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Grupos e artistas de K-pop estão fora do catálogo do Spotify; Entenda o que aconteceu

Os fãs de K-pop ao redor do mundo foram a loucura assim que o dia 1º de Março começou na Coreia do Sul. Artistas e grupos populares como IU, Hyuna, Seventeen, Monsta x e Mamamoo, foram removidos do Spotify. E esses são apenas alguns exemplos, pois a lista é longa e resulta em milhões de streams perdidos. Apenas os artistas que distribuem suas próprias músicas, não foram afetados.

Em resposta ao ocorrido, um porta-voz da plataforma de streaming Spotify lançou um comunicado oficial explicando o porquê do sumiço das músicas no catálogo:

Devido ao vencimento do contrato com o Kakao M, no dia 1º de Março de 2021, nós não estamos mais autorizados a providenciar o catálogo para os fãs e ouvintes ao redor do mundo.

Temos feito esforços em todas as direções, no último ano e meio, para renovar o acordo de licença global, para assim continuarmos disponibilizando as músicas dos artistas distribuídos pela Kakao M, para todos os fãs ao redor do mundo, assim como nossos 345 milhões de usuários em 170 regiões diferentes. Porém, apesar disso, fomos incapazes de alcançar um acordo sobre a renovação de nossa licença global.

O porta-voz da plataforma também foi objetivo ao afirmar que “A questão do nosso acordo de licença global não está relacionada ao lançamento do nosso serviço na Coreia do Sul“, já que muitos fãs estavam especulando sobre a competição direta entre o recém chegado à Coreia do Sul, Spotify, com o serviço de streaming do próprio Kakao M, a plataforma de streaming Melon, que distribui músicas ao país e está restrita em vários países ao redor do mundo, incluindo o Brasil.

A empresa Kakao M, também fez um comunicado oficial sobre o caso:

Não relacionado ao nosso acordo de licenciamento global preexistente com o Spotify, a Kakao M vem negociando separadamente com o Spotify em relação a um contrato doméstico para o fornecimento de música. Sem relação com o contrato doméstico, do qual ainda estamos negociando, recebemos uma notificação separada da expiração da nossa licença no dia 28 de fevereiro e solicitamos a renovação de nosso contrato global existente.

A INTERNET REAGE:

De acordo com o EXTRA, até às 17h do dia 28 de fevereiro, o Spotify configurou essa situação como o mais comentado no Twitter Brasil, com mais de 1,59 milhões de menções. Além dos fãs de K-pop, Tablo, do Epik High, também reagiu, dizendo em post no twitter:

Aparentemente, um desentendimento entre nosso distribuidor Kakao M e Spotify, fez nosso novo álbum do Epik High indisponível globalmente contra a nossa vontade. Independente de quem é a culpa, por que os artistas e os fãs são sempre os que sofrem quando as empresas colocam a ganância acima da arte?

Você usa o Spotify para ouvir K-pop? Então confira abaixo a lista de alguns grupos e artistas solos que foram removidos do catálogo:

  • Monsta X
  • Seventeen
  • Hyuna
  • IU
  • Mamamoo
  • Nu’est
  • Epik High
  • GFriend
  • CL
  • ZICO
  • Block B
  • Apink
  • The Boyz
  • MOMOLAND
  • BTOB
  • 4Minute
  • ASTRO
  • Jessi
  • WJSN
  • AOA
  • KARD
  • CNBlue
  • Pentagon
  • Lovelyz
  • VIXX
  • Infinite
  • Dreamcatcher
  • LOONA
  • ONEUS
  • Cravity
  • Sunmi
  • (G)I-dle
  • Hwasa
  • Sistar
  • Rain
  • April
  • CLC
  • Sistar
  • Hyolyn
  • Gugudan
  • CLC
  • Golden Child
  • VICTON
  • SF9
  • E muitos outros.
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Os 7 de Chicago | Review

Os-7-de-Chicago

Os 7 de Chicago foram um grupo de ativistas acusados de organizar conflitos em meio aos protestos contra a guerra do Vietnã. Contudo, originalmente o nome era “Chicago Eight”, com Bobby Seale, porém sua acusação foi retirada no meio do processo, originando assim o nome que intitulou a aula que foi esse filme da Netflix.

Os 7 de Chicago sai de um filme e se torna um documentário dramático entre ativistas acusados por inúmeros acontecimentos contra um tribunal um tanto parcial sobre o assunto, ao qual se esconde no manto da “justiça” e justifica seus ato como “legais”, fazendo desse processo um acervo histórico que ensina o quanto o sistema judicial pode ser falho e o porque a voz do povo deve ser sempre acima de qualquer órgão jurídico.

Antes de mais nada deve-se destacar que esse filme se coloca em um subgênero que afasta muitas pessoas: os filmes de tribunal têm em sua essência o diálogo. Praticamente noventa e nove por cento do filme é amarrado em conversas longas, mesmo assim todo mundo lembra daquela cena onde o personagem dá uma porrada na mesa, ou o tribunal está na gritaria, e no momento do plot todo o diálogo “faz sentido”. A verdade é que muitos não gostam de filmes assim porque não têm ação, pouco movimentado e para muitos rotulado injustamente de chatos, simplesmente porque não têm paciência, uma pena, pois está perdendo um dos melhores subgêneros do cinema.

Infelizmente esse filme sofre com a trama de filme de tribunal em alguns momentos, o excesso de diálogos é necessário e acontece o cansaço de assisti-lo. Graças ao grande trabalho de direção e edição, o filme consegue te prender pelo jogo de cenas e diálogos que amarram todo processo que viveram os ativistas acusados, brincando com o jogo de palavras que retorcia a verdade, enquanto uma coisa era dita em tribunal, o acontecimento era outra coisa fora de contexto.

Enfeitado por metáforas que explodem sua cabeça do quão parelho a realidade é o exemplo de um sistema judicial questionável (para não falar coisa pior), normalmente relacionado a guerra ou até a burguesia, os sete ativistas representavam vários tipos de ideologias que circundavam o momento de guerra dos anos 60, raramente passava por alguma mudança drástica, mesmo que todos do mesmo lado buscavam o mesmo objetivo, todos pensavam de forma diferentes, alguns defendiam o confronto com a polícia, outro acreditava na base do diálogos e outros só tomavam posse de parques públicos. Parece até muita coisa, mas na mão do diretor e roteirista Aaron Sorkin, responsável pelo filme A Rede Social e a cinebiografia Steve Jobs, essa grande produção teve seu equilíbrio entre drama e humor de forma impecável.

Para os amantes de filmes assim, não é só um prato cheio como te envolve em um drama de encher o coração de ódio e destruição, a cada esperança que se mostrava no julgamento era ceifada da forma mais injusta possível, todas elas argumentadas pelo juiz Julius Hoff (Frank Langella), que na época, após todo o julgamento polêmico foi afastado por ser incapaz de exercer tal posto. Porém a a atuação de Langella se sobrepôs a trama pelo momento que foi o julgamento dos sete de Chicago, todo o discurso dos advogados, os ativistas ali como possíveis culpados, os dois hippies como um breve alívio cômico estavam compondo todo o sistema judiciário que era encoberto pelo grande papel que exerceu Langella. Impossível não amá-lo depois de odiar o personagem por quase duas horas, afinal não estamos falando de ficção, essa parcialidade vindo de alguém que não devia escolher um lado no momento do tribunal chega a ser revoltante, elevando a carga dramática da trama.

Faça uma exceção a filmes de tribunal, sabemos que é só diálogo, mas não gostar de filmes assim porque acha muito parado, é só mera desculpa para não querer assistir esta obra maravilhosa, Os 7 de Chicago é a carga dramática de um momento histórico e vivido pelos Estados Unidos, o ativismo solidário às vítimas de uma guerra que só derramou sangue do povo estadunidense e vietnamitas e toda repressão policial contra movimentos de minorias que foram colocados como vandalismo e vagabundagem, tudo isso mostrado no que pode ter sido um dos maiores tribunais na década de 60 e que moldou muitas mentes jovens da época.

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Rent A Girlfriend | Segunda temporada é anunciada para 2022!

rent a girlfriend

Durante um evento especialmente realizado para trazer novidades sobre o anime de Rent-A-Girlfriend, foi anunciado que a segunda temporada estreia em 2022! A informação foi postada no twitter oficial do anime:

A primeira temporada do anime está disponível no serviço de streaming da Crunchyroll. O mangá, de Reiji Miyajima está em publicação no Japão desde 2017 e está em andamento com 19 volumes.

Sinopse: Kinoshita Kazuya é um estudante fracassado de 20 anos. Ele só beijou sua namorada uma única vez, e levou um fora depois de um mês. “Nossa, nunca mais quero passar por isso de novo.” Cheio de rancor, Kazuya decide apelar para um app de aluguel de namoradas para conseguir um encontro. Ele arranja um encontro e encontra Mizuhara Chizuru, que coloca seu longo cabelo preto atrás da orelha e o cumprimenta com um sorriso. Desse encontro de aluguel, pode surgir algo real! Uma comédia romântica sem eira nem beira, cheia de amor e reviravoltas!

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Anime baseado em Exterminador do Futuro será produzido pela Netflix

Nesta sexta-feira (26) a Netflix anunciou que irá produzir um anime da clássica franquia de ficção científica, O Exterminador do Futuro. A plataforma de streaming fará uma parceria com a produtora Skydance e o estúdio de anime Production I.G, onde Mattson Tomlin (The Batman) será o showrunner e produtor executivo.

Mitsuhisa Ishikawa, presidente da Production I.G se pronunciou sobre o assunto:

Eu perguntei ao meu velho amigo e colega, Mamoru Oshii, o que ele pensava sobre a ideia de transformar O Exterminador em uma série de anime. Sua resposta foi ‘Ishikawa, você ficou louco?’ Naquele instante tive certeza de que deveríamos embarcar nesse projeto. Como grandes fãs, nossa equipe da Production I.G está criando essa série com todo coração e alma. Esperamos que os fãs gostem!

O anime ainda não possui previsão de estreia.

O Exterminador do Futuro (Terminator) é um filme de ficção científica lançado originalmente em 1984, estrelado por Arnold Schwarzenegger. O longa fez tanto sucesso que rendeu mais dois filmes sequenciais, e outros três que foram lançados entre 2009 e 2019. Os dois últimos filmes da franquia foram produzidos pela Skydance, produtora que será responsável pelo novo anime. 

Sinopse: Num futuro próximo, a guerra entre humanos e máquinas foi deflagrada. Com a tecnologia a seu dispor, um plano inusitado é arquitetado pelas máquinas ao enviar para o passado um androide com a missão de matar a mãe daquele que viria a se transformar num líder e seu pior inimigo. Contudo, os humanos também conseguem enviar um representante para proteger a mulher e tentar garantir o futuro da humanidade.

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Little Nightmares 2 | Review

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Jogos de plataforma e jogos de horror tem um lugar especial no meu coração já um bom tempo, a ponto de serem meus dois “tipos” favoritos, entretanto, não é sempre que esses dois gêneros conseguem ser misturados de maneira harmoniosa a fazerem algo que valha a pena ser jogado. O lançamento de Limbo há alguns anos atrás trouxe a tona as possibilidades dessa mistura, com uma pegada “infantil” onde os elementos de terror contratavam com o design mais “fofo” da produção.

Depois do lançamento de Limbo tivemos outros títulos que começaram a se destacar, principalmente de estudos independentes, mas foi Little Nightmares, em 2017, que realmente deu um grande salto no gênero.

Quando o título foi lançado, havia algo nele que não em cativou. Depois de algumas tentativas frustradas do jogo, eu acabei desistindo por uma falta de apego a trama. Há dois anos, em 2019, eu resolvi dar mais uma chance a produção, e dessa vez fui agraciada com uma experiência fantástica e absolutamente imersiva que conseguiu um espaço entre meus títulos favoritos da última década.

O que é Little Nightmares?

Seguindo o formato de plataforma com gráficos 3D e elementos de aventura e terror. A jogabilidade é constituída de puzzles que variam entre o avanço das próprias plataformas, até pequenos mistérios que se amarram a uma trama sombria e surreal.

O jogo desenvolvido pela Tarsier Studios não é muito longo, mas possuiu três DLC que expandiram seu universo e deram “respostas” ao enredo que não se preocupa muito em esclarecer o jogador sobre o que está se passando. A atmosfera surrealista e fantástica do jogo é um dos seus principais charmes, que dá espaço para diferentes interpretações.

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Trama, Personagens e Continuação

Antes de continuar já devo avisar que a partir desse ponto haverá spoilers do primeiro jogo da franquia, assim como de sua continuação.

Little Nightmares é sobre uma garota, Six, que acorda em um navio onde ela deseja desesperadamente escapar. Entretanto, nesse ambiente, ela é surpreendida por criaturas gigantescas e deformadas que tem como objetivo capturá-la e devorá-la. No primeiro jogo ainda somos apresentados a outro personagem (ou personagens) que são os Gnomes (gnomos), pequenas criaturinhas que no primeiro momento tem medo da Six, mas após um contato afetivo acabam servindo como ajudantes em sua escapada.

O vilão principal de Little Nightmares I consiste na Dama (The Lady) uma figura que se distingue dos outros inimigos por ser esguia e possuir uma aparência mais “agradável”. Durante o jogo descobrimos que Six está sofrendo de uma terrível fome que não pode ser saciada por nenhum tipo de alimento, e ao que parece, essa fome é devida ao fato dele ser um ser sobrenatural filha da “Dama” onde seus poderes consistem na absorção de energia/fonte vital de outros seres vivos para se manter jovem para sempre. O jogo acaba com a Six eliminando a Dama e absorvendo seus poderes, escapando do Navio para um futuro desconhecido.

Nas DLC do primeiro jogo (três no total) somos um outro personagem que irá viver uma trama que acontece ao mesmo tempo que a do jogo original. Nessas DLC somos um menino que, assim como Six, tenta fugir do navio. Durante essa história descobrimos mais a respeito dos inimigos, assim como dos Gnomes, e o porquê eles têm tanto medo da Six (no final somos transformados em um e devorados pela garota).

O segundo jogo da franquia, Little Nightmares 2, conta o “prólogo” do jogo original, onde assumimos o papel de Mono, um jovem que encontra Six perdida e tenta desesperadamente ajudá-la enquanto ambos fogem de outros inimigos. Diferente do primeiro jogo, nessa sequência estamos em diversos ambientes diferentes como uma fazenda, uma escola, um hospital, uma cidade e uma dimensão paralela. O único elemento em comum entre todos esses ambientes é a constante presença de aparelhos de televisão que captam a atenção de “adultos” e do próprio Mono, como se o atraíssem para uma armadilha.

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Jogabilidade e elementos

Enquanto o primeiro jogo aposta em elementos puzzle e de plataforma, o segundo jogo se arrisca mais no gênero de horror, com cenas extensas de “furtividade” onde temos que passar despercebidos pelos inimigos. Também há um número maior de cenas de “combate”, mas a sequência em si é muito mais sombria comparada ao primeiro título. Ambos os jogos possuem mais ou menos a mesma durabilidade (cerca de quatro horas) e são divididos em capítulos, sendo que no primeiro jogo temos capítulos mais lentos no início e um fim mais emocionante, enquanto na sequência os primeiros capítulos são os que estão recheados de ação, enquanto o último volta as origens com os elementos de quebra-cabeça e plataforma.

A jogabilidade é concisa e muito bem feita, com mecanismos fáceis e intuitivos, não deixando nenhum espaço para qualquer tipo de reclamação. Quanto aos outros elementos do jogo, como os gráficos e trilha sonora, todos eles também são de excelente qualidade, deixando bem claro porque a Bandai optou por adquirir os direitos autorais da franquia e publicar o jogo, os desenvolvedores não pouparam esforços em fazer Little Nightmares, e conseguiram entregar um tesouro.

Além disso, tanto o primeiro quanto o segundo jogos contam com colecionáveis que garantem cenas extras e momentos diferenciados para o jogador, um pequeno prêmio para aqueles que forem fãs de explorar cada canto das telas.

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Teorias, Interpretações e Explicações

Uma das coisas mais incríveis de The Little Nightmares é o clima surreal que dá aos jogadores as possibilidades de criar teorias ou até mesmo ter diferentes interpretações. Com uma rápida busca no google você rapidamente irá encontrar diversos textos tentando “explicar” ambos os jogos, falando sobre as pistas que nos são dadas, e o que podemos “tirar” do título. Eu consigo ver elementos claros de críticas sociais em ambos os games, seja no primeiro ao consumo, quanto no segundo a mídia, mas como autora, eu vejo mais como um conjunto de elementos que os criadores elaboraram a fim de dar aos jogadores a possibilidade de tirar suas próprias conclusões baseadas em suas experiências prévias. Me faz lembrar os filmes de Romero onde a crítica ao consumo desenfreado é pano de fundo para um filme de ação e horror com zumbis comedores de cérebro.

Sendo assim, NA MINHA OPINIÃO (e que fique claro que aqui são apenas meus pensamentos com as experiências que eu possuo) Little Nightmares 2 é sobre o impacto da mídia na população, principalmente em adultos, falando sobre alienação, roubo de identidade e perda de personalidade. A ideia de ter como protagonistas crianças remete a questão da inocência e pureza antes do estabelecimento de princípios moldados pela sociedade. E se eu fosse fazer um cruzamento mais ambicioso, eu poderia comparar o primeiro jogo ao livro A Revolução dos Bichos, enquanto o segundo me lembra 1964, ambos do gênio George Orwell.

É claro que ainda há muito o que se dizer sobre os vilões, os ambientes, as passagens temporais e os portais, mas nesse sentido sinto que minhas opiniões são muito similares aos de qualquer outro na internet, então você pode encontrar as respostas rapidamente no google.

Little Nightmares 2 é uma continuação deliciosa e cruel para seu antecessor, entregando um trabalho excelente que faz jus ao primeiro título da série, e nos faz querer saber mais sobre esse universo fantástico que foi criado. Entretanto, com a trama bem fechadinha, me pergunto se há – ou não – a necessidade de uma continuação sendo que o trabalho entregue já foi muito bom.

Little Nightmares 2 pode ser encontrado nas principais lojas do país pelo valor sugerido de R$ 179,90 (versões físicas de PlayStation 4 ou Xbox One). Para mais informações sobre Little Nightmares 2 e outros títulos da BANDAI NAMCO Entertainment America Inc., acesse o SITE OFICIAL.

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Fã recria The Legend of Zelda: Ocarina of Time

A riqueza de The Legend of Zelda: Ocarina of Time – um dos jogos mais aclamados pela crítica – é admirada até os dias de hoje. Lançado em 1998, Ocarina of Time foi um marco da transição do action RPG do 2D para o 3D. Sendo admirado pelo quão bem a Nintendo conseguiu lidar com essa mudança, ao apresentar uma jogabilidade fluida para a época com um sistema de combate de target (gerenciamento de mira entre vários adversários) que é referência nos jogos atuais. Além da inesquecível trilha sonora feita pelo compositor Koji Kondo, fundamental para moldar o destino da narrativa e contribuir com a ambientação do jogo.

Motivado por estes e outros motivos, o programador Yianni Papazis fã da franquia Zelda, decidiu refazer Ocarina of Time em um projeto que já dura 6 anos, mas que recentemente surpreendeu a todos com o novo vídeo compartilhado em suas redes sociais onde Papazis apresenta a Cidade do Castelo, cenário tão marcante para os jogadores. Confira:

No vídeo, fica nítido o cuidado do programador em recriar os elementos do jogo de forma fiel ao original, incluindo a trilha sonora. Além da mecânica dos NPC ‘s que funcionam com uma rotina própria bem mais articulada. Tudo isso moldado pelos gráficos da nova geração, sem perder as cores e a nostalgia de 1998. 

Sinopse: Link parte em uma jornada lendária no tempo para parar Ganondorf, o Rei dos Ladrões de Gerudo que está em busca da Triforce, uma relíquia sagrada que dá a seu detentor o poder final. 

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State of Play | SIFU é anunciado para PS4 e PS5

SIFU

 

SIFU, o novo jogo do estúdio Sloclap foi anunciado durante o State of Play na última quinta-feira (25). No trailer, vários personagens aparecem lutando e usando o combate corpo a corpo em uma jogabilidade de artes marciais, que segundo o próprio estúdio será  “Um jogo de ação com intensas e autênticas lutas de kung fu”. Confira:

Com uma experiência em 3° pessoa, SIFU contará a história de um estudante de kung fu que busca vingança pela morte de seus pais. Depois de oito anos de treinamento, o jovem sai à procura do grupo responsável pelo assassinato carregando junto a ele um medalhão mágico que o revive se for morto, porém, o personagem envelhece cada vez que volta à vida cabendo ao jogador conseguir terminar a caçada antes que ela se reinicie.

“Estamos animados por finalmente compartilhar nosso trabalho com a comunidade PlayStation. Nosso comprometimento é fazer com que Sifu seja uma experiência especial de artes marciais, assim como uma autêntica e respeitosa homenagem ao kung fu”. 

-Felix Garczynsk, gerente de marketing da Sloclap

 

SIFU será lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5 ainda este ano.

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Melhores Jogos Pokémon | Top Suco

Os pokésucomaniacos se reuniram e digladiaram durante intensas batalhas para escolher os melhores jogos de Pokémon. Então pegue sua pokébola e prepare-se para esse Top Suco de Melhores Jogos Pokémon num clima de festa aos 25 anos da Franquia:

Menção Honrosa: Pokémon Let’s Go, Eevee! & Pikachu! (Nintendo Switch, 2018)

A homenagem para a releitura dos primeiros jogos da franquia e que impressionou a todos quando deu as caras no Nintendo Switch. Com elementos do Pokémon Go e até funcionalidade com o game de mobile, Pokémon Let’s Go aproximou novos jogadores para a franquia e o controle pokébola… que delicia ter a sensação de jogar ela, mas não acerte o monitor!

8. Pokémon TCG (Game Boy Color – 1998)

Como não ter o primeiro jogo da linha de Trading Card Game de Pokémon nesse Top não é mesmo? Com todas as regras e cartas do primeiro set básico e as expansões Fóssil e Selva. Pokémon TCG era fiel e desafiador. 8 ginásios, conseguir cartas e melhorar seus baralhos, além de conquistar as exclusivas cartas lendárias da elite dos 4.

7. Pokémon Emerald (Game Boy Advance – 2004)

Fechando a Trilogia de Hoenn, Pokémon Emerald é um titulo único que unifica as histórias de Ruby e Sapphire desafiando você a enfrentar ambas e suas suas ambições. Há uma  mudanças e adições de locais como a Mirage Tower e as Battle Tents e no fim do jogo o grande desafio da Battle Frontier e suas 7 medalhas.

6. Pokémon Stadium (Nintendo 64 – 1999)

Por que não elevar as batalhas 2D do Game Boy para o 3D? O Primeiro Pokémon Stadium marcou muito as batalhas, alugue ou transfira de seu Game Boy, para horas e horas de batalhas no desafio dos ginásios ou divirta-se com os mini games, pula MAGIKARP ! (Que ganharia um jogo para os mobiles em 2017)

5. Pokémon Snap (Nintendo 64 – 1999)

Nem todo Pokémon é de batalha, mas pode se tornar uma ao tentar tirar a melhor foto. Pokémon Snap é outro icônico game de perder horas para receber bons pontos ou descobrir os segredos e ter acesso a fase do Mew. Agora estamos no aguardo do New Pokémon Snap anunciado para Nintendo Switch… eram 151 agora… vai gastar bons rolos de filme.

4. Pokémon Black (Nintendo DS – 2010)

Como não olhar para a capa de Pokémon Black e pensar que é o jogo que servira de base para a geração 3DS. As animações dos Pokémon, a câmera dinâmica, o foco durante as batalhas a conectividade multijogador. Além de um grande roteiro e funcionalidades que fez pela primeira vez na franquia ter uma segunda versão: Black 2 em 2012.

3. Pokémon Red (Game Boy -1996)

Claro que o aniversariante não estaria fora desta lista! Onde tudo começou, o Nidorino contra o Gengar, o professor Oak chamando para o vasto universo repleto de monstros de bolso, seu rival Blue e as cidades com nome de cores. Precisa falar mais do clássico? Squirtle é o melhor!

2. Pokémon Gold, Silver & Crystal (Game Boy Color – 1999 & 2000)

[EMPATE TÉCNICO] É um novo mundo de aventuras, Pokémon Johto, agora em Gold e Silver. É a geração dos novos Pokémon, novas batalhas de ginásio e uma dor de cabeça né Miltank? Os novos pássaros e cães e um pós game com a região de Kanto inteira, outro desafio a elite dos 4 e a batalha com o antecessor e mestre Red. Crystal trouxe um pouco mais da história da região atrás de Celebi e as animações no inicio da batalha. E como não lembrar do Shiny Gyarados e descobrir que existia um desafio ainda maior do que capturar todos eles?

1. Pokémon Yellow (Game Boy – 1998)

A Edição Especial do Pikachu, aquela sensação do anime dentro do videogame, Pikachu que não entra na pokébola e tem emoções, Squirtle, Chamander e Bulbasaur estão disponíveis. Seu rival com a opção Gary e seu Eevee que evoluiria dependendo das primeiras batalhas. A primeira vez que o som do Pikachu seria “Pikachu” mesmo. Se você não jogou, jogue! Ou Jessie e James, juntos de Koffing, Ekans e Meowth vão roubar seu Pikachu para o Giovanni!