade uma célula especializada contra parasitas ao confrontar sua insegurança, ou uma naive T cell (célula T “ingênua”, em tradução livre), que é uma célula T ainda a ser “amadurecida” (ou seja, exposta a um novo antígeno), que é incentivada por uma célula dendrítica de modo a se tornar uma célula T efetiva – ganhando força e coragem para suas tarefas.

Cells At Work (Arte por Kyu Story)
Cells At Work (Arte por Kyu Story)

Divertido, Instrutivo e bem elaborado!

Finalmente, a apresentação dos elementos do cenário não seria completa sem falar das construções e substâncias que não têm vida independente como as células. Estas estruturas são representadas por construções e materiais inanimados, mais uma vez numa excelente alegoria dos produtores. Outro must see é a ideia sensacional dos medicamentos serem robôs de guerra – afinal, fazem funções específicas pré-programadas, e vêm de “ninguém sabe onde” para resolver um problema – às vezes causando muito dano colateral ao fazê-lo, como de fato os remédios fazem em nosso organismo.

Enfim, Cells At Work é divertido, instrutivo, bem elaborado e curto… ou seja, vale a pena! A duração de aproximadamente 20 minutos por episódio é mais um atrativo, permitindo que até aquele curioso sem tempo se divirta aprendendo sobre como funciona seu próprio corpo.

Vale o gole! 😉

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Texto por JD Vollet

Arte por Kyu (Facebook, Instagram)

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Por que as Ruas de Tóquio não têm Nome?

ruas de toquio

Se você já pesquisou um endereço em Tóquio no Japão ou já foi à cidade, sabe que as ruas lá não tem nome, exceto por algumas ruas importantes, como Takeshita-dori e Meiji-dori. Mas por que isso acontece?

Utilizando o nome das áreas

Os japoneses não dão nomes às suas ruas, mas usam o nome das áreas e o número correspondente aos bairros ou distritos dentro deles, que são nomeados como “chome”. Por exemplo, Aoyama It-chome, ou seja, Aoyama (distrito) 1.

Então quando você olha em um mapa, primeiro você precisa encontrar a área para poder depois pesquisar dentro dela. Teoricamente, assim é mais fácil saber em que ponta de uma rua longa fica o número 98, por exemplo.

Exemplo com Animate Akihabara

Vamos pegar o endereço da Animate Akihabara como exemplo, 4 -3-2 Sotokanda.

  • Primeiro, identifique a área, que é o primeiro número e o nome, que no caso é 4 Sotokanda.
  • Agora identifique o quarteirão, que é o segundo número, o 3.
  • Por último você terá o número do edifício, o 2.
    • Também pode haver o nome ou número do prédio, já que Tóquio é uma região com grande densidade populacional.

E o número do Quarteirão?

Mas e o número do quarteirão, como vou saber no mapa? Na realidade, você não vai saber, já que o número dado segue a ordem em que ele foi construído ou em que o terreno foi registrado. Então o quarteirão 56 pode ficar ao lado do 24.

Concluindo, use o Google Maps para não se perder e boa sorte!

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Assassin’s Creed: Odyssey | Primeiro Gole

assassin's creed odyssey
Assassin's Creed: Odyssey (Imagem Divulgação)

Chegou o momento de embarcarmos numa odisseia na Grécia Antiga! Assasin’s Creed: Odyssey já está disponível, jogamos e preparamos um Primeiro Gole à vocês!

COMPRE AGORA NA NUUVEM

Depois do elogiado Origins, a Ubisoft tenta emplacar a mesma estrutura de jogo, mudando a temática e adicionando ainda mais elementos de RPG (que vamos falar mais abaixo). Assim como em toda a franquia, com Assassin’s Creed: Odyssey não é diferente, a imersão é um ponto alto aqui. Bora desbravar o Arquipélago Grego!

Construa sua história

Confesso que não fui de jogar muitos outros títulos de AC, mas o que mais me chamou a atenção em Odyssey é com relação as opções de respostas à diálogos, algo similar e que me remete a títulos de RPG clássico, como um Dragon Age ou The Witcher.

Esta possibilidade lhe dá a opção de construir a “vida” de seu personagem – lembrando que em Odyssey, é possível escolher entre Alexios e Kassandra – com um sistema de diálogos Maquiavélico; escolha opções neutras, ariscas ou de extrema bondade. Isto influenciará no final de seu personagem.

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Assassin’s Creed: Odyssey (Imagem Divulgação)

Inventário e Customização

O inventário do jogo é robusto, e demorei a me acostumar com suas inúmeras opções que não são tão intuitivas. Para quem está acostumado com um Zelda: BOTW, acha falta de ter uma troca de arma em tempo real, já que em Odyssey só é possível o mesmo acessando os menus.

Nada que atrapalhe a experiência RPGística, a quantidade de sidequests e localidades para a exploração. Para os amantes de desbravar cenários, Odyssey é um prato cheio neste quesito, por sinal, você dar o tracking até uma certa região, onde o personagem vai cavalgando automaticamente e você controla a Águia Ikaros, explorando pelo céu e marcando ponto de interesse, é algo sensacional!

assassin's creed odyssey
Assassin’s Creed: Odyssey (Imagem Divulgação)

Arquipélago Dominado

Algo que me chamou a atenção é o sistema de Capitão e Influências. Cada uma das ilhas do jogo é tomada por Espartanos ou Atenienses, e com isso, é possível participar de um “modo” do jogo chamado Batalhas de Conquista, onde derrotamos o líder/capitão do local – algo próximo do que a gente vê em Sombras de Mordor e Sombras da Guerra.

A junção de elementos clássicos de Assassin’s Creed bem como a renovação de sistemas e estruturas de um RPG ou Action/RPG, dá um novo respiro à série, assim como ocorreu com seu “irmão” Origins.

Com certeza, renderá algumas centenas de jogatinas em um dos cenários mais bonitos que já vi nos games. Por Esparta, Atenas, pelos Deuses ou por você, a história será moldada no sangue e na batalha, onde Assassin’s Creed: Odyssey deixa sua marca como uma ótima opção de RPG de mundo aberto deste ano.

A chave de jogo foi disponibilizada pela NUUVEM.

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Zombie Land Saga | Primeiro Gole

zombie land saga
Zombie Land Saga (Imagem Divulgação)

Zombie Land Saga é um anime original do gênero zumbi. Está sendo produzido pelo estúdio Cygames, especializado em desenvolvimento de videogames, e dirigido por Munehisa Sakai, mesmo diretor de Sailor Moon Crystal, no Studio MAPPA junto com a Avex Pictures.

É um dos animes da Temporada de Outubro 2018, lançado quinta-feira (04) e propõe uma diferente abordagem do tema zumbi.

Quando eu estava vendo a lista de futuros lançamentos, a capa acabou me atraindo e resolvi acompanhar, já que nunca assisti algo do gênero. Acabei me surpreendendo com o novo primeiro episódio, pois surgem várias situações inesperadas e engraçadas.

zombie land saga

Uma proposta diferente…

Em uma manhã normal, Minamoto Sakura acorda para sua rotina e, ao sair de casa, sofre um acidente. Após isso, acorda em uma mansão sinistra, à noite e no meio de uma tempestade. Ao tentar sair dali ela se depara com uma morta-viva e começa a correr, encontrando mais zumbis.

Sakura consegue sair e após uma série de acontecimentos percebe que também é uma zumbi. Depois de um momento, ela encontra o homem que a reviveu, volta à mansão e inicia uma vide de idol com suas colegas zumbis.

zombie land saga
Zombie Land Saga (Imagem Divulgação)

Assustador e Foto!?

Achei o primeiro episodio muito interessante e estou ansiosa para os próximos. É um anime que aborda um tema assustador e outro fofo ao mesmo tempo, equilibrando os dois de uma maneira fantástica e nova.

Recomendo Zombieland para os fãs de personagens femininas fofas, pois mesmo sendo mortas-vivas elas são adoráveis. Tem uma vibe de comédia como Gokudolls no quesito de treinamento para ser idol, e é bem diferente de K-On! e outros do gênero. Tenho grandes expectativas em relação a esse anime e gostaria que tivesse mais temporadas.

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Japão vai Criar Leis de Trânsito Aéreo para a Primeira Geração de Carros Voadores

carros voadores

O governo japonês criará um conselho de desenvolvedores e ministros para estabelecer regras sobre o tráfego de carros voadores.

O conselho será formado antes do final do ano e vai determinar regras e normas para uma nova geração de veículo. O foco da conferência é fazer uma exibição da tecnologia nas Olimpíadas de Tóquio 2020 e ter carros voadores funcionando já em 2023. O conselho vai incluir representantes dos ministérios da economia, transporte, infraestrutura e turismo.

O chefe de gabinete Yoshihide Suga disse que o governo visa que os carros voadores sejam usados inicialmente em áreas montanhosas no Japão e permitindo que as pessoas viagem para ilhas remotas a partir da costa. Além disso, espera-se que os carros ajudem a reduzir o congestionamento nas ruas e tenham um papel importante no resgate e auxílio durante desastres naturais.

Algumas start-ups já começaram a fornecer tecnologias para os carros, como protótipos elétricos que lembram drones que são capazes de decolar e pousar na vertical. Sendo assim, falta apenas a apresentação de planos para as normas de segurança e regras de operação para que assim a população aceite e apoie a ideia de forma tranquila.

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BGS 2018: Apresentando Cory Barlog

cory barlog

Uma semana para a Brasil Game Show 2018 (BGS 2018) e estamos nos preparando para uma grande evento. A BGS 2018 trará um mito no mundo dos games: Cory Barlog, diretor de God of War.

Pela primeira vez na BGS 2018, Cory Barlog receberá o prêmio Lifetime Achievement Award e suas mãos no Wall of Fame. Antes de ingressar a Sony, participou de Backyard Wrestiling: Don’t try This at Home e X-Men: Next Dimension.

Quando em 2005, contratado pela Sony, fez parte do Santa Monica Studio e como animador, liderou o desenvolvimento de God Of War. Diante de seu sucesso teve participações diretas na franquia mitológica.

Então nessa BGS 2018, você terá a oportunidade de conhecer Cory Barlog. Ele estará pela feira entre os dias 10 a 14 de Outubro e você poderá ver ele no Meet & Greet. Não perca a oportunidade GAROTO!

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Livro de Your Name entra em pré-venda na Amazon

Your Name

O livro de Your Name será lançado pela Editora Verus neste mês, e a pré-venda já começou na loja online da Amazon, com lançamento previsto para 30 de outubro.

O livro de Makoto Shinkai conta com 192 páginas e foi traduzido por Karen Kazumi (que também traduziu o mangá da JBC) e foi escrito em 2016, na mesma época da animação de sucesso.

your name livro capa
Your Name (Capa Divulgação)
Sinopse: Mitsuha é uma estudante que vive em uma pequena cidade nas montanhas. Apesar de sua vida tranquila, ela sempre se sentiu atraída pelo cotidiano das grandes cidades. Um dia, Mitsuha tem um sonho estranho em que se torna um garoto. No sonho, ela acorda em um quarto que não é dela, tem amigos que nunca viu e passeia por Tóquio. E assim aproveita ao máximo seu dia na cidade grande, onde ela adoraria viver. Curiosamente, um estudante chamado Taki, que mora em Tóquio, também tem um sonho estranho: ele é uma garota que mora em uma cidadezinha nas montanhas. Qual é o segredo por trás desses sonhos tão vívidos?  Assim começa a fascinante história de dois jovens cujos caminhos nunca deveriam ter se cruzado. Compartilhando corpos, relacionamentos e vidas, eles se tornam inextricavelmente ligados ? mas há conexões verdadeiramente indestrutíveis na grande tapeçaria do destino? A um só tempo divertido e emocionante, Your name. é uma leitura inspiradora, capaz de dançar sobre o tênue fio entre a realidade, o sonho e o sobrenatural, conforme acompanha as inquietações de uma garota e um garoto determinados a se agarrar um ao outro.

ADQUIRA AGORA NA AMAZON

Saiba mais sobre Your Name.

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Run with the Wind | Primeiro Gole

run with the wind
Run with the Wind (Imagem Divulgação)

Kaze ga Tsuyoku Fuiteiru ou Run with the Wind é um anime de drama, sobre corrida, e é mais um anime produzido pela Production I.G, mesma de grandes sucessos como Haikyuu, Kuroko no Basket e Diamond Ace.

Saiu no dia 3 de outubro, na Temporada de Outono 2018, e a Crunchyroll está transmitindo às terças-feiras. O diretor da animação é o Nomura Kazuya, que já trabalhou em muitos outros projetos, como o longa de Hajime no Ippo “Champion Road”.

O anime é baseado em uma light novel com mesmo nome, de um único volume e saiu em 2006, da Miura Shion. Depois disso, saiu um mangá seinen de mesmo nome, que já foi finalizado com 6 volumes. Foi lançado em 2007 e terminou em 2009, pela Young Jump. Unno Sorata foi responsável pela arte e a Miura Shion pela história.

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Run with the Wind (Imagem Divulgação)

Universitário roubando comida?

A história começa com Kurahara Kakeru, um estudante universitário que foi pego roubando comida. Enquanto ele corre para fugir do proprietário do estabelecimento, ele é abordado por Kiyose Haiji, outro estudante universitário, que o questiona se ele gosta de correr. Haiji o leva para seu dormitório, o Chikuseisou, onde tem mais 8 estudantes morando lá. Ele apresenta o Kakeru para todos, dizendo que ele é o décimo homem.

Aparentemente ele sempre ficava contando quantas pessoas faltavam para fechar em 10, mas ninguém sabia o porquê. No final do episódio Haiji revela para todos os outros 9 membros, que aquele dormitório era, na verdade, de atletismo, e quem se inscrevia nele, automaticamente se inscrevia no clube de atletismo da universidade em que estudam.

Além disso, revela o motivo por ter recrutado 10 pessoas: ele quer correr na Maratona Hakone Ekiden, que é muito importante no Japão. E a partir desse ponto que a história vai seguir.

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Run with the Wind (Imagem Divulgação)

Bem dirigido e construído

O anime já impressiona desde o primeiro episódio. Todo o anime me pareceu bem dirigido e construído, mas a primeira cena deve ser levada como destaque. Ela já te gruda na tela com a combinação das ações com a trilha sonora, deixando aquela sensação de suspense. E essa cena retorna no episódio em outro momento e de outra forma, e continua excepcional.

A animação está muito bonita e bem-feita, e no primeiro episódio inteiro ela continuou fluida e não decaiu. Os personagens têm um design bem chamativo e cada um tem uma personalidade bem característica. Mas, aparentemente, a maioria não tem experiência com corrida, então será um desafio grande para cada um.

Aposta da temporada!

A abertura foi cantada pela banda UNISON SQUARE GARDEN, e se chama “Catch up, latency” e a música de encerramento é a “Reset” pelo Taichi Mukai. Duas músicas ótimas.

O anime é indicado principalmente para quem gosta de anime de esportes, ou porque quer ver um anime com animação de qualidade, ou os dois. É uma das minhas grandes apostas da temporada.

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