Depois da promissora demo P.T de Silent Hills lançada em 2014 e cancelada posteriormente após a conturbada separação da Kojima Productions da Konami, fãs de jogos de terror esperam por um novo título de terror produzido por Hideo Kojima – criador da clássica franquia Metal Gear.
Para esses fãs o sonho pareceu assustadoramente próxima após o mangaká Junji Ito ter feito uma declaração relacionada à uma possível colaboração com Kojima em um futuro projeto. Segundo o artista, em uma entrevista realizada na San Diego Comic Con nesse último fim de semana, Kojima estaria desenvolvendo um novo jogo com o gênero de terror e teria o convidado para participar do projeto.
Porém, não foram dados mais detalhes da suposta nova obra de Kojima e, após declarações de Junji Ito no Twitter (veja abaixo), o suposto projeto caiu ainda mais na zona de especulações. Em sua conta pessoal na rede social o mangaká esclareceu que Kojima disse em uma festa que poderia pedir a ajuda do artista se um dia fosse realizar um novo jogo de terror e que não queria dar falsas esperanças aos fãs e, portanto, gostaria de se desculpar com a comunidade.
Há algumas semanas atrás a Panini divulgou em suas redes sociais que trará para o Brasil os primeiros volumes de Naruto Hiden, livros que contam histórias secretas de alguns personagens de Naruto.
O primeiro volume confirmado para publicação, A História Secreta de Kakashi: O Relâmpago sob o Céu Gélido, já está no site da editora como pré-venda. Juntamente com a data de lançamento, dia 25 de setembro de 2020, podemos confirmar também o custo de R$34,90 do título, que conta com 128 páginas, capa cartonada e formato 14×21 cm.
O autor da obra é Akira Higashiyama e as ilustrações são do mangaká Masashi Kishimoto, criador do mangá Naruto.
Sinopse: A Quarta Guerra Ninja finalmente acabou, pondo fim aos planos de Uchiha Madara. Entretanto, na Vila Oculta da Folha, Hatake Kakashi ainda não assumiu oficialmente a posição de Sexto Hokage. Antes de tomar a liderança dos shinobis de Konoha, Kakashi irá em uma última missão: escoltar a revolucionária nau voadora Tobishachimaru e impedir que ela seja sequestrada em seu voo inaugural.
A série Naruto Hiden estreou no Japão em fevereiro de 2015, retratando histórias dos personagens após o encerramento do mangá de Naruto. Ano passado o romance Naruto The Last foi publicado, sendo a adaptação literária do filme que estreou em 2014. Além disso, caso a Panini comercialize o restante da série, podemos esperar para ler as histórias de Sakura, de Konoha, do Gaara e da Akatsuki.
Por enquanto, o outro volume confirmado para ser publicado no Brasil é focado em Shikamaru. O livro foi escrito por Takashi Yano e tem previsão de publicação para novembro de 2020.
Ahiru no Sora deu o que falar algumas semanas atrás, não só se mostrou a grande surpresa dos animes de esporte em seu lançamento, como já se envolveu em polêmica. Porém algumas pessoas desistiram dele por causa disso, outras conseguiram relevar e seguem assistindo, isso pra provar que mesmo com defeitos, permanece impecável!
Ahiru no Sora constrói a trama do mesmo jeito que Sora e seus amigos mantém a solidez de um time, não é fácil, muitas vezes irá falhar e o caminho para o sucesso se mostra longo e demorado, fazendo com que aqueles que não gostam de tramas mais arrastadas acabem desistindo do anime, contudo essa desistência é uma questão de gosto pessoal, pois essa trama consegue te prender por causa dos personagens e do conceito do que é um time de basquete, e eu acredito que Takeshi joga toda essa pressão de construção em uma pequena personagem pouco comentada.
A treinadora Nao Nanao é a personagem que eu mais me identifiquei no anime, pois sou tão apaixonado por basquete como ela, e mesmo ela traçando uma tática e uma escalação que em sua cabeça é perfeita, mesmo assim se mostra falha e nem sempre se conquista a vitória, é a pura realidade batendo na cara dela, e na minha também quando chama os amigos para jogar, e existe um motivo. A química dos jogadores não é boa, isso é o início do anime praticamente, e quando parece que está dando tudo certo, algo sai do controle e prejudica o time, algo que é bem mostrado no NBA 2K20, de graça na PlayStation Store, ao final da partida se mostra a porcentagem de entrosamento do time.
A Decepção de Takeshi
O autor Takeshi Hinata ficou muito decepcionado com a animação do anime, usando até um exemplo de uma cena onde saem feixes de luz dos olhos de um personagem, remetendo ao que é Kuroko no Basket, isso para Takeshi foi ofensivo o suficiente para ir ao Twitter e criticar a direção do anime, e por mais que ele tenha se desculpado com os fãs, ainda sim ele têm razão.
Ahiru no Sora transmite outra essência, enquanto Kuroko no Basket temos personagens mais “fortes” e diferenciando várias habilidades diferentes, uma trama mais shounen explosivo que lembre Haikyuu ou Ace of Diamond, em Ahiru no Sora vemos um time em construção com vários jogadores amadores, alguns com habilidades, outros iniciando no basquete, uma trama mais amarrada em detalhes e arrastada por conta de todo arco dramático e construção de personagens e time que é feito ao decorrer do mangá, chega a lembrar muito o antigo Slam Dunk, e por causa desses elementos, os traços e a animação têm que casar com o que está sendo contado para o público, a movimentação de alguns personagens em Ahiru no Sora muitas vezes são takes parados com pouca movimentação, e quando acontece o drible, o final da jogada fica confuso, algumas jogadas aéreas demoradas até demais para um anime de esporte, e um tando acrobáticas demais para o que é o basquete, e esse detalhe de feixe de luz só confirma não só a irritação do Takeshi como de alguns fãs.
Julgamento injusto
Por mais que algumas pessoas começaram a tuitar que ele nunca mais vai ter um mangá adaptado de novo, não acho que um escritor têm que ficar calado quando seu mangá está sendo mal adaptado em um anime, lógico que têm dinheiro envolvido, mas dinheiro não cala o artista que dedica seu tempo em fazer uma obra bem escrita e emocionante como Takeshi fez com Ahiru no Sora, e sobre a opinião de alguns dele ter se queimado, só lembrar que não existe só um estúdio que adapta mangás para anime.
Ahiru no Sora está com 40 episódios e o prometido são 50 até o final desse ano, a direção está nas mãos de Keizo Kurazawa pelo estúdio Diomedéa, o mangá foi lançado em dezembro de 2013 e é publicado até hoje pela Kodansha. Diomedéa é responsável por uma lista vasta de adaptações, a maioria isekai como Campione e Domestic na Kanojo e, eles serão responsáveis pela adaptação do mangá Futsal Boys.
Filmada no Reino Unido, The Witcher: Blood Origin é a mais nova série em live-action para expandir o universo de The Witcher, da Netflix. Com seis partes, os acontecimentos antecederão a série principal da franquia na plataforma, confira a sinopse:
Ambientada no mundo élfico 1200 anos antes do universo de The Witcher, Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.
Na produção executiva e como showrunner teremos Declan de Barra. “Como fã de fantasia ao longo da vida, estou muito animado para contar a história de The Witcher: Blood Origin. Uma pergunta está em minha mente desde que li os livros The Witcher – Como era o mundo élfico antes da chegada cataclísmica dos humanos? Eu sempre fui fascinado pela ascensão e queda das civilizações, como a ciência, a descoberta e a cultura florescem logo antes dessa queda. Como vastas gamas de conhecimento se perdem para sempre em tão pouco tempo, muitas vezes agravadas pela colonização e pela reescrita da história. Deixando apenas fragmentos da verdadeira história de uma civilização para trás. The Witcher: Blood Origin contará a história da civilização élfica antes de sua queda e, mais importante, revelará a história esquecida do primeiro Bruxo”.
Lauren Schmidt, da série principal também assina como produtora executiva: “Estou muito feliz por colaborar com Declan e a equipe da Netflix em The Witcher: Blood Origin. É um desafio emocionante explorar e expandir o universo The Witcher criado por Andrzej Sapkowski, e mal podemos esperar para apresentar aos fãs novos personagens e uma história original que enriquecerá ainda mais nosso mundo mágico e mítico”.
Andrzej Sapkowski será consultor criativo da série e revela: “É emocionante que o mundo de The Witcher – como planejado no começo – esteja se expandindo. Espero que traga mais fãs ao mundo dos meus livros.”
The Witcher: Blood Origin ainda não possui uma data de estreia.
A nova adaptação dos livros do autor britânico Philip Pullman está indo de vento em popa. A primeira adaptação foi um filme de 2007 estrelando Dakora Blue Richards, Daniel Craig e Nicole Kidman, a segunda tentativa, agora pelas mãos da HBO e BBC One, conta com um grande investimento e conhecidos nomes no elenco como Dafne Keen (Logan) com James McAvoy (Fragmentado), Ruth Wilson (The Affair).
Mesmo antes da estreia, a série já havia sido renovada para a sua 2º temporada e durante a San Diego Comic Con desse ano foi divulgado o trailer, assista abaixo:
Com o trailer podemos ver que os atores Andrew Scott (Sherlock), Jade Anouka (Cleanning Up), Terrence Stamp (Mistério no Mediterrâneo), Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) e Simone Kirby (Jimmy’s Hall) estarão no elenco da nova temporada na qual teremos um total de 7 episódios que já foram filmados antes do início da pandemia.
A 2º temporada de His Dark Materials irá estrear no canal da BBC e no streaming HBO Max ainda esse ano, provavelmente em novembro, mais ainda segue sem data definida. A 1º temporada de His Dark Materials está disponível na HBO Max. Você pode conferir o vídeo do painel na integra com os atores falando sobre a série e respondendo perguntas de fãs no canal oficial do Youtube da Comic-Con Internacional.
No segundo dia da San Diego Comic Con At Home foi anunciado que o diretor Robert Rodriguez irá dirigir um filme que trará de volta dois personagens muito especiais no coração dos fãs: Sharkboy e Lavagirl.
As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl foi lançado em 2005 estrelando Taylor Dooley (Uma Noite Muito Louca), Taylor Lautner (Crepúsculo) e Cayden Boyd (X-Men 3: O Confronto Final) e marcou a infância de muitas pessoas. Ainda não sabemos se os atores originais do primeiro filme irão voltar, independente de tê-los de volta Rodriguez já revelou que só a Lavagirl terá falas no filme, já que eles não são o foco (talvez isso mude, nunca se sabe).
O novo filme original da Netflix chamado We Can Be Heroes (Tradução literal: Nós Podemos Ser Heróis) será gravado no Texas e ainda não tem data de estreia, mas já temos os nomes Priyanka Chopra Jonas (Megarromântico), Christian Slater (Mr. Robot), YaYa Gosselin (Uma Noite de Crime), Akira Akbar (Capitã Marvel), Boyd Holbrook (Logan) e Pedro Pascal (Kingsman: o Círculo Dourado) confirmados no elenco.
A história vai mostrar um grupo de crianças com super poderes na busca por seus pais (Também super poderosos) que sumiram misteriosamente. Rodriguez contou a premissa do filme na live “Teremos uma equipe de super heróis igual aos Vingadores, mas todos eles são pais e os seus filhos tem poderes também, mas as crianças não sabem como usá-los porque ainda são muito novos. Pedro Pascal interpreta um personagem parecido com Antonio Banderas. Boyd Holbrook… um elenco incrível. Até Sharkboy e Lavagirl estarão de volta como os super heróis pais de uma menina de mais ou menos 6 anos que tem poderes de lava e tubarão”.
O diretor afirmou que muitos dos atores que interpretaram as crianças no filme já eram treinadas em artes marciais e sabem fazer cenas que você normalmente não esperaria que uma criança de 9 ou 10 anos conseguisse fazer. Outra coisa interessante sobre o filme é que as 11 crianças que estão no elenco principal são de diferentes nacionalidades, uma característica que ele faz questão de bater o pé desde quando estava na direção de Pequenos Espiões, no qual a família principal do filme é de origem latina.
Além da novidade desse filme, Robert Rodriguez que também dirigiu Pequenos Espiões falou que é possível acontecer um reboot da franquia. Você pode conferir o próprio diretor contando a novidade no vídeo do painel disponível no canal oficial do Youtube da Comic-Con Internacional. No painel Collider: Diretores na direção (Tradução Literal) além de Rodriguez, temos Colin Trevorrow (Jurassic World 3: Dominion) e Joseph Kosinski (Top Gun 2: Maverick) contando sobre projetos passados e futuros.
Lápis Re: LiGHTs (2020) – animação do projeto multimídia entre Kadokawa, KLab Games e Yokohama Animation Lab – combina fantasia, música e ídolos femininos e que estreou nesta Temporada de Verão 2020.
É com a combinação desses três elementos que conhecemos o dia-a-dia da aprendiza de bruxa, Tiara e seu ingresso na Academia Feminina Flora. Ao lado de Rosetta, Lynette, Lavie e Ashley, as cinco formam uma das unidades (unity como em grupos de ídolos) da turma Lápis – ranking mais baixo da academia tendo como superiores Noir e Rouge.
A fantasia em Lápis Re: LiGHTs assume o papel crucial no enredo, por exemplo, a cena de Tiara assoviando para uma flor murcha e dando-lhe vitalidade, a pequena excursão escolar acompanhada de Rossetta e a trilha sonora típica de animações do gênero, contudo, é na cena em que Tiara tem um vislumbre da cidade com vista do topo que os elementos fantasia e música se combinam com harmonia.
Dos dois elementos citados – fantasia e música –, Lápis Re: LiGHTs sustenta a combinação, mesmo apresentando com sutileza o terceiro item que talvez ganhe mais força com os próximos episódios, quanto a parte técnica, o designer dos personagens nas mãos de Taro Ikegami (Gamers!) e a composição musical de Satoshi Hono (Aggretsuko) reforçam o todo da animação.
Lápis Re: LiGHTs traz primeiro episódio onde nota-se o empenho da staff em criar o equilíbrio entre os três elementos apresentados, tendo como resultado cenas encantadoras que valem os quase 24 minutos de animação. Apesar de se tratar de um projeto multimídia que reúne três empresas e que evidentemente visa à animação como parte do marketing, é difícil não querer acompanhar, embora o enredo não agrade a todos.
Em resumo, vale a pena conferir o desenrolar dessa história que apresenta fantasia, música e ídolos femininos.
Ontem a noite durante a San Diego Comic Con At Home, foi anunciada a renovação da série animada The Dragon Prince, O Príncipe Dragão. A animação foi criada por Justin Richmond e Aaron Ehasz, o mesmo criador de outra animação bem conhecida: Avatar A Lenda de Aang.
Os criadores e dubladores originais de The Dragon Prince estavam no painel e leram algumas cenas da história dos livros oficiais que foram lançados esse ano, além de responderem perguntas de fãs e contarem o que estão fazendo durante a pandemia. A renovação da série foi divulgada para todos, inclusive para os dubladores durante a live do painel e no tweet abaixo você confere a reação deles.
A série ao total terá 7 temporadas, as três primeiras já foram lançadas e estão disponíveis na Netflix. Cada temporada é representada por um dos elementos primordiais: o Sol, a Lua, as Estrelas, a Terra, o Céu e o Oceano. Contando todos os elementos mais a magia negra temos um total de 7 elementos.
Além das novas temporadas, as produtoras Wonderstorm e Fandom anunciaram também o lançamento de um jogo de RPG de mesa roleplay, chamado Tales of Xadia (Tradução Literal: Os Contos de Xadia) e será lançado em 2021. O jogo tem um site oficial que você pode acessar para assistir o trailer e inscrever o seu email para receber todas as novidades sobre o jogo. Assista o trailer do jogo abaixo:
O jogo será ambientado entre a terceira e a quarta temporada da série e será lançada antes da nova temporada. Nos comentários do tweet acima a conta oficial da Cortex Roleplaying respondeu diversas perguntas dos fãs sobre o jogo.
Caso você não tenha assistido ao painel de The Dragon Prince ele está completo w disponível no youtube.