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Qual terá sido a fórmula do sucesso de Frozen?

Frozen 2 estreou a pouco tempo mas já é o 6º filme de 2019 a alcançar a marca de 1 bilhão de dólares na bilheteria mundial.

A sequência, também dirigida e escrita por Chris Buck e Jennifer Lee, é a 14º maior bilheteria de todos os tempos com US$1,325 bilhões, superando a bilheteria do primeiro filme, que tinha arrecadado US$ 1,281 bilhões.

frozen 2

Todo esse sucesso nos faz pensar: O que Frozen traz de diferente?Hadija Chalupe, professora de Cinema e Audiovisual da ESPM Rio respondeu a essa pergunta:

“Frozen foi um marco na ressignificação das animações baseadas em contos de fadas e nas histórias das princesas da Disney. O filme também somou forças com a efervescência dos debates sobre o protagonismo feminino. As personagens são destemidas, curiosas, aventureiras e a salvação, ou o ato de amor verdadeiro, não é o beijo de um príncipe, mas a conexão de duas irmãs. A nova geração de meninas precisava dessa revisão do papel ocupado pela mulher e Frozen 2 parece dar continuidade à reflexão. “

Há não muito tempo atrás a história das princesas era restrita a espera do resgate, papel quase que exclusivo do príncipe, mas não é assim que funciona agora. Apesar da demora, estamos tendo mais representatividade de como nós mulheres podemos e devemos ser a heroína da nossa própria história e definitivamente não precisamos de alguém para nos salvar.

Em uma entrevista para a revista Screen Daily, a diretora e roteirista Jennifer Lee disse: “Nós podemos fazer qualquer tipo de personagem, mas com Elsa a gente queria mostrar onde ela está em sua vida, e como ela se sente com a pressão de carregar o mundo. Nós não estávamos focando em amor romântico” (Tradução: Observatório Do Cinema).

Tanto no primeiro, quanto no segundo filme Elsa não tem interesse romântico e até mesmo Anna tendo Kristoof do seu lado, não precisa da ajuda dele para salvar a vida de sua irmã. O filme apresenta uma nova perspectiva e traz uma importante reflexão para todas as meninas e meninos que assistiram a animação: Não é apenas o amor romântico que é importante na vida das pessoas e que você não precisa de um homem para te salvar.

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DIMLIM vem ao Brasil em Março!

dimlim

E mais uma vez o bordão “come to Brasil” venceu de novo, dessa vez a banda de metal Visual Kei DIMLIM foi quem cedeu ao charme brasileiro.

A banda japonesa formada em 2017, que recentemente anunciou seu segundo álbum de estúdio (intitulado “MISC.”, cujo lançamento será dia 28 de Janeiro) virá ao Brasil para um show com lotação de apenas 300 pessoas.

O local ainda está para ser anunciado mas já sabemos que o show acontecerá no dia 29 de Março em São Paulo!

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Não durma até conhecer o Miyavi | Suco Apresenta

miyavi materia suco de manga

Miyavi, muito conhecido pelo jeito que toca guitarra, mas também pelo seu talento como cantor, compositor e mais recentemente como ator. O nosso multifacetado artista aparece pela primeira vez em 1999 numa banda rock visual kei chamada Dué le quartz, atuando como guitarrista. E pouco depois, com a dissolução dessa banda em 2002, ele iniciou sua carreira solo.

De lá pra cá, Miyavi já lançou de tudo, rock, pop, usou elementos de R&B, funk, hip-hop, eletrônico e tantos outros. Tudo sempre muito alegre, marcado por seu estilo rápido de tocar guitarra e por seu carisma.

Filho da PS Company (gravadora que foi extremamente importante para várias bandas do começo dos anos 2000, como Kagrra, the GazettE e Alice Nine), esteve várias vezes entre os mais vendidos de acordo com o ranking da Oricon, marcando presença com singles como “ARE YOU READY TO ROCK?” de 2006, “AHEAD OF THE LIGHT” de 2013, “WHAT’S MY NAME?” de 2011, e álbuns como “FIRE BIRD” de 2016, e seu lançamento mais recente (quanto a data em que esse texto está sendo escrito) “NO SLEEP TILL TOKYO” de 2019.

Uma introdução

Em várias oportunidades Miyavi já mencionou curtir bandas de rock visual kei como LUNA SEA e X Japan, além de receber influências de músicas dos gêneros blues e hard rock. Daqui já podemos imaginar como os trabalhos dele são: uma salada de frutas! Miyavi não é desses que se prende a um estilo específico para seguir uma linha constante em seus lançamentos, o que faz seu trabalho consistente é exatamente a inconstância e a novidade. O estilo slap de tocar guitarra que ele usa, somado a sua velocidade e sua personalidade energética traz para os seus trabalhos uma facilidade muito grande de variar e introduzir diferentes elementos que o influenciam para seus trabalhos.

Podemos ver em um de seus primeiros trabalhos, no single “POP IS DEAD”, um cantar veloz, que pode ter vindo de um pop rock e uma sujeirinha de fundo, no instrumental, que provavelmente veio do hard rock (além de uma crítica à indústria de música popular, que já vem logo no título). Dá pra dizer que continuou mais ou menos nessa pegada durante um bom tempo, mesmo que depois de se tornar um artista major em 2004 (o que significa que ele conseguiu um contrato com uma gravadora grande, no caso o Universal Music Group) ficou notável um uso maior da guitarra acústica, mas as influências ainda pareciam ser mais fortes nesses estilos mais “sujinhos” somente adicionando ao que já tinha antes elementos de funk e blues, sempre prezando pela velocidade deixando a marca serelepe de sua personalidade em todos os trabalhos.

What’s my name?

Olá, meu nome é MYV e aí, eu tenho um MIC / De Tóquio, pra agitar todos vocês com a coisa de seis cordas

Até aqui podíamos facilmente classificar Miyavi como um artista visual kei, por seus visuais excêntricos, penteados diferentões e pelo jeito de usar maquiagem, porém, mais ou menos a partir de 2010, podemos ver um distanciamento do artista dessa ferramenta.

No lançamento de “What’s my name?” podemos ver um visual bem mais simples, se comparado aos outros, e nos laçamentos posteriores cada vez menos visuais elaborados. Mas isso não influenciou no som, Miyavi continuou transitando entre seus ritmos prediletos, mesmo que focando um pouco mais em ritmos mais dançantes, suas influências continuaram todas lá.

Filantropia

Em 2017 Miyavi foi nomeado embaixador da Boa Vontade pela UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, em português), de acordo com o site da Agência de Refugiados das Nações Unidas Miyavi começou a atuar com eles em 2015, viajando pelo Líbano e tocando sua música “The Others” com os refugiados de lá.

Um Clipe com imagens dessa ação foi lançado em 2016, dirigido e produzido por Angelina Jolie (que também é embaixadora da agência). Depois disso ele chegou a voltar ao Líbano e também viajou pra outros lugares como a Tailândia e Myanmar.

Repetindo o que diz o site da Agência, “Miyavi usou seu talento, voz, e plataforma pra ajudar a apoiar várias campanhas da UNHCR” ajudando assim a aumentar a conscientização sobre a causa dos refugiados pra um público muito maior.

No momento em que essa apresentação é escrita o clipe de “the others”, música que dá nome ao álbum lançado em 2015, passa de 2,5 milhões de visualizações.

Sentimos falta do Miyavi de antigamente?

Sabemos que quase todo artista que tem uma carreira longa tem que lidar as criticas do seu público mais antigo, em especial quando há “mudanças” na forma como rumam alguns lançamentos.

O que podemos observar na carreira de Miyavi é que nunca houve uma linha reta que ele seguisse com relação aos seus lançamentos, o que ele sempre demonstrou gostar de fazer é trabalhar com novidades e implantar essas novidades nas suas influências pessoais, em especial, mantendo seu estilo pessoal de tocar guitarra (como dissemos, um slap, ou seja, ele toca guitarra sem usar palheta e soma isso a uma grande velocidade no seu dedilhado).

Isto é, no final, o fato de ele ter mudado só mostra como ele nunca mudou! Convido-lhes a ouvir pelo menos os álbuns da discografia do nosso samurai da guitarra, e constatar com a gente que o que define o estilo musical do Miyavi é, simplesmente, a própria mudança.

NO SLEEP TILL TOKYO

Depois de 3 anos sem lançar nenhum álbum, Miyavi lançou “NO SLEEP TILL TOKYO” em 3 versões, todas contendo 10 músicas cada, no dia 24 de julho de 2019.

Um álbum bastante dançante, com bastante energia, efeitos de áudio e o que não pode faltar em qualquer lançamento do MEEV: muito slap!

Conta com a participação de DAOKO, cantora e rapper que ficou popular em 2012 após postar uma música numa plataforma de videos.

Miyavi no Brasil em 2020!

Miyavi retornará para um show único no Brasil, mais precisamente na cidade de São Paulo, no dia 25 de janeiro.

A casa de show escolhida é uma velha conhecida para quem acompanha os shows da produtora Highway Star, o Tropical Butantã.

Miyavi vem ao Brasil para promover a turnê “No Sleep Till Tokyo”, último trabalho do artista lançado neste ano. Já comprou seu ingresso? Adquira logo abaixo:

INGRESSO MIYAVI

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Conheça a premiada animação iraniana The Last Fiction

the last fiction

O maior estúdio independente de animação iraniano, Hoorakhsh Studio, criou e desenvolveu por quase uma década a animação The Last Fiction.

O filme foi produzido pelo co-fundador do estúdio, Ashkan Rahgozar, e por sua equipe durante 8 anos enquanto trabalhavam também em diferentes animações.

A animação é uma mistura de técnicas 2D e 3D que é uma adaptação do poema épico persa The Book of Kings, também conhecido como Shahnameh, escrito por Ferdowsi provavelmente entre os anos 977 e 1010 baseada na antiga mitologia persa que fala sobre a universal batalha entre o bem e o mal misturando mitos com fatos históricos para criar o mundo do império pré-islâmico.

Assista o trailer do filme:

Sinopse: The Last Fiction mostra a história da ascensão do traiçoeiro Zahak ao trono persa e do ingenuo Afaridoun, um jovem que salva o reino e o seu povo das trevas. Para se tornar rei da Persia, Zahak fez um pacto faustina, mas agora precisa lidar com as consequências de suas ações. Em seus pesadelos ele vê uma profecia na qual um jovem que ele enganou no passado se levantará contra ele. Afaridoun, no entanto, deve primeiro conquistar seus próprios demônios antes que possa combater as forças das trevas de Zahak e restaurar a paz no reino.

O longa animado teve sua estreia no festival francês Annecy em 2018 e foi a primeira animação feita inteiramente no Irã que ganhou um premio na Annecy, o festival mundial de animações.

Marcel Jean, o diretor do festival disse “The Last Fiction é uma oferta completamente espantosa do Irã: Um filme épico e ambicioso, com senas de ação chocantes, nos imerge num mundo mitológico […]”. (Fonte: Animation Magazine)

Produzido por Ehsan Rasouloff e Ashkan Rahgozar, a animação teve vários atores iranianos famosos como dubladores, como Leila Hatami, Parviz ParastuiAshkan Khatibi,Hamed Behdad, Hassan Pourshirazi e Bita Farahi.

O próximo projeto que o estúdio Hoorakhsh planeja produzir é a animação Juliet & The King, no qual também será dirigido por Rahgozar e terá uma co-produção com um estúdio internacional ainda não divulgado. A animação será inspirada na história do rei Naser al-Din Shah Qajar, que visitou Paris em 1873 e ficou encantado com a atriz Francoise, que interpretava a Julieta na peça Romeu e Julieta de tal forma que ele a convidou para reinterpretar a peça em seu palácio no Irã. No site consta que a animação está em desenvolvimento, ainda sem data de estreia.

Acesse o site do estúdio para ver mais detalhes de The Last Fiction, Juliet & The King e várias outras produções: https://www.hoorakhshstudios.com/EN/

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Locke & Key | Netflix revela trailer de série lovecraftiana

No dia 7 de fevereiro desse ano, estreia na Netflix a série Locke and Key com 10 episódios em sua primeira temporada.

A série é baseada nas histórias em quadrinhos de Joe Hill e Gabriel Rodriguez, as HQs contam “[…] a história de Keyhouse, uma improvável mansão da Nova Inglaterra onde a família Locke se refugia para tentar escapar de um assombroso passado de dor e assassinato. Mas a mansão guarda mistérios inimagináveis… e é o lar de uma criatura implacável e dominada pelo ódio, que não descansará até conseguir o que quer.”

Assista o primeiro teaser-trailer lançado:

O autor postou em seu Twitter oficial o primeiro poster da série, confira:

Nas HQs, Locke e seus irmãos encontram chaves escondidas pela casa Keyhouse que são capazes de abrir portas que transformam o gênero e idade daqueles que a atravessam.

Locke and Key terá no elenco principal Darby Stanchfield, Jackson Robert, Connor Jessup, Emilia Jones e Laysla De Oliveira.

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Parasita | Filme sul-coreano NÃO tem remake confirmado

parasita

O filme sul-coreano Parasita, do diretor Bong Joon Ho, foi um dos queridinhos do ano. O filme ganhou Palma de Ouro em Cannes e o premio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Globo de Ouro, recebendo muitos elogios, tanto dos críticos, quanto do público.

E como já é de costume quando um filme estrangeiro faz sucesso, logo Hollywood gentilmente se dispõe a fazer uma versão americana para aqueles que não assistem filmes não-americanos. Boatos começaram a surgir que o filme ganharia um remake, ainda mais depois que Francis Chung, presidente da CJ Entertainment nos Estados Unidos, empresa responsável pela distribuição e divulgação do filme, afirmar que tentaria negociações para uma versão americana.

Apesar disso, a CJ Entertainment já disse numa nota oficial que não tem nenhuma intenção de fazer um remake do filme. Caso essa noticia fosse confirmada, não faria muito sentido, levando em conta a opinião do diretor em relação a desamericanização da industria cinematográfica. Em seu discurso no Globo de Ouro ele diz o quando a barreira das legendas ainda é um grande impasse para a popularização das produções sul-coreanas.

Parasita fez muito sucesso no mundo todo e talvez isso leve as pessoas a prestarem mais atenção nas produções não americanas ou europeias. Tanto em relação a filmes, quanto a séries, as produções sul-coreanas são muito fortes e provavelmente não teremos que esperar muito até que os holofotes finalmente deixem de estar num lugar só.

Há filmes coreanos maravilhosos que tiveram remakes americanos, mas não fizeram sucesso por não terem sido tão bons quanto os originais. É o caso do filme OldBoy do diretor Park Chan Woo e A Casa do Lago, de Il Mare.

Outro filme que chamou atenção do Hollywood foi Invasão Zumbi (Train To Busan), lançado em 2016 e disponível na Netflix. Várias produtores estão em negociações para os direitos do filme para um possível remake, entre eles Paramount e Lionsgate.  Mas para a sorte dos amantes de filmes asiáticos, muitas vezes um remake é anunciado, mas não passa disso.

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Magia Record: Puella Magi Madoka Magica Side Story | Primeiro Gole

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Magia Record: Mahou Shoujo Madoka Magica Gaiden é um spin off da série original Puella Magi Madoka Magica. O anime foi inspirado em um jogo, de mesmo nome, para celular e estreou nessa Temporada de Inverno 2020.

O anime é dirigido por uma dupla de ex-animadores do estúdio Gainax, Ayumu Shiraishi e Yousuke Anai. Shiraishi se denomina como Doroinu, Anai como 2shiroinu, e juntos eles formam a dupla “Gekidan Inu Curry”.

É a primeira vez deles como diretores, pois antes trabalhavam mais com efeitos especiais e como diretores de arte (inclusive nas outras obras de Madoka, então eles já conhecem bem esse universo).

O estúdio é o mesmo de Madoka, o Shaft, também conhecido pelas adaptações de Monogatari Series.

Matar Bruxas!

O anime conta a história de Tamaki Iroha, uma garota mágica, que tem o objetivo de matar monstros chamados de Bruxas. Quando fez o pacto com Kyuubei, um bichinho mágico que a transformou em garota mágica, Iroha fez um pedido, que, provavelmente foi realizado. Porém, ela não se lembra desse pedido, sendo um dos mistérios do início do anime.

No primeiro episódio há alguns flashes em relação ao pedido dela, dando a entender o que ela pediu. Por mostrar logo no começo, imagino que esse não era o foco ou o mistério principal, o que indica que há muito mais por vir.

madoka magica magia record

Sem história de origem

Magia Record, diferente de Madoka, começa já com a protagonista sendo uma garota mágica, ou seja, não tem toda aquela introdução, com a personagem descobrindo sobre todo o mundo. Para quem já está familiarizado com esse universo, isso é ótimo, pois não tem enrolação e vai direto ao ponto. Para quem não conhece a história, o anime dá uma breve introdução do que são garotas mágicas e as bruxas, para situar todos no universo.

A animação tem a mesma qualidade do primeiro Madoka, ou até mais, já que os detalhes, cenário, cenas de luta, foram muito bem executados no primeiro episódio. Se continuar nesse ritmo, a série tem só a crescer.

madoka magica magia record

Para quem gosta do universo de Madoka Magica

Não acredito que Magia Record fique tão grande quanto Madoka, a não ser que haja uma reviravolta grande, assim como houve no primeiro. Mas promete ser uma boa sequência para essa franquia e uma porta de entrada para outras obras de Madoka, para quem é mais novo e não viveu o hype da primeira adaptação.

Indico muito esse anime para quem já assistiu e gosta das outras obras desse universo, porque é muito bom estar de volta. Muito bom e trágico, provavelmente. Já conhecemos bem.

E para quem não conhece a série, pode se aventurar por Magia Record, já que não é uma continuação e sim spin off, mas se tiver a oportunidade de assistir Madoka antes, recomendaria isso, para entrar de cabeça nesse universo.

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Os shows de k-pop mais pedidos no Brasil em 2020

k-pop brasil 2020

Ano passado foi um ano muito bom para os kpoppers brasileiros, tivemos vários shows e fanmeetings no Brasil, com várias oportunidades para reencontrar alguns idols, e ver outros de pertinho pela primeira vez.

Enquanto ficamos aguardando as agendas de shows de 2020, na torcida para que nossos grupos favoritos apareçam por aqui, rolou uma pesquisa no Twitter para saber quais shows internacionais os brasileiros mais gostariam de receber neste ano.

A pesquisa realizada por @jnflesch contou com a participação de mais de 77.000 participantes e levantou os 100 shows mais desejados. De todos, 23 são atrações coreanas. Mas o mais incrível é que mesmo com a presença de artistas consagrados como Ariana Grande e Beyonce, o k-pop preencheu as 5 primeiras posições, confirmando que a disseminação da cultura coreana no Brasil está com tudo.

Abaixo vocês conferem a posição de todos os grupos/artistas de k-pop no ranking da pesquisa:

1º – BTS (22.479 votos)

2º – BLACKPINK (18.204 votos)

3º – EXO (16.161 votos)

4º – GOT7 (14.919 votos)

5º – Twice (14.611 votos)

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8º – Mamamoo (13.433 votos)

9ª – Stray Kids (12.575 votos)

12º – NCT 127 (12.126 votos)

13º – TXT (12.090 votos)

15º – Red Velvet (11.186 votos)

16º – Monsta X (11.050 votos)

18º – ATEEZ (10.884 votos)

23º – Seventeen (9.903 votos)

35º – SuperM (8. 628 votos)

41º – Pentagon (7.552 votos) 

43º – Super Junior (7.314 votos)

44º – Astro (7.162 votos)

46º – BIGBANG (6.925 votos)

50º – Taeyeon (6.609 votos)

62º – VAV (5.662 votos)

83º – MOMOLAND (4.323 votos)

85º – AB6IX (4.206 votos)

86º – PSY (4.157 votos)

 

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Seus grupos favoritos apareceram aí? Conta pra gente nos comentários em nossas redes sociais em quais shows você gostaria de ir!

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