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Tenet | Review

Tenet
Imagem Divulgação

Talvez o filme mais aguardado de 2020, Tenet passou por adiamentos devido a pandemia e foi lançado ao cinema junto ao serviço de streaming da HBO, planejamento este da Warner que fez o idolatrado Christopher Nolan se irritar com essa decisão. Nós nunca vamos saber se esse filme seria um sucesso de bilheteria, afinal o nome do diretor vende muito, porém Tenet flertava com a confusão mental, um filme dentro da média, mas com certeza o mais fraco do diretor nos últimos anos.

O conceito de entropia refere-se a desordem e aleatoriedade do sistema físico, mastigando ao máximo possível, seria a possibilidade de tudo começar a andar para trás de forma aleatória, começar pelo fim e terminar no início; uma bala voltar para o pente da arma, por exemplo.

Pegue esse conceito e faça ele agir de forma controlada, isso foi o que Nolan fez em Tenet, e acredite, funcionou perfeitamente e se mostrou claro. Quanto a isso é uma questão de prestar atenção junto com a música de fundo, Nolan sempre soube casar todo o quebra cabeça em tela com a música, e Tenet segue o padrão Nolan que nós conhecemos bem e o fez ser um dos pilares que sustentam o cinema moderno. Tenet apresenta a entropia por meio das investigações criminais e situações policiais, dentro de uma missão para salvar o mundo, e o mais chocante de tudo isso é que fez sentido, sem nem precisarmos estar familiarizado com o conceito.

Plots e desenvolvimento trabalham mais arrastado na mão do diretor, mas graças a um grande roteiro, o filme consegue te prender e ser uma obra aclamada pelo público, mas todos nós erramos um dia não é? Pensando em Nolan, espera-se uma grande história, mas o que foi entregue foi um roteiro de filme policial bem básico e padrão hollywoodiano em uma reflexão bem feita. Alguns podem achar que foi o ápice da bagunça, mas não, o roteiro é que não segura a grandiosidade do que Nolan quis trabalhar e Tenet resultou em uma obra impecável e simplória.

Christopher Nolan está de volta, mas não veio com tudo, Tenet prometeu muito e entregou metade, não chega a ser decepcionante, mas se mostrou bem simples e objetivo para algo que parecia grandioso. Culpa da nossa expectativa? O seu nome vende mais o filme que um trailer? Um roteiro fraco que não supriu o peso do conceito de entropia, provando que até os gênios estão fadados ao erro.

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Diablo II: Resurrected (Alfa Técnico) | Primeiro Gole

diablo 2 resurrected
Imagem Divulgação

Stay Awhile and Listen. Enfim temos a versão remasterizada definitiva de Diablo II e sua expansão, Lord of Destruction, clássicos e icônicos jogos da Blizzard que fizeram história dentro do conceito Ação-RPG, agora com Diablo II: Resurrected.

Jogadores mais velhos, que vivenciaram o poder infernígneo de outrora, pode depois de vinte anos, revivenciar a experiência de Diablo II com melhorias visuais e mecânicas atualizadas, como a bem vinda “coleta de ouro automática”.

Entre esses dias 9 e 13 de abril, a Blizzard nos cedeu uma chave para testarmos o Alfa Técnico, e como um grande fã, tive o prazer de jogar em torno de quinze horas, fechando a “demo” até Duriel, do Ato II do jogo.

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Os detalhes da nova modelagem estão muito bonitos! (Imagem Divulgação)

De Rogue Encampment a Lut Gholein

Para este teste público, três dos sete personagens estavam disponíveis, sendo eles o perito no combate corpo-a-corpo, Barbarian, a dilaceradora de demônios Amazon, e a mortífera Sorceress. *Por conta do jogo ainda não estar localizado em português-brasileiro, vou me ater aos termos em inglês.

Selecionando um deles, nossa jornada começa por Rogue Encampment, passa pelas terras selvagens de Khanduras e vamos até o Monastery de encontro a primeira grande chefe, Andariel. Após isso, e com ajuda de Wharriv, seguimos para o calor escaldante de Lut Gholein, onde com ajuda dos conhecimentos de Cain, abrimos passagem para a difícil luta contra Duriel, o que finaliza em dois Atos a jogatina.

Apenas o single-player está disponível, mas a experiência pode ser alternada entre o modo clássico “Mouse + Teclado”, como também no “Controle”, onde adicionaram um hub visual todo exclusivo para esta versão. Pessoalmente, ainda acho mais prazeroso no modo de “cliques”, o que não tira o mérito da precisão alcançada nas versões de console de Diablo III.

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Algumas coisas nunca mudam, como morrer para o Summoner no Arcane Sanctuary (Imagem: Suco de Mangá)

Respeito às origens e o que mudou

Para este Alfa Técnico, tivemos um vislumbre do que há de vir, e bem, posso adiantar que está TUDO ALI. Não há em nenhum momento a sensação de que algo foi “capado” (como em certos remakes de hoje em dia), e mesmo a remodelagem dos bonecos, antes sprites em 2D, agora 3D, não causa estranheza durante o play.

Ainda com relação aos updates, toda a parte visual de texturas, efeitos especiais, animações, luzes, sombras, estão atualizados para o hardware moderno, e chuto que estão até mais bonitos que o visto em Diablo III. Mesmo não sendo necessário uma máquina ultra-potente para extrair 60 quadros do jogo, atente-se aos requisitos mínimos de sistema para não perder todo o brilho que esta versão traz aos nossos olhos.

Um detalhe sobre as cinemáticas é de que elas serão refeitas quadro-a-quadro, e as que estão sendo vistas em gameplays e vídeos, são as originais com o aspecto atualizado para 16×9. Aqui, é um ponto que me chama a atenção, já que estou bem curioso em como a Vicarious Visions (ou a produtora terceirizada responsável) trabalhará com a Blizzard em seus 27 minutos de filmes, reconhecida por seu alto padrão gráfico.

Já meu destaque foi com relação aos efeitos sonoros, remixagem, e design. Apesar de Diablo II ter uma excelente trilha sonora, a opacidade e limitação da época se mostraria desatualizada nos tempos de hoje. As músicas foram remasterizadas e temos um verdadeiro 7.1 Dolby Surround, o que garante mais imersão dentro da ambientação aterrorizante do jogo. Dica: jogue com fone de ouvido, e sinta a beleza sinfônica demoníaca de Matt Uelmen e companhia. 

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O primeiro encontro com Tyrael no Ato II (Imagem: Suco de Mangá)

Novidades e Melhorias

Não basta as melhorias gráficas e técnicas para seu sucesso. Então fica a dúvida: o que o público “das antigas” ganhará ao comprar um jogo com preço de AAA?

Diablo II: Resurrected traz melhorias na mecânica, como coleta automática de ouro e “pressione SHIFT para comparação”, advindos do Diablo III, o que ainda não garante atrair um bom público a encarar a jornada por Santuário com os heróis.

Não posso afirmar ainda, mas senti um remake no balanceamento de drop, fazendo que cada item que cai de um mob de monstros, seja interessante para sua jornada. Outro fator que não posso afirmar também é com relação as fórmulas de combate, que me parecem ainda mais satisfatórias do que tínhamos no último patch de D2LOD.

Se revisarão ou não, buscarei por tais informações, já que próximo do endgame, na dificuldade HELL, o balanceamento de combate e drop de item eram quebrados. Esta é uma das melhorias que eu gostaria de ver aqui com o Resurrected.

Ainda não deu pra saber se TODOS os itens únicos serão desenhados para o boneco 3D que controlamos. O que eu quero dizer é de que no jogo de 20 anos atrás, nem sempre o que víamos no inventário era o que o sprite estava “vestindo”. Espero que este tipo de design seja completo, bem como, quem sabe, até trazer mais alguns únicos pra gente. Não iríamos reclamar. 

Concluindo, e espero fazer ainda mais um teste com o próximo Alfa ou Beta, posso dizer que toda a experiência do jogo antigo está de volta, o que não causará nenhum tipo de arrependimento ao jogador veterano. Já para os que querem adentrar a franquia, caso esta versão se mostre competente em seu balanceamento e replay, também não acho que será um problema para os mais novos.

Diablo II: Resurrected têm potencial para cumprir o que anda prometendo, e visto o trabalho da Vicarious Visions nos remakes de Tony Hawk’s Pro Skater e Crash Bandicoot N. Sane Trilogy, Diablo voltará revigorado e aterrorizará por muitos anos o povo de Santuário.

https://www.facebook.com/sucodm/posts/3868793149867445

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Edens Zero tem previsão de estreia na Netflix divulgada

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Imagem Reprodução: J.C Staff

Os dias difíceis dos otakus, que reviravam a internet em busca de episódios com legendas minimamente aceitáveis, parecem cada vez mais distantes. O mundo dos animes vem ganhando cada vez mais visibilidade, de forma que tanto os títulos novatos quanto os mais famosos podem ser facilmente encontrados até mesmo nas plataformas de streaming mais populares. Desta forma, o twitter oficial de Edens Zero confirmou quando o anime de Hiro Mashima irá estrear na Netflix.

Mês passado saiu a notícia que o anime chegaria na Netflix, mas agora foi dada a previsão de quando isso acontecerá. De acordo com o tweet, o anime estará disponível na plataforma na temporada de outono do Japão, sendo a nossa primavera no Brasil. No entanto, mesmo que Edens Zero só estreie daqui vários meses (final de 2021), a sua página já está disponível na Netflix. Mesmo que não possua quaisquer informações além dos gêneros do anime, mostra que ele já está com seu lugar reservado e confirmado na plataforma brasileira.

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Imagem Divulgação: Netflix

Edens Zero foi escrito por Hiro Mashima, mesmo mangaká de Fairy Tail, criando assim uma enorme expectativa em cima da nova obra. O mangá foi lançado em 2018 pela Weekly Shonen Magazine e no Brasil está sendo comercializado pela editora JBC. A adaptação para anime estreou no dia 11 de abril de 2021, contando, portanto, com somente um episódio até o momento.

O anime está sendo produzido pelo estúdio J.C Staff (Shokugeki no Souma, Toradora) e os diretores são Shinji Ishihara (Fairy Tail, My Hero Academia) e Yushi Suzuki (Fairy Tail). 

Sinopse: Em companhia do gatinho falante Happy​, a jovem Rebecca viaja mundo afora gravando vídeos para compartilhar no canal Aoneko​, um tipo de YouTube existente no universo de Edens Zero. Um dia, a dupla vai para o Reino de Granbell​, um abandonado parque de diversões habitado só por robôs. Os dois estavam se divertindo muito, quando surge um garoto misterioso que se apresenta como Shiki​. Quem é esse garoto e o que ele estaria fazendo nesse lugar só de robôs?!

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BABYBEARD | Anunciado novo grupo formado por Ladybeard, KOTOMI e SUZU!

Babybeard
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BABYBEARD é um grupo pop-metal formado pelo cantor e lutador de metal Kawaiicore profissional Ladybeard, e pelas idols pop japonesas KOTOMI e SUZU. O grupo foi formado após Ladybeard passar 15 anos no palco e na frente das câmeras em vários tipos de entretenimento ao redor do mundo, incluindo performances de heavy metal.

Ao longo de sua carreira, Ladybeard espera que o novo grupo BABYBEARD possa reunir os melhores elementos de seus trabalhos anteriores. A música do grupo é animada, cativante e cheia de energia. Este novo som funde as vozes ternas e femininas de KOTOMI e SUZU com gritos guturais típicos do heavy metal.

Em 28 de abril, as seguintes músicas estrearão em diferentes plataformas de reprodução:

“NIPPON KARA KONNICHIWA”
“PIENNIZER”

Essas canções foram escritas pelos renomados compositores Takashi Asano e Natsumi Tadano, que também foram responsáveis ​​pelo hit viral mundial de 2015 “Nippon Manju”, e que proporcionou a Ladybeard mais de 30 milhões de visualizações. KOTOMI e SUZU foram escolhidas por meio de audições de participantes de todo o Japão para se juntarem a Ladybeard neste grupo.

Acompanhe o BABYBEARD nas redes: YOUTUBE, Twitter, Facebook, Instagram e TikTok.

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Os Novos Mutantes | Review

Os Novos Mutantes
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Após uma era de filmes de heróis que dividiram opiniões, a última produção da Fox foi entregue com o mesmo nariz torto que todos os fãs já tinham com o estúdio, Os Novos Mutantes ganhou muita força no cenário da cultura pop por alguns motivos bem relevantes, mas o que poderia ser uma redenção ou um último agrado, foi entregue mais um filme problemático ao qual faz a Marvel sair pela porta dos fundos dos estúdios Fox e os fãs a desejar os X-Men no MCU.

Primeiramente Os Novos Mutantes cresceu nos cinemas por causa do marketing bem feito, lançaram um trailer na temática de terror que fez as pessoas olharem melhor esse filme. Todos os elementos que apareceram no primeiro e segundo trailer, temas sombrios feitos pela edição, a nova geração de novos mutantes e todo aquele terror conhecido dos filmes modernos fez uma ponta de esperança aparecer dentro de uma névoa obscura de confiança dos filmes da Marvel-Fox, no final descobrimos que tanto a Fox quanto a Warner são excelentes em fazer trailer, pois conseguiram enganar muita gente com filmes que não passam do comum problemático que todos conhecem do estúdio.

Independente do marketing, Os Novos Mutantes é um compilado de oportunidades perdidas para que pudessem ser um grande filme, pois há personagens interessantes que poderiam ser melhores construídos ao invés da mesma história genérica que outros filmes abusam da fórmula. O gênero herói pode ser muito bem montado dentro de outros gêneros, um drama como Coringa e Logan é a prova disso.

Em compensação não vi esse filme como um desastre ou o extremo da ruindade, a Marvel-Disney estragou muitos fãs e qualquer coisa fora dela já é colocada como um errado, Os Novos Mutantes é um filme fraco, mas se colocar ele em relação aos outros filmes da Marvel-Fox, ele desponta acima de alguns X-Men. O filme sofre com um problema que os filmes de terror passam atualmente e a tentativa de assustar o público falhou miseravelmente, contudo apresentou bem a origem dos personagens em formas de flashbacks e outros modos que movem a trama.

Após a compra da Fox pela Disney, Kevin Feige fez questão de se desfazer de todos os projetos futuros da Marvel-Fox, porém não só ele deu aval para que Os Novos Mutantes fosse lançado como o mesmo passou por algumas refilmagens, e para quem não sabe, a Disney fez questão de tirar algumas referências que lembrem os X-Men da Fox, a ponta da curiosidade começou nesse detalhe, bastou ele dizer “sim” a esse filme que a internet começou a explodir em teorias.

Teve blog falando que não é do MCU porque não começou o filme com “Marvel Studios”, teve outro que ficou chorando porque isso pode ser um péssimo começo para os X-men no MCU, a verdade é que nós não sabemos de nada o que pode estar sendo planejado, pode até não ter plano, mas no fim pode ser algo tão simples que todas essas teoria foram só gritos de fãs apaixonados sem embasamento. Nesse caso teorizo da seguinte maneira: basta pegar o fim desse filme e ligar em uma cena com o professor Xavier indo buscar eles, é tão simples e objetivo que faz as pessoas esquentarem cabeça por nada.

Caso aconteça de Os Novos Mutantes vincularem ao MCU, será apenas relacionada com a história de origem dos mutantes citados nesse filme e o porquê eles estavam presos ali, pode-se chamar até de filme de origem desses mutantes, caso acho ruim, lembre-se do filme Homem-Formiga, não é nada demais, mas você conhece a origem dele, Thor: Mundo Sombrio é um desastre em forma de longa-metragem, mas engrandeceu o arco do Thor e trouxe outros elementos que vinculam na história do Loki, a qual pode aparecer na série dele, ou seja, tudo é possível depois do “sim” do Kevin Feige para Os Novos Mutantes.

Todas essas mil teorias não escondem o fraco roteiro de Os Novos Mutantes, poderia ter melhor trabalhado o gênero terror, ter feito algo mais preso ao chão mesmo sendo do arco X-Men, mas não alcançou o objetivo, e por fim a única coisa que se salva é a possibilidade de alguma coisa disso ser aproveitada no MCU. Nada foi confirmado até o momento, porém também não existe algo que diz que não será, principalmente porque os executivos da Disney viram o filme e com aval de Kevin Feige ele foi lançado, logo algo pode ser tirado daí – se for só para entretenimento, aí sim falharam miseravelmente.

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Vote na categoria “Melhor Anime” do Suco Awards 2021!

suco awards 2021
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A votação na única categoria de juri popular, de “Melhor Anime”, do Suco Awards 2021 já começou. O formulário Google pode ser encontrado logo mais abaixo.

Lembrando que a curadoria do SUCO & FRIENDS apenas seleciona as estreias – e isso vale para outra categorias como “Melhor Série”, por exemplo – e por isso você pode não ver presente a sua “temporada favorita de seu anime”. Em 2018, o grande vencedor foi Made In Abyss, passando por Devilman Crybaby em 2019, e Demon Slayer em 2020.

Caso não esteja conseguindo visualizar o formulário abaixo, VOTE AQUI ou no botão na sequência.

VOTAÇÃO ‘MELHOR ANIME’

Critérios da Votação:

  1. Os títulos dos animes estão em português, inglês ou japonês;
  2. Você pode votar em apenas 1 (um) título;
  3. A data término da votação é 18/04 – sem horário específico;
  4. De preferência ter e estar logado numa conta GOOGLE;

Critérios da Apuração:

  1. Os títulos compreendem animes lançados entre a Temporada de Inverno 2020 até a Temporada de Inverno 2021 (5 temporadas no total);
  2. Estreias possuem Peso 2;

Se encontrar algum erro, reporte para a gente ?


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Heaven Official’s Blessing | Primeira temporada já está disponível na Netflix

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A animação chinesa baseada na novel Tian Guan Ci Fu (Heaven Official’s Blessing), da autora Mo Xiang Tong Xiu – a mesma de Mo Dao Zu Shi, que inspirou o donghua e o manhua homônimos, além do célebre c-drama The Untamed – chegou à plataforma de streaming Netflix na última quinta (9).

Acompanhamos a história do jovem Xie Lian, o respeitado príncipe herdeiro de Xian Le, uma nação das Planícies Centrais. O príncipe ascendeu ao Reino Celestial ainda muito novo, tornando-se uma divindade, mas foi expulso duas vezes por interferir em assuntos mortais.

Séculos depois, ao ascender pela terceira vez, o príncipe parte em uma missão no Reino Mortal como um sacerdote taoísta que realiza exorcismos para acumular méritos e quitar suas dívidas com o Reino Celestial. Voltando às Planícies Centrais, Xie Lian une forças com um rapaz misterioso e começa a desenterrar alguns segredos das divindades.

A primeira temporada conta com 13 episódios, incluindo o episódio especial lançado no dia 16 de fevereiro. A novel original é dividida em cinco volumes, e ainda não há previsão de data para a segunda temporada.

O donghua foi lançado pela primeira vez em outubro de 2020, sendo distribuído pela Bilibili (China continental) e pela Funimation (leste asiático), que planeja relançar a animação dublada em inglês ainda este ano.

Então, meus companheiros otakus que ainda não tiveram a oportunidade, que tal dar uma chance às animações chinesas?

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Edge of Eternity ganha data de lançamento

Edge of Eternity

Depois de quase três anos colecionando avaliações positivas na Steam, os jogadores finalmente poderão conhecer o desfecho do JRPG Edge of Eternity, que será lançado ainda este ano em uma atualização trazendo mais 20 horas de gameplay com novos personagens e eventos exclusivos.

O JRPG possui uma promissora história envolvendo guerreiros e heróis em um mundo aberto com belos cenários, além do sistema de batalha por turnos e uma trilha sonora feita pelo compositor Yasunori Mitsuda, conhecido por seu trabalho em Chrono Trigger e Xenoblade Chronicles.

“Utilizamos todo o nosso conhecimento para criar Edge of Eternity. É uma história épica de batalhas existenciais e dramas pessoais íntimos. Mal posso esperar para mostrá-lo ao mundo”. Disse Jeremy Zeler, fundador do estúdio Midgar responsável pelo jogo.

Edge of Eternity será lançado dia 8 de junho para PC. E  tem data prevista de lançamento para os consoles no último trimestre do ano, entre os meses de outubro e dezembro.

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