Produzido pela inglesa R8 Games, Pacer chega para cobrir uma lacuna nos jogos de corridas. Seu aspecto futurista e a velocidade destacou-se aos olhos do público da BGS 2019.
Em uma conversa com Jesús Fabre, assessor de imprensa da R8 Games da América Latina, perguntamos sobre esse retorno dos jogos de corrida futurista:
“O Pacer tem suas influências nos jogos de corrida futurista clássicos como F-Zero e Wipe Out. Com uma diferença onde se tem uma personalização das naves, com seus cinco compartimentos onde você pode manipular suas armas e atributos de cada veiculo.”
Dentro da BGS 2019 estava tendo um competição com premiação. Jesús disse: “A ideia era para fazer o pessoal retornar sempre para jogar e não apenas uma única vez. A motivação fica na parte da escolha dos veículos, nos detalhes e desafios que o jogo proporciona”.
Com controles bem responsivos, gráfico imersivos, mecânicas de alteração, e com uma excelente OST que envolve ainda mais o espirito de corrida, Pacer é um jogo para ter na sua biblioteca.
O lançamento está previsto para o ano que vem, sem data definida e disponível PC (Steam), PlayStation 4 e Xbox One.
A Oktagon Games retornou a avenida indie da BGS 2019 com sua nova novidade: Trial of Titans. Esse é um RPG por turnos que tem como inspiração o Darkest Dungeon. Conversamos com Guilherme Evangelista sobre o jogo.
Ele revela que “Trial of Titans é um projeto do ano passado, que estava bem no começo no ano passado e estamos disponibilizando aqui na feira um RPG que tem um história que fala sobre um mundo pós apocalíptico em que cada facção tem um titã. Ao cumprir missões você consegue invocar seu titã.”
Além disso, ele completa que “a estratégia é baseada no uso de habilidades e na estamina que podem invocar o poder de seu titã. O diferencial do jogo é a arte e design do jogo com uma pegada low-poligonal, animações. Muitas pessoas deram um feedback positivo pela arte e o próximo passo é os testes para bugs e lançar o beta”.
O Magic: Puzzle Quest estava presente no estande da Oktagon Games para os fãs jogarem e tirarem duvidas. A nova expansão Trono de Eldraine logo estará disponível também!
Você pode entrar no site do Trial of Titans e se inscrever para o futuro beta desse belíssimo jogo. Confira as novidades da Oktagon Games e agradeço a atenção dada por todos ( Dessa vez minha centelha do puzzle foi desativada!).
O serviço de streamingNetflix em conjunto com o estúdio Science SARU, anunciaram que irão adaptar para anime Japan Sinks (Nihon Chinbotsu) uma das obras consideradas como um clássico de ficção científica no Japão.
Inclusive já foi anunciado também que Masaaki Yuasa, que foi responsável por Devilman Crybaby será o diretor da adaptação, outros nomes que trabalharam em Devilman também estarão trabalhando em Japan Skins, como Kensuke Ushio, que ficará responsável pela música e Naoya Wada, que ficará a cargo do design de personagens. Além disso Toshio Yoshitaka (Dragon Ball Super) irá tomar conta da adaptação da história.
A obra de Sakyo Komatsu começou a ser publicado em 1973 e já inspirou diversas adaptações como filmes e séries em live-action e também mangás sobre a obra, porém será a primeira vez que a obra é adaptada para uma animação.
A série contará com 10 episódios e estreia mundialmente em 2020.
Existe um ditado antigo que vale até hoje: Em time que se ganha, não se mexe; essa é a fórmula de Zumbilândia: Atire Duas Vezes, no primeiro filme temos aquele filme que é ruim mas te conquista por causa do elenco e do humor no início ao fim, fazendo dele um ótimo filme.
Logicamente que a sequência não seria diferente, mesmo passando dos limites em alguns pontos e até problemas na trama intragáveis, a sequência de Zumbilândia acerta naquilo que já foi apresentado uma vez, porém te diverte do início do filme até a cena pós crédito.
Depois do apocalipse zumbi…
Antes de mais nada entenda que essa história já foi contada, o pós-apocalíptico zumbi e a tentativa de sobreviver, todos estamos saturados de história de zumbi, The Walking Dead têm uma parcela da culpa, contudo Zumbilândia trouxe o que restou de tirar alguma coisa nova do gênero zumbi, uma comédia escrachada.
O primeiro filme foi um sucesso e lógico que o segundo filme levaria o hype para as alturas, pois bem, as expectativas foram supridas e Zumbilândia: Atire Duas Vezes se mantém no nível daquela comédia que divide entre piadas sádicas, momentos extrapolados e todos os artifícios do alívio cômico, com poucos momentos que se leva a sério e te prende em um desenvolvimento bem feito da trama, lógico que o roteiro ali é quase que inexistente, mas ninguém se preocupa com roteiro nessa produção, pois as partes mais engraçadas estão nas atrapalhadas do grupo.
Personalidade cativante de Tallahassee
Por mais que Columbus (Jessie Eisenberg) e Wichita (Emma Stone) sejam o casal e protagonistas da história, mais uma vez Tallahassee (Woody Harelsson) rouba a cena com seu emocional estourado e essência do tradicional norte americano, e mesmo se ele passasse desapercebido, a trama toma um rumo o qual o foco é totalmente virado para o drama dele ser o lobo solitário, o caçador, a qual faz parceria com Nevada (Rosario Dawnson), literalmente o mesmo tipo de personalidade, unidas por um só sentimento, amor ao rei Elvis Presley.
Ainda que não se pode pensar em roteiro em um filme escrachado como Zumbilândia, não se esconde o defeito de coisinhas pequenas porém tão descaradas que atrapalham o decorrer da história, começando com uma das piadas mais ultrapassadas e desgastadas da história da comédia, a loira burra, Zoey Deutch foi um alívio cômico forçado e até desagradável de ser ver em alguns momentos, mas não foi um grande problema, aliás foi uma jogada certeira, pois em certos momentos se tornou importante na trama, nas cenas de ação o grupo principal caiu para a barbárie contra os zumbis para se protegerem, com isso toda a carga cômica foi jogada para ela, e por ser algo simples e já conhecido da comédia, conseguiu suprir essa responsabilidade de forma espetacular e roubou a cena em boa parte do filme.
Little Rock (Abigail Breslin) não existiu nesse filme, por mais que trabalharam um conflito interno na personagem e trouxe uma reviravolta que acorda ela para a realidade, a mesma se mostrou apagada nas poucas cenas presentes e foi jogada para escanteio, mas nada foi mais esquecido e aleatório que a dupla que espelhavam Columbus e Tallahassee, os derivados interpretados por Luke Wilson e Thomas Middleditch fizeram um jogo de cena para trazer aquela comparação entre dois personagens iguais a qual parecia que iria agradar, mas no fim se mostrou algo mais do que jogado em tela, onde não ligou nada e nem fez ponte a algo importante, a não ser uma informação sobre uma nova espécie de zumbi, mas se gastou tempo milagroso para trazer apenas uma informação, e nem a piada foi tão boa assim, por mais que Zumbilândia tem essa fama de momentos que aparentam ser grandiosos mas resultam em nada, muitas vezes existe alguma explicação para tal momento, aqui se mostrou gratuito demais.
Uma sequência muito divertida!
Zumbilândia é um filme excelente que não possui roteiro, sua sequência viria trazer a mesma linha, divertir no mesmo nível e incomodar nas mesmas falhas.
Zumbilândia: Atire Duas Vezes respeita o fã do primeiro filme e/ou do gênero escrachado, conquista pelo humor em todos os momentos e personagens cativantes, tropeça no absurdo e na falha de roteiro, mas te entrega exatamente aquilo que era esperado, ondas de zumbis, tiro pra tudo que é lado e redenção em um final chocho, porém honesto, com toda a diversão desse segundo filme, esperar um terceiro não é um absurdo.
Um bom desenho é a prova de um grande sorriso estampado em nossa face, seja ele simplista demais ou algo mais denso e complexo. Dificilmente alguém odiará uma animação.
Abominável trabalha isso em todos os pontos, aquele velho toque divertido com humor escrachado, magia que apenas uma animação pode trazer e belas cenas visuais que encantam os olhos, mesmo sendo mais uma animação que se repete em alguns pontos, Abominável te entrega o ponto certo de uma bela história de amor e amizade.
Construção das Personagens
A protagonista Yi (Chloe Bennet) é o espelho do que um adolescente busca para seu bem estar, ao mesmo tempo que ela corre atrás de seus sonhos ela se afasta da família, parecido com algumas histórias onde adolescentes e pais brigam por coisas pequenas, eis que vem o jovem no twitter e reclama que seus pais a odeiam, típico revoltadinho, enquanto o outro parente Jin (Tenzing Norgay Trainor) é o superficial preocupado com aparência e curtidas em redes sociais, e por último e, para mim, o mais importante vêm Peng (Albert Tsai), o que só quer alguém para jogar basquete, pensa em comer e se diverte com cada acontecimento da aventura, mesmo na presença de um Yeti, uma figura folclórica nunca antes vista pela humanidade, fez dele o melhor amigo e juntos são só risadas.
A desconstrução de rótulos e lições de moral dos personagens não só pode ser comparado com o mundo real, como os plots de roteiro são pontos interessantes a se destacar e também levar para a realidade, como todo o grupo vilanesco da história, do mais cruel e ganancioso para aquele que têm sua redenção, acorda para realidade e percebe todo o caminho errado que ele percorreu, destacando que sim, é possível mudar a nossa mentalidade, amadurecer as ideias e crescer como ser humano mesmo com a maior ignorância que tiver sobre algum determinado assunto, no caso o maltrato de animais.
Ritmo “Envolvente”
A simplicidade de uma animação não conseguirá esconder a fórmula padrão que esse tipo de filme já trouxe para as telonas, chegando a entregar plots até que óbvios, porém roteiro em si é o mínimo lembrado em Abominável, rir e se emocionar é o foco desse filme, com cenas, diálogos e toda a aventura vivída se mostra um prato cheio que satisfaz e te leva um sorriso no rosto.
Entretanto um bom nerd e otaku como eu precisa fazer esse tipo de comparação, no meio a tantos Yetis da cultura pop, de animes a livros, games a séries, TCG a RPG, dificilmente eu me recordo de um Yeti tão superpoderoso como os apresentados nesse filme, basta um cantarolar de um filhote de Yeti, e todo o cenário se molda, chuvas milagrosas, colinas se movimentando feito ondas do mar, magias de cura, inúmeros poderes que te cativam e prende o público, transformando essa simplicidade em algo magnífico de ser assistido, mesmo pensando que o Yeti em cena se torna uma mamata para qualquer situação de perigo, a magia da criatura sendo usada apaga essa visão distorcida de um superpoderoso estragando o roteiro e transformando qualquer situação complicada em algo facilmente resolvido, principalmente quando vemos Yi em ação.
Para bom jogador de RPG de mesa, não notar isso é praticamente impossível, a protagonista traz todos os detalhes da classe bardo, mas fora isso, a melhor cena é no início do filme, onde Yi está no telhado tocando seu violino uma música ao estilo China feudal enquanto a cena rodeia-a, e ao fundo vemos Xangai sendo contrastada com gigantes edifícios iluminados, uma cena curta que mostrou a evolução da China para o mundo, tão maravilhoso e rico que logo menos tudo será comprado por suas corporações, o universo cyberpunk manda lembranças.
Animação para toda famílila
Dizer que é mais uma animação maravilhosa para toda família é uma frase que se repete, mais impacta, igual assistir séries parecidas, gostamos do mesmo jeito, Abominável é exatamente isso, uma aventura genérica que se mantém em comédia extrapolada, aprendizado pessoal, a importância da família e amigos e principalmente amar os animais.
Para bons amantes de animações da sétima arte, Abominável é tudo e mais um pouco do que uma animação pode trazer e sentir para qualquer adulto e criança apaixonada por desenhos em geral.
Durante a Brasil Game Show 2019, Concrete Genie marcou presença no espaço da Playstation. Para quem passava pelo estande podia ver um cenário bucólico que ganha vida e cores nas mãos dos jogadores.
Concrete Genie traz a história de Ash, um adolescente com problemas de bullying na cidade de Denska. Essa pequena cidade pesqueira caiu em desgraça após um grande vazamento de petróleo e uma escuridão toma a cidade.
Constantemente perseguido por outros jovens, arruaceiros que vandalizam a cidade, Ash com sua imaginação e entusiasmo tenta trazer a vida de volta a Denska. Ele materializa seus desenhos dando vida a esse mundo deprimido.
Durante o jogo, você é instruído a desenhar seu genieda forma que você quiser. Ele tem um modelo de corpo,de pernas, rabo e entre outras características que deixam ele ser a sua imaginação. O genie consegue percorrer as paredes, que estão sendo redesenhadas por você.
Pinheiros, dente de leão, grama e até fogo de fogueira são elementos de paisagem que você pode adicionar na sua obra de arte. Seu genie irá pedir alguns desenhos para você avançar, da mesma forma que você pode encontrar outras páginas de caderno que permite novas artes.
Existem áreas que a escuridão e a melancolia são tão fortes que você precisa da super tinta para limpar as paredes com sua arte. Cuidado, pelos becos, os arruaceiros vão de perseguir e se te pegarem eles jogam fora seu pincel e deixam você no lixo…
Confira a gameplay:
Concrete Genie é aquele jogo que você explora e entra no modo criativo. Cheio de puzzles para resolver, é um jogo para quem quer experimentar algo totalmente fora do padrão. Ajude Ash a salvar Denska.
Contando com uma experiência VR (realidade virtual) também, é certeza de belos gráficos e imersão, uma pena que não estava na BGS2019. Concrete Genie, desenvolvido pela Pixelopus, recebeu vários prêmios em 2018 e foi lançado dia 8 de outubro para PlayStation 4 e PlayStation 4 Pro.
Anualmente, a Academy of Motion Picture Arts and Sciences anuncia uma lista de pré-indicados ao Oscar 2020, com 5 nomes sendo escolhidos posteriormente para de fato concorrerem a premiação. Desta vez, a academia anunciou 32 animações que irão concorrer ao Oscar de melhor animação, dentre eles 4 animes figuram na lista.
Children of the Sea (Kaijuu no Kodomo) de Ayumu Watanabe, Wakaokami wa Shougakusei! (Okko’s Inn) de Kitaro Kousaka, Promare de Hiroyuki Imaishi e Weathering With You (Tenki no Ko) de Makoto Shinkai foram as animações japonesas pré-indicadas. Abaixo você pode conferir uma lista com todos os 32 pré-indicados.
Abominable
The Addams Family
The Angry Birds Movie 2
Another Day of Life
Away
Buñuel in the Labyrinth of the Turtles
Childen of the Sea
Dilili in Paris
Frozen II
Funan
Genndy Tartakovsky’s ‘Primal’ – Tales of Savagery
How to Train Your Dragon: The Hidden World
I Lost My Body
Klaus
The Last Fiction
The Lego Movie 2: The Second Part
Marona’s Fantastic Tale
Missing Link
Ne Zha
Pachamama
Promare
Rezo
The Secret Life of Pets 2
Spies in Disguise
The Swallows of Kabul
This Magnificent Cake!
The Tower
Toy Story 4
Upin & Ipin: The Lone Gibbon KrisWhite Snake
Wakaokami wa Shougakusei!
Weathering With You
Os 5 indicados serão revelados no dia 13 de janeiro de 2020 e a cerimônia de entrega dos Oscars será feita no 9 de fevereiro de 2020.
Foi divulgado recentemete no site oficial do anime Fire Force, um novo vídeo promocional apresentando a música que servirá como tema para a segunda abertura do anime.
A música MAYDAY da banda coldrain junto de Ryo, da banda CRYSTAL LAKE servirá como tema para o anime e estreará no 15º episódio da obra, que irá ao ar em 1º de novembro.