A banda japonesa de música popTHREE1989 lançou no dia 8 de novembro seu novo single‘Aiiro’ como tema de encerramento da nova série da TV Tokyo‘kiss×kiss×kiss’. Assim, música está disponível em todas as principais plataformas de música!
THREE1989 – ‘Aiiro’
Sendo assim, a música tem como base a própria série de TV, sendo que os membros da banda leram o roteiro do programa antes de escrever a letra e compor a música. Quem arranjou a música foi Kei Matsuura, que trabalhou com a banda no início de sua carreira.
Ainda, cada episódio do programa de TV conta uma história diferente. A letra da música expressa a diversidade do romance moderno. Além disso, a banda optou por uma sonoridade mais leve apresentando uma melodia de piano que brilha desde a introdução, resultando em uma suave canção de amor.
Não é novidade que tudo o que envolve o BTS se torna um sucesso, mesmo se tratando dos projetos solos de seus integrantes. Assim, o membro Taehyun, também conhecido como V, acaba de quebrar mais um recorde em sua carreira solo. Nesta semana, o cantor se tornou o primeiro solista de K-Pop a ter um álbum na Billboard 200, principal parada musical de álbuns americana, por sete semanas consecutivas.
O feito foi atingido com o álbum Laylover, que foi lançado dia 8 de setembro deste ano, estreando em segundo lugar no mesmo ranking. Isso fez com que, na época, V se igualasse a seus companheiros de banda, Suga e Jimin, ao alcançar a posição mais alta daquela lista já atingida por um álbum solo coreano.
Os principais singles do Laylover são Love Me Again e Rainy Days.
V – Rainy Days | MV
V – Love Me Again | MV
Novamente, V se iguala a um companheiro de banda, porém, desta vez ele também o ultrapassa. Antes dele, o recorde de álbum solo coreano a ficar mais tempo na Billboard 200 era de RM, que ficou seis semanas seguidas na parada com o disco Indigo, lançado em dezembro do ano passado. RM também chegou a ficar mais de sete semanas lá, porém não consecutivas.
Se você ainda não conhece o repertório do V ou se ama o ídolo, ouça seus sucessos nesta playlist exclusiva da Universal Music Brasil.
O duo pop japonês SUIREN lançou no dia 2 de novembro seu novo single digital ‘stella’ como música tema do remakedo gameRPGSTAR OCEAN. A canção está disponível em todas as principais plataformas digitais de música.
Sendo assim, ‘stella’ é uma faixa totalmente nova, feita especialmente para o remake de STAR OCEAN. Um vídeo animado produzido pela popular casa de animação Yostar Pictures também foi lançado globalmente, combinando o ritmo acelerado da música com cenas de ação dinâmicas.
Comentário de SUIREN
Quando eu era criança, eu sentava e assistia a série de anime STAR OCEAN EX enquanto meu irmão mais velho tocava ‘STAR OCEAN 2’, que foi lançado na mesma época.
Muitos anos se passaram e quando soube que o jogo estava sendo refeito em grande escala, meu coração estremeceu ao lembrar daqueles dias que passei com meu irmão, absorto nas aventuras de Claude, Rena e os outros. Foi um retorno à minha infância.
Pegamos esse amor pelo jogo e o fundimos com nosso próprio som, criando algo que ressoa em nós. Os sonhos podem realmente se tornar realidade assim?
Só posso esperar que os intensos riffs de guitarra de SUIREN, as belas melodias de piano e a música profunda e efêmera melhorem o jogo, mesmo que seja um pouco.
STAR OCEAN THE SECOND STORY R é um remakeem pixel art 2.5D do jogo de sucesso de 1998 STAR OCEAN THE SECOND STORY. Assim, os fãs de RPG estão aguardando o game desde o anúncio em junho. O som e a letra da música combinam perfeitamente com o jogo, então não deixe de conferir!
Confira o vídeo promocional de STAR OCEAN THE SECOND STORY R!
Assinantes têm seus privilégios – especialmente os fãs de anime! A Crunchyroll subiu de nível e oferece agora aos seus assinantes da categoria Mega Fan o Crunchyroll Game Vault. Este é um acervo com acesso ilimitado a um crescente número de jogos mobile premium para fãs de anime e com conteúdo inspirado por animes.
Disponível para assinantes Mega Fan em mais de 200 países e territórios, os jogos do Crunchyroll Game Vault são jogáveis sem anúncios e sem compras adicionais in-app.
Detalhes do Crunchyroll Game Vault
Desde o dia 7 de novembro, os assinantes da categoria Mega Fan (anual ou mensal) já podem baixar os cinco títulos de estreia da plataforma de games. Os jogos estão disponíveis em aparelhos com sistema Android. Além disso, os títulos também serão lançados para iOS muito em breve.
Assim, a Crunchyroll fez uma parceria com publicadoras e desenvolvedoras para trazer pela primeira vez para o mundo dos jogos mobile o game de ação tática Captain Velvet: The Jump+ Dimensions; o eletrizante jogo de “briga de rua” River City Girls; e o visionário RPG single-player brasileiro Wolfstride, tudo de forma gratuita e exclusiva ao Crunchyroll Game Vault.
Também, a visual novel indie Behind the Frame: The Finest Scenery e o quebra-cabeças inbento também estão disponíveis sem custos adicionais.
O Crunchyroll Game Vault também apresentará novas adições constantes de títulos ao seu acervo, com novas levas de jogos chegando muito em breve!
Terry Li, Vice Presidente Executivo de Negócios Emergentes na Crunchyroll, disse:
O Crunchyroll Game Vault é uma biblioteca com uma curadoria especial focada em jogos premium para os fãs globais de fãs de anime apaixonados por jogos e que agrega ainda mais valor à assinatura do serviço ao conectar fãs aos conteúdos recheados da atmosfera dos animes. Com o Crunchyroll Game Vault, nós também estamos ansiosos por trabalhar com desenvolvedores internacionais para trazer seus títulos pela primeira vez para o universo mobile ou para apresentar jogos mobile já existentes para a comunidade Crunchyroll dentro de um acervo espetacular.
Por fim, Ota Imon, Diretor do Wolfstride complementa:
Estamos muito felizes que o Wolfstride agora faz parte do Crunchyroll Game Vault! Woohoo!A equipe aqui no Brasil já assiste, e muito, aos conteúdos da Crunchyroll como One Piece. Por isso, é uma honra fazer parte do novo serviço deles e trazer Wolfstride para os membros da Crunchyroll via dispositivos móveis. Esperamos que você aproveite seu tempo com Shade, Knife e Duque, derrote mechas, dê banho em gatos e várias outras coisas estranhas! DIVIRTAM-SE!
Apple TV+ anuncia hoje, 8 de novembro, o seu primeiro evento na CCXP23, apresentando a nova e aguardada série ”Monarch – Legado de Monstros”, baseada no Monsterverse da Legendary, para o maior festival de cultura pop do mundo, a ser realizado na São Paulo Expo. A grandiosa programação dos eventos e experiências da CCXP 23 para “Monarch – Legado de Monstros” contará com experiências inesquecíveis para os fãs e os milhares de participantes, com início na quinta-feira, 30 de novembro, e finalizando com um imperdível painel e uma sessão de perguntas e respostas, ao vivo, no domingo, 3 de dezembro.
O showrunner e produtor executivo de “Monarch – Legado de Monstros”, Chris Black, e os produtores executivos Tory Tunnell e Joby Harold se juntarão aos milhares de fãs no Palco Thunder, na CCXP23, no domingo, para apresentar o mundo de “Monarch – Legado de Monstros” e revelar conteúdos exclusivos. Além disso, na área de exposição durante toda a CCXP23, os fãs terão a oportunidade de entrar em uma experiência imersiva no Monsterverse.
Com estreia mundial no Apple TV+ com os dois primeiros episódios na sexta-feira, 17 de novembro, “Monarch – Legado de Monstros” foi recentemente apresentada para uma grande plateia na New York Comic-Con, onde a série teve sua primeira exibição pública e recebeu ótimas críticas, afirmando: ”‘Monarch – Legado de Monstros’ é absolutamente incrível, em todos os sentidos desta palavra”.
Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou San Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, “Monarch – Legado de Monstros” acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas.
“Monarch – Legado de Monstros” é codesenvolvido por Chris Black (“Ruptura”, “Star Trek: Enterprise”, “Outcast”) e Matt Fraction (“Hawkeye”). Matt Shakman (“Wandavision”) dirige os dois primeiros episódios.
Produzida pela Legendary Television, a série tem produção executiva de Black, Fraction e Shakman, juntamente a Joby Harold (“Obi-Wan Kenobi,” “Transformers: Rise of the Beasts”) e Tory Tunnell (“Spinning Out”, “Underground”), da Safehouse Pictures; Matt Shakman (“Wandavision”), Andy Goddard (“Carnival Row, “Downton Abbey”), Brad Van Arragon (“Yellowjackets, “Carnival Row”) e Andrew Colville (“Severance”, “Star Trek: Discovery”). Hiro Matsuoka e Takemasa Arita são os produtores executivos em nome da Toho Co., Ltd., a detentora do personagem Godzilla. A Toho licenciou os direitos para a Legendary para “Monarch – Legado de Monstros” como um resultado natural de sua relação de longo prazo com a franquia cinematográfica.
O Monsterverse da Legendary Entertainment é um universo épico de entretenimento com histórias interconectadas que reúnem as forças da natureza mais titânicas da cultura popular. Um testemunho da maior batalha da humanidade pela sobrevivência, lutando pelo mundo face a uma nova realidade catastrófica – os monstros dos nossos mitos e lendas são reais. Começando em 2014 com “Godzilla” e continuando com “Kong: A Ilha da Caveira”, de 2017, “Godzilla II: Rei dos Monstros”, de 2019, e “Godzilla vs. Kong”, de 2021, o Monsterverse acumulou cerca de dois bilhões de dólares globalmente nas bilheterias e está em constante expansão, com a aguardada sequência “Godzilla x Kong: The New Empire”.
As Marvels, filme dirigido por Nia daCosta, estreia nesta quinta 9 de novembro, e, durante a obra, ocorre a junção dos poderes de Carol Danvers (Brie Larson), Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Kamala Khan (Iman Vellani) — uma continuação direta de Capitã Marvel (2019) e da série Ms. Marvel (2022). Conforme o trailer, sempre que elas começam a usar os seus poderes, acabam trocando de lugar por estarem conectadas, e isso dificulta o processo de lutas, visto que Kamala e Monica não têm a mesma experiência de combate que Carol.
A direção do filme foi feita por Nia DaCosta, que é uma roteirista e diretora norte-americana. Ela é a segunda mulher a trabalhar como diretora em um filme do MCU, mas foi a primeira diretora negra. Por ser um filme protagonizado por mulheres, a escolha de direção foi certeira, pois Nia representou bem a liderança e poder das três mulheres trabalhando juntas no MCU, apresentando a principal e mais forte a Capitã Marvel, mas sem deixar de lado o poder e importância das outras personagens.
Efeitos visuais – CGI
O CGI do filme foi bem feito, diferente das críticas que foram recebidas sobre a série She-Hulk, o responsável pelos efeitos visuais Stephane Ceretti não cometeu os mesmos deslizes, fazendo a obra não ser impactada negativamente, pelo contrário, apresentou a importância das cenas e poder das protagonistas ao utilizar efeitos visuais bem feitos.
Trilha Sonora
Sabemos como a trilha sonora é importante para o desenvolvimento de um filme, e em As Marvels isso não foi diferente. A produção da composição da trilha sonora foi feita por Laura Karpman, sendo o terceiro trabalho da compositora no MCU, que anteriormente também cuidou da trilha sonora de What If…? e Ms. Marvel. E é possível notar a sua importância durante as cenas impactantes como de luta e tensão, sendo bem desenvolvida.
Roteiro
O roteiro também contou com diversos alívios cômicos, o que pode chamar maior atenção do público mais jovem. Mas não deixa de apresentar diversas referências conectando os filmes/quadrinhos anteriores, o que a Marvel realiza diversas vezes com maestria.
A história em si envolve bem o público, pois, além de ser realizada de uma forma leve e divertida, tem bastante ação, o que os/as Marvetes amam. E, assim como nos filmes anteriores, as cenas de luta são bem desenvolvidas, além de serem engrandecidas pela trilha sonora..
A criação de uma obra que une a vingadora mais forte do MCU (Carol Denver) junto a Monica e Kamala que tem habilidades parecidas, apresenta momentos memoráveis de combate, o que pode agradar bastante os fãs da Capitã Marvel e aumentar a fanbase de Monica e Kamala.
A conexão entre Carol e Kamala foi excepcional. As duas personagens são opostos: Carol é mais séria e direta, enquanto Kamala é muito extrovertida e animada. E ao adicionar Monica ao trio, a obra completa ficou extremamente caótica, mas de um jeito super divertido e envolvente.
Considerações Finais
Dessa forma As Marvels foi um acerto da Marvel e, mesmo que não possa agradar 100% da fanbase, por ter uma base mais infantil devido a influência da Disney, consegue cativar o público. O filme tem um ótimo equilíbrio entre a fase 4 e contém características das fases anteriores.
Com a aproximação do encerramento da mostra “Dōshin: os encantos dos brinquedos japoneses” no dia 12 de novembro, Japan House São Paulo convida os visitantes para participarem de uma imersão no universo dos brinquedos em novembro, com direito a campeonatos, oficinas e palestras sobre o tema.
A programação fica completa com as edições do Ciclo de Mangá e do Clube de Leitura, exaltando a cultura japonesa.
Atrações
Sushi: tradição, inovação e hospitalidade
Iniciando as atividades do mês, a Japan House SP promove, no dia 8 de novembro, às 16h, mais uma edição do JHSPGastronomia. Assim, o projeto apresenta os saberes e os sabores da culinária japonesa, com a palestra “Sushi: tradição, inovação e hospitalidade”. Nela, irão abordar as diferentes presenças do prato nipônico na cidade de São Paulo.
Então, em formato híbrido, o bate-papo contará com mediação do jornalista e crítico de restaurantes Arnaldo Lorençato. Também, com a presença dos especialistas Julio Shimizu, do renomado restaurante Sushiguen; Mari Saito, sushi shokunin no exclusivo Sushi Vaz; e Uilian Goya, chef fundador do Goya Zushi.
Na ocasião, serão abordadas a chegada do sushi na capital paulista e suas diferentes técnicas de produção, além da tradição e das mudanças que a iguaria sofreu ao longo do tempo.
O encontro acontece no primeiro andar da Japan House São Paulo e conta com transmissão ao vivo em português e com Libras como recurso de acessibilidade.
Para participar presencialmente, é necessário comparecer com 30 minutos de antecedência ao horário indicado, uma vez que as vagas são limitadas. Para acompanhar remotamente, basta acessar a transmissão no canal do YouTube da JHSP.
Campeonato de Beyblade e Brincadeiras com Power Rangers
Para abrir as atividades voltadas para crianças e adultos, realiza, em parceria com o Grupo Curumim, um Campeonato de Beyblade e Brincadeiras com Power Rangers, com brinquedos oferecidos pela Hasbro, convidando as crianças a criarem e explorarem as histórias das dos personagens de ambas as franquias.
A oficina acontece no dia 11 de novembro com sessões às 11h, 12h, 14h, 15h e 16h, com participação gratuita mediante retirada de senha na recepção com 30 minutos de antecedência.
Oficina de Massinha Play-Doh
No dia 12 de novembro, é a vez da Oficina de Massinha Play-Doh ocupar o primeiro andar da JHSP, às 11h, 12h, 14h, 15h e 16h, em parceria com a Hasbro e o Ateliê Maria Flor.
A ideia é oferecer um momento lúdico e prazeroso para que o público possa criar artes e histórias a partir das massas de modelar. A atividade também tem participação livre e gratuita mediante retirada de senha com 30 minutos de antecedência.
Dōshin: os encantos dos brinquedos japoneses
Ainda voltada para o universo dos brinquedos, a instituição oferece, no dia 9, às 11h30, visitas mediadaspela exposição “Dōshin: os encantos dos brinquedos japoneses”, localizada no segundo andar da JHSP.
Durante a visitação, os participantes poderão conhecer mais sobre os brinquedos presentes na mostra, como os clássicos Pula-Pirata e Lousa Mágica, e perceber que as formas de brincar das crianças japonesas de hoje não são muito diferentes da maneira que os brasileiros brincam há gerações.
Ciclo de Mangá
Já o Ciclo de Mangá de novembro destaca a obra “Pluto”, de Naoki Urasawa, que adapta um dos arcos de “Astroboy”, criado por Osamu Tezuka.
Durante o bate-papo, que acontece presencialmente na sede da JHSP no dia 18, às 15h, serão abordadas as relações dos japoneses com os robôs e com a tecnologia, além de temas como o equilíbrio e o entendimento sobre o coletivo no Japão.
A história de Urasawa retrata um mundo onde a coexistência entre humanos e robôs já consolidada, é posta em xeque quando a destruição de um robô poderoso e a morte de um importante ativista dos direitos dos robôs coincidem.
Nesse momento, cabe ao investigador Gesicht descobrir qual a relação entre os dois casos e de que maneira eles podem determinar o futuro do mundo.
Brinquedos japoneses: a cultura como instrumento diplomático
A palestra “Brinquedos japoneses: a cultura como instrumento diplomático”, no dia 23 de novembro, às 20h, explora as características dos brinquedos japoneses e seu crescente sucesso mundial.
Com mediação do Embaixador Fausto Godoy e participação do conselheiro especial da publicação especializada em brinquedos Toy Journal, Fumiaki Ibuki, e do fundador do Instituto Kondo, Seiichi Kondo, a conversa 100% online abordará os diferenciais dos brinquedos japoneses, trazendo a atenção aos detalhes, o respeito à natureza e as características kawaii (de “extrema fofura”, em tradução livre) como pontos importantes para a popularidade desses brinquedos ao longo dos anos, principalmente após a Segunda Guerra Mundial.
O encontro virtual, em português e japonês, contando com Libras como recurso de acessibilidade. Para acompanhar, basta acessar a transmissão no canal do YouTube da JHSP.
Clube de Leitura JHSP + Quatro Cinco Um
Ainda no campo das artes literárias, o Clube de Leitura JHSP + Quatro Cinco Um, que ocorre no dia 30 de novembro, às 19h, convida o público para uma roda de conversa sobre a obra “Onde vivem as monstras”, de Aoko Matsuda, uma coletânea de contos que se entrelaçam à medida que o livro avança, baseados em tradicionais histórias de fantasmas japonesas, representadas, aqui, sob uma perspectiva feminista, com personagens espirituosas, doces e emocionantes.
Os protagonistas de cada história são fantasmas responsáveis por ajudar seus familiares vivos, a proteger castelos e até combater o crime, se mostrando bem-humoradas até em encontros assustadores com os vivos. A narrativa traduzida por Rita Kohl levanta ainda questões profundas sobre a vida das mulheres japonesas atualmente.
Neste mês, o encontro do Clube contará com a presença da autora brasileira Natércia Pontes, autora do romance “Os tais caquinhos”.
Para participar do evento online, com transmissão pela plataforma Zoom, é necessário realizar inscrição prévia no site. Participantes do Clube de Leitura JHSP + Quatro Cinco Um também ganham um desconto de 25% na compra do livro pelo site da editora Autêntica até 31 de dezembro, aplicando o cupom AUTENTICA451.
Japan House São Paulo – Programação de junho de 2023
Endereço: Avenida Paulista, 52 – São Paulo, SP
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 9h às 19h; domingos e feriados, das 9h às 18h.
Vagas limitadas. Participação mediante inscrição prévia no site.
Transmissão via plataforma Zoom. Acesso liberado aos inscritos via e-mail.
Participantes do Clube de Leitura JHSP + Quatro Cinco Um também tem 25% de desconto na compra do livro pelo site da editora Autêntica até 31 de dezembro usando o cupom AUTENTICA451.
SiM is a Japanese rock band that has gained significant recognition in both the Japanese and international music scenes over the past few years. Formed in 2004, the band blends a variety of genres, including rock, metal, punk, reggae, and hip-hop, to create their unique and powerful sound.
With intense vocals and lyrics, SiM has been captivating audiences with their energy and passion with each release. By merging diverse musical styles, the standout group in the anisong scene delivers songs that range from emotional ballads to aggressive and attitude-filled tracks.
In an exclusive interview with Suco de Mangá, MAH, the band’s vocalist, delves into their main inspirations throughout the creative process of their new work, PLAYDEAD. He discussed topics such as personal conflicts, the impact of the COVID-19 pandemic, and much more. Check out the full conversation below:
Interview with MAH, from SiM
As a Japanese band with international recognition, how do you see the role of music in bridging cultures and connecting people from different parts of the world?
It’s such an honor because that’s something many artists dream of but it’s not very often you get the chance to actually do it. There are many lives that end without dreams coming true. What gave SiM this opportunity is definitely “Attack on Titan”, so we’re grateful from the bottom of our hearts for that.
Your music blends various genres like rock, punk, and reggae. How do these diverse influences come together in your creative process? Can you give us some examples of bands that have inspired you since the beginning?
Bands like Sublime, RANCID, The Specials and The Clash mixed with MUSE or The Used – that was our initial concept when we started out. We then learned about reggae rock bands like 311 and Skindred, which got us thinking; we should create an original sound, even different from them. This led to us mixing the fast beats of SKA and PUNK with Metalcore breakdowns.
What is your favorite song that you’ve created for an anime? Why?
It’s “The Rumbling”. That’s not because we received recognition from others but purely because I had a clear sense of it, like, coming down from the stars the moment I came up with the “If I lose it all …” melody. That was a strange sensation that I’d never experienced in the 22 years since I started writing songs at the age of 14.
It’s impossible to talk about SiM without mentioning ‘The Rumbling,’ right? The song reached a massive audience and is considered by many as one of the best – if not the best – songs in the anime Attack on Titan. Did you expect such a huge response from the audience? Can you share a bit about the experience of this collaboration?
The times have moved away from rock, and we are in the era where Hip Hop is thriving. In such an environment, I must admit I was a little apprehensive about releasing a pure metal ballad. Besides, it was a track with a heaviness, even different from all the previous songs from “Attack on Titan” so I wondered if people might go “What’s this?” and wouldn’t understand it. However, it coincided well with the timing of the storyline where the world view shifted to that of desolation, and this track went viral at an incredible pace. It was fun to see our fans from all over the world uploading their cover videos every day.
Is there any other anime that you would like to collaborate with because you believe it matches SiM’s sound? Which one?
I guess what everyone is anticipating is a collaboration with “Chainsaw Man”. Personally, I love “Kaiju No.8”. I think that kind of anime with powerful battle scenes lends itself to the rumbling sound of SiM, creating synergy.
What were the main influences for SiM in the creative process of PLAYDEAD, your new album? Could you share some of those “key inspirations” and themes behind it?
As Japanese, we couldn’t have escaped the impact of the Coronavirus pandemic. In terms of national characteristics, Japanese people are kind of diligent, so we’ve taken our time, dealt with the pandemic cautiously and we’re probably the last county in the world to do so. It was around April 2023 when we really felt “Our lives have returned to what they were before!”
The underlying message is that we should resurrect ourselves from such a state of oppression (which is the state of pretending to be dead = PLAYDEAD) and get back to who we’re supposed to be.
The other thing is the juxtaposition of losing my grandmother having developed Alzheimer’s disease a few years prior and the way my soon-to-be 6-year-old son is growing up.
It was a time in my life when I witnessed the end and beginning of human life at the same time, so I think my own view of life and death is evident in some of the lyrics on this album.
What are the expectations for SiM’s future now that PLAYDEAD, your latest album, was finally released? Do you have plans to take the tour to countries that haven’t had the chance to see SiM live?
In the past, once the album’s released, we would tour for about 6 months in Japan and that would be it for that term. We’d then start production for the next album. That was our routine and I believe that’s the same for all Japanese artists. But this time as we will start a world tour as opposed to domestic tour, from now on, I’m expecting the current “PLAYDEAD” term to last for a year or two. At this stage, we’ve only announced the EU/UK and US tours but we sincerely hope to visit South America, Asia and other countries. We’re looking forward to visiting countries like Brazil, Argentina, Peru and Chile in particular for live shows, where we have fans who’ve been sending us messages via social media for many years.
Last but not least: do you often interact with the Brazilian fanbase through social media? What message would you like to leave for your Brazilian fans?
I remember many years ago, exchanging messages with a fan who said he got a tattoo inspired by SiM’s lyrics. There is nothing that makes me happier than realizing that our music is reaching the other side of the globe. We love you guys! Look forward to us coming to do live shows!