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Onna-Bugeisha | Conheça As Mulheres Guerreiras do Japão

Apesar de não ser bem divulgado e até esquecido, as mulheres japonesas também fizeram parte das guerras no Japão, sendo algumas líderes e outras defendendo suas comunidades. Essas mulheres eram chamadas de onna-bugeisha (“Mestre em Artes Marciais”), também conhecidas como onna-musha (“Guerreira”).

Quem eram as Onna-bugeisha?

Antes mesmo dos samurais surgirem como uma classe guerreira, as mulheres já aprendiam a dominar a naginata (bastão com uma lâmina), kaiken (pequena adaga) e a arte do tantojutsu (luta com pequenas adagas ou facas) para proteger suas comunidades, já que poucos ficavam nas comunidades por causa das batalhas dentro e fora do país.

As onna-bugeisha pertenciam ao bushi, uma classe nobre de guerreiros japoneses que já existia antes do termo samurai começar a ser usado. Entre os séculos XII e XIX, essas mulheres da alta classe eram treinadas na arte da guerra e usavam a naginata principalmente para a defesa. Caso suas comunidades fossem atacadas pelos inimigos, as onna-bugeisha lutavam até a morte.

Além disso, elas abriram escolas por todo o Japão para treinar mulheres jovens nas artes marciais e estratégia militar.

Naginata – A Arma das Mulheres

A principal arma das onna-bugeisha era a naginata, um tipo de bastão com uma lâmina curvada na ponta. Na Era Edo (1603 – 1868), a naginata se tornou um símbolo de status e geralmente fazia parte do dote das mulheres nobres. Mais tarde, na Era Meiji (1867 – 1912), ela se tornou popular nas artes marciais femininas e muitas escolas focadas na naginata foram criadas.

Excelentes para ataques a uma distância segura, as naginata pesam cerca de 650g e medem mais de 2 metros, e por conta do seu comprimento e leveza, ela era muito utilizada para compensar a força e o tamanho das mulheres contra os homens em batalha.

Mulheres com Naginata na Cidade de Ferro de Princesa Mononoke

A Lenda da Imperatriz Jingu

Uma das primeiras onna-bugeisha da história foi a Imperatriz Jingu (169 – 269), que após a morte de seu marido, o Imperador Chuai, tomou o trono e liderou pessoalmente uma expedição para o oeste, atual Coréia, e saiu vitoriosa. De acordo com registros históricos, Jingu era uma grande guerreira que desafiava as regras da sociedade, lutando até mesmo grávida e usando roupas masculinas. Ela governou o Japão por 70 anos até sua morte aos 100 anos.

Além disso, dizem que ela usou suas habilidades para promover as mudanças econômicas e sociais no começo do Período Yamato no Japão. Apesar de sua existência ser controversa, onde os historiadores não têm certeza se ela é uma lenda ou não, ela foi um exemplo das onna-musha na cultura japonesa e chegou a aparecer nas notas de dinheiro japonesas em 1881.

Imperatriz Jingu (créditos universidade de waseda)

Hojo Masako

A esposa do primeiro shogun (comandante do exército) da Era Kamakura (1185 – 1333), Hojo Masasko foi a primeira onna-bugeisha a ser uma peça importante na política. Após a morte de seu marido, Masako se tornou uma freira budista, mas continuou a se envolver na política. Ela teve um papel importante moldando a carreira de seus dois filhos, Minamoto no Yoriie e Minamoto no Sanetomo, que se tornaram o segundo e terceiro shogun.

Sob seu governo, a corte permitiu que as mulheres tivessem direitos iguais de herança e ganhassem um papel doméstico, controlando as finanças, sustentando suas casas, tendo empregados e criando seus filhos para se tornarem samurais.

Hojo Masako Carregando uma Naginata por Adachi Ginko (domínio público)

Tomoe Gozen

Durante a Guerra Genpei (1180-1185) entre os clãs Minamoto e Taira, surgiu uma das maiores guerreiras do Japão, Tomoe Gozen, que servia a Minamoto no Yoshinaka do Clã Minamoto.

Na história do século XIV, “O Conto de Heike”, ela é descrita como uma grande arqueira e espadachim que valia por 100 guerreiros e que estava sempre pronta para enfrentar deuses e demônios, fosse a pé ou a cavalo. Ela ficou conhecida por ter sido uma das poucas guerreiras que ficavam na linha de ataque, conhecidas como onna-musha, já que a defesa era mais comum para as onna-bugeisha.

No campo de batalha, ela era respeitada e tinha a confiança de suas tropas. Em 1184, ela liderou mais de 300 samurais em uma batalha terrível contra 2000 samurais do Clã Taiga e foi uma das 5 sobreviventes do confronto. Já na Batalha de Awazu, ela derrotou o líder do Clã Musashi, decapitando-o e guardando sua cabeça como troféu. Sua reputação era tão alta que seu líder, Kiso no Yoshinaka, a considerava a melhor general do Japão.

Além disso, Tomoe teve grande impacto na classe bushi e nas escolas de naginata, e suas ações renderam inspirações para peças de teatro, como “Tomoe no Monogatari” (A História de Tomoe) e vários ukiyo-e (tipo de xilogravura).

Tomoe Gozen na Batalha de Awazu por Utagawa Yoshikazu (domínio público)

Joshitai – O Exército Feminino

Durante a Batalha de Aizu em 1868, uma guerreira de 21 anos chamada Nakano Takeko liderou um grupo de guerreiras chamadas Joshitai (“Exército Feminino”) contra as forças do imperador. Filha de um oficial de alta patente da corte imperial, Takeko recebeu uma ótima educação e aprendeu artes marciais e como usar a naginata. Sob seu comando, as Joshitai lutaram ao lado dos samurais, matando muitos inimigos em combate. Hoje em dia, ela tem uma estátua no Templo Hokai-ji em Aizubange, na província de Fukushima.

Ilustração Mostrando uma mulher acompanhando os homens em uma batalha (créditos Lepidlizard)

Outras Mulheres nos Campos de Batalha do Japão

Durante a Era Sengoku, há vários relatos de mulheres lutando ativamente nos campos de batalha, como o caso de Myorin que inspirou o povo a lutar contra 3000 soldados do Clã Shimazu; Kaihime que lutou contra o Clã Toyotomi no cerco de Oshi (1590); Onamihime que se tornou a líder representativa do Clã Nikaido e lutou em várias batalhas contra seu sobrinho Date Masamune; Akai Teruko, que ficou famosa por lutar até os 76 anos e ficou conhecida como “A Mulher Mais Forte do Período dos Reinos em Guerra”; e Tsuruhime que ganhou o título de “Joana d’Arc do Japão” e se estabeleceu como uma das guerreiras mais conhecidas da história japonesa.

Durante este período em que os clãs batalhavam por território, as mulheres nobres e até mesmo camponesas de seitas budistas entraram nos campos de batalha. Elas lutaram até a unificação do Japão por Toyotomi Hideyoshi e, após sua morte, sua concubina Yodo assumiu a liderança do Clã Toyotomi.

Na Era Sengoku (1467 – 1615), a esposa do shogun Ashikaga Yoshimasa, Hino Tomiko, foi contra a ideia do marido de abdicar seu cargo para seu irmão mais novo, e por conta disso Tomiko buscou o apoio político e militar para governar como regente até o nascimento de seu filho. Ela ganhou o apoio de líderes de clãs de samurais poderosos e foi à guerra contra Yoshimasa e seus apoiadores.

Em 1580, uma mulher do clã Bessho se juntou a uma rebelião contra Toyotomi Hideyoshi durante o cerco de Miki. Seu marido Bessho Yoshichika foi um dos líderes da rebelião e desempenhou um papel fundamental durante o cerco, aliando-se ao Clã Mori.

No século XVI, já havia unidades consistindo apenas de mulheres, como foi o caso de Ikeda Sen, que liderou 200 mulheres mosqueteiras (Teppo) nas batalhas de Shizugatake e Komaki-Nagakute.

Outras guerreiras notáveis incluem Otazu no Kata, que comandou mais 300 soldados para defender o Castelo de Hikuma contra as tropas de Tokugawa Ieyasu e lutou até o final armada de uma naginata ao lado de outras 18 mulheres armadas; Ueno Tsuruhime, que liderou 34 mulheres em uma missão suicida contra o exército Mori; e Tachibana Ginchiyo, a líder do Clã Tachibana que lutou com suas tropas femininas na Campanha de Kyushu (1586) e no Cerco de Yanagawa (1600), e que ainda organizou uma resistência formada por freiras budistas contra o avanço do Exército Oriental.

Retrato de Komatsuhime

Kunoichi – As Ninjas Femininas

No século XVI, começaram a surgir as mulheres ninjas, chamadas de kunoichi, que eram assassinas, espiãs e mensageiras treinadas nas artes marciais do taijutsu, kenjutsu e ninjutsu.

Um exemplo histórico é Mochizuki Chiyome, uma poeta e nobre que foi contratada por um daimyo para criar um grupo secreto de espionagem composto somente por mulheres. Chiyome recrutou prostitutas e mulheres rebeldes, e as treinou para se tornarem informantes, mensageiras e assassinas. Com o tempo, sua rede de kunoichi aprendeu a se disfarçar como sacerdotisas, monjas e geishas, para que elas pudessem andar livremente e ter acesso a seus alvos. Sua rede chegou a ter centenas de agentes que serviam o Clã Takeda.

O Fim das Onna-bugeisha

No início do século XVII, houve uma grande mudança no papel da mulher no Japão. Como os samurais pararam de lutar e viraram burocratas, a função das onna-bugeisha também mudou. Muitos samurais começaram a ver as mulheres como simples geradoras de filhos que não podiam ir para a guerra e deviam ser passivas e obedientes.

Viajar durante a Era Edo também se tornou muito difícil para as mulheres por causa das restrições impostas. Elas só podiam viajar se estivessem acompanhadas por um homem e se tivessem permissão especial e, além disso, precisavam passar por inspeções abusivas nos pontos de controle.

O último registro das mulheres na classe samurai foi na Rebelião de Satsuma em 1877, onde muitas mulheres lutaram para defender a cidade de Kagoshima. A rebelião também acabou com a classe samurai por causa da criação do novo Exército Imperial Japonês.

A Guerreira Hangaku Gozen por Yoshitoshi (créditos Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos)

Legado

No Japão, Tomoe Gozen e Nakano Takeko influenciaram as escolas de naginata com suas técnicas. Compostas por homens e mulheres, essas escolas costumam reverenciar o onna-musha. Além disso, durante o festival anual de outono de Aizu, mulheres vestindo o hakama e usando bandanas brancas participam da procissão para comemorar os feitos de Nakano e do Joshitai.

Outros exemplos importantes são Yamakawa Futaba e Niijima Yae, que se tornaram símbolos da luta pelos direitos das mulheres japonesas. Algumas onna-musha ainda se tornaram ícones de uma cidade ou prefeitura, como Ii Naotora e Tachibana Ginchiyo, que são frequentemente celebradas nos festivais das cidades Hamamatsu e Yanagawa, respectivamente. Já a freira budista e guerreira Myorin é celebrada na região de Tsurusaki, na cidade de Oita, enquanto Ohori Tsuruhime é a protagonista de vários festivais e do folclore local na ilha de Omishima.

Setsuna de Yashahime usa uma naginata

Hoje em dia, várias outras mulheres da classe samurai ainda são celebradas através da cultura pop, no comércio e no folclore.

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BaekHyun tem seu comeback solo confirmado para março!

A SM Entertainment, empresa que agencia BaekHyun, confirmou que o artista fará seu comeback com um álbum que será lançado dia 30 de março! Em maio de 2020, o idol lançou o álbum ‘Delight‘, com a faixa-título ‘Candy‘.

Apontado pela Forbes como um dos idols solistas com potencial para estourar na América em 2021, o integrante do EXO e SuperM, estabeleceu dois recordes como artista solo: Ele foi o primeiro artista solo coreano, em 19 anos, a ultrapassar 1 milhão de vendas físicas de álbuns em um mês com ‘Delight‘, que tornou-se também o álbum solo mais vendido na história do chart ‘Gaon‘.

Fiquem atentos para mais informações!

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Havaianas lança coleção com protagonistas mulheres de séries da Netflix e cria a campanha #EscuteMinhaVoz

Neste mês, Havaianas está lançando uma nova campanha global com foco no empoderamento feminino, inspirada em protagonistas mulheres de títulos icônicos da Netflix.

A nova coleção contará com quatro sandálias que trarão estampadas as personagens Eleven de Stranger Things, Nairobi de La Casa De Papel, Maeve de Sex Education e Yennefer de The Witcher.

Cada Havaianas trará estampada uma frase icônica falada pelas personagens em momentos decisivos de suas histórias nas séries. Com o tema #EscuteMinhaVoz, a campanha visa incentivar as mulheres a sempre dizerem o que sentem e a compartilharem suas histórias para inspirar umas às outras.

As personagens foram selecionadas não apenas por serem super populares entre os fãs, mas também pela mensagem que transmitem, afirma Fernanda Romano, CMO da Alpargatas. “Escolhemos quatro protagonistas mulheres com personalidades e histórias distintas, mas que têm algo em comum: o poder feminino”.

Durante o mês de março, além do lançamento da coleção, também será disponibilizado um vídeo da campanha nas redes sociais de Havaianas com a história de quatro mulheres reais, que se identificam com as personagens da Netflix e as lutas individuais de cada uma delas. A ideia é mostrar que, embora todos tenhamos histórias diferentes, ainda resta muito em comum e a história de cada pessoa pode ajudar outras mulheres a se sentirem mais seguras para compartilharem suas próprias histórias.

A nova coleção de Havaianas tem lançamento marcado para março e será disponibilizada no Brasil, em toda a América Latina, nos Estados Unidos, na Europa e na Índia, tanto nas lojas físicas quanto on-line, com tamanhos que variam de 33/34 a 45/46.

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Blackpink e Kim Eun Hee são mulheres de impacto global no entretenimento segundo “Variety”!

No dia 4 de março, a revista online “Variety” listou o grupo de k-pop Blackpink e a dramaturga e roteirista sul-coreana Kim Eun Hee, escritora série de zumbis “Kingdom“, como “Mulheres que causaram impacto no entretenimento global“, em homenagem ao dia internacional da mulher neste 8 de março!

A revista refere-se ao Blackpink como “Titãs do K-pop“, e diz que, embora o grupo tenha feito sucesso em 2019, foi no ano passado, um ano de isolamento social e sem fazer turnês, que o grupo consolidou seu estrelato! Para justificar a presença na lista, o site mostra os feitos do quarteto, que inclui:

Lançar um álbum em outubro; liderar a parada musical do iTunes em 57 territórios; Lançar o documentário – Disponível na Netflix – “Light Up the Sky“; Realização de um show pay-per-view global em janeiro e, o vídeo “How You Like That” alcançou 86.3 milhões de visualizações em 24 horas no YouTube! De fato, o a popularidade das meninas não têm limite!

Kingdom” foi a segunda série coreana original da Netflix, e foi escrita por Kim Eun Hee. Segundo o site, a escritora conseguiu um grande feito: Incorporar dois gêneros quentes em uma única trama; Um drama histórico com suspense e ação zumbi! Além disso, Kim está escrevendo o roteiro de “Ashin of the North“, episódio especial de Kingdom que chegará na Netflix neste ano de 2021. O episódio contará e história da misteriosa personagem que ela mesma criou: Ashin! Os feitos da escritora vão muito além de Kingdom: Kim também está escrevendo “Mount Jiri“, que será lançado ainda neste ano, para a tvN e iQiyi da China.

A lista mostra 54 mulheres admiráveis do entretenimento global, e além do Blackpink e de Kim Eun Hee, estão incluídas mulheres notáveis como a cantora Dua Lipa, a atriz chinesa Gong Li e a estrela de Hollywood Cate Blanchett.

Parabéns a todas as mulheres!

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Sailor Moon Crystal ganha coleção de roupas infantis

Sailor Moon é um dos títulos favoritos de muitos apaixonados por animes clássicos e que marcaram uma geração. Uma colaboração entre a obra de Naoko Takeuchi e a marca infantil Mezzo Piano inspirada em Sailor Moon Crystal, chega para encantar as mamães com uma linha exclusiva para bebês.

Confira os itens:

O lançamento é composto por quatro itens que consistem em macacão, vestido, um saia e T-shirt que podem ser combinados. As estampas são cheias de referências ao anime e trazem toda a doçura e magia presentes na obra direto para o guarda-roupas dos pequenos. Além disso, os tamanhos disponíveis são categorizados como tamanho bebê e infantil (90cm-130cm) e recém-nascido (50cm-70cm).

A data de lançamento oficial está marcada para o dia 13 de março. Confira mais sobre a coleção AQUI.


Sinopse: Usagi é uma garota desajeitada e chorona do oitavo ano. Certo dia, ela encontra Luna, uma gata preta que possui uma marca de lua crescente na testa, e transforma-se numa bela guardiã do amor e da justiça: a Sailor Moon. Como a guardiã da justiça, Usagi recebe a missão de proteger uma princesa e de encontrar suas outras companheiras guardiãs, além de um lendário Cristal Prateado. Entretanto, a Rainha Beryl do Reino das Trevas envia  suas subordinadas à cidade onde Usagi vive.

Leia mais sobre Sailor Moon.

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Lutas protagonizadas por mulheres nos animes

Hoje, 8 de março, é Dia Internacional da Mulher! Para celebrar esta data tão importante, decidimos trazer uma lista com lutas protagonizadas por mulheres nos animes. Representando nossa luta diária, vamos a esses momentos épicos. 

Confira também: Mulheres que Representam nos ANIMES

Nami vs Kalifa (One Piece)

Lutas protagonizadas por mulheres

Nami não é uma personagem muito forte no quesito luta. Mas, em certo momento em Enies Lobby, ela tem que enfrentar Kalifa, um dos membros da organização CP9. 

Esta é uma luta que vai além da força física. Para derrotar os poderes bizarros de Kalifa, Nami monta uma estratégia em pouco tempo, mesmo sendo atacada constantemente pela adversária. Em situação de crise, a personagem mostra que consegue superar suas limitações utilizando a inteligência para obter o melhor resultado com seu bastão climático.

Asuna vs Yuuki (Sword Art Online)

Asuna vs Yuuki

Na segunda temporada de Sword Art Online, presenciamos uma das melhores cenas do anime. Asuna e Yuuki testam suas forças uma com a outra, mostrando que nenhuma está ali para brincadeira. 

A cena é linda, bem animada, e mostra como mulheres têm sim potencial para protagonizar momentos épicos como este. Além de tudo, o laço criado após isso só torna a luta ainda mais especial. 

Uraraka vs Bakugou (My Hero Academia)

Lutas protagonizadas por mulheres

Uraraka infelizmente não recebe tanto destaque como merece, mas teve um momento em que brilhou e mostrou seu potencial em My Hero Academia

Na segunda temporada, Uraraka enfrenta Bakugou no torneio escolar. Mesmo sabendo que a possibilidade de ganhar era pequena, ela não desistiu e foi até o fim. Protagonizou uma luta digna de ser lembrada nesta lista. 

Sailor Moon vs Queen Beryl (Sailor Moon)

Sailor Moon vs Queen Beryl

As Sailors enfrentam sua maior batalha ao final da primeira temporada. Após todas as lutas de suas amigas terem um final trágico, Sailor Moon enfrenta a grande vilã Queen Beryl. O golpe final uniu suas forças com as das demais Sailors, cena de arrepiar. 

É uma luta extremamente emocionante. Acompanhamos cada uma das Sailors dando tudo de si e enfrentando seus maiores desafios para salvar a todos. 

Ryuko Matoi vs Satsuki Kiryuin (Kill la Kill)

 ryuko matoi vs satsuki kiryuin

Kill la Kill é conhecido por ter cenas de lutas incríveis, mas uma que se destaca entre tantas é a da Ryuko contra a Satsuki. Quando essas duas potências se encontram, cada momento se torna épico. 

As rivais protagonizam uma luta à altura de sua trajetória. Utilizando seus melhores ataques e poderes especiais, batalham de igual para igual. A cena deixa o público aflito, sem saber quem vai ganhar. Um momento memorável do anime. 

Número 18 vs Vegeta (Dragon Ball Z)

lutas protagonizadas por mulheres

Todo mundo conhece a força de Vegeta, mas é surpreendente quando ele luta contra a Número 18. A personagem não só se iguala a ele, como o supera em diversos momentos. 

Em poucos segundos, ela “tira” o sorriso de deboche de Vegeta, quebra seu braço e lhe dá uma surra memorável. Não é atoa que a Número 18 conquistou diversos fãs, inclusive o próprio Kuririn. Com uma força extrema e habilidade de batalha incrível, essa luta ficou marcada mesmo após tantos acontecimentos posteriores no anime. 

Sakura e Chiyo vs Sasori (Naruto Shippuden)

Sakura vs Sasori

Para quem acompanha Naruto desde o começo, sabe que a Sakura recebeu o título de “inútil” por alguns fãs do anime. Não vamos entrar aqui na discussão se ela é mesmo ou se foi apenas mal explorada, mas algo é inegável: ela mostrou todo seu potencial contra o Sasori. 

Sakura e Chiyo são as primeiras a derrotar um membro da Akatsuki, protagonizando uma luta tensa, mas incrível. A dupla trabalha muito bem, mesmo fazendo pouco tempo que se conheciam. Elas se protegem, destroem diversas marionetes e derrotam o adversário depois de quase morrerem algumas vezes. 

Menções honrosas

Vamos citar rapidamente algumas lutas que também foram memoráveis:

  • Mikasa vs Titã Fêmea (Shingeki no Kyojin)
  • Erza vs 100 Monstros (Fairy Tail)
  • Tsunade vs Orochimaru (Naruto Clássico)
  • Lucy vs Nana (Elfen Lied)
  • Saber vs Berserk (Fate/Stay Night)
  • Clare vs Priscila (Claymore)
  • Rukia vs Aaroniero (Bleach)
  • Mami vs Homura (Madoka Magica)

Por mais lutas protagonizadas por mulheres

Apesar de termos avançado muito nesta luta, ainda há muito mais o que se conquistar, e um exemplo disso é a representatividade no audiovisual. É extremamente importante ver mulheres incríveis na tela, principalmente para meninas mais novas. 

Ainda há muitas lutas protagonizadas por mulheres que merecem ser lembradas. Vamos criar esta corrente e aumentar essa lista! Então cite nos comentários em nossas redes aquela luta que merece destaque. 

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Hataraku Maou-sama! ganha segunda temporada após 8 anos

Hoje (6), no primeiro dia do evento Kadokawa Light Novel Expo foi divulgado um trailer promocional da nova temporada de Hataraku Maou-sama! (The Devil is a Part-timer!) após 8 anos do lançamento de sua primeira temporada.

Confira abaixo o vídeo e o primeiro pôster:

O anime originou-se de uma série de light novels, escrita por Wagahara, que começou a ser publicada em 2011 e conta com 18 volumes até o momento. Em 2012, a obra ganhou uma adaptação em mangá na revista mensal Dengeki Daioh (Kadokawa).

Em 2013, foi lançada a primeira temporada da animação pelo estúdio White Fox. Toda a staff original irá voltar para a produção da tão aguardada segunda temporada. O REVIEW da primeira temporada você pode ler AQUI.


Imagem Divulgação

Sinopse: O Rei Demônio Satã estava a apenas um passo para a conquista do mundo mágico Ente Isla, mas acabou sendo derrotado pela heroína Emilia Justina e forçado a ir para outro mundo: A Terra dos tempos atuais. Pela falta de magia nesse mundo, Satã e seu fiel escudeiro Alsiel assumem formas humanas. Agora, sobre o nome Sadao Maou, o Rei Demônio precisa arranjar um trabalho de meio-período em uma rede de fast food para conseguir sobreviver e pagar suas despesas. A partir daí, Sadao e Alsiel (agora sob o nome Shiro Ashiya) começa a viver como humano enquanto planeja retornar a Ente Isla, e assim dominar este e a Terra. O que ele não contava era que Emilia também viesse para a Terra, com o objetivo de matá-lo.

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Song in the Smoke é anunciado para PlayStation VR

 

Encare o mundo de Song in the Smoke, explore suas terras, crie equipamentos e sobreviva aos perigos que espreitam as trevas. Com data de lançamento marcada para este ano, o novo jogo de sobrevivência desenvolvido pela 17-Bit, mesmo estúdio por trás de títulos como Galak-Z e Skulls of the Shogun, promete ser um desafio para os jogadores que se aventurarem nas experiências únicas que só a realidade virtual do PSVR é capaz de proporcionar.

Song in the Smoke é diferente de tudo que já fizemos, é nosso título mais ambicioso até o momento. A experiência é tão envolvente que a floresta está viva ao seu redor na dimensão extra fornecida pela RV. Estamos entusiasmados por oferecer uma aventura intensa que não poderia ser capturada de outra forma.”

 – Jake Kazdal, líder criativo da 17-bits

Sinopse: Entre no mundo belo e letal, sobreviva a uma floresta traiçoeira cheia de monstros famintos, crie armas para enfrentar os inimigos, procure locais para acampar e desvende os segredos da misteriosa árvore gigante enquanto tem visões de um xamã de outro mundo.

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