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Juacas (Segunda Temporada) | Primeiro Gole

Após o grande sucesso de sua primeira temporada, Juacas estréia sua segunda temporada no próximo dia 22 de abril no canal Disney Channel, porém fomos assistir os três primeiros episódios dessa fantástica série que permanece na pegada leve infantil, mas têm suas surpresas que fazem ela ser muito melhor do que aparenta.

Na primeira temporada, temos o desenvolvimento do que será essa série, mas antes fosse algo mais travado em trama ou construção de personagem, isso já é prova de que sua linha de história é bem acelerada para um único objetivo, mas que passam por obstáculos que aparentam ser simples, mas se tornam problemáticos para sua sequência, isso só fortalece o que é a série Juacas, pois como já dito, à primeira impressão aparenta ser algo bem infantil, mas ainda consegue prender a atenção do público em geral.

A segunda temporada já começa um pouco mais conturbada em relação aos personagens, fracassos e brigas que precisam ser superados para que o time Juacas continue existindo, enquanto isso as Sirenes seguem firme e forte para ser as favoritas da próxima competição, mas que também passam por complicações que causam consequências em suas habilidades de surf, chamada falta de treino, que mostra justificável e de certa forma pincela uma veracidade ao mundo moderno, o quanto o marketing pode atrapalhar no condicionamento físico e na mentalidade de um atleta famoso.

Ainda nesses três episódios, temos um time que muitos se interessam pelo seu grande poder de marketing e investimento, além da habilidade de seus surfistas, os Red Sharks mais uma vez roubam a cena dos Juacas, mas de forma diferente, os vilões da série estão diferentes, mais soltos, sendo que eles tinham uma agenda regrada de treino, o vilão da série parece estar deixando de lado esse manto, pois no único confronto que acontece com os Juacas nesses episódios, não acontece nada, uma alfinetada, questões sobre o time, e o líder do Red Sharks deseja boa sorte sem tirar sarro ou algo assim, a série vai virar de cabeça para baixo e o hype para saber o que vai acontecer só cresce.

Se a primeira temporada aparentava muito mais infantil e divertida, a segunda trará o mesmo nível de diversão, mas um pouco amadurecida, ainda na pegada leve, porém não teve medo de evoluir todos os personagens, inclusive os vilões, os Red Sharks.

Juacas parece que não só manterá um alto nível de audiência, como provavelmente aumentará, e manterá a Disney Channel como um dos canais com melhor conteúdo infantil, que irá agradar o público de todas as idades.

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That Time I Got Reincarnated as a Slime | Review

That Time I Got Reincarnated as a Slime review thumb

Rimuru Tempest nos acompanhou por seis meses desde outubro e entrou de férias para voltar com uma segunda temporada já anunciada para 2020. That Time I Got Reincarnated as a Slime ou Tensura, como é abreviado em japonês, conquistou com o carisma de protagonista, amigos e inimigos igualmente.

Mas é possível que carisma por si só consiga carregar um anime inteiro nas costas? Não temos dúvida, Tensura foi um anime muito bom de se assistir, mesmo com seus cacoetes de roteiro que sempre se repetiam e mesmo com sua completa falta de conflito.

Mas essas ressalvas ainda estão engavetadas com muito cuidado, já que temos o benefício de uma continuação confirmada. Pode ser que em 2020 essas falhas possam ser consertadas, ou pode ser que não. De qualquer modo, vejam mais do que achamos desta primeira temporada de um dos animes mais populares lançados na Crunchyroll.

NO LUGAR CERTO E NA HORA CERTA

Por mais que a cena dos últimos suspiros de (velha) vida do nosso protagonista tenha sido uma cena bem feita, ela só serviu pra dar razão ao título: “Aquela vez em que eu ressuscitei como um slime”. Nem mesmo para dar alguma relevância ao seu encontro com Chizu, nada. Foi bonito, mas descartável. O que importa ao anime é o que vem depois, nosso slime brotando de dentro de uma caverna, sem saber ao certo o que é esse novo corpo sem sentidos humanos que ele agora habita.

O que dá pra ser dito a favor desse começo de trama é que você está tão no escuro quanto Rimuru, então a pessoa que assiste o anime descobre mais sobre o novo mundo junto com o slime. E é por acidente que você descobre junto com Rimuru a sorte única que ele tirou ao ressuscitar naquela caverna, de todos os outros lugares possíveis no mundo. No lar aonde adormecia um dragão autêntico (e um autêntico tsundere), o protagonista reencarnou em berço de ouro, com fontes absurdamente numerosas de recursos mágicos e onde um dos seres mais poderosos estava selado.

Outro golpe de sorte para Rimuru nasce de um acidente: um hábito banal no nosso mundo, como dar nome a alguém, nesse novo mundo significa dar a esse alguém uma individualidade e com isso, espaço para poder se distinguir dos seus demais anônimos. De certo modo, ao darmos um nome para alguém já fazemos isso de forma inconsciente, mas em Tensura essa possibilidade de crescimento ganha forma real, com poderes sendo ampliados e aparências sendo modificadas. Quando Rimuru forma seu novo nome com Veldora, tornando-se seu igual, ele também é um igual ao se tornar, por acidente, num dos seres mais poderosos que existem, os Tempest.

That Time I Got Reincarnated as a Slime
That Time I Got Reincarnated as a Slime (Imagem Divulgação)

O SLIME DE RIO BRANCO

Desinteressado em conflito, Rimuru ganha mais e mais poderes com sua habilidade de Absorção, mas guarda seu poder destrutivo para si. Um grande benfeitor, prefere ajudar os necessitados. Assim, enquanto na mesma temporada todos nos apavorávamos ao sermos lembrados, para nossa surpresa e ultraje, com Goblin Slayer que monstros são… monstruosos, Tensura nos reconfortava na fantasia cosmopolita onde a única diferença de um goblin pra qualquer outro ser é apenas ter nascido verde. Os goblins da floresta de Jura, o elo mais fraco dentre todos os outros monstros guerreando entre si por terra, são os primeiros aliados de Rimuru. Estabelecida essa primeira aliança, começamos a ver a partir daí um padrão que se repete pelo anime inteiro e que cansa rápido.

O padrão é esse: ainda que se apresente como um inimigo, eventualmente todo mundo vai se tornar um amigo leal e inseparável de Rimuru, quase como uma versão slime do Barão de Rio Branco, buscando sempre a conciliação com tudo e todos. A coisa se apresenta já de maneira bem estranha quando o novo líder dos lobos, Ranga, passa a jurar lealdade incondicional a ele na mesma noite em que o próprio mata o pai em batalha. Talvez a desculpa de que fora por ter a vida poupada cole para alguns, mas para outros pode soar apenas isso: uma desculpa.

A coisa toda até que cola até o momento em que Rimuru consegue a liderança de toda a Floresta de Jura. E pra ser sincero, funcionou muito bem contra os orcs. Ali foi muito bem mostrada uma “solução” drástica para um povo vivendo à beira do colapso causado pela fome. Todos os outros povos, como os oni e os anões contribuíram para o grande jogo de Civilization que Rimuru joga com a chance. Mas o desgaste fica completamente evidente quando até com os Lordes Demônios são feitas aliança sem qualquer porquê aparente. A abertura tapeia o espectador à espera de que aquela Milim seja alguma antagonista à altura de Rimuru, mas nada disso. Ao invés disso, ganhamos mais uma amiga, a melhor amiga da temporada. Não sem uma dose mínima de sabedoria aí nessa decisão, pois até Rimuru reparou que as perdas ao enfrenta-la seriam maiores que os ganhos. Foi melhor dar doce para criança. Literalmente.

HABEMUS ANTAGONISMO?

Essas queixas podem parecer sede de sangue deste autor. Afinal, pra que reclamar de algo tão ideal? Por que procurar briga com todo mundo, quando podemos ser todos amigos? A ideia realmente não é má. O mesmo não pode ser dito de sua execução. O que tornam as coisas ainda mais frustrantes é que mesmo com tantos aliados, ao fim e ao cabo nenhum deles contribuem para suprir alguma falta ao Rimuru em combate. Rimuru entra como um Deux Ex Machina que chega para resolver todo o problema sem sofrer um arranhão sequer.

Como numa receita de bolo pronto, mesmo em situação de conflito, não existe conflito em Tensura. Alguma ameaça aparece, aparentemente pior que a anterior, mas o resultado final já é do conhecimento de todos. E no final serão todos amigos para sempre. Será que isso vai mudar em 2020, agora que vimos no último extra o que parece ser realmente o verdadeiro antagonista do anime depois de 24 episódios? Como esse review é sobre uma obra em aberto, ela com certeza não pode ser conclusiva. Pode ser que na próxima temporada haja algum desafio real para os personagens. Pode ser que alguns personagens possam ganhar um mínimo de desenvolvimento para além do “seremos amigos para sempre, porque sim”. Mas também pode ser que os receios de que haja um mais do mesmo se provem reais. Esperemos que não.

That Time I Got Reincarnated as a Slime
That Time I Got Reincarnated as a Slime (Imagem Divulgação)

CONCLUSÕES

Apesar do tom de insatisfação, Tensura é um bom anime. Como dito no início, é um anime que esbanja carisma, mas carisma por si só não carrega um anime nas costas, infelizmente. É claro que ter um protagonista todo-poderoso não me impediu de gostar de Hellsing há uma década atrás, por exemplo, ou de One Punch Man, mais recentemente. Mas parece que o anime tenta abraçar o mundo inteiro de uma vez. Tantas raças e tantos personagens de uma vez acabou diluindo a relevância de todos e alguns parecem estar ali por estar, Gabiru que o diga. Alguns momentos foram marcantes, sem dúvida, como quando a Chizu revê sua terra natal anos a frente no futuro, um Japão reerguido depois da devastação da guerra. Isso foi muito lindo de se ver. Mas foram isso, momentos.

Resta a esperança. Se Tensura se pretende uma obra bem mais alongada, com mais uma terceira temporada, onde pontas soltas nesta temporada sejam aproveitadas no futuro (e elas existem!), com certeza poderemos esperar uma ótima saga no futuro. Mas tudo em moderação, até a esperança. Dito isso, este bom anime merece uma boa nota: 3 Suquinhos.

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ONE: Além de One Punch Man e Mob Psycho 100 | Suco Apresenta

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Já conhecido pelos seus grandes sucesso em mangá e anime, One Punch Man e Mob Psycho 100, ONE é aclamado pelas suas histórias divertidas e absurdas, que ainda tem espaço para questionar aspectos morais da humanidade.

Ao lado de Yusuke Murata, o autor chegou a ganhar em 2016 o prêmio Best Manga Sugoi Japan Award 2016, que tem como objetivo promover obras que tem temas universais, originais e com potencial para serem grandes sucessos mundiais.

ONE cria webcomics com traços e painéis bem simples em seu próprio site e encontrou em Yusuke Murata uma forma de fazer suas adaptações em mangá. O autor escreveu apenas oito séries até hoje, sendo duas delas One Punch Man e Mob Psycho (incluindo o spin-off Reigen), e duas não publicadas, Sun Man e Tennis Player Ryu.

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ONE recebendo o Best Manga Sugoi Japan Award 2016 (Imagem Divulgação)

O Estilo de ONE

Suas obras apresentam histórias simples do cotidiano cheias de eventos absurdos e fantásticos, com pitadas de humor e questionamentos sobre a vida. ONE escreve suas histórias com base em suas próprias experiências, simples constatações que ele mesmo faz sobre a sua vida, não sendo verdades absolutas para todos, apenas lembretes de pequenas coisas que às vezes as pessoas esquecem ou acham naturais devido à correria e tecnologia dos dias atuais.

Muitas de suas histórias tratam de temas como ajudar e apoiar o próximo com habilidades que o outro não possui, como uma forma de crescer e evoluir junto com a outra pessoa. Outros temas recorrentes são o autoconhecimento como ferramenta para se tornar uma pessoa melhor e inspirar os outros, encontrar seus pontos fortes, ser responsável pelas suas ações e fugas e ver o lado positivo em momentos difíceis que parecem não ter esperança.

Seu estilo de narrativa entrega ao leitor um senso de conforto e calma, como se dissesse que tudo vai se resolver e ficar bem. Mesmo quando trabalha com temas mais sombrios e cruéis, ele não apresenta uma linha pessimista. ONE sempre mostra que mesmo quando a situação é a pior possível, há sempre uma forma de superar os problemas, sempre há uma esperança. Tomar essa decisão de seguir em frente por vezes trás resultados surpreendentes, que podem trazer uma alegria que o personagem não espera.

Em suas obras, ele cria costuma trabalhar as tensões lentamente, que podem superar até mesmo a inteligência ou habilidade do protagonista. Porém, ONE resolve os conflitos de forma inesperada e ainda satisfatória, às vezes usando clichês comuns diretamente ou enganando o leitor para que ele tire conclusões erradas. Para isso, ele utiliza elementos cômicos e estranhos para solucionar os problemas. É essa abordagem simplista e muito humana que compõe seus trabalhos.

Além disso, ONE não tem o costume de ser direto com o que acontece na narrativa, ele prefere trabalhar com pontos mais implícitos. Com isso, suas obras podem ser lidas tanto por leitores casuais, que querem uma história boa e divertida, quanto por leitores que buscam um algo a mais nas histórias e buscam pequenos detalhes para compreender mais o que acontece com os personagens e os motivos de determinados eventos.

Além de One Punch Man e Mob Psycho 100

Após esse panorama sobre o estilo do autor, podemos conhecer suas outras obras desconhecidas, mas que valem a sua leitura.

??????? – Makai no Ossan

Essa é a única série de ONE que ainda não foi adaptada para mangá. É um slice of life com pitadas de humor que conta a história de uma família de monstros que vive em um mundo de monstros no subterrâneo. Seu mundo é exatamente como o dos humanos, com cidades, governos, crimes, pobreza, etc. Os capítulos são apresentados com histórias de uma página e cada uma mostra como todos os monstros vivem suas vidas de forma medíocre e preguiçosa, deixando-se levar por quaisquer eventos que aconteçam, sem tomar as rédeas de suas próprias vidas. Porém, conforme a história avança e certos eventos acontecem, o rumo muda e vemos uma evolução narrativa e dos personagens. Mas será que isso é o suficiente para que os monstros saiam de suas vidas pacatas?

?????? – Dotou no Yuushatachi

Uma one-shot curta de comédia que inverte os valores e questiona a moralidade humana de forma superficial. A história conta como o rei demônio Osekkai sequestra a princesa do reino de Dokka, em busca de um grande herói que vá salvar a donzela. Existe algum herói com uma alma verdadeiramente pura e nobre de um campeão?

???????? – Gokiburi Buster

Mais uma one-shot curtinha de comédia. O mangá mostra como a humanidade, que pensava estar no topo da cadeira alimentar, sucumbe à presença de simples baratas. Para derrotá-las, foi criado o esquadrão Gokiburi Busters, com os maiores especialistas assassinos de baratas. A história mostra uma metáfora de como o medo interfere e paralisa a vida das pessoas, como ele é passado através de traumas e como tudo é uma questão de ponto de vista ou simplesmente coragem.

?????????? – Dangan Tenshi Fanclub

Essa one-shot é mais conhecida e um pouco mais longa que as outras. A história tem como protagonista uma colegial que luta com armas e aparatos mecânicos contra os demônios e tem um fã-clube secreto composto pelos meninos que estudam na sua própria classe. Além de divertida, a história nos mostra como Himiko, a heroína, tem motivos e uma personalidade fora do padrão para uma “guerreira mágica” comum. Outro personagem importante é Daichi Oogami, que é um estudante com uma atitude direta e gosta de resolver as coisas prontamente, mas acaba se envolvendo nessa história entre o fã-clube secreto e Himiko.

Atualmente, a única webcomic que ainda está sendo publicada é a de One Punch Man, todas as outras obras já foram finalizadas.

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Revelada data de lançamento do novo mangá do autor de Naruto

Samurai 8

Nos dias 22 e 23 de dezembro de 2018, foi realizada a Jump Festa 2019 no Japão. Evento anual patrocinado pela editora Shueisha, onde normalmente são anunciados novos projetos. No último dia, foi anunciado a data de lançamento do mangá do criador de Naruto, Masashi Kishimoto.

Nomeado Samurai 8: Hachimaruden, o mangá será publicado na revista semanal principal da editora Shueisha, a Weekly Shonen Jump, a partir do dia 13 de maio de 2019. Já confirmado pelo editor chefe da revista, Hiroyuki Nakano diz que o mangá não será uma única história e sim em formato de seriado.

Masashi Kishimoto ficará responsável apenas pelo desenvolvimento da história. Akira Okubo, conhecido pelo seu trabalho no mangá Soul Eater será o ilustrador. Apesar de continuar supervisionando Boruto, Kishimoto não lançou nenhum outro projeto de sua própria autoria desde 2014, com o fim de Naruto.

Numa declaração para a Jump Festa, traduzida pelo usuário o Twitter OrganicDinosaur, Kishimoto diz que gosta da cultura japonesa e de ficção cientifica e está animando para misturar os dois. Ele afirma também que irá trabalhar duro, fazendo com que esse novo projeto possivelmente seja mais interessante até mesmo que Naruto.

No trailer mostrado na Jump Festa e pela fala de Kishimoto, o mangá terá uma temática cyberpunk com elementos do Japão Feudal. Confira abaixo:

O vídeo diz, em tradução livre do inglês: Anúncio! Para ser um samurai, você precisa estar preparado para morrer. Sete chaves. Espirito Samurai. Criador: Masashi Kishimoto. Arte de Akira Okubo. Eu não sou um samurai. A coisa muito especial, é chamada de chave. Você tem coragem? Samurai 8: A Lenda de Hachimaru. Weekly Shonen Jump. Primavera de 2019.

Texto por Sabrina

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Chrono Trigger é eleito o melhor jogo da Era Heisei

chrono trigger melhores games
Imagem Divulgação

A revista Famitsu anunciou em seu site o resultado de uma enquete perguntando qual foi o melhor jogo de toda a recém terminada Era Heisei. A votação encerrou com o seguinte resultado:

  1. Chrono Trigger – 230 votos
  2. The Legend of Zelda: Breath of the Wild – 209 votos
  3. Nier: Automata – 205 votos

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 8 de abril no site da Famicon, chegando a um total de 7158 votos. Cada pessoa escolheu um dentre todos os jogos lançados durante a Era Heisei, que durou de janeiro de 1989 até a abdicação do imperador Akihito em abril deste ano. Desde então sucedeu o seu filho mais velho Naruhito, dando início à Era Reiwa no Japão.

Estamos falando, portanto, de um período que vai da Quarta Geração de videogames (Era 16-bits), até a Nona Geração, que começou em 2017 com o lançamento do Nintendo Switch.

Chrono Trigger é um dos maiores sucessos da história dos videogames e não são poucos que o consideram o melhor RPG de todos os tempos. Ele foi lançado pela Square em 1995 para o Super Nintendo, com uma equipe lendária por trás de sua produção. Nele trabalharam nomes Yoshinori Kitase (Final Fantasy VI, VII, VIII e X), Hironobu Sakaguchi (criador da série Final Fantasy), Yuji Horii (criador de Dragon Quest) e o icônico compositor Nobuo Uematsu. A contribuição mais óbvia ao olhar está no traço singular de Akira Toriyama, designer dos personagens. A gameplay de Chrono Trigger envelheceu bem, rendendo ports para mobile e PC.

A próxima edição da revista Famitsu publicará a enquete com mais detalhes sobre outros 20 títulos que lideraram o ranking, bem como fará um balanço sobre a indústria de games dos últimos 30 anos.

Em média, muitos de nós começamos a jogar com um console de quarta geração. Outros mais velhos, começaram antes, ainda no Atari. E há quem tenha começado ainda mais recentemente. Entre novos e antigos, qual seria o seu escolhido nessa enquete?

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Sobre Marie Kondo e o Método KonMari

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O Programa Ordem na Casa com Marie Kondo estreou em janeiro desse ano e ganhou grande repercussão no mundo todo, fazendo várias pessoas gastarem seu tempo dobrando suas roupas meticulosamente e organizando seus armários.

Mas o que é o método KonMari? E qual é a sua relação com o xintoísmo?

Neste artigo você vai descobrir o motivo do método de Marie ser tão eficaz para uma limpeza não só física como também espiritual e mental da sua casa e seus moradores.

Quem é Marie Kondo?

Nascida em Tóquio, Marie Kondo é uma especialista em organização pessoal, empresária e escritora. Autora do best-seller “A mágica da arrumação: A arte japonesa de colocar ordem na sua casa e na sua vida”, ela já foi eleita pela revista Times como uma das cem pessoas mais influentes do mundo em 2015, ao lado do autor Haruki Muramaki (“Kafka à beira-mar”).

Graças à influência de sua avó, ela começou a se interessar seriamente por organização e limpeza aos 15 anos, fazendo a arrumação não só de sua própria casa, mas também a de seus amigos. Já com 19 anos, ela se tornou uma consultora de organização doméstica enquanto fazia sua faculdade de sociologia na Tokyo Woman’s Christian University. Após a sua graduação, ela fundou a sua própria consultoria de organização, publicando o livro “A mágica da arrumação: A arte japonesa de colocar ordem na sua casa e na sua vida” em 2011, que já foi publicado em mais de 30 países e vendeu milhões de cópias.

Quando iniciou sua carreira no ocidente, seu marido largou o emprego em Osaka para se tornar seu agente, e hoje em dia ele é o presidente executivo da Konmari Media. Após anos ensinando os outros a organizarem suas casas através de aparições na TV, palestras e vídeos, Kondo finalmente ganhou uma série na Netflix, que estreou no dia 1º de janeiro.

O Método KonMari

O método é composto de formas simples de reorganizar a casa para se livrar da bagunça. De acordo com Marie Kondo, seguir seu método resulta em uma casa mais limpa e organizada, bem como um estilo de vida mais feliz e positivo no geral. O objetivo não é apenas limpar, mas também se livrar de objetos da sua vista, organizando seus pertences para que você saiba onde um item está sempre que você precisa.

O método realmente te deixa mais feliz? Do ponto de vista psicológico, completar uma tarefa, como organizar sua casa, tem resultados diretos no seu senso de competência, fazendo você se reconhecer como uma pessoa autossuficiente que pode aprender, crescer e ser bem sucedida. Isso reforça o bem estar geral e tem influência em diversas áreas do cérebro.

Uma grande vantagem do método KonMari é que ele inclui instruções detalhadas, mas ainda lhe dá margem para ser flexível. Isso acaba ajudando a melhorar seu senso de conquista ao terminar a organização.

Isso quer dizer que você não precisa jogar todos os seus objetos ou roupas fora e ficar com uma quantidade significativamente menor, mas que você pode usar seu discernimento para escolher entre os que te trazem mais alegria, lembranças mais agradáveis ou maior utilidade no geral.

O ponto chave do método é saber o que te traz alegria. Mas o que seria isso? Pode ser o grau de uso e o conforto que você sente ao vestir determinadas roupas, as boas lembranças que um certo objeto afetivo lhe traz, a utilidade de uma ferramenta ou objetos em relação a outros, tudo isso é a “alegria” que Kondo fala.

Outro aspecto importante que ela fala é se afastar para poder entender o que você sente diante de determinado objeto, isso o ajuda a entender melhor o que o item realmente significa para você. Por exemplo, às vezes você está se desfazendo de um objeto por impulso, no calor do momento da organização, mas mais tarde você vai poder sentir falta. Esse afastamento, ver o item mais tarde, o ajuda a tomar uma decisão mais coerente já que sua mente estará mais calma e clara.

Finalmente, depois de separar tudo o que você realmente quer, é hora de finalmente organizar. Marie recomenda locais de armazenamento que são fáceis para você pegar um item e coloca-lo de volta. Quanto mais fácil for seu acesso ao local de armazenamento, mais fácil é para você devolvê-lo ao seu lugar. Além disso, ela recomenda evitar métodos mais complicados, como empilhamentos. O objetivo é trabalhar com o que funciona para você.

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Aplicando o método KonMari

Raízes Xintoístas

O xintoísmo é a religião mais difundida no Japão, tão antiga e enraizada que se confunde com a cultura e os hábitos da população. Politeísta, ela preza pelo culto à natureza e os antepassados, sempre honrando o Kami, que significa Deuses, essências ou espíritos.

O Kami é extremamente importante na prática do xintoísmo e se manifesta em diversas formas, desde elementos da natureza (montanhas, rios, pedras, animais), até pessoas, lugares e objetos. Além disso, o Kami e as pessoas coexistem, não ficam em planos separados, e compartilham uma relação complexa.

Como essa religião tão complexa se aplica ao método KonMari? Na religião, existe um conceito chamado tsukumogami, onde alguns objetos podem ganhar uma alma após 100 anos de serviço, um kami. Portanto, são dignos de gratidão pelos praticantes. A forma como Marie faz questão de agradecer esses objetos e “se apresentar” para a casa demonstra uma forma de respeito pelo kami. Como se pedisse permissão para entrar na casa alheia, agradecendo pelo seu acolhimento. Essa é uma maneira muito xintoísta de portar.

Além disso, Kondo incentiva seus clientes a limparem seus objetos que despertam alegria e guardá-los de forma adequada, bem como descartar os que não despertam alegria e agradecê-los pelos seus serviços, fazer uma despedida com dignidade.

A cultura japonesa é muito enraizada nas tradições xintoístas, onde é muito forte o senso de respeitar o lugar onde você mora ou trabalha, bem como as outras pessoas. Valorizar o que se tem e cada objeto são essências xintoístas.

Marie não nega que as pessoas tenham pilhas de livros ou objetos acumulados em uma estante, contanto que eles não estejam causando angústia. O método ensina que os bens materiais não são um meio para alcançar a felicidade, mas sim o contentamento, estar feliz pelo que se tem e desfazer do que já não tem mais utilidade.

Conclusão

Kondo tem claramente raízes xintoístas fortes e aplica essa sensibilidade do respeito ao próximo e aos objetos para organizar ambientes de forma simples, para trazer mais alegria às pessoas e renovar as energias da casa. Embora tenha recebido duras críticas por sua conduta, ela apenas aplica um conceito da sua cultura desconhecida para as mentes ocidentais, mas sempre respeitando os sentimentos das outras pessoas em relação aos seus pertences.

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Conheça os lutadores japoneses da WWE

O Japão tem um grande público para o Wrestling profissional assim como a WWE tem super astros para representá-los. Desde o começo da empresa a internacionalização de lutadores foi um importante marco da criação do Título Intercontinental em 1979.

Atualmente temos alguns astros representando a terra do sol nascente nos ringues americanos. E vamos falar um pouco deles:

Asuka

“A imperadora do amanhã” é a alcunha de Asuka. Ela teve o recorde nos ringues da NXT de 523 dias invicta. Conhecida pela sua intimidação, Asuka já teve em mãos o titulo feminino da franquia do Smackdown e tem como golpes finalizadores: o Asuka Lock (submissão) e o Spin Kick.

Fora dos ringues, Kanako Urai é natural de Osaka, têm 37 anos e é formada na Osaka University of Arts Junior College. Tem um salão de beleza em Yokohama chamado Another Heaven, e foi desenhista gráfica para o Nintendo DS.

Akira Tozawa

Membro do WWE 205 Live, que são lutadores da categoria peso cruzador. Akira Tozawa, é graduado no Dragon Gate Dojo.

Com golpes e sequências frenéticas, ele também desfere vários pés na cara e suplex nos oponentes. Natural de Hyogo, tem 33 anos e um grande futuro pela frente.

Shinsuke Nakamura

Rei do Estilo Forte, o famoso Shinsuke Nakamura é um lutador mundialmente famoso por seu estilo peculiar. Enigmático e com um carisma fora do comum, seus oponentes devem tomar cuidado com seu joelho e seu finalizador: o Kinshasa.

Nakamura, natural de Kyoto, é lutador profissional desde 2002. Iniciou sua carreira no Japão vindo para a WWE em 2016. Ele foi um dos peões da revolução do wrestling japonês reinventando as competições por onde passou fazendo sua fama. Ele já foi Campeão Americano da WWE por duas oportunidades e vencedor do Royal Rumble de 2018.

Kairi Sane

Yo-ho! A Pirata Kairi Sane é uma das sensações da WWE Atualmente, competindo pelo NXT mas marcando presença em eventos de pay-per-view. Kairi tem uma teatralidade com sua personagem de encher os olhos mas preste atenção pois ela pode cair com sua exuberante cotovelada: “Insane Elbow – Seven Seas!”

Ela chegou a WWE em 2016, através de uma competição feminina chamada Mae Young Classic. Kaori Housako é natural de Yamaguchi, bacharel em literatura japonesa e atriz com participação em filme e televisão. Já conquistou o Título Feminino do NXT e esperamos ver ela num dos programas principais ainda este ano.

Dessa forma apresentamos os lutadores orientais mais ativos da WWE, gostou de conhecer um pouquinho mais? Então aproveite e assista as transmissões do RAW as segundas e do Smackdown nas terças a partir das 21h no Fox Sports 2!

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Bendy and The Ink Machine | Review

Bendy and The Ink Machine

Bendy and the Ink Machine (Bendy e a máquina de tinta, tradução literal) é um jogo de terror indie lançado originalmente em fevereiro de 2017.

Separado em cinco diferentes capítulos, o último tendo sido lançado em outubro de 2018, a história ambientada em formato de cartoon semelhante a títulos como o Gato Felix e Betty Boop (animações em preto e branco, muitas vezes mudas).

Bendy seguiu o mesmo caminho de outros famosos jogos indie de terror como Amnesia e 5 Nights at Freddy ‘s, rapidamente construindo uma leva de fãs que – além de financiarem o desenvolvimento do jogo – também elencaram uma possível franquia de sucesso, com diversos itens já nos mercados: figures, pelúcias, camisetas, canecas, e até itens exclusivos de lojas como Target e HotTopic.

Bendy and The Ink Machine

A trama, ambientada em 1966, segue o protagonista Henry – um animador aposentado que trabalhava em um desenho estrelado por um simpático demônio chamado Bendy. Após um convite de seu antigo chefe, e criador de Bendy, Henry resolve visitar o estúdio, onde ele descobre estar preso em uma armadilha mortal com criaturas feitas de tinta.

O design e trilha sonora de excelência criaram altas expectativas no público, ainda mais com a recente popularidade dos jogos de terror. Autodeclarando-se como um Survival Horror, Bendy and the ink machine arrecadou milhões vendendo um novo modelo de jogo, antes mesmo do lançamento e popularidade de Cuphead.

Apesar do marketing, Bendy acabou demonstrando ser uma grande decepção para a maior parte dos jogadores. Com capítulos muito curtos, quebra-cabeças simples e infantis, jogabilidade pobre, roteiro confuso e sem final definido, vários BUGs e problemas com saves, o título rendeu muitas avaliações negativas a partir do capitulo 3 e nos posteriores.

Bendy and The Ink Machine

Tendo em mente que seu criador, TheMealty, é um ilustrador e artista gráfico, fica claro quais são os pontos fortes do jogo. Não tendo previsto o sucesso do título, também fica claro porque os maiores problemas são justamente os aspectos de jogabilidade e roteiro.

Ainda assim, há uma grande fanbase que defende de maneira ferrenha o jogo, declarando que o mesmo – apesar do seu tema – tem o foco no público infantil (faixa etária 12 anos). E apesar de não haver confirmações, o final do quinto capitulo deixou muitas brechas para uma futura continuação (talvez melhor pensada e organizada).

Se você quiser conferir o jogo por si mesmo ele pode ser encontrado na Steam por R$38,00 (completo) com legendas em português:

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