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Burnout Syndromes | Revelações e Bom Humor no Anime Friends 2023

burnout syndromes anime friends 2023
Foto: @fotobelga / @sucodm

Antes da sua apresentação inédita no Brasil, o Burnout Syndromes tirou um tempo para uma conversa bem humorada e descontraída com a coletiva de imprensa presente no Anime Friends 2023. Os detalhes dessa conversa você confere agora!

Como sempre, agradecemos demais à ajuda da Adriana Taira como intérprete!


Boa tarde, meu nome é Erick, do Suco de Mangá, eu quero perguntar sobre o estilo da banda, porque vocês são uma banda de rock, mas vocês já disseram gostar de experimentar outros estilos musicais, como o rap na música Ocean. Tem algum estilo que vocês não experimentaram e que gostariam de usar em alguma de suas composições?

Kumagai: Nós realmente usamos vários estilos musicais. Começamos como uma banda de rock, mas com o tempo nos desafiamos a compor músicas do tipo rap e EDM. Sobre o que ainda não experimentamos, a gente nunca tentou nada com música latina. Seria legal tentar no futuro.

Boa tarde, eu sou o Walter, e eu queria saber das músicas que vocês fizeram para anime, qual foi a mais difícil de se compor as letras ou o arranjo?

Kumagai: Eu dira que foi a Phoenix, de Haikyuu!!. O anime já estava em alta, então senti que precisava ouvir mais os fãs e passar esses sentimentos nas letras. O resultado final ficou maravilhoso, porque para mim soou como uma música que ia além de uma música de anime.

Hirose: Acho que foi Fly High, foi a nossa primeira música para anime e teve de mexer em muita coisa durante a composição, então acho que a primeira vez foi a mais difícil.

Ishikawa: Para mim foi Good Morning New World.

Vocês alguma vez se imaginavam chegando até onde chegaram hoje, até o Brasil, graças a música de vocês?

Kumagai: A gente formou a banda para um festival escolar, então ninguém poderia ter imaginado que chegaríamos tão longe graças à nossa música e às anisongs. Conseguir ser chamado pra vir tocar até aqui no Brasil é algo que realmente me faz pensar em como eu amo música. E a vontade daqui pra frente é transmitir esse amor pela música ao redor do mundo, com nossas próprias músicas ou as músicas que fazemos para anime.

Ishikawa: Já vinhamos notando comentários de estrangeiros no nosso canal do youtube há uns três anos. A partir daí que começamos a ficar mais cientes da nossa fanbase no exterior.

Oi, eu sou a Vitória! Todo mundo quer saber as influências estrangeiras da banda, mas eu queria saber quais as influencias japonesas do Burnout Syndromes.

Kumagai: Dentre as bandas japonesas, seria o Asian Kung-Fu Generation, que fizeram músicas para Naruto e Full Metal Alchemist. Eu gosto muito das músicas deles e as suas melodias nos inspiraram bem. O Flow também, porque ouvíamos muito as músicas de Naruto e é ótimo poder estar com os nossos senpai aqui.

Ishikawa: Eu gostava bastante do Bump of Chicken. Por causa deles que a gente se inspirou em criar o nome da banda, que começasse com B. É isso. *risos*

Boa tarde, queria saber qual foi a música mais ousada que vocês criaram.

Kumagai: Teve um anime sobre shamisen, o Mashiro no Oto, e na abertura que a gente compôs, a Blizzard, acho que essa foi a música mais ousada que a gente criou.

Hirose: Acho que foi a Good Morning New World. Sinto que a gente evoluiu junto com o anime de Dr. Stone.

Ishikawa: Pra mim a Hikari Are foi a nossa música mais ousada. Acho muito bacana ver o Kumagai cantando “Hikari Are!” cheio de força.

Minha pergunta é para o Ishikawa-san. Nas performances ao vivo você parece ser o cara aque anima a galera, pulando, chamando o pessoal pra se animar com o show. Isso é algo natural seu, de ser o tipo de pessoa que anima o ambiente ou é algo que você se desafiou a fazer, sendo o único a ficar livre pra se mexer pelo palco?

Ishikawa: É natural de mim. Sou um cara festeiro *risos*. Meu microfone é um pouco diferente também, é do tipo lateral, foi até o Kumagai quem me deu essa ideia.

A banda foi anunciada para participação de um evento de Haikyuu. Isso é um possível spoiler de que a banda estará na trilha sonora do próximo filme?

Kumagai: Isso é segredo *risos*

Como é o processo da banda na construção das músicas para animes?

Kumagai: Na hora de criar uma música para um anime, eu costumo consultar a obra original e penso em algo que seria de agrado dos fãs. Como antes mesmo de ter um anime já existe uma obra original, então eu tento ao máximo compreendê-lá para não decepcioná-los. Tendo essa aprovação e com os novos fãs pelo anime gostando também, a comunidade acaba crescendo.

Olá! Eu quero saber qual o personagem de anime favorito de cada um de vocês?

Hirose: A Nanachi, de Made in Abyss!

Kumagai: Caramba, e agora?! *risos*

Ishikawa: O Bob Esponja! *risos*

Kumagai: Que pergunta difícil, bem mais do que eu pensava. Acho que o Hinata, do Haikyuu. A gente tem a mesma altura, e eu consigo me solidarizar por ele sofrer em ser meio baixinho e o jeito como ele enfrenta esses problemas me encoraja. Obrigado pela pergunta difícil!

Eu quero perguntar para o Kumagai, já que ao mesmo tempo ele canta e toca muitas coisas complicadas na guitarra, o quão difícil foi pra ele dominar isso.

Kumagai: No início, a gente queria fazer uma banda com quatro pessoas. Mas não tínhamos nenhum outro amigo para entrar com a gente. Então desde o começo eu já vinha tocando essas partes difíceis na guitarra enquanto cantava, daí eu meio que me acostumei e hoje em dia isso é bastante normal pra mim. Obrigado!

Oi, eu sou a Sui e eu queria saber, com essa discografia incrível que vocês tem, eu queria saber qual a música favorita de cada um de vocês!

Kumagai: Minha favorita é a Fly High, porque é a música nossa que mais alcançou o mundo. É graças a essa música e ao anime de Haikyuu que hoje eu estou aqui e sou muito grato a eles.

Hirose: A Good Morning World. Eu amo Dr. Stone e a parte de bateria dessa música é bem forte.

Ishikawa: Eu gosto mais da Phoenix. Na primeira guitarra que o Kumagai comprou, havia um pássaro. Ele gosta de pássaros. *risos*

Kumagai: I love bird!


GALERIA – Burnout Syndromes

Fotos por: @fotobelga

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Onde está Daisy Mason? – Cara Hunter | Review

Onde Esta Daisy Mason review
Divulgação: Editora TRAMA

Onde está Daisy Mason? é o tipo de livro que você devora. Como livro de estreia, preciso dizer, Cara Hunter se lança com uma narrativa cheia de reviravoltas e uma escrita fluida e madura. Além disso, é um policial clássico que entrega o que promete.

Eu descreveria como surpreendente, mas previsível, prazeroso, mas frustrante. Paradoxal, não é verdade?

Receitinha de Bolo

Como uma leitora voraz de livros policiais, preciso deixar claro que a história não peca nos elementos essenciais — alguns aparentemente clichês — dos livros policiais da atualidade. Assim, um detetive com passado difícil, muitas perguntas e poucas respostas (obviamente), plots twists para dar e vender e, ao que parece, um final frustrante, o que discutiremos depois.

Então, Cara Hunter escreve muito bem, com diálogos maduros, espaços e personagens bem construídos, o que faz com que a leitura seja muito fluida. Além disso, desperta a curiosidade necessária no leitor para que ele avance nas leituras de maneira sedenta. Ela vai nos enredando com as muitas perguntas e poucas respostas, expandindo a teia de possibilidades e desafiando a nossa capacidade de imaginação.

Desse modo, precisamos nos deter, por um momento, à bela criação dos personagens. Nisso, Cara foi brilhante. A identidade de cada um dos personagens é aprofundada na hora e medidas certas, aguçando a nossa curiosidade e nos surpreendendo com as novidades. Personagens bem construídas, principalmente em thrillers, são um alento para o leitor, porque elas justificam os acontecimentos, nos permitindo imergir na história de maneira muito mais profunda, o que torna a leitura muito mais aprazível.

No entanto, apesar de cumprir todos os requisitos ou, pensando a metáfora do subtítulo, conter todos os ingredientes, Onde está Daisy Mason? explora até demais determinados recursos de livros policiais. A autora dá, o tempo todo, voltas de 180º graus que nos levam à lugares totalmente diferentes na narrativa.

Isso não é ruim, mas quando não é feito com frequência demais. A autora exagera na dosagem das descobertas chocantes, causando uma espécie de amaciamento no leitor, que passa a esperá-las. Isso significa que a reviravolta se torna esperada, mas não necessariamente no que vai ser, mas talvez em como será e, ouso dizer, em como os personagens vão reagir.

Onde Esta Daisy Mason review
Divulgação: Editora TRAMA

Tinha a Faca e o Queijo na Mão…

Agora, vamos nos ater ao plot twist. E já aviso: isso aqui vai ser recheado de SPOILER e indignação. Absolutamente nada, NADA, consegue me fazer entender como um autor constrói um desfecho PERFEITO e ESCOLHE jogá-lo fora. Atenção, foi uma escolha. 

O julgamento de Sharon, toda a justificativa desenhada a partir da personalidade da personagem e da suposta vítima, assim como a história de vida da suposta criminosa, estavam perfeitamente casados. Foi criada a união perfeita. Sem pontas soltas, um discurso final bem feito, tudo encaixado. 

Aí, então, absolutamente do nada e sozinha, Cara Hunter aposta em uma hiper-mega reviravolta final para fechar o livro com chave de ouro: um epílogo mostrando que a criança declarada morta, na verdade, abandona sua família disfuncional para ficar com uma professora que teve 50 centavos de participação no livro. Em um comentário aleatório, chamaram o epílogo de “desconcertante”, e vou tomar a ideia para mim. Foi absolutamente desconcertante. 

Como é que pode alguém escolher jogar o desfecho perfeito no lixo, em prol de um plot twist NADA A VER a respeito de uma personagem que mal gera empatia no leitor por qualquer outro motivo que não o fato de ser uma criança. É sério, nada a ver. Até agora eu sinto a indignação corroendo minhas veias. Confesso que, particularmente, eu prefiro fingir que o epílogo não existe e a história de Onde está Daisy Mason? acabou no passado trágico do detetive Fawley.

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TRI.BE faz o terceiro show do Asia Star Festival

TRI.BE Asia Star Festival
Divulgação: Highway Star | Foto: Caroline Dadalto

A Higway Star, produtora de shows responsável por trazer grandes nomes do K-POP para o Brasil, afirmou que estava muito preocupada com a diversidade quando pensou no line-up do Asia Star Festival. Afinal, como um evento que carrega o nome “Asia”, não poderia haver apenas nomes da Coreia do Sul ou do Japão, países mais populares quando falamos de shows asiáticos no Brasil. Foi dessa forma que entre as atrações surgiu o nome TRI.BE, grupo feminino Taiwanês (uma província oficial da China). Inclusive, nós já trouxemos as garotas no Suco Apresenta e já conversamos em uma entrevista exclusiva.

Famosas por seu primeiro álbum de debut, Tri.Be Da Loca, as meninas têm várias faixas que brincam com títulos latinos. Por exemplo, “Lobo”, “Loro” e até mesmo seu segundo single álbum “Conmigo”. Dessa forma, nós podemos já quase abraçá-las e considerar o grupo um pouquinho brasileiras como a gente, não é mesmo?

Performance

É com essa percepção que o girl group chegou para abrir a terceira performance da noite do Asia Star Festival. Munidas de um coro que chamava pelo nome do grupo, a plateia estava preparadíssima para cantar e dançar com as artistas.

Então, sobre a performance não poderia faltar “LOCA”, “KISS” (que já teve até dance challenge aqui no Brasil) e “DOOM DOOM TA”. Esta última teve um pequeno problema técnico e — mostrando que são artistas mesmo — as garotas cantaram sem fundo (é aquilo: quem sabe faz ao vivo).

Com, ou sem, problemas técnicos, TRI.BE arrancou gritos da plateia o tempo todo, e eu PRECISO destacar as coreografias pois, como bailarina, eu fiquei de boca aberta diversos momentos. A gente sabe que os idols treinam MUITO, mas nós sempre esperamos que eles escolham entre áudio e dança em algumas músicas. Porém, o grupo não só entregava vocais DE VERDADE como movimentos super puxados (como? Não faço ideia, fica o mistério).

Pareceu que o show VOOU, pois quando menos esperávamos já tinha acabado e ficamos chupando o dedo querendo mais. Será que já da pra encomendar um show solo para o ano que vem?

TRI.BE plateia
Divulgação: Highway Star | Foto: Caroline Dadalto

Com uma energia incomparável, TRI.BE mostrou que veio TRABALHAR aqui no Brasil, e eu só espero que elas tenham tido momentos incríveis com a gente, da mesma forma que tivemos com ela. Voltem logo meninas, a saudade já tá batendo!

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FLOW Incendeia o Palco Principal do Anime Friends 2023

flow anime friends 2023
Foto: @fotobelga / @sucodm

O Anime Friends 2023 foi agraciado com duas apresentações eletrizantes do FLOW, a icônica banda de rock japonesa que celebrou seus vinte anos de carreira ao lado dos vinte anos do evento. Os shows, realizados no Palco Principal do Anhembi, em São Paulo, atraíram multidões de fãs ansiosos por conferir a performance enérgica do grupo.

Dia 13 de julho: Abrindo a série de shows no primeiro dia do evento, o FLOW incendiou o palco com o hit “Re:member”. A plateia, animada, pulava ao som de “DICE” e “GO!!!”, com participação especial de RAB (Real Akiba Boyz), que elevou a empolgação a outro nível.

A surpresa da noite ficou por conta da colaboração com RAB na música “Steppin’ out”. E como não poderia faltar, a icônica “CHA-LA HEAD-CHA-LA” de Dragon Ball Z levou os fãs à loucura, criando uma atmosfera única em um coro uníssono emocionante.

Dia 16 de julho: O segundo show do FLOW foi igualmente arrebatador, com a banda iniciando com “Sign”, a envolvente abertura de Naruto Shippuden. A performance de “Dice” de Code Geass: Hangyaku no Lelouch foi um dos destaques da noite, com o público cantando junto e criando uma conexão com a banda.

A energia não diminuiu em momento algum, e o entusiasmo da plateia só aumentou com a execução de “Colors”, outra abertura cativante de Code Geass. A energia contagiante de “United Sparrows” de Back Arrow e a sequência de solos cativaram a todos, enquanto os fãs se emocionaram ao som de “Hero Kibou no Uta” e “Go!!!”.

Ambos os shows do FLOW no Anime Friends 2023 foram verdadeiras celebrações da música e da cultura pop japonesa – e principalmente aos otakus. Os fãs se entregaram à emoção e energia transmitida pela banda, que correspondeu com performances impecáveis, como a tocabilidade e timbre do baixista Got’s.

O Palco Principal ficou repleto de admiradores apaixonados, e o legado de FLOW foi reafirmado como uma das principais referências do J-Rock. Sem dúvida, uma experiência inesquecível para todos os presentes que cabiam no espaço, já que FICOU PEQUENO no último dia de evento!


GALERIA FLOW – 13 de Julho

Fotos por: Paulista

SETLIST

  1. Re:member
  2. DICE
  3. Steppin’ out – ft. RAB
  4. CHA-LA HEAD-CHA-LA
  5. Terminal 1 (inst)
  6. COLORS
  7. United Sparrows
  8. WORLD END
  9. GO!!! – ft. RAB

GALERIA FLOW – 16 de Julho

Fotos por: @fotobelga

SETLIST

  1. Sign
  2. Dice
  3. Aiaiai Ni Utarete Bye Bye Bye
  4. Cha-La Head-Cha-La
  5. Colors
  6. United Sparrows
  7. Solos
  8. Cheia de Manias (Cover de Raça Negra)
  9. Hero ~Kibou no Uta~
  10. Gold
  11. Go!!!

 

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Crossroads do Dia Mundial do Rock superou as expectativas

Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock
15 mil roqueiros foram ao festival | Foto: Never Surrender Photo Team

Curitiba comemorou o Dia Mundial do Rock em grande estilo no sábado dia 15 de julho com o Festival Crossroads. Reunindo 50 atrações por 15h, o objetivo do evento foi celebrar o rock com a família e os amigos. Então, ocupando a Pedreira Paulo Leminski e a Ópera de Arame, o Crossroads do Dia Mundial do Rock teve seis palcos, feira de vinil, brechós, flash de tatuagem e muito mais!

O Festival foi organizado pelo Bar Crossroads em conjunto com a Planeta Entretenimento, além de ser divulgado pela Tip – Performance de Mídia. Juntos, eles conectaram mais de 15 mil pessoas para celebrar o rock ‘n roll.

Então, é claro que o Suco foi conferir o Festival para te contar como foi!

Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock
Divulgação: Suco de Mangá

I Wanna Rock!

Primeiro de tudo, vamos falar da música. No centro da Pedreira, no caminho até a Ópera e na Ópera de Arame em si, os palcos estavam distribuídos de forma que um não atrapalhasse a música do outro. De qualquer forma, a organização do evento tomou cuidado de evitar grandes apresentações simultâneas em palcos diferentes, para que os roqueiros pudessem aproveitar o Festival plenamente.

Com tantas bandas se apresentando, vamos trazer aqui alguns dos destaques do Festival. O primeiro deles, Plebe Rude, banda de destaque no metal brasileiro. Eles se apresentaram à noite, quando o Festival estava bombando. É claro, conseguiram animar a galera ainda mais, mesmo que muitos estivessem lá desde as 13h.

Além disso, Black Pantera, banda que homenageia os Panteras Negras — movimento em defesa da comunidade negra — se apresentou no palco principal um pouco antes, às 19h30. Com um trash metal recheado de letras abordando o racismo e discriminação, eles iluminaram a Pedreira Paulo Leminski.

Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock
Foto: Never Surrender Photo Team

No entanto, mesmo com tantas bandas que levam os roqueiros completos à loucura, quero dar destaque a uma banda que levou os mini roqueiros à loucura. Assim, a primeira atração do Palco Bastards foi a Rockids, uma banda de rock voltada para crianças. Incrível, não? Foi uma graça ver os pequenos e seus pais fazendo headbanging, pulando e curtindo o rock, com direito a competição de air guitar no final do show.

Além disso, a banda The Elder arrasou com músicas do Metallica e Black Sabbath ainda no começo da tarde, já dando aquela dose de energia pra galera. Mesmo assim, quem queria algo mais sossegado conseguiu aproveitar o show do Marley in Concert, por exemplo, no Palco Thunderstruck.

É claro que durante as 15h do Festival Crossroads mais dezenas de bandas se apresentaram, mas você pode ver a line-up completa AQUI.

Girls Just Want To Have Fun!

Agora, além das músicas vamos falar das outras atrações, que não ficaram nem um pouco para trás. Perto do Palco Cross, a Red Bull montou uma pista de skate, onde rolou até mesmo um campeonato da etapa Mind the Gap. Ou seja, o objetivo era fazer uma manobra num “gap”, em um espaço entre duas plataformas. Além disso, o espaço também tinha área com instrutor, para quem quisesse ter uma aula gratuita.

Também pensando nos pequenos rockstars, o Kinder Park — grupo especializado em playground infantil — montou uma área enorme de brinquedos. Com escorregador, piscina de bolinha e brinquedos infláveis, eu fiquei tentada a perguntar se era só para as crianças.

O Festival investiu muito no entretenimento, pois havia uma área de feira de vinis, com discos antigos e bem preservados à venda. Ao lado, tinha um flash tattoo com desenhos incríveis, onde a galera aproveitou pra deixar o momento marcado.

Mais à frente, um palanque inteiro voltado para brechós, com venda de roupas para a moda rock ‘n roll. Além disso, dois estandes voltados para motoqueiros e motociclistas exibiram motos incríveis e peças de vestuário para esse público.

Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock
Divulgação: Suco de Mangá

Porém, me impressionou ver que o Festival tinha duas massagistas profissionais e algumas maquiadoras e cabeleireiras disponíveis. Ou seja, até mesmo nós roqueiros precisamos de um dia de princesa, não é mesmo?

Por fim, a gastronomia do lugar veio em peso, com uma grande praça de alimentação e caixas móveis espalhados por todo o evento. Inclusive, a Coca-Cola levou em peso seu drink com Jack Daniels — um sucesso no evento — e fez um lounge super agradável pra sentar e aproveitar o momento.

Life is Ours, We Live it Our Way

Pra finalizar, vou ressaltar a minha parte preferida do evento. O Crossroads é realmente um lugar pra famílias, pra reunir os amigos e pra verdadeiramente curtir o momento. Longe dos estereótipos de shows de rock ou de festivais “alternativos”, o Crossroads tem uma atmosfera leve, descontraída e acolhedora.

Eu vi incontáveis famílias se divertindo juntas, com crianças de colo ou pré-adolescentes. Inclusive, o Festival mostrou a força do rock, pois tinha gente de absolutamente todas as idades. Bebês, jovens, adultos e idosos, todos compartilhando esse gênero musical atemporal.

Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock
Foto: Never Surrender Photo Team

Enfim, o Festival Crossroads do Dia Mundial do Rock bateu as expectativas e deixou aquela saudade antes mesmo de terminar. Ainda bem que ano que vem tem mais!

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FLOW no Anime Friends 2023 | Novas Parcerias, Ritual no Palco e a Energia do Brasil!

flow coletiva anime friends 2023

Comemorando vinte anos de carreira com os vinte anos do Anime Friends, o FLOW abriu e fechou o evento com dois shows, na quinta e no domingo, sem espaço para mesmices em nenhum deles!

A banda parou pra conversar rapidinho com a imprensa no sábado, mas bem rápido porque o espetáculo de domingo estava logo ao lado para ser preparado. Agradecemos ao intérprete Vinícius Somehara por fazer essa ponte com o FLOW conosco!


Olá, eu sou o Douglas, do Cúpula Nerd e a minha pergunta é: eles acabaram de regravar diversas músicas das aberturas de Naruto e eu queria saber qual foi o sentimento em realizar essas regravações.

Nós lançamos uma série de covers para o nosso aniversário de 20 anos e tocar essas músicas novamente foi um momento em que pudemos perceber como tínhamos tantas músicas boas. Fiquei feliz de escolher as músicas ao longo da nossa história como banda que entraram para essa compilação.

Oi, eu sou a Nana do JaME, vocês recentemente fizeram uma parceria com o Burnout Syndromes na música I Don’t Wanna Die In Paradise e eu queria saber como foi realizar essa parceria, já que todos estão no evento e se por acaso temos chance de ver isso ao vivo aqui.

É algo pra se ficar na expectativa *risos*

Olá, boa tarde, eu sou a Larissa da K.O e eu queria saber, já que vocês usam bastantes os reels e o tiktok para se modernizarem, eu queria saber como essa atitude vai para a música, o que vocês usam para modernizar o som de vocês?

A gente fica feliz de usar as redes sociais pra se conectar com nossos fãs mundo afora, como nas lives do Instagram, pra até mesmo as pessoas daqui poderem assistir, mas a gente também pensa de forma direta em como agir pra levantar a galera onde vamos tocar, discutindo se esse ou aquele jeito irá animar melhor o público.

Olá boa tarde, eu queria saber qual a música que vocês mais gostam de tocar ao vivo.

Go!!! *risos*

Boa tarde, eu gostaria de saber das influencias de vocês no j-rock ou j-pop ou o que vocês tem ouvido hoje em dia que esteja sendo legal do cenário.

X Japan!

Oi, eu sou a Vitória e a minha pergunta é, toda a banda tem um ritual antes de entrar no palco; qual o ritual do Flow antes de tocar?

A gente costuma unir as mãos em rodar e gritar “F L O W!”

Boa tarde, eu queria saber se há algum som brasileiro que vocês têm ouvido ou que gostariam de incorporar num futuro repertório?

Eu ouvia o Angra no ensino médio há uns trinta anos mais ou menos, essa banda foi bem importante pra mim.

Oi boa tarde, meu nome é Erick, do Suco de Mangá, e eu queria perguntar sobre a experiência de ter gravado para o canal THE FIRST TAKE

É realmente aquilo mesmo, sem mentiras, a gente tinha que gravar aquilo tudo numa tomada só. Teve lá sua tensão, mas eu realmente fiquei muito feliz de ver que tinha mais comentários estrangeiros do que eu imaginava que teria, inclusive de brasileiros!

Eles estão fazendo vinte anos, o evento está fazendo anos e eles já vieram aqui inúmeras vezes. Eu queria saber qual a relação que eles construiram com o Brasil ao longo desses anos?

Nós já rodamos o mundo e o Brasil é um dos lugares que mais visitamos e a energia do público aqui é algo único, então queremos fazer de tudo para continuarmos voltando.

Como é o processo criativo de vocês quando vão criar músicas para anime?

A gente busca uma conexão com a obra na hora de criar o tema.

A formação da banda em relação aos instrumentos musicais foi a mesma desde o início?

Sim, nós sempre tivemos essa mesma formação desde o início.

Eu queria saber do Take de onde veio a ideia de fazer uma dança otagei no meio do show?!

Só quis aparecer mesmo *risos*

Boa tarde, aqui é o Joseph do Laranja Cast e eu queria saber o que mais chamam a atenção de vocês ao tocar aqui?

Como tinha dito antes, o calor e a energia dos brasileiros é algo que sempre impressiona muito, é o melhor do mundo!

Foto de capa (Coletiva de Imprensa): @erickrekishi


FLOW – Galeria Palco Arena

Fotos: @fotobelga

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Confira como foi o show do CLASS:y no Asia Star Festival

CLASS:y SHOW
Divulgação: Highway Star

Uma coisa que os fãs brasileiros de K-POP pedem há anos é que mais girlgroups venham ao nosso país. Então, 2023 foi um ano para os fãs do gênero, já que tivemos shows de todos os tipos, em quase todos os meses. Também, tivemos um dos mais esperados festivais: o Asia Star Festival! Assim, o evento reuniu uma variedade de atrações asiáticas que prometiam agradar a todos. Entre as apresentações estava o grupo sul coreano CLASS:y, no qual já falamos mais a respeito no Suco Apresenta e qual fomos convidados para entrevistar na primeira semana de julho.

Mesmo sendo um grupo bastante jovem, que debutou oficialmente em 2022, as meninas — que foram a segunda atração do festival — mostraram que a pouca falta de experiência nos palcos jamais foi um problema. Afinal, eletrizaram a plateia com vocais incríveis e movimentos de dança bem coordenados.

Performance

Determinadas a interagir com o público brasileiro, elas fizeram questão de apresentar cada um dos membros e o que cada uma representava. Além disso, aprenderam algumas palavras brasileiras para se comunicar com a plateia (Vocês são muito “bonita” também meninas)!

Entre as músicas que CLASS:y performou estavam as clássicas “SHUT DOWN”, “CLASSY” e a maravilhosa “SAME SAME DIFFERENT”. Inclusive, esta é a minha favorita de todas que o grupo já lançou.

Enfim, quando entrevistamos o grupo, elas nos contaram o quão ansiosas estavam para conhecer os fãs brasileiros, ainda mais depois da calorosa recepção no aeroporto que a fanbase BR proporcionou. Todo esse carinho foi transmitido na apresentação, e dava para notar o quanto as meninas estavam felizes de performar no nosso país. Mas, também, de estarem pertinho de fãs que acompanham elas de tão longe!

CLASS:y show
Divulgação: Highway Star

Entre os gritos de “CLASS:y” que ecoaram antes, durante, e depois da apresentação, dava para ver que o público mais que aprovou o grupo. Então, contamos que elas também tenham se divertido bastante (e voltem logo para cá, com um show solo dessa vez).

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MASCARADE | RPG Chinês leva os visitantes a uma experiência de imersão no Anime Friends 2023

mascarade c-larp
Foto: @fotobelga / @sucodm

O Anime Friends 2023, realizado entre os dias 13 a 16 de julho, no Anhembi, em São Paulo, trouxe diversas atrações para os fãs da cultura asiática, e uma delas chamou especialmente a atenção dos visitantes: o estande misterioso e encantador do “MASCARADE”.

A área do estande era decorada de forma impressionante, repleta de flores, pessoas em trajes chineses e caixas coloridas, que aguçavam a curiosidade de quem passava por ali. Intrigados, muitos se questionavam sobre o conteúdo das caixas, até que a oportunidade de desvendar o enigma chegou.

Um dos responsáveis pelo MASCARADE me explicou com entusiasmo que se tratava de uma iniciativa para promover o C-LARP (Chinese Live Action Role Playing Game), um emocionante jogo de interpretação ao vivo com temática chinesa. Orgulhosos de serem um dos principais clubes de C-LARP, eles ofereciam uma variedade de temas e estilos, todos projetados para proporcionar uma experiência verdadeiramente imersiva.

Dos desafios de lógica às narrativas emocionais, do humor à aventura, o C-LARP tinha algo para todos os gostos e níveis de experiência. A equipe amigável do estande estava disponível para receber e orientar os interessados, sejam eles veteranos do jogo ou curiosos em busca de uma nova paixão.

As aventuras oferecidas pelo MASCARADE C-LARP eram diversas, abrangendo temas como “Clássico”, “Emocional”, “Gamista”, “Diversão”, “Terror”, “Facções”, “Imersivos” e “Alternativos”, proporcionando aos participantes uma variedade de experiências dentro desse envolvente universo de Live Action Role Playing.

O estande do MASCARADE se tornou um ponto enigmático e uma das gratas surpresas que encontrei no Anime Friends. De fato, uma novidade que adorei conhecer!

GALERIA

Fotos: @fotobelga

Nota: As informações foram baseadas no folder do estande e na proposta do MASCARADE C-LARP durante o evento.

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