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XANVALA | Suco Interview

XANVALA Thumb
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We had the opportunity of interviewing the Japanese rock band and Visual Kei, XANVALA! The band initiated its activities in the begging of 2020 and their sound combined different elements and influences, making their work diverse and fluid. The name of the band, XANVALA, refers to a “loose and messy hair”.

Despite the pandemic, they found a way to keep in touch with their listeners through transmissions of concerts, without public, in the YouTube channel of PARAGUAS INC., stamp of which they are part. Recently, they have succeed at doing presential events as they used to.

As this interview is being published, XANVALA is close to launch Seisen, the third single of the band. It will include four unpublished tracks and there will be a version that includes a DVD of their presentation「Curtain Call」TOUR FINAL – shuumaku – that happened in Takadanobaba AREA in August, 2021. Watch the music video of the title track, Seisen:

As this is our first interview, please, can you introduce yourselves?

Tatsumi: I’m Tatsumi on vocals. I’m a Brazil enthusiast.

Yuhma: I’m Yuhma, I’m on guitar and dancing.

Souma: Olá! I’m the guitarist, Souma. Thank you for your ongoing support.

70.: It’s written as “setenta” but my name is Nao. I’m the bassist.

Tomoya: I’m Tomoya on drums. I love you. 

For our readers who don’t know the band yet, where would you recommend them to start listening to XANVALA?

Tatsumi: “Janome”.

Yuhma: “Hidari mimi no akuma”.

Souma: “XANADU”.

70.: “Seisen”.

Tomoya: “Dare ga tame no kofukuron”

What is XANVALA about? What kind of message do you want to transmit with the band?

Tatsumi: It’s all about to keep going forward. Even if you are weak, covered in scars and bruises, or feeling discouraged, you have to move on.

Souma: Our concept is about bringing the courage to step forward every time, no matter how hostile the situation may be.

70.: Proving that there is beauty in the disorder. We have many songs that buckle down to it.

To know you even better, what are the personal influences that led to you all to form XANVALA?

70.: There is nothing in particular. I believe fate brought us together when our previous bands ended.

Tomoya: Our musical backgrounds are quite different, but I think that has played to our advantage.

You started XANVALA just before the new coronavirus pandemic restrain everyone’s activities. But you guys have adapted well with chats and live-streaming. How’s it been like to start a band in this chaos?

Souma: We were puzzled and didn’t know what to do at first, but we were conscious that our fans were waiting for us so we resorted to various ways to show ourselves through online activities. 

Tomoya: We didn’t want to stop at all and, even if were stumbling and groping, we got able to work and stay proactive.

So, we saw you streamed some lives without audience on PARAGUAS YouTube Channel, how is to perform with no audience? Did the streams help to get closer to the public in this hard moment?

Tatsumi: I feel we were able to reach not only our fans in Japan but also people in other countries. I’m glad we did those concerts.

Souma: We put special attention to make the performances as if everyone were watching from a special seat in the front row. We got many messages saying how much they enjoyed it. It was satisfying.

Tomoya: Many people got to know XANVALA thanks to those no-audience concerts. It was a great outcome.

As a new band, what kind of things were in your minds while composing your songs till now?

Souma: “It would be great to have a song like this”. I have been working with that idea every single time.

Tomoya: My priority number one is the actual live performance. I envision all the excitement and energy that the song could bring.

The Seisen MV is really shocking, what kind of themes do you want to explore in this release?

Tatsumi: The theme is “Living is a fight”. Recently, I’ve been acutely aware of how hard life is. That’s the reason behind that theme. 

70.: That song embodies the current fighting spirit of a new XANVALA

Thank you so much for this interview, please, leave a message to our readers and Brazilian fans.

Tatsumi: I hope one day we will be able to perform in front of you and we can hear each other’s voices. Let’s stay alive until that day.

Yuhma: I love Brazilian culture, from samba and bossa nova to soccer, churrasco, etc. I will go to Brazil someday! Até logo!

Souma: Definitely, we will go there to meet you. Please take care until then. Eu te amo!

70.: Thank you! I hope we can travel to the opposite side of Japan.

Tomoya: We will meet one day during a world tour. Please send us your support from the other side of the world!

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Translated by Maithe.


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BACK 4 BLOOD chega hoje para consoles e PC

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Imagem Divulgação

Warner Bros. Games anunciou hoje que BACK 4 BLOOD, um novo jogo cooperativo de tiro de zumbis em primeira pessoa, desenvolvido pela Turtle Rock Studios e com os criadores premiados da franquia Left 4 Dead, onde combinaram uma campanha coop e estratégia competitiva baseada em equipe por meio do modo Enxame PvP (Jogador vs. Jogador) do jogo.

Veja o trailer de lançamento abaixo:

“Estamos animados com o lançamento de Back 4 Blood em parceria com a talentosa equipe da Turtle Rock Studios para trazer aos jogadores uma experiência nova e empolgante no gênero de jogo cooperativo de tiro de zumbis”, disse David Haddad, presidente da Warner Bros. Games. “Back 4 Blood oferece aos jogadores uma jogabilidade repleta de ação com diferentes encontros competitivos que sentimos que os fãs vão se divertir”, completa.

BACK 4 BLOOD está agora disponível para Xbox Series X|S, consoles Xbox One, PlayStation 5, PlayStation 4 e PC, com suporte para cross-play e cross-gen em todas as plataformas de lançamento. O jogo também está disponível agora com Xbox Game Pass via consoles Xbox Series X|S e Xbox One, PCs com Windows. Conheça mais visitando o SITE OFICIAL.

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Rick and Morty lança curta versão anime

Rick and Morty curta anime
Imagem Divulgação: Adult Swim

Dentre as aventuras intergalácticas, agora essa dupla resolveu se aventurar pelo universo japonês. Assim, foi lançado nesta segunda-feira (11) um curta versão anime de Rick and Mortymostrando uma aventura até o Japão que se iniciou para consertar uma torradeira. Confira o vídeo intitulado de The Great Yokai Battle of Akihabara (“A Grande Batalha Youkai de Akihabara”):

O curta foi produzido pelo estúdio japonês Sola Entertainment em parceria com a Adult Swim.

Anteriormente a séria já havia ganhado um episódio versão anime, no qual Rick e Morty entram num universo cheio de samurais e batalhas sangrentas. Você pode conferir o episódio clicando AQUI.

Sobre Rick and Morty

Rick and Morty curta
Imagem Divulgação: Adult Swim

Rick and Morty é uma série norte-americana lançada em 2013, contendo 5 temporadas até o momento. A obra é uma mistura de comédia com ficção-científica criada por Justin Roiland e pode ser assistida pela HBO Max.

Sinopse: O brilhante cientista beberrão Rick sequestra Morty, seu neto aborrescente, para viver loucuras em outros mundos e dimensões alternativas. Entre vários experimentos com o avô, Morty amadurece e acompanha os problemas vividos por sua família e amigos de escola. Porém, sempre focado na inteligência e caráter duvidoso do avô, Rick e Morty vivem várias aventuras intergalácticas e interdimensionais.

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O Homem que vendeu sua Pele | Review

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Imagem Divulgação

Já é conhecido o início de temporada de filmes que buscam uma indicação ao Oscar, contudo a categoria Melhor Filme Estrangeiro tende a ter uma demanda maior em streaming e em cartaz, aqui é diferente, este filme já entrou na lista da premiação em 2021, representando a Tunísia, mas não chegou nos últimos indicados. O Homem que vendeu sua Pele conta uma história revoltante sobre aonde a arte pode chegar e as consequências de uma escolha na base do desespero, em um roteiro simples e objetivo para que os que detestam o cinema cult não chorem demais e sim apreciam um belo filme.

A Arte têm em sua essência a polêmica, famosa por colocar o dedo na ferida, a Arte é responsável por manifestar sentimentos baseado no que é belo pela sociedade, como a massa demonstra a opinião da maioria e não de todo mundo. Porém, nem sempre será admirada, isso pode ser um quadro, uma escultura, uma comida e até um gol de bicicleta, existirá sim uma parcela das pessoas que não irão se importar, ou lhe causará ódio e desgosto. Quer dizer que você sentiu algo ao ver a tal obra, já alcançou seu objetivo; e esse é o maior plot desse filme que fica o questionamento do porquê ele não esteve entre os últimos indicados. Acredita-se que o tema arte seja algo já saturado em filmes cult, isso é exagero e injusto com O Homem que vendeu sua Pele.

Incrível como foi bem trabalhado tudo no filme, a mensagem é transmitida dentro de uma obra muitas vezes sádica e dramática e levemente romântica,  isso que o foco não é a polêmica obra de arte e sim o protagonista, Sam Ali (Yahya Mahayni), um refugiado da Síria que conquista o seu visto por meio de um contrato controverso, e esse lhe trouxe fama e a vida fora do país que vive uma guerra civil, porém custou tudo, inclusive sua liberdade. Sam queria ser livre da guerra, e virou um escravo da arte.

Toda essa reflexão profunda pode não ser entendida, mas não há problema devido a leviandade do filme, consegue-se entender superficialmente uma relação destruída pelo egoísmo e ganância, e com um plotwist maravilhoso em prol do casal, se têm um filme de amor, porque não? Pena que o vilão da história teve uma redenção um tanto forçada, pois o pontapé inicial para desgraça de Sam foi dele, e do nada quer ajudá-lo, ficou muito esquisito.

Esse não é o primeiro filme que é do gênero cult e sai da bolha do clássico, esse gênero é visto de forma negativa pela maioria por serem filmes difíceis de assistir, não só em linguagem mas em ritmo; são cansativo; muito mais por padrão dos filmes europeus e asiáticos antigos do que o fato de ser cult. Já faz alguns anos que esses filmes estão sendo mais cômicos e menos travados em desenvolvimento, e ainda sim mantém o peso de mensagem e reflexão que esses filmes sempre trouxeram na obra, isso é um diferencial e também uma grande chance de atingir mais públicos.

O Homem que vendeu sua Pele critica até onde a arte pode chegar e cativa com uma história de amor bonita, um pouco de cada gênero que foi dosado perfeitamente em uma obra impecável. Infelizmente não conseguiu nenhuma indicação no último Oscar, mas não pode passar desapercebido por sua qualidade, certamente se junta a filmes subestimados do ano e também na lista dos novos cults que buscam conquistar novos públicos.

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SAGA | Aprenda arte digital do seu jeito e ao seu alcance

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Imagem Divulgação

Quem sempre quis aprender ou se especializar em artes digitais agora tem uma oportunidade única: A SAGA, maior rede de escola de games e arte digital do Brasil, acaba de lançar agora dia 29/09 um programa de cursos onde o aluno aprende de maneira personalizada de acordo com seus interesses.

Além do tradicional Start 5.0, o programa completo de aprendizado tem 27 meses de duração e inclui nove cursos diferentes. Agora você pode escolher uma trilha de aprendizagem personalizada, selecionando apenas os cursos de seu interesse, além de poder adicionar cursos conforme achar necessário.

Em 2020 a SAGA iniciou um processo de transformação digital e expandiu seus cursos para todo o Brasil de maneira online. Esses novos formatos são frutos dessa transformação.

 Segundo o fundador e COE da SAGA, Alessandro Bomfim:

“Agora, o aluno está no centro e no comando de sua jornada de aprendizado. Ele escolhe quais e quantos cursos quer fazer on-line dentro dos disponíveis no programa Start 5.0”

Incluindo cursos de arte vetorial, composição de imagens, pintura digital, efeitos visuais e motion graphics para vídeos, edição audiovisual, cenários 3D, personagens 3D, animação 3D e tecnologias imersivas. São diversos temas para quem quer apenas se especializar, tanto quanto começar do zero na área.

Por fim a SAGA também oferece o Playgame 6.0 para você que busca aprender sobre desenvolvimento de games, com doze meses de duração e que além de poder ser feito presencialmente também pode ser realizado online.

Em suas 16 unidades, em oito estados brasileiros, a SAGA também oferece oficinas gratuitas sobre games, animação 2D e Photoshop.

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A Menina que Matou os Pais | Review

A menina que matou os pais
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Filmes, livros, podcasts, vídeos… vários conteúdos sobre crimes reais têm se popularizado nos últimos anos e, ainda assim, é muito comum que esse material retrate (em sua maioria) ocorridos em solo estrangeiro. No entanto, caso você seja do tipo curioso sobre a temática, já deve saber que o Brasil tem lá seus assassinatos de gelar a espinha. Em A Menina que Matou os Pais / O Menino que Matou Meus Pais, nós temos a oportunidade de ver versões diferentes sobre o Caso Richthofen.

Duas versões de um mesmo crime

Eu ainda era criança quando, em 2002, um caso de homicídio chocou o país. Um casal foi assassinado de forma brutal e os suspeitos, mais tarde condenados, não eram ninguém além da filha do casal, seu namorado e o irmão do mesmo. A repercussão do julgamento foi gigantesca, não somente pela maneira como os atos foram cometidos, mas pelas diferentes versões dos acusados.

Os filmes A Menina que Matou os Pais / O Menino que Matou Meus Pais contam justamente essas versões, sendo o primeiro da visão de Daniel Cravinhos (namorado de Suzane na época) e o segundo da visão de Suzane Richthofen (a filha do casal assassinado). Os filmes iriam originalmente estrear no cinema simultaneamente, porém, devido a pandemia que se iniciou no fim de 2019, o lançamento foi postergado até ter sua estreia mudada para a plataforma de streaming Amazon Prime Video.

Curiosa que sou, já estava de olho no(s) filme(s) fazia tempos. Sou doida por histórias de crimes reais e ficcionais, e a ideia de saber mais sobre o que ocorreu no famoso assassinato me deixou bastante ansiosa para o lançamento.

É importante pontuar que o roteiro é baseado nos atos do caso, porém, nas versões dos condenados, e não nas conclusões do júri. Sendo assim, tudo que vemos é apenas o que eles (Suzane e Daniel) relatam, podendo ou não ser verdade (se a curiosidade bateu, eu fui conferir depois mais sobre os depoimentos e o estudo do caso, e aparentemente muito do que foi afirmado era puramente invenção). Apesar disso ser dito logo no inicio do filme, eu acho um tanto perigoso como a direção optou por contar a história, e vou dizer mais a frente o porquê.

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Dois filmes “ok” não fazem um filme bom

Os dois longas são muito semelhantes, e apesar deles terem o cuidado de retratarem as mesmas cenas com diferentes pontos de vista e colocando diferentes interpretações, eu achei desnecessário a existência dos dois filmes. Acredito que uma única produção com os dois lados seria muito mais viável, até porque, por mais interessante que seja, no segundo filme nós já estamos meio de saco cheio.

A menina que matou os pais
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Em geral o filme não surpreende, o que pode parecer uma afirmação boba sendo que já sabemos o que ocorre no longa, mas é que ele entrega todo um conteúdo mais ou menos. Atuações que não são ruins nem boas, trilha sonora que não te prende mas também não é fora de hora, fotografia correta mas não memorável… Tudo no filme é ok, mas nada que você pense “Uau, eu gostaria de assistir esse filme de novo”, ainda mais quando já somos obrigados a assistir ele novamente…

E ai que fica minha maior crítica: É muito provável que algumas pessoas (se não várias) não se interessem em assistir os dois longas, já que eles não são tão interessantes assim, nesse caso, já que os filmes não apresentam o julgamento, pode ser que esses telespectadores acreditem na versão que os mesmos assistiram, o que é algo perigoso. Eu sei que a interpretação dos outros não é algo que uma produção cinematográfica possa controlar, mas tendo em vista que o crime é recente e os parentes dos elementos da trama ainda estão todos bem vivos e ativos, eu acho que seria um cuidado necessário em respeito aos inocentes que foram envolvidos no crime.

Afinal, vale a pena assistir?

A menina que matou os pais
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Apesar de não me arrepender de ter visto os dois filmes, não sei se o recomendaria para qualquer um, a menos que a pessoa esteja realmente interessada no caso. Se for apenas um fã de crimes reais, talvez a produção não prenda o telespectador.

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Lisa do BLACKPINK entra para o Guinness Book

Lalisa Lisa
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A integrante do BLACKPINK, Lisa, entrou para o Guinness 2022 com seu single Lalisa. Seu debut solo ocorreu em 10 de setembro e nas primeiras 24 horas o videoclipe somou 73,6 milhões de acessos! Assim, Lalisa colocou a artista no Billboard Hot 100 e no livro mundial de recordes.

O MV de Lalisa bateu o recorde de videoclipe mais visto em 24 horas no YouTube por um artista solo da história, que antes era de Taylor Swift com a música Me!, lançada em abril de 2019. A informação foi divulgada pelo Twitter do Guinness World Records. Além disso, o BLACKPINK também aparece na categoria mídia social, assim como no último ano bateu cinco recordes com a música How You Like That.

Lalisa alcançou o 84º lugar no Billboard Hot 100. Junto com isso, a estreia de outra integrante do grupo também teve destaque na Billboard, pois Rosé chegou ao 70º lugar com a música On the Ground. Ambas performaram na TV norte-americana para divulgar seus trabalhos.

A cantora Lisa nasceu na Tailândia, tendo se mudado para Coréia do Sul antes mesmo de se juntar ao grupo de k-pop. O grupo debutou em 2016 e desde então ganhou diversos prêmios, como: Golden Disc Award: canções do ano (2021,2019 e 2018), Teen Choice Award: melhor single de grupo (2019) e Mnet Asian Music Award: melhor grupo feminino (2020).

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Cho Tokimeki Sendenbu atinge marca de 20 milhões no TikTok

cho tokimeki sendenbu
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A palavra “suki” significa “Eu gosto de você” ou “Eu te amo” em japonês e aparece 114 vezes na letra da música do grupo Cho Tokimeki ♡ Sendenbu. Isso, junto com o gancho cativante e uma dança super fofa que envolve fazer um formato de coração com as mãos, lançou um novo boom no TikTok, onde as visualizações cumulativas de vídeos usando “Suki!” Ultrapassaram 20 milhões de visualizações.

A música também alcançou o primeiro lugar na parada semanal oficial do TikTok na Coreia do Sul na segunda semana de setembro, tornando Cho Tokimeki ♡ Sendenbu no topo das paradas e expandindo a popularidade do idol group para um público ainda maior, além da indústria japonesa.

Veja abaixo:

Em 29 de setembro, uma versão da música intitulada ‘Suki! ~ Cho ver ~ foi incluída no novo mini-álbum,‘ Suki Suki Suki Suki Suki Suki! ’Confira este lançamento para curtir seis músicas das seis meninas, cada um com sua maneira única de expressar” suki “!

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Capa Divulgação

Artista: Cho Tokimeki♡Sendenbu
Formato: Mini-álbum
Título: ‘Suki Suki Suki Suki Suki Suki!’
Data de lançamento: 29 de setembro, 2021

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Cho Tokimeki ♡ Sendenbu é um idol group de seis garotas produzido pela Stardust Promotion, a agência de talentos por trás de Momoiro Clover Z e Shiritsu Ebisu Chugaku. Elas se formaram em 11 de abril de 2015, como Tokimeki ♡ Sendenbu, e foram renomeados como Cho Tokimeki ♡ Sendenbu em 1º de abril de 2020. Sua filosofia é “Cantando novamente hoje através dos campos, através das montanhas, para promover algo alegre”, e sua frase de efeito é “Cravado em seu coração ♡”.

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