Depois de taaanto tempo esperando finalmente os fãs da série de livros Os Bridgerton tiveram mais noticias da produção original da Netflix, e que notícias! Além do primeiro trailer divulgado (assista abaixo), dando um gostinho de quero mais mostrando os personagens principais, descobrimos que a primeira temporada estreia mês que vem.
“Marque um encontro com a alta sociedade.”
O primeiro livro da coleção da autora Julie Pottinger, sob o pseudônimo de Julia Quinn foi lançado em 2000, totalizando 8 livros dos Bridgerton. Além do elenco principal e a diretora da série, Shonda de Grey´s Anatomy e How to get Away with Murder, os fãs ficaram um bom tempo sem nenhuma novidade, nem um posterzinho, pensávamos até que a série iria ser lançada ano que vem mas com o início da pandemia o fandom deu uma desanimada e para nossa surpresa tudo estava mais perto do que imaginávamos.
Ainda não temos a confirmação de quantas temporadas a série vai ter, mas parece que cada temporada vai trazer a história de um livro começando por 8 episódios de uma hora de duração sobre O Duque e Eu, só não sabemos se será possível ver todos os livros em tela, vamos torcer que sim! Confira também os primeiros posters divulgados:
É hora de ajudar Senku e Taiju a resgatar as pessoas e criar um novo mundo. A partir de 9 de novembro, os fãs vão curtir a história de Dr. STONE em Toonami by Crunchyroll, o bloco de programação do Cartoon Network, de segunda a sexta, à meia-noite*.
Senku e Taiju, de Dr. STONE, se unem a Dragon Ball Super com suas grandes aventuras, disponíveis em espanhol e português. O Toonami é apresentado pelo Cartoon Network e pela Crunchyroll, que se uniram para apresentar uma seleção de propriedades icônicas a toda uma nova geração de fãs em toda a região.
Toonami by Crunchyroll:
0h00 – Dragon Ball Super
0h30 – Dr. STONE
*Horário de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.
Mais um mês chegou e com ele diversas novidades na Netflix. Além dos filmes e séries originais, as produções natalinas já estão começando a invadir o catálogo, confira abaixo as estreias do mês de novembro de 2020.
EU DECLARO ABERTA A TEMPORADA DE FILMES E SÉRIES DE NATAL. EU TÔ GRITANDO SIM. pic.twitter.com/7ekJK0j5pM
“Um oficial nasceu entre os bárbaros, mas cresceu como um romano. Porém, chegou a hora de se posicionar e travar uma guerra épica contra Roma. Nada dura para sempre, nem mesmo os impérios. Conheça o outro lado da história.”
Paranormal | 5 de novembro
“Refaat Ismail é um cético professor de Hematologia cujas convicções científicas são abaladas por inexplicáveis atividades paranormais. Ao lado de sua colega de universidade Maggie, ele mergulha no mundo da paranormalidade e tenta proteger as pessoas que ama dos terríveis perigos que as rondam.”
Missão Presente de Natal | 5 de novembro
“A missão dela é reunir evidências para fechar uma base dos EUA no Pacífico. Só que um capitão gente boa está determinado a fazê-la mudar de ideia. “
Dash & Lily – 1ª Temporada | 10 de novembro
“Neste Natal, o desafio é se apaixonar.”
Nasce Uma Rainha – 1º Temporada | 11 de novembro
“Uma jornada de autoconhecimento e empoderamento de aspirantes a drag queen e drag king, sob o comando das madrinhas superpoderosas Alexia Twister e Gloria Groove.”
The Liberator – 1ª Temporada | 11 de novembro
“Conheça a incrível história de coragem e heroísmo deste grupo de soldados norte-americanos de origens diversas durante a Segunda Guerra Mundial.”
Rosa e Momo | 13 de novembro
“Alguns encontros mudam a nossa vida. Outros podem até mesmo salvá-la.”
The Crown – 4ª Temporada | 15 de novembro
“Com a década de 1970 chegando ao fim, a Rainha Elizabeth (Olivia Colman) e sua família estão preocupados em proteger a linha de sucessão garantindo uma noiva apropriada para o Príncipe Charles (Josh O’Connor), ainda solteiro aos 30 anos. Conforme o país sente o impacto das políticas introduzidas pela primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), as tensões nos bastidores do poder se intensificam ainda mais com Thatcher levando a nação à guerra das Malvinas. Ao mesmo tempo em que o romance de Charles com a jovem Lady Diana Spencer (Emma Corrin) proporciona o conto de fadas ideal para unir o povo britânico, a verdade é que a família real está cada vez mais dividida.”
Shawn Mendes: in Wonder | 23 de novembro
“Um documentário original Netflix. “
Era Uma Vez Um Sonho | 24 de novembro
“Ex-fuzileiro naval e estudante de Direito, o jovem J.D. Vance (Gabriel Basso) vê seu sonho de conseguir o emprego ideal ser interrompido por uma crise familiar que o obriga a retornar para a cidade onde nasceu e encarar a complexa dinâmica de sua família apalache e a difícil relação com sua mãe (Amy Adams). Com as memórias marcantes da avó que o criou (Glenn Close), J.D. embarca em uma jornada de autoconhecimento e aceitação das influências de suas origens em sua vida.”
Crônicas de Natal: Parte Dois | 25 de novembro
“Já faz dois anos que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal, e muita coisa mudou desde então. Kate agora é adolescente e não está nada feliz em passar o Natal em Cancún com o novo namorado da mãe e o filho dele, Jack (Jahzir Bruno). Frustrada com os novos membros da família, Kate decide fugir. Mas quando um ser mágico e misterioso ameaça acabar para sempre com o Polo Norte e o Natal, Kate e Jack precisam dar uma ajudinha para o Papai Noel (Kurt Russell).”
Virgin River – 2ª Temporada | 27 de novembro
“Virgin River pode ser uma cidade pequena, mas isso não significa que seja pacata. Muita coisa acontece por lá: noivado, decepções amorosas e até assassinato. Mel Monroe queria paz, mas ainda há muito drama por vir.”
Nessa segunda-feira (26/10), a Netflix divulgou o primeiro teaser trailer da 4º temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina. A última temporada da série será lançada no dia 31 de dezembro e terá 8 episódios de uma hora cada, assista abaixo o teaser legendado:
“Ela é Sabrina Spellman e nunca abdicará de seu nome. A última parte de O Mundo Sombrio de Sabrina estreia em 31 de dezembro”
Sabrina Spellman na verdade teve sua origem nas histórias em quadrinhos da Archie Comics, isso mesmo, de Riverdale e fez tamanho sucesso que resultou em diversas adaptações de filmes e séries estrelando Melissa Joan Hart. Anos após o fim do sitcom com Melissa, em 2014, as HQs de Sabrina ganharam uma nova versão trazendo elementos mais sombrios a história e então em 2017 surgiu O Mundo Sombrio de Sabrina. Essa nova adaptação foi originalmente desenvolvido pela CW, de acordo com o site First Post, mas acabou estreando na Netflix em 2018.
A primeira temporada foi dividida, com 10 episódios lançados em outubro com um especial de natal. A primeira metade da segunda temporada estreou em abril de 2019 e o sucesso foi tanto que resultou na renovação da série mesmo antes da estreia da segunda metade da temporada. Infelizmente esse ano a história chega ao fim. A todos os fãs da nossa bruxinha preferida não desanimem, ainda temos as HQs, além do mais a história adaptada nessa última temporada já aconteceu no arco de 2017, Witch War (Tradução Literal: A Guerra das Bruxas).
Aos fãs de cultura japonesa logo mais teremos novidades: A Netflix irá lançar a adaptação original dos mangás de suspense Alice In Borderland, escritas e ilustradas por Haro Aso. A série de mangás já havia sido adaptada antes em 2014 no formato de animação e agora ganha uma versão em live-action pela Netlfix dirigida por Shinsuke Sato, assista o trailer oficial abaixo:
“Prepare-se para muita emoção ao melhor estilo de Hollywood! A série original Netflix “Alice in Borderland”, com um elenco que inclui estrelas como Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya,”
O mangá estreou em 2010 e tem 18 volumes, desde a sua estreia até 2015 foi publicado pela Shogakukan Shonen Sunday Super e a partir dessa data teve seus últimos volumes publicados pela Weekly Shonen Sunday. O anuncio da adaptação foi feita em julho desse ano mas o segundo trailer e mais informações sobre a série só foram divulgadas na última quarta feita (28/10). A série terá 8 episódios protagonizada por Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya como Ryohei Arisu (Alice) e Usagi Aoiha (coelho branco), respectivamente.
Alice In Borderland estreia no dia 10 de dezembro na Netflix.
Um dos princípios da vida é dormir bem e MAOUJOU DE OYASUMI (Sleepy Princess in the Demon Castle) – estúdio DOGA KOBO e que estreou na Temporada de Outono 2020 – traz várias dicas de como isso é possível, mesmo que de forma alegórica.
Adaptado do mangá de mesmo nome, escrito e desenhado por Kagiji Kumanomata, MAOUJOU DE OYASUMI apresenta as aventuras da “princesa refém” Syalis. Em cárcere no Castelo do Rei Demônio, com três refeições ao dia e sem ninguém que lhe faça mal, o que lhe resta é dormir.
A consequência dessa necessidade básica da vida é o que faz a mocinha se ver em maus lençóis, ao notar que seus arranjos de cama não lhe proporcionam o sono confortável, mas, sim, insônia. É a partir dessa terrível descoberta que ela toma como objetivo a busca por uma boa noite de sono.
O ENREDO E NARRADOR
O pontapé que se dá no enredo por meio de um narrador HETERODIEGÉTICO – que não participa da história que está contando – e a gravidade do que está ocorrendo na narrativa, cooperam, desde o início, para compreendermos que o rapto da princesa Syalis pelas mãos do Rei Demônio e a tristeza do povo de GOODERESTE, se trata de algo muito sério. Porém, o tiro sai pela culatra e, mais preocupado com a causa do que a consequência, o Rei Demônio não esperou a dor de cabeça que a princesa causaria a ele e seus subordinados por conta de uma boa noite de sono.
As confusões se dão em busca de materiais para criar novos arranjos de cama: travesseiro, lençol e tiara de dormir, como também uma cama macia. Em meio a essa estrutura o enredo de MAOU-JOU DE OYASUMI parte da causa que atribui seriedade ao início da narrativa e a consequência engraçada que se desenrola no decorrer dela.
ESPAÇO E PERSONAGENS
Embora o enredo nos apresente a nação GOODERESTE, a maior parte dele se desenrola no Castelo do Rei Demônio. O primeiro demonstra as características daquilo que é grave: a tristeza da nação e a preocupação excessiva do Herói e dos vassalos da princesa em relação ao seu bem estar, por outro lado, o segundo subverte o que deveria ser tenebroso para engraçado, pois nas palavras do Rei Demônio: “Em seu castelo, a princesa deveria se lamentar, desesperar e aguardar esperançosa o resgate”. Nem mesmo os guardas do Rei Demônio escapam dessa subversão.
O TEMA, A MENSAGEM E Sleepy Princess in the Demon Castle VALE A PENA?
Eu costumo pensar que as animações que não possuem tanto ibope caem no achar ouro no lixo e a riqueza do anime não está só em narrar à banalidade do assunto, o rapto da princesa Syalis e a sua busca por noites de sono confortáveis, mas também no tema e na mensagem que o enredo quer passar. Dormir bem, por que tal necessidade básica é tudo de bom.
Vale a pena ver como a “princesa refém” e sua esperteza passa a perna nos demônios, os momentos em que a troca de qualidades entre a mocinha e o Rei Demônio acontece e as conquistas das várias formas de se dormir bem na voz do narrador HETERODIEGÉTICO. Faz jus ao gênero por que se é comédia que você busca, Sleepy Princess in the Demon Castle pode lhe oferecer boas risadas e talvez alguma dica para uma boa noite de sono.
Na última quinta-feira (29), tivemos um dos jogos mais aguardados do ano, Watch Dogs: Legion, o terceiro da franquia da Ubisoft. Joguei as primeiras horas do game e trago neste Primeiro Gole as diversas novidades em sua jogabilidade.
A relação Replay, História e outros fatores mais técnicos deixarei para comentar na REVIEW. Estão prontos para vivenciar uma LONDRES extremamente corrompida? Eis que somos a…
Resistência!
Seguindo os moldes dos dois primeiros jogos – e que tive o prazer de jogar – Legion traz uma Londres tomada pelo caos e com uma sociedade a mercê da criminalidade, seja cibernética ou não.
Já na introdução temos o principal plot da campanha, onde somos apresentados a personagens da DedSec (e a líder e única sobrevivente Sabine) e a problemática com o grupo Zero-Day, que arma bombardeios coordenados e acusatórios contra a Resistência.
Se já tínhamos que lutar contra o fascismo na cidade, agora também é o momento de recrutar novos companheiros (daí o LEGION) para ajudar na resolução de segredos, desmembrar teias criminosas e invadir os mais inóspitos centros de dados da cidade.
Monte sua LEGIÃO
Watch Dogs: Legion não difere muito dos outros dois jogos, mas aprimora os conceitos já conhecidos e inova com o recurso “Play As Anyone / Jogue com Qualquer Um”, que sério, é fantástico. Você pode – ou pelo menos tem o potencial – de recrutar qualquer um que vê na rua. Obviamente, se você conseguirá ou não, vai depender do background da pessoa e de como você convencerá ela para ser a Resistência.
Cada pessoa no mapa têm sua história, sua ficha de personagem, sua dublagem, enfim, é um trabalho louvável e muito bacana de se ver. Desde Assassin’s Creed: Origins e Odyssey, já era de se espantar a quantidade de vozes em NPC’s, mas o que é visto aqui até então – pelo menos pra mim – é novidade.
Outro fator interessante é de como a Cidade é Viva. Um exemplo é de que sua atitudes como matar muitos inocentes e similares, pode arruinar a popularidade da DedSec, funcionando como uma espécie de Reputação. Com isso, recrutar pode começar a ficar um pouco mais complicado ou tender a você ter uma legião com mais “criminosos”.
Próximo ao que já tínhamos nos dois primeiros, o hacking é sua principal arma e se combinado com stealth (sou péssimo nisso), as chances de você se dar bem nas missões são maiores. Destaco aqui os diversos tipos de Drones – e cada um para uma função específica.
Desempenho em Placas Gráficas
Confesso que minha máquina não está atualizada e conto com um i5 de sétima, 16GB Ram e uma GTX 960. Antes do driver dedicado ao jogo da NVIDIA que saiu na quinta (29) e do patch de atualização da Ubisoft que saiu na sexta (30), o desempenho estava bem sofrível e não conseguia jogar em uma qualidade média/baixa satisfatória – e isso mirando nos 30 quadros por segundo.
Após estas duas atualizações, o ganho de desempenho foi acima dos 20% (arrisco até em 30%), e a estabilidade com a minha placa de vídeo passou a melhorar. Hoje jogo na qualidade Média travando a 30 quadros – ou seja, tá no grito!
O que eu quero dizer com isso? Os gráficos do jogo são extremamente detalhados e não curtir a Londres que a Ubisoft criou é um desperdício. Sinceramente, não recomendo jogar no Baixo e para isso, uma GTX 970 ou superior é mais do que recomendado. Dica: uma placa com ray-tracing da série RTX fica um colírio para os olhos!
O que espero daqui pra frente?
Minha experiência com os dois primeiros Watch Dogs foram um misto de emoções; enquanto que no jogo debut eu curti demais a história, no segundo a balança mudou de lado, dando espaço para uma melhor jogabilidade e exploração dos conceitos criados para a ambientação de seu universo.
Em LEGION é nítido de que a desenvolvedora trabalhou duro para trazer uma experiência de jogo tão boa quanto a do segundo game, mas é na história e roteiro que eu mais me interesso nesta franquia aqui. Ainda não deu pra criar um vínculo com as personagens – pois não tenho nem 4 horas de gameplay ainda – e este será o fator mais decisivo na minha visão. Seria esse o melhor Watch Dogs até então lançado? É o que eu quero descobrir!
Watch Dogs: Legion já está disponível para Xbox One, Playstation 4, Stadia, PC e em breve para PlayStation 5 e Xbox Series S | X. Para maiores informações, acesse o SITE OFICIAL.
Não tem como negar que o Halloween (ou Dia das Bruxas) está se tornando cada vez mais popular no mundo todo, e isso também se aplica ao Japão.
Até pouco tempo, os japoneses mal sabiam da existência da data, mas hoje em dia o Halloween é tema de episódios de anime e uma das datas mais aguardadas do ano. Mas como o Halloween se tornou popular tão rápido no país?
Origem do Halloween no Japão
Pouco conhecido, o Halloween só era visto em programas de TV estrangeiros ou por quem estava estudando inglês. Mas em 1997, a Tokyo Disneyland teve uma ideia de fazer o Desfile de Luzes de Halloween para atrair mais visitantes no outono. O evento foi um sucesso e a festa só cresceu desde então, tornando-se tão popular até virar um grande evento anual de outono.
Embarcando na ideia da Tokyo Disneyland, a Universal Studios Japan criou o Hollywood Halloween em 2002, ajudando a fortalecer a data em outubro. Hoje em dia, o Halloween é celebrado em outros parques temáticos, até mesmo na Sanrio Puroland, o parque temático da Hello Kitty.
Uma desculpa para fazer cosplay
No Japão, o mais importante do Halloween é poder se fantasiar e desfilar pelas ruas e festas. Como o Japão é a terra do cosplay e das modas alternativas, não é difícil entender porque a data fez tanto sucesso. Se a Páscoa incluísse se fantasiar em suas tradições, o Japão com certeza passaria a comemorar a data.
Um Halloween à moda japonesa
Basicamente, o Halloween japonês é uma celebração divertida, sem apego cultural e muito voltada para o comércio, assim como o natal. É uma época em que surgem diversos itens com o tema, indo desde cafés e parques temáticos decorados, até menus especiais, itens especiais de kobini e coleções exclusivas de personagens de anime.
A data é mais fofa e divertida do que assustadora, já que a época das histórias de fantasmas fica com o Obon, um dos maiores festivais do Japão e que homenageia os espíritos dos ancestrais.
Halloween em Shibuya
A maior festa de Halloween do Japão ocorre em Shibuya, Tóquio, atraindo mais de 1 milhão de pessoas. A festa em si consiste em muita gente andando de cosplay pelas ruas do bairro, principalmente na área do cruzamento, onde fica a estação de trem. Fora isso, não tem nenhuma música e o trânsito não é interrompido por causa do evento.
O segundo ponto mais importante da festa depois do cosplay é a bebida. Era fácil ver as pessoas bêbadas durante o evento até 2018, quando a venda de bebidas alcoólicas foi proibida durante a festa. A decisão foi tomada depois do tumulto causado em 2018, quando um carro foi tombado na rua e houve um pequeno incêndio em um restaurante.
Crimes ou gostosuras?
O costume de “Gostosuras ou Travessuras” é difícil de encontrar no Japão, geralmente isso acontece durante o dia perto de centros comerciais ou shoppings. E, estranhamente, também na base do Yamaguchi-gumi, um dos maiores clãs da Yakuza do Japão.
A organização criminosa dava doces às crianças na sua base em Kobe desde 2013, acenando para as crianças adentrarem os portões e o seu complexo falando “Feliz Halloween!” e “Entrem e peguem seus doces!”.
Agora as crianças vão ter que arranjar doces em outro lugar, já que o Yamaguchi-gumi não pode mais dar doces depois que a prefeitura de Hyogo decidiu que agora é ilegal organizações criminosas darem presentes a menores, convidá-los para entrar na sua propriedade ou conversar com eles.