A editora Belas Letras traz “Quentin Tarantino: O icônico cineasta e sua obra” e “Tim Burton: O icônico cineasta e sua obra”. Os livros chegam no mesmo ano em que Pulp Fiction, o clássico de Tarantino, completa 30 anos, e o novo filme de Tim Burton (a continuação de Os Fantasmas se Divertem) chega às telonas.
Ambos foram escritos pelo crítico de cinema britânico Ian Nathan. Assim, eles exploram a carreira, as influências, referências e os bastidores das obras dos diretores.
Então, mostrando desde os primeiros trabalhos de Tarantino e Burton, como Amor à Queima-Roupa, Cães de Aluguel, Pulp Fiction, As Grandes Aventuras de Pee-Wee, Batman e Edward Mãos de Tesoura, até seus trabalhos mais recentes como Era Uma Vez em Hollywood, Wandinha e Os Fantasmas Ainda Se Divertem, os livros ilustrados com mais de 100 fotografias analisam o sucesso e o estilo de filme de dois dos maiores cineastas da nossa geração.
Edição de colecionador
Além disso, a editora preparou duas edições para os livros.
Uma de colecionador com acabamento em capa dura e itens exclusivos e limitados. Por exemplo, chaveiro em formato fita VHS, baralho temático, marcadores personalizados, adesivos, cadernos personalizados com capas de filmes.
Também, uma versão dos livros em capa dura sem os itens colecionáveis, para quem quer a mesma qualidade e conteúdo por um preço menor.
Então, os leitores que comprarem um combo especial com os dois livros, disponível apenas no site da editora, até o dia 31 de maio, vão receber um brinde exclusivo e limitado. Uma miniatura da atriz Uma Thurman atriz da personagem Mia Wallace, de Pulp Fiction.
Imagem Divulgação
Quentin Tarantino: O icônico cineasta e sua obra
Em “Quentin Tarantino: O icônico cineasta e sua obra”, Ian Nathan, um dos escritores de cinema mais reconhecidos da Europa, examina toda a obra de Quentin Tarantino e seu estilo único de direção que o consagrou como o grande cineasta cult da nossa geração.
Sendo assim, o autor mostra as referências e influências de Tarantino, um apaixonado por cinema que buscou inspiração em obras como Amargo Pesadelo, Meu Ódio Será Sua Vingança, Scarface, Lady Kung Fu e Duro de Matar.
Além disso, a obra traz a história e os bastidores de toda a filmografia do diretor, apresentando curiosidades sobre o processo de criação de cada longa. Por exemplo, a resistência da produtora Miramax em trabalhar com John Travolta em Pulp Fiction, por considerar o ator tóxico, preferindo Daniel Day-Lewis no lugar.
Ainda, Ian mostra como projetos importantes como Kill Bill foram pensados, que teve sua origem de brincadeiras de bar entre Tarantino e Uma Thurman. Eles pensaram em uma história de vingança que seria elaborada durante as semanas de gravação de Pulp Fiction. O livro ainda aborda o último filme do cineasta, Era Uma Vez Em Hollywood, fazendo um recorte completo de sua carreira.
“Repleto de imagens, com os bastidores dos seus trabalhos e os filmes que influenciaram seus lançamentos. Este livro é um verdadeiro bilhete premiado para todos fãs de cinema.”
– 28 Days Later Analysis
Em “Tim Burton:O icônico cineasta e sua obra”, Ian Nathan explora o universo sombrio e estranho de Tim Burton. Assim, mostra por que o diretor se tornou um dos cineastas mais populares e notáveis dos últimos 30 anos.
Além disso, apresenta as referências do diretor, destacando sua paixão por filmes B como Drácula, O Monstro da Lagoa Negra e Guerra Entre Planetas, que teve início ainda em sua infância e adolescência e ajudaram a desenvolver o estilo sombrio de Burton.
A obra mostra como os filmes de terror influenciaram a carreira do cineasta, revelando curiosidades dos bastidores de filmes como Os Fantasmas Se Divertem, que Tim Burton brincou ser uma versão “burlesca” do clássico de possessão demoníaca “O Exorcista”.
Também, o livro revela outras curiosidades como a ideia inicial de Burton em fazer do filme Edward Mãos de Tesoura um musical, além dos esforços do estúdio para colocar Tom Cruise no papel principal e de cogitar nomes como Robert Downey Jr. e até mesmo Michael Jackson.
Chegando ao Brasil em uma versão atualizada, o livro ainda conta com os trabalhos mais recentes do diretor como o sucesso da Netflix Wandinha e o início da produção de “Os Fantasmas Ainda se Divertem 2”.
Os desenvolvedores noruegueses da Ananki Game Studio anunciaram que estão na fase final de desenvolvimento de The Fate ofBaldr. Com isso, a partir do dia 22 de maio você poderá se juntar ao mundo Viking na Steam nesse jogo de defesa de torre.
Com um grande sucesso dos testes, The Fate of Baldr vai contar com:
Chat de voz no jogo.
Os jogadores agora podem se juntar a um host específico usando um código.
Comportamento aprimorado de inimigos e chefes.
Novas torres: torre de fogo, torre de veneno, torre de aumento de dano e torre de aumento de velocidade.
A quantidade de munição aumentará conforme o jogador evoluir.
O navio agora pode ser atualizado para causar dano contra inimigos.
Adicionada seção de perguntas frequentes ao Vikingpedia.
Atualização visual para todos os planetas, torres e inimigos.
Então, já deixe sua defesa pronta adicionando The Fate of Baldr na wishlistda Steam. Assim, quando as ondas forem liberadas no dia 22 você já estará pronto!
Os rumores que uma força destrutiva estava se espreitando se confirmaram. Afinal, a partir do dia 22 de maio, Akuma, o lendário lutador, estará presente nas telas de Street Fighter6. Disponível para todas as plataformas seu retorno contará também com atualizações de balanceamento.
Akuma – Jogabilidade
Agora, você que é fã da franquia ou ainda está conhecendo o mundo de Street Fighter 6, confira o que a lenda Akuma têm em seu arsenal de golpes:
Gou Hadoken: A icônica fireball retorna e pode virar uma “fireball vermelha” ainda mais poderosa, oferecendo mais opções para golpear ou bloquear.
Ashura Senku: Como em suas versões anteriores, Akuma utiliza a Ashura Senku para deslizar no cenário coberto pelas sombras.
Adamant Flame: Esse é um dos novos ataques de Akuma, em que ele executa um impulso para frente envolto em chamas. Devido ao seu longo alcance, isso será útil tanto para combos quanto para tirar proveito da vulnerabilidade do inimigo.
Messatsu Gohado: A Level 1 Super Art faz Akuma disparar uma esfera altamente concentrada de Satsui no Hado.
Empyrean’s End: Já a sua Level 2 Super Art o permite transformar o Satsui no Hado em uma poderosa chama que queima o oponente por dentro.
Sip of Calamity: Com a Level 3 Super Art, Akuma derruba o oponente de cara no chão e em seguida o finaliza com um ataque devastador.
Shun Goku Satsu, ou “Raging Demon”: A sua segunda Level 3 Super Art só pode ser feita quando a Vida estiver baixa o suficiente para uma CriticalArt, com a possibilidade de interromper combos do rival. Nessa hora, Akuma mostra, em um piscar de olhos, o real significado da palavra pesadelo.
Outras novidades
Além disso, Akuma chega e parte direto para a ação em todos os três modos disponíveis de Street Fighter 6. Incluisve, o WorldTour – trazendo mais detalhes da história do personagem-, o Battle Hub, onde você poderá aplicar as habilidades dele no seu avatar, e a experiência clássica do FightingGround.
Também, para saudosistas de plantão, Akuma contará com o visual retrô do Traje 2, inspirado em sua primeira aparição no Super Street Fighter™ II Turbo.
Assim, lute com estilo usando a nova leva de Trajes 3 para todos os personagens do Ano 1, incluindo Rashid, A.K.I., Ed e Akuma. Os donos do Year 1 Ultimate Pass irão recebê-los automaticamente no dia 22 de maio, incluindo as cores 1-10.
Em breve, as aguardadas atualizações de balanceamento para todos os personagens chegarão às ruas de Street Fighter. Mais detalhes chegam nas próximas semanas.
O lar e área do treinamento de Akuma, Caverna de Enma, chega como o novo estágio de Street Fighter 6. Com isso, os donos do Year 1 Ultimate Pass receberão o cenário automaticamente no dia 22 de maio.
Então, você está pronto para acolher o demônio das sombras e das artes marciais no dia 22? Akuma poderá ser desbloqueado com Year1 Character Pass, o Year1 Ultimate Pass, a Edição Deluxe e a Edição Ultimate do jogo. Sendo assim, se liga no Sucoe em mais detalhes no site oficial da Capcom.
Já está disponível pela SQUARE ENIX, o mais novo título da lendária franquia SaGa, SaGa Emerald Beyond, para os consoles Nintendo Switch™, PlayStation®5 (PS5®) e PlayStation®4 (PS4®), PC (STEAM®), e dispositivos iOS e Android.
SaGa Emerald Beyond apresenta os melhores elementos da amada série, incluindo o sistema de cenário livre e combate estratégico, para oferecer a cada jogador uma experiência de jogo única.
Assista o trailer abaixo:
SaGa Emerald Beyond reúne os elementos principais de combate e cenário livre da franquia RPG para oferecer a experiência SaGa definitiva aos fãs e novatos. Os jogadores podem esperar por combates profundamente estratégicos, personagens diversos com histórias emocionantes, uma narrativa evolutiva impulsionada por escolhas e muito mais. O mais recente título da franquia SaGa marca o retorno de ícones lendários da série, incluindo o criador da SaGa Akitoshi Kawazu, o compositor Kenji Ito e o ilustrador Satoshi Kuramochi, que pegaram o que os fãs da série amam e construíram um jogo que tanto os fãs antigos quanto os novos podem desfrutar.
“2024 marca o 35º aniversário da série SaGa. Também marca a primeira vez que conseguimos lançar um novo título SaGa simultaneamente em todo o mundo. Sem nossos fãs, isso não seria possível. SaGa Emerald Beyond é o produto de 35 anos de inovação, experimentação e um desejo pessoal de examinar o que faz de um RPG, um RPG. Para nossos fãs de longa data, espero que apreciem as inovações contínuas e referências aos títulos SaGa anteriores. Também convido os recém-chegados a aceitarem a oferta da visão esmeralda e embarcarem em uma nova aventura. Espero que todos que peguem este título tenham uma experiência inesquecível com ele.” – Akitoshi Kawazu, Diretor Geral da Série SaGa
“Como um fã de longa data da SaGa que agora tem a honra de trabalhar nesta franquia, não poderia estar mais orgulhoso de apresentar SaGa Emerald Beyond aos jogadores. As coisas que me fizeram apaixonar pela franquia SaGa estão todas presentes neste título, desde o sistema de cenário livre até o desafiador combate estratégico até os personagens diversos e intrigantes. Claro, não se pode esquecer das incríveis contribuições do compositor Kenji Ito também. Também estou orgulhoso em dizer que tomamos medidas para receber os novatos com as ondas esmeralda do jogo, que são fundamentais para a história geral e guiarão os jogadores em sua jornada. Espero que, através de SaGa Emerald Beyond, os jogadores possam sentir a paixão e o amor da equipe pela franquia que mantiveram a série forte por 35 anos.” – Masanori Ichikawa, Produtor da Série SaGa
Aqueles interessados em SaGa Emerald Beyond ainda podem baixar as três demos exclusivas para cada plataforma no Nintendo Switch, PS5/PS4 e PC. As demos oferecem várias horas de conteúdo das histórias dos três personagens, dando aos jogadores uma ideia do que podem esperar no jogo completo com todo o elenco. Os dados salvos da demo são transferíveis para o jogo completo na respectiva plataforma.
Para mais informações, por favor visite o SITE OFICIAL.
Em 2022, na minha passagem por Nova Iorque, eu estava em dúvida de qual musical da Broadway eu deveria ver. Apesar do clássico O Fantasma da Ópera, e o popular Harry Potter and The Cursed Child, eu resolvi dar uma chance para Beetlejuice, que eu só conhecia pelo filme e a série animada que vi na minha infância. Essa foi uma das melhores decisões que tomei na viagem. Afinal, o espetáculo entraria para meu ranking de melhores musicais da vida, apenas atrás de Rei Leão e CATS.
A esperada versão brazuca
Obviamente que nós sempre esperamos que os musicais cheguem até nosso país. O Brasil tem atores talentosíssimos, e as montagens brasileiras muitas vezes são BEM melhores que as “originais” lá dos Estados Unidos. Por isso, eu quase rolei de alegria quando o anúncio de Beetlejuice O Musical chegou ano passado, estrelando o comediante Eduardo Sterblitch.
Com uma primeira passagem brilhante pelo Rio de Janeiro, eu comprei meu ingresso na primeira fileira para sua apresentação em São Paulo, no Teatro Liberdade. Lá, o espetáculo ficou uma curta temporada do fim de fevereiro até o fim de abril (mas eu sinceramente espero que estendam as apresentações).
Então, com reviews fantásticos durante a passagem pelo Rio, eu estava com as expectativas nas alturas, ainda mais depois de ver a montagem americana. E, como sempre, o Brasil foi lá e arrasou.
Do jeito que só o Brasil tem
Dirigido por Tadeu Aguiar, o musical é – com certeza – tudo aquilo que eu esperava e mais ainda. Eu não vou mentir, sou muito puxa-saco dos elencos brasileiros, pois eu sempre acho que nós temos um tempero a mais.
Além disso, as adaptações de roteiro são sempre brilhantes. Mesmo que se perceba que o “bruto” é igual ao que eu vi em Nova Iorque (bem fiel também ao filme de 88), piadas brasileiras foram adicionadas de maneira a deixarem o enredo mais interessante, divertido e com a nossa cara.
A versão brasileira das músicas é do sempre incrível Claudio Botelho que conseguiu, com maestria, capturar toda a essência dos clássicos na nossa língua. Assim, eu só senti falta mesmo é do CD da trilha sonora para que nós possamos comprar, já que qualquer fã de musical morreria por esse presente.
Entregando tudo que eu poderia pedir
No dia que eu vi a apresentação, o Eduardo Sterblitch não estava no elenco. No seu lugar estava João Telles que, apesar de eu não ter visto a atuação de Sterblitch, deu um show do começo ao fim e entregou absolutamente TUDO.
Telles entendeu direitinho o que o papel exigia e foi brilhante. Ele interagiu com o público, oferecendo voz, atuação e performance de um jeito que eu fiquei absolutamente maravilhada.
Eu sei que, muitas vezes musicais que tenham protagonistas “famosos” acabam criando uma certa decepção quando outra escalação está em cena. Porém, não consigo entender como alguém ficaria decepcionado quando João Telles é um 10/10 em tudo no espetáculo.
Pelo Teatro Liberdade ser menorzinho em comparação a outros teatros que recebem musicais, eu estava preocupada em como eles fariam certas adaptações. No entanto, TUDO desde figurino, cenário, maquiagem, cabelo… TUDO é de uma excelência que não deixa espaço para crítica negativa (acredite, eu estava na primeira fila atentíssima).
Sucesso de público
Beetlejuice O Musical mais uma vez prova que as montagens brasileiras de musicais estrangeiros são sempre melhores. Talvez eu seja puxa-saco do meu país, mas quando você tem algo tão bom quanto foi esse espetáculo, não tem como não virar fã de carteirinha dos profissionais daqui.
Meu único arrependimento foi ter esperado o fim da temporada, já que eu morreria por um ingresso para vê-lo de novo, mas devido ao sucesso estrondoso, as sessões estão praticamente todas lotadas.
E com muito prazer iniciamos nossa cobertura da 2ª edição do Summer Breeze Brasil, o maior festival de música pesada do país. Estivemos por lá nos três dias de evento e focamos na cobertura dos shows, partindo da ideia de trazer bandas que mais se alinham a nossa editoria e também gosto pessoal.
Vale lembrar nossas duas entrevistas, que entram como parte do trabalho feito para o festival com Cristina Scabbia, do Lacuna Coil (Leia AQUI) e Noora Louhimo, do Battle Beast (Leia AQUI).
A segunda edição brasileira do tradicional festival alemão, Summer Breeze, aconteceu no último final de semana de abril, entre os dias 26 e 28 de abril, no Memorial da América Latina (São Paulo). O festival foi um sucesso e contou com a apresentação de grandes nomes do rock mundial como Mr. Big, Gene Simmons Band, Lacuna Coil, Hammerfall, Epica, Within Temptation, Anthrax, Mercyful Fate e Killswitch Engage, entre muitos outros. Foram dias de muita alegria – o público sorriu, chorou de emoção, assistiu aos shows dos seus artistas favoritos e viveu momentos inesquecíveis.
Além das atrações musicais, o festival contou também com diversas experiências e ativações que tiveram grande aceitação do público. Entre elas, feira geek, Summer Expo Tattoo, Horror Expo, venda de vinis, espaço kids com monitoria, áreas de descanso, entre outras.
Com uma recepção calorosa do público, a organização do festival Summer Breeze Open Air Brasil confirma sua terceira edição com dois dias para 2025. O festival ocorrerá nos dias 3 e 4 de maio de 2025, e desta vez terá um Warm-Up no dia 2 de maio, ambos no Memorial da América Latina. O Warm-Up, popularmente conhecido como esquenta, será um evento com ingressos limitados que acontecerá antes do início das atividades oficiais do festival.
Tá aí! Uma banda que eu não conhecia e talvez quem não é muito do meio thrash metal esteja tão ligado, que é o Flotsam & Jetsam. É sabido que a banda formada em 81′ revelou nomes como Jason Newsted, que em 86′ foi para o Metallica. O nome, inspirado em um capítulo de “O Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien, adiciona um elemento de inspiração literária à jornada musical da banda, que ao longo dos anos enfrentou mudanças na formação, desafios comerciais e uma evolução sonora marcada por álbuns conceituais e experimentação musical.
Foto por: Diego Padilha
Com um sol radiante e muita energia no ar, o Flotsam and Jetsam subiu ao palco e incendiou a multidão com uma seleção poderosa de músicas. Abrindo com “Hammerhead”, a banda trouxe uma combinação de peso e melodia que imediatamente conquistou o público. Com sucessos como “Desecrator” e “Dreams of Death”, eles mostraram sua habilidade de misturar elementos thrash com uma pitada de progressivo. “Prisoner of Time” e “She Took an Axe” mantiveram a energia alta, com os fãs cantando junto cada palavra. A introdução de “Iron Maiden” foi recebida com entusiasmo, e a banda entregou uma performance arrebatadora dessa faixa clássica.
O momento épico continuou com “Brace for Impact”, antes de mergulharem em “Suffer the Masses”, uma escolha que fez o público vibrar com seus riffs contundentes e vocais poderosos. Encerrando o set com “I Live You Die” e “No Place for Disgrace”, Flotsam and Jetsam deixou uma marca indelével no Summer Breeze Brasil, e me mostrou por que são uma das bandas mais respeitadas do thrash americano.
Black Stone Cherry
O Black Stone Cherry era a primeira banda que estava em meu radar para ver ao vivo. Oriundos de Kentucky, a banda é conhecida por seu estilo único, meio post-grunge, meio Lynyrd Skynyrd, uma mistura de elementos country e guitarras altamente distorcidas. Estranhamente, eu os conheci através de um videogame, o ótimo, porém pouco celebrado Sleeping Dogs, que tinha uma rádio só com bandas ligadas à gravadora Roadrunner Records, incluindo coisas como Trivium e Machine Head. Infelizmente, apenas uma das músicas do jogo foi tocada no show, mas isso não quer dizer que não foi um show interessante.
Houveram algumas dificuldades técnicas na abertura do show, mas a energia de Me and Mary Jane contagiou a galera. Conforme a banda trabalhou os hits de seus álbuns mais recentes no início do show, passando pelos álbuns Human Condition, Family Tree e Screamin’ at the Sky, o vocalista Chris Robertson me surpreendeu com sua performance vocal muito próxima do trabalho em estúdio. “In My Blood” e “Like I Roll” botaram a plateia pra gritar e dançar, e enquanto John Fred Young moía a bateria num solo durante “Cheaper to Drink Alone”, Robertson voltou com uma enorme garrafa de Bourbon e mandou ver um golão. Deve ser esse o segredo da voz impecável do cowboy!
Foto por: @raphagarcia
O que surpreendeu mais ainda foi que, depois da segunda metade do show, a banda voltou mais ainda no tempo, focando nos três primeiros álbuns, que na minha opinião são os mais pesados e divertidos. Quando eles começaram com o riff inicial de “Blind Man”, do segundo disco Folklore and Superstition, valeu o show pra mim. Depois disso, revisitaram o terceiro disco, Between the Devil and the Deep Blue Sea, levando os fãs à loucura com “Blame It on the Boom Boom” e “White Trash Millionaire” (esta última a primeira música que ouvi no Sleeping Dogs). Para finalizar, não poderia haver melhor som do que “Lonely Train”, uma das músicas mais pesadas da banda, mas que traz a mensagem de união entre o pessoal do metal que muitas das bandas do Summer Breeze frisaram. Espero que o Black Stone Cherry não demore tanto pra voltar pro Brasil!
Neste primeiro dia, um dos shows que eu estava mais curioso era do Edu Falaschi, terminando a tour do último disco, Eldorado, lançado em 2023. Abrindo com “Live and Learn”, a banda imediatamente envolveu os fãs com sua energia e habilidades técnicas impressionantes. Seguindo com sucessos como “Acid Rain” e “Waiting Silence”, a performance mostrou sua versatilidade, passando de momentos de melancolia a explosões do power metal clássico.
Foto por: @raphagarcia
O público foi à loucura com “Heroes of Sand”, “Bleeding Heart” cantando junto cada palavra em uníssono. Já a intensidade foi elevada na sequência com as pedradas de “The Temple of Hate” e “Spread Your Fire”, obras primas do metal progressivo e que destacou a precisão do jovem baterista Jean Gardinalli. Destaco também os backing vocais do tecladista Fábio Laguna e do guitarrista Diogo Mafra.
Uma surpresa emocionante para o otaku veio com a performance de “Pegasus Fantasy”, um cover da MAKE-UP, que levou os fãs de Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) ao delírio. Encerrando com chave de ouro, Edu apresentou “Rebirth”, antes de culminar em “Nova Era”, fechando uma apresentação cheia de clássicos de sua carreira.
Teve Pegasus Fantasy no Summer Breeze Brasil com @falaschioficial
A sexta-feira do Summer Breeze foi caracterizada principalmente pelas bandas de hard rock farofa, contando com abertura da divertidíssima Nestor e continuando com Sebastian Bach, Mr. Big e Gene Simmons. Dentre todas as bandas da sexta-feira, o peixe mais fora d’água tem que ser o Exodus. Uma das grandes bandas de thrash metal da Bay Area, o Exodus subiu ao palco imediatamente fazendo a galera ir à loucura com o clássico “Bonded by Blood”. O setlist que seguiu passou por múltiplas épocas da banda, incluindo os violentíssimos “Blood In Blood Out”, “Pleasures of the Flesh”, “Persona Non Grata”, e “Fabulous Disaster”.
Entre cada marretada, o simpático vocalista Steve “Zetro” Souza solicitava polidamente que os fãs arrebentassem tudo na roda, pedido que foi devidamente cumprido, abrindo a maior roda da sexta-feira. Quem não está acostumado com a galera do metal pode achar que é só violência e porrada, mas singelos momentos rolaram durante a performance do Exodus, como por exemplo a galera que cuidadosamente levantou a cadeira de rodas de um camarada para que ele batesse cabeça junto com todo mundo, o que foi apontado por Souza como “só aqui no Brasil essas coisas acontecem”. Foi muito foda!
Foto por: @raphagarcia
A performance dos músicos foi impecável, com destaque especial para um dos maiores guitarristas do thrash metal, Gary Holt, e sua singela mensagem na camiseta: “Kill the Kardashians”. Eu não poderia concordar mais. Para finalizar, Souza solicitou mais uma vez que a cidade de São Paulo dançasse a “Toxic Waltz”, abrindo a roda mais linda da sexta-feira e enchendo de inspiração um público prestes a enfrentar mais dois dias de metal pesado.
Sebastian Bach
É um grande contraste quando a violência do Exodus acaba e aí a gente vai pro outro lado do festival curtir um hard rock anos 80! Mas foi exatamente isso que aconteceu quando o Sebastian Bach tomou o Hot Stage do Summer Breeze. Com um setlist repleto de clássicos do Skid Row, Bach surpreendeu com sua forma física e vozeirão, de um cara que já esteve em fases muito ruins, ficou sóbrio e retornou com estilo!
Foto por: Wellington Penilha
A primeira metade do show foi praticamente dominada por músicas do primeiro disco do Skid Row, um clássico atemporal dos anos 80 e que agitou muito a galera. “Big Guns”, “Sweet Little Sister” e “18 and Life” foram cantadas em uníssono pelo público. Depois, o “Tião”, como o pessoal o chamava e ele achava muito legal, tocou várias músicas do segundo álbum, “Slave to the Grind”, e incluiu também alguns covers dele, substituindo o “American” de American Metalhead por “Brazilian”, pra agradar a gente!
Eu havia visto o Skid Row com o novo vocalista Erik Grönwall no Summer Breeze do ano passado, e naquele setlist faltou uma música, que é importantíssima. O Tião fez uma troca, que achei justa: ao invés de tocar “In a Darkened Room”, entrou “I Remember You” no setlist, que também levou os corações românticos do Summer Breeze a derreter. “Youth Gone Wild”, como sempre, finalizou um set incrível, que até inspira a gente a desejar que o Sebastian Bach volte ao Skid Row.
Os Vampiros de Helsinque estão em São Paulo! A banda que eu estava mais ansioso para ver foi o The 69 Eyes. Formada em 1989 e seu som descrito como “goth n roll”, mescla elementos do rock gótico, glam e rock ‘n roll no mais estilo Elvis Presley. Para a apresentação da banda no festival, papito Supla subiu aos palcos e chamou Jyrki 69 em companhia, com aquela atmosfera oitentista e temas líricos inspirados em filmes, especialmente os dos gêneros gótico, horror e mistério.
Foto por: Diego Padilha
Abrindo com “Devils”, a banda imediatamente estabeleceu o clima misterioso e dançante que caracteriza seu som único. Enquanto a multidão no Sun Stage vibrava ao som de clássicos como “Brandon Lee” e “Lost Boys”, o vocalista Jyrki 69 hipnotizava com seus trejeitos, enquanto os riffs de guitarra cortavam o ar com intensidade.
Entre “Death of Darkness” e “Never Say Die”, houve problemas técnicos, e pelo que consegui observar, era algo com o retorno do vocalista. Mesmo assim, e com quase 15 minutos perdidos, o público entregou-se totalmente à energia soturna do show. Com uma mistura de nostalgia e vitalidade, o The 69 Eyes mais uma vez demonstrou por que são mestres do rock gótico, deixando um gostinho de “quero mais do estilo” no Summer Breeze Brasil de 2025.
U-pi conseguiu se tornar um dos meus autores favoritos de todos os tempos quando o assunto é webtoonBL. Depois de ler My Way with You, que está no meu top 3 de favoritos do gênero, eu precisei conhecer a atual obra em publicação do artista, e não me decepcionei nem um pouco. Assim, conheci The Pizza Delivery Man and the Gold Palace.
O entregador e o empresário
The Pizza Delivery Man and the Gold Palace tem como protagonistas Woo-won, um entregador de pizza, e Seo-an, um rico empresário que vive no conjunto Gold Palace.
Assim, Woo-won é um jovem que desde cedo passa por vários problemas financeiros, muitos causados pelo pai que perdeu muito dinheiro apostando em empreendimentos que não deram certo. Então, crescendo em um ambiente instável e violento, ele posteriormente vai morar sozinho e começa a fazer todo tipo de bico para tentar juntar dinheiro e auxiliar sua mãe.
No entanto, após perder um emprego, ele inicia um novo trabalho como entregador de pizza em um restaurante famoso por ter “entregadores bonitos”. É aí que ele começa a frequentar o Gold Palace, um prédio de alto escalão aonde apenas pessoas muito ricas vivem.
Enquanto isso, Seo-an, filho de um magnata, vive isolado em seu apartamento. Após um acontecimento traumático, ele sofre com constantes crises de ansiedade, e não consegue voltar ao trabalho ou estar em ambientes com muitas pessoas.
Então, os dois rapazes acabam se envolvendo por a caso e a trama se desenvolve a partir desse relacionamento. Assim, Woo-won tenta auxiliar Seo-an com sua ansiedade, enquanto o outro auxilia financeiramente o entregador.
O príncipe e o gato borralheiro
Pessoalmente, não sou muito fã de tramas com um empresário rico e alguém com uma situação financeira ruim. Muitos webtoons optam por essa abordagem a fim de dar uma “razão” pelo qual um dos protagonistas acata uma situação absurda (conseguir dinheiro rápido).
Um outro BL que usa disso é Jinx, e eu acho que é um tipo de trama que já está batida e acaba sendo uma muleta para furos de roteiro.
Entretanto, em The Pizza Delivery Man, apesar de termos clichês que não funcionam no mundo real, o autor consegue desenvolver essa trama de uma maneira mais densa e dramática. Ele se aproveita da estratégia batida de roteiro para incluir outros pontos mais importantes, como condições psicológicas como ansiedade e síndrome do pânico.
Além disso, há mais espaço também para a abordagem de temas reais, mas ainda pouco explorados. Por exemplo, a violência doméstica, e a dificuldade de se cortar relação com familiares, mesmo estes nos fazendo mal.
Apesar de Seo-an ser um personagem interessante e que lida com problemas palpáveis, como é o caso da ansiedade, o cenário do empresário rico é algo muito longe da minha realidade. Consequentemente, as problemáticas que ele enfrenta não são algo que eu consiga me identificar.
Por outro lado, Woo-won é um protagonista que é fácil criar um laço justamente por ele representar muito do que eu já vivi, ou ainda vivo. Seus dramas com as pequenas problemáticas do dia a dia, como os conflitos com outros funcionários; a necessidade de contar cada moedinha para pagar as contas; a relação ruim com a família; as dúvidas sobre um futuro conforme os anos passam…
Woo-won é um personagem muito bem construído justamente porque ele representa muito do que nós jovens adultos vivemos.
Onde encontrar para ler
Ainda em andamento, em sua segunda temporada, The Pizza Delivery Man and the Gold Palace é publicado no Lezhin US – plataforma de leitura de webtoons – traduzido em inglês. Com 29 episódios disponíveis para a última season, ele possui peridodicidade de 10 dias, saindo todo dia 2/12/22. Porém, há hiatos a cada quatro semanas (que eu imagino ser devido a saúde do autor).
Incrivelmente dramático, romântico e interessante The Pizza Delivery Man and the Gold Palace está na minha lista de acompanhamentos. Com certeza é um webtoon que estou adorando, principalmente por causa da relação saudável entre os protagonistas. Fico receosa sobre como o plot vai se desenvolver tendo em vista a diferença social entre Woo-won e Seo-an. Porém, espero que o autor conduza de maneira assertiva da mesma forma que fez com a obra até então.
A PUMA em parceria com a DreamWorks Animation apresentam collab com inspiração na animação Trolls. A coleção PUMA X Trolls conta com peças infantis em uma celebração de alegria, comunidade e música. Os produtos já estão disponíveis no Brasil.
Apresentando cores vibrantes, peças lúdicas e detalhes encantadores com toques de cor dos icônicos cabelos dos Trolls, a coleção PUMA x Trolls é inspirada nos personagens que adoram cantar, dançar e abraçar. Com peças para meninos e meninas, as roupas incorporam estampas divertidas de ondas sonoras e com influência das músicas do filme.
Estrelas da collab, os sneakersMayze, RS-X e CA PRO recebem personagens de Trolls como Tiny Diamond e Queen Poppy personificados, ganhando vida através do seu design e em cadarços especiais. Entre os acessórios, completam a coleção mochila e boné.
A nova coleção PUMA X Trolls já está disponível em PUMA.